Iogurte Sólido com Aroma



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Transcrição:

Escola Superior Agrária de Coimbra Licenciatura Engenharia Alimentar Processamento Geral dos Alimentos Iogurte Sólido com Aroma Elaborado por: Joana Rodrigues nº 20703020 José Sousa nº 20708048 Luís Jordão nº 20803046 Susana Torrão nº 20803050 2º ano Data: 19/10/2009

Índice Introdução... 3 Fluxograma do processo de fabrico de iogurte sólido com aroma... 6 Processamento do iogurte com descrição de todas as etapas... 8 Conclusão... 10 Bibliografia... 11 Processamento Geral de Alimentos Página 2

Introdução O iogurte é um produto fresco que se obtêm por acção fermentativa das bactérias lácteas Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus termophilus sobre o leite. Estas têm de estar vivas e em grande quantidade (igual ou superior a 10^7/g) no produto final até à data limite de consumo. Os benefícios nutricionais do iogurte são vários, sendo este um derivado do leite herda os seus benefícios nutricionais, tais como: Proteínas de alto valor biológico; Minerais, dos quais se destaca o cálcio; Vitaminas, nomeadamente do complexo B. Actualmente é incentivado o seu consumo, visto que é um alimento com uma boa digestibilidade apesar do seu conteúdo em lactose, portanto com efeitos benéficos a nível intestinal. Existem vários tipos de iogurtes: os naturais, aromas, pedaços, líquidos magros, probióticos, biocompartimentados, de pura polpa de fruta, cremosos, etc. Temos ainda como fonte de matéria-prima diferentes tipos de leite, como por exemplo, o de vaca, cabra e ovelha, que podem variar de país para país. Quanto à sua conservação, os iogurtes são produtos que necessitam de permanecer refrigerados entre 4º e 6ºC para a manutenção das suas características organolépticas, já o seu tempo de conservação é cerca de 30 dias após o seu fabrico. Segundo a legislação têm de ser seguidos vários parâmetros que variam consoante o tipo de iogurte que se pretende produzir, a composição do iogurte está definida na legislação portuguesa pela portaria nº742/92, pode-se assim classificar os iogurtes em: sólidos, batidos e líquidos. Dentro destes três tipos podem ainda ser distinguidos em: Iogurtes naturais não há qualquer adição além das culturas microbianas e dos ingredientes previstos; Processamento Geral de Alimentos Página 3

Iogurtes de aromas, podem ser utilizados os seguintes géneros alimentícios aromáticos: frutas e vegetais, derivados de fruta e vegetais, sementes ou parte de sementes comestíveis, mel, café, cacau, chocolate, especiarias. Quando o iogurte é aromatizado deverá ser feita referência ao respectivo aroma; Iogurte de pedaços quando se fizer referência a fruta, esta deve estar presente em quantidade que influencie o aroma e o sabor. Os teores de matéria gorda dos iogurtes também são um aspecto importante, como tal, também estão definidos pela legislação portuguesa e estão classificados segundo os seguintes parâmetros: Tabela 1 Classificação dos iogurtes quanto ao teor de gordura. Classificação Teor min. matéria gorda Teor máx. matéria gorda Magro ----------------------------------- 0,3% (m/m) Meio-gordo 1,5 % (m/m) 1,8 % (m/m) Gordo 3,5 % (m/m) ------------------------------------ Processamento Geral de Alimentos Página 4

O rótulo é essencial estar presente na embalagem, visto que estes contém todas as informações necessárias referentes a esse alimento, tais como: a origem, características, como por exemplo, se é magro ou gordo, ingredientes, peso líquido, lote, prazo de validade e outras informações que o produtor ache necessárias. Na ilustração abaixo é possível observar o rótulo de um iogurte com algumas das informações necessárias. Ilustração 1 Rótulo de um iogurte. Processamento Geral de Alimentos Página 5

Fluxograma do processo de fabrico de iogurte sólido com aroma Leite Termização (65ºC/ 15seg) Filtração Desnatagem Nata Adição de açúcares, leite em pó e aromas Padronização de teores Homogeneização da mistura Pasteurização (90-95ºC/ 15 seg) Adição de fermento Mistura Embalagens Enchimento Tampas Colocação de tampas Processamento Geral de Alimentos Página 6

Fermentação (41º-45ºC) Arrefecimento Rótulos Rotulagem Armazenamento (4º-6ºC) Expedição Processamento Geral de Alimentos Página 7

Processamento do iogurte com descrição de todas as etapas O leite depois da ordenha é recolhido e transportado para a fábrica. Ao chegar à fábrica é sujeito a algumas análises físico-químicas, para verificar se este se encontra dentro dos padrões fundamentais para a produção do iogurte. O leite sofre uma termização (65ºC/15seg) num permutador de placas, para destruir a maior parte da carga microbiana existente no leite e uma filtragem, de modo, a retirar algumas impurezas que possam estar presentes. É feita uma selecção do leite, que permite fazer a sua separação por lotes de acordo com as suas características, e é encaminhado para a desnatadeira que irá separar a nata dos outros constituintes do leite. Seguidamente é feita a padronização dos teores de gordura do leite, onde se adiciona natas, leite em pó, açúcares e aromas, consoante o iogurte que se pretende obter. Esta mistura é transferida para um homogeneizador, onde se dá a homogeneização da mistura. Esta consiste na utilização de altas pressões que tem como objectivo diminuir os glóbulos de gordura e obter um produto com consistência lisa e cremosa, isto é, uma mistura homogénea. Segue-se a pasteurização que é efectuada num pasteurizador, no qual toda a mistura é aquecida a elevadas temperaturas, durante alguns segundos (90-95ºC/15seg), e de seguida arrefecida a 42ºC. Sendo assim, a pasteurização é um processo que tem como base, eliminar os microrganismos presentes no alimento, para que posteriormente as bactérias (fermentos) específicas do iogurte possam exercer a sua função, sem que a acção de outras bactérias os prejudiquem, de modo a alcançar a textura e a acidez final desejada. De seguida, são adicionadas as bactérias Streptococcous termophilus e Lactobacillus bulgaricus, o enchimento e a colocação de tampas, onde a mistura é colocada em embalagens (neste caso copos). É aqui que em simbiose as bactérias lácticas se desenvolvem e degradam a lactose em ácido láctico, processo que se denomina por fermentação láctica. Portanto, é já dentro da embalagem que a acidez do iogurte vai aumentar, ficando com Processamento Geral de Alimentos Página 8

um ph próximo dos 4,6. Este valor corresponde ao valor isoeléctrico da caseína (proteína do leite), o que permite a coagulação. Prossegue-se o arrefecimento com temperaturas entre os 4º e 6ºC, que permitem diminuir a actividade microbiana e a velocidade das reacções químicas. Por fim, segue-se a rotulagem e o armazenamento em câmaras de refrigeração (entre 4º-6ºC), de todas as embalagens prontas para a expedição, que consiste na saída do iogurte da fábrica para os locais de acesso ao consumidor. Após a expedição podem ocorrer alterações (sabor, aroma, acidez) no iogurte, pondo em causa a sua qualidade. Estas alterações podem ter origem durante a produção, com utilização de aditivos ou culturas bacterianas em mau estado ou mesmo através de um tratamento térmico deficiente, tal como pelo próprio Homem, isto é quando o consumidor ao comprar o produto e o transportar para casa pode quebrar a cadeia de frio, expondo o iogurte a temperaturas inadequadas durante um determinado tempo. Processamento Geral de Alimentos Página 9

Conclusão Conclui-se que o iogurte é um produto lácteo fresco, portanto, tem de ser mantido a uma temperatura fria (entre 4º e 6ºC) para garantir a sua qualidade. A estas temperaturas as bactérias lácticas (Streptococcus thermophilus e Lactobacillus bulgaricus) são mantidas em estado latente, inibindo quase totalmente a sua actividade fermentativa. Devido à reduzida actividade das bactérias lácticas a 6ºC, a acidez do produto vai aumentando lentamente, prejudicando gradualmente a viabilidade das bactérias. Tal actividade intensifica-se quando a temperatura aumenta para valores acima dos 6ºC. De maneira que, para manter as bactérias vivas e as propriedades organolépticas (sabor, cheiro, textura, consistência) nas melhores condições, é fundamental manter sempre o iogurte no frio. Estas qualidades organolépticas podem ser alteradas, devido à possível alteração das temperaturas durante o transporte até ao local onde vai ser exposto ao consumidor, tal como, durante o espaço de tempo que o consumidor leva a armazenar o produto devidamente em sua casa. Sendo assim, o iogurte tem um período de validade aproximadamente de 30 dias, o que não impede o consumidor de ter o cuidado de reparar nas embalagens e verificar se existe condensação de água na tampa, efeito que nos permite verificar se o produto se encontra em condições de consumo. Processamento Geral de Alimentos Página 10

Bibliografia [SN] Produção Centro Danone de Informação do Iogurte [Em Linha] Danone [Consult. 2009-10-05] Disponível em WWW: http://www.danone.pt/cdii/ Castro, Patricia de Sousa Processamento de Iogurte [Em Linha] MAF 1640 Tecnologia de Leites e Derivados [Consult. 2009-10-05] Disponível em WWW: http://209.85.129.132/search?q=cache:byhnay6pmaqj:professor.ucg.br/sitedocente/admin/ arquivosupload/10755/material/aula%252010_processamento%2520de%2520iogurte.ppt+te mperatura+de+fermenta%c3%a7%c3%a3o%2biogurte&cd=8&hl=pt-pt&ct=clnk Pinto, Cláudia Alimentação Saudável: quanto vale um iogurte? [Em Linha] in páginas Médicos de Portugal [Consult. 2009-10-03] Disponível em WWW: http://www.netconsumo.com/2009/04/alimentacao-saudavel-quanto-vale-um.html [SN] Produtos Trevinho [Em Linha] by Trevinho [Consult. 2009-10-12] Disponível em WWW: http://www.trevinho.com.br/trevinho.htm Processamento Geral de Alimentos Página 11