Processamento de leite UHT
|
|
|
- Arthur Lima Peres
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Processamento de leite UHT O leite foi desde os tempos mais remotos um alimento de eleição para os povos. Contudo, apesar de nutritivo era muito sensível e deteriorava-se depressa, pelo que não tinha poder de conservação. Assim sendo em termos comerciais o seu valor era praticamente nulo. No entanto, em 1864, pela mão de Pasteur surgia a pasteurização que consistia em submeter um alimento a uma temperatura entre os 72ºC e os 75 ºC durante 15 a 20 segundos e em seguida reduzir essa mesma temperatura para 5ºC. Desta forma eliminavam-se a maior parte dos microrganismos patogénicos, aumentando assim a durabilidade dos alimentos. Embora fosse uma boa solução para o leite, em termos práticos não fazia sentido pois não havia ambiente frio que permitisse a conservação. Foi preciso esperar pelo século XX para que a invenção dos sistemas de refrigeração permitisse a existência de leite pasteurizado, leite este que tinha um maior prazo de validade, que prevenia eventuais alterações indesejáveis e que estava praticamente isento de microrganismos. Com as indústrias a crescer e acorrendo às necessidades humanas novos estudos sobre a pasteurização eram feitos até que um dia se encontrou um novo método, a ultra-pasteurização (UHT) que consistia em submeter o produto a aquecimento entre 130ºC e 150 ºC durante 2 a 4 segundos, seguidos de um arrefecimento a uma temperatura abaixo dos 32ºC. Este tratamento permitia a destruição total dos microrganismos, eliminando assim os riscos para a saúde das populações. Passado algum tempo associado à ultra-pasteurização aparece o chamado enchimento asséptico que veio revolucionar a preservação dos alimentos, uma vez que o produto (neste caso o leite) além das vantagens da ultrapasteurização não precisa de ser refrigerado e apresenta uma validade até 4/5 meses, mantendo as suas características nutricionais. Foi assim que nasceu o chamado leite longa vida ou leite UHT. Processamento de leite UHT Sistema directo O processamento directo de leite UHT pode ser realizado de dois modos: - Através de sistemas de injecção, nos quais o vapor é injectado no leite a altas pressões. - Através de infusão, no qual o leite é pulverizado no vapor. Em alguns dos processos, é importante referir que neste método o leite entra em contacto directo com a água, o que caracteriza o método directo ao invés do método indirecto.
2 Processos: Ordenha A ordenha é a base da produção de leite, uma vez que retiramos à vaca a matéria-prima com a qual vamos produzir leite UHT. A ordenha pode ser feita à mão ou mecanicamente, embora a maior parte seja feita mecanicamente. Antes de se iniciar a ordenha deve-se verificar se as tetas e os úberes se encontram limpos e se o leite tem bom aspecto, caso contrário deverá ser rejeitado. Uma vez que a recolha deve ser higiénica também o ordenhador deve usar roupas e protecção limpas, no caso da ordenha manual. Na recolha devem ser rejeitados os primeiros jactos de leite, fazendo a mungidura total e ininterrupta com esgotamento de todas as tetas. Após a ordenha o leite deve ser armazenado ou enviado para o local de processamento em recipientes apropriados e fechados. Arrefecimento O leite recém ordenhado deve ser rapidamente arrefecido a temperaturas na ordem dos 6ºC, dependendo do tempo de recolha (diária ou não diária). No caso de ser diária pode ser arrefecido a 8ºC. O arrefecimento deve ser feito em tanques de aço inox. O período de retenção e armazenamento do leite arrefecido não deve ser superior a 48 horas, para prevenir possíveis degradações enzimáticas e oxidação do leite à baixa temperatura. Transporte O transporte do leite pode ser feito em carros-cisterna ou em latões, sendo preferível que seja realizado em carros-cisterna uma vez que se consegue uma maior manutenção da qualidade da matéria-prima. No transporte o leite deve ser mantido a uma temperatura não superior a 10ºC, a não ser que tenha sido recolhido nas duas horas seguintes à ordenha.
3 Termização Após ser recebido e medido, o leite é arrefecido a temperaturas inferiores a 4ºC e armazenado para posteriormente ser processado. No que diz respeito à termização propriamente dita esta consiste num tratamento térmico (aquecimento) num permutador de placas a 65ºC durante 15 segundos. Deste modo destrói-se a maior parte da carga microbiana. Desnatagem Nesta etapa do processamento, as impurezas do leite são eliminadas através de uma centrifugadora ( rpm). Nestas impurezas incluem-se partículas vegetais, pêlos, terra e bactérias. Após uma primeira centrifugação, volta-se a centrifugar o leite ( rpm) uma vez que a menor densidade da gordura em relação ao leite desnatado permite a separação (em leite e nata). Normalização Após a separação dos dois componentes (leite e nata) estes voltam a ser misturados nas proporções determinadas de modo a que em função dos teores de gordura pretendidos se separe o leite em 3 tipos. - O leite magro, que tem um teor máximo de gordura de 0,3%. - O leite meio-gordo que tem um teor mínimo de gordura de 1,6 %. - O leite gordo que tem um teor mínimo de gordura de 3,5%. Homogeneização Processo que consiste na distribuição uniforme da gordura de modo a que não haja formação de nata, ou seja, vai haver um desagregar de todos os glóbulos da gordura que foram agrupados na desnatagem. Para isso utilizamse homogeneizadores onde o leite é pressurizado por uma bomba de pistão ( bar). Este processo melhora a estabilidade e consistência do leite.
4 Ultra-pasteurização É este o processo mais importante da produção de leite UHT uma vez que é nesta fase que se consegue ampliar o tempo de prateleira do leite para perto de 4/5 meses, ao mesmo tempo que se consegue destruir a maioria das bactérias que ainda não tinham sido mortas até aqui. E apesar de não haver uma destruição total, apenas algumas bactérias na forma esporulada conseguem sobreviver, no entanto estas não se desenvolvem à temperatura de armazenamento do leite. Quanto à ultra-pasteurização consiste em aquecer o leite a uma temperatura de 145 ºC (Ultra High Temperature) durante 2 a 3 segundos, seguido de um arrefecimento brusco até 20 ºC. É este choque térmico que destrói as bactérias. Arrefecimento Após a ultra-pasteurização o leite é rapidamente arrefecido até cerca dos 4 ºC em permutadores de placas, sendo o líquido de refrigeração a água. É importante saber que a partir deste processo já não pode haver contaminações sob pena de o leite se estragar e provocar danos nos consumidores, ou seja, no fundo todo o trabalho anterior seria perdido. Enchimento Asséptico O sistema de envase asséptico pode ser definido como o enchimento a frio de um alimento comercialmente estéril, neste caso o leite numa embalagem previamente esterilizada sob condições ambientais também estéreis. Este sistema permite a utilização de embalagens com baixa resistência térmica. A principal embalagem para o leite UHT utilizada no sistema Tetra- Pak é constituída por uma chapa com camadas consecutivas de polietilenocartão-polietileno-alumínio-polietileno. Este material proporciona uma eficaz barreira contra a penetração do oxigénio e da luz, além de ser reciclável. É através de uma sobrepressão de ar estéril no ambiente de enchimento, limitado pelo tubo de embalagem, que se garante a assepsia do processo.
5 Bibliografia Serviço Português de Gastronomia e Hotelaria - A Pasteurização, a Ultra Pasteurização e a Esterilização e a Homogeneização. SAPO.[Consult: 3/10/2007] e disponível em: ABLVA - A ultrapasteurização e a qualidade nutricional do leite. 11/10/2007. [Consult: 3/10/2007] e disponível em: LACTOGAL - Produtos lactogal. Lactogal [Consult: 3/10/2007] e disponível em: LACTOGAL - Leites: O Ciclo do Leite. 4/2/2005. [Consult: 3/10/2007] e disponível em: df Diciopédia 2001.Porto: Porto Editora RÉVILLION, Jean Philippe - UFRGS. Processamento de Leite UHT- Sistema Directo. [Consult: 3/10/2007] Disponível em eto.htm Nestlé. Leite. Nestlé. [Consult: 3/10/2007] Disponível em : spx?id=143 Trabalho elaborado por: Diogo Brito nº Gonçalo Dias nº Inês Ferreira nº Pedro Sousa nº Vítor Esteves nº
6
Processamento do Iogurte Gordo Sólido
Escola Superior Agrária De Coimbra Processamento Geral dos Alimentos Processamento do Iogurte Gordo Sólido Trabalho realizado por: Pedro Sá nº20603025 Ana Oliveira nº 20603030 Lénia Belas nº 20603031 Elisabete
Iogurte Sólido com Aroma
Escola Superior Agrária de Coimbra Licenciatura Engenharia Alimentar Processamento Geral dos Alimentos Iogurte Sólido com Aroma Elaborado por: Joana Rodrigues nº 20703020 José Sousa nº 20708048 Luís Jordão
Processamento de bacalhau salgado seco
Outubro 2007 LEAL Processamento Geral de Alimentos Processamento de bacalhau salgado seco Trabalho elaborado por: João Vaz n.º 20503003 Bruno Lopes n.º 20503026 Joana Sousa n.º 20603070 Introdução Quando
PASTEURIZAÇÃO DO LEITE LAN 1444 PROF. ERNANI
PASTEURIZAÇÃO DO LEITE LAN 1444 PROF. ERNANI PASTEURIZAÇÃO Obrigatória no Brasil para todo o leite Todos os derivados devem ser fabricados a partir de leite pasteurizado Tecnologia obrigatória em todo
MANUAL DE COLETA DE AMOSTRAS
MANUAL DE COLETA DE AMOSTRAS Rua: Victor Sopelsa, nº 3000 Bairro Salete E-mail: [email protected] Fone: (49) 3441-1086 Fax: (49) 3441-1084 Cep: 89.700-000 Concórdia Santa Catarina Responsável /Gerente
CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CALOR
CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO CALOR Prof. ª Elessandra da Rosa Zavareze [email protected] 1 Estratégias para controlar os agentes de alteração dos alimentos 2 Conhecimento dos seguintes fatores:
Perguntas Frequentes 1. O que é uma embalagem da Tetra Pak ou Longa Vida? 2. O alumínio da embalagem entra em contato com o alimento?
Perguntas Frequentes 1. O que é uma embalagem da Tetra Pak ou Longa Vida? R: A embalagem da Tetra Pak é composta por várias camadas de materiais. Estas criam uma barreira que impede a entrada de luz, ar,
BANCO DE LEITE HUMANO DO CHLC - MAC PERGUNTAS FREQUENTES
BANCO DE LEITE HUMANO DO CHLC - MAC PERGUNTAS FREQUENTES 1. O que é um Banco de Leite Humano? 2. Em que situações é utilizado o Leite Humano Pasteurizado, as suas vantagens e desvantagens? 3. Que critérios
Orientações e Procedimentos para o Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B
Setembro, 2010. Orientações e Procedimentos para o Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B Com a criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, em 2004, e a aprovação da Lei 11.097, de 13
Você sabia. As garrafas de PET são 100% recicláveis. Associação Brasileira da Indústria do PET
Você sabia? As garrafas de PET são 100% recicláveis Associação Brasileira da Indústria do PET O Brasil é um dos maiores recicladores de PET do mundo A reciclagem é uma atividade industrial que gera muitos
Código: CHCB.PI..EST.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 12. 1. Objectivo. 2. Aplicação
Código: CHCB.PI..EST.01 Edição: 1 Revisão: 0 Páginas:1 de 12 1. Objectivo o Estabelecer normas para o processamento dos dispositivos médicos, baseadas em padrões de qualidade. o Estabelecer condições de
AMOSTRAGEM AMOSTRAGEM
Procedimento pré-estabelecido para seleção, retirada, preservação, transporte e preparação das porções a serem removidas do lote como amostras, de uma maneira tal que o tratamento matemático dos testes
16/09/2015. movimentação de materiais colheita manual e mecânica na quinta transporte refrigerado transporte de gado vivo transporte em tapete rolante
1 Processos utilizados na indústria alimentar divididos em operações comuns (operações unitárias) operações unitárias incluem diversas actividades operações mais comuns movimentação de materiais limpeza
Dispositivos Médicos: Requisitos para a esterilização por óxido de etileno
Dispositivos Médicos: Requisitos para a esterilização por óxido de etileno A eficácia do processo de esterilização de um dispositivo médico é avaliada com base numa série de experiências e protocolos que
1.2 Microrganismos Micróbios Bons
1.2 Microrganismos Micróbios Bons Ligação ao Currículo Nacional 2ª Fase Principal Ciências 1: 1a, 1b, 2a, 2b, 2c, 2d, 2g, 2j Ciências 2: 1a, 2b, 2g, 5f Unidade de Estudo Unidade 6 Microrganismos Tempo
Sumário. Zeca. O amigo da água. 04. A importância da água. 05. Por que preservar 06. Como a água chega à sua casa 07. Dicas para preservar a água 09
Sumário Zeca. O amigo da água. 04 A importância da água. 05 Por que preservar 06 Como a água chega à sua casa 07 Dicas para preservar a água 09 Diga não ao desperdício 10 Água de beber em casa 11 Olá!
MANUSEIO E ARMAZENAMENTO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS
MANUSEIO E ARMAZENAMENTO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS Com a criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, em 2004, e a aprovação da Lei nº 11.097, de 13 de janeiro de 2005,
Instituto Politécnico de Coimbra Escola Superior Agrária de Coimbra
Instituto Politécnico de Coimbra Escola Superior Agrária de Coimbra Processamento Geral dos Alimentos 2007/2008 Trabalho realizado por: Vanessa Sarmento nº20603003 Sofia Joaquim nº20603008 Liliana nº206030
PROCESSAMENTO ASSÉPTICO
Curso de Nutrição ALM024- Processamento de Alimentos PRINCÍPIOS DE PROCESSAMENTO TÉRMICO Comparação entre processos de esterilização ESTERILIZAÇÃO CONVENCIONAL EM AUTOCLAVES (APERTIZAÇÃO) (PROCESSO NÃO
MANUSEIO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS
MANUSEIO E ARMAZENAMENTO DE ÓLEO DIESEL B ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS Com a criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, em 2004, e a aprovação da Lei 11.097, de 13 de janeiro de 2005,
TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
TECNOLOGIA DOS MATERIAIS Aula 7: Tratamentos em Metais Térmicos Termoquímicos CEPEP - Escola Técnica Prof.: Transformações - Curva C Curva TTT Tempo Temperatura Transformação Bainita Quando um aço carbono
Autoclavagem. Microondas. Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Tratamento preliminar e destinação
USP Incineração Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Profa. Dra. Vera Letticie de Azevedo Ruiz 2014 1 Deve seguir a Resolução CONAMA nº 316 de 2002 Processo cuja operação seja realizada acima
DEFUMAÇÃO. Aplicação da defumação. Defumação: DEFUMAÇÃO. Efeito conservante da defumação MECANISMO DE AÇÃO DA FUMAÇA
FACULDADE DE FARMÁCIA DA UFMG DEPARTAMENTO DE ALIMENTOS ALM024- Processamento de Alimentos DEFUMAÇÃO Accácia Júlia Guimarães Pereira Messano 2011 Defumação: alimentícios Defumação aplicação da fumaça aos
DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-50. Fonte: Metalsinter
DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-50 1) O que são os Diesel S-50 e S-10? Significa Diesel de Baixo Teor de Enxofre. Aqui no Brasil são dois os tipos que serão utilizados em veículos: o S-50 e o S-10.
Colheita e Envio de Amostras para Análise Microbiológica das Superfícies
Página 1 de 6 Colheita e Envio de Amostras para Análise Microbiológica das Superfícies ALTERAÇÃO (ÕES) À ÚLTIMA VERSÃO Pág. 3 RESPONSÁVEIS PELO DOCUMENTO Nome Função Rubrica/Data Elaborado por Isabel Costa
DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-50
DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-50 1) O que são os Diesel S-50 e S-10? Significa Diesel de Baixo Teor de Enxofre. Aqui no Brasil são dois os tipos que serão utilizados em veículos: o S-50 e o S-10.
Ar de Alta Qualidade, da Geração à Utilização
Ar de Alta Qualidade, da Geração à Utilização A qualidade do ar em um sistema de ar comprimido tem variações e todas elas estão contempladas no leque de opções de produtos que a hb ar comprimido oferece.
INTRODUÇÃO À DIETÉTICA
INTRODUÇÃO À DIETÉTICA A Dietética é a disciplina que estuda as operações a que são submetidos os alimentos após a cuidadosa seleção e as modificações que os mesmos sofrem durante os processos culinários.
Embalagem Cartonada Longa Vida
Embalagem Cartonada Longa Vida 1) Objetivo Geral Saber mais sobre a embalagem cartonada e a conservação de alimentos. 2) Objetivo Específico Adquirir conhecimentos sobre a reciclagem da embalagem e seus
ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 3º TRIMESTRE 8º ANO DISCIPLINA: FÍSICA
ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO PARALELA 3º TRIMESTRE 8º ANO DISCIPLINA: FÍSICA Observações: 1- Antes de responder às atividades, releia o material entregue sobre Sugestão de Como Estudar. 2 - Os exercícios
CENTRAL DE MATERIAL ESTERILIZADO
CENTRAL DE MATERIAL ESTERILIZADO Clique para editar o estilo do subtítulo mestre Sala de Preparo e Esterilização Equipe: Carla, Marcela e Maria Cristina 6º Período de Enfermagem UNIS Sala de preparo A
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO, ATUÁRIA, CONTABILIDADE E SECRETARIADO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO Administração e Análise Financeira e Orçamentária 2 Prof. Isidro
Sua solução - todos os dias
Sua solução - todos os dias A produção de um leite de qualidade depende de diversos fatores, entre eles a higiene da ordenha e do tanque, a manutenção dos equipamentos, a disponibilidade de um ambiente
Tecnologia de leites e derivados Prof. Andréa Matta Ristow PROCESSAMENTO DO IOGURTE
Tecnologia de leites e derivados Prof. Andréa Matta Ristow PROCESSAMENTO DO IOGURTE Leites Fermentados Exemplos: iogurte, bebidas lácteas fermentadas, coalhada, kefir, entre outros. A fermentação pode
INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR LAT ENZIM PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO DE GORDURAS
INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR LAT ENZIM PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO DE GORDURAS LAT - ENZIM é o produto indicado para o tratamento de todos os entupimentos de gordura orgânica em canalizações de esgoto e grelhas
MANUAL DE FOTOGRAFIA
MANUAL DE FOTOGRAFIA 1. A máquina fotográfica. Breve história As primeiras fotografias tiradas, datam de 1826, mas só em 1870, é que foi possível obter um sistema que permitisse a comercialização de chapas
Controle do crescimento de micro organismos nos alimentos
Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais Controle do crescimento de micro organismos nos alimentos Introdução Os micro organismos estão diretamente
Instituto Politécnico de Coimbra Escola Superior Agrária de Coimbra. Trabalho realizado por:
Iogurte Trabalho realizado por: Francisco Barreto Nº. 20603068 2º. Ano LEAL Francisco Machado Nº. 20603056 2º Ano LEAL Nota introdutória Com este trabalho pretende-se dar a conhecer a produção de iogurte,
O manipulador de alimentos tem que conferir todas as informações do rótulo?
Os consumidores têm o direito de conhecer as características e a composição nutricional dos alimentos que adquirem. A legislação nacional estabelece algumas normas para registro dessas informações na rotulagem
Papel. Etapa 6- Esta etapa trata-se do papel sendo utilizado por seus consumidores em diversas formas, como em livros, cartas, jornais, etc.
Ciclo de Vida Papel Há divergência quanto ao período de surgimento do papel, pois foi um processo que foi sendo desenvolvido ao longo dos anos, porém há registros deste sendo utilizado primeiramente pelos
Sandra Heidtmann 2010
Sandra Heidtmann 2010 Definições: Amostra: Pequena parte ou porção de alguma coisa que se dá para ver, provar ou analisar, a fim de que a qualidade do todo possa ser avaliada ou julgada; Coleta: Ato de
Lista de Verificação de Cantinas Escolares
Lista de Verificação de Cantinas Escolares Nome do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis pelo estabelecimento e NIF Morada do estabelecimento: Identificação das entidades responsáveis
ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO
ECONOMIA DE ENERGIA ELETRICA COM USO RACIONAL DE AR COMPRIMIDO CONSUMO DE ENERGIA E AR COMPRIMIDO NA INDÚSTRIA Consumo de Energia 20% 50% 30% Fornec.de ar Refrigeração Outros Consumo de Ar Comprimido 10%
Como funciona uma autoclave. Introdução. Materiais Necessários. A autoclave
Intro 01 Introdução A autoclave A autoclave é um aparelho muito utilizado em laboratórios de pesquisas e hospitais para a esterilização de materiais. O processo de autoclavagem consiste em manter o material
Proteja a qualidade do seu leite Tanques resfriadores DeLaval
DeLaval Brasil Rodovia Campinas Mogi-Mirim - KM 133,10 - S/N Bairro Roseira - Jaguariúna/SP - CEP: 13820-000 Telefone: (19) 3514-8201 [email protected] www.delaval.com.br Sua revenda DeLaval Proteja
PROGENSA PCA3 Urine Specimen Transport Kit
PROGENSA PCA3 Urine Specimen Transport Kit Instruções para o médico Para uso em diagnóstico in vitro. Exclusivamente para exportação dos EUA. Instruções 1. Pode ser útil pedir ao paciente que beba uma
MANUAL DE OPERAÇÕES DE CAMPO COLETA DE AMOSTRAS
ASSOCIAÇÃO PARANAENSE DE CRIADORES DE BOVINOS DA RAÇA HOLANDESA PROGRAMA DE ANÁLISE DE REBANHOS LEITEIROS DO PARANÁ Laboratório de Análise de Leite MANUAL DE OPERAÇÕES DE CAMPO COLETA DE AMOSTRAS Versão:.01/2012
Purificadores. Elite e Prestige. Purificadores Elite 200 I Elite 200 Elite 300 Prestige 120 Prestige 180. Elite 200 I.
Elite e Prestige O problema da contaminação do ar em locais públicos como bares, restaurantes, cabeleireiros, salas de espera, etc. é cada vez mais preocupante. A resposta da MKC, é o seu filtro electrostático
As matérias-primas alimentares frescas (após a colheita, a captura, a produção ou o abate)
As matérias-primas alimentares frescas (após a colheita, a captura, a produção ou o abate) são conservadas pela indústria alimentar, de modo a aumentar a sua estabilidade e o seu tempo de prateleira. 1
Curso de embalagens. Embalagem Cartonada Asséptica Ministrante: Assunta Camilo 2014 São Paulo - SP
Curso de embalagens Embalagem Cartonada Asséptica Ministrante: Assunta Camilo 2014 São Paulo - SP Embalagem cartonada Sistema de Envase Engenharia e tecnologia de embalagem para envase asséptico Sistema
PROCESSO DE FERMENTAÇÃO CONTÍNUA ENGENHO NOVO - FERCEN
PROCESSO DE FERMENTAÇÃO CONTÍNUA ENGENHO NOVO - FERCEN A ENGENHO NOVO, sempre atenta ao desenvolvimento de novas tecnologias para produção de etanol, pesquisou e desenvolveu um processo simples e eficiente
Ar Condicionado e Refrigeração Ciclos de Refrigeração
CICLOS DE REFRIGERAÇÃO Os ciclos mais usados, na seqüência, são: Ciclo de refrigeração por compressão de vapor Ciclo de refrigeração por absorção O ciclo é constituído dos seguintes processos sucessivos:
ÁGUA. Reciclagem das águas residuais
Reciclagem das águas residuais ÁGUA A da água in situ (no local) oferece muitas oportunidades para racionalizar o consumo de água em nossas casas. Infelizmente, toda a água que utilizamos em casa e jardins
Armazenamento de energia
Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica 3 º. trimestre, 2015 A energia solar é uma fonte de energia dependente do tempo. As necessidades de energia
MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras
MEIOS DE CULTURA Associação equilibrada de agentes químicos (nutrientes, ph, etc.) e físicos (temperatura, viscosidade, atmosfera, etc) que permitem o cultivo de microorganismos fora de seu habitat natural.
Resistência de Bactérias a Antibióticos Catarina Pimenta, Patrícia Rosendo Departamento de Biologia, Colégio Valsassina
Resistência de Bactérias a Antibióticos Catarina Pimenta, Patrícia Rosendo Departamento de Biologia, Colégio Valsassina Resumo O propósito deste trabalho é testar a resistência de bactérias (Escherichia
Inversores de Freqüência na Refrigeração Industrial
ersores de Freqüência na Refrigeração Industrial Os inversores de freqüência possuem um vasto campo de aplicações dentro da área de refrigeração industrial. São utilizados nas bombas de pressurização,
Manual de Instruções
Manual de Instruções Kit de Instrumental para Cirurgia do Túnel do Carpo VOLMED Nome Técnico: KIT CIRÚRGICO Fabricante: VOLMED BRASIL EQUIPAMENTOS LTDA -ME AV. SÃO GABRIEL, 291 JD. PAULISTA CEP: 13574-540
Disciplina: Ciências Professor(a): Klícia Regateiro Série: 6º ano. Água
Disciplina: Ciências Professor(a): Klícia Regateiro Série: 6º ano Água Água é vida A água é para o Homem, para os animais e para as plantas um elemento de primeira necessidade, É essencial à vida! É indispensável
OBJETIVOS: CARGA HORÁRIA MÍNIMA CRONOGRAMA:
ESTUDO DIRIGIDO COMPONENTE CURRICULAR: Controle de Processos e Instrumentação PROFESSOR: Dorival Rosa Brito ESTUDO DIRIGIDO: Métodos de Determinação de Parâmetros de Processos APRESENTAÇÃO: O rápido desenvolvimento
Qualidade de Vegetais Congelados. Novas Técnicas de Avaliação
. Novas Técnicas de Avaliação Elsa Gonçalves Ano 2003 Objectivos Revisão crítica do estado de conhecimento sobre: A influência do processo de congelação na qualidade dos produtos vegetais; Novas técnicas
TRATAMENTO DA ÁGUA. Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio
TRATAMENTO DA ÁGUA Professora: Raquel Malta Química 3ª série - Ensino Médio Água poluída: água inadequada para beber ou para fazer nossa higiene. Diversas substâncias naturalmente presentes na água são
Do lixo ao valor. O caminho da Logística Reversa
Do lixo ao valor O caminho da Logística Reversa O problema do lixo A sociedade, hoje, vive com um grande desafio: o lixo. Calcula-se que, por dia, no Brasil, são gerados 1 Kg de resíduos por habitante.
Ano letivo 2012/2013 Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica
Ano letivo 2012/2013 Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica Supervisor: Teresa Margarida Guerra Pereira Duarte Monitor: Catarina Spratley Vieira Mendes Equipa: 1M3_04 João Pedro Oliveira Souto nº 120504005
BT 0013 BOLETIM TÉCNICO RESINA FLOOR REPAIR PLUS_ ENDURECEDOR FLOOR REPAIR PLUS_ SÍLICA F-036
BT 0013 BOLETIM TÉCNICO RESINA FLOOR REPAIR PLUS_ ENDURECEDOR FLOOR REPAIR PLUS_ SÍLICA F-036 Elaborador: Verificadores: Aprovador: Resina Floor Repair Plus_Endurecedor
06/10/2014 UM POUCO DA HISTÓRIA CONSERVAÇÃO DOS ALIMENTOS O QUE SÃO MÉTODOS DE CONSERVAÇÃO?
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ UM POUCO DA HISTÓRIA Os alimentos nem sempre estiveram tão disponíveis quanto estão nos dias atuais. 2 UM POUCO DA HISTÓRIA A conservação de alimentos remonta a épocas
Características do Leite
Características do Leite Katiani Silva Venturini 1 (e-mail: [email protected]) Miryelle Freire Sarcinelli 1 (e-mail: [email protected]) Luís César da Silva 2 (website: www.agais.com) 1. INTRODUÇÃO
BT 0014 BOLETIM TÉCNICO RESINA PC 6NF_ENDURECEDOR G 130 BLUE
BT 0014 BOLETIM TÉCNICO RESINA PC 6NF_ENDURECEDOR G 130 BLUE Elaborador: Verificadores: Aprovador: Resina PC 6NF_Endurecedor G 130 Blue Resina para aplicação
Sódio Bicarbonato Segundo Regulamento (CE) 1907/2006
Ficha de Dados de Segurança Sódio Bicarbonato Segundo Regulamento (CE) 1907/2006 1. Identificação da substância e da empresa 1.1 Identificação da substância ou do preparado Denominação: Sódio Hidrogeno
PROJETO DE REDUÇÃO DOS RESÍDUOS INFECTANTES NAS UTI S DO HOSPITAL ESTADUAL DE DIADEMA
Hospital Estadual Diadema Prêmio Amigo do Meio Ambiente 2013 PROJETO DE REDUÇÃO DOS RESÍDUOS INFECTANTES NAS UTI S DO HOSPITAL ESTADUAL DE DIADEMA Hospital Estadual de Diadema Responsáveis: João Paulo
TECNOLOGIA DE ALIMENTOS
TECNOLOGIA DE ALIMENTOS A Tecnologia de Alimentos (T.A.) é das mais novas especialidades da necessidade da obtenção de mais fartas e constantes fontes alimentares. FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA O DESENVOLVIMENTO
Disciplina Higiene do Trabalho. Ventilação Industrial
Tópicos da Aula Complementar - Ventiladores; - Ventiladores Axiais; - Ventiladores Centrífugos; - Dados necessários para a seleção correta de um ventilador; - Modelos e Aspectos Gerais de Ventiladores.
COMPRAR GATO POR LEBRE
PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA SEGUNDA-FEIRA, 4 DE MARÇO DE 2013 POR JM CAVALO POR VACA É A VERSÃO ATUAL DE COMPRAR GATO POR LEBRE O consumo da carne de cavalo é encarado, ainda, com uma certa conotação
Autoridade de Segurança Alimentar e Económica. Alexandra Veiga Manuel Barreto Dias
Alexandra Veiga Manuel Barreto Dias SEGURANÇA ALIMENTAR Prevenir a presença de agentes patogénicos nos alimentos agentes biológicos microrganismos parasitas agentes tóxicos origem microbiana origem no
FISPQ. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 NOME DO PRODUTO: Solução Titulante
NOME DO PRODUTO: Solução Titulante 1/12 FISPQ NRº. 28 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome Comercial do Produto: Solução Titulante Nome Químico: Solução Ácida a 0,1 N Nome da Empresa: Hidroazul
COLETA DE AMOSTRA 01 de 06
01 de 06 1. PRINCÍPIO Para que os resultados dos métodos de análise expressem valores representativos da quantidade total de substância disponível, é imprescindível recorrer a técnica de coleta definida
Vamos Poupar Energia!!! www.facebook.com/experimenta.energia
Vamos Poupar Energia!!! www.facebook.com/experimenta.energia Que podemos nós fazer? Eficiência Energética Utilização Racional da Energia, assegurando os níveis de conforto e de qualidade de vida. Como?
Motores Térmicos. 9º Semestre 5º ano
Motores Térmicos 9º Semestre 5º ano 19 Sistema de Refrigeração - Tópicos Introdução Meios refrigerantes Tipos de Sistemas de Refrigeração Sistema de refrigeração a ar Sistema de refrigeração a água Anticongelantes
TECNOLOGIA DE ALIMENTOS
TECNOLOGIA DE ALIMENTOS NUTRIÇÃO UNIC Profª Andressa Menegaz Conservação por irradiação A irradiação pode servir para: -destruir os microrganismos; -retardar a germinação de certos legumes; -destruir os
Sistema de Proporcionamento Bomba dosadora de LGE Fire Dos
Sistema de Proporcionamento Bomba dosadora de LGE Fire Dos Descrição A bomba dosadora de LGE FIRE DOS é o mais versátil sistema de proporcionamento existente no mercado. Este revolucionário sistema de
Controle da qualidade em uma fábrica de sorvetes de pequeno porte
Controle da qualidade em uma fábrica de sorvetes de pequeno porte Fernanda Lima Pereira 1, Suelem Correia Garcia 1, Tiago Rodrigues da Costa 1, Rodrigo Herman da Silva 2 ¹Estudante do curso de Engenharia
EMBALAGENS PARA ESTERILIZAÇÃO.
EMBALAGENS PARA ESTERILIZAÇÃO. Márcia Cristina O Pereira Enfermeira encarregada da central de material esterilizado HMSL. Especialista em CC, CME, RA USP Mestrado em saúde do adulto - USP FINALIDADE DA
c a d e r n o d e p e s q u i s a Linha Rich s Centro de Memória Bunge
c a d e r n o d e p e s q u i s a Linha Rich s Centro de Memória Bunge Rua Diogo Moreira, 184 5 o andar Pinheiros São Paulo SP Cep: 05423-010 E-mail: [email protected] / Tel.: 11.3914.0846 Linha
Qualificação de Procedimentos
Qualificação de Procedimentos Os equipamentos em geral são fabricados por meio de uniões de partes metálicas entre si empregando-se soldas. Há, portanto a necessidade de se garantir, nestas uniões soldadas,
VANTAGENS DAS CORREIAS TRAPEZOIDAIS DENTADAS SOBRE AS CLÁSSICAS LISAS
VANTAGENS DAS CORREIAS TRAPEZOIDAIS DENTADAS SOBRE AS CLÁSSICAS LISAS 1. Introdução... 1 2. Estudo... 3 2.1 Condições do estudo... 3 2.2 Consumo de energia... 3 2.3 Estudo de degradação da tensão com o
dicas volvo Fluído de Arrefecimento VM* você SABE PARA QUE SERVE O FLUÍDO DE ARREFECIMENTO? VAMOS CONHECÊ-LO MELHOR?!
20 dicas volvo Fluído de Arrefecimento VM* você SABE PARA QUE SERVE O FLUÍDO DE ARREFECIMENTO? VAMOS CONHECÊ-LO MELHOR?! * Válido para veículos a partir do chassi 107000 É ISSO AÍ! MANTENHA A MANUTENÇÃO
SEPARAÇÃO DE MISTURAS HETEROGÊNEAS. (Processos mecânicos de separação) Sistema sólido - sólido
SEPARAÇÃO DE MISTURAS HETEROGÊNEAS (Processos mecânicos de separação) Sistema sólido - sólido Separação magnética: Separa misturas do tipo sólido-sólido nas quais um dos componentes tem propriedades magnéticas
Tratamento Descentralizado de Efluentes HUBER BioMem
WASTE WATER Solutions Tratamento Descentralizado de Efluentes HUBER BioMem Solução HUBER para Tratamento Decentralizado de Efluentes Unidades móveis e fixas Uma variedade de opções de reutilização de efluentes
Acesse: http://fuvestibular.com.br/
Esse molde é (quase) para sempre Manuais ou mecanizados, de precisão, não importa qual o processo de fundição que tenhamos estudado até agora, todos tinham em comum duas coisas: o fato de que o material
1 Boas Práticas de Utilização 1.1 Normas de Qualidade Higiene e Ambiente - Água
2 Conteúdos 1 Boas Práticas de Utilização... 1.1 Normas de Qualidade Higiene e Ambiente - Água... 1.2 Normas de Segurança... 1.3 Recomendações de Ergonomia... 1.4 Normas de Utilização... 2 Resolução de
INDUSTRIALIZAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DO LEITE DE CONSUMO NO BRASIL. Daniela Rodrigues Alves. A formação do setor industrial de leite
INDUSTRIALIZAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DO LEITE DE CONSUMO NO BRASIL Daniela Rodrigues Alves A formação do setor industrial de leite Origens (... - 1920) A origem do leite de consumo no Brasil está intimamente
MANUAL DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO
MANUAL DE LIMPEZA E CONSERVAÇÃO 1. O que é limpeza É o ato de remover todo tipo de sujidade, visível ou não, de uma superfície, sem alterar as características originais do local a ser limpo. 1.1 Limpeza
Christiano Rehbein HAGEMEYER. [email protected] Universidade Estadual do Centro Oeste- UNICENTRO
QUALIDADE DO LEITE: FATORES QUE INTERFEREM E A IMPORT ツ NCIA DA A ヌテ O DOS PRODUTORES Autor: Izamara de oliveira FERREIRA. [email protected] Co-autores: Luiz Fernando Rizzardi SILVESTRI. [email protected]
MÁQUINAS AGRÍCOLAS PROF. ELISEU FIGUEIREDO NETO
MÁQUINAS AGRÍCOLAS PROF. ELISEU FIGUEIREDO NETO COLHEITA NA AUSTRALIA Hoje nós temos que preocupar não só em aprimorar as MÁQUINAS, mas também os OPERADORES que com elas trabalham. PARTES CONSTITUINTES
Sulfato de Alumínio 18-hidratado Segundo Regulamento (CE) 1907/2006
Ficha de Dados de Segurança Sulfato de Alumínio 18-hidratado Segundo Regulamento (CE) 1907/2006 1. Identificação da substância e da empresa 1.1 Identificação da substância ou do preparado Denominação:
4ª aula Compressores (complemento) e Sistemas de Tratamento do Ar Comprimido
4ª aula Compressores (complemento) e Sistemas de Tratamento do Ar Comprimido 3ª Aula - complemento - Como especificar um compressor corretamente Ao se estabelecer o tamanho e nº de compressores, deve se
soluções do futuro para o seu presente
soluções do futuro para o seu presente PORTFÓLIO conheça a solução com excelência para seu lar EMPRESA A JR ALUMINIUM é uma empresa especializada na criação, fabricação e instalação de Esquadrias de Alumínio
Os agentes extintores mais usados são: água Água + adiivos espuma pó químico dióxido de carbono
Escolha do agente extintor Os agentes extintores mais usados são: água Água + adiivos espuma pó químico dióxido de carbono É de notar que não se refere as substâncias halogenados por se encontrarem proibidos
