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Transcrição:

EIXO TECNOLÓGICO: AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA CURSO/MODALIDADE: Curso Técnico em Meio Ambiente/Subsequente DISCIPLINA: SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ÁGUAS CÓDIGO: Currículo: 2010/dez Ano/Semestre: 2011/2 Carga Horária total: 40+5 (PPI) horas Turno: Matutino DIRETOR(A) GERAL DO CAMPUS: Marcelo Eder Lamb DIRETOR (A) DE ENSINO: Sidinei Cruz Sobrinho PROFESSOR(A): Daniel Ricardo Arsand EMENTA Estudos dos Mananciais. Indicadores de qualidade da água. Sistemas de captação e abastecimento de água. Transporte de água bruta. Técnicas de produção e tratamento de água. Transporte, distribuição e uso de água potável. Controle e redução de perdas. Plano de segurança da água, alternativas e inovações. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA CAMPUS SANTA ROSA Rua Uruguai, 1675Bairro Central CEP: 98900.000 - Santa Rosa - RS Fone: (55) 3511 2575 Fax: (55) 3511 2591 PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR 2.OBJETIVOS 2.1. Do IF Farroupilha: (PDI, 2009 2013): Conforme a Lei Nº 11.892/08 o Instituto Federal Farroupilha deverá: I- ofertar educação profissional e tecnológica, em todos os seus níveis e modalidades, formando e qualificando cidadãos com vistas na atuação profissional nos diversos setores da economia, com ênfase no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional; II- desenvolver a educação profissional e tecnológica como processo educativo e investigativo de geração e adaptação de soluções técnicas e tecnológicas as demandas sociais e peculiaridades regionais; III- promover a integração e a verticalização da educação básica à educação profissional e educação superior, otimizando a infra-estrutura física, os quadros de pessoal e os recursos de gestão; IV- orientar sua oferta formativa em beneficio da consolidação e fortalecimento dos arranjos produtivos, sociais e culturais locais, identificados com base no mapeamento das potencialidades de desenvolvimento socioeconômico e cultural no âmbito de atuação do Instituto Federal; V- constituir-se em centro de excelência do ensino de ciências, em geral, e de ciências aplicadas, em particular, estimulando o desenvolvimento de espírito critico voltado a investigação empírica; VI- qualificar-se como centro de referência no apoio à oferta de ensino de ciências nas instituições públicas de ensino, oferecendo capacitação técnica e atualização pedagógica aos docentes das redes públicas de ensino; VII- desenvolver programas de extensão e de divulgação cientifica e tecnológica;

VIII- realizar e estimular a pesquisa aplicada, a produção cultural, o empreendedorismo, o cooperativismo e o desenvolvimento científico e tecnológico; IX- promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, notadamente as voltadas à preservação; X- estimular e apoiar processos educativos que levem a geração de trabalho e renda e à emancipação do cidadão na perspectiva do desenvolvimento socioeconômico local e regional; XI- ministrar em nível de educação superior cursos superiores: a) de tecnologia visando à formação de profissionais para os diferentes setores da economia; b) Cursos de licenciatura, bem como programas especiais de formação pedagógica, com vistas na formação de professores para a educação básica, de tecnologia visando à formação de profissionais para os diferentes setores da economia; c) Cursos de bacharelado e engenharia, visando à formação de profissionais para os diferentes setores da economia e áreas do conhecimento; d) Cursos de pós-graduação latu sensu de aperfeiçoamento e especialização, visando a formação de especialistas nas diferentes áreas do conhecimento; e) Cursos de pós-graduação stricto sensu de mestrado e doutorado, que contribuam para promover o estabelecimento de bases sólidas em educação, ciência e tecnologia, com vistas no processo de geração e inovação tecnológica. 2.2. Do Nível de Ensino: De acordo com o art. 35 da LDBEN, o ensino médio tem como objetivos: I. a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos; II. a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; III. o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; IV. a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina. Da Educação Profissional Art. 39º. A educação profissional e tecnológica, no cumprimento dos objetivos da educação nacional, integra-se aos diferentes níveis e modalidades de educação e às dimensões do trabalho, da ciência e da tecnologia(redação dada pela Lei nº11.741, de 2008). REGULAMENTO DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA DOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO - Resolução n 04-2010, de 22 de fevereiro de 2010. Art. 5º. São objetivos dos cursos Técnicos de Nível Médio do Instituto Federal Farroupilha: I - Desenvolver, prioritariamente, o Ensino Médio na modalidade do Currículo Integrado;

II - Contribuir para o aumento dos índices de escolarização média na região de atuação; III - Ofertar ensino técnico na modalidade subsequente, na medida em que se fizer necessário para responder a demandas regionais; IV - Formar cidadão para o mundo do trabalho, visando sua inserção nos diferentes segmentos socioeconômicos. V - realizar pesquisa e desenvolvimento de novos processos, produtos e serviços, em estreita articulação com os setores produtivos e a sociedade; VI - realizar atividades de extensão, a partir de um processo educativo, cultural e científico articulado, de forma indissociável, ao ensino e à pesquisa, viabilizando uma visão integrada da sociedade. 2.3. Do curso: Geral: Proporcionar a formação profissional em nível técnico subsequente articulando ensino, pesquisa e extensão com vistas ao desenvolvimento da sensibilização, reconhecimento, valoração do ambiente natural e avaliação das intervenções antrópicas para aplicar os princípios de prevenção e recuperação ambiental. Específicos: a. Identificar e avaliar os processos de tratamento de águas adequados a serem utilizados para potabilização de águas; b. Interpretar laudos técnicos com. c. Identificar problemas e conflitos ambientais decorrentes da falta de saneamento básico e propor ações de mitigação para a saúde do ambiente. 2.4 Objetivo Geral da Disciplina: Proporcionar a compreensão dos padrões de qualidade de água, a partir do conhecimento dos processos de captação, tratamento e distribuição, para desenvolver a sensibilização pela busca de alternativas referentes a redução do desperdício e melhoria da qualidade da água. 2.5 Objetivos Específicos: Conhecer o histórico dos Padrões de Potabilidade da Água para analisar a importância da evolução ocorrida; Contribuir para ampliar a compreensão das características dos mananciais para entender as implicações na qualidade da água; Conhecer os principais processos de captação de água para identificar os cuidados necessários nesta etapa; Ampliar conhecimentos relacionados às tecnologias de tratamento de água para compreender os fatores intervenientes no processo; Compreender os processos de coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção e

fluoretação para entender a função de cada etapa; Conhecer as análises físico-químicas e microbiológicas realizadas ao final do processo de tratamento que garantem a qualidade do produto final; Desenvolver competências, atitudes e valores que contribuam para a preservação dos mananciais e a redução do desperdício de água. Identificar e avaliar os processos de tratamento de águas adequados a serem utilizados para potabilização de águas; Interpretar laudos técnicos de amostras de águas destinadas ao consumo humano; Reconhecer a qualidade de amostras de águas, através de análises físico-químicas e microbiológicas e propor tratamento adequado; Conhecer todas as etapas de tratamento convencional de águas destinadas ao consumo humano. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Unidades Descrição H/A UNIDADE I Evolução dos Padrões de Potabilidade 1.1. Histórico; 1.2. Evolução dos Padrões de Potabilidade Nacional. 04 UNIDADE II Poluição e Contaminação dos Mananciais UNIDADE III Tecnologias de Tratamento UNIDADE IV Etapas do Processos de Tratamento Convencional de Águas 2.1 Conceito; 2.2 Tipos de captação e seus efeitos sobre a qualidade de água; 2.3 Alterações nas características das águas superficiais; 2.4 Alterações nas características das águas subterrâneas; 2.5 Proteção de Mananciais. 3.1 Fatores intervenientes na definição da tecnologia de tratamento; 3.2 Tecnologias de tratamento. 4.1 Coagulação; 4.2 Floculação; 4.3 Decantação; 4.4 Filtração; 4.5 Desinfecção; 4.6 Fluoretação. 10 10 06

UNIDADE V Análises Físico-Químicas e Microbiollógicas de Águas UNIDADE VI Como evitar o desperdício 5.1 Turbidez; 5.2 ph; 5.3 Cor; 5.4 Cloro livre residual; 5.5 Fluoretos; 5.6 Coliformes Totais; 5.7 Coliformes Termotolerantes; 5.8 Outros parâmetros de qualidade de água. 6.1 Formas de evitar o desperdício de água 6.2 Técnicas e tecnologias para menor gasto de água potável; 6.3 Recuperação de água para consumo humano. 06 04 METODOLOGIA DE ENSINO As aulas serão desenvolvidas de forma expositiva dialogada para introduzir os assuntos propostos e orientações sobre a dinâmica das aulas. Serão realizados trabalhos em grupo com exposição das temáticas, vídeos e discussões em torno de temáticas emergentes envolvendo os quatro grandes temas: Terra, Ar, Água e Fogo. Além disso, a turma será dividida em 5 grupos para a escolha das temáticas pelos próprios grupos, que serão apresentadas em forma de oficina. Após, cada grupo irá apresentar a oficina de acordo com o planejado. Visitas técnicas com posterior análise, discussão e realização de relatório. PPI Análises Físico-químicas e/ou Microbiológicas de águas no laboratório. 4.AVALIAÇÃO 4.1. Avaliação da Aprendizagem: A avaliação deverá ser contínua e acumulativa, assumindo, de forma integrada, no processo de ensino-aprendizagem, as funções diagnóstica, formativa e somativa, com preponderância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. 4.2. Indicadores avaliativos (qualitativos): participação, contribuição, empenho e desempenho perante atividades ações e atitudes perante o grupo, a escola e seu próprio desenvolvimento acadêmico e sociocultural propostas e desenvolvidas de maneira individual e/ou em grupos. 4.3. Instrumentos a serem usados pelo professor (a): Aula expositiva-dialogada, realização de atividades de pesquisa e trabalhos individuais e/ou em grupos. Visitas técnicas com posterior análise, discussão e realização de relatório. 4.4. Critérios: A avaliação será ampla, contínua, gradual, dinâmica, cooperativa e cumulativa, assumindo, de forma integrada, no processo de ensino-aprendizagem, as funções diagnóstica,

formativa e somativa, com preponderância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos. O aluno terá no mínimo três avaliações semestrais, sendo uma prova no valor de 4,0 e trabalhos que poderão ser em várias etapas somando 6,0 pontos. Estas pontuações não são estanques podendo sofrer alterações. O resultado final para aprovação será: - Nota 7,0 (sete), antes do Exame Final; - Média mínima 5,0 (cinco), após o Exame Final. A média final da etapa terá peso 6,0 (seis) e o Exame Final terá peso 4,0 (quatro). O estudante será considerado Aprovado quando a média ponderada final entre a média final (peso 6,0) e do exame final (peso 4,0), for igual ou superior a 5,0 (cinco). 5. PROJETOS INTERDISCIPLINARES A SEREM DESENVOLVIDOS COM A TURMA Agenda 21 para o campus Santa Rosa. 6. ATIVIDADES EXTRACLASSE A SEREM DESENVOLVIDAS Participação dos alunos nas atividades propostas pela IF Farroupilha, fóruns, congressos e eventos desta natureza, e execução dos projetos previstos na Metodologia. 7. RECUPERAÇÃO PARALELA A recuperação paralela é contínua e ocorrerá no decorrer do período letivo, através de instrumentos de verificação da aprendizagem que serão utilizados de forma a atender a disciplina. Além disso, os estudantes serão atendidos sempre que as dificuldades forem sendo detectadas nas terças-feiras a tarde. 8. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS 8.1 Bibliografia básica LIBÂNIO, Marcelo. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. 2ª Ed. Campinas, SP: Átomo, 2008. BERNARDO, L. D. Métodos e técnicas de tratamento de água. vol. 1. Rio de Janeiro: ABES, 1993. HELLER, L.; DE PÁDUA, V. L. (orgs). Abastecimento de água para consumo humano. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006.

8.2 Bibliografia de apoio BRANCO, S. M. Água: Origem, uso e preservação. 2ª. ed. São Paulo: Moderna, 2003. MAGALHÃES JUNIOR, A. P. Indicadores ambientais e recursos hídricos: realidade e perspectivas para o Brasil a partir da experiência francesa. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007. MACHADO, C. J. S. (org). Gestão de águas doces. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. PICCAZIO, C. Água, urgente! Nosso futuro pode morrer de sede. 1ª Ed. São Paulo: Editora Terceiro Nome, 2007. 9. OBSERVAÇÕES PPI Análises Físico-químicas e/ou Microbiológicas de águas no laboratório (05 h). 10.RECEBIMENTO Recebido em / /2011 Por: Revisado em / /2011 Por: Coordenação: Prof.ª Raquel G. Canova Coordenador do Eixo Tecnológico Direção de Ensino: Prof. Ms Sidinei Cruz Sobrinho Diretor de Ensino Professor: Prof. Dr. Daniel Arsand Docente Supervisão Pedagógica: Daiele Zuquetto Rosa Pedagoga