Observação como técnica de coleta de dados
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- Mauro Pedroso Gonçalves
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1 1 Universidade Federal de Rondônia Engenharia Ambiental Professora Orientadora: Renata G. Aguiar Disciplina: Metodologia Cientifica Observação como técnica de coleta de dados 2 O que é observação? técnica de coleta de dados que utiliza os sentidos na obtenção de determinados aspectos da realidade. Não consiste apenas em ver e ouvir, mas também em examinar fatos ou ferramentas que se deseja estudar. Acadêmicos: Angela Carla Eloiza Ruschel Fábio Frederico Jéssica Linhares Laline Garcia Vanessa Helena A obtenção dos dados e informações sobre um fenômeno pode ocorrer por meio do contato com as pessoas ou uso de instrumentos (Câmeras, filmadoras). São empregadas várias modalidades de observação, que variam de acordo com as circunstâncias. 3 4 Pode, porém, ser utilizada como procedimento cientifico, à medida que: 1. Segundo os meios utilizados: Observação não estruturada (Assistemática) Observação estruturada (Sistemática) a) serve a um objetivo formulado de pesquisa; b) é sistematicamente planejada; c) é submetida a verificação e controles de validade e precisão. 2. Segundo a participação do observador: Observação não-participante Observação participante 5 6 Observação não estruturada ou assistemática 3. Segundo o número de observações: Observação individual Observação em equipe 4. Segundo o lugar onde se realiza: Observação efetuada naturalista (Trabalho de campo) Observação efetuada em laboratório Espontânea, informal, ocasional. Consiste em recolher e registrar os fatos da realidade sem que o pesquisador utilize meios técnicos especiais ou precise fazer perguntas diretas. Não tem planejamento ou controle previamente elaborado. É mais empregada em estudos exploratórios.
2 Observação estruturada ou sistemática 7 8 Êxito: vai depender do observador, de ele estar atento aos fenômenos que ocorrem ao seu redor. É realizada em condições controladas para se responder a propósitos, que foram anteriormente definidos. O que não deve ser feito: a) O pesquisador não deve pensar que sabe mais do que o realmente presenciado; b) Não deve se deixar envolver emocionalmente; c) Infidelidade no registro de dados. Requer planejamento e necessita de operações específicas para o seu desenvolvimento. Podem ser utilizados quadros, anotações, escalas, dispositivos mecânicos. Observação não-participante 9 10 É mais empregada em estudos exploratórios e descritivo. O pesquisador tem contato com a comunidade, grupo ou realidade estudado, mas sem integrar-se a ela: permanece de fora. O que não deve ser feito: a) Influenciar sobre o que vê ou recolhe; b) Camuflar os erros. Executa um papel de espectador. É muito utilizada quando se pretende fazer uma observação naturalista, tendo em vista o fato do observador não interferir no fenômeno investigado. Observação participante Consiste na participação real do pesquisador com a comunidade ou grupo. Ele se incorpora ao grupo confunde-se com ele. Com este tipo de observação, o observador conquista mais facilmente a confiança de quem observa. Apresenta uma grande desvantagem visto que perde, consideravelmente, a sua objetividade, pois apesar de ambos vivenciarem as mesmas situações, o modo como o fazem é, de certo, bastante distinto.
3 13 14 Em geral são apontados duas formas: a) Natural o observador pertence à mesma comunidade ou grupo que investiga. b) Artificial o observador integra-se ao grupo com a finalidade de obter informações. O objetivo inicial seria ganhar a confiança do grupo fazer os indivíduos compreender a importância da investigação, sem ocultar o seu objetivo, mais, em certas circunstâncias, há mais vantagens no anonimato. Observação individual Observação em equipe Realizada por um pesquisador. Apresentando, desta forma, a sua grande desvantagem: caso exista distorção do que é observado, não há possibilidade de confrontação com outros observadores. É a mais aconselhável, pois o grupo pode observar a ocorrência por vários ângulos. Observação naturalista Como o próprio nome indica, este tipo de observação permite a confrontação dos dados obtidos pelos diversos observadores, em que todos podem observar os mesmos aspectos do fenômeno ou, então, observar diferentes aspectos. A melhor ocasião para o registro é o local onde o evento ocorre. Os acontecimentos são registrados à medida que vão ocorrendo. Pretende analisar o comportamento humano no seu ambiente natural. Isto reduz as tendências seletivas e a depuração.
4 19 Observação em laboratório Tenta descobrir a ação e conduta, que teve lugar em condições cuidadosamente dispostas e controladas. Está ligada a ambientes artificialmente criados pelo observador, e certos fenômenos são, portanto, distorcidos devido a esta artificialidade. 20 Exemplos Observação naturalista Observar o comportamento dos indivíduos comendo fast food em um estabelecimento. Muitos aspectos importantes da vida humana não podem ser observados sob condições idealizadas no laboratório. Observação em laboratório Observar o comportamento em uma cozinha de teste. 21 Permite a coleta de dados sobre um conjunto de atitudes comportamentais típicas; Possibilita o confronto das hipóteses e variáveis propostas anteriormente com a realidade in loco; Permite o aprofundamento por parte do pesquisador das reações do indivíduo ou grupo pesquisado; 22 Exige menos do observador do que outras técnicas; Depende menos da introspecção ou da reflexão; Permite, em alguns casos, o anonimato do pesquisador/observador; Possibilita que as informações sejam coletadas com calma Nem sempre o pesquisador registra os fatos como eles se apresentam ou acontecem, quer por um problema de interpretação, entendimento ou tendenciosidade; Dificulta o seu uso em ambientes de pesquisa distantes geograficamente; Maior complexidade para realizar a tabulação e a análise dos dados; Exige maior preparo do pesquisador; Possibilita o envolvimento emocional do pesquisador.
5 25 Aplica-se quando? É necessário verificar o ambiente in loco; A população alvo deve ser acompanhada de perto; O observador tem tempo, condições, competência e capacitação para processar uma observação; É necessário identificar claramente as reações do indivíduo ou grupo em seu ambiente As informações a serem levantadas forem difíceis de identificar através de perguntas ou entrevistas. 26 Exemplos na área de Engenharia Ambiental Plano de Observação 1: Comportamento das pessoas diante do descarte do lixo. observar ambiente (existência de coletores, limpeza); o padrão social; observar o comportamento ao dispor o lixo (no chão ou em local apropriado); observar diferença de comportamento (quando observado). Características: estruturada, não-participante, em equipe e na vida real. 27 Plano de observação 2: Extração de madeira. Observar o ambiente (existência de fiscalização periódica); Observar os recursos tecnológicos existentes; Observar o comportamento da gerência e dos funcionários em dias normais; Observar o comportamento da gerência e dos funcionários em dias de fiscalização; Observar a origem da matéria prima; Observar a destinação do produto final; A existência de notas ou selos que certificam a forma legal de extração. 28 Obrigado pela atenção!!! Características: estruturada, participante, individual e na vida real.
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