9. BIOPSIA DE VILO CORIAL
|
|
|
- Inês Weber de Almada
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 9. BIOPSIA DE VILO CORIAL Mais recentemente, a tendência em termos de diagnóstico pré-natal tem sido a de optar por métodos mais precoces, de preferência no primeiro trimestre. Esta postura apresenta as vantagens de aliviar a ansiedade provocada por um diagnóstico tardio (amniocentese), de oferecer a opção de um término mais seguro para a gravidez, e de permitir quando possível, uma terapia fetal mais precoce. O desenvolvimento de técnicas para o diagnóstico citogenético pré-natal no primeiro trimestre, como é o caso da Biopsia de Vilo Corial (BVC), apresentaria portanto óbvias vantagens. A BVC é baseada na colheita e análise de amostra de trofoblasto (vilo corial ou cório frondoso), que representa a parte de origem fetal da placenta; contrapondo-se a de origem materna, que é constituída pela decídua basal. Essas células do cório frondoso (vilo corial) são derivadas do zigoto, refletindo portanto a constituição genética e metabólica fetal. A Biopsia de Vilo Corial veio preencher importante lacuna temporal no diagnóstico genético pré-natal, pois além de ser exame precoce, podendo ser realizada a partir de 10 semanas, mostrou-se também ser muito ágil, visto que através da análise direta das metáfases espontâneas que existem normalmente no trofoblasto, consegue estabelecer o cariótipo fetal em 36 a 48 horas. De maneira geral não devemos dispensar o resultado após cultura de curta duração, visto que mesmo que dependa da espera de aproximadamente uma a duas semanas, nos apresenta confiabilidade muito mais aceitável. Todas as anormalidades cromossômicas (estudo citogenético), deficiências enzimáticas (estudos bioquímicos) e estudos de DNA (biologia molecular), identificáveis através da amniocentese, também podem ser diagnosticados pela BVC, e com a mesma confiabilidade. A BVC pode ser realizada tanto pela via transcervical, quanto pela via transabdominal (figura 1). Somente em 1983, a BVC pela via transcervical com monitoração ultra-sonográfica contínua, começou a ser utilizada para o estudo citogenético pré-natal, conforme consta dos trabalhos publicados por Brambati, et al. A via transcervical, realizada através da introdução de cânula pelo canal cervical endereçando o trofoblasto, sendo monitorada pelo ultra-
2 som, apresenta algumas contra-indicações absolutas e relativas. Entre as absolutas incluise a presença de processos inflamatórios cervicais e vaginais (cervicites e vaginites), canal cervical inacessível e a presença de vaginismo. Nas relativas podemos citar a presença de gestação múltipla, idade gestacional superior a 12 semanas e tentativa de biopsia anterior fracassada. A BVC pela via transabdominal, por nós introduzida no Brasil (Arnaud-Fonseca, A.L. et. al.; 1988), trata-se de importante via de acesso para a coleta de vilo corial. Vantagens potenciais no que diz respeito à técnica de punção, aceitação da paciente, segurança do procedimento, menores índices de complicações e abortamento, qualidade do material colhido, menor manipulação intra-uterina e menores riscos de infecção, tem sido salientados no acesso transabdominal. A via transabdominal, ao contrário da via transcervical que só deve ser feita até 12 semanas de gestação, não deve ficar restrita ao primeiro trimestre, podendo ser executada também em idades gestacionais mais avançadas (segundo trimestre). Tendência mundial se faz no sentido de se dar preferência pela utilização da via transabdominal, visto possuir riscos indiscutivelmente menores. A Biopsia de Vilo Corial pela via transabdominal, devido a sua praticabilidade, inocuidade e eficácia, deve ser o procedimento de escolha para o estudo citogenético pré-natal. Muito embora a BVC possa ser realizada a partir de 8 semanas de gestação, damos preferência pela sua realização entre 10 a 12 semanas, visto que nesta fase torna-se procedimento de menor risco e de execução mais fácil. Principais Indicações A principal indicação da BVC, sem dúvida alguma está no estudo citogenético pré-natal das pacientes de risco para algum tipo de aneuploidia fetal (tabela 1). O vilo corial colhido também se presta para outros estudos como alguns ensaios enzimáticos e estudos de biologia molecular. As principais indicações da Biopsia de Vilo Corial se encontram resumidas na tabela 2.
3 PRINCIPAIS INDICAÇÕES PARA O ESTUDO CITOGENÉTICO PRÉ-NATAL Idade materna avançada ( 35 anos no momento do parto) História familiar positiva História pregressa positiva Pais portadores de translocação do tipo balanceada Teste de rastreamento biofísico ou bioquímico positivo Tabela 1 - Principais indicações para o estudo citogenético pré-natal PRINCIPAIS INDICAÇÕES DA BIOPSIA DE VILO CORIAL Estudo Citogenético Pré-natal Estudos Bioquímicos Estudos enzimáticos Erros inatos do metabolismo Mucopolissacaridoses Doença de Tay-Sachs Doença de Gaucher Estudos Moleculares Análise por sondas de DNA Hemoglobinopatias Fenilcetonúria Síndrome do X frágil Doenças ligadas ao sexo Teste de paternidade Tabela 2 - Principais indicações para a Biopsia de Vilo Corial Por se tratar da via de maior aceitação mundial, sendo inclusive a de escolha na maioria dos serviços de Medicina Fetal de todo o mundo, inclusive a do nosso serviço; só nos referiremos a BVC pela via transabdominal (figura 1).
4 Figura 1 - Técnica da Biopsia de Vilo Corial transabdominal. Via de escolha na maioria dos Serviços de Medicina Fetal. Iconografia do autor (Arnaud-Fonseca, et al., 1990) O exame sonográfico prévio é indispensável para se datar corretamente a gestação e se avaliar a vitabilidade embrionária, assim como localizar precisamente o sítio ideal a ser realizada a biopsia, área que corresponde à maior massa placentária (cório frondoso). A seguir, dependendo do local da inserção placentária, a paciente esvazia parcial ou totalmente a bexiga, o que facilita o trajeto a ser imposto à agulha de punção, além de aproximar o útero à parede abdominal. Vale referir, que para as placentas anteriores, damos preferência ao exame com a bexiga cheia, e para as posteriores com a víscera vazia. Julgamos ser de fundamental importância o controle sonográfico imediato pós-punção. A presença de atividade cárdio-embrionária normal, aliado à ausência de sinais de descolamento placentário ou hematomas, são sinais de bom prognóstico, estando associados à redução de 50% dos riscos iniciais de abortamento. Taxa de insucesso da BVC A taxa de insucesso pode estar relacionada tanto à falha na coleta da amostra de vilo corial (material escasso), quanto à sua análise laboratorial (falha de técnica laboratorial). Vale a pena salientar a presença de mosaicismo confinado à placenta (pseudomosaicismo) em 1% a 2% dos casos, sem nenhuma correlação com o genótipo fetal. Entende-se como insucesso associado à coleta, quando após o procedimento observamos quantidade insuficiente de material ou elevada contaminação da amostra com material materno. Pela via transabdominal, a taxa de insucesso descrita na literatura internacional oscila em torno de 2% na primeira tentativa, caindo para menos de 0,6% após a realização da segunda tentativa. Quando comparamos os resultados de centros reputados, com grande experiência de BVC, com aqueles com menos de 200 procedimentos, torna-se evidente que a experiência é o fator mais importante para a obtenção de amostra adequada.
5 Em nosso serviço, realizamos BVC transabdominal desde 1988; tendo acumulado procedimentos até Junho de 2001 (experiência pessoal - Arnaud-Fonseca, A.L., 2001). Nossa taxa de insucesso após a primeira punção foi de 0,94% (14 casos), caindo para 0,20% (3 casos) após a realização da segunda tentativa. Riscos associados à BVC As complicações maternas decorrentes da BVC transabdominal não são freqüentes. Ao contrário do acesso transcervical, de maneira geral não observamos sangramento vaginal após o procedimento, e o risco de infecção é extremamente baixo, não tendo sido relatado na literatura nenhum caso de septicemia associada ao acesso transabdominal. A queixa mais freqüente, que ocorre em 5% dos casos, é de leve cólica que cede em 24 horas, não sendo necessária nenhuma recomendação especial. Em 1991, Firth et. al. observaram 5 casos de malformações fetais envolvendo redução de membros, micrognatia, defeitos de falanges distais e microglossia, em pacientes que se submeteram à BVC em idade gestacional inferior a 10 semanas. Maiores estudos são necessários para se confirmar de maneira inequívoca a correlação entre essas anomalias e a BVC. Como medida de prudência, recomendamos a realização da BVC após 10 semanas de gestação. Os índices de abortamentos associados ao procedimento são muito semelhantes entre os principais serviços, principalmente quando se referem a pacientes com idade média de 38 anos. Para o cálculo da taxa de abortamento associado ao procedimento (BVC), devemos expurgar do índice geral de abortamento, a taxa de abortamento espontâneo associado à idade, e parte dos casos de aneuploidias, onde sabemos existir risco muito elevado de perda fetal espontânea. De maneira geral, podemos considerar de 0,53% o risco de abortamento associado a BVC transabdominal, quando realizado por grupo experiente. Conclusão A Biopsia de Vilo Corial Transabdominal, por apresentar vantagens da precocidade e rapidez, tornou-se até o momento o melhor método para o diagnóstico de aneuploidias e patologias metabólicas autossômicas recessivas ou ligadas ao sexo, onde o risco de acometimento fetal é elevado. Quando nos deparamos com o comprometimento fetal, a precocidade deste método nos permite rápida instituição de medidas cabíveis, visando a melhor resolução do caso.
DIAGNÓSTICO PRÉ-NATAL.
DIAGNÓSTICO PRÉ-NATAL [email protected] A filosofia fundamental do diagnóstico pré-natal é garantir segurança a um casal (com risco de doenças genéticas) de que eles podem seletivamente ter crianças
DIAGÓSTICO E RASTREAMENTO PRÉ- NATAL como se conduzir?
DGO USP Ribeirão Preto XX JORNADA DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA DA MATERNIDADE SINHÁ JUNQUEIRA 23 a 26 Março de 2011 DIAGÓSTICO E RASTREAMENTO PRÉ- NATAL como se conduzir? [email protected] DIAGNÓSTICO
Aconselhamento Genético e Diagnóstico Pré-natal
Aconselhamento Genético e Diagnóstico Pré-natal O aconselhamento genético constitui-se de um processo de comunicação que trata dos problemas humanos associados com a ocorrência, ou risco de ocorrência
USB IPANEMA & USB ICARAI 11. CORDOCENTESE. Indicações. Indicações propedêuticas
11. CORDOCENTESE O acesso direto à circulação fetal foi o marco mais importante para o avanço da Medicina Fetal até o momento, pois forneceu subsídios para o entendimento da fisiologia e fisiopatologia
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DA PÓS- GRADUAÇÃO LATO-SENSU EM MEDICINA FETAL
DA PÓS- GRADUAÇÃO LATO-SENSU EM MEDICINA FETAL 2015 1 PROJETO PEDAGÓGICO CALENDÁRIO ESCOLAR CALENDÁRIO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA FETAL PERINATAL/ ESTÁCIO DE SÁ 2015 JANEIRO FEVEREIRO 1 2 3 1 2 3 4 5
Como Conduzir o Recém- Nascido com Malformações. Sessão Clínica da Pediatria Angelina Acosta - FAMEB/UFBA
Como Conduzir o Recém- Nascido com Malformações Sessão Clínica da Pediatria Angelina Acosta - FAMEB/UFBA Dismorfologia Anomalias Dismórficas Qualquer parte do corpo gravidade variável heterogeneidade etiológica
ÓBITO FETAL DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DA FMABC DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA PROF. TITULAR: MAURO SANCOVSKI
DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DA FMABC DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA PROF. TITULAR: MAURO SANCOVSKI ÓBITO FETAL EDUARDO AUGUSTO BROSCO FAMÁ PROFESSOR AFILIADO DO DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCA E GINECOLOGIA
Sumário. 1. Visão geral da enfermagem materna Famílias e comunidades Investigação de saúde do paciente recém nascido...
Sumário Parte I Papéis e relacionamentos 1. Visão geral da enfermagem materna...23 O processo de enfermagem...25 Planejamento familiar...26 Gestação na infância ou na adolescência...26 Gestação após os
premium Teste de Triagem Pré-natal Não Invasivo em sangue materno
Software de resultados BGI com marca CE (Conformidade Europeia) para a trissomia 21 Detecta as trissomias fetais dos cromossomos 21, 18 e 13 Informa sobre as trissomias fetais 9, 16 e 22 Informa sobre
Teste de Triagem Pré-natal Não Invasivo em sangue materno
Teste de Triagem Pré-natal Não Invasivo em sangue materno Software de resultados BGI com marca CE (Conformidade Europeia) para a trissomia 21 Detecta as trissomias fetais dos cromossomos 21, 18 e 13 Informa
Opções Reprodutivas em Genética Clínica
IX Encontro dos Amigos, Parentes e Portadores de Ataxias Porto Alegre, 5 de maio de 2012 Opções Reprodutivas em Genética Clínica Maria Teresa Vieira Sanseverino médica geneticista Serviço de Genética Médica
NÚCLEO CELULAR. Disciplina: Embriologia e Genética Curso Odontologia Profa Ednilse Leme
NÚCLEO CELULAR Disciplina: Embriologia e Genética Curso Odontologia Profa Ednilse Leme A presença do núcleo é a principal característica que distingue a célula eucariótica da procariótica. No núcleo está
SANGRAMENTO DE PRIMEIRO TRIMESTRE NA EMERGÊNCIA- O PAPEL DO RADIOLOGISTA. Carla Milan
SANGRAMENTO DE PRIMEIRO TRIMESTRE NA EMERGÊNCIA- O PAPEL DO RADIOLOGISTA Carla Milan CAUSAS Gestação com evolução normal Ameaça de aborto Abortamentos Gestação ectópica Doença trofoblástica gestacional
Resultados altamente precisos e abrangentes que você pode confiar.
Conte com a gente. Sempre. Resultados altamente precisos e abrangentes que você pode confiar. triagem pré-natal não invasiva A triagem pré-natal não-invasiva Panorama identifica: Condições cromossômicas
Aula 20 Pré-Natal de Alto Risco IV: Doenças. Prof. Ricardo Mattos UNIG,
Saúde Integral da Mulher Aula 20 Pré-Natal de Alto Risco IV: Doenças Obstétricas Prof. Ricardo Mattos UNIG, 2009.1 Neoplasia Trofoblástica Gestacional Mola Hidatiforme A freqüência é de 1 caso para cada
Informação precoce sobre o desenvolvimento do seu bebé
Informação precoce sobre o desenvolvimento do seu bebé para Grávidas Lacey O. Recorreu ao Prelude Prenatal Screen quando estava grávida da filha A partir das 10 semanas pode fazer um teste não invasivo
DIAGNÓSTICO DA GESTAÇÃO
DIAGNÓSTICO DA GESTAÇÃO Exame no 1º Trimestre - Embrião Normal 24 horas após a fecundação: início da clivagem 3/4 dias: mórula penetração no útero Nidação na fase de blastocisto: 2 camadas Camada externa:
Dispositivo Intrauterino com Cobre (DIU TCU)
Dispositivo Intrauterino com Cobre (DIU TCU) Ação: Provoca uma alteração química que danifica o esperma e o óvulo antes que eles se encontrem. Assincronia no desenvolvimento endometrial por alterações
* Depende do protocolo da Unidade Coordenadora Funcional
PROTOCOLO DE VIGILÂNCIA MATERNO-FETAL Consulta Pré-concepção Médico de Familia GRAVIDEZ S/RISCO Médico de Família GRAVIDEZ DE RISCO Médico de Medicina Materno-Fetal Consulta de Referência HAP ou HAPD Consulta
PRÉ-REQUISITO R4 ULTRASSONOGRAFIA (402)
PRÉ-REQUISITO R ULTRASSONOGRAFIA (0) RESIDÊNCIA MÉDICA (UERJ-FCM) 0 PRÉ-REQUISITO (R) / 0 PROVA ESCRITA OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA ) Gestante com nove semanas de idade gestacional (IG) inicia pré-natal
Técnicas utilizadas para estudo citogenético clínico. Prof. Dr. Bruno Lazzari de Lima
Técnicas utilizadas para estudo citogenético clínico Prof. Dr. Bruno Lazzari de Lima Citogenética Clínica Estudo do cromossomo aplicado à prática da genética médica. 40 anos atrás Distúrbios cromossômicos
Disciplina: Específica
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Concurso Público para provimento de vagas de cargos Técnico-Administrativos Edital nº 293/2016 Resultado do julgamento dos recursos interpostos contra as questões
CentoNIPT - Formulário de solicitação:
Código Promocional (se aplicável) CentoNIPT - Formulário de solicitação: Teste solicitado* Para gravidez de um único feto: CentoNIPT para aneuploidias nos cromossomos 21, 18, 13 e aneuploidias gonossômicas
CONCURSO PÚBLICO ESPECIALISTA DE LABORATÓRIO EDITAL IB ATAD
CONCURSO PÚBLICO ESPECIALISTA DE LABORATÓRIO EDITAL IB ATAD 24-2012 1ª Prova: Múltipla Escolha Data: 05-09-2012 INSTRUÇÕES PARA FAZER A PROVA: 1) COLOCAR NOME EM TODAS AS PÁGINAS 2) ESCREVER DE FORMA LEGÍVEL
Rastreio Pré-Natal na Região Norte
REUNIÃO MAGNA DAS UNIDADES COORDENADORAS FUNCIONAIS Rastreio Pré-Natal na Região Norte Oferta do rastreio - Análise da situação Maria do Céu Rodrigues Comissão Técnica Regional de Diagnóstico Pré-Natal
Protocolo de Vigilância Materno-Fetal MATERNIDADE DANIEL MATOS
Protocolo de Vigilância Materno-Fetal MATERNIDADE DANIEL MATOS PROTOCOLO GRAVIDEZ SEM RISCO PRÉ-NATAL Médico de Família Consulta de Referência 11-13 semanas 20-22 semanas 28-32 semanas 40 semanas Atenção
Glossário. Formas alternativas de um gene no mesmo locus (posição no cromossoma). Uma pessoa herda um alelo do pai e outro alelo da mãe
Glossário aborto espontâneo aconselhamento genético alelos aneuploidia anomalia cromossómica autossómico recessivo BRCA cariótipo caso índice citogeneticista Perda gestacional de um feto não viável antes
TÉCNICAS INVASIVAS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA FETAL
TÉCNICAS INVASIVAS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA FETAL Texto da responsabilidade do Centro de Diagnóstico Prénatal da Maternidade Dr. Alfredo da Costa. Última revisão: Janeiro 2003 AMNIOCENTESE E CORDOCENTESE
8. PERFIL BIOFÍSICO DO EMBRIÃO
8. PERFIL BIOFÍSICO DO EMBRIÃO O aborto espontâneo, de maneira geral, ocorre em 10 a 25% das gestações clinicamente diagnosticadas. Todo o esforço no sentido de se avaliar a vitabilidade ovular, i. e.
Cromossomos sexuais e suas anomalias
Cromossomos sexuais e suas anomalias Síndrome de Turner ou Monossomia do cromossomo X A Síndrome de Turner, descrita na década de 40, é característica do sexo feminino e ocorre numa proporção de 1:2500
Análises moleculares - DNA
Análises moleculares - DNA Como o mapeamento genético contribui para a genética médica? A caracterização de um gene e suas mutações aumenta a compreensão da doença Aplicações: -Desenvolvimento de diagnóstico
PLACENTA E MEMBRANAS FETAIS
Início da implantação embrioblasto trofoblasto Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Disciplina de Embriologia -Após a adesão, o trofoblasto se diferencia em: Citotrofoblasto Sinciciotrofoblasto sinciciotrofoblasto
DEFICIENCIA INTELECTUAL
DEFICIENCIA INTELECTUAL IMPORTÂNCIA DA CAUSA GENÉTICA NA INVESTIGAÇÃO VICTOR E. FARIA FERRAZ DEPARTAMENTO DE GENÉTICA estado de redução notável do funcionamento intelectual, significativamente abaixo
Gravidez após os 40 Anos
Gravidez após os 40 Anos Helena Gonçalves Serviço de Obstetrícia MDM / CHUC PROGRAMA DE FORMAÇÃO em SAÚDE MATERNA Atualizações em obstetrícia e neonatologia Janeiro / Fevereiro 2017 Gravidez após os 40
CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO: AUTORIZAÇÃO PARA O DIAGNÓSTICO GENÉTICO PRÉ-IMPLANTACIONAL PARA CASAL PORTADOR DE TRANSLOCAÇÕES CROMOSSÔMICAS
CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO: AUTORIZAÇÃO PARA O DIAGNÓSTICO GENÉTICO PRÉ-IMPLANTACIONAL PARA CASAL PORTADOR DE TRANSLOCAÇÕES CROMOSSÔMICAS Nós, (nome esposa) e (nome marido), concordamos em realizar
Módulo 1: Citogenética, Genética Molecular e Epigenética: atualização de conceitos básicos
O I Curso de Pós-Graduação e Actualização em Genética Laboratorial" organizado pela Secção Regional do Norte da Ordem dos Farmacêuticos é composto por 3 módulo, o primeiro dos quais iniciar-se-á no mês
DESPISTAGEM PRÉ-NATAL DAS TRISSOMIAS 21, 18 E 13
Portugais DESPISTAGEM PRÉ-NATAL DAS TRISSOMIAS 21, 18 E 13 Testes de despistagem e exames de diagnóstico Introdução Este folheto tem como objetivo explicar-lhe em que consiste o teste precoce duplo de
Respostas Quizz- Rotinas em Obstetrícia - 6.ed.
Respostas Quizz- Rotinas em Obstetrícia - 6.ed. CAPÍTULO 1 CAPÍTULO 2 CAPÍTULO 3 CAPÍTULO 4 CAPÍTULO 5 CAPÍTULO 6 2.a CAPÍTULO 7 CAPÍTULO 8 Respostas CAPÍTULO 9 CAPÍTULO 10, b, d, a CAPÍTULO 11 CAPÍTULO
NIPT Noninvasive Prenatal Testing
NIPT Noninvasive Prenatal Testing Teste Pré-natal Não invasivo: Qual o seu papel atual na rotina obstétrica? O rastreamento e o diagnóstico pré-natal de cromossomopatias fetais fazem parte da rotina assistencial
AULA PRÁTICA SOBRE CARIÓTIPO - Pg 1
AULA PRÁTICA SOBRE CARIÓTIPO - Pg 1 Cada célula humana possui 46 cromossomos, que são iguais dois a dois, existindo na verdade 23 pares de cromossomos. Destes 23 pares, 22 são chamados de cromossomos autossômicos
IMPLANTE DE DISPOSITIVO INTRA-UTERINO (DIU) HORMONAL PARA CONTRACEPÇÃO - INCLUI O DISPOSITIVO
DISPOSITIVO INTRA UTERINO (DIU) De acordo com rol da ANS, RN 428, há cobertura para o implante de dispositivo intrauterino hormonal e não hormonal. CÓDIGO TUSS 31303269 IMPLANTE DE DISPOSITIVO INTRA-UTERINO
SANGRAMENTOS DO PRIMEIRO E SEGUNDO TRIMESTRES DA GESTAÇÃO OBSTETRÍCIA
SANGRAMENTOS DO PRIMEIRO E SEGUNDO TRIMESTRES DA GESTAÇÃO OBSTETRÍCIA SANGRAMENTOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE ABORTAMENTO PRENHEZ ECTÓPICA DOENÇA TROFOBLÁSTICA GESTACIONAL (outra aula) ABORDAGEM 1. Confirmar
BIOLOGIA. Hereditariedade e diversidade da vida. Mutações e alterações cromossômicas Parte 2. Professor: Alex Santos
BIOLOGIA Hereditariedade e diversidade da vida Parte 2 Professor: Alex Santos 3.2 Mutações cromossômicas (Anomalias ou aberrações cromossômicas): Alterações na estrutura de apenas um cromossomo ou no número
Vanessa Maria Fenelon da Costa 2012
Vanessa Maria Fenelon da Costa 2012 Estudo prospectivo de coorte Janeiro de 2009 a Agosto de 2011 Gestantes atendidas na Maternidade Henrique Horta do HOB e na Maternidade Otto Cirne do Hospital das Clínicas
TEA Módulo 1 Aula 5 Genética no Autismo
TEA Módulo 1 Aula 5 Genética no Autismo Atualmente, a genética é uma das áreas com maior amplitude de aplicação e de pesquisa. As primeiras evidências de que o Autismo pudesse ser resultante de fenômenos
BIOLOGIA. Hereditariedade e Diversidade da Vida Mutações e alterações cromossômicas. Prof. Daniele Duó
BIOLOGIA Hereditariedade e Diversidade da Vida Mutações e alterações cromossômicas Prof. Daniele Duó - As mutações são espontâneas e podem ser silenciosas, em alguns casos, podem ainda ser letais, ou ainda
Diagnóstico Pré-natal Diagnóstico Genético Pré-implantação. Fabiana Ramos Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra 9 de Março de 2015
Diagnóstico Pré-natal Diagnóstico Genético Pré-implantação Fabiana Ramos Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra 9 de Março de 2015 Diagnóstico Pré-Natal - Definição Todas as acções pré-natais que
Prevenção. Prevenção primária. Prevenção secundária. Prevenção terciária. pré-concepcional. pré-natal. pós-natal
TRIAGEM NEONATAL Prevenção Prevenção primária pré-concepcional Prevenção secundária pré-natal Prevenção terciária pós-natal OBJETIVOS DA TRIAGEM NEONATAL Modificar a história natural de doenças progressivamente
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
1 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE ANA MARIA VILAR SUASSUNA A INFLUÊNCIA DO DIAGNÓSTICO PRÉ-NATAL NA FORMAÇÃO DE POSSÍVEIS PSICOPATOLOGIAS DO LAÇO PAIS-BEBÊ São Paulo 2008 Livros Grátis http://www.livrosgratis.com.br
Microcefalia na atenção básica
Microcefalia na atenção básica Enfoque da Medicina Fetal Dra. Jamile Simas Abi Saab MICROCEFALIA NA ATENÇÃO BÁSICA Microcefalia: malformação congênita em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada.
Malformações do trato urinário
Malformações do trato urinário 17/08/2017 - Dra. Marcela Noronha Devido à origem embriológica do trato urinário, muitas malformações podem ocorrer. Algumas delas são simples e frequentes, já outras são
Diagnóstico Precoce de Prenhez
Universidade Estadual do Ceará Faculdade de Veterinária Biotecnologia da Reprodução Animal Diagnóstico Precoce de Prenhez Vicente José de F. Freitas Laboratório de Fisiologia e Controle da Reprodução www.uece.br/lfcr
Infecções congênitas. Prof. Regia Lira
Infecções congênitas Prof. Regia Lira 12 de maio de 2015 ADAPTAÇÃO IMUNOLÓGICA MATERNO-FETAL Interpretação de resultados dos imunoensaios: Feto ou necém-nascido: sistema imune em desenvolvimento (fora
Dúvidas mais frequentes Perguntas e respostas sobre a Insuficiência ou Incompetência Istmo Cervical
Dúvidas mais frequentes Perguntas e respostas sobre a Insuficiência ou Incompetência Istmo Cervical Dr. Ricardo Barini - Professor Livre-Docente da Disciplina de Obstetrícia, Departamento de Tocoginecologia
. a d iza r to u a ia p ó C II
II Sugestões de avaliação Ciências 8 o ano Unidade 3 5 Unidade 3 Nome: Data: 1. As bactérias não têm núcleo nem DNA. Você concorda com essa afirmação? Justifique. 2. Uma mulher de 40 anos de idade está
CIRURGIAS DO SISTEMA GENITAL FEMININO. João Moreira da Costa Neto
CIRURGIAS DO SISTEMA GENITAL FEMININO João Moreira da Costa Neto CIRURGIAS DO OVÁRIO E ÚTERO Ovariosalpingohisterectomia Cesariana Ovariosalpingohisterectomia Indicações Inibição do ciclo estral Distúrbios
CITOGENÉTICA HUMANA. Conceitos Básicos. Leniza Pola Citogeneticista Sênior
CITOGENÉTICA HUMANA Conceitos Básicos Leniza Pola Citogeneticista Sênior São Paulo 2017 Você sabe quantos cromossomos a espécie humana possui? Como se originam as alterações cromossômicas? O quanto é importante
Patologias Obstétricas
Patologias Obstétricas Do 1º Trimestre: HIPERÊMESE GRAVÍDICA É um quadro patológico constituído por vômitos intensos. Ocorre: nos primeiros 3 meses. Incidência: É mais comum em primigestas. Causas: Físicas
Complicações materno-fetais da biópsia de vilo corial: experiência de um centro especializado do Nordeste do Brasil
Antonio Carlos Vieira Lopes 1 Kleber Pimentel 2 Alessandro de Moura Almeida 3 Eduardo Costa Matos 3 Maria Betânia Pereira Toralles 4 Complicações materno-fetais da biópsia de vilo corial: experiência de
24ª Jornada de Obstetrícia e Ginecologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo 10 a 12 de junho de 2010
24ª Jornada de e Ginecologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo 10 a 12 de junho de 2010 Centro de Convenções Rebouças São Paulo Centro de Estudos Ayres Netto Condutas em Ginecologia e (10/3/2010)
TÉCNICA DE BIÓPSIA CORPÚSCULO POLAR, ESTÁGIO DE CLIVAGEM E BLASTOCISTO. Daniela Paes de Almeida Ferreira Braga
TÉCNICA DE BIÓPSIA CORPÚSCULO POLAR, ESTÁGIO DE CLIVAGEM E BLASTOCISTO Daniela Paes de Almeida Ferreira Braga PGD Prevenção de uma doença genética PGS Aumento na taxa de nascidos vivos Embriões livres
BENEFÍCIOS E LIMITAÇÕES DO ULTRASSOM MORFOLÓGICO FETAL
BENEFÍCIOS E LIMITAÇÕES DO ULTRASSOM MORFOLÓGICO FETAL HÉRBENE JOSÉ FIGUINHA MILANI Mestre e Doutorando em ciências - UNIFESP Fellowship em Neurologia Fetal pela Tel-Aviv University - Israel Médico colaborador
Tema Sífilis Congênita
Tema Sífilis Congênita Palestrante Maria Ignez Estades Bertelli médica pediatra e diretora da Divisão de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde de Caxias do Sul Importância A transmissão
CÂNCER CÉRVICO-UTERINO
FACULDADE NOVO MILÊNIO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM CÂNCER CÉRVICO-UTERINO Alexandre L. P. da Costa Edgard Souto Silva Juliana Merlo Marcélia Alves Marcos Renan Marotto Marques Renato Rosalem Samara
DIAGNÓSTICO DA GESTAÇÃO VIÁVEL E DAS COMPLICAÇÕES DA GRAVIDEZ INICIAL
ATENÇÃO ÀS MULHERES O abortamento representa um grave problema de saúde pública, com maior incidência em países em desenvolvimento, sendo uma das principais causas de mortalidade materna no mundo, inclusive
Análise dos resultados dos procedimentos. invasivos para estudo do cariótipo fetal
MARIO HENRIQUE YUKIO KOHATSU Análise dos resultados dos procedimentos invasivos para estudo do cariótipo fetal Dissertação apresentada à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo para obtenção
AVALIAÇÃO SOCIOECONÔMICA E ANÁLISE DO RELATO VERBAL DE PAIS DE CRIANÇAS PORTADORAS DE SÍNDROMES GENÉTICAS NA REGIÃO DA TRÍPLICE FRONTEIRA
CIÊNCIAS DA SAÚDE AVALIAÇÃO SOCIOECONÔMICA E ANÁLISE DO RELATO VERBAL DE PAIS DE CRIANÇAS PORTADORAS DE SÍNDROMES GENÉTICAS NA REGIÃO DA TRÍPLICE FRONTEIRA OLIVEIRA, Thais Millene. Estudante do Curso de
Herança multifatorial
Introdução Herança multifatorial Conceito Fundamentos básicos da herança multifatorial Modelo básico Distribuição normal sino 1 Exemplos de características multifatoriais O modelo de limiar Normais Altura
DISTÚRBIOS METABÓLICOS DO RN
DISTÚRBIOS METABÓLICOS DO RN Renato S Procianoy Prof. Titular de Pediatria da UFRGS Chefe do Serviço de Neonatologia HCPA Editor Jornal de Pediatria DISTÚRBIOS METABÓLICOS DO RN Hipoglicemia Hipocalcemia
AVALIAÇÃO DO ESTILO PARENTAL DE PAIS DE CRIANÇAS PORTADORAS DE SÍNDROMES GENÉTICAS NA TRÍPLICE FRONTEIRA
CIÊNCIAS DA SAÚDE AVALIAÇÃO DO ESTILO PARENTAL DE PAIS DE CRIANÇAS PORTADORAS DE SÍNDROMES GENÉTICAS NA TRÍPLICE FRONTEIRA VOLPATO VIEIRA, Marília. Estudante do Curso de Medicina ILACVN UNILA; E-mail:
Princípios Básicos da Genética Médica
Princípios básicos da Genética Médica Jorge Sequeiros IBMC, i3s, e ICBAS, Univ. Porto SPDMov, Curia, 2 mar 2018 www.cgpp.eu www.testegenetico.com Testes genéticos Aconselhamento Formação Jorge Sequeiros
Paciente jovem, gestante e lactante casos que não posso errar. Lourenço Sehbe De Carli Junho 2018
Paciente jovem, gestante e lactante casos que não posso errar Lourenço Sehbe De Carli Junho 2018 1 ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DA GESTAÇÃO / LACTAÇÃO INDICAÇÃO DO EXAME ALTERAÇÕES BENIGNAS CÂNCER RELACIONADO
A ULTRASSONOGRAFIA EMBRIONÁRIA DEVE DATAR A GESTAÇÃO?
A ULTRASSONOGRAFIA EMBRIONÁRIA DEVE DATAR A GESTAÇÃO? Jorge Telles Introdução: O Comprimento Crânio-Nádega (CCN) do embrião se correlaciona fortemente com a idade gestacional, entretanto são muito freqüentes
PLACENTA E ANEXOS EMBRIONÁRIOS
EMBRIONÁRIOS Prof. Dr. Wellerson Rodrigo Scarano Prof. Adjunto da Disciplina de Embriologia Início da implantação embrioblasto trofoblasto 1 -Após a adesão, o trofoblasto se diferencia em: Citotrofoblasto
Tumores renais. 17/08/ Dra. Marcela Noronha.
Tumores renais 17/08/2017 - Dra. Marcela Noronha As neoplasias do trato urinário em crianças quase sempre são malignas e localizam-se, em sua maioria, no rim. Os tumores de bexiga e uretra são bastante
INSERÇÃO DE DIU NO PÓS-PARTO E PÓS-ABORTO
OBSTETRÍCIA INSERÇÃO DE DIU NO PÓS-PARTO E PÓS-ABORTO Rotinas Assistenciais da Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro Os Contraceptivos Reversíveis de Longa Duração podem ser oferecidos
Diagnóstico e tratamento de deficiências genéticas metabólicas no Rio de Janeiro uma equipe multidisciplinar em ação.
Diagnóstico e tratamento de deficiências genéticas metabólicas no Rio de Janeiro uma equipe multidisciplinar em ação. Any Bernstein 1 [email protected] Wanise Maria da Souza Cruz 2 [email protected]
Sumário ANEXO I COMUNICADO HERMES PARDINI
Sumário ANEXO I COMUNICADO HERMES PARDINI Conteúdo CAPTURA HIBRIDA PARA HPV ALTERAÇÃO DE LAYOUT... 2 DEFICIÊNCIA DA LACTASE, POLIMORFISMO C/T (-13910) ALTERAÇÃO DE LAYOUT... 5 TRIAGEM AMPLIADA PARA ERROS
Reprodução de Equinos
Estágio Extracurricular em Reprodução de Equinos Acadêmico: Bruno Albuquerque de Almeida Orientador: Ilusca Sampaio Finger Pelotas, 05 de Fevereiro de 2015. Local: Período 14 de Dezembro 28 de Fevereiro
PLANILHA GERAL - BASES BIOLÓGICAS DA PRÁTICA MÉDICA IV 1º Dia Data Hora Professor/GAD Sala Conteúdo Módulo Michele - GAD Anatomia e
Página 1 PLANILHA GERAL - BASES BIOLÓGICAS DA MÉDICA IV 1º 2018 Dia Data Hora Professor/GAD Sala Conteúdo Módulo Aula inaugural: Apresentação da UC, Plano de Ensino e Critérios de Avaliação Principais
PLANILHA GERAL - BASES BIOLÓGICAS DA PRÁTICA MÉDICA IV 1º Dia Data Hora Professor/GAD Sala Conteúdo Módulo Michele - GAD Anatomia e
Página 1 PLANILHA GERAL - BASES BIOLÓGICAS DA MÉDICA IV 1º 2018 Dia Data Hora Professor/GAD Sala Conteúdo Módulo Aula inaugural: Apresentação da UC, Plano de Ensino e Critérios de Avaliação Principais
