Reprodução de Equinos
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- Pedro Henrique Oliveira Gameiro
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1 Estágio Extracurricular em Reprodução de Equinos Acadêmico: Bruno Albuquerque de Almeida Orientador: Ilusca Sampaio Finger Pelotas, 05 de Fevereiro de 2015.
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4 Local: Período 14 de Dezembro 28 de Fevereiro
5 Serviços Ofertados Equipe
6 Infraestrutura
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8 Universidade Federal de Pelotas Faculdade De Veterinária Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária Eficácia do tratamento de Sulfametoxazol Trimetropim, Pentoxifilina e Altrenogest em éguas com placentite induzida experimentalmente Ilusca Finger e Bruno de Almeida Pelotas, 5 de Fevereiro de 2015.
9 FATOR DE IMPACTO 2.146
10 Ramiro Toríbio - Ohio State Univertity Marco Coutinho Ohio State Univeristy Igor Canisso Univerisity of Illinois
11 ACOMPANHAMENTO DA GESTAÇÃO Muitos dos problemas que resultam no nascimento de potros doentes ou aborto começam no útero e, portanto, a atenção adequada antes do parto pode evitar a perda potencial do potro.
12 INTRODUÇÃO PLACENTITE A causa mais frequente de perda em gestações avançadas; Normalmente causada por uma infecção ascendente; Placentite ascendente é a principal causa de parto prematuro; Mortes neonatais dentro das primeiras 24 horas de vida. (Mckinnon,2009)
13 INTRODUÇÃO Gestações de alto risco Desafio para os proprietários de cavalo
14 Acompanhamento da Gestação A mortalidade fetal no terço final da gestação e o nascimento de potros comprometidos representam um grande problema para a indústria equina.
15 INTRODUÇÃO Streptococcus equi subesp. zooepidemicus
16 INTRODUÇÃO
17 OBJETIVO O objetivo do presente estudo foi de determinar se o tratamento com Sulfametoxazol Trimetropim, Pentoxifilina e Altrenogest prolonga o tempo de gestação e melhora a viabilidade neonatal em éguas com placentite induzida experimentalmente.
18 N = dias de gestação Strep. equi. subsp. zooepidemicus
19 Grupo Tratado 12 éguas Infectadas Tratamento Grupo Não Tratado 5 éguas Infectadas Sem tratamento
20 Inoculação bacteriana
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22 Sinais clínicos
23 0 ausência secreção 1 traço 2 secreção leve 3 secreção moderada 4 secreção intensa
24 0 sem desenvolvimento 1 leve arredondamento 2 arredondamento moderado 3 - úbere desenvolvido mas tetos vazios 4 úbero desenvolvido e tetos repletos de cera
25 Monitoração: Feto Placenta
26 Avaliação Transretal
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28 Avaliação Transabdominal 2,5 5 MHz
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31 Sulfametoxazol Trimetropim (30 mg/kg, V.O, 12/ 12 horas) Pentoxifilina (8,5 mg/ Kg, V.O, 12/12 horas) Altrenogest (0,88 mg/kg, V.0, 24 / 24 horas)
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33 Até 3 horas após nascimento
34 POTROS VIÁVEIS Monitorados nas primeiras 24 horas pós parto; Antibióticoterapia profilática durante 5 a 7 dias em todos os potros.
35 AVALIAÇÃO MACROSCÓPICA AVALIAÇÃO MICROSCÓPICA Tecidos fetais
36 3 horas após o parto
37 Tabela 1 Incidência dos sinais clínicos de placentite após inoculação bacteriana intra-cervical e anterior ao tratamento em éguas gestantes. Sinais clínicos pré - Grupo parto Tratado Não Tratado Descarga vulvar 12/12 (100%) 5/5 (100%) Desenvolvimento Mamário 0/12 (0%) 0/5(0%) JUP > 7mm 0/12 (0%) 0/5(0%) Separação placentária 2/12(17%)a 4/5(80%)b Letras diferentes na mesma linha significam diferença estatística ( p < 0,05).
38 Tabela 2 Resultados obtidos da gestação após inoculação bacteriana intra-cervical em éguas. Resultados Gestação Prolongada a gestação em dias Nascimento potros viáveis Grupo Tratado Não Tratado 31+14ª 8+5b 10/12 (83%)a 0/5(0%)b Letras diferentes na mesma linha significam diferença estatística ( p < 0,05).
39 GRUPO TRATADO X GRUPO CONTROLE Duração da gestação Viabilidade dos potros
40 Graczyk, et al., 2006 Grupo Tratado Grupo Não Tratado 15 dias 4 dias Viabilidade
41 Tocolítico; Prolongar a gestação; Melhorar viabilidade neonatal.
42 Progesterona Liberação de Prostaglandina Contratilidade uterina
43 Progesterona Tempo de gestação
44 Tabela 3 Complicações no periparto após inoculação bacteriana intra-cervical. Grupo Tratado Não Tratado Complicações no periparto 4/12 (33%) 3/5 (60%) TRATADO NÃO TRATADO 3 - Descolamento placentário 1 - Distocia 1 - Descolamento placentário 2 - Distocia
45 Tabela 4 Achados histopatológicos da placenta e tecidos fetais obtidos a partir de éguas com placentite induzida experimentalmente. Achados histopatológicos da placenta Tratado Grupo Não tratado Placentite 8/12 (67%) 5/5 (100%) Lesões na estrela cervical 6/12 (50%) 5/5 (100%) Funisite 5/12 (42%) 4/5 (80%) Achados histopatológios do feto Bactéria Pulmonar 2/2 (100%) 5/5 (100%) Inflamação Pulmonar 2/2 (100%) 1/5 (20%) Congestão passiva (fígado, rim, baço, adrenal) 2/2 (100%) 4/5 (80%)
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47 Tabela 5 Resultados da cultura uterina das éguas com placentite induzida. Cultura Uterina Tratado Grupo Não tratado Crescimento bacteriano 8/12 (67%) 5/5 (100%) Strep. zooepidemicus 7/12 (58%) 5/5 (100%) Enterobacter cloacae 1/12 (8%) 0/5 (80%)
48 Após o parto Duas semanas após o tratamento
49 Tabela 6 Resultados da hemocultura dos potros e cultura dos líquidos estomacal e torácico dos fetos das éguas com placentite induzida. Cultura do feto / potro Tratado Grupo Não tratado Hemocultura: crescimento bacteriano 1/12 (8%) 4/5 (80%) Strep. zooepidemicus 0/12 (0%) 2/5 (40%) Outros organismos 1/12 (8%) 2/5 (40%) Estômago/tórax: crescimento bacteriano Estômago/tórax: Strep. Zooepidemicus Estômago/tórax: Outros organismos 2/2 (100%) 5/5(100%) 1/2 (50%) 3/5 (60%) 1/2 (50%) 2/5 (40%)
50 Cortisol ( nascimento 24 horas) Hemograma completo 9 potros
51 10 potros viáveis 7 potros - cortisol limites fisiológicos 9 potros Avaliação cortisol 2 potros níveis baixos de cortisol 1 potro clinicamente comprometido
52 Infecção generalizada Enterobacter cloacae
53 CONLUSÃO Maior viabilidade nos potros de éguas tratadas; As bactérias uterinas não foram eliminadas durante o tratamento na gestação necessitando de tratamento adicional no período pós parto.
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58 Apesar dos pacientes de duas pernas e quatro patas serem bastante diferentes, a saúde é delicadamente entrelaçada por processos biológicos que continuam a surpreender os pesquisadores que vão a procura deles
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