CÂNCER CÉRVICO-UTERINO
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- Carla Câmara Campos
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1 FACULDADE NOVO MILÊNIO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM CÂNCER CÉRVICO-UTERINO Alexandre L. P. da Costa Edgard Souto Silva Juliana Merlo Marcélia Alves Marcos Renan Marotto Marques Renato Rosalem Samara Dalamelino Simone Lopes Araujo Walmerson Lourenço Prof. orientador Gustavo Rigoni
2 Colo do Útero O câncer do colo do útero, também chamado de cervical, se apresenta em 2 tipos principais de câncer uterino primário: -O carcinoma cervical que é predominantemente epidermóide. -Carcinoma do endométrio, que envolve o corpo do útero.
3 O CÂNCER DO COLO
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5 Epidemiologia Estimativas de novos casos: (2010); Número de mortes: (2008). Mulheres acometidas: Entre 25 à 59 anos. OBS: Durante os últimos 40 anos o CA cervical invasivos diminuiu de 45 casos por mulheres, para 15 por Sendo o 2º CA mais comum do aparelho reprodutivo feminino. Corresponde a aproximadamente 15% de todos os CA.
6 Fatores de risco Início precoce da atividade sexual. Ter filhos muito jovem, Múltiplos parceiros, Tabagismo, Exposição ao papiloma vírus(pvh)*, Infecção por HIV, Reposição Hormonal. *Estudos demonstram que o vírus está presente em mais de 90% dos casos de câncer cervical.
7 Diagnóstico O CA cervical pode ser identificado quando uma paciente se queixa de descarga, sangramento irregular ou sangramento após o ato sexual, mas a doença em geral não produz sintomas. A descarga vaginal e no câncer cervical avançado aumenta gradualmente e torna-se aquosa, escura e com cheiro desagradável pela necrose e infecção do tumor.
8 Diagnóstico O sangramento que ocorre em intervalos irregulares (Metrorragia) ou após a menopausa pode ser leve, apenas o suficiente para fazer um ponto na calcinha e ocorre geralmente após um trauma leve que pode acontecer no ato sexual, ducha ou defecação. E a medida que a doença progride o sangramento pode persistir e aumentar. A detecção precoce pode ser feita pelo exame de Papanicolau. Sinais e sintomas são diagnosticados por Raio-x, Tomografia computadorizada,imagem por ressonância magnética, estudos laboratoriais e exames especiais, biopsia de punção e colposcopia.
9 PREVENÇÃO PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA. - PRIMÁRIA: Referi-se a redução dos fatores de risco: Início precoce da atividade sexual, Ter filhos muito jovem, Múltiplos parceiros, Tabagismo, Exposição ao papiloma vírus (PVH), Infecção por HIV, Reposição hormonal. OBS: Atualmente considera-se fundamental a relação entre o desenvolvimento do câncer do colo do útero e a transmissão sexual do (PVH). Nesse sentido, o foco da prevenção primária é a prática do sexo seguro. - SECUNDÁRIA: É realizada pelo exame citopatológico para a detecção do câncer ou das lesões precursoras, tratáveis e curáveis em até 100% dos casos.
10 Tratamento Remoção não cirúrgica conservadora: -Crioterapia (congelamento com óxido nitroso) ou terapia com laser. Conização (remoção de uma porção da cérvix em forma de cone). No câncer cervical pré invasivo deve ser feito histerectomia simples e exames periódicos freqüentes para monitorizar recorrencia. No câncer cervical invasivo deve ser feito radiação ou histerectomia radical. (Remoção do útero, anexos, vagina proximal e linfonodos bilaterais, por meio de incisão abdominal).
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12 OBJETIVO DO ENFERMEIRO O enfermeiro deve colocar em prática um programa de prevenção secundária do câncer do colo de útero: -Identificar a população de risco; -Sistematizar a adequada convocação e reconvocação de mulheres a papel pré estabelecidos. -Dispor de recursos adequados para coleta, relatórios, tratamento e seguimento de mulheres com exames alterados. -Avaliar continuamente o processo e os resultados no intuito de obter sucesso no rastreamento dos casos com alterações citológicas. -Promover educação em saúde a fim que haja controle dos fatores de risco, especialmente das doenças sexualmente transmissíveis.
13 REFERÊNCIAS BARE, Brenda G. Suzanne C. Smeltzer...[et al]. / Brinner e Suddarth Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica 9ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A, Enfermagem e Saúde da Mulher/ organizadora Rosa Aurea Quintella Fernandes, Nádia Zanon Narchi. Barueri, SP: Manole, Ministério da Saúde. Instituto Nacional do Câncer. Programa nacional do controle do Câncer do Colo do Útero Viva Mulher. Disponível em: o_utero/definicao. Acessado em: 07/06/2010.
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