CRIANÇA E AO ADOLESCENTE
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- Stella Coimbra Carmona
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1 DIRETRIZ INTERPROFISSIONAL ATENÇÃO À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE 3 CADERNO DO PACIENTE DIABETES MELLITUS HOSPITAL DA CRIANÇA DE BRASÍLIA Autores ELÍSIA MÁRCIA FERREIRA EMANUELLA VITAL CAMPOS FERNANDES EMANUELLE LOPES VIERA MARQUES JULYANNA MARQUES ROLIM DE LIMA MARISTELA ESTEVÃO BARBOSA MICHELE BATISTA SPENCER HOLANDA ARANTES PAOLA COLE BRUGNERA PRISCILA DIAS PEREIRA RENATA OLIVEIRA RAQUEL PATRÍCIA BIONE COIMBRA Editores ELISA DE CARVALHO ERIKA BOMER ISIS QUEZADO MAGALHÃES RENILSON REHEM
2 DIRETRIZ INTERPROFISSIONAL ATENÇÃO À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE 3 CADERNO DO PACIENTE DIABETES MELLITUS Brasília, 2016
3 Diretor Presidente NEWTON CARLOS DE ALARCÃO Diretora Vice-Presidente DEA MARA TARBES DE CARVALHO Conselho de Administração DANIEL GALLO PEREIRA ILDA RIBEIRO PELIZ NADIM HADDAD HELOÍSA HELENA SILVA DE OLIVEIRA JAIR EVANGELISTA DA ROCHA JARBAS BARBOSA DA SILVA JUNIOR MARLENE GOMES BARRETO (Representante dos Funcionários) Conselho Fiscal ADÉZIO DE ALMEIDA LIMA FERNANDO HECTOR RIBEIRO ANDALÓ FRANCISCO CLÁUDIO DUDA Superintendente Executivo RENILSON REHEM Superintendente Executivo Adjunto JOSÉ GILSON ANDRADE Diretor Administrativo HÉLIO SILVEIRA Diretora do Centro Integrado e Sustentável de Ensino e Pesquisa VALDENIZE TIZIANI Diretor de Custos, Orçamento e Finanças HORÁCIO FERNANDES Diretora de Estratégia e Inovação ERIKA BOMER Diretora de Recursos Humanos VANDERLI FRARE Diretora Técnica ISIS MAGALHÃES Coordenadora do Corpo Clínico ELISA DE CARVALHO Núcleo de Comunicação e Mobilização Coordenadora de Comunicação e Mobilização ANA LUIZA WENKE 1ª edição, Esta é uma produção para uso interno no Hospital da Criança de Brasília, portanto, não deve ser reproduzida. Informações: Hospital da Criança de Brasília José Alencar SAIN Lote 4-B (ao lado do Hospital de Apoio) Brasília - DF. CEP Autores: Elísia Márcia Ferreira Emanuella Vital Campos Fernandes Emanuelle Lopes Vieira Marques Julyanna Marques Rolim de Lima Maristela Estevão Barbosa Michele Batista Spencer Holanda Arantes Paola Cole Brugnera Renata Oliveira Priscila Dias Pereira Raquel Patrícia Bione Coimbra Assessor de Comunicação CARLOS WILSON Designer Gráfico JUCELI CAVALCANTE LIMA Diagramação e revisão: Ex-Libris Comunicação Integrada Revisão: Gabrielle Albiero, Pedro C. De Biasi. Diagramação: Adriana Antico, Jonathan Oliveira, Nayara Antunes, Regina Beer, Carolina Hugenneyer Brito e Ricardo Villar. Editores: Elisa de Carvalho Erika Bömer Isis Quezado Magalhães Renilson Rehem Ficha catalográfica Hospital da Criança de Brasília José Alencar. Diretriz Interprofissional de Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus: caderno do HCB/Elisa de Carvalho et. al. Brasília: HCB, p. Editores: Elisa de Carvalho, Erika Bömer, Isis Quezado Magalhães, Renilson Rehem. 1. Diabetes Mellitus. 2. Pediatria. 3. Adolescente. I. Ferreira, Elísia Márcia. II. Fernandes, Emanuella V. C. Fernandes. III. Marques, Emanuelle L. Vieira. IV. Lima, Julyanna M. Rolim. V. Barbosa, Maristela Estevão. VI. Arantes, Michele B. S. Holanda. VII. Brugnera, Paola Cole. VIII. Pereira, Priscila Dias. IX. Título. Catalogação na fonte Ana Márcia N. Juliano CRB 1762/DF CDU: 612.2
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5 I. BOAS-VINDAS Bem-vindo ao programa de Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus Tipo 1 do Hospital da Criança de Brasília José de Alencar (HCB). II. INTRODUÇÃO A descoberta do diabetes nas crianças não é fácil, mas existe uma equipe preparada para dar o apoio necessário nesse momento. Não precisa se sentir culpado! O diabetes não é culpa de ninguém e não há nada que pudesse ser feito para ser evitado. Ele simplesmente acontece. E o que é realmente o diabetes? É uma condição crônica caracterizada pelo aumento de glicose (açúcar) no sangue. O corpo humano é formado por células que precisam da glicose para produzir a energia para brincar, correr e crescer. A glicose é obtida através dos carboidratos dos alimentos; ela percorre os vasos sanguíneos e chega até as células para ser transformada em energia. A glicose precisa da insulina para entrar nas células. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, localizado no abdome e, sem ela, o corpo não é capaz de produzir energia facilmente; Quando a criança tem diabetes tipo 1 (DM 1), o pâncreas perde a capacidade de produzir a insulina e a glicose não consegue entrar nas células. Por isso, a criança necessita de injeções diárias de insulina. Sem a insulina, a glicose fica aumentada no sangue, podendo lesar (machucar) muitos órgãos, como: rins, olhos, vasos sanguíneos, nervos e coração. Sinais de alerta para o diabetes: Pessoas com níveis altos ou mal controlados de glicose no sangue podem apresentar os seguintes sintomas: Fraqueza; Fome frequente; Perda de peso; Sede constante; Vontade de urinar várias vezes; Mudanças de humor; Vômitos. Diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2: qual é a diferença? O diabetes tipo 1 (DM1) corresponde a 5%-10% dos casos de diabetes. É o resultado da destruição de células do pâncreas com consequente deficiência de insulina. Apesar de ocorrer em qualquer idade, é mais comum em crianças, adolescentes e adultos jovens. Como o pâncreas não produz a insulina, o paciente precisa de injeções diárias da medicação para manter o metabolismo; O diabetes tipo 2 (DM 2) apresenta maior incidência após os 40 anos e tem fator hereditário maior que no tipo 1; está relacionado ao sobrepeso e à obesidade. O problema não está na produção de insulina pelo pâncreas, que continua normal, mas nas células, que não conseguem metabolizar a glicose. O tratamento está mais relacionado à alimentação saudável e à atividade física. Em alguns casos, são necessários medicamentos orais e também o uso de insulina. Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 5
6 Diabetes tem cura? O diabetes é uma doença que dura a vida toda e ainda não tem cura. Mas o tratamento com as insulinas permite uma vida saudável e sem limitações. O bom controle da glicose no sangue pode evitar ou retardar o aparecimento de complicações. O Programa de Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes é uma iniciativa do HCB que tem como objetivos: Reduzir as barreiras entre as pessoas com diabetes, seus familiares e os profissionais de saúde; Acolher as crianças que acabaram de ter o diagnóstico de diabetes e seus cuidadores, e facilitar o retorno à rotina; Capacitar e motivar as crianças e seus cuidadores para que desenvolvam comportamentos de autocuidado e possam solucionar problemas comuns do dia a dia; Prevenir ou retardar o aparecimento de complicações agudas e crônicas; Propiciar que seu filho (a) viva mais e melhor, com muita saúde! Para que esses objetivos sejam alcançados, temos metas a cumprir. Metas do tratamento: A criança será acompanhada por uma equipe multidisciplinar preparada para realizar o tratamento do diabetes e reduzir os riscos de complicações agudas e crônicas; Fonte: Figura 2: Equipe multiprofissional para atendimento no Programa de Diabetes. No tratamento do diabetes, o foco principal é o paciente, mas a família também faz parte da equipe! Durante o processo, é indispensável a aplicação das insulinas conforme a prescrição médica, mas os hábitos de alimentação saudável, a prática de atividade física e a boa adesão às orientações recebidas também fazem parte do tratamento. 6 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
7 Fornecimento de insulinas e insumos (fitas, canetas, agulhas): A Lei Federal de n (assinada em 27 de setembro de 2006 pelo presidente da República) está em vigor e determina que os pacientes com diabetes recebam, gratuitamente, do Sistema Único de Saúde - SUS, os medicamentos necessários para o tratamento, assim como os materiais exigidos para a sua aplicação e para a monitoração da glicemia capilar; Tipos de insulinas: INSULINA INÍCIO DE AÇÃO PICO DE AÇÃO Longa duração DURAÇÃO DO EFEITO TERAPÊUTICO Glargina (Lantus ) 2-4 hs Não apresenta hs Detemir (Levemir ) 1-3 hs 6-8 hs hs Ação intermediária NPH 2-4 hs 4-10 hs hs Ação rápida Regular 0,5-1 h 2-3 hs 5-8 hs Ação ultrarrápida Asparte (Novorapid ) 5-15 mim 0,5-2 hs 3-5 hs Lispro (Humalog ) 5-15 mim 0,5-2 hs 3-5 hs Glulisina (Apidra ) 5-15 mim 0,5-2 hs 3-5 hs SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes Rio de Janeiro, Figura 3: Tipos de insulinas e tempo de ação. Os análogos de insulina representam a evolução no tratamento do diabetes, são produzidos por tecnologia de engenharia genética a partir das insulinas humanas e permitem um tratamento mais fisiológico, com menos hipoglicemias, especialmente noturnas. O ajuste de doses de insulina é individualizado: As necessidades diárias de insulina variam de acordo com a idade, o peso, o tempo de diabetes, a rotina diária, o padrão alimentar e a presença de outras doenças. O médico avaliará essas necessidades em todas as consultas. A aplicação das insulinas deve ser feita conforme as orientações. O objetivo do tratamento é manter um bom controle glicêmico e evitar as complicações nos olhos, rins, sistema cardiovascular, nervos e pés. O controle das glicemias consiste em evitar grandes variações da concentração de glicose, associando o uso correto das insulinas, a alimentação saudável e a prática de atividade física. Glicemia jejum mg/dl Duas horas após a refeição Menor que 140mg/dl - aceitável: 160mg/dl* *Poderão ser individualizadas pelo médico. Fonte: elaborado pelos autores Figura 4: Metas do controle das glicemias. Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 7
8 Aplicação de insulinas: A insulina deve ser diretamente no tecido subcutâneo (camada de células de gordura), logo abaixo da pele. Deve haver um rodízio entre os locais de aplicação, pois essa conduta diminui o risco de complicações na região da aplicação, tal como a hipertrofia (pontos endurecidos abaixo da pele) ou atrofia (depressões no relevo da pele ocasionadas por perda de gordura). Fonte: Figura 5: Locais de aplicação de insulinas Protocolos de análogos de insulina. Disponível em < diabetes.html> Acesso em abril/2016. Exigências do Ministério da Saúde para dispensação de medicamentos que não são padronizados: Participação em reunião de educação em diabetes (comprovação por certificado); Resultados de exames ou comprovação da prevenção e acompanhamento das complicações crônicas do diabetes. Em que situações a criança e o adolescente deixam de fazer parte do Programa de Análogos de s? Não havendo redução de pelo menos 0,5% do valor da hemoglobina glicada em relação ao valor prévio; Não se observando redução de hipoglicemias graves; Não realização do exame de hemoglobina glicada para avaliação da atual condição de controle; Critério assinalado no formulário incompatível com relatório e/ou exames e justificativa não anexada. A equipe do Programa de Diabetes estará sempre disponível para esclarecer as dúvidas e dar o apoio necessário a todo o tratamento da criança, mas o paciente e seus cuidadores também terão metas que deverão ser seguidas para garantir o sucesso do tratamento. Em que consistem as metas do paciente? São os hábitos que o paciente e sua família devem ter e manter, para que as metas do tratamento sejam alcançadas. Monitorização glicêmica: - É a prática de realizar a glicemia capilar (ponta do dedo) através de um aparelho chamado 8 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
9 glicosímetro; Realizada geralmente de duas a quatro vezes ao dia ou de acordo com orientação da equipe; As anotações diárias das glicemias permitem autonomia do paciente e familiares no controle glicêmico intensivo. Alimentação saudável: Hoje em dia, a alimentação das pessoas com diabetes não tem que ser restritiva e monótona, como muitas pessoas imaginam. Existem muitas formas de introduzir alimentos saudáveis na rotina da família e a equipe da nutrição estará sempre auxiliando tais adaptações. A alimentação saudável para uma criança com diabetes faz parte do seu tratamento e, na verdade, não difere muito da alimentação que qualquer pessoa deve fazer. Por isso, a família toda deve seguir as dicas nutricionais. Outra ferramenta nutricional importante e que ajudou a melhorar o tratamento do diabetes é a contagem de carboidratos. É uma terapia nutricional na qual contabilizamos os gramas de carboidratos consumidos nas refeições, já que tendem a ter maior efeito na glicemia, com o objetivo de mantê-la dentro de limites adequados. Quando entendemos como contar carboidratos, temos uma maior variedade na escolha dos alimentos que compõem o plano alimentar. AMERICAN DIABETES ASSOCIATION. Standards of Medical Care in Diabetes. Disponível em < S14> Acesso em janeiro de Prática de atividade física: A atividade física exerce vários efeitos positivos. No tratamento do diabetes, melhora a sensibilidade à insulina e ajuda no controle da glicemia. Não importa o tipo de esporte, o importante é não deixar o corpo parado não ficar horas e horas em frente à televisão e ao computador. Incentive a criança a jogar bola, pular corda, caminhar, andar de bicicleta, brincar (brincadeiras com movimento), descer e subir escadas, praticar esportes, na escola e em academias. FIQUE ATENTO! A aplicação de insulina é indispensável para o tratamento do diabetes, mas deve estar aliada à alimentação saudável, nos horários corretos, e à prática de atividade física. Realização de exames: importância da hemoglobina glicada! Exame de sangue que avalia a quantidade de insulina que se ligou à hemoglobina, nos três a quatro meses anteriores ao exame. Deve ser realizado por todo paciente com diabetes a cada três meses. Esse é exame obrigatório para a renovação do formulário de continuidade de análogos de insulina. SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes Rio de Janeiro, Agora que já entendemos a importância do tratamento, vamos começar os cuidados? Você não está mais sozinho (a), estamos juntos com você! Temos planos, objetivos e metas para cumprir! Vamos acrescentar os cuidados com o diabetes na rotina do seu filho e da sua família para conseguir manter um bom controle das glicemias e uma vida feliz e saudável! Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 9
10 Vamos começar anotando os controles das glicemias diariamente: manter o controle dos níveis de açúcar no sangue é uma das formas de avaliar se o diabetes está controlado. Aqui você anotará os horários de suas refeições, os resultados de seus testes de glicemia e suas doses diárias de insulina. Na seção de Notas, você poderá relatar situações que afetem sua glicemia, tais como: Quantidade de alimento ingerido; Medicamentos em uso; Quando e quanto você se exercita; Problemas como: doenças, estresse ou sintomas de hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no sangue). Preenchimento do diário alimentar para ser avaliado nas consultas: nesses dias, a monitoração das glicemias será maior: seis medidas de glicemia ao dia! O diário completo informa a alimentação, horário das refeições, glicemias antes e duas horas após as refeições e a dose de insulina, além da medida da glicemia às 3 horas da manhã (importante para avaliar o risco de hipoglicemias noturnas). Estes procedimentos podem ajudar a identificar as altas e as baixas taxas de glicose no sangue antes que causem problemas. E também será indispensável para o ajuste adequado das doses de insulinas. É importante: Manter as anotações diárias; Ter seu diário sempre à mão para anotar os resultados, quando você fizer o teste; Levar o diário em todas as consultas médicas. Um diário atualizado ajudará você e o seu médico a tomarem as melhores decisões sobre seu plano de tratamento do diabetes. 10 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
11 1º trimestre Controle de glicemias (Mês ): Dia 1 do café do almoço do jantar da ceia Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 11
12 1º trimestre Controle de glicemias (Mês ): Dia 1 do café do almoço do jantar da ceia Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
13 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (1º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 13
14 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (2º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? 14 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
15 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (3º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 15
16 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (4º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? 16 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
17 LEMBRE-SE! Em caso de hipoglicemia (<70 mg/dl), oferecer um copo de suco com açúcar ou suco de laranja ou um copo de refrigerante normal ou, ainda, três balas moles. Você sabia... Que a participação dos familiares é fundamental para o sucesso deste programa? Para sua própria tranquilidade, bem como para a saúde do seu filho, aproveite toda oportunidade possível para aprender. Participe de grupos de apoio, onde você pode conhecer outras famílias que estão enfrentando exatamente os mesmos problemas, diariamente. Cuide-se. O diabetes é uma responsabilidade diária, às vezes, horária se você não se cuidar, poderá ficar extenuado. O apoio da família é fundamental para o sucesso do tratamento! Dicas para estimular as crianças: Preste muita atenção ao seu filho. Há coisas que ele/ela não entende muito bem porque ainda é uma criança; Escolha as palavras com cuidado. Não diga que as leituras do açúcar no sangue estão boas ou más, em vez disso use altas, baixas e normais ; Parabenize seu filho por ser corajoso quando chegar a hora de fazer o teste ou aplicar a injeção. Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 17
18 2º trimestre Controle de glicemias (Mês ): Dia 1 do café do almoço do jantar da ceia Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
19 2º trimestre Controle de glicemias (Mês ): Dia 1 do café do almoço do jantar da ceia Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 19
20 2º trimestre Controle de glicemias (Mês ): Dia 1 do café do almoço do jantar da ceia Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
21 2º trimestre Controle de glicemias (Mês ): Dia 1 do café do almoço do jantar da ceia Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 21
22 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (1º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? 22 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
23 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (2º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 23
24 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (3º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? 24 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
25 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (4º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 25
26 Atenção: O rodízio de aplicações é importante para evitar lipodistrofias! Marque com um X os locais em que você ainda tem medo de aplicar a insulina: Fonte: Figura 6: Locais de aplicação Que tal um desafio? Escolha um local desses que você marcou com um X e tente fazer a aplicação nele até a próxima consulta. LEMBRE-SE: Toda conquista começa com a decisão de tentar! 26 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
27 3º trimestre Controle de glicemias (Mês ): Dia 1 do café do almoço do jantar da ceia Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 27
28 3º trimestre Controle de glicemias (Mês ): Dia 1 do café do almoço do jantar da ceia Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
29 3º trimestre Controle de glicemias (Mês ): Dia 1 do café do almoço do jantar da ceia Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 29
30 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (1º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? 30 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
31 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (2º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 31
32 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (3º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? 32 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
33 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (4º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 33
34 Para ter saúde, é preciso cuidar também da alimentação e fazer atividade física! 1. Você está fazendo alguma atividade física? ( ) sim Fonte: Figura 7: Atividades físicas ( ) não Fonte: Figura 8: Falta de atividade física Para fazer atividade física, a glicemia deve estar acima de 100mg/dl e abaixo de 250mg/dl. Comer de 15g a 30 g de CHO antes da atividade física. Os exercícios físicos têm papel fundamental no controle do diabetes e sua prática deve ser incentivada desde sempre. Se possível, mude também os hábitos familiares com relação ao exercício físico, para que todos tenham uma vida mais ativa, longe do sedentarismo. 34 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
35 4º trimestre Controle de glicemias (Mês ): Dia 1 do café do almoço do jantar da ceia Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 35
36 4º trimestre Controle de glicemias (Mês ): Dia 1 do café do almoço do jantar da ceia Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
37 4º trimestre Controle de glicemias (Mês ): Dia 1 do café do almoço do jantar da ceia Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 37
38 4º trimestre Controle de glicemias (Mês ): Dia 1 do café do almoço do jantar da ceia Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
39 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (1º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 39
40 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (2º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? 40 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
41 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (3º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 41
42 HORÁRIO DIÁRIO ALIMENTAR (4º DIA) DATA: / / CAFÉ Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? ALMOÇO Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: extra? JANTAR Glicemia antes da refeição: s s: Glicemia 2h após: CEIA ***GLICEMIA 3h da manhã: Notas: extra? 42 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
43 Vamos falar sobre alimentação? Os alimentos são as nossas fontes de energia e por isso são muito importantes! Como está a sua alimentação? Fonte: Figura 9: Boa ou ruim? Escolha três alimentos que são importantes para a sua saúde e que estarão no seu prato no próximo mês: 1) 2) 3) Pinte quantos copos de água você está bebendo por dia: Fonte: Figura 10: Água Você sabia? A água auxilia na absorção de nutrientes e de glicose. Além disso, ajuda no transporte dessas substâncias pelo sangue e na distribuição para as diversas partes do organismo. As metas orientadas são importantes para evitar o aumento do nível de açúcar no sangue. Vamos relembrá-las? Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 43
44 Mantenha seu tratamento medicamentoso, alimentação saudável e exercícios físicos, conforme orientação da equipe; Teste com frequência o nível de açúcar no seu sangue e ajuste a dose de insulina de acordo com sua alimentação e rotina de exercícios, seguindo sempre a orientação do seu médico! Atenção: O que fazer em uma situação de hiperglicemia? Fique atento para as seguintes questões: Parei de tomar medicamentos ou de aplicar insulina? As canetas de insulina estão funcionando corretamente? Estou utilizando as agulhas na forma correta? Apliquei uma dose de insulina menor que a necessária? Comi mais que o programado para o dia? Estou com alguma infecção? A família deve estar atenta para identificar os fatores que causaram a hiperglicemia e tentar corrigi-los. Caso apresente hiperglicemias frequentes e sinais de alerta como enjoos, dor na barriga e vômitos, a criança/adolescente deve ser levada para avaliação em pronto atendimento. Em casos de dúvida, compartilhe com o seu médico e entre em contato com a equipe: (61) Ramal: 8426 Como você se sentiu nesse ano de acompanhamento no Programa Atenção à Criança e ao Adolescente com DM? Você sabia... Que o Programa Atenção à Criança e ao Adolescente com DM 1 depende da sua participação e de toda a sua família? Somos uma equipe e você é um integrante muito especial! 44 Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus
45 Esta página é sua! Escreva suas opiniões, o que sentiu, o que aprendeu e o que espera a partir da conclusão desse ano de programa, e o que você pode nos ensinar neste momento! Diretriz Interprofissional Atenção à Criança e ao Adolescente com Diabetes Mellitus 45
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48 Sistema Único de Saúde (SUS) Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES/DF) Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) SAIN Lote 4B, Asa Norte - Brasília/DF - CEP
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