Modelos de estudo em saúde
|
|
|
- Adelino Felgueiras de Almada
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Estudos Epidemiológicos Estudos Clínicos Modelos de estudo em saúde Prof. Dra Marisa M. Mussi-Pinhata Estudos epidemiológicos: Conhecer a saúde da população, os fatores determinantes, a evolução do processo da doença e a repercussão das ações propostas para prevenção, cura ou erradicação da doença. Estudos clínicos: Fornecer probabilidades numéricas às incertezas da prática clínica, permitindo que se tomem decisões baseadas em evidências Como o estudo será realizado? Desenho de estudo Estudos Descritivos: Descreve atributos geográficos, sociais, demográficos ou clínicos da populaçãoalvo. Estudos analíticos: Um ou mais grupos são estudados para fazer inferências sobre diferenças ou associações. Classificação dos modelos 1. Finalidade ou comparação Descritivos ou não controlados Analíticos ou controlados 2. Montagem Causa Efeito Efeito Causa Causa + Efeito 3. Modo de exposição ou eixo de intervenção Experimental Observacional 4. Direção temporal Prospectivos Retrospectivos Transversais 5. Unidade de observação Indivíduo Comunidade 1
2 Passos Iniciais Modelos de estudo O objetivo do estudo é descrever ou comparar? O estudo será observacional ou haverá intervenção? Qual será a orientação do estudo no tempo? Qual a temporalidade com relação ao pesquisador? Descritivos Estudo de casos Série de casos Ecológicos Levantamentos Incidência Prevalência Estudos descritivos População referência População de estudo X Y Z Prevalência (%) FPIA inf mãe RIA inf mãe +RIA Estimativa da prevalência de exposição à cocaína na vida fetal (+ IC 95%) segundo o método de detecção (n=429). (Martins F. et al) 2
3 Modelos de estudo A. Estudos analíticos observacionais Analíticos A.Observacionais B.De Intervenção Pop Referencia Popul. Estudo Participa estudo E1 (experimentais) participa Controle E2 A. Estudos analíticos observacionais A.1- Transversal (Seccional) Evento 1 Evento 2 TEMPO Casos casos TEMPO É a hipertensão arterial mais frequente (prevalente) em adolescentes negros? O que está acontecendo nesse momento? 3
4 Estrutura de um estudo transversal Soderstrom CA, et al. Predictive model to identify trauma patients with blood alcohol concentrations > = 50 mg/dl. J Trauma Jan;42(1): AMOSTRA PARA ESTUDO FORMAÇÃO DOS GRUPOS POR OBSERVAÇÃO SIMULTÂNEA DA EXPOSIÇÃO E DA DOENÇA Pacientes traumatizados que foram avaliados quanto às concentrações sanguíneas de álcool Álcool >50mg/dl álcool Total EXPOSTOS E DOENTES EXPOSTOS E NÃO-DOENTES NÃO- EXPOSTOS E DOENTES NÃO- EXPOSTOS E NÃO-DOENTES Intencional 954 (0.30) 788 (0.10) 1742 Acidental Total ANÁLISE DOS DADOS P< A. Estudos analíticos observacionais A.2 Estudos analíticos observacionais longitudinais a- Modelo de COORTE A.2- Longitudinais PR PE P de estudo Expos ição efeito Evento 1 Evento 2? N P Controle exp efeito O que irá acontecer? TEMPO 4
5 A.2 Estudos analíticos observacionais longitudinais a- Modelo de COORTE-Temporalidade A.2 Estudos analíticos observacionais longitudinais a- Modelo de COORTE-Temporalidade PROSPECTIVO I INVEST RETROSPECTIVO INVEST Efeito PROSPECTIVO II INVEST Efeito Efeito Estrutura de um estudo de coorte Desfechos clínicos POPULAÇÃO DOENTES EXPOSTOS (grupo de estudo) AMOSTRA PARA ESTUDO SADIOS DOENTES ANÁLISE DOS DADOS NÃO EXPOSTOS (grupo controle) SADIOS FORMAÇÃO DOS GRUPOS POR OBSERVAÇÃO DA EXPOSIÇÃO MEDIÇÃO DOS EFEITOS 2 anos Entrevista, exame físico, testes laboratoriais. 5
6 A.2 Estudos analíticos observacionais longitudinais B- Modelo CASO-CONTROLE Estrutura de um estudo caso-controle POPULAÇÃO DE CASOS E CONTROLES EXPOSTOS PR PE P de estudo efeito? ANÁLISE DOS DADOS NÃO EXPOSTOS EXPOSTOS NÃO EXPOSTOS CASOS (grupo de estudo) CONTROLES (grupo controle) AMOSTRA DE CASOS AMOSTRA DE N P Controle efeito CONTROLES O que aconteceu? MEDIÇÃO DOS EFEITOS FORMAÇÃO DOS GRUPOS PELA CONSTATAÇÃO DA PRESENÇA OU NÃO DA DOENÇA Exemplo de estudo caso-controle Casos Controles Total Chupeta Chupeta Casos Controles Total Chupeta 7 (4.1%) 73 (23.6%) Chupeta
7 Populaçã o de referência B. Estudos analíticos experimentais ( de intervenção) População de estudo Participa DESFECHO experimental Controle DESFECHO POPULAÇÃO AMOSTRA PARA ESTUDO Estrutura de um estudo de intervenção EXPOSTOS À INTERVENÇÃO (grupo experimental) NÃO EXPOSTOS À INTERVENÇÃO (grupo controle) EFEITO PRESENTE EFEITO AUSENTE EFEITO PRESENTE EFEITO AUSENTE ANÁLISE DOS DADOS participa FORMAÇÃO DOS GRUPOS POR ALOCAÇÃO CASUAL e APLICAÇÃO DOS TRATAMENTOS MEDIÇÃO DOS EFEITOS Grant C, Rotherham B et al. Randomized, double-blind comparison of growth in infants receiving goat milk formula versus cow milk infant formula. J Paediatr Child Health Nov;41(11): O que / como voce estuda? Mais Confiável Observacional (menor custo/menor impacto) Uma ótima maneira de iniciar! Retrospectivo (mais rápido/mais sujeito a confundidores) Qual é a prevalência do hábito de fumar entre adolescentes? É a SNP rs associada com chance de hipertensão? Prospectivo (mais demorado/custos) How does blood glucose control improve in people who are enrolled in a weight loss program over time? 7
8 Maior custo O que / como voce estuda? Intervenção (caro/definitivo/mais impacto/segurança humana) O tratamento com a droga X melhora o humor quando comparado a placebo em adolescentes com depressão refratária? como a droga X compara-se com a rotineiramente usada? Quão durável é a droga X? Quão maléfica é a droga Drug X? Credibilidade e Impacto Tipos de desenho de estudo ECC Coorte/Prospectivo Caso Controle/Retrospectivo Relato de casos/séries de casos Complexidade e Custos Validade dos desenhos de estudo quanto à geração de evidências Evidência clínica /epidemiológica 1- Estudos clínicos controlados 2- Estudos de coorte 3- Estudo caso-controle 4- Relatos de (séries) de casos Evidência legal 1- DNA 2- Testemunha ocular 3- Evidencia circunstancial 4- Ouvir dizer Classificação Geral dos desenhos de estudo I Estudos descritivos observacionais A- Série de casos, prevalência, incidência, ecológicos II- Estudos analíticos observacionais B- Estudos de coorte transversal 1- Descrição da doença 2- Diagnóstico e estadiamento 3- Processos e mecanismos patológicos C- Estudos de coorte longitudinal 1- Causas e incidência da doença 2- História natural e prognóstico 3- Identificação de fatores de risco D- Estudos caso-controle 1- Causas e incidência da doença 2- Identificação de fatores de risco III- Estudos analíticos de intervenção (Experimentais) 1- Eficácia terapêutica, profilática, de serviço a) Ensaios controlados 1- Controle paralelo ou concorrentes Randomizados/ não randomizados 2- Controles sequenciais Autocontrolados/ cruzamento 8
9 Que modelo usar? 9
METODOLOGIA DA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOTERAPIA TRAUMATO- ORTOPÉDICA
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOTERAPIA TRAUMATO- ORTOPÉDICA METODOLOGIA DA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA Profª. Dra. Paula Silva de Carvalho Chagas Faculdade de Fisioterapia UFJF Doutora em Ciências da Reabilitação
Estrutura, Vantagens e Limitações dos. Principais Métodos
Estrutura, Vantagens e Limitações dos Principais Métodos 1) Ensaio clínico Randomizado 2) Estudo de coorte 3) Estudo de caso controle 4) Estudo transversal 5) Estudo ecológico 1) Ensaio clínico Randomizado
Desenhos de estudos científicos. Heitor Carvalho Gomes
Desenhos de estudos científicos Heitor Carvalho Gomes 2016 01 01 01 Desenhos de estudos científicos Introdução Epidemiologia clínica (Epidemiologia + Medicina Clínica)- trata da metodologia das
aula 12: estudos de coorte estudos de caso-controle
ACH-1043 Epidemiologia e Microbiologia aula 12: estudos de coorte estudos de caso-controle Helene Mariko Ueno [email protected] Estudo epidemiológico observacional experimental dados agregados dados individuais
Tipos de Estudos Clínicos: Classificação da Epidemiologia. Profa. Dra. Maria Meimei Brevidelli
Tipos de Estudos Clínicos: Classificação da Epidemiologia Profa. Dra. Maria Meimei Brevidelli Roteiro da Apresentação 1. Estrutura da Pesquisa Científica 2. Classificação dos estudos epidemiológicos 3.
Principais Delineamentos de Pesquisa. Lisia von Diemen
Principais Delineamentos de Pesquisa Lisia von Diemen Tipos de Estudos Observacionais Descritivos Analíticos Instante Período de Tempo Experimentais Randomizado Não-Randomizado Observacionais Descritivos
METODOLOGIA EPIDEMIOLOGICA
METODOLOGIA EPIDEMIOLOGICA CLASSIFICAÇÃO DOS ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS: ESTUDOS DESCRITIVOS Os estudos descritivos objetivam informar sobre a distribuição de um evento, na população, em termos quantitativos.
O desenho de um protocolo clínico
O desenho de um protocolo clínico Dra. Denise de la Reza Sanofi-Aventis Histórico O desenho de um protocolo clínico 1747: Dr. Lind - Primeiro ensaio clínico publicado. Grupos de indivíduos duos com escorbuto
Introdução à pesquisa clínica. FACIMED Investigação científica II 5º período Professora Gracian Li Pereira
Introdução à pesquisa clínica FACIMED 2012.1 Investigação científica II 5º período Professora Gracian Li Pereira Questão de pesquisa x relevância Questão PICO FINER Literatura existente Como fazer? Delineamento
Desenhos de Estudo do Método Epidemiológico de Pesquisa MEP
Desenhos de Estudo do Método Epidemiológico de Pesquisa MEP Descritivos MEP (não testam hipóteses) Experimentais Analíticos (testam hipóteses) Observacionais Transversais (seccionais) Coorte (exposição
Principais desenhos de pesquisa em Epidemiologia
Principais desenhos de pesquisa em Epidemiologia Os desenhos de pesquisa representam conjuntos formados por indivíduos, particularizados um a um (individuados) ou agregados por algum critério. Para a melhor
Princípios de Bioestatística Desenho de Estudos Clínicos
1/47 Princípios de Bioestatística Desenho de Estudos Clínicos Enrico A. Colosimo/UFMG Depto. Estatística - ICEx - UFMG 2/47 Pesquisa Clínica Pergunta Tipo de Desenho Desenho Estudo Efeitos (coorte, idade,
Epidemiologia. Tipos de Estudos Epidemiológicos. Curso de Verão 2012 Inquéritos de Saúde
Epidemiologia Tipos de Estudos Epidemiológicos Curso de Verão 2012 Inquéritos de Saúde TIPOS DE ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS Observacionais Experimental x Observacional Relatos de Casos Série de casos Transversal
TIPOS DE ESTUDOS PARTE 2 PROFA. DRA. MARIA MEIMEI BREVIDELLI
TIPOS DE ESTUDOS PARTE 2 PROFA. DRA. MARIA MEIMEI BREVIDELLI CLASSIFICAÇÃO DOS ESTUDOS (LOBIONDO- WOOD, HABER, 2001) Experimentais Experimento clássico Experimento apenas depois Quase- Experimentais Grupo
Patrício Costa. Escola de Ciências da Saúde Universidade do Minho
Patrício Costa Escola de Ciências da Saúde Universidade do Minho Teoria Hipóteses Operacionalização de conceitos Selecção de inquiridos ou sujeitos Plano de investigação: observacional / Inquérito Condução
ESTUDOS DE COORTE. Baixo Peso Peso Normal Total Mãe usuária de cocaína
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA ESTUDOS DE COORTE 1) Com o objetivo de investigar
Tipos de Estudos Científicos e Níveis de Evidência
Tipos de Estudos Científicos e Níveis de Evidência Francisco Batel Marques, PhD Professor, School of Pharmacy, University of Coimbra Director, CHAD Centro de Avaliação de Tecnologias em Saúde e Investigação
04/03/2008. Identificar o desenho do estudo. Opinião de especialista Exemplo: Revisão Narrativa. Identificando Principais Tipos de Estudos
Identificando Principais Tipos de Estudos Dr. André Sasse Identificar o desenho do estudo Fundamental para a prática da MBE Leitura atenta dos métodos O desenho do estudo é adequado para responder à pergunta
VALIDADE EM ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE MEDICINA -DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA NÚCLEO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA DISCIPLINA DE EPIDEMIOLOGIA 1º semestre
Medidas de Impacto. Risco atribuível aos expostos
Medidas de Impacto. São diferenças de medidas de frequência; alguns autores dizem que são também medidas de associação. Enquanto que o Risco Relativo (), uma medida de associação, nos indica quanto mais
B I B L I O T E C A D E C I Ê N C I A S D A S A Ú D E O QUE SE DEVE SABER PARA MONTAR UMA ESTRATÉGIA DE BUSCA
B I B L I O T E C A D E C I Ê N C I A S D A S A Ú D E O QUE SE DEVE SABER PARA MONTAR UMA ESTRATÉGIA DE BUSCA 1 1 PROBLEMA DE PESQUISA O risco de eclampsia em mulheres grávidas com pressão arterial alta.
Solicitações de exames cardiológicos não invasivos: necessidades de saúde ou medicina defensiva?
12º Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade Belém PA Solicitações de exames cardiológicos não invasivos: necessidades de saúde ou medicina defensiva? Dr. Roberto Morán Médico de Família
A AMAMENTAÇÃO COMO FATOR DE PROTEÇÃO DO CÂNCER DE MAMA. Evidências em Saúde Pública HSM 0122 Novembro/2015
A AMAMENTAÇÃO COMO FATOR DE PROTEÇÃO DO CÂNCER DE MAMA Evidências em Saúde Pública HSM 0122 Novembro/2015 INTRODUÇÃO Câncer de mama: resultante de proliferação incontrolável de células anormais. Origem:
Atenção farmacêutica especializada. Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica. Para poder... Objetivos dos tratamentos
Atenção Farmacêutica e Farmácia Clínica William Rotea Junior Atenção farmacêutica especializada Objetiva atender a todas as necessidades relativas aos dos pacientes, com foco nas especificidades da doença
PERFIL NUTRICIONAL E PREVALÊNCIA DE DOENÇAS EM PACIENTES ATENDIDOS NO LABORATÓRIO DE NUTRIÇÃO CLÍNICA DA UNIFRA 1
PERFIL NUTRICIONAL E PREVALÊNCIA DE DOENÇAS EM PACIENTES ATENDIDOS NO LABORATÓRIO DE NUTRIÇÃO CLÍNICA DA UNIFRA 1 TEIXEIRA, Giselle 2 ; BOSI, Greice 2 ; FONTOURA, Ethiene 2 ; MUSSOI, Thiago 2 ; BLASI,
Módulo 3: Estatística Básica Usando o SPSS
Escola Nacional de Administração Pública Diretoria de Formação Profissional Coordenação-Geral de Projetos Especiais Módulo 3: Estatística Básica Usando o SPSS Professora: Mônica R. Campos (DCS/ENSP - FIOCRUZ)
Patricia de Campos Couto MS/SCTIE/DECIT/CGPC
Patricia de Campos Couto MS/SCTIE/DECIT/CGPC AVALIAÇÃO DOS PROJETOS Diligências/informações INSTITUIÇÕES Projeto SE Credenciamento Distribuição SECRETARIAS Análise Parecer conclusivo SECRETARIAS Acompanhamento
CUSTOS E CARGA DA DOENÇA AULA #2. Giácomo Balbinotto Neto (UFRGS/IATS)
CUSTOS E CARGA DA DOENÇA AULA #2 Giácomo Balbinotto Neto (UFRGS/IATS) Cost of Illness (CoI) Um estudo do custo da doença (COI) visa determinar o impacto econômico total (custo) de uma doença ou condição
ESTUDOS SECCIONAIS. Graduação. em Saúde Coletiva. Programa de Pós P. Estudos epidemiológicos. Epidemiologia
Universidade Federal do Rio de janeiro Programa de Pós P Graduação em Saúde Coletiva ESTUDOS SECCIONAIS Mario Vianna Vettore Epidemiologia Estudo da ocorrência e distribuição de estados ou eventos relacionados
Tutorial de Pesquisa Bibliográfica
B I B L I O T E C A D E C I Ê N C I A S D A S A Ú D E Tutorial de Pesquisa Bibliográfica Lilia Maria Bitar Neves [email protected] 1 Pesquisa Bibliográfica É o levantamento de um determinado tema, processado
Cálculo de Taxas e Ajuste por Idade
Cálculo de Taxas e Ajuste por Idade Introdução Este exercício enfoca o uso de taxas no estudo de características da doença em populações. Na primeira seção, as taxas de mortalidade ajustadas por idade
Mudança da concepção da Vigilância Epidemiológica (VE) do HIV/Aids
Mudança da concepção da Vigilância Epidemiológica (VE) do HIV/Aids História da vigilância do HIV e Aids Pré 2004 Múltiplas definições de caso de AIDS (1984-98). A notificação de HIV não era uma recomendação
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE FISIOTERAPIA DEPT FMR PÓS GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA DO TRABALHO Profª Drª Vanusa Caiafa Caetano 2012 Desenhos de Pesquisa Porque
QUANTOS ADOECEM E MORREM?
QUANTOS ADOECEM E MORREM? Medidas de frequência de doenças Razão, proporções, índice. Indicadores epidemiológicos de morbidade: Conceitos e exemplos de incidência e prevalência. O Enfoque epidemiológico
A análise da evidência para esta diretriz se baseia em dois processos. detalhados de revisão anteriores. O primeiro foi a conferência de consenso dos
Material Suplementar On-line MÉTODOS E PROCESSO A análise da evidência para esta diretriz se baseia em dois processos detalhados de revisão anteriores. O primeiro foi a conferência de consenso dos National
Estudos de Coorte. Estudos de Coorte: Definição. São conduzidos para: Programa de Pós P
Universidade Federal do Rio de Janeiro Programa de Pós P s Graduação em Saúde Coletiva Estudos de Coorte Estudos de Coorte: Definição São estudos observacionais onde os indivíduos são classificados (ou
Fases da Pesquisa. c. Organização da Pesquisa
Fases da Pesquisa 1ª Fase Fase exploratória c. determinação do problema Seleção do assunto área de concentração/ problema amplo Definição e formulação do problema recorte do problema a ser analisado c.
Estatística Descritiva (I)
Estatística Descritiva (I) 1 O que é Estatística Origem relacionada com a coleta e construção de tabelas de dados para o governo. A situação evoluiu: a coleta de dados representa somente um dos aspectos
Medidas de freqüência
Medidas de freqüência IESC/UFRJ Mestrado em Saúde Coletiva Especialização em Saúde Coletiva Modalidade Residência Professores: Pauline Lorena Kale e Antonio José Leal Costa 2009 Ocorrência de doença Medidas
Principais Conceitos em Estatística
1 Principais Conceitos em Estatística Ernesto F. L. Amaral 08 de outubro de 2009 www.ernestoamaral.com/met20092.html Fonte: Triola, Mario F. Introdução à estatística. 10 ª ed., Rio de Janeiro: LTC, 2008.
Fazer um diagnóstico. Necessidade dos testes. Foco principal. Variabilidade do teste. Diminuição das incertezas definição de normal
Fazer um diagnóstico Avaliação Crítica tentativa de tomar uma decisão adequada usando informações inadequadas resultado de testes diminuir a incerteza do diagnóstico Ideal saber viver com a incerteza saber
DIAGNÓSTICO. Processo de decisão clínica que baseia-se, conscientemente ou não, em probabilidade. Uso dos testes diagnósticos
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia Testes
1 Desenho da investigação. 1.1 Definição e objectivos 1.2 Elementos do desenho
1 Desenho da investigação 1.1 Definição e objectivos 1.2 Elementos do desenho Definição: Plano e estrutura do trabalho de investigação; Conjunto de directivas associadas ao tipo de estudo escolhido Objectivos:
Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa
Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Assunto: Risco Global Cardiovascular Nº: 06/DSPCS DATA: 18/04/07 Para: Contacto na DGS: Serviços Prestadores de Cuidados de Saúde do Serviço Nacional de Saúde
Estatística Descritiva (I)
Estatística Descritiva (I) O que é Estatística Para muitos, a Estatística não passa de conjuntos de tabelas de dados numéricos. Os estatísticos são as pessoas que coletam esses dados. A Estatística originou-se
Avaliação Econômica de Tecnologias em Saúde
Palestra 3: Avaliação Econômica de Tecnologias em Saúde Everton Nunes da Silva [email protected] Maio/2008 CONTEXTO MUNDIAL: GASTO EM SAÚDE Total Health Expenditure % of GDP Public Expenditure % of
Violeta Alarcão, Milene Fernandes, Elisa Lopes, Carlota Lavinas, Paulo Nicola, Evangelista Rocha HIPERTENSO MEDICADO
Identificação do melhor método de amostragem de hipertensos medicados entre imigrantes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e não-imigrantes seguidos nos Cuidados de Saúde Primários
MEDIDAS DE FREQUÊNCIA DE EVENTOS Aula 6
MEDIDAS DE FREQUÊNCIA DE EVENTOS Aula 6 MEDIDA DA OCORRÊNCIA DE EVENTOS COMO DOENÇAS, AGRAVOS À SAÚDE (ACIDENTES, VIOLÊNCIAS) E MORTES. Exemplo: número de pessoas que apresentaram uma dada doença num certo
Pesquisador em Saúde Pública Prova Discursiva INSTRUÇÕES
Epidemiologia Pesquisador em Saúde Pública Prova Discursiva 1. Você recebeu do fiscal o seguinte material: INSTRUÇÕES a) Este Caderno de Questões contendo o enunciado das 2 (duas) questões da prova discursiva.
MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIAS
MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIAS PERÍCIA MÉDICA BASEADA EM EVIDÊNCIAS Dr Luciano Janussi Vacanti Mestre em Cardiologia UNIFESP Doutor em Medicina - USP ISENÇÃO DE CONFLITO DE INTERESSES Declaro ausência
Porto Alegre/RS
UNIDADE DE PESQUISA CLÍNICA Centro de Medicina Reprodutiva Carlos Isaia Filho LTDA. A Pesquisa Clinica e suas Fases Carlos Isaia Filho Unidade de Pesquisa Clínica CMR Da Molécula ao Mercado. Aproximadamente
Orientações gerais: PROVA DE CONHECIMENTO EM METODOLOGIA CIENTÍFICA E INTERPRETAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO NÍVEL MESTRADO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIENCIAS DA SAÚDE - Processo seletivo 2015 PROVA DE CONHECIMENTO EM METODOLOGIA CIENTÍFICA E INTERPRETAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO
A função sistólica ventricular direita e a função diastólica ventricular esquerda como preditores de mortalidade na hipertensão arterial pulmonar
A função sistólica ventricular direita e a função diastólica ventricular esquerda como preditores de mortalidade na hipertensão arterial pulmonar 29 Março 2013 Rui Plácido, Petra Ferreira Loureiro, Ana
DISTRITOS SANITÁRIOS
DISTRITOS SANITÁRIOS CONCEITO: É unidade mais periférica de administração sanitária, que detém responsabilidades e poder decisório ante a política local de saúde, tendo como objetivo chegar a uma integração
Rede Nacional de Vigilância de Morbidade Materna Grave. Frederico Vitório Lopes Barroso
Rede Nacional de Vigilância de Morbidade Materna Grave Frederico Vitório Lopes Barroso Morbidade Materna Grave Nos últimos anos, as mulheres que sobrevivem a complicações graves da gestação, near miss,
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CÁLCULO DAS PROBABILIDADES E ESTATÍSTICA I
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CÁLCULO DAS PROBABILIDADES E ESTATÍSTICA I Departamento de Estatística Tarciana Liberal CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE ESTATÍSTICA O que a Estatística significa para você? Pesquisas
Cartilha de Direitos Humanos em Hanseníase:
Materiais editoriais sobre hanseníase Documentos técnico-instrucionais que objetivam subsidiar os profissionais de saúde nas ações de prevenção, tratamento e reabilitação das incapacidades físicas. Cada
Estudo de prevalência da hipertensão arterial, excesso de peso e obesidade no concelho de Vizela em
Estudo de prevalência da hipertensão arterial, excesso de peso e obesidade no concelho de Vizela em 2007-2010 Guimarães A. Unidade de Saúde Familiar Physis, Vizela, Portugal Resumo Este estudo teve como
Curso de Metodologia Científica para Residentes. Luiz Watanabe e Ana Márcia Gaudard
Curso de Metodologia Científica para Residentes e Preceptores da SES/DF - 2008 Luiz Watanabe e Ana Márcia Gaudard PRÁTICA CLÍNICA BASEADA EM EVIDÊNCIAS COMO DESENVOLVER UMA ESTRATÉGIA DE BUSCA? EXPLOSÃO
Viés, confusão e modificação de efeito. David A. González Chica
Viés, confusão e modificação de efeito David A. González Chica Perguntas 1. Qual a diferença entre o viés de seleção e o viés de informação? 2. Quais são os 3 critérios mencionados no texto para ser um
CONCEITOS BÁSICOS EM EPIDEMIOLOGIA
CONCEITOS BÁSICOS EM Jussara Rafael Angelo São José dos Campos 30 de Junho de 2011 CONCEITOS BÁSICOS EM Concepção do processo saúde doença Tipos de estudo Intervenção Seccional Coorte Caso-controle Ecológico
Áreas Temáticas BVS Atenção Primária à Saúde
Áreas Temáticas BVS Atenção Primária à Saúde SINAIS E SINTOMAS Sinais, sintomas, observações e manifestações clínicas que podem ser tanto objetivas (quando observadas por médicos) como subjetivas (quando
CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS
CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS ANEXOS INTRODUÇÃO ANEXO 1 TABELA I Fator para estimar o desvio padrão ANEXO 2 TABELA II Valores padronizados para distribuição normal ANEXO 3 TABELA III Distribuição de
Os escolares das Escolas Municipais de Ensino Fundamental
16 Estado nutricional das crianças de 7 a 10 anos de idade do Município de Vinhedo (SP) em 2005 e 2008, segundo os critérios da Organização Mundial da Saúde (2007) Estela Marina Alves Boccaletto Doutoranda
AULA 4 OS DESENHOS DE PESQUISA
AULA 4 OS DESENHOS DE PESQUISA Roteiro da aula 1. Por que planejar a pesquisa? 2. Principais tipos de desenhos de pesquisa - Quantitativos ou qualitativos - Transversais ou longitudinais - Exploratórios,
Concurso Público 2016
Ministério da Saúde FIOCRUZ Fundação Oswaldo Cruz Concurso Público 2016 Epidemiologia em Saúde Pública Prova Discursiva Questão 01 Para avaliar o efeito da cobertura da Estratégia Saúde da Família (ESF)
PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES
PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES Dra Fabrícia de Oliveira Assis Cantadori Cardiologista do HUJM Cuiabá, maio de 2015 UFMT PREVENÇÃO É procurar e utilizar métodos para prevenir doenças e/ou suas complicações,
Gestação na adolescência: qualidade do pré-natal e fatores sociais
Gestação na adolescência: qualidade do pré-natal e fatores sociais Vasconcellos, Marcus Jose do Amaral Docente do curso de graduação em Medicina; Pereira, Natália de Souza, discente do curso de Graduação
Adultos com Trissomia 21
Adultos com Trissomia 21 Caraterização e desafios no diagnóstico de demência Mendes, R., Gonçalves, M. J., Silvestre, A., Figueira, M. J., Bispo, R., & Breia, P. Projecto Alterações cognitivas e comportamentais
DELINEAMENTOS EXPERIMENTAIS PESQUISA CLÍNICA E LABORATORIAL
DELINEAMENTOS EXPERIMENTAIS PESQUISA CLÍNICA E LABORATORIAL Cassiano Kuchenbecker Rösing. ODONTOLOGIA É UMA CIÊNCIA! O cientista tem autoridade! Se existe uma classe especializada em pensar de maneira
Declaração de conflito de interesse. Não existe conflito de interesse em relação a esta apresentação
Declaração de conflito de interesse Não existe conflito de interesse em relação a esta apresentação Perguntas que os pacientes fazem frequentemente Perguntas que os pacientes fazem frequentemente O que
EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE BUCAL UNIDADE DE REVISÃO E RECUPERAÇÃO
EPIDEMIOLOGIA E SAÚDE BUCAL UNIDADE DE REVISÃO E RECUPERAÇÃO Organizamos esta unidade para orientá-lo na revisão dos conteúdos trabalhados ao longo da disciplina. Siga as orientações desta apresentação,
RESSALVA. Atendendo solicitação do autor, o texto completo desta tese será disponibilizado somente a partir de 04/04/2016.
RESSALVA Atendendo solicitação do autor, o texto completo desta tese será disponibilizado somente a partir de 04/04/2016. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA UNESP CÂMPUS DE JABOTICABAL CARACTERIZAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA
Oficina de Análises Econômicas Em Saúde. 2º Congresso Nacional Unimed de Atenção Integral a Saúde
Quais custos considerar? Diretos OFICINA DE ANÁLISES ECONÔMICAS EM SAÚDE Eixo de : metodologias de custeio e limitações Jeruza Lavanholi Neyeloff Consultora em Gestão de Saúde na Unimed Porto Alegre Epidemiologista
Determinantes do processo saúde-doença. Identificação de riscos à saúde. Claudia Witzel
Determinantes do processo saúde-doença. Identificação de riscos à saúde Claudia Witzel CONCEITOS DE SAÚDE E DOENÇA Saúde pode ser definida como ausência de doença Doença ausência de saúde... Saúde é um
Preditores de lesão renal aguda em doentes submetidos a implantação de prótese aórtica por via percutânea
Preditores de lesão renal aguda em doentes submetidos a implantação de prótese aórtica por via percutânea Sérgio Madeira, João Brito, Maria Salomé Carvalho, Mariana Castro, António Tralhão, Francisco Costa,
Coordenação do Internato Complementar de Saúde Pública PROGRAMA DO INTERNATO COMPLEMENTAR DE SAÚDE PÚBLICA
Coordenação do Internato Complementar de Saúde Pública PROGRAMA DO INTERNATO COMPLEMENTAR DE SAÚDE PÚBLICA Coordenação do Internato Complementar de Saúde Pública PROGRAMA DO INTERNATO COMPLEMENTAR DE SAÚDE
Úlceras de Perna. Definição Epidemiologia Etiologia Manifestações Clínicas Diagnóstico Diferencial Tratamento 2015 ENF.
ÚLCERAS DE PERNA Úlceras de Perna Definição Epidemiologia Etiologia Manifestações Clínicas Diagnóstico Diferencial Tratamento 2015 ENF.ª MARTA MIRANDA 2 2015 ENF.ª MARTA MIRANDA 3 2015 ENF.ª MARTA MIRANDA
Características da gestante adolescente em estudo prospectivo de 4 anos: realidade em Teresópolis
Características da gestante adolescente em estudo prospectivo de 4 anos: realidade em Teresópolis VASCONCELOS, Marcos. Docente do curso de graduação em Medicina. SOUZA, Nathalia Vital. Discente do curso
de Estudos em Saúde Coletiva, Mestrado profissional em Saúde Coletiva. Palavras-chave: Reações adversas, antidepressivos, idosos.
ANÁLISE DAS REAÇÕES ADVERSAS OCORRIDAS DEVIDO AO USO DE ANTIDEPRESSIVOS EM IDOSOS DO CENTRO DE REFERÊNCIA EM ATENÇÃO À SAÚDE DA PESSOA IDOSA CRASPI DE GOIÂNIA Gislaine Rosa de SOUZA 1 ; Ana Elisa Bauer
Não dá para confiar mais em nenhum outro exame pq todos foram feitos no mesmo aparelho.
Sobre uma uréia errada Não dá para confiar mais em nenhum outro exame pq todos foram feitos no mesmo aparelho. Sobre o PSA Não há mais diferença entre os laboratórios pq todos fazem os exames automatizados.
Controlo e Adesão à Terapêutica Antihipertensora em Hipertensos Adultos e Idosos nos Cuidados de Saúde Primários
Controlo e Adesão à Terapêutica Antihipertensora em Hipertensos Adultos e Idosos nos Cuidados de Saúde Primários Verónica Gómez, Violeta Alarcão, Milene Fernandes, Paulo Nicola, Evangelista Rocha Unidade
DIAS E HORÁRIOS DAS APRESENTAÇÕES DOS TRABALHOS ENFERMAGEM TODOS OS AUTORES DEVERÃO CHEGAR IMPRETERIVELMENTE NO HORÁRIO MARCADO.
TÍTULO ORIENTADOR SALA DATA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS COMUNIDADES INDÍGENAS INFECÇÕES HOSPITALARES: REPENSANDO A IMPORTÂNCIA DA HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A UM PACIENTE COM HANSENÍASE:
doenças coronárias Factores de Risco
doenças coronárias Factores de Risco Com vista a maximizar o diagnóstico clínico-laboratorial, o Centro de Medicina Laboratorial Dr. Germano de Sousa, coloca à disposição um painel de parâmetros bioquímicos
BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO TUBERCULOSE
22 de março de 2016 Página 1/6 DEFINIÇÃO DE CASO CONFIRMADO Todo indivíduo com diagnóstico bacteriológico (baciloscopia ou cultura para BK ou teste rápido molecular para tuberculose) E indivíduos com diagnóstico
Técnicas Experimentais Aplicadas à Zootecnia UNIDADE 1. NOÇÕES DE PLANEJAMENTO EXPERIMENTAL
Técnicas Experimentais Aplicadas à Zootecnia UNIDADE 1. NOÇÕES DE PLANEJAMENTO EXPERIMENTAL Experimentos (testes) são realizados por pesquisadores em todos os campos de investigação, usualmente para descobrir
Detecção Precoce do HIV/Aids nos Programas da
Detecção Precoce do HIV/Aids nos Programas da Atenção BásicaB Características Atuais do Diagnóstico do HIV/AIDS Predomina o diagnóstico tardio da infecção pelo HIV e Aids (43,6% dos diagnósticos) ( sticos
