doenças coronárias Factores de Risco
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- Amélia Vilanova Escobar
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1 doenças coronárias Factores de Risco
2 Com vista a maximizar o diagnóstico clínico-laboratorial, o Centro de Medicina Laboratorial Dr. Germano de Sousa, coloca à disposição um painel de parâmetros bioquímicos e de biologia molecular que permitem uma correcta e adequada caracterização da situação em causa. perfil lipídico bioquímico Colesterol Total Fracção LDL do Colesterol Fracção VLDL do Colesterol Fracção HDL do Colesterol Triglicéridos Electroforese das Lipoproteínas Apolipoproteína AI Apolipoproteína B100 Lipoproteína (a) (Lp (a)) caracterização por biologia molecular Estudo das mutações no gene do receptor de LDL Estudo da mutação no gene ApoB outros factores de risco Homocisteína Proteína C Reactiva ultra-sensível os estudos laboratoriais que sugerimos são indicados em: Homens com mais de 45 anos Mulheres com mais de 55 anos Indivíduos com história pessoal de EAM e/ou AVC Indivíduos com História Familiar de EAM e/ou AVC Prematuro (mulheres < 65 anos e homens < 55 anos) Indivíduos com Hipertensão conhecida (>135/85) Indivíduos com Diabetes já diagnosticado Indivíduos com Hábitos Tabágicos Indivíduos com valores anteriores de colesterol HDL inferiores a 40 mg/dl Indivíduos com valores anteriores de colesterol total e LDL plasmático elevados Membros de famílias em que já exista um diagnóstico de Hipercolesterolémia Familiar, para identificação dos indivíduos com risco elevado de aterosclerose.
3 que testes fazer? O estudo de outros factores de risco independentes, como a Homocisteína e a PCR-us, estão também disponíveis: Para uma avaliação inicial do risco cardiovascular, propomos uma caracterização do perfil lipídico bioquímico, com elaboração da electroforese das lipoproteínas e consequente caracterização fenotípica pela classificação de Fredrickson. Pode seguir-se uma completa caracterização por biologia molecular das hiperlipidémias primárias, como da hipercolesterolémia familiar, doença hereditária do metabolismo com elevado risco coronário (com uma prevalência de 1:500 a nível mundial), para a qual o Centro de Medicina Laboratorial Dr. Germano de Sousa faculta o estudo: 1. Das mutações no gene do receptor de LDL (LDLR); As mutações no gene do receptor do LDL (LDLR) impedem o catabolismo do pool de LDL diário, condicionando concentrações plasmáticas de LDL muito elevadas, que podem atingir o dobro ou triplo do normal. Vários estudos estabelecem uma incidência muito aumentada de doença coronária em indivíduos ainda jovens, heterozigóticos ou homozigóticos, com níveis muito elevados de LDL. 2. Da mutação no gene ApoB (3500R>Q); A mutação no gene ApoB está associado a hipercolesterolémia, a risco aumentado de doença isquémica, de doença arterial periférica e a risco de hipertensão. A Homocisteína é factor de risco independente de doença vascular periférica, de doença cerebrovascular e de doença cardiovascular. A PCR-us é também factor de risco independente de doença cardiovascular: A PCR-us quando comparada com factores de risco clássicos, como o perfil lipídico, realça-se não só como o mais forte factor predictivo de futuro risco cardiovascular, mas como independente dos outros factores de risco cardiovascular. Estudos mais recentes demonstraram que a avaliação conjunta, da PCR-us e do Perfil Lipídico, é mais potente na determinação do risco cardiovascular do cada um dos factores individualmente, chegando alguns autores a propor o uso conjunto da PCR-us e do ratio Colesterol Total/Colesterol HDL. Naturalmente que temos também ao seu dispor, parâmetros analíticos utilizados em caso de suspeita de Enfarte Agudo do Miocárdio: CK Total CK MB actividade CK MB massa Troponina I Mioglobina O estudo das mutações do gene LDLR é feito por sequenciação completa das regiões codificantes e do promotor do gene. O estudo da mutação no gene ApoB é feito por sequenciação do exão 26 podendo ser realizada a sequenciação completa das regiões codificantes e do promotor do gene. Vários estudos apontam para uma correlação entre os diferentes tipos de mutações no gene do receptor do LDL e a resposta dos doentes à terapêutica com estatinas, pelo que a caracterização molecular pode ter relevância nas opções terapêuticas.
4 intervalos de referência e respectiva interpretação iniciar o screening lipídico aos 20 anos tratar as mulheres pré-menopaúsicas colesterol total < 190 desejável risco intermédio > 240 alto triglicéridos < 150 desejável risco intermédio risco elevado > 499 risco muito elevado colesterol ldl e respectiva categoria de risco Doença Cardiovascular e Diabetes - < 100 < 100 óptimo bom risco intermédio risco elevado > 190 risco muito elevado colesterol hdl < 45 risco elevado risco intermédio > 60 desejável proteína c reactiva < 0,1 desejável > 0,3 risco factores de risco major para doença cardiovascular idade/sexo Mulheres com mais de 55 anos Homens com mais de 45 anos história familiar de doença cardiovascular prematura Mulheres com menos de 65 anos Homens com menos de 55 anos estudo de framingham para o risco de doença cardiovascular a 10 anos Idade Colesterol total > 190 Colesterol HDL < 40 Hipertensão Diabetes Tabagismo quem são as mulheres em alto risco? Colesterol HDL < 40 TG > 150 Obesidade Central Pressão Arterial > 135/85 Tabagismo História de Doença Cardiovascular prematura
5 laboratório central i Av. Visconde de Valmor, 33 B Lisboa Tel Fax horários Dias úteis 7h30-20h00 Sábados 8h00-13h00 laboratório central ii Rua Alexandre Herculano, 1-1º dto Lisboa Tel Fax horários Dias úteis 8h00-19h00 Sábados 11h00-13h00 labdiagnóstica - patologistas clínicos associados, lda. director: dr. germano de sousa nº de licença l/2005 concepção de conteúdos: draª maria josé rego de sousa médica patologista clínica design: kahn.pt abr
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