BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO TUBERCULOSE
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- Vergílio Bentes Godoi
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1 22 de março de 2016 Página 1/6 DEFINIÇÃO DE CASO CONFIRMADO Todo indivíduo com diagnóstico bacteriológico (baciloscopia ou cultura para BK ou teste rápido molecular para tuberculose) E indivíduos com diagnóstico baseado em dados clínicos epidemiológicos e em resultados de exames complementares (Brasil, 2011). DIAGNÓSTICO A pesquisa do bacilo álcool-ácido-resistente (baciloscopia) é o principal meio de diagnóstico da TB pulmonar. A baciloscopia direta deve ser solicitada aos pacientes que apresentem: Sintomáticos respiratórios (tosse a mais de 3 semanas); Suspeita clinica e/ou radiológica de TB pulmonar, independentemente do tempo de tosse (exame de escarro); Suspeita clinica de TB extrapulmonar (exame em materiais biológicos diversos). Tuberculose no Ceará No Ceará, entre os anos de 2001 a 2015* (Figura 1) observou-se discreto declínio nas taxas de incidência de Tuberculose (TB), passando de 46,1 casos por 100 mil habitantes, em 2001, para 38,4 casos por 100 mil habitantes no ano 2015*. Na figura 2, observa-se a taxa de incidência de TB nos anos de 2013, 2014 e 2015* e existência de municípios silenciosos, embora, estes estejam circundados de municípios com alta incidência de casos. Figura 1. Casos novos e incidência de tuberculose (todas as formas clínicas), por ano de notificação, Ceará 2001 a 2015*. Fonte: SESA/COPROM/NUVEP SINAN * Dados parciais sujeitos à revisão A CULTURA ASSOCIADA AO TESTE DE SENSIBILIDADE, POSSIBILITA A DETECÇÃO DOS CASOS DE RESISTÊNCIA AOS FÁRMACOS. Figura 2. Taxa de incidência de casos novos de tuberculose por município de residência, Ceará, 2013, 2014 e 2015*. TRATAMENTO A TB é uma doença curável para todos os casos novos sensíveis aos medicamentos antitb, desde que obedecidos os princípios básicos da terapia medicamentosa e a adequada operacionalização do tratamento. O tratamento tem duração de seis meses e é deverá ser realizado em qualquer unidade básica de saúde. As drogas utilizadas no esquema padronizado são: Isoniazida (H), Rifampicina (R), Pirazinamida (Z) e Etambutol (E). nte: SESA/COPROM/NUVEP SINAN *Dados parciais sujeitos à revisão
2 22 de março de 2016 Página 2/6 As estratégias para detecção de casos de Tuberculose, têm suas ações voltadas na identificação de SINTOMÁTICOS RESPIRATÓRIOS. SINTOMÁTICO RESPIRATÓRIO - toda pessoa que apresente tosse por três ou mais semanas. Todos os sintomáticos respiratórios devem fazer BACILOSCOPIA DE ESCARRO para pesquisa de TB. DETECÇÃO DA A detecção dos SINTOMÁTICOS RESPIRATÓRIOS deve ser uma atividade permanente (de rotina) em todos os estabelecimentos de saúde, independente do motivo de sua consulta. A BUSCA POR SINTOMÁTICOS RESPIRATÓRIOS AMPLIA A CAPACIDADE DE DETECÇÃO E TRATAMENTO PRECOCE DOS CASOS, INTERROMPENDO A CADEIA DE TRANSMISSÃO. Na Figura 3 são apresentados percentual de cura, percentual de abandono e proporção de casos de retratamento de TB. Entre os anos de 2004 e 2015*, houve queda no percentual de cura, passando de 73,2% em 2004 para 59,2% em Em 2015*, esse percentual foi de 20,5%, porém os dados ainda são preliminares. A meta recomendada pela OPAS/OMS é de 85%. A taxa de abandono em 2004 foi de 10,4%, reduzindo para 8,7% em 2015*. A OPAS/OMS recomenda que a taxa de abandono seja menor que 5%. Já o percentual de retratamento, que inclui os casos de recidivas e retorno ao tratamento, em 2004 foi de 10,1% passando para 13,1% em Em 2015*, o percentual de retratamento foi 11,7%, porém os dados ainda são preliminares. Figura 3. Proporção cura, abandono e retratamento de tuberculose, Ceará, 2004 a 2015*. VIGILÂNCIA DA O objetivo da vigilância epidemiológica para a TB é conhecer a magnitude da doença (dados de morbidade e mortalidade), sua distribuição e fatores de risco e tendência, fornecendo subsídios para as ações de controle e prevenção. FLUXO DA VIGILÂNICA DA TB Notificação de casos Processamento dos dados Análise dos dados Elaboração de parecer técnico Tomada de decisão MEDIDAS DE CONTROLE Vacinação, quimioprofilaxia, tratamento dos doentes, controle do ambiente, exame de todos os contatos, busca de pacientes faltosos e a divulgação de informações em campanhas educativas na mídia, nas escolas e na comunidade. Informações para a população, objetivando socializar os resultados alcançados. Fonte: SESA/COPROM/NUVEP/NUIAS SINAN * Dados parciais sujeitos à revisão No Ceará entre os anos de 2001 e 2015* houve aumento na realização de exames anti-hiv entre os pacientes com TB, passando de 5,3% para 53,9% respectivamente (Figura 4). No ano de 2015* observa-se que 8,18% dos pacientes foram identificados com coinfecção TB/HIV.
3 22 de março de 2016 Página 3/6 ATENÇÃO Figura 4. Percentual de casos tuberculose testado para HIV e coinfecção TB- HIV, Ceará, 2001 a 2015*. Para aumentar o sucesso do tratamento à estratégia proposta pela Organização Mundial da Saúde é administrar a medicação sob OBSERVAÇÃO DIRETA de um profissional de saúde através do TRATAMENTO DIRETAMENTE OBSERVADO (TDO), tendo em vista o tratamento ser de longa duração. A TENDÊNCIA É QUE O DOENTE DEIXE DE TOMAR A MEDICAÇÃO, TÃO LOGO OS SINTOMAS DA DIMINUAM. Fonte: SESA/COPROM/NUVEP SINAN * Dados parciais sujeitos à revisão COINFEÇÃO TB-HIV Considerando que a TB tem sido a maior causa de morte entre pessoas que vivem com HIV, faz-se necessário ações que permitam reduzir a coinfecção baseada numa rede de atenção integral que garanta para o paciente de TB: acesso precoce ao diagnóstico da coinfecção pelo HIV por meio da oferta do teste rápido para HIV; acesso ao tratamento antiretroviral quando necessário e para as pessoas vivendo com HIV; acesso ao tratamento da Infecção Latente por TB/ILTB (quimioprofilaxia); acesso ao diagnóstico da TB ativa nos pacientes com manifestações clínicas compatíveis. A taxa de mortalidade por tuberculose diminuiu no período de 2003 a 2014, passando de 2,9 em 2003 para 2,1 por 100 mil habitantes em 2014, embora no período estudado tenha-se observado taxa de 3,2 óbitos por 100 mil habitantes. No ano de 2015*a taxa foi de 2,3 por 100 mil habitantes (dados de 2015 ainda são preliminares) (Figura 5). O diagnóstico tardio impacta diretamente na mortalidade. A detecção de casos nas formas clínicas graves e de forma tardia eleva também a taxa de letalidade. Importante ressaltar que a TB é uma doença que tem tratamento eficaz, com evolução para a cura se conduzido de forma adequada e oportuna. Figura 5. Mortalidade por tuberculose, Ceará, 2000 a 2015*. Fonte: SESA/COPROM/NUIAS SIM * Dados parciais sujeitos à revisão
4 22 de março de 2016 Página 4/6 Tabela 1. Situação Epidemiológica de Tuberculose por Município de Residência, Ceará, 2014 e 2015*.
5 22 de março de 2016 Página 5/6 Tabela 1. Situação Epidemiológica de Tuberculose por Município de Residência, 2014 e 2015*.
6 22 de março de 2016 Página 6/6 Tabela 1. Situação Epidemiológica de Tuberculose por Município de Residência, 2014 e 2015*. Fonte: SESA/COPROM/NUVEP SINAN * Dados parciais sujeitos à revisão.
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