Programa de. Controle da Tuberculose
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- Gabriel Azenha de Andrade
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1 Programa de Controle da Tuberculose Coordenação Estadual: Nardele Maria Juncks Sérgio Adam Mendonça Sônia Maura Coelho Mariana Hoffelder Secretaria de Estado da Saúde
2 EPIDEMIOLOGIA 1/3 população mundial infectada 9,7 milhões de casos novos 14% (1,37 milhões) co-infectados com HIV 3 milhões de mortes Cada pessoa doente infecta 10 á 15 pessoas por ano 5 a 10% ficarão doentes durante a vida Secretaria de Estado da Saúde
3 Epidemiologia A Tuberculose mata mais jovens e adultos que qualquer outra doença infecciosa Uma pessoa adoece de TB / 4 segundos Uma pessoa morre por TB / 20 segundos TB é uma doença contagiosa, mas somente quem tem doença pulmonar pode transmiti-la TB usualmente mata uma pessoa devido a uma gradual destruição do pulmão Secretaria de Estado da Saúde
4 Dados PNCT/MS O Brasil ocupa o 18º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo. Índia,China, Indonésia, Nigéria e África do Sul ocupam as cinco primeiras posições 108 quando se avalia a incidência ao invés da carga da doença. Estima-se uma prevalência de 50 milhões de infectados. Secretaria de Estado da Saúde
5 OBJETIVOS 1. Detectar e curar todos os casos possíveis (metas: detectar 70% dos bacilíferos e curar 85% dos casos) 2. Reduzir a incidência e mortalidade por TB até que deixe de ser um problema de saúde. 3. Unir esforços para controlar o aumento da transmissão da TB pela infecção HIV e prevenir a aparição de casos TBMR. Secretaria de Estado da Saúde
6 Programa de Controle da Tuberculose (Pilares) Procura de casos (DIAGNÓSTICO) Identificar Sintomático Respiratório (SR) Examinar SR (baciloscopia, RX e outros) Tratamento Autoadministrado Supervisionado Prevenção Vacinação BCG Quimioprofilaxia Secretaria de Estado da Saúde
7 Basicamente social Secundariamente institucional
8 Baixa densidade demográfica
9 Aglomerado urbano
10 Principais problemas que agravam a situação da tuberculose: EMPOBRECIMENTO da população (miséria, baixa qualidade de vida); Aglomeração de pessoas (crescimento demográfico); INFECÇÃO pelo HIV; ABANDONO do tratamento (resistência aos medicamentos); Diagnóstico tardio (demora do atendimento); Dependência química; CASOS SOCIAIS (presídios, asilos, moradores de rua...); MIGRAÇÃO Secretaria de Estado da Saúde
11 Incidência Casos Novos de Tuberculose Todas Formas Por hab./sdrs - Santa Catarina 2008 São Lourenço do Oeste Jaraguá Sul Xanxerê São Miguel do Oeste Blumenau Joaçaba Maravilha Concórdia Caçador Videira Canoinhas Mafra Joinville Ibirama Brusque Itajaí Rio do Sul Curitibanos Chapecó Palmitos Campos Novos Florianópolis Ituporanga Lages Laguna São Joaquim Tubarão Araranguá Criciúma Incidência/SC/ ,0 Fonte: SINAN/DIVE/SES/SC
12 Incidência por habitantes de Tuberculose. Santa Catarina,1997 a Incidência por hab ' 01' 02' 03' 04' 05' 06' 07' 08' Ano Fonte: SINAN-NET/GEVRA/DIVE/SES/SC Todas as formas Pulmonar + SECRETARIA Secretaria DE de Estado ESTADO da DA Saúde SAÚDE
13 Proporção dos casos novos de Tuberculose por todas as formas segundo faixa etária. Santa Catarina, % <1 ano 1 a 4 anos 5 a 9 anos 10 a 14 anos 15 a 19 anos 20 a 34 anos 35 a 49 anos 50 a 64 anos 65 a 79 anos 80 e + Fonte: SINAN/DIVE/SES/SC Secretaria de Estado da Saúde
14 Proporção de Casos Novos de Tuberculose Segundo a Forma. Santa Catarina, ,30% 16,30% Extra-Pulmonar Pulmonar Pulm+Extra 78,40% Fonte: SINAN-NET/DIVE/SES/SC SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
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16 Proporção da co-infecção TB/HIV/AIDS. Santa Catarina, 2000 a % % ANO Fonte: SINAN-NET/DIVE/SES/SC SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
17 Incidência por habitantes segundo todas as formas e proporção da co-infecção TB/HIV/AIDS, Santa Catarina, 2000 a % Incidência por hab Ano % Co-infecção INC TB 23 Fonte: SINAN-NET/GEVRA/DIVE/SES/SC SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
18 Proporção da co-infecção TB/HIV/AIDS. Municípios Prioritários,Santa Catarina, 2006 a 2008 Municípios Prioritários %coinf2006 %coinf2007 %coinf Balneário Camboriú 27,8 26,7 16, Blumenau 18,0 22,2 11, Camboriú 24,3 22,9 14, Criciúma 23,6 27,1 22, Florianópolis 30,0 28,4 31, Itajaí 27,7 21,6 34, Joinville 20,5 18,2 15, Navegantes 24,4 16,7 13, São José 25,3 24,1 33,8
19 Distribuição dos casos quimioprofilaxia para a tuberculose, segundo ano, Santa Catarina, período 2000 a 2008 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
20 Proporção de contatos examinados de Tuberculose. Santa Catarina, 2002 a % BK+ % TD FOR % 0 02' 03' 04' 05' 06' 07' 08' ANO Fonte: SINAN-NET/DIVE/SES/SC SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
21 Comparativo entre o percentual de Cura e Tratamento Supervisionado (DOTS). Santa Catarina, 2002 a % % DOTS % Cura TF % Cura BK ' 03' 04' 05' 06' 07' 08' Ano Fonte: SINAN-NET/DIVE/SES/SC SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
22 Proporção do Abandono do Tratamento da Tuberculose por todas as formas. Santa Catarina, 1997 a 2008 % ' 01' 02' 03' 04' 05' 06' 07' 08' ANO Fonte: SINAN-NET/DIVE/SES/SC SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
23 Taxa de Mortalidade (por hab.) por Tuberculose segundo todas as formas como causa básica. Santa Catarina, 1999 a ,6 1,2 0,8 0, Fonte: SINAN-NET/DIVE/SES/SC SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
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25 PROPOSTA PARA 2010: DESCENTRALIZAÇÃO DE CULTURAS MÉTODO OGAWA Cultura implantada 01ª Lab. Mun. São Miguel do Oeste 04ª Lab. Mun. Chapecó 07ª Lab. Reg. Joaçaba 12ª Lab. Privado 15ª Lab. Reg. Blumenau 20ª Lab UNISUL - Tubarão 24ª Lab. Mun. Jaraguá do Sul 25ª Lab. Mun.São Bento do Sul 26ª Lab. Mun. Canoinhas 27ª Lab. Mun. Lages 30ª Lab Fronteira - Dionísio Cerqueira SECRETARIA DE ESTADO DA SAUDE
26 DESAFIOS Ampliar e consolidar o tratamento supervisionado na rotina dos serviços de saúde (estratégia DOTS); Automação culturas e teste sensibilidade; Encerrar 100% os casos no SINAN; Manter o profissional motivado e comprometido. Secretaria de Estado da Saúde SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
27 RECOMENDAÇÃO Buscar uma maior integração dos programas, visando atividades conjuntas para o controle da co-infecção TB/HIV, particularmente as de expansão do aconselhamento e testagem para o HIV nos pacientes com tuberculose e a realização de PPD e quimioprofilaxia para TB nos portadores do HIV/aids. Secretaria de Estado da Saúde SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
28 ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE FICHA INDIVIDUAL DE QUIMIOPROFILAXIA 1- DATA DE INÍCIO DA QUIMIOPROFILAXIA 2- CÓDIGO MUNICÍPIO 4- CÓDIGO UNIDADE DE SAÚDE / / 3- NOME MUNICÍPIO 5- NOME UNIDADE DE SAÚDE DADOS DO CASO 6- NOME DO CASO PARA QUIMIOPROFILAXIA 7- DATA NASCIMENTO / / 8- IDADE D- DIAS A- ANOS M- MESES I- IGNORADO 9- SEXO 1- MASCULINO 9- IGNORADO 2- FEMININO 10- GRAU DE INSTRUÇÃO 1- ANALFABETO 3-2º GRAU 5- NÃO SE APLICA 2-1º GRAU 4- SUPERIOR 9- IGNORADO 11- BCG 1.SIM 2.NÃO RESIDÊNCIA 12- CÓDIGO MUNICÍPIO 13- NOME DO MUNICÍPIO 14- CÓDIGO DISTRITO 15- DISTRITO 16- ZONA 1- URBANA 2- RURAL 17- UF 18- CÓDIGO BAIRRO 19- BAIRRO OU LOCALIDADE 20- ENDEREÇO (RUA, AVENIDA, Nº APTº) 21- PONTO DE REFERÊNCIA DADOS COMPLEMENTARES 22- TELEFONE ( ) 23- NOME DO CASO ÍNDICE DIAGNÓSTICO DO CASO ÍNDICE 25- BACILOSCOPIA DE ESCARRO 1- POSITIVA 3- NÃO REALIZADA 2- NEGATIVA 26- CULTURA DE ESCARRO 1- POSITIVA 3- EM ANDAMENTO 2- NEGATIVA 4- NÃO REALIZADA 24- NÚMERO DE NOTIFICAÇÃO DO CASO ÍNDICE 27- CULTURA DE OUTRO MATERIAL 1- POSITIVA 3- EM ANDAMENTO 2- NEGATIVA 4- NÃO REALIZADA 28- TESTE DE TUBERCULÍNICO 1- NÃO REATOR 3- REATOR FORTE 2- REATOR FRACO 4- NÃO REALIZADO 29- HIV 1- POSITIVO 3- EM ANDAMENTO 2- NEGATIVO 2- NÃO REALIZADO 30- EXTRAPULMONAR 1- SIM 2- NÂO
29 INDICAÇÃO DA QUIMIOPROFILAXIA Recém-nascidos coabitantes de foco tuberculoso bacilífero. A Isoniazida é administrada por três meses e após esse período, fazse prova tuberculínica.se a criança for reatora, a quimioprofilaxia deve ser mantida por mais 3 meses. Se for não reatora, interrompese o uso da Isoniazida e aplica-se a vacina BCG. 2. Crianças menores de 15 anos (exceto recém-nascidos), não vacinados com BCG, que tiveram contato com caso de tuberculose pulmonar bacilífera, com radiologia pulmonar normal, sem sinais compatíveis de tuberculose-doença, reatores à prova tuberculínica de 10 ou mais milímetros. 3. Crianças menores de 15 anos (exceto recém-nascidos), vacinados com BCG, que tiveram contato com caso de tuberculose pulmonar bacilífera, com radiologia pulmonar normal, sem sinais compatíveis de tuberculose-doença, reatores à prova tuberculínica de 15 ou mais milímetros. 4. Indivíduos com viragem tuberculínica recente (até 12 meses), isto é, que tiveram um aumento na resposta tuberculínica de 10 ou mais milímetros. 5. População indígena Contato com tuberculose pulmonar bacilífera, reator forte à tuberculina de 10 ou mais milímetros, sem doença TB e independente da idade e do estado vacinal. 6. Imunodeprimidos por uso de drogas ou por doenças imunossupressoras e contatos intradomiciliares de bacilíferos, sob criteriosa decisão médica. 7. Quimioprofilaxia em pacientes HIV+ -Com radiografia de tórax normal e: 1) assintomático e com reação ao PPD de 5 ou mais milímetros, ou 2) contatos intradomiciliares ou institucionais de tuberculose bacilífera, independente do PPD ou 3) PPD não reator à tuberculina ou com induração entre 0-4 milímetros, com registro documental de ter sido reator ao teste tuberculínico, e não submetido a tratamento ou quimioprofilaxia na ocasião. -Com radiografia de tórax anormal e presença de cicatriz radiológica de tuberculose sem tratamento anterior (afastada possibilidade de tuberculose ativa através de exames de escarro e radiografias anteriores), independentemente do resultado do teste tuberculínico. 8. Outra: Justificar situação clínica/epidemiológica. Observação: Esquema - Isoniazida, VO, 5-10 mg/kg/dia (dose máxima: 300 mg/dia) por seis meses consecutivos. Manual Técnico para o Controle da Tuberculose - Cadernos de Atenção Básica MS - 6º edição Tuberculose do Ambulatório à Enfermaria. Afrânio L Kritski e col. Atheneu 2º edição TB / HIV Manual Clínico para o Brasil OMS // Guia de Bolso do Tratamento Clínico da Infecção pelo HIV John G. Bartlett MÉDICO RESPONSÁVEL 32- NOME 33- CARIMBO/ASSINATURA
30 Obrigada!
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