EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: DESAFIOS E PERSPECTIVAS
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- Ana Luísa Cordeiro Sabala
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1 EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: DESAFIOS E PERSPECTIVAS Profa. Dra. Regina Magna Bonifácio de Araújo PEJA Programa de Educação de Jovens e Adultos DEEDU ICHS - UFOP
2 EJA: CONCEITOS, HISTÓRIA E DESAFIOS I. Conceituando a EJA Campo carregado de complexidades - político, denso e que carrega consigo o rico legado da Educação Popular. Universidade Federal de Ouro Preto - Novo paradigma: educação de adultos como componente constituinte da aprendizagem ao longo da vida (Agenda para o Futuro, Hamburgo, 1997). 2
3 Educação de Adultos: conjunto de processos educacionais organizados, seja qual for o conteúdo, nível e método, que sejam formais ou não, quer prolonguem ou substituam a educação inicial nas escolas(...) por meio do qual pessoas consideradas adultas desenvolvam suas habilidades, enriquecem seus conhecimentos, melhoram suas qualificações técnicas ou profissionais ou tomam uma nova direção e provocam mudanças em suas atitudes e comportamentos (...) (Extraído da Recomendação de Nairobi sobre o Desenvolvimento da Educação de Adultos, UNESCO, 1976; citado pelo Relatório Global sobre Aprendizagem e Educação de Adultos, 3
4 II. História da EJA Da Constituição de 34 a Constituição de 88: a educação como direito subjetivo. Diretrizes Curriculares Nacionais para EJA, 2000: direito social e individual. CONFINTEAS, CNEJA e Fóruns EJA (Nacional e Estaduais). Diretrizes Operacionais para a EJA, PROEJA - PROJOVEM Para que o direito se faça prática é preciso mais do que sua declaração legal. 4
5 A PRESENÇA DE ADOLESCENTES NA EJA 20% dos matriculados têm de 15 a 17 anos mil estudantes na EJA, mil. Questões sociais: vulnerabilidade, trabalho,... Falta de qualidade do sistema de ensino: reprovação e evasão; desmotivação; gestão. (seis em cada 10 alunos concluíram o 9º ano do EF) Soluções????? Universidade Federal de Ouro Preto - 5
6 RELATÓRIO GLOBAL SOBRE APRENDIZAGEM E EDUCAÇÃO DE ADULTOS Organização das Nações Unidas para a Educação e a Cultura. Instituto da UNESCO para Aprendizagem ao longo da Vida UNESCO,
7 MAPA DO ANALFABETISMO - INEP 1886: o percentual da população escolarizada no Brasil era de 1,8%. Taxa atual do analfabetismo entre 15 e 18 anos: 1,5% (2010). Analfabetismo: passamos de 65,3% em 1900 para 11,8% em 2002 e 9,7% em Esse percentual corresponde a 14,1 milhões, nada desprezível, porque são pessoas, e não percentuais... No ranking do IDH: 73º posição. 7
8 MAPA DO ANALFABETISMO - REGIÕES Região Nº absolutos/2009 Nordeste 26,2% 20,7% 7,6 milhões Norte 16,34% 11,3% 1,1 milhão Centro Oeste 10,76% 8,3% 0,8 milhão Sul 7,66% 7,7% 1,2 milhão Sudeste 8,13% 6,0% 3,7 milhões 8
9 TAXA DE ANALFABETISMO
10 MÉDIA DE ANOS DE ESTUDO DA POPULAÇÃO 6,6 anos 7,4 anos 7,9 anos 5,8 anos 7,6 anos 10
11 MAPA DO ANALFABETISMO: MINAS / BRASIL População de 15 anos ou mais Minas Gerais Brasil População alfabetizada População analfabeta Taxa de Analfabetismo 11,96% 13,63% Minas Gerais: 7,66% Censo 2000 (IBGE) População com 10 anos ou mais Alfabetizados Não alfabetizados IBGE Censo
12 MATRÍCULAS INICIAIS NA EJA Unidades da Federação Municípios Dependência Administrativa EJA EJA Presencial Fundamental Médio Parcial Integral Parcial Integral BRASIL Estadual Urbana Estadual Rural Municipal Urbana Municipal Rural Estadual e Municipal MINAS GERAIS Estadual Urbana Estadual Rural Municipal Urbana Municipal Rural Estadual e Municipal MARIANA Estadual Urbana Estadual Rural Municipal Urbana Municipal Rural Estadual e Municipal
13 O Programa Brasil Alfabetizado identificou em Minas Gerais: alfabetizandos turmas 86 Entidades/Parcerias Escolas com EJA (Educacenso 2009) 13
14 QUANTO AO GÊNERO... Mulheres com 15 anos ou mais 10,1% Homens com 15 anos ou mais 10,6% Jovens (entre 15 e 24 anos): Mulheres 1,6% Homens 3,2% Idosos (50 anos ou mais): Mulheres 24% Homens 21% Universidade Federal de Ouro Preto - 14
15 PERSPECTIVA ÉTNICO-RACIAL Melhoras na taxa de analfabetismo: de 20,4% em 1996 para 14,4% em Dos 14,4 milhões de analfabetos existentes em 2006, 69,4% eram negros. Participação deste grupo na população total é de 49,5% 15
16 LOCALIZAÇÃO Diminuição nas diferenças de taxas de analfabetismo entre o campo e a cidade, mas a desigualdade se mantém. População com 15 anos ou mais na zona rural: 24% de analfabetos. Zonas urbana: 8% Universidade Federal de Ouro Preto - Números absolutos: zona urbana 9,2 milhões e 5,2 milhões na zona rural, em
17 COMO A COMPREENSÃO DESTES DADOS PODE ORIENTAR POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A EJA? Concepção ampliada de EJA: pública e gratuita, ampliar e partilhar conhecimentos e saberes acumulados ao longo da vida. Diversidade: planejamento e execução de diferentes propostas e encaminhamentos na EJA. Universidade Federal de Ouro Preto - 17
18 PENSAR SUJEITOS DA EJA É TRABALHAR PARA, COM E NA DIVERSIDADE. Quem são esses sujeitos? Como se expressam no mundo? Onde estão? O que fazem? Como produzem a existência? Quais são seus desejos e expectativas? Que projetos de vida manifestam? O que sabem e como aprendem? Participam da elaboração de políticas públicas? 18
19 ESTRATÉGIAS POLÍTICO-DIDÁTICO- PEDAGÓGICAS PARA A EJA Base de referência: Educação Popular. Perceber processos de aprendizagem presentes no cotidiano por meio de estratégias que valorizem esses aprendizados. Processos de educação emancipadora. Construir sistemas conceituais que contribuam para compreender a realidade, analisá-la e transformá-la. Superar a lógica da suplência. Tempos e espaços flexíveis. 19
20 UM CURRÍCULO PARA A EJA... Constituído de forma integrada; Deve respeitar a diversidade de etnias e manifestações regionais da cultura popular; Não pode ser previamente definido; Mediação com os estudantes e seus saberes; Reconfigurar currículos: desafio coletivo, de gestão democrática; Projeto político-pedagógico para a escola de EJA 20
21 FORMAÇÃO DE PROFESSORES/AS PARA A EJA Programas de formação de educadores/as de jovens e adultos: inicial e continuada. Capacitação para atuar de acordo com o perfil da clientela. Remuneração adequada e condições favoráveis de trabalho. Profissionais de educação de jovens e adultos como a chave para garantir a qualidade. 21
22 RECOMENDAÇÕES AOS SISTEMAS DE ENSINO: 1....quanto ao direito à Educação: Assegurar as diversidades regionais e locais das populações nos PPPs; Garantir acesso, permanência e continuidade; Garantir o direito à aprendizagem de internos penitenciários. 22
23 2....quanto às políticas públicas: Reconhecer a EJA como direito do cidadão; Articular políticas públicas de Estado; Garantir condições de infraestrutura; Garantir merenda, transporte escolar, livro didático... 23
24 3....quanto à gestão pública: Acompanhar as condições de oferta da EJA; Criar condições de permanência de professores/as na modalidade; Implementar sistemas de documentação escolar; Assegurar a adequação física das escolas... 24
25 4....quanto às concepções de EJA: Promover o princípio do direito de aprender, ampliando conhecimentos ao longo da vida e não apenas escolarização; Promover a educação inclusiva; Estimular a concepção de projetos... 25
26 5....quanto à intersetorialidade: Aprofundar a relação com Conselhos Estaduais e Municipais de Educação; Promover ações afirmativas e intersetoriais de não violência, propiciando a cultura da paz; Promover parcerias com diferentes instâncias governamentais e da sociedade civil... 26
27 6....quanto aos dados da EJA: Efetuar o levantamento de dados que viabilizem políticas públicas; Levantar dados relativos à demanda de EJA profissional; Levantar dados relativos à demanda de EJA no campo. 27
28 7....quanto à formação de educadores/as: Promover formação inicial e continuada que contemple a discussão e experimentação, com ênfase na concepção de sociedade pautada no desenvolvimento sustentável; Desenvolver e aprimorar processos educativos e culturais; Promover ações de valorização da profissão docente em EJA. 28
29 Estamos convencidos e inspirados pelo papel fundamental da aprendizagem ao longo da vida na abordagem de questões e desafios globais e educacionais. Além disso, estamos convictos de que a aprendizagem e educação de adultos preparam as pessoas com conhecimentos, capacidades, habilidades, competências e valores necessários para que exerçam e ampliem seus direitos e assumam o controle de seus destinos. Aprendizagem e educação de adultos são também imperativos para o alcance da equidade e da inclusão social, para a redução da pobreza e para a construção de sociedades justas, solidárias, sustentáveis e baseadas no conhecimento. (Marco da Ação de Belém, 2010) 29
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