CÂNCER DE PÊNIS. Doença local, loco regional e metastática
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- João Guilherme Pais Chaves
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1 CÂNCER DE PÊNIS Doença local, loco regional e metastática ANDREY SOARES FERNANDO NUNES FERNANDO SABINO M. MONTEIRO LUIZ FLAVIO COUTINHO MARIANA SIQUEIRA
2 OBSERVAÇÃO As diretrizes seguem níveis pré-definidos de evidência científica e força por trás de cada recomendação (ver anexo). Não são objetivos dessas diretrizes recomendações a respeito de rastreamento, estadiamento, nem considerações fisiopatológicas sobre as doenças. Cada opção terapêutica recomendada foi avaliada quanto à relevância clínica, mas também quanto ao impacto econômico. Assim, algumas alternativas podem (não há obrigatoriedade) ser recomendadas como aceitáveis somente dentro de um cenário de restrição orçamentária, no sistema público de saúde brasileiro (devendo ser identificadas e com a ressalva de que não configuram a alternativa ideal, dentro do espaço considerações).
3 NÍVEIS DE EVIDÊNCIAS Nível de evidência 1 Tipo de estudo Revisão Sistemática com meta-análise Estudo Randomizado com amostra adequada 2 3 Estudo Randomizado com amostra não calculada ou inadequada Estudo prospectivo, não randomizado Estudo Randomizado com comparador não padrão 4 Estudo retrospectivo 5 Relatos de casos, opiniões de especialistas, estudos pré-clínicos
4 GRAUS DE RECOMENDAÇÃO Grau de recomendação A (muito forte) Tipo de estudo A evidência é confiável, as incertezas são pequenas e pode ser usada para guiar a prática clínica. B (forte) C (moderada) D (fraca) A evidência existente é confiável e pode ser usada para guiar a prática clínica na maioria dos casos, pois há algumas incertezas a considerar. A evidência existente proporciona algum suporte para as recomendações, mas sua aplicação pode ser discutível. A evidência existente é fraca, ou as incertezas são muito grandes. As recomendações devem ser aplicadas com cuidado.
5 ESTADIAMENTO T - Tumor primário Tx T0 Tis Tumor primário não pode ser avaliado Sem evidência de tumor primário Carcinoma in situ T1 Carcinoma verrucoso não invasivo T1a Tumor invade tecido conectivo subepitelial sem invasão linfovascular e não é pobremente diferenciado ( NÃO grau 3-4) T1b Tumor invade tecido conectivo subepitelial com invasão linfovascular ou é pobremente diferenciado (grau 3-4) T2 T3 T4 Tumor invade corpo esponjoso ou cavernoso Tumor invade uretra Tumor invade outras estruturas adjacentes M Metastases à distância M0 M1 Ausência de metástases a distância Metástases a distância
6 N Linfonodosregionais clínico cnx cn0 cn1 cn2 cn3 Linfonodos regionais não podem ser avaliados Sem linfonodos inguinais visilvelmente aumentados ou alterados na palpação. Linfonodo unilateral inguinal palpável e móvel. Linfonodos inguinais móveis e palpáveis bilateral ou múltiplos Massa inguinal palpável e fixa ou linfadenopatia pélvica uni ou bilateral N Linfonodos regionais patológico pnx pn0 pn1 pn2 pn3 Linfonodos regionais não podem ser avaliados Sem linfonodos regionais metastáticos. Metástase em 1 único linfonodo. Metástases em múltiplos linfonodos inguinais ou bilateral Extensão extra capsular ou linfonodos pélvicos uni ou bilateral
7 ESTÁGIO ANATÔMICO/ GRUPOS PROGNÓSTICOS Estágio T N M 0 Tis N0 M0 Ta N0 M0 I T1a N0 M0 T1b N0 M0 II T2 N0 M0 T3 N0 M0 IIIA T1-3 N1 M0 IIIB T1-3 N2 M0 T4 Qualquer N M0 IV Qualquer T N3 M0 Qualquer T Qualquer N M1
8 GRADUAÇÃO HISTOPATOLÓGICA Gx G1 G2 Graduação histopatológica não pode ser avaliada Bem diferenciado Moderadamente diferenciado G3-4 Pobremente diferenciado/indiferenciado American Joint Committee on Cancer (AJCC), Chicago, Illinois. AJCC Cancer Staging Manual, Seventh Edition (2010) published by Springer New York, Inc. 1
9 RECOMENDAÇÃO PARA DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO 2,3,4 Tumor primário - Exame fisico com palpação e busca por extensão da invasão local - Ressonância magnética com ereção artificial em casos selecionados para preservação de orgão GR C Linfonodos regionais - Exame físico de ambas virilhas, obeservando número, lateralidade e caractéristicas dos linfonodos inguinais. - Não palpáveis: Para aqueles pacientes classificados como risco intermediário ou alto*, seguir investigação com TC ou RM de abdome/pelve + TC ou Rx de Toráx. Em casos de linfonodos suspeitos prosseguir investigação invasiva. GR C - Palpáveis: TC ou RM de abdome/pelve + TC ou Rx de toráx. Em casos de linfonodos suspeitos prosseguir investigação invasiva. Doença a distância - Linfonodos positivos: TC/RM de abdome/pelve + Rx/TC de toráx; PET CT é uma opção. - Doença sistêmica comprovada ou pacientes com muita queixa álgica deve ser cogitada a possibilidade de cintilografia óssea. GR C * Pacientes de risco intermediário ou alto: T1b GR = Grau de recomendação; TC = Tomografia computadorizada; PET = Tomografia por emissão de positrons; RM = Ressonância magnética
10 DIRETRIZES DE TRATAMENTO DE ACORDO COM ESTADIAMENTO DOENÇA LOCALIZADA (TIS-T4N0) - Ta ou Tis: 5-fluorouracila (5-FU) ou Imiquimode, ambos tópicos. Outras opções: ressecção a laser ou ressecção parcial ou total do epitélio acometido. - T1a: Penectomia parcial (preferência). Outras opções: ressecção parcial ou total do epitélio acometido. - T1b-T2: Penectomia parcial ou penectomia total. - T2 extenso e T3-T4: Penectomia total. Em casos selecionados: penectomia parcial. Após tratamento local: - Ta, Tis e T1a: observar - T1b-T4: linfadenectomia inguinal bilateral eletiva CONSIDERAÇÕES O tratamento tópico para carcinoma in situ esta associado a 57% taxa de resposta completa. 5 Pacientes com tumores T1-T2 de baixo volume G1 ou G2 a penectomia parcial foi associada a baixa taxe de recidiva local (6%). 6 Em casos selecionados de TU < 4 cm e G1 ou G2 considerar como opção RT externa ou braquiterapia, com taxa de preservação peniana em torno de 65 a 90%. 7,8 Em casos selecionados de T3-T4 (TU pequeno volume) considerar penectomia parcial. 9 A dissecção linfonodal em pacientes sem acometimento clínico linfonodal é controversa e a incidência de acometimento após o procedimento varia entre 10 e 20%. 10 Não existem dados comparativos diretos que demonstrem ganho de sobrevida entre a dissecção imediata versus na recidiva, mas devido a dificuldade de seguimento dos pacientes na maioria dos centros médicos brasileiros a dissecção profilática torna-se um procedimento atrativo.
11 DOENÇA LOCO REGIONAL - T1-3N1 ou T1-3N2: após tratamento primário: linfadenectomia inguinal bilateral. Após linfadenectomia: - pn1: observar - pn2-pn3: linfadenectomia pélvica. Considerar quimioterapia adjuvante (TIP ou TPF) ou quimioradioterapia adjuvante ou radioterapia adjuvante. Nos casos com doença linfonodal > 4,0 cm ou inguinal bilateral considerar quimioterapia neoadjuvante com esquema TIP. qqtn3: Após tratamento local: Quimioterapia neoadjuvante com TIP seguido de linfadenectomia inguinal bilateral e pélvica. Doença localizada irressecável que permanece irresecável após tratamento neoadjuvante: quimioradioterapia ou tratamento paliativo. CONSIDERAÇÕES Não há estudos que avaliem o papel da quimioterapia ou quimioradioterapia adjuvante. A decisão deve ser individualizada caso a caso. O NCCN, por exemplo, recomenda considerar seu uso nos seguintes casos: linfonodos pélvicos acometidos, extensão extranodal, acometimento inguinal bilateral ou mais de 3 linfonodos acometidos. Estudo retrospectivo não mostrou diferença entre quimioterapia, quimioradioterapia ou radioterapia adjuvante. 11,12 Em estudo com 30 pacientes em estádio III (N2 ou N3) foram submetidos a tratamento neoadjuvante com o esquema TIP. Neste estudo 50% dos pacientes tiveram resposta parcial e 73% dos pacientes foram a cirurgia. 10% dos pacientes tiveram resposta patológica completa e 30% permaneceram sem recorrência após 3 anos. 13
12 DOENÇA METASTÁTICA 1 a linha paliativa em pacientes com PS=0 ou 1 Cisplatina 75 mg/m 2 no D1 e 5FU mg/ m 2 D1 a D4 infusional 15 Paclitaxel 175 mg/m 2 no D1, cisplatina 25 mg/m 2 D1 a D3, ifosfamida mg/m2 D1 a D3 16 Cisplatina 75 mg/m 2 no D1, docetaxel 75 mg/m 2 no D1, 5FU 750 mg/m 2 D1 a D4 infusional 17 Pacientes com depuração da creatinina < 50 Considerar carboplatina e paclitaxel, apesar da ausência de estudo prospectivo nesta situação. CONSIDERAÇÕES Existem poucos dados prospectivos que avaliaram a eficácia do tratamento paliativo do câncer de pênis. Fatores prognósticos adversos identificados foram a presença de metástase visceral e PS > O tratamento consiste em quimioterapia baseada em cisplatina, podendo ser cisplatina + 5 FU 15, TIP (cisplatina, paclitaxel e ifosfamida) 16, cisplatina e gemcitabina, TPF (cisplatina, docetaxel e 5 FU). 17 A taxa de resposta varia entre 30% e 70% nos estudos, a sobrevida global em torno de 8 meses. Dados de 2 a linha somente com paclitaxel semanal e taxa de resposta de 30%. 18 Apesar da importância da via do EGFR na progressão do câncer de pênis, a adição de inibidores do EGFR no tratamento paliativo mostrou resultados modestos e não é indicada de rotina. 19
13 SEGUIMENTO Dependerá do tratamento inicial empregado e da presença de linfondos inguinais comprometidos. 20,21,22,23
14 Intervalo TRATAMENTO PRIMÁRIO 1º-2º ano 3º ao 5º ano Exame Duração/ recomendação Preservação peniana 3 meses 6 meses Exame físico/ Repetir biópsia para tratamento local ou laser para Ca in situ 5 anos / C Amputação 3 meses 1 ano Exame físico 5 anos / C AVALIAÇÃO LINFONODAL 1º-2º ano 3º ao 5º ano EXAME Vigilância ativa 3 meses 6 meses Exame físico 5 anos / C pn0 3 meses 1 ano Exame físico/ US com biópsia é opcional 5 anos / C 3 meses 6 meses Exame físico 5 anos / C pn+ 3 meses no 1º ano 6 meses no 2º ano -- RM de abdome/ pelve* 5 anos / C 6 meses -- TC/Rx de tórax* 5 anos / C * Indicação preferencialmente para pn2-n3
15 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Penis. In: American Joint Committee on Cancer Staging Manual, Springer, New York p Graafland NM, Lam W, Leijte JA, et al. Prognostic factors for occult inguinal lymph node involvement in penile carcinoma and assessment of the high-risk EAU subgroup: a two-institution analysis of 342 clinically node-negative patients. Eur Urol 2010 Nov;58(5): Hughes BE, Leijte JAP, Kroon BK, et al. Lymph node metastasis in intermediate-risk penile squamous cell cancer: a two-centre experience. Eur Urol Graafland NM, Teertstra HJ, Besnard AP, et al. Identification of high risk pathological node positive penile carcinoma: value of preoperative computerized tomography imaging. J Urol 2011 Mar;185(3): Alnajjar HM, et al. Treatment of carcinoma in situ of the glans penis with topical chemotherapy agents. Eur Urol 2012;62:923 8; 6. Veeratterapillay R, et al. Organ-preserving surgery for penile cancer: description of techniques and surgical outcomes. BJU Int 2012;110: ; 7. Gotsadze D, et al. Is conservative organ-sparing treatment of penile carcinoma justified? Eur Urol 2000;38:306-12; 8. Cordoba A, et al. Low-dose brachytherapy for early stage penile cancer: a 20-year single-institution study. Radiat Oncol 2016;11: Pizzocaro G, et al. Up-to-date management of carcinoma of the penis. Eur Urol 1997;32: Derakhshani P, et al. Results and 10-year follow-up in patients with squamous cell carcinoma of the penis. Urol Int 62:238, Hathaway AR, et al. Impact of perioperative chemotherapy and radiation for locally advanced penile squamous cell carcinoma (PSCC). J Clin Oncol 35, 2017 (suppl; abstr 4589). 12. Graafland NM, van Boven HH, van Werkhoven E, Moonen LM, Horenblas S. Prognostic significance of extranodal extension in patients with pathological node positive penile carcinoma. J Urol Oct;184(4): Epub 2010 Aug Pagliaro LC, Williams DL, Daliani D, Williams MB, Osai W, Kincaid M, Wen S, Thall PF, Pettaway CA. Neoadjuvant
16 paclitaxel, ifosfamide, and cisplatin chemotherapy for metastatic penile cancer: a phase II study. J Clin Oncol. 2010;28(24):3851. Epub 2010 Jul Pond GR, Di Lorenzo G, Necchi A, et al. Prognostic risk stratification derived from individual patient level data for men with advanced penile squamous cell carcinoma receiving first-line systemic ther- apy. Urol Oncol 2014;32: Di Lorenzo G, Buonerba C, Federico P, et al. Cisplatin and 5-fluorouracil in inoperable, stage IV squamous cell carcinoma of the penis. BJU Int 2012;110:E Pagliaro LC, Williams DL, Daliani D, et al. Neoadjuvant paclitaxel, ifosfamide, and cisplatin chemotherapy for metastatic penile can- cer: a phase II study. J Clin Oncol 2010;28: Nicholson S, Hall E, Harland SJ, et al. Phase II trial of docetaxel, cisplatin and 5FU chemotherapy in locally advanced and meta- static penis cancer (CRUK/09/001). Brit J Cancer 2013;109: Di Lorenzo G, Federico P, Buonerba C, et al. Paclitaxel in pretreated metastatic penile cancer: final results of a phase 2 study. Eur Urol 2011; 60(6): Carthon BC, Ng CS, Pettaway CA, Pagliaro LC. Epidermal growth factor receptor-targeted therapy in locally advanced or metastatic squamous cell carcinoma of the penis. BJU Int 2014;113: Leijte JAP, Kirrander P, Antonini N, et al. Recurrence patterns of squamous cell carcinoma of the penis: recommendations for follow-up based on a two-centre analysis of 700 patients. Eur Urol 2008 Jul;54(1): Kroon BK, Horenblas S, Lont AP, et al. Patients with penile carcinoma benefit from immediate resection of clinically occult lymph node metastases. J Urol 2005 Mar;173(3): Horenblas S, Newling DW. Local recurrent tumour after penis-conserving therapy. A plea for long-term follow-up. Br J Urol 1993 Dec;72(6): Djajadiningrat RS, van Werkhoven E, Meinhardt W, et al. Penile sparing surgery in penile cancer: does it affect survival? J Urol 2013 Dec 24. pii: S (13) doi: /j.juro Câncer de pênis
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