Módulo: Câncer de Próstata Localizado Alto Risco
|
|
|
- Cecília Deluca Castro
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Módulo: Câncer de Próstata Localizado Alto Risco
3 Caso 1
4 PFA, 55 anos, masculino Sem comorbidades, pratica tênis 2x/semana PSA = 11 ng/ml (primeiro PSA) TR com nódulo pétreo a E de 2 cm Biópsia Gleason 8 (4 + 4) em 6 fragmentos (base, médio e ápice E) de 18 com até 50% de envolvimento tumoral Cintilografia óssea: sem alterações
5 PFA, 55 anos, masculino Tabelas de Partin (JAMA, 1997) Doença confinada à próstata 28% Extensão extra-capsular 49% Invasão de vesículas seminais 14% Acometimento de linfonodo pélvico 7% RNM a seguir:
6 PFA, 55 anos, masculino Co + Cre / Ci = 0,4
7 PFA, 55 anos, masculino Co + Cre / Ci = 1,5
8 PFA, 55 anos, masculino DIFUSÃO
9 PFA, 55 anos, masculino PERFUSÃO
10 Vesículas Seminais Axial T2 FSE
11 Conduta?
12 PFA, 55 anos, masculino 1) Active surveillance 2) Prostatectomia radical 3) Radioterapia externa 4) Braquiterapia 5) Radioterapia + Análogo de LHRH
13 PFA, 55 anos, masculino 1) Active surveillance 2) Prostatectomia radical 3) Radioterapia externa 4) Braquiterapia 5) Radioterapia + Análogo de LHRH
14 Qual a melhor opção cirúrgica neste caso?
15 PFA, 55 anos, masculino 1) Prostatectomia radical (PR) aberta 2) PR laparoscópica 3) PR assistida por robótica 4) PR perineal
16 PFA, 55 anos, masculino 1) Prostatectomia radical (PR) aberta 2) PR laparoscópica 3) PR assistida por robótica 4) PR perineal
17 Qual a conduta em relação à dissecção dos nervos peri-prostáticos?
18 PFA, 55 anos, masculino 1) Preservação dos feixes vásculo-nervosos a E 2) Preservação dos feixes vásculo-nervosos a D 3) Preservação dos feixes vásculo-nervosos bilateralmente 4) Sem preservação dos feixes
19 PFA, 55 anos, masculino 1) Preservação dos feixes vásculo-nervosos a E 2) Preservação dos feixes vásculo-nervosos a D 3) Preservação dos feixes vásculo-nervosos bilateralmente 4) Sem preservação dos feixes
20 Qual a extensão da dissecção linfonodal neste caso?
21 PFA, 55 anos, masculino Optado por prostatectomia radical assistida por robótica Preservação nervosa a D Linfadenectomia ampliada até nível da bifurcação da art. ilíaca Cirurgia sem intercorrências
22 PFA, 55 anos, masculino AP Gleason 8 (4 + 4) todo lobo E 40% volume glandular Invasão vascular e perineural negativas Cápsula envolvida e margem positiva VS esquerda com invasão por contiguidade Linfonodos negativos 0/12 pt3b pn0 PSA (2 meses) < 0,003
23 PFA, 55 anos, masculino
24 Conduta?
25 PFA, 55 anos, masculino 1) Observação 2) Hormonioterapia adjuvante c/ análogo LHRH 3) Radioterapia adjuvante + análogo LHRH 4) Radioterapia isolada adjuvante 5) Aguardar subida de PSA para tratamento
26 PFA, 55 anos, masculino 1) Observação 2) Hormonioterapia adjuvante c/ análogo LHRH 3) Radioterapia adjuvante + análogo LHRH 4) Radioterapia isolada adjuvante 5) Aguardar subida de PSA para tratamento
27 Qual a dosagem de RT e campo recomendada para este caso?
28 PFA, 55 anos, masculino 1) Gy (leito prostático somente) 2) Gy (leito prostático + pelve) 3) 78 Gy (leito prostático somente) 4) 78 Gy (leito prostático + pelve)
29 PFA, 55 anos, masculino 1) Gy (leito prostático somente) 2) Gy (leito prostático + pelve) 3) 78 Gy (leito prostático somente) 4) 78 Gy (leito prostático + pelve)
30 PFA, 58 anos, masculino Paciente realizou RDT adjuvante com 64 Gy Optado pela associação de análogo de LHRH por 36 meses. Permanece assintomático e PSA < 0,001
31 Caso 2
32 CFSS, 53 anos, masculino Sem comorbidades, pai c/ CA próstata aos 55 anos PSA = 32 ng/ml TR com próstata de consistência pétrea e suspeita de invasão extra-capsular Biópsia Gleason 9 (4 + 5) em 8 fragmentos de 18 com até 80% de envolvimento. Tumor bilateral Cintilografia óssea e TC pelve: ausência de doença linfonodal e óssea
33 CFSS, 53 anos, masculino Tabelas de Partin (JAMA, 1997) Doença confinada à próstata 2% Extensão extra-capsular 26% Invasão de vesículas seminais 33% Acometimento de linfonodo pélvico 37%
34 CFSS, 53 anos, masculino
35 Conduta?
36 CFSS, 53 anos, masculino 1) Radioterapia 2) Radioterapia + Análogo de LHRH 3) Análogo LHRH 4) Prostatectomia radical 5) Prostatectomia radical + análogo de LHRH + radioterapia adjuvante
37 CFSS, 53 anos, masculino 1) Radioterapia 2) Radioterapia + Análogo de LHRH 3) Análogo LHRH 4) Prostatectomia radical 5) Prostatectomia radical + análogo de LHRH + radioterapia adjuvante
38 Qual o tipo e tempo de hormonioterapia neste caso?
39 CFSS, 53 anos, masculino 1) Bicalutamida 150 mg/d por 36 meses 2) Bicalutamida 50 m/d + Análogo de LHRH, ambos por 36 meses 3) Análogo LHRH por 6 meses 4) Análogo LHRH por 36 meses 5) Análogo LHRH indefinidamente
40 CFSS, 53 anos, masculino 1) Bicalutamida 150 mg/d por 36 meses 2) Bicalutamida 50 m/d + Análogo de LHRH, ambos por 36 meses 3) Análogo LHRH por 6 meses 4) Análogo LHRH por 36 meses 5) Análogo LHRH indefinidamente
41 Qual a dosagem de RT e campo recomendada para este caso?
42 CFSS, 53 anos, masculino 1) Gy (próstata somente) 2) Gy (próstata+ pelve) 3) 78 Gy (próstata somente) 4) 78 Gy (próstata + pelve)
43 CFSS, 53 anos, masculino 1) Gy (próstata somente) 2) Gy (próstata+ pelve) 3) 78 Gy (próstata somente) 4) 78 Gy (próstata + pelve)
44 Módulo: Câncer de Próstata Recidiva Bioquímica
45 Caso 1
46 FM, 70 anos, masculino, HAS Ago/2002: Adenocarcinoma acinar Gleason 6 (3+3) / PSA = 8 ng/ml / ct2a cn0 M0 Set/2002: Prostatectomia radical: Gleason 7 (3+4) bilateral com extensão extracapsular. Margens negativas. Vesícula seminal invadida a esquerda. Linfonodos pélvicos: negativos
47 FM, 70 anos, masculino, HAS
48 FM, 70 anos, masculino, HAS Nov/2002 PSA < 0,2 (2 meses) Mar/2003 PSA < 0,2 (6 meses) Ago/2003 PSA = 0,37 (11 meses) Nódulo palpável no leito prostático RM: nódulo em leito prostático medindo 1 cm
49 Axial T2 FSE
50 FM, 70 anos, masculino, HAS Out/2003 Biópsia: Adenocarcinoma Gleason 8 (4 + 4)
51 Conduta?
52 FM, 70 anos, masculino, HAS 1) Radioterapia 2) Análogo LHRH 3) Radioterapia + Análogo LHRH 4) Radioterapia + anti-androgênio periférico 5) Observação
53 FM, 70 anos, masculino, HAS 1) Radioterapia 2) Análogo LHRH 3) Radioterapia + Análogo LHRH 4) Radioterapia + anti-androgênio periférico 5) Observação
54 Stephenson AJ et al. J Clin Oncol 25, 2007:
55
56
57 FM, 73 anos, masculino, HAS Nov/2003 a Jan/2004: RT 3D 74 Gy + Análogo LHRH concomitante e adjuvante por 3 anos Fev/2004 PSA < 0,2 Mai/2004 PSA < 0,01 Ago/2004 PSA 0,01. Testosterona: 11 ng/ml Nov/2004 RNM pelve: resposta completa Jan/2007: PSA < 0,003
58 O que fazer neste momento? (completou 3 anos de análogo LHRH)
59 FM, 73 anos, masculino, HAS 1) Suspender análogo de LHRH 2) Manter análogo LHRH indefinidamente
60 FM, 73 anos, masculino, HAS 1) Suspender análogo de LHRH 2) Manter análogo LHRH indefinidamente * Mantém PSA atual < 0,003, assintomático
61 Caso 2
62 Ago/2008: Gleason 7 (3 + 4) em lobo E/ TR normal / PSA 6,0 / T1c AC, 54 anos, masculino Set/2008 Cintilografia óssea e TC pelve: ambas negativas para metástases Set/2008 Radioterapia externa + análogo LHRH com antiandrogênio periférico por 6 meses
63 11/2008 (2 meses) PSA < /2009 (9 meses) PSA < 0,003 10/2009 (14 meses) PSA < 0,003 01/2010 (17 meses) PSA 0,02 04/2010 (20 meses) PSA 0,2 07/2010 (23 meses) PSA 0,25 11/2010 (27 meses) PSA 0,47 02/2011 (30 meses) PSA 0,65 05/2011 (33 meses) PSA 0,85 08/2011 (36 meses) PSA 1,02 02/2012 (42 meses) PSA 1,46 (toque retal: área espessada a E) Tempo de duplicação do PSA: 7.7 meses Velocidade do aumento do PSA: 0.70ng/mL/ano
64 Conduta?
65 AC, 57 anos, masculino 1) Prostatectomia de resgate 2) Análogo LHRH 3) Crioterapia 4) Exames de imagem e biópsia prostática
66 AC, 57 anos, masculino 1) Prostatectomia de resgate 2) Análogo LHRH 3) Crioterapia 4) Exames de imagem e biópsia prostática
67 AC, 57 anos, masculino Realizado cintilografia óssea: negativo para metástases Realizado RM com bobina endoretal: a seguir
68
69 AC, 57 anos, masculino Atrofia metabólica Co/Cre = 2
70 AC, 57 anos, masculino Biópsia prostática: adenocarcinoma Gleason em 3/18 fragmentos a E (base e terço médio com até 50% de comprometimento)
71 AC, 57 anos, masculino
72 Conduta?
73 AC, 57 anos, masculino 1) Prostatectomia de resgate 2) Análogo LHRH 3) Crioterapia 4) Braquiterapia
74 AC, 57 anos, masculino 1) Prostatectomia de resgate 2) Análogo LHRH 3) Crioterapia 4) Braquiterapia
75 AC, 54 anos, masculino 02/2012 Prostatectomia radical de resgate: Gleason 8 (4 + 4) bilateral sem a presença de extensão extra-capsular e margens negativas. Vesículas e linfonodos negativos (pt2 pn0)
76 AC, 54 anos, masculino 02/2012 Prostatectomia radical de resgate: Gleason 8 (4 + 4) bilateral sem a presença de extensão extra-capsular e margens negativas. Vesículas e linfonodos negativos (pt2 pn0) Incontinência moderada Impotência sexual severa 03/2012 PSA: < 0.003
77 Fim
Módulo: Câncer de Próstata Localizado de Risco Baixo e Intermediário
Módulo: Câncer de Próstata Localizado de Risco Baixo e Intermediário Caso 1 AAC, 68 anos, masculino Hipertenso, corrida 3x/semana, TR: nódulo não pétreo em base E (volume próstatico 30 cc) 22/10/09: PSA
Recorrência Bioquímica depois de Prostatectomia Radical. PG em Medicina e Ciências da Saúde FMPUCRS
Diretrizes de Conduta de Recorrência Bioquímica depois de Prostatectomia Radical Gustavo Franco Carvalhal PG em Medicina e Ciências da Saúde FMPUCRS Recorrência Bioquímica Pós PR Dr. Fernando Maluf Dr.
Câncer de Próstata. Dr.Adolfo Oliveira
Câncer de Próstata Dr.Adolfo Oliveira Câncer de Próstata Aproximadamente 46 mil casos/ano Cerca 24% de chance de desenvolver Câncer de Próstata durante a vida Aproximadamente 30% não são avaliadas para
FATORES PREDITIVOS PARA FALHA BIOQUÍMICA APÓS RADIOTERAPIA DE RESGATE EM CÂNCER DE PRÓSTATA, PÓS- PROSTATECTOMIA RADICAL
FATORES PREDITIVOS PARA FALHA BIOQUÍMICA APÓS RADIOTERAPIA DE RESGATE EM CÂNCER DE PRÓSTATA, PÓS- PROSTATECTOMIA RADICAL Marco Antonio Costa Campos de SANTANA 1,2 ; Carlos Bo ChurHONG 1,2 ; Mariana Vilela
Hotel Melia- Braga, Portugal, 13 de Abril de Caso Clínico. Cancro da próstata resistente à castração
Caso Clínico Cancro da próstata resistente à castração Anamnese 80 anos Reformado Antecedentes pessoais: Dislipidémia Gastrite crónica Sem cirurgias anteriores Sem alergias conhecidas Medicação regular:
A.S.O D.N DEZ 2006 RASTREIO DE DOENÇAS PROSTÁTICAS
A.S.O D.N. 06-01-1954 DEZ 2006 RASTREIO DE DOENÇAS PROSTÁTICAS 52 anos IPSS 1 /QoL 2 Diminuição do volume do ejaculado AP irrelevantes / Medicação 0 / Alergias -0 AF 0 TR próstata pequena 30 cc nódulo
Módulo: Câncer de Próstata Metastático
Módulo: Câncer de Próstata Metastático Caso 1 WGB, 57 anos, masculino Paciente sem comorbidades 1997: PSA elevado em exame de rotina (sic) 1997: Prostatectomia: adenocarcinoma de próstata comprometendo
DOU de 22/08/2007 seção 1. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 467, DE 20 DE AGOSTO DE 2007
DOU de 22/08/2007 seção 1 Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 467, DE 20 DE AGOSTO DE 2007 O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, considerando a constante
Tratamento de Resgate após. Eu prefiro HIFU ou Crioterapia GUSTAVO CARDOSO CHEFE DO SERVIÇO DE UROLOGIA
Tratamento de Resgate após Falha da Radioterapia Eu prefiro HIFU ou Crioterapia i GUSTAVO CARDOSO GUIMARÃES CHEFE DO SERVIÇO DE UROLOGIA Câncer da Próstata Estados Unidos Siegel R, CA CANCER J CLIN 2014
Módulo: Câncer de Rim Metastático
Módulo: Câncer de Rim Metastático Caso 1 RKG, 54 anos, masculino Assintomático Hipertensão arterial e Diabetes controlados Lesão observada em USG de rotina Nov/2009: RM de abdômen a seguir... RKG, 54 anos,
Qual o melhor tratamento para o Câncer de Próstata de risco baixo ou intermediário?
Qual o melhor tratamento para o Câncer de Próstata de risco baixo ou intermediário? Radioterapia (externa/braquiterapia) Erlon Gil Radioterapia Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo Randomized
Alerson Molotievschi Residente 2º ano - Radioterapia
Alerson Molotievschi Residente 2º ano - Radioterapia [email protected] Tratamento Simultâneo de Linfonodos na Pelve com Diferentes Doses por Fração: Radioterapia Simultânea Modulada e Acelerada
GUIA DO CÂNCER DE PRÓSTATA
GUIA DO CÂNCER DE PRÓSTATA CÂNCER DE PRÓSTATA O QUE É? É o tipo de câncer que ocorre na próstata: glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo
Cintilografia Óssea com 99mTc-MDP na suspeição do câncer de próstata.
Cintilografia Óssea com 99mTc-MDP na suspeição do câncer de próstata. Serviço de Medicina Nuclear e Imagem Molecular Hospital Universitário Antônio Pedro Universidade Federal Fluminense Autor Elisa Carla
Câncer de Próstata Risco Intermediário
Câncer de Próstata Risco Intermediário Como decidir João Luis Fernandes da Silva Radioterapia Hospital Sírio-Libanês São Paulo Definição de Grupos de Risco PSA Gleason Estádio Clínico Toque Exames de Imagem
Vigilância ativa em câncer de próstata. Marcos Tobias Machado Setor de Uro-oncologia
Vigilância ativa em câncer de próstata Marcos Tobias Machado Setor de Uro-oncologia Argumentos que justificam a vigilância ativa como opção terapêutica Câncer de próstata na era do PSA Apresentação clínica
Revisão da Anatomia e definição dos volumes de tratamento: câncer de próstata
FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS UNIVERSIDADE DE CAMPINAS Revisão da Anatomia e definição dos volumes de tratamento: câncer de próstata JUMARA MARTINS R3 RADIOTERAPIA/ 2013 FCM- UNICAMP Anatomia Classificação
Habitualmente, em fases iniciais o câncer de próstata não causa sintomas. Já quando a doença está avançada, o paciente pode apresentar:
Câncer de próstata Câncer de próstata O câncer de próstata é o tumor que ocorre na próstata, uma glândula masculina localizada abaixo da bexiga, por onde passa a uretra (canal que conduz a urina desde
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA RADIOTERAPIA
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA RADIOTERAPIA MARÇO DE 2017 2 INTRODUÇÃO Prezados(as) Doutores(as), Este é o primeiro conteúdo sobre Radioterapia desenvolvido pelo Programa de Educação Médica Continuada
NICOLE MOREM PILAU. Trabalho apresentado à Universidade Federal de Santa Catarina, como requisito para a conclusão do Curso de Graduação em Medicina
NICOLE MOREM PILAU RELAÇÃO DO ANTÍGENO PROSTÁTICO ESPECÍFICO, DO ESCORE DE GLEASON E DA PERCENTAGEM DE TUMOR NA BIÓPSIA COM O ESTADIAMENTO PATOLÓGICO NO CÂNCER DE PRÓSTATA Trabalho apresentado à Universidade
Câncer de próstata. Prof. Dr. Wagner Eduardo Matheus CRM-SP Assistente da Disciplina de Urologia da UNICAMP.
Câncer de próstata Câncer de próstata Prof. Dr. Wagner Eduardo Matheus CRM-SP 63.344. Assistente da Disciplina de Urologia da UNICAMP. Dr. Wilmar Azal Neto CRM-SP 135.243. Residente de Urologia da UNICAMP.
Oncologia. Caderno de Questões Prova Discursiva
Caderno de Questões Prova Discursiva 2015 01 Mulher de 54 anos de idade, pré-menopausa, apresenta mamografia com lesão sólida de 1,3 cm no quadrante superior externo de mama esquerda e calcificações difusas
Rodrigo de Morais Hanriot Radioterapeuta Sênior Hospital Israelita Albert Einstein e Hospital Alemão Oswaldo Cruz
Os Trabalhos/Abstracts mais Relevantes em Câncer Ginecológico Rodrigo de Morais Hanriot Radioterapeuta Sênior Hospital Israelita Albert Einstein e Hospital Alemão Oswaldo Cruz Índice Neoplasia endometrial
RECIDIVA BIOQUÍMICA PÓS-PR DEFINIÇÃO IMAGEM CONDUTA
RECIDIVA BIOQUÍMICA PÓS-PR PR DEFINIÇÃO IMAGEM CONDUTA PAULO CESAR VIÉGAS MARTINS HC UFMG / H. MÁRIO PENNA / BIOCOR CONGRESSO MINEIRO DE UROLOGIA TIRADENTES - 2016 DEFINIÇÃO Passado: PSA > 0,4 ng/ml e
MESA-REDONDA: MÓDULO DE CÂNCER DE PRÓSTATA. Radioterapia na doença oligometastática de próstata. SBRT e outras estratégias
MESA-REDONDA: MÓDULO DE CÂNCER DE PRÓSTATA Radioterapia na doença oligometastática de próstata. SBRT e outras estratégias Rio de Janeiro, 26 de Outubro de 1017 Nenhum conflito de interesse a declarar [email protected]
Avaliação e Tratamento da Recidiva Loco-regional do Câncer de Próstata
MARÇO 2018 Avaliação e Tratamento da Recidiva Loco-regional do Câncer de Próstata Gustavo Lemos Novas Técnicas no Manejo do Câncer de Próstata PSA supersensível RMM Biópsia com fusão de imagens Seleção
Como eu faço. Aspectos práticos da braquiterapia de próstata com baixa taxa de dose. HSL - Jun/98 a Março/ casos. Paula P. Rodrigues Ferreira
Como eu faço Aspectos práticos da braquiterapia de próstata com baixa taxa de dose HSL - Jun/98 a Março/14 985 casos Paula P. Rodrigues Ferreira R3 Hospital Sírio-Libanês [email protected] Por que
Francisco Madeira Pina
CARCINOMA PRÓSTATA ATITUDE APÓS TRATAMENTO CURATIVO ESTADO DA ARTE, NOVOS CAMINHOS UROLOGISTA Prostate Cancer Attitude after curative treatment State of the Art treatment new avenues Urologist { Francisco
Reunião Bibliográfica
CHARACTERISTICS OF DETECTED AND MISSED PROSTATE CANCER FOCI ON 3-T MULTIPARAMETRIC MRI USING AN ENDORECTAL COIL CORRELATED WITH WHOLE-MOUNT THIN-SECTION HISTOPATHOLOGY NELLY TAN; DANIEL J. MARGOLIS; DAVID
Câncer de próstata. O que você deve saber. Marco A. Fortes HNMD
Câncer de próstata O que você deve saber Marco A. Fortes HNMD Incidência do câncer em homens no Brasil em 1999 Localização Homens % Pele 19500 15,0 Pulmão 14800 11,6 Próstata 14500 11,4 Estômago 13600
HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PROGRAMA DE RESIDENCIA MÉDICA EM CIRURGIA GERAL
HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PROGRAMA DE RESIDENCIA MÉDICA EM CIRURGIA GERAL PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES SUBMETIDOS A PROSTATECTOMIA RADICAL NO HOSPITAL
Terapêutica hormonal de 2ª linha?
Terapêutica hormonal de 2ª linha? FRANCISCO BOTELHO H O S P I TA L D E B R A G A CURSO CARCINOMA DA PRÓSTATA RESISTENTE A CASTRAÇÃO 13 18 de DE Setembro MAIO DE de 2014 2013 Tópicos Introdução Terapêutica
Módulo: Câncer de Colo de Útero
Módulo: Câncer de Colo de Útero Caso 1 TR, 32 anos, médica, sem comorbidades Paciente casada sem filhos Abril/13 Citologia Útero- Negativo para células neoplásicas Abril/14 - Citologia uterina- Lesão alto
Locally advanced prostate cancer Alternatives in radiation treatments. Robson Ferrigno
Locally advanced prostate cancer Alternatives in radiation treatments Robson Ferrigno Alternativas em radioterapia para câncer de próstata localmente avançada Radioterapia externa com dose escalonada Radioterapia
Radioterapia baseada em evidência no tratamento adjuvante do Câncer de Endométrio: RT externa e/ou braquiterapia de fundo vaginal
Radioterapia baseada em evidência no tratamento adjuvante do Câncer de Endométrio: RT externa e/ou braquiterapia de fundo vaginal Paulo Eduardo Novaes, MD, PhD Departamento de Radioterapia Hospital AC
FEOCROMOCITOMA EM CRIANÇAS Aspectos clínicos e de imagem
Aspectos clínicos e de imagem Introduçã ção ETIOLOGIA Neoplasia de células cromafins do eixo simpático adrenomedular Produtores de catecolaminas e de outros peptídeos vasoativos Localização mais comum
Teleterapia Indicações e Resultados na Doença Localizada. Câncer de Próstata. XIII Congresso da Sociedade Brasileira de Radioterapia Rio de Janeiro
Teleterapia Indicações e Resultados na Doença Localizada Câncer de Próstata Luiz Gustavo Guimarães de Oliveira Residente/R3 HOSPITAL ARAÚJO JORGE - GOIÂNIA - GO CÂNCER DE PRÓSTATA Radioterapia Cirurgia
Terapia conservadora da mama em casos multifocais/multicêntricos
Caso Clínico Terapia conservadora da mama em casos multifocais/multicêntricos Realização: Escola Brasileira de Mastologia Antônio Frasson, Francisco Pimentel e Ruffo de Freitas Autor do Caso Márden Pinheiro
Discussão de Caso Clínico Nathalia Rossato
Discussão de Caso Clínico Nathalia Rossato Gramado, 31 de agosto de 2018 Câncer de mama Inicial em paciente jovem Câncer de mama Inicial em paciente jovem IDENTIFICAÇÃO 02/09/2015 I.G.K., 33 anos, judia
Rising PSA, estratificação de risco, como tratar e acompanhar estes pacientes?
Rising PSA, estratificação de risco, como tratar e acompanhar estes pacientes? Gustavo Franco Carvalhal Doutor em Urologia pela Universidade de São Paulo Professor da Faculdade de Medicina e da Pós-Graduação
Dr. Bruno Pinto Ribeiro Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Hospital Universitário Walter Cantídio
Dr. Bruno Pinto Ribeiro Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Hospital Universitário Walter Cantídio Incidência aumentando EUA e Europa Homens Aumento diagnóstico precoce T1 e T2 prognóstico ruim recidiva
Aparelho médico que utiliza HIFU (high intensity focused ultrasound) para tratar o câncer da próstata (Vide HIFU).
a Ablatherm HIFU: Aparelho médico que utiliza HIFU (high intensity focused ultrasound) para tratar o câncer da próstata (Vide HIFU). Adenoma da próstata: Tumor benigno da próstata que causa um aumento
Câncer de Próstata. Paulo Guilherme de Oliveira Salles, MD, MBA, PhD
Câncer de Próstata Paulo Guilherme de Oliveira Salles, MD, MBA, PhD Declaração* Ausência de conflitos de interesse. *Resolução da Diretoria Colegiada da ANVISA RDC no. 96/08 Papel do Patologista Envolva
Importância do Estadiamento. Cirurgia Cabeça e Pescoço - HMCP Cirurgia Torácica - HMCP. J. L. Aquino
Importância do Estadiamento Cirurgia Cabeça e Pescoço - HMCP Cirurgia Torácica - HMCP J. L. Aquino 7º a 10º CA mais prevalente / 5º mais letal 400 a 562.000 óbitos/ano 17.460 casos novos/ ano 15.020 óbitos
CÂNCER DE COLO DE ÚTERO OPERADO RADIOTERAPIA COMPLEMENTAR: INDICAÇÕES E RESULTADOS
CÂNCER DE COLO DE ÚTERO OPERADO RADIOTERAPIA COMPLEMENTAR: INDICAÇÕES E RESULTADOS Hospital Erasto Gaertner Serviço de Radioterapia Sílvia Pecoits Câncer de Colo Uterino 500.000 casos novos no mundo com
Braquiterapia Ginecológica
Braquiterapia Ginecológica Indicações e recomendações clínicas American Brachytherapy Society (ABS) European Society for Radiotherapy & Oncology (GEC-ESTRO) Rejane Carolina Franco Hospital Erasto Gaertner-
QUANDO SOLICITAR A RM DE PRÓSTATA COMO PARTE DO DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO? DR.PÚBLIO VIANA
QUANDO SOLICITAR A RM DE PRÓSTATA COMO PARTE DO DIAGNÓSTICO E ESTADIAMENTO? DR.PÚBLIO VIANA RM NO CA PROSTÁTICO Estadiamento loco-regional Detecção tumoral Pesquisa de recidiva local pósprostatectomia
RADIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DO ENDOMÉTRIO
XI Congresso Brasileiro de Radioterapia RADIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DO ENDOMÉTRIO FELIPE QUINTINO KUHNEN Hospital de Caridade Florianópolis, SC CEPON Florianópolis, SC Hospital São José Criciúma,
Encontro Pós ASTRO 2011
Encontro Pós ASTRO 2011 Principais trabalhos apresentados em CÂNCER DE BEXIGA Arnoldo Mafra Belo Horizonte / MG Trabalhos em câncer de bexiga Poucos trabalhos: 6 trabalhos com apresentação oral (139 a
Câncer de próstata avançado
Câncer de próstata avançado Renato Panhoca Centro de Estudos Urológicos do HSPE - CEU Serviço de Urologia - HSPE Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo Centro de Estudos Urológicos do HSPE
TROCANDO IDÉIAS XV MICROCARCINOMA CERVICAL HISTERECTOMIA SIMPLES? Gutemberg Almeida Instituto de Ginecologia - UFRJ ABG Capítulo RJ
TROCANDO IDÉIAS XV MICROCARCINOMA CERVICAL HISTERECTOMIA SIMPLES? Gutemberg Almeida Instituto de Ginecologia - UFRJ ABG Capítulo RJ Microcarcinoma do Colo Uterino Incidência: 7% dos cânceres de colo uterino
O que é e para que serve a Próstata
O que é e para que serve a Próstata A próstata é uma glândula que faz parte do aparelho genital masculino. Está localizada abaixo da bexiga, atravessada pela uretra. Seu tamanho e forma correspondem a
Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço
Dr. Bruno Pinto Ribeiro Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Hospital Universitário Walter Cantídio Introdução Mais de 99% câncer de tireóide tópico Locais ectópicos struma ovarii, pescoço Objetivo
CASO CLÍNICO AGOSTO 2016
CASO CLÍNICO AGOSTO 2016 Comitê de Câncer Colorretal da SBCO 2016 2018 Dr. Claudio de Almeida Quadros BA - Coordenador Dr. Samuel Aguiar Junior SP Dr. Paulo Roberto Stevanato Filho - SP Dr. Ademar Lopes
PSA, Imagem, Biópsia. Dr. José Pontes. - ICESP - H Brigadeiro - H Oswaldo Cuz
PSA, Imagem, Biópsia Dr. José Pontes - ICESP - H Brigadeiro - H Oswaldo Cuz PSA produzido pelo ácino prostático : liquefação esperma níveis elevados associado ao CaP aprovado FDA em 1986 p/ detecção recidiva
Merkel Cell Carcinoma Tratamento imunológico
Merkel Cell Carcinoma Tratamento imunológico Dr Frederico Perego Costa Centro de Oncologia Hospital Sírio Libanês São Paulo - Brasil Merkel cell carcinoma - incidência Carcinoma neuroendócrino bastante
Conceito e Uso do PET/CT em Cabeça e Pescoço. Carlos Eduardo Anselmi
Conceito e Uso do PET/CT em Cabeça e Pescoço Carlos Eduardo Anselmi 18F-FDG O 18F-FDG é um radiofármaco O FDG tem biodistribuição semelhante à da glicose O FDG é ligado ao 18F (fluoreto), que é um emissor
ANEXO I TABELA DE AVALIAÇÃO DE SINTOMAS DE BOYARSKY MODIFICADA
ANEXO I TABELA DE AVALIAÇÃO DE SINTOMAS DE BOYARSKY MODIFICADA TABELA DE AVALIAÇÃO DE SINTOMAS DE BOYARSKY MODIFICADA. 1- HESITAÇÃO (OBSTRUTIVO) 0 Ocasional (ocorre em 20% ou menos das tentativas de urinar).
Screening no Câncer de Próstata: deve ser recomendado de rotina para os homens entre 50 e 70 anos? Aguinaldo Nardi São Paulo Março 2012
Screening no Câncer de Próstata: deve ser recomendado de rotina para os homens entre 50 e 70 anos? Aguinaldo Nardi São Paulo Março 2012 CÂNCER DE PRÓSTATA Câncer mais comum em homens, exceto pele Segunda
Câncer de Bexiga Musculo Invasivo. Guilherme de Almeida Prado Costa Médico Assistente do Serviço de Urologia Hospital Amaral Carvalho Jaú/ São Paulo
Câncer de Bexiga Musculo Invasivo Guilherme de Almeida Prado Costa Médico Assistente do Serviço de Urologia Hospital Amaral Carvalho Jaú/ São Paulo Epidemiologia 9º câncer mais comum no mundo Média de
CÂNCER DE PRÓSTATA: uma revisão de literatura com abordagem abrangente de aspectos anatômicos, clínicos e terapêuticos INTRODUÇÃO
1 CÂNCER DE PRÓSTATA: uma revisão de literatura com abordagem abrangente de aspectos anatômicos, clínicos e terapêuticos Raissa Silva Frota 1 Eduardo Di Oliveira Pires 2 Andrey Tavares de Oliveira Penido
Indicações e passo-a-passo para realização de SBRT
Indicações e passo-a-passo para realização de SBRT Heloisa de Andrade Carvalho [email protected] [email protected] SBRT O que é? Porquê? Para quê? Passo-a-passo SBRT O que é? Stereotactic
A utilização da radioterapia adjuvante na neoplasia de pulmão não oat-cell tem a seguinte repercussão:
Questão 01 A utilização da radioterapia adjuvante na neoplasia de pulmão não oat-cell tem a seguinte repercussão: A) redução no controle local dos pacientes N1 N2 B) benefício no controle local dos pacientes
Câncer de Próstata Localizado
Urologia Fundamental CAPÍTULO 23 Câncer de Próstata Localizado Stênio de Cássio Zequi Rodrigo Sousa Madeira Campos UROLOGIA FUNDAMENTAL INTRODUÇÃO Anteriormente ao emprego do PSA, 70 a 80% dos diagnósticos
Câncer de próstata. Câncer de próstata localmente avançado Resultados do tratamento com radioterapia e supressão hormonal.
Câncer de próstata Câncer de próstata localmente avançado Resultados do tratamento com radioterapia e supressão hormonal Robson Ferrigno RT + HT Bloqueio hormonal isolado: sem intuito curativo Associado
CÂNCER LARINGE. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ Hospital Walter Cantídio Residência em Cirurgia de Cabeça e Pescoço CÂNCER DE LARINGE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ Hospital Walter Cantídio Residência em Cirurgia de Cabeça e Pescoço CÂNCER DE LARINGE GEAMBERG MACÊDO ABRIL - 2006 INTRODUÇÃO Câncer de cabeça e pescoço : 6º lugar. 90% são
QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DE ENDOMÉTRIO. QUANDO HÁ EVIDÊNCIAS E QUANDO COMBINÁ-LA COM A RADIOTERAPIA
QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DE ENDOMÉTRIO. QUANDO HÁ EVIDÊNCIAS E QUANDO COMBINÁ-LA COM A RADIOTERAPIA Dr. Markus Gifoni Oncologista Clínico Instituto do Câncer do Ceará Fortaleza 01/06/2013 Informações
Apresentador JOSÉ EDUARDO CHICARELLI MARTIN
Apresentador JOSÉ EDUARDO CHICARELLI MARTIN Acadêmico do 4º ano de Medicina Orientador Dr. Gustavo Viani Arruda Médico Radioncologista FACULDADE DE MEDICINA DE MARÍLIA/SP O presente trabalho foi submetido
Prostatic Stromal Neoplasms: Differential Diagnosis of Cystic and Solid Prostatic and Periprostatic Masses
Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem Setor Abdome Prostatic Stromal Neoplasms: Differential Diagnosis of Cystic and Solid Prostatic and Periprostatic
06 A 08 DE NOVEMBRO DE 2014 PROGRAMA
06 A 08 DE NOVEMBRO DE 2014 PROGRAMA 06/11/14 QUINTA-FEIRA 08:30 08:37 Cerimônia de Abertura 08:37 08:45 Filme em homenagem ao cirurgião oncologista Fernando Campello Gentil 08:45 09:00 Patologia molecular
Discussão de Casos - Mutações ALK. Eduardo Cronemberger Oncologia clínica/ Pesquisa clínica PRONUTRIR e CRIO GBOT/LACOG Fortaleza-Ceará
Discussão de Casos - Mutações ALK Eduardo Cronemberger Oncologia clínica/ Pesquisa clínica PRONUTRIR e CRIO GBOT/LACOG Fortaleza-Ceará Conflito de interesses Não há conflito de interesses relacionado a
Fernando Biazzi. Orientador: Prof. Dr. Carlos Márcio Nóbrega de Jesus. Botucatu
Fernando Biazzi Características principais de pacientes com PSA menor ou igual a 4,0 ng/ml, submetidos à biópsia de próstata guiada pelo ultrassom transretal Orientador: Prof. Dr. Carlos Márcio Nóbrega
CÂNCER DE BOCA E OROFARINGE
CÂNCER DE BOCA E OROFARINGE EQUIPE MULTIDISCIPLINAR LOCAIS MAIS FREQUÊNTES DAS LESÕES PRECOCES Mashberg e Meyer LESÕES PRE- CANCEROSAS CAMPO DE CANCERIZAÇÃO FOCOS MÚLTIPLOS MAIOR PROBABILIDADE DE ALTERAÇÕES
Quais os reais benefícios de IMRT de Próstata?
Quais os reais benefícios de IMRT de Próstata? Joana Spaggiari Marra Residente 3º ano Radioterapia Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo IMRT Uso clínico iniciou-se da década
Módulo: Câncer de Rim Localizado
Módulo: Câncer de Rim Localizado Caso 1 CAL, 56 anos, masculino Paciente médico, obeso (IMC = 41; peso 120 kg) Antecedentes clínicos: nefrolitíase Antecedentes cirúrgicos: Laparotomia mediana por divertículo
Os tumores neuroendócrinos retais expressam marcadores como cromogranina e sinaptofisina, embora nem sempre sejam positivo.
Os tumores neuroendócrinos (TNE) retais correspondem a 34% dos tumores neuroendócrinos do TGI, ficando atrás em incidência apenas dos TNE de delgado. A incidência de tumores neuroendócrinos retais tem
DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES
Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00
TABELA DE PROCEDIMENTOS SUS
TABELA DE PROCEDIMENTOS SUS QUIMIOTERAPIA PALIATIVA: 03.04.02.015-0 - Quimioterapia Paliativa do Carcinoma de Nasofaringe avançado (estádio IV C ou doença recidivada) C11.0, C11.1, C11.2, C11.3, C11.8,
DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+
CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA
JOSÉ RICARDO TUMA DA PONTE
JOSÉ RICARDO TUMA DA PONTE Papel do bloqueio androgênico no tratamento do câncer de próstata localmente avançado Tese apresentada a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo para obtenção do título
GUSTAVO CARDOSO GUIMARÃES CHEFE DO SERVIÇO DE UROLOGIA HOSPITAL A C CAMARGO
Câncer da Próstata Resgate da Recidiva Bioquimica após Radioterapia Opções de tratamento GUSTAVO CARDOSO GUIMARÃES CHEFE DO SERVIÇO DE UROLOGIA HOSPITAL A C CAMARGO Câncer da Próstata - Mundo Jemal, CA
Saúde da Próstata. XXX Ciclo de Debate Município Saudável Envelhecimento Ativo. Claudio B. Murta
Divisão de Clínica Urológica Saúde da Próstata XXX Ciclo de Debate Município Saudável Envelhecimento Ativo Claudio B. Murta Médico Urologista Coordenador do Centro de Referência do Homem Hospital de Transplantes
Residência Médica Seleção 2014 Prova Cirurgia do Aparelho Digestivo, Videolaparoscopia e Urologia Expectativa de Respostas
Caso Clínico 1 (2 pontos) Um paciente é submetido à colecistectomia convencional por colecistite aguda com intenso processo inflamatório. Ao iniciar a dissecção pelo triângulo de Callot, depois de algum
COMPLICAÇÕES EM LINFADENECTOMIA PÉLVICA PARA CÂNCER DE BEXIGA
COMPLICAÇÕES EM LINFADENECTOMIA PÉLVICA PARA CÂNCER DE BEXIGA 1. Introdução Sidney Castro de Abreu Fellow em Laparoscopia Cleveland Clinic Foundation Doutorando Universidade de São Paulo Ribeirão Preto
Metástase hepática
Tratamento das metástases hepáticas de origem colo-retal Orlando Jorge Martins Torres Professor Livre-Docente UFMA Metástase hepática Câncer colo-retal 150.000 novos casos/ano de câncer colo-retal (EUA)
Correlação entre o Escore de Gleason e margens cirúrgicas comprometidas em pacientes submetidos à prostatectomia radical retropúbica
Vol. 4 (2): 16-22 2016 REVISTA ELETRÔNICA DA COMISSÃO DE ENSINO E TREINAMENTO DA SBU ARTIGO ORIGINAL Correlação entre o Escore de Gleason e margens cirúrgicas comprometidas em pacientes submetidos à prostatectomia
Características endoscópicas dos tumores neuroendócrinos retais podem prever metástases linfonodais? - julho 2016
A incidência de tumores neuroendócrinos (TNE) retais tem aumentado ao longo dos últimos 35 anos. A maioria dos TNEs retais são diagnosticados por acaso, provavelmente devido ao aumento do número de sigmoidoscopias
