NOTAS DE AULA ONDAS E LINHAS
|
|
|
- Malu Vilarinho de Sequeira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA NOTAS DE AULA ONDAS E LINHAS Prof. Helder Alves Pereira, Dr. Outubro, 2017
2 - CONTEÚDO DAS AULAS NAS TRANSPARÊNCIAS - 1. ESTÁGIO I: 1. Equações de Maxwell (Teste I). 2. ESTÁGIO II: 1. Propagação de ondas eletromagnéticas (Teste II). 3. ESTÁGIO III: 1. Linhas de transmissão (Teste III).
3 - CONTEÚDO DAS AULAS NAS TRANSPARÊNCIAS - 1. ESTÁGIO I: 1. Equações de Maxwell (Teste I). 2. ESTÁGIO II: 1. Propagação de ondas eletromagnéticas (Teste II). 3. ESTÁGIO III: 1. Linhas de transmissão (Teste III).
4 EQUAÇÕES DE MAXWELL - TÓPICOS DAS AULAS - 1. Introdução. 2. Lei de Faraday. 3. Fem de movimento e fem de transformador. 4. Corrente de deslocamento. 5. Equações de Maxwell nas formas finais. 6. Potenciais variáveis no tempo. 7. Campos harmônicos no tempo. 8. Campos quasi-estáticos.
5 Introdução Deste ponto em diante, examinaremos situações em que os campos elétrico e magnético são dinâmicos, ou variáveis, no tempo. Deve-se lembrar que no caso de campos eletromagnéticos (EM) estáticos, os campos elétrico e magnético são indepententes um do outro. No caso de campos EM dinâmicos, os dois campos são interdependentes, ou seja, um campo elétrico variável no tempo necessariamente implica em um campo magnético variável no tempo e vice-versa.
6 Relembremos que Os campos eletrostáticos são usualmente gerados por cargas elétricas estáticas. Os campos magnetostáticos são gerados devido ao movimento das cargas elétricas com velocidade uniforme (corrente contínua) ou devido às cargas magnéticas estáticas (pólos magnéticos). Campos magnéticos variáveis no tempo são usualmente gerados por cargas aceleradas ou por correntes variáveis no tempo. É importante lembrar que as equações de Maxwell resumem as leis do Eletromagnetismo.
7 Em resumo Cargas estacionárias Campos eletrostáticos Correntes contínuas Campos magnetostáticos Correntes variáveis no tempo Campos eletromagnéticos Vários tipos de corrente variável no tempo Figura 1
8 Lei de Faraday De acordo com os experimentos de Faraday, um campo magnético estático não produz fluxo de corrente, mas um campo magnético variável no tempo produz uma tensão induzida em um circuito fechado, causando dessa forma um fluxo de corrente. Essa tensão induzida também é denominada de força eletromotriz ou, simplesmente, fem. Faraday descobriu que a fem induzida, V fem (em Volts), em qualquer circuito fechado, é igual à taxa de variação, em relação ao tempo, do fluxo magnético enlaçado pelo circuito.
9 A lei de Faraday pode ser expressa da seguinte forma d l d y V fem = - dt = - N dt onde N representa o número de espiras no circuito e ψ o fluxo em cada espira. O sinal negativo mostra que a tensão induzida age de forma a se opor ao fluxo que a produziu. Essa propriedade é conhecida como lei de Lenz e destaca o fato de que o sentido de fluxo da corrente no circuito é tal que o campo magnético produzido pela corrente induzida se opõe ao campo magnético original.
10 Fem de movimento e fem de transformador Para um circuito com uma só espira (N=1), temos que V fem = - d y dt Em termos dos vetores E e B, temos que V fem = ò L E d l d = - dt ò S B d S S é a área superficial do circuito delimitado pelo caminho fechado L
11 A variação do fluxo magnético, em relação ao tempo, pode ser causada de três maneiras: 1. Quando se tem uma espira estacionária em um campo magnético variável no tempo. 2. Quando se tem a área de uma espira variando no tempo em um campo magnético estático. 3. Quando se tem a área de uma espira variando no tempo em um campo magnético variando também no tempo.
12 1. Espira estacionária em um campo magnético variável no tempo (fem de transformador) Esse é o caso ilustrado na figura 2. Figura 2
13 Dessa forma, temos que B V fem = ò L E d l = - ò S t d S Aplicando o teorema de Stokes, resulta em O campo elétrico variável no tempo Ñ E = - B t não é conservativo.
14 O trabalho realizado para deslocar uma carga em um caminho fechado, na presença de um campo elétrico variável no tempo, por exemplo, é devido à energia proveniente do campo magnético variável no tempo. O campo elétrico variável no tempo Ñ E = - B t não é conservativo.
15 Exercício 1. Uma barra condutora pode deslizar livremente sobre dois trilhos condutores, conforme ilustrado na figura 3. Calcule a tensão induzida na barra se a barra está parada em y=8 cm e B=4cos10 6 t â z mwb/m². Figura 3
16 2. Espira em movimento em um campo magnético estático (fem de movimento) Relembremos que a força sobre uma carga em movimento, com velocidade uniforme u em um campo magnético B, é dada por F m = Q u B Definimos o campo elétrico de movimento E m como E m F = m = u B Q
17 Se considerarmos uma espira condutora, movendo-se com velocidade uniforme u, como constituída de um grande número de elétrons livres, a fem induzida na espira será da seguinte forma V fem = ò E d l = ò m L L æ çu è B ö ø d l Aplicando o teorema de Stokes, resulta em Ñ æ Ñ E = çu B m è ö ø
18 Pontos importantes no cálculo da V fem A integral de linha é igual a zero ao longo da porção da espira para o qual u=0. Assim dl é tomado ao longo da porção da espira que corta o campo, onde u tem valor diferente de zero. A orientação da corrente induzida é a mesma que a de E m ou u x B. A orientação do caminho da integral de linha é escolhida de modo que seja no sentido oposto ao da corrente induzida, dessa forma, satisfazendo a lei de Lenz. V fem = ò E d l = ò m L L æ çu è B ö ø d l
19 Esse tipo de fem é denominado de fem de movimento ou fem de fluxo cortante porque é devido à ação do movimento. Este é o tipo de fem encontrada em máquinas elétricas como motores, geradores e alternadores. V fem = ò E d l = ò m L L æ çu è B ö ø d l
20 Exemplo 1 (Máquina de corrente contínua) Figura 4
21 Exemplo 2 F # = Il B Figura 5
22 Exercício 2. Uma barra condutora pode deslizar livremente sobre dois trilhos condutores, conforme ilustrado na figura 6. Calcule a tensão induzida na barra se a barra desliza a uma velocidade u=20â y m/s e B=4â z mwb/m². Figura 6
23 3. Espira em movimento em um campo magnético variável no tempo Neste caso, tanto a fem de transformador quanto a de movimento estão presentes. Dessa forma, temos que V fem B = ò E d l = -ò d S + ò m t L S L æ çu è B ö ø d l
24 Aplicando o teorema de Stokes, resulta em Ñ E m = - B t Ñ æ + çu è B ö ø
25 Exercício 3. Uma barra condutora pode deslizar livremente sobre dois trilhos condutores, conforme ilustrado na figura 7. Calcule a tensão induzida na barra se a barra desliza a uma velocidade u=20â y m/s e B=4cos(10 6 t-y)â z mwb/m². Figura 7
26 Exercício 4. Considere a espira da figura 8. Se B=-0,5â z Wb/m², R=20 Ώ, l=10 cm e a barra se movimenta com uma velocidade constante de 8â x m/s, determine: a) A fem induzida na barra; b) a corrente através do resistor; c) a força sobre a barra devido ao seu movimento; d) a potência dissipada pelo resistor. Figura 8
27 Corrente de deslocamento Para campos EM estáticos, temos que Ñ H = J Porém, a divergente do rotacional de qualquer campo vetorial é igual a zero. Dessa forma æ ö Ñ ç Ñ H = Ñ J è ø = 0
28 Entretanto, a continuidade da corrente requer que r Ñ J = - v ¹ 0 t Ou seja, a taxa de diminuição da carga, em um dado volume, em um determinado tempo, deve ser igual à corrente líquida que sai da superfície fechada que limita esse volume. I = ò J d S = - dq in S dt
29 Precisamos então compatibilizar a expressão do rotacional do campo magnético para situações com variação temporal. Para isso, adicionamos um termo na expressão do rotacional do campo magnético da seguinte forma Ñ H = J + onde J d deve ser determinado e definido. J d Novamente, a divergente do rotacional de qualquer vetor deve ser igual a zero.
30 Portanto Desse modo, æ ö Ñ ç Ñ H = Ñ J + Ñ J = 0 d è ø J d = J = t ρ v = t & ) ( D+ = ' * t D ou seja, J d = D t
31 Logo, fazendo-se as devidas substituições, temos que Ñ H = J + D Equação de Maxwell para campos variáveis no tempo. t O termo J d é conhecido como densidade de corrente de deslocamento e J é a densidade de corrente de condução. A inserção do termo J d na expressão do rotacional do campo magnético foi uma das maiores contribuições de Maxwell. Sem o termo J d a propagação das ondas eletromagnéticas não poderia ter sido prevista matematicamente, como Maxwell o fez.
32 Em baixas frequências, J d é usualmente desprezível quando comparado com J. Entretanto, em frequências de rádio, os dois termos são comparáveis. Na época de Maxwell, fontes de alta frequência não eram disponíveis, e Ñ H = J + D Equação de Maxwell para campos variáveis no tempo. t não poderia ser verificada experimentalmente.
33 Anos mais tarde, Hertz conseguiu gerar e detectar ondas de rádio, verificando, dessa forma, a equação Ñ H = J + D Equação de Maxwell para campos variáveis no tempo. t Essa é uma das raras situações em que a argumentação matemática pavimentou o caminho da investigação experimental.
34 Equações de Maxwell nas formas finais James Clark Maxwell ( ) é considerado o fundador da teoria eletromagnética na sua forma atual. O trabalho consagrado de Maxwell levou à descoberta das ondas eletromagnéticas. A partir de seu trabalho teórico, de aproximadamente 5 anos, Maxwell publicou a primeira teoria unificada da eletricidade e do magnetismo. A teoria compreendeu todos os resultados já conhecidos, de cunho experimental e teórico, sobre eletricidade e magnetismo.
35 Adicionalmente, Maxwell introduziu o conceito de corrente de deslocamento e fez a previsão da existência das ondas eletromagnéticas. As equações de Maxwell não foram muito bem aceitas até serem confirmadas por Hertz experimentalmente. Para um campo ser classificado como campo eletromagnético, ele deve satisfazer todas as quatro equações de Maxwell.
36 1. Lei de Gauss (Fontes, sumidouros ou passagem de fluxo elétrico) D = ρ v Forma diferencial! = ρ dv v S D d S v Forma integral
37 2. Lei de Gauss (Não existe carga magnética isolada) Ñ B = 0 Forma diferencial ò B d S = 0 Forma integral S
38 3. Lei de Faraday (fem induzida) Ñ E = - B Forma diferencial t ò E d l = - ò B d S Forma integral L t S
39 4. Lei circuital de Ampère (Contribuição matemática de Maxwell para geração de ondas eletromagnéticas) t D J H + = Ñ ò ò ø ö ç ç ç è æ + = S L d S t D J l d H Forma diferencial Forma integral
40 É importante mencionar outras equações que vão ser utilizadas lado a lado com as equações de Maxwell. A equação da força de Lorentz F = Q E + u B está associada às equações de Maxwell. Da mesma forma, a equação da continuidade. J = ρ 3 t, está implícita nas equações de Maxwell.
41 Os conceitos de linearidade, isotropia e homogeneidade do meio material também se aplicam para campos variantes no tempo. Em um meio linear, homogêneo e isotrópico, caracterizado por σ, ε e μ, as relações constitutivas D = εe = ε : E + P B = μh = μ : H + M J = σe + ρ 3 u permanecem válidas para campos variáveis no tempo.
42 Consequentemente, as condições de fronteira E > E? aa B = 0 H > H? aa B = K D > D?. aa B = ρ E B > B?. aa B = 0 permanecem válidas para campos variáveis no tempo.
43 Entretanto, para um condutor perfeito (σ ) em um campo variável no tempo, e, portanto: E = 0, H = 0, J = 0 B B = 0, E H = 0
44 Potenciais variantes no tempo Combinando a definição do potencial magnético vetorial com a lei de Faraday temos que E = B t = t & ) ( A+ = A ' * t & ( E+ A ( t ' ) + + = 0 *
45 Sabendo-se que o rotacional do gradiente de um campo escalar é igual a zero, temos que E + A t = -ÑV A E = -ÑV - t Dessa forma, podemos determinar E e B desde que os potenciais A e V sejam conhecidos.
46 Entretanto, precisamos encontrar algumas expressões, para A e V, que sejam adequadas para campos variantes no tempo. Tomando-se o divergente de E, na expressão anteriormente obtida, temos que E = % ' V & ( * ) t E = ρ v ε = 2 V t 2 V + t % ' A & ( ) * = ρ v ε % ' A & ( * ) % ' A & ( * )
47 Utilizando-se da expressão Substituindo por B = Ñ A B = µ H E determinando a expressão do rotacional Ñ H = J + D t
48 Temos que µ æ ç è Substituindo pela expressão de E, obtida anteriormente, temos que ö D Ñ H = µ J + µ ø t µ J+ µε % V ( ' A t ' t & ) µ J µε t % ' V & ( * µε 2 A ) t 2 = Ñ Ñ * * = A = A A
49 Aplicando a identidade vetorial Temos que Ñ Ñ æ 2 A = Ñ Ñ A ç è ö -Ñ ø A 2 V 2 æ Ñ A -Ñ Ñ A = -µ J + µe Ñ µe 2 ç è ö ø æ ç è t ö + ø t A Um campo vetorial é univocamente definido quando seu rotacional e seu divergente forem especificados.
50 O rotacional de A é dado por B = Ñ A e sua divergente por V Ñ A = -µe t Condição de Lorentz para potenciais
51 Dessa forma, fazendo-se algumas considerações matemáticas, temos que Ñ 2 2 V - µe 2 t 2 V 2 A = - r e v Equações de onda para os potenciais Ñ A- µe t 2 = - µ J
52 As soluções dessas equações de onda são V = ò v [ r ] 4 v pe R dv Potencial escalar elétrico com retardo A = ò v µ 4 é ê ë p J R ù ú û dv Potencial magnético vetorial com retardo
53 O termo [ρ v ], ou [J], significa que o tempo t em ρ v (x, y, z, t), ou J(x, y, z, t), é substituído pelo tempo de retardo t dado por t' = t - R u onde R é a distância entre o ponto fonte e o ponto de observação, ou seja, o ponto onde se deseja calcular o potencial, e u = 1 µe representa a velocidade de propagação da onda no meio.
54 Campos harmônicos no tempo Um campo harmônico no tempo é aquele que varia periodicamente ou sinusoidalmente com o tempo. Além da análise sinusoidal ter valor prático em si, é também importante porque pode ser estendida para a maioria das formas de onda através do uso da transformada de Fourier. Sinusoides são expressas de maneira simples como fasores, com os quais é muito mais conveniente de se trabalhar.
55 Um fasor z é um número complexo que pode ser escrito como z = x + jy z = rð f = re jf = r ( cosf + jsenf ) onde x representa a parte real de z, y a parte imaginária, r a magnitude de z, dada por φ a fase de z, dada por r = z = x? + y? φ = arctg y x e j é dado por j = -1
56 As seguintes propriedades básicas devem ser observadas: Adição: z > + z? = x > + x? + j y > + y? Subtração: z > z? = x > x? + j y > y? Multiplicação: z > z? = r > r? φ > + φ?
57 Divisão: z > z? = r > r? φ > φ? Raiz quadrada: z = r φ 2 Complexo conjugado: z = x jy = r φ = re YZ[
58 De acordo com a figura 9, temos que r = z = x 2 + y 2 f = æ arctgç è y x ö ø Figura 9
59 Para introduzir a dependência temporal, façamos f = wt + q onde θ pode ser uma função no tempo, ou de coordenadas espaciais, ou pode ser uma constante. As partes real e imaginária de re j f = re jq re jwt são dadas, respectivamente, por Re Im { } re jf = r cos( wt + q ) { f} re j = rsen( wt + q )
60 Portanto, uma corrente senoidal dada por i ( t) = I cos( w t +q ) 0 é igual à parte real de I 0 e jq e jwt O termo complexo I 0 e jθ, que resulta quando subentendemos o fator de tempo e jωt em i(t), é denominado fasor de corrente, denotado por i S, isto é i S = I e jq = I 0 0 Ð q
61 Portanto, a forma instantânea i pode ser escrita como ( t) = I cos( w t +q ) i t = Re i e j w t S Em geral, um fasor pode ser escalar ou um vetor. 0 ( ) { } Se um vetor A(x, y, z, t) é um campo harmônico no tempo, a forma fasorial de A é A S (x, y, z), estando estas duas grandezas relacionadas da seguinte forma A = ì Reí î A S e jwt ü ý þ
62 Por exemplo, se A = ( w - b ) y A cos t x â 0 podemos escrever A como A = Re { j x j t } A e - b â e w 0 y A forma fasorial de A é dada por = S A A e 0 - jbx â y
63 Observe que A t = t Re A S ou seja, { } = Re { jω A } S e jωt e jωt A t jω A S Determinar a derivada no tempo de uma grandeza instantânea é equivalente a multiplicar sua forma fasorial por jω.
64 De forma similar 1 A ò Adt j w S Observe também a diferença básica entre a forma instantânea A(x, y, z, t) e a sua forma fasorial A S (x, y, z). A primeira é dependente do tempo e é real. A = ( w - b ) y A cos t x â 0 Enquanto que a segunda é invariável no tempo e é geralmente complexa. = S A A e 0 - jbx â y
65 Aplicando este conceito às equações de Maxwell, temos que 1. Lei de Gauss (Fontes, sumidouros ou passagem de fluxo elétrico) Ñ D = r S v S Forma diferencial ò D d S = ò S r S v S v dv Forma integral
66 2. Lei de Gauss (Não existe carga magnética isolada) Ñ BS = 0 Forma diferencial ò S B d S = 0 S Forma integral
67 3. Lei de Faraday (fem induzida) = - Ñ S S B j E w ò ò = - S L d S B j l d E S S w Forma diferencial Forma integral
68 4. Lei circuital de Ampère (Contribuição matemática de Maxwell para geração de ondas eletromagnéticas) + = Ñ S S S D j J H w ò ò ø ö ç è æ + = S L d S D j J l d H S S S w Forma diferencial Forma integral
69 Exercício 5. Dado que A=10cos(10 8 t -10x +60 o )â z e B S =(20/j) â x + 10e j 2πx/3 â y, expresse A na forma fasorial e B S na forma instantânea. 6. Se P = 2sen 10t + x ` a aa b e Q c = e Zd aa d aa e sen πy, determine a forma fasorial de P e a forma instantânea de Q c.
70 Campos Quasi-Estáticos Fontes de campos quasi-estáticos incluem dispositivos que operam nas freque ncias industriais e produzem campos nessas freque ncias industriais e suas harmo nicas, bem como dispositivos que geram campos independente da freque ncia industrial. DEFINIÇÃO 1: O campo que satisfaz a condição f << i j, onde f é a freque ncia do campo, c é a velocidade da luz e l é uma dimensão característica de uma medida geométrica, por exemplo a dista ncia entre a fonte do campo em um ponto de medic ão. Os campos magnéticos e elétricos das freque ncias industriais pró ximos às linhas de pote ncia e aparelhos domésticos são exemplos de campos quasi-estáticos.
71 DEFINIÇÃO 2: Regime quasi-estático: em que a variação dos campos elétrico e magnético é suficientemente lenta, de tal forma que o comprimento de onda das ondas eletromagnéticas, associadas a esta variacão temporal, é muito grande em comparação com as dimensões típicas do sistema. As aproximacões quase-estáticas podem ser divididas em três modelos principais: 1. Elétrica: inclui apenas efeitos capacitivos e em que se parte das equações de Maxwell, desprezando o termo B/ t na lei de Faraday.
72 . D = ρ 3 E = B t. B = 0 H = J + D t
73 . D = ρ 3 E 0. B = 0 H = J + D t
74 2. Magnética: inclui apenas efeitos indutivos e em que se despreza o termo E/ t na lei de Ampère-Maxwell, o que conduz à lei de Ampère;. D = ρ 3 E = B t. B = 0 H = J + D t. D = ρ 3 E = B t. B = 0 H J
75 3. Modelos de Darwin: toma-se apenas a parte eletrostática do campo elétrico na lei de Ampère-Maxwell.. D = ρ 3 E = B t. B = 0 H = J + D t. D = ρ 3 E = B t. B = 0 H = J + E l + E m t
76 3. Modelos de Darwin: toma-se apenas a parte eletrostática do campo elétrico na lei de Ampère-Maxwell.. D = ρ 3 E = B t. B = 0 H = J + D t. D = ρ 3 E = B t. B = 0 H = J + E l + E m t
77 3. Modelos de Darwin: toma-se apenas a parte eletrostática do campo elétrico na lei de Ampère-Maxwell.. D = ρ 3 E = B t. B = 0 H = J + D t. D = ρ 3 E = B t. B = 0 H J + E l t
78 Referências SADIKU, M. N. O. Elementos de Eletromagnetismo. 5ª edição Editora Bookman. WENTWORTH, STUART M. Eletromagnetismo Aplicado. 1ª Edição Editora Bookman. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Medição dos campos magnéticos e elétricos de baixa frequência considerando a exposição de seres humanos Requisitos especiais para instrumentos e guia para medições, Rio de Janeiro: ABNT, VILÃO, R. As equações de Maxwell. Departamento de Física. Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal, Notas de aula. Site: uc_poswoc.php?id_disc=310&id_turma=&id_typ =19&id_typdoc=2&id_doc=210808&lnkd=links11&lnkdi=links11&anolect= Acesso em: 1º fevereiro de LARSSON, J. Electromagnetics from a quasistatic perspective. American Association of Physics Teachers. vol. 75, pp , Site: Acesso em: 1º fevereiro de 2016.
79 - CONTEÚDO DAS AULAS NAS TRANSPARÊNCIAS - 1. ESTÁGIO I: 1. Equações de Maxwell (Teste I). 2. ESTÁGIO II: 1. Propagação de ondas eletromagnéticas (Teste II). 3. ESTÁGIO III: 1. Linhas de transmissão (Teste III).
80 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA NOTAS DE AULA ONDAS E LINHAS Prof. Helder Alves Pereira, Dr. Outubro, 2017
NOTAS DE AULA DE ELETROMAGNETISMO
UNIVESIDADE FEDEAL DE CAMPINA GANDE CENTO DE ENGENHAIA ELÉTICA E INFOMÁTICA NOTAS DE AULA DE ELETOMAGNETISMO Prof. Dr. Helder Alves Pereira Outubro, 2017 - CONTEÚDO DAS AULAS NAS TANSPAÊNCIAS - 1. Estágio
NOTAS DE AULA DE ELETROMAGNETISMO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA NOTAS DE AULA DE ELETROMAGNETISMO Prof. Dr. Helder Alves Pereira Outubro, 2017 - CONTEÚDO DAS AULAS NAS TRANSPARÊNCIAS
Eletromagnetismo II. Prof. Daniel Orquiza. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
Eletromagnetismo II Prof. Daniel Orquiza Eletromagnetismo II Prof. Daniel Orquiza de Carvalho Eletromagnetismo II - Eletrostática Fluxo Magnético e LGM (Capítulo 7 Páginas 207a 209) Princípio da Superposição
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Elétrica. Disciplina: TE053 - Ondas Eletromagnéticas
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Elétrica 2 a LISTA DE EXERCÍCIOS Disciplina: TE053 - Ondas Eletromagnéticas Professor: César Augusto Dartora 1 1) Explique
Revisão: Representação por Fasores
Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Santa Catarina Campus São José Área de Telecomunicações ELM20704 Eletromagnetismo Professor: Bruno Fontana da Silva 2014-1 Revisão:
Sumário. 1 Introdução Álgebra Vetorial Cálculo Vetorial 62
Sumário 1 Introdução 18 1-1 Linha do Tempo Histórico 19 1-1.1 Eletromagnetismo na Era Clássica 19 1-1.2 Eletromagnetismo na Era Moderna 20 1-2 Dimensões, Unidades e Notação 21 1-3 A Natureza do Eletromagnetismo
Campo Magnético - Lei de Lenz
Campo Magnético - Lei de Lenz Evandro Bastos dos Santos 22 de Maio de 2017 1 Introdução Na aula passada vimos como uma variação do fluxo de campo magnético é capaz de provocar uma fem induzida. Hoje continuamos
Eletromagnetismo II. Prof. Daniel Orquiza. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
Eletromagnetismo II Prof. Daniel Orquiza Eletromagnetismo II Prof. Daniel Orquiza de Carvalho Eletromagnetismo II - Eletrostática Fluxo Magnético e LGM (Capítulo 7 Páginas 207a 209) Princípio da Superposição
Eletromagnetismo II. Prof. Daniel Orquiza. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
Eletromagnetismo II Prof. Daniel Orquiza Eletromagnetismo II Prof. Daniel Orquiza de Carvalho Profundidade Pelicular e Teorema de Poyinting (Capítulo 11 Páginas 384 a 394) Profundidade Pelicular Teorema
Eletromagnetismo Aplicado
Eletromagnetismo Aplicado Unidade 2 Equações de Maxwell e Campos Eletromagnéticos Harmônicos Prof. Marcos V. T. Heckler 1 Conteúdo Introdução Equações de Maxwell Parâmetros constitutios e suas relações
CSE-MME Revisão de Métodos Matemáticos para Engenharia
CSE-MME Revisão de Métodos Matemáticos para Engenharia Engenharia e Tecnologia Espaciais ETE Engenharia e Gerenciamento de Sistemas Espaciais L.F.Perondi Engenharia e Tecnologia Espaciais ETE Engenharia
EQUAÇÕES DE MAXWELL, POTENCIAL MAGNÉTICO E EQUAÇÕES DE CAMPO
99 15 EQUAÇÕES DE MAXWELL, POTENCIAL MANÉTICO E EQUAÇÕES DE CAMPO 15.1 - AS QUATRO EQUAÇÕES DE MAXWELL PARA CAMPOS ELÉTRICOS E MANÉTICOS ESTACIONÁRIOS Como pudemos observar em todo o desenvolvimento deste
UFSM-CTISM. Projeto de Redes sem Fio Aula-04
UFSM-CTISM Projeto de Redes sem Fio Aula-04 Professor: Andrei Piccinini Legg Santa Maria, 2012 Ocorre quando uma onda eletromagnética em colide com um objeto que possui dimensões muito grandes em comparação
Eletromagnetismo I. Preparo: Diego Oliveira. Aula 2
Eletromagnetismo I Prof. Dr. R.M.O Galvão - 1 Semestre 2015 Preparo: Diego Oliveira Aula 2 Na aula passada recordamos as equações de Maxwell e as condições de contorno que os campos D, E, B e H devem satisfazer
NESSE CADERNO, VOCÊ ENCONTRARÁ OS SEGUINTES ASSUNTOS:
NESSE CADERNO, VOCÊ ENCONTRARÁ OS SEGUINTES ASSUNTOS: CAPÍTULO 5 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA... 8 Fluxo Magnético de um Carro... 8 Interpretação Física... 8 Lei de Lenz... 8 Lei de Faraday Neumann... 9 CAPÍTULO
Em um circuito RLC série, a potência média fornecida pelo gerador é igual a potência média dissipada no resistor. Com isso: 2
ELETROMAGNETISMO Em um circuito RLC série, a potência média fornecida pelo gerador é igual a potência média dissipada no resistor. Com isso: 2 P méd = I rms R = E rms I rms cosφ Onde rms é o valor quadrático
5ª Lista de exercícios Eletromegnetismo 1 Newton Mansur (01/18)
5ª Lista de exercícios Eletromegnetismo 1 Newton Mansur (01/18) 1) Existe no vácuo um vetor campo magnético dado por H = H 0 cos ( πx ) sen (πy ) â a a z. Uma espira quadrada de lado a, inteiramente contida
Física 3. Fórmulas e Exercícios P3
Física 3 Fórmulas e Exercícios P3 Fórmulas úteis para a P3 A prova de física 3 traz consigo um formulário contendo várias das fórmulas importantes para a resolução da prova. Aqui eu reproduzo algumas que
Eletromagnetismo I - Eletrostática
- Eletrostática Potencial de distribuições de cargas e campos conservativos (Capítulo 4 - Páginas 86 a 95) Potencial Elétrico de distribuições contínuas de cargas Gradiente do Campo Elétrico Campos conservativos
Eletromagnetismo II. Prof. Daniel Orquiza. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
Eletromagnetismo II Prof. Daniel Orquiza Eletromagnetismo II Prof. Daniel Orquiza de Carvalho (Capítulo 9 Páginas 277a 284) Lei de Faraday. Lei de Lenz. Eletromagnetismo I 1 Prof. Daniel Orquiza Campos
Eletromagnetismo II. Prof. Daniel Orquiza. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
Eletromagnetismo II Prof. Daniel Orquiza Eletromagnetismo II Prof. Daniel Orquiza de Carvalho Potenciais escalar e vetorial magnéticos (Capítulo 7 Páginas 210 a 216) Potencial Escalar Vm Potencial Vetorial
CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA - CEE
CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA - CEE Na engenharia existe um conjunto vasto de sistemas que promovem uma transformação de energia, convertendo energia elétrica em mecânica e vice-versa. Esta disciplina
Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza. Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
de Carvalho - Eletrostática Densidade de Corrente e Eq. da Continuidade (Capítulo 5 Páginas 109 a 113) Densidade de corrente Elétrica Equação da Continuidade Forma Integral Equação da Continuidade Forma
Eletromagnetismo I. Preparo: Diego Oliveira. Aula 4
Eletromagnetismo I Prof. Ricardo Galvão - 2 emestre 2015 Preparo: Diego Oliveira Aula 4 Equações de Maxwell O livro texto inicia a apresentação de Eletromagnetismo pela Eletrostática. No entanto, antes
Eletromagnetismo. Motor Eletroimã Eletroimã. Fechadura eletromagnética Motor elétrico Ressonância Magnética
Eletromagnetismo Motor Eletroimã Eletroimã Fechadura eletromagnética Motor elétrico Ressonância Magnética Representação de um vetor perpendicular a um plano 1 Campo Eletromagnético Regra da mão direita:
Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza. Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
de Carvalho - Eletrostática Densidade de Fluxo Elétrico e Lei de Gauss (Páginas 48 a 55 no livro texto) Experimento com esferas concêntricas Densidade de Fluxo elétrico (D) Relação entre D e E no vácuo
ONDAS E LINHAS DE TRANSMISSÃO
ONDAS E LINHAS DE TRANSMISSÃO Prof. Pierre Vilar Dantas Turma: 0092-A Horário: 5N ENCONTRO DE 15/02/2018 Plano de ensino Professor www.linkedin.com/in/pierredantas/ Seção I Ondas eletromagnéticas. Equações
INDUÇÃO MAGNÉTICA. Indução Magnética
INDUÇÃO MAGNÉTIA Prof. ergio Turano de ouza Lei de Faraday Força eletromotriz Lei de Lenz Origem da força magnética e a conservação de energia.. 1 Uma corrente produz campo magnético Um campo magnético
DEDUÇÃO DA EQUAÇÃO DA ONDA ELETROMAGNÉTICA PLANA UNIFORME, COM FOCO MATEMÁTICO, CONSIDERANDO AS EQUAÇÕES DE MAXWELL NO VÁCUO.
DEDUÇÃO DA EQUAÇÃO DA ONDA ELETROMAGNÉTICA PLANA UNIFORME, COM FOCO MATEMÁTICO, CONSIDERANDO AS EQUAÇÕES DE MAXWELL NO VÁCUO. Marcelo Antonio Pedroso [Iniciação Científica Voluntária] 1, Guilherme Barbosa
NOTAS DE AULA DE ELETROMAGNETISMO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA NOTAS DE AULA DE ELETROMAGNETISMO Prof. Dr. Helder Alves Pereira Abril, 08 - CONTEÚDO DAS AULAS NAS TRANSPARÊNCIAS -.
NOTAS DE AULA DE ELETROMAGNETISMO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA NOTAS DE AULA DE ELETROMAGNETISMO Prof. Dr. Helder Alves Pereira Outubro, 2017 CONTEÚDO DAS AULAS NAS TRANSPARÊNCIAS 1.
Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza. Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
Eletromagnetismo I Prof. Daniel Orquiza Eletromagnetismo I Prof. Daniel Orquiza de Carvalho Eletromagnetismo I - Eletrostática Forças Magnéticas (Capítulo 8 Páginas 230 a 238) Força sobre uma carga em
O Eletromagnetismo é um ramo da física ou da engenharia elétrica onde os fenômenos elétricos e magnéticos são estudados.
1. Análise Vetorial O Eletromagnetismo é um ramo da física ou da engenharia elétrica onde os fenômenos elétricos e magnéticos são estudados. Os princípios eletromagnéticos são encontrados em diversas aplicações:
Análise de Circuitos 2
Análise de Circuitos 2 Introdução (revisão) Prof. César M. Vargas Benítez Departamento Acadêmico de Eletrônica, Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) 1 Análise de Circuitos 2 - Prof. César
Eletromagnetismo Aplicado Propagação de Ondas Eletromagnéticas
Eletromagnetismo Aplicado Propagação de Ondas Eletromagnéticas (Revisão) Heric Dênis Farias [email protected] PROPAGAÇÃO DE ONDAS ELETROMAGNÉTICAS Ondas Eletromagnéticas são uma forma de transportar energia
Lista 10. Indução Eletromagnética
Lista 10 Indução Eletromagnética Q30.1-) Considere que ao movimentar a lâmina existe variação do fluxo do campo magnético sobre a superfície da lâmina. Por outro lado a Lei de Faraday indica que algo deve
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA PLANO DE ENSINO PERÍODO LETIVO: 2012/01
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA PLANO DE ENSINO PERÍODO LETIVO: 2012/01 DISCIPLINA: ENG 04010 TEORIA ELETROMAGNÉTICA E ONDAS Créditos:
I ind. Indução eletromagnética. Lei de Lenz. Fatos (Michael Faraday em 1831): 2 solenóides
Lei de Lenz Fatos (Michael Faraday em 1831): solenóides A I ind A I ind ao se ligar a chave, aparece corrente induzida na outra espira I di > 0 ao se desligar a chave, também aparece corrente induzida
Propagação Radioelétrica 2017/II Profa. Cristina
Propagação Radioelétrica 2017/II Profa. Cristina Módulo II Ondas eletromagnéticas planas Propagação no espaço livre James Clerk Maxwell é um dos cientistas mais influentes de todos os tempos. Na foto,
Teoria de Eletricidade Aplicada
1/24 Teoria de Eletricidade Aplicada Representação Vetorial de Ondas Senoidais Prof. Jorge Cormane Engenharia de Energia 2/24 SUMÁRIO 1. Introdução 2. Números Complexos 3. Funções Exponenciais Complexas
Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza. Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
de Carvalho - Eletrostática Lei de Biot-avart e campo magnético estacionário de correntes contínuas (Capítulo 7 Páginas 119 a 123) Princípio da uperposição na Magnetostática Densidade de Fluxo Magnético
Indução Eletromagnética. Geração de Energia
Eletricidade e Magnetismo IGC Indução Eletromagnética Oliveira Ed. Basilio Jafet sala 202 [email protected] Geração de Energia Todos os equipamentos e dispositivos modernos utilizam circuitos elétricos
Aula II Lei de Ohm, ddp, corrente elétrica e força eletromotriz. Prof. Paulo Vitor de Morais
Aula II Lei de Ohm, ddp, corrente elétrica e força eletromotriz Prof. Paulo Vitor de Morais E-mail: [email protected] 1 Potencial elétrico Energia potencial elétrica Quando temos uma força
Sétima Lista - Lei de Faraday
Sétima Lista - Lei de Faraday FGE211 - Física III Sumário O fluxo magnético através de uma superfície S é definido como Φ B = B da A Lei da Indução de Faraday afirma que a força eletromotriz (fem) induzida
Aula 3 Corrente alternada circuitos básicos
Aula 3 Corrente alternada circuitos básicos Objetivos Aprender os princípios básicos de corrente alternada. Aprender a analisar circuitos puros em corrente alternada utilizando as diversas formas de representação
Lei da indução de Faraday
Lei da indução de Faraday Em 1831 Faraday descobriu que se um condutor forma um circuito fechado e se existe um fluxo magnético dependente do tempo que atravessa esse circuito, então neste condutor será
I N S T I T U T O F E D E R A L D E E D U C A Ç Ã O, C I Ê N C I A E T E C N O L O G I A D E S A N T A C A T A R I N A C A M P U S L A G E S
INDUÇÃO E INDUTÂNCIA I N S T I T U T O F E D E R A L D E E D U C A Ç Ã O, C I Ê N C I A E T E C N O L O G I A D E S A N T A C A T A R I N A C A M P U S L A G E S G R A D U A Ç Ã O E M E N G E N H A R I
SOLUÇÃO COMECE DO BÁSICO
SOLUÇÃO CB1. 01 + 04 + 16 + 64 = 85. [01] Verdadeira. O enrolamento primário do transformador, tendo menor número de espiras, terá a menor tensão e a maior corrente em relação ao secundário, pois a potência
SEL 404 ELETRICIDADE II. Aula 08 Circuitos Magnéticos Parte III
SEL 404 ELETRICIDADE II Aula 08 Circuitos Magnéticos Parte III Exemplo (E1. P. C. Sen) Para o relé mostrado na figura, determine a densidade de fluxo magnético para um corrente de 4 A. No exemplo prévio,
Revisão: Ondas Eletromagnéticas (EM) Campo Elétrico Campo Magnético. Capítulo 2 do Battan.
Revisão: Ondas Eletromagnéticas (EM) Campo Elétrico Campo Magnético Capítulo 2 do Battan. Campo Elétrico - E O campo elétrico E - é um conceito definido pela força que uma carga (usualmente uma carga de
Eletrodinâmica Clássica II
Eletrodinâmica Clássica II Introdução e Recapitulação Prof. Ricardo Luiz Viana Curso de Pós-Graduação em Física, Universidade Federal do Paraná Curitiba, Paraná, Brasil Ementa Recapitulação - Equações
Máquinas de Corrente Alternada (ENE052)
Máquinas de Corrente Alternada (ENE052) 1.0 Fundamentos de Máquinas de Corrente Alternada Prof. Abilio Manuel Variz Engenharia Elétrica Universidade Federal de Juiz de Fora Período 2010-3 Movimento Rotacional:
Revisão: Ondas Eletromagnéticas (EM) Campo Elétrico Campo Magnético. Capítulo 2 do Battan.
Revisão: Ondas Eletromagnéticas (EM) Campo Elétrico Campo Magnético Capítulo 2 do Battan. Campo Elétrico - E O campo elétrico E - é um conceito definido pela força que uma carga (usualmente uma carga de
Antenas e Propagação. Artur Andrade Moura.
1 Antenas e Propagação Artur Andrade Moura [email protected] 2 Equações de Maxwell e Relações Constitutivas Forma diferencial no domínio do tempo Lei de Faraday Equações de Maxwell Lei de Ampére Lei de Gauss
Leis da Eletricidade e do Magnetismo
Leis da Eletricidade e do Magnetismo Centro de Ensino Médio Setor Leste Apostila de Física Terceiro ano Segundo Bimestre Prof. Flávio Ambrósio Nesta apostila encontram-se algumas leis e relações matemáticas
SOLUÇÃO PRATIQUE EM CASA
SOLUÇÃO PC1. A) Verdadeira. O enrolamento primário do transformador, tendo menor número de espiras, terá a menor tensão e a maior corrente em relação ao secundário, pois a potência se conserva. B) Falsa.
Carga Horária Créditos Curso Atendido Pré-Requisitos Teórica ENGENHARIA Prática - - FÍSICA GERAL II ELÉTRICA Total 60 04
UNIDADE DE ENSINO DE PAULO AFONSO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA BAHIA IFBA AUTORIZADA PELA PORTARIA/MEC Nº 105, DE 29 DE JANEIRO DE 2010 D.O.U. 01/02/2010 AV. MARCONDES DE FERRAZ
PLANO DE CURSO (Res. CEPE nº 144/98) CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS Departamento de Física 2013 CÓDIGO Turmas NOME 2FIS /2000 ELETROMAGNETISMO I
Centro de Ciências Exatas Departamento de Física Ano Letivo - 2013 PLANO DE CURSO (Res. CEPE nº 144/98) CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS ANO LETIVO Departamento de Física 2013 CÓDIGO Turmas NOME 2FIS031 1000/2000
Tópicos de eletromagnetismo 2/2010 Prova 1 Soluções
Tópicos de eletromagnetismo 2/2010 Prova 1 Soluções A C Tort 16 de Outubro de 2010 Problema 1 Lei de Gauss Um dodecaedro regular é um poliedro com doze iguais faces perfazendo uma área total área total
Capítulo 2 Leis essenciais de eletromagnetismo Equações de Maxwell Lei de Faraday Lei de Biot Savart
Eletrotecnia Aplicada 10 013 Capítulo Leis essenciais de eletromagnetismo Equações de Maxwell Lei de Faraday Lei de Biot Savart Lei de Ampére. Nomenclatura Vetor campo elétrico (V/m) volts/metro ou (N/C),
Eletrotécnica geral. A tensão alternada é obtida através do 3 fenômeno do eletromagnetismo, que diz:
Análise de circuitos de corrente alternada Chama-se corrente ou tensão alternada aquela cuja intensidade e direção variam periodicamente, sendo o valor médio da intensidade durante um período igual a zero.
a) (1.0) Calcule o vetor força resultante sobre a carga +Q e desenhe-o no gráfico (deixe o resultado em função da constante k).
P4 03//0 a Questão (.5) Três cargas puntiformes +q, -q e +Q, são mantidas fixas como representado na figura. As cargas +q e q estão localizadas sobre o eixo Y enquanto a carga de prova +Q encontra-se sobre
Módulo II Linhas de Transmissão
Módulo II Linhas de Transmissão Linhas de Transmissão Introdução Equações do Telegrafista Modelos por Parâmetros Distribuídos Ondas harmônicas no tempo em LTs Impedância Característica Teorema de Poynting
Eletromagnetismo II. Preparo: Diego Oliveira. Aula 3. Equação da Onda e Meios Condutores
Eletromagnetismo II Prof. Dr. R.M.O Galvão - 1 Semestre 015 Preparo: Diego Oliveira Aula 3 Equação da Onda e Meios Condutores Vamos considerar a equação de onda para casos em que existam correntes de condução
Cap. 8 - Indução Eletromagnética
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Física III 2014/2 Cap. 8 - Indução Eletromagnética Prof. Elvis Soares Nesse capítulo, estudaremos como um campo magnético variável pode induzir
Indução Eletromagnética
Indução Eletromagnética Φ ΔΦ ξ IND p/ circuito fechado i IND Fluxo magnético Variação de fluxo magnético Força eletromotriz induzida Corrente elétrica induzida Fluxo do campo magnético Φ = B A cosθ A superfície
Cronograma de 2017/1 de Física III-A
Cronograma de 2017/1 de Física III-A Mês Seg Ter Qua Qui Sex Sab 6 7 8 9 10 11 1 - Cap 21 2 - Cap 21 13 14 15 16 17 18 Março 20 21 22 3 - Cap 21 23 24 4 - Cap 22 25 Atividade 1 5 - Cap 22 6 - Cap 23 27
Questionário de Física IV
Questionário de Física IV LEFT-LEA-LMAC-LCI 2 Semestre 2002/2003 Amaro Rica da Silva, Teresa Peña Alfredo B. Henriques Profs. Dep.Física - IST Questão 1 Na figura junta representam-se as linhas de campo
Aula II Lei de Ohm: ddp, corrente elétrica e força eletromotriz. Prof. Paulo Vitor de Morais
Aula II Lei de Ohm: ddp, corrente elétrica e força eletromotriz Prof. Paulo Vitor de Morais Veremos nessa aula Potencial elétrico / ddp; Corrente elétrica; Direção e sentido do fluxo; Resistividade; Resistência;
Eletromagnetismo II. Prof. Daniel Orquiza. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
Prof. Daniel Orquiza Prof. Daniel Orquiza de Carvalho Bibliografia Básica: Hayt, W. H. e Buck, J. A., Eletromagnetismo, 8ª Edição, McGraw Hill, 2011. Complementar: Sadiku, M.N.O., Elementos de Eletromagnetismo,
Problema 1 (só exame) Problema 2 (só exame) Problema 3 (teste e exame)
º Teste: Problemas 3, 4 e 5. Exame: Problemas,, 3, 4 e 5. Duração do teste: :3h; Duração do exame: :3h Leia o enunciado com atenção. Justifique todas as respostas. Identifique e numere todas as folhas
ELETRICIDADE GERAL E APLICADA. Armando Alves Hosken Neto
ELETRICIDADE GERAL E APLICADA Armando Alves Hosken Neto MAGNETISMO IMÃS: ATRAÇÃO DE CERTOS MATERIAIS (FERRO) MAGNETISMO IMÃ: Dispositivo capaz de atrair Fe, Co, Ni, Aço (ferromagnéticos) MAGNETISMO TIPOS
EQUAÇÕES DE MAXWELL, POTENCIAL MAGNÉTICO E EQUAÇÕES DE CAMPO
153 17 EQUAÇÕES DE MAXWELL, POTENCIAL MAGNÉTICO E EQUAÇÕES DE CAMPO A formulação completa das equações de Maxwell só será possível quando estudarmos os campos eletromagnéticos variáveis no tempo. Por enquanto,
POTENCIAL ELÉTRICO. Prof. Bruno Farias
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA III POTENCIAL ELÉTRICO Prof. Bruno Farias Introdução Um dos objetivos da Física é determinar
Resumo e Lista de Exercícios. Física III Fuja do Nabo P
Resumo e Lista de Exercícios Física III Fuja do Nabo P3 2019.1 Resumo 1. Lei de Faraday-Lenz A última Lei do eletromagnetismo vista nesse curso é a Lei de Faraday- Lenz. Essa Lei tem um princípio parecido
Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza. Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
Eletromagnetismo I Prof. Daniel Orquiza Eletromagnetismo I Prof. Daniel Orquiza de Carvalho Eletromagnetismo I - Eletrostática e campo magnético estacionário de correntes contínuas (Capítulo 7 Páginas
