e-book versão resumida em
|
|
|
- Sandra Alcântara Azenha
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 e-book versão resumida em
2 e-book versão resumida em SHOPPER MARKETING A Nova Estratégia Integrada de Marketing para a Conquista do Cliente no Ponto de Venda Boa leitura e bem vindo ao mundo do Shopper Marketing! Aproveite a versão e-book e aprofunde seus conhecimentos adquirindo o Livro Impresso. Para maiores informações visite: Visite e obtenha apresentações, cases, leituras complementares, vídeos e muito mais!
3 III Sobre os autores Rafael D Andrea - Autor Palestrante convidado por universidades, empresas e associações na área de gestão de canais de distribuição, Shopper Marketing e Trade Marketing. Colunista do portal com.br desde É pós-graduado em Economia pela FIPE, com Extensão em Marketing pela UC-Berkeley, é graduado em Administração de empresas pela FEA- USP. Construiu sua carreira como executivo de empresas multinacionais líderes no segmento de produtos de consumo como Kraft, Danone e Bunge Alimentos, onde foi gestor de Vendas, Operações, Trade Marketing e Desenvolvimento de Canais. Atualmente é sócio da ToolBoxTM, empresa especializada em pesquisa e inteligência em Shopper e Trade Marketing e diretor da Agência Shopper, focada em Shopper Marketing. Para maiores informações: Matheus Alberto Cônsoli - Autor Doutor pela Escola de Engenharia de São Carlos no Departamento de Eng. de Produção, com Sandwich na Texas A&M University. Administrador de Empresas pela FEA-RP/USP e Mestre em Administração (Marketing e Canais de Distribuição) pela FEA/USP. É sócio da Markestrat e tem atuado em projetos e publicações nas áreas de Planejamento Estratégico de Marketing, Trade Marketing, Gestão Estratégica, Investimentos e Gestão no Agronegócio, Canais de Distribuição, Planejamento e Gestão de vendas. Tem uma carreira desenvolvida em empresas e projetos na área de alimentos e insumos, e atuou em projetos em mais de 40 empresas em diferentes países. É professor de pós graduação e MBA s na Fundace/USP, FAAP e FIA entre outros. Para maiores informações:
4 IV Leandro Angotti Guissoni - Autor Doutorando e mestre em Administração pela Universidade de São Paulo (USP). Graduado em Ciências Contábeis pela FEA-RP/USP. É professor de Marketing, Trade Marketing, Comunicação, Vendas e Estratégia nos cursos de MBA da FAAP, Fundace/USP, Pecege/Esalq, Unimep e Unirp. Possui projetos de pesquisa de doutorado em conjunto com os professores da Darden Business School na University of Virginia, EUA, sobre Comunicação de Marketing e Métricas. Atuou no Departamento de Marketing da Coca-Cola em Ribeirão Preto, a Companhia de Bebidas Ipiranga. Desde 2008 realiza projetos de consultoria e treinamentos no meio empresarial, tendo participado de mais de 15 projetos em diversos setores. É associado da Markestrat e autor de livros na área de Marketing e de artigos em congressos, periódicos e revistas. Criador do ComValor, portal voltado para treinamento e aplicação de métodos para a comunicação de Marketing baseada em valor. Para maiores informações: e Carolina Almeida de Araújo Revisão Técnica e Edição E-Book Possui graduação em Marketing pela Universidade de São Paulo e experiência em pesquisa de mercado em projetos da própria universidade. É consultora da ToolBoxTM Shopper Marketing Intelligence, tendo atuado no desenvolvimento de pesquisas inéditas, como o Primeiro Levantamento Nacional de Tablóides, e na gestão de trade marketing de empresas líderes. É co-autora do livro Trade Marketing Estratégias de Distribuição e Execução de Vendas, pela editora Atlas.
5 V Apresentação da obra Apresentamos aos profissionais de Marketing, em caráter inédito nessa versão e-book, um exemplo e resumo de temas e assuntos relacionados com a Shopper Marketing, onde abordamos a questão dos investimentos no PDV para criar valor aos consumidores no ato da compra os shoppers entregando conveniência, satisfação e facilidade para quem tem o tempo dividido entre todos os afazeres da atualidade. O objetivo final é chegar ao shopper no momento em que o contato com a marca exige uma resposta positiva, seja em casa, no trânsito, na web ou no ponto de venda, com a mensagem certa, mas não única. Em essência, Shopper Marketing traz a discussão sobre como influenciar o shopper antes e durante a compra dando relevância para a sua relação com a marca. Mas o que é relevante para o shopper? Ao apresentar o modelo da jornada de compra, associando aos estímulos mensagens e veículos para entregar informações relevantes ao shopper, acreditamos que este livro contribui de forma inédita ao Marketing das marcas e de varejo. Por esta razão é indicado a todos os profissionais de varejo e da indústria ligados ao Marketing no PDV. Para os shoppers, a informação é algo imprescindível. É impensável hoje em dia comprar um fogão ou celular sem consultar-se na internet antes. Os shoppers estão no comando e a tecnologia da informação dá condições para que o Shopper Marketing exista. De fato, a tecnologia é a força motriz por traz das ações de Marketing voltado ao shopper. Este livro apresenta a tecnologia como um veículo e uma ferramenta essencial na prática do Shopper Marketing. Para compreender o shopper temos que contar com auxílio da tecnologia de bancos de dados, internet e CRM. Para acessá- -los, utilizamos smartphones e digital signage. Tudo está integrado. Mas como aproveitar tudo isso em Marketing? A verdade é que o modelo da jornada de compras do shopper ajuda os profissionais de Marketing a estruturarem as ações e entenderem as medidas de sucesso em cada ponto de contato com seus clientes. Temos que reconhecer que este avanço conceitual na compreensão do comportamento de compra dos consumidores possibilitou a aplicação prática dos estímulos corretos e a mensuração de seu retorno para as marcas. Sem incomodar o shopper, mas oferecendo algo relevante para ele; sem atribuir significados exagerados nas relações de consumo, mas criando facilidades objetivas. É neste ponto que livro Shopper Marketing contribui mais com o Marketing tradicional, ao permitir um olhar pragmático e integrado de suas
6 VI atividades e ao conciliar finalmente os interesses de todos os stakeholders envolvidos nas relações cliente-marca. Com isso, o princípio que estamos adotando nesse livro é que as marcas precisam diferenciar os shoppers dos consumidores, pois as ações de Marketing, comunicação e messaging são diferentes para cada um desses grupos! Por que o shopper está na agenda de tantas organizações? Há algum tempo as marcas estão se movimentando em direção à conquista do consumidor no ponto de venda (PDV), movimento este que se inicia em casa, passa pela internet, até chegar às lojas físicas. Quanto mais próximos do PDV, mais percebemos o esforço das marcas em garantir diferentes tipos de exposição especial de produtos. Neste cenário, esta obra apresenta o Trade Marketing de modo mais aprofundado, identificando os conceitos de Shopper Marketing sobre como influenciar o shopper antes e durante a compra. Por isso acreditamos que este livro contribui de forma inédita ao Marketing das marcas e de varejo, auxiliando empresas e profissionais que investem no PDV para criar valor aos shoppers e a todos os stakeholders envolvidos na relação cliente-marca. Abordaremos, assim, os seguintes temas: Quem é o shopper? O que é Shopper Marketing e qual sua origem? Como as empresas podem influenciar o shopper a favor de suas marcas? Como compreender a mente dos shoppers? Quais pesquisas são aplicáveis ao estudo da área? Como operacionalizar ações voltadas ao shopper? Como promover uma estrutura organizacional que suporte as estratégias orientadas ao shopper? Como mensurar os resultados? E, por fim, qual é o futuro do Shopper Marketing?
7 VII SUMÁRIO Sobre os autores III Apresentação da obra V Por que o shopper está na agenda de tantas organizações? VI 1. O que é Shopper Marketing? Introdução ao conceito de Shopper Marketing Origem do termo e conceitos de Shopper Marketing Comportamento do consumidor e experiência no PDV Variáveis que influenciam o shopper 5 2. A jornada de compras do shopper Como influenciar o shopper a favor de minha marca? Path to purchase: planejamento, compra e consumo Hierarquia de respostas aos estímulos e comportamento do shopper 9 3. Entendendo a mente do shopper Diferença entre o que o shopper diz, pensa e sente Fatores de influência da atenção e avaliação do shopper no PDV Aspectos de segmentação e aplicação ao Shopper Marketing Desvendando o comportamento no ponto de venda A compra começa antes da chegada ao PDV Muitas escolhas e pouco tempo para gastar no interior da loja Fidelidade e impulso Expectativas do shopper e valores em relação à experiência de compras Como os shoppers se sentem no processo de compras Como planejar promoções de vendas que afetam os shoppers Impactos do Shopper Marketing na criação de embalagens para o PDV 17
8 VIII 5. Criando a organização centrada no shopper Como a estrutura organizacional suporta estratégias orientadas ao shopper? Estratégia de Shopper Marketing Como planejar a execução das ações orientadas ao shopper Trade Marketing Estratégias colaborativas para melhorar a experiência do shopper Indústria e varejo unidos para melhorar a experiência de compras Mensuração dos resultados de programas colaborativos Shopper Marketing: o que vem agora? Shopper Marketing é Marketing Do tradicional funil de compras a um processo de compras interativo Execução das ações orientadas aos shoppers: o desafio multicanal Perspectivas para as ações orientadas aos shoppers 28 Notas e referências 29 Sobre as organizações e autores 32 Nota sobre a ToolBoxTM Shopper Marketing Intelligence 32 História 32 Áreas de atuação 33 Shopper Marketing Capabilities 33 Consultoria Tática 34 Shopper Understanding 35 Channel Management 35 Métricas de Ponto de Venda 36 Nota sobre a Markestrat 36 Missão 37 Assim Pensamos, Assim Executamos 37 Escopo de Soluções Markestrat 38 Competências Markestrat 38
9 1 1. O que é Shopper Marketing? Consumidores são aqueles que consomem: quem come, bebe ou usa determinado produto. A partir do momento em que as pessoas decidem comprar algo, elas se tornam compradores ou shoppers, em inglês. Mas por que não chamar o shopper simplesmente de comprador, como indica a tradução literal do inglês para o português? A tradução de shopper para comprador cria confusão com um conceito já utilizado amplamente para se referir ao comprador profissional das empresas. Assim, para evitar qualquer confusão, é chamado de shopper o consumidor que, circunstancialmente, virou sua chave mental para o modo de compra ou shopping mode (em inglês). Por conta disto, profissionais de Marketing não devem chamar a todos de consumidores, já que a comunicação com o shopper requer ferramentas distintas da comunicação com o consumidor. O que leva um ser humano a comprar um produto depende do produto é óbvio mas também de aspectos relacionados à experiência de compras. O Shopper Marketing desenvolve-se, então, da experiência que o indivíduo tem ao pesquisar, encontrar o produto, ir até a loja, interagir no ambiente de compras, decidir e, finalmente, pagar. Os profissionais de Marketing e publicidade necessitam compreender, então, as melhores formas de comunicação ao longo dos canais, a fim de estabelecer mensagens relevantes em todos os pontos de contato da marca e aumentar a chance de os produtos serem escolhidos no PDV Introdução ao conceito de Shopper Marketing O Shopper Marketing pode ser apresentado como a próxima onda na evolução dos conceitos de métodos de Marketing de varejo 1. Desde a década de 70, quando os supermercados começaram a capturar os dados dos scanners do checkout, o varejo vem sofrendo evoluções, conforme indica a Figura 1.
10 Atualmente Leitura ótica Gerenciamento por categoria Layout de loja Gerenciamento de espaço ECR Shopper Marketing Figura 1.: Evolução dos Conceitos e Origem do Shopper Marketing 2. Outra visão, relacionada à comunicação persuasiva, contextualiza o Shopper Marketing como uma resposta de Marketing ao efeito da fragmentação da comunicação tradicional e da crescente escassez de atenção humana 3. Sem dúvida, o comportamento das pessoas mudou e vem mudando com o advento de novos recursos sociais, como Youtube, Skype e Google. Além disso, a enxurrada de informações e o poder de controlar o acesso a elas, aliados a opções de escolha dividiram o tempo das pessoas, tornando difícil (e às vezes ineficiente) o trabalho de influenciá-las pelas vias tradicionais de comunicação de massa. Pela primeira vez na história do Marketing, os investimentos em anúncios nos meios de comunicação já consagrados desde a segunda metade do século passado estão sendo questionados pelos acionistas das grandes empresas. A eficácia da comunicação above the line tem sido superada pelas alternativas do Marketing voltado ao canal de distribuição das empresas e ao shopper. A tecnologia, neste cenário, foi fundamental para fomentar de forma concreta o surgimento do Shopper Marketing Origem do termo e conceitos de Shopper Marketing De forma prática, neste livro é simplificado o termo de Shopper Marketing conforme a seguinte definição: uso de estímulos de Marketing baseados no entendimento do comportamento do shopper para melhorar a experiência de compra, criando
11 3 valor para fabricantes, varejistas e clientes finais. Essa definição contribui para que os fabricantes diferenciem ações de desenvolvimento de canais, Marketing e o Shopper Marketing. A aplicação de Shopper Marketing começou a ser estruturada nas empresas sob essa denominação no final de No Brasil, assim como em diversos países da América Latina e Europa, é a área de Trade Marketing que se responsabiliza pelo desenvolvimento de canais de Marketing e pelo shopper. Por conta disto, no Brasil, diferentemente dos EUA, o Shopper Marketing está surgindo a partir da área de Trade Marketing, como contraponto a uma abordagem meramente baseada nos canais de vendas e, também, como uma evolução do gerenciamento por categorias. A Figura 2 ilustra a relação entre a atuação de Marketing, Shopper Marketing e Trade Marketing. Consumer Marketing Trade Marketing Consumer Marketing Shopper Marketing Trade Marketing Figura 2.: Esferas de atuação de Marketing, Shopper Marketing e Trade Marketing 5.
12 Comportamento do consumidor e experiência no PDV O pressuposto básico para o desenvolvimento e implementação de ações de Shopper Marketing é o profundo entendimento do comportamento do consumidor e de como é influenciada a experiência no PDV. Se considerarmos as abordagens tradicionais de comportamento de compra (reconhecimento do problema, busca de informações, avaliação de alternativas, decisão de compra e pós-compra), existirão algumas lacunas para compreender o comportamento no PDV. Assim, podemos pensar no processo de comportamento do shopper considerando seu ciclo de comportamento e sua jornada de compras, conforme ilustrado na Figura 3. PATH TO PURCHASE (jornada de compra) 3ª Fase CONSUMO A experiência A avaliação 1ª Fase PLANEJAMENTO O que eu quero Onde vou comprar CONHECIMENTO Fora da loja ATRAÇÃO Entrada da loja e da seção ENGAJAMENTO No corredor PERSUASÃO Na gôndola COMPRA Produto na cesta de compras 2ª Fase COMPRA O que eu considero O que eu compro Figura 3.: Comportamento de Compra do Shopper e a Experiência no Ponto de Venda 6. Neste cenário, os estímulos de Marketing relacionam-se com o comportamento do shopper e envolvem aspectos de produtos, preço, local (ambiente) e promoção. Do ponto de vista do shopper, descontos de preços, design da loja e embalagem de produto é Marketing.
13 Variáveis que influenciam o shopper Os shoppers são influenciados por variáveis presentes em três ocasiões distintas em suas próprias casas, quando estão em trânsito, ou quando chegam ao PDV. Para se obter a completa influência do shopper, é preciso se comunicar com este público em todas as ocasiões, dando especial atenção aos estímulos sensoriais no PDV a fim de criar uma experiência de compra satisfatória e estimular a preferência do shopper por determinados produtos e marcas. Enquanto os varejistas preocupam-se em girar os produtos oferecidos em suas lojas, os fabricantes utilizam estratégias pull e push de comunicação com o mercado (a primeira envolve ações de comunicação direta aos consumidores finais, ao passo que a segunda promove produtos por meio do canal distribuidor). Entretanto, em um ambiente extremamente competitivo é necessário mais do que estimular os sentidos humanos no PDV. É preciso integrar diversas técnicas, como: ensinar o cliente a perceber o valor da oferta; inspirar os shoppers na loja; oferecer novas combinações de produtos (cross shopping); permitir experimentação de produtos e serviços; e montar lojas lúdicas. Mais detalhes sobre essas técnicas estão disponíveis na versão impressa e completa da obra.
14 6 2. A jornada de compras do shopper Iniciamos este tópico com a seguinte pergunta: quais são as variáveis controláveis por varejistas e fabricantes que influenciam as decisões de compra do shopper no PDV? A comunicação com o shopper (nos diversos pontos de contato citados anteriormente) pode ser planejada a fim de explorar sua relação com a marca e sua fidelização à loja Como influenciar o shopper a favor de minha marca? Para influenciar o shopper é preciso antes conhecê-lo. As pesquisas sobre comportamento dos shoppers são conhecidas também como ciência das compras, tal é a similaridade com processos de investigação científica. Este processo investigativo pode ser resumido em cinco etapas: conhecer o perfil, comportamentos e valores dos shoppers; segmentá-los em grupos semelhantes; mapear os pontos de contato com estes diferentes grupos; planejar a comunicação mais eficaz a cada ponto de contato ao longo da jornada de compras; e executar o plano de contato com o shopper com a colaboração dos canais de Marketing. Essas etapas estão mais detalhadas na versão impressa da obra. Após a realização destas cinco etapas, entraremos em contato com o primeiro momento da verdade dos shoppers, momento em que eles estão à frente das gôndolas. O desafio aqui se caracteriza por existir à disposição dos shoppers inúmeros produtos similares e diversos canais para comprar Path to purchase: planejamento, compra e consumo A jornada de compras divide-se em planejamento (pre-shopping ou pré-compra), compra e consumo, conforme ilustra a Figura 4. O Shopper Marketing tem como foco, então, as duas primeiras fases: planejamento, quando o shopper toma conhecimento do produto e do PDV onde irá adquiri-lo, e da compra em si, quando compara itens e seleciona o que quer. Um dos principais aspectos que influenciarão o shopper em seu planejamento é a sua missão de compras ou seja, o porquê da ida ao PDV.
15 7 CONSUMO Divulga experiência Precisa PRE-SHOP Forma opinião Pesquisa Utiliza/consome Avalia 3ª Fase CONSUMO A experiência A avaliação 1ª Fase PLANEJAMENTO O que eu quero Onde vou comprar Faz lista Prepara Armazena/instala Compra 2ª Fase COMPRA O que eu considero O que eu compro Decide onde comprar Navega/busca Seleciona Compara Encontra SHOPPING Figura 4.: Comportamento de Compra do Shopper e a Experiência no PDV 7.
16 8 Em resumo, a Figura 5 apresenta um modelo que indica os principais pontos de contato com os shoppers ao longo de sua jornada de compras: Como conduzir o shopper de fora para dentro da loja? Como guiar a atenção do shopper a partir da entrada da loja? Uma vez dentro da loja, como engajar o shopper, direcionando sua atenção? Quando o shopper está frente ao produto na gôndola, como persuadi-lo a comprar? Compra: como concluir com sucesso o processo de interação com o shopper? CONHECIMENTO ATRAÇÃO ENGAJAMENTO PERSUASÃO FECHAMENTO Fora da loja Entrada da loja e da seção No corredor Na gôndola Produto na cesta de compras Figura 5.: Etapas de Compra do Shopper e a Experiência no Ponto de Venda 8.
17 9 Este modelo pode ser aplicado inclusive no varejo virtual, quando é preciso superar as barreiras de falta de evidências físicas, de pessoas e de processos claramente expostos. Adaptando-se os cinco passos ao e-commerce, temos: i) Como gerar fluxo no site? ii) Como atrair a atenção e a visão do shopper? iii) Como facilitar a identificação imediata? iv) Como divulgar informações do site? v) Como eliminar dúvidas do shopper? 2.3. Hierarquia de respostas aos estímulos e comportamento do shopper Quando há investimentos em estímulos de Marketing, espera-se que este estímulo realmente funcione e seja eficaz. Tradicionalmente, os profissionais de Marketing utilizam modelos de hierarquia de respostas para avaliar a efetividade dos estímulos, principalmente relacionados à comunicação. O modelo AIDA 9 (Atenção Interesse Desejo Ação) é um dos mais conhecidos e foi base para adaptação do processo de compra do shopper. Deste modo, deseja-se que, a partir dos estímulos e ações de Marketing, o shopper: i) Tome conhecimento das marcas e saiba onde encontrálas (lojas mais próximas ou mais convenientes); ii) Seja atraído para a loja e para a seção onde o produto ou marca de interesse esteja disponível; iii) Se engaje no processo de procura na seção e possa ser influenciado por novos estímulos dentro da loja; iv) Seja persuadido na gôndola onde o produto/marca se encontre, selecionando com facilidade o item (produto/marca) dos estímulos; v) Coloque o item na cesta de compras, e daí, ou continua o processo no PDV ou dirija-se ao checkout.
18 10 3. Entendendo a mente do shopper Para entender a mente dos shoppers, precisamos nos atentar às suas dificuldades de escolha, sentimentos e expectativas de compra ao longo de sua jornada. A seguir, abordamos alguns desses pontos Diferença entre o que o shopper diz, pensa e sente O pressuposto da pesquisa em Marketing é proporcionar suporte à tomada de decisão dos gestores nas empresas. Entretanto, considerando os métodos tradicionais de pesquisa ao consumidor, o que o shopper responde é realmente o que ele pensa e sente? Para responder a esta pergunta, hoje podem ser utilizadas diversas técnicas de pesquisa (mais objetivas), que geram resultados mais confiáveis para o planejamento de ações e não possuem os problemas das pesquisas tradicionais, como critérios subjetivos, questionários mal elaborados ou falhas do pesquisador. Estas técnicas, oriundas com o avanço tecnológico, permitem compreender não apenas o que o shopper fala, mas os fatores motivadores de suas ações no PDV. Entre elas, podemos citar: simulações em lojas virtuais (3D/2D); testes dentro de loja real; eye-tracking; neuromarketing; mock-stores (lojas físicas simuladas); vídeos inteligentes e identificação por rádio-frequência (RFID); análise das transações e dados de programas de fidelidade e informações de checkout; quiosques, sessões interativas das lojas e lojas grátis (tryvertising). Todos os tipos de pesquisa citados já foram aplicados por diversas empresas de bens de consumo e varejistas no mundo. Além disso, a utilidade das técnicas pode ser mais bem aplicada separando-as ao longo da jornada de compras do shopper, como indicado na Figura 6. As técnicas apresentadas na figura estão apresentadas em detalhes na versão impressa da obra.
19 11 Focus Group Simulações em lojas virtuais e físicas Entrevistas e aplicação de questionários Neuromarketing Eye-tracking Compra acompanhada (testes dentro da loja real) Video mining Video mining Pesquisa etnográfica Quiosques e seções interativas CONHECIMENTO Fora da loja ATRAÇÃO Entrada da loja e da seção ENGAJAMENTO No corredor PERSUASÃO Na gôndola FECHAMENTO Produto na cesta de compras Análise de dados de check-outs INFORMAÇÃO Como o shopper enxerga a categoria Árvore de decisão + insights antes da compra (Para quem compram? O que compram? Por que compram?) Como o shopper se comporta na loja Navegação/busca Influência dos estímulos presentes na loja para esse fluxo Como o shopper interage com o produto Observação PDV na gôndola O que o shopper observa no produto na hora da compra Que fator mais influencia sua decisão? Comprovar ou refutar hipótestes quantitativamente INPUTS PARA Definição de Planograma e Ações de Comunicação Definição de material de PDV Hipóteses: onde colocar os produtos, layout loja, fluxo, impacto ponto extra, navegação, sinalização da loja Testes de produto Análise de cross selling Definição de posicionamento de preço Definição sortimento por canal Definição espaço Figura 6.: Aplicações das pesquisas ao shopper de acordo com a jornada de compra 10.
20 Fatores de influência da atenção e avaliação do shopper no PDV Atrair a atenção do shopper no PDV é o passo inicial para se influenciar o comportamento de compra. Entretanto, chamar apenas a atenção não é suficiente para definir a compra, dado que nem todos os direcionadores de atenção definem a escolha do shopper 11. A Figura 7 ilustra os direcionadores de atenção e a avaliação do shopper no PDV. Dessa forma, a atenção pode ser entendida como um direcionador de valor da marca, dado que aspectos externos à loja, como histórico de uso e contato com a marca, aumentam a atenção no PDV. Fatores dentro da loja Número de frentes Posição horizontal na gôndola Posição vertical na gôndola Preço Fatores fora da loja Relacionados ao cliente: Objetivos da compra, perfil do shopper, aspectos demográficos Relacionados à marca: market share Relacionado ao consumidor e marca: histórico de uso e contato Atenção Visual Observar a marca Reexaminar a marca Avaliação Consideração na compra Escolha para compra Lembrança da marca Figura 7.: Direcionadores de Atenção e Avaliação do Shopper no Ponto de Venda 12.
21 Aspectos de segmentação e aplicação ao Shopper Marketing Diferentes grupos de shoppers reagem de forma distinta aos aspectos relacionados à loja, conforme suas expectativas. Neste sentido, a segmentação de shoppers pode ser desenhada segundo três concepções: segmentação objetiva, segmentação subjetiva e segmentação por missão de compra. Enquanto a primeira contempla demografia, hábitos de compra e estilos de vida, a segunda envolve aspectos atitudinais e psicológicos. Já a segmentação por missão de compra representa a linha de pensamento mais recente em Shopper Marketing. A compreensão deste tipo de segmentação começa com o entendimento de cinco perguntas: Quem? Quando? Onde? O que? Por quê? É preciso identificar claramente quem são as pessoas envolvidas na compra, as circunstâncias e período do dia em que compram o lugar da ocasião de compra, que necessidades são relevantes para a ocasião e quais aspectos emocionais estão envolvidos. A partir deste entendimento, as missões de compra são divididas em abastecimento, reposição e ocasião de consumo e são importantes ao varejo, pois mudam o modo de organizar a loja.
22 14 4. Desvendando o comportamento no ponto de venda Ao ampliarmos a discussão sobre pesquisa em Shopper Marketing, nos deparamos com os dilemas enfrentados pelos shoppers em suas decisões de o que, como, quando e onde comprar, conforme discutido abaixo A compra começa antes da chegada ao PDV O processo de compra inicia-se a partir do momento em que uma pessoa identifica a necessidade por algo e decide ir às compras. O modelo de pre-shopping explica como o shopper age antes de decidir o que comprar e onde vai comprar o item que busca. Tanto no setor de bens de consumo como em serviços, o modelo de pre-shopping funciona de forma semelhante. É importante que as marcas e varejistas identifiquem os pontos de contato com os shoppers para poder atuar na melhoria do relacionamento com eles, à medida que avançam no processo de compra. Assim, consideramos que entender a jornada de compras é a chave do sucesso em Shopper Marketing Muitas escolhas e pouco tempo para gastar no interior da loja Os shoppers são bombardeados por inúmeros produtos e estímulos no PDV. Muitas variáveis simultâneas concorrem pela atenção, visão e boldo dos shoppers. Mas com tantos estímulos e pouco tempo para comprar, o shopper acaba dando pouca atenção à maioria dos produtos e leva os itens que já está acostumado a levar ou toma decisões puramente racionais. A chave para obter mais sucesso no varejo é saber compor estas variáveis, como sortimento, sinalização e layout de loja, para obter o máximo faturamento no tempo em que o shopper se dispõe a gastar na loja. Cada segundo comprando reflete um momento da verdade, no qual o shopper está tomando alguma atitude em relação ao ambiente e aos estímulos que recebe. Há três momentos da verdade: alcançar (visão), parar e manusear (visão + tato), e comprar. Seguindo esta lógica, uma loja planejada adequadamente deve transmitir ao shopper a sensação de que aquele estabelecimento foi feito para ele 13. A
23 15 familiaridade com a loja, sua organização, promoções, sinalização visual, etc., acontece mais facilmente se esta refletir o modelo mental do shopper na disposição dos produtos em seu interior. Obviamente, é difícil realizar esta tarefa para todos os perfis de shoppers que entram no estabelecimento, entretanto, um estudo cuidadoso do perfil de shoppers de acordo com suas missões de compra tornará esse trabalho menos complexo. Deste cenário, surge o conceito de Stopping Power versus Buying Power 14, ou seja, o quanto um produto desperta interesse versus o seu poder de conversão de compras. Cruzando-se as duas variáveis, temos quatro tipos diferentes de produtos que necessitam de diferentes ações Fidelidade e impulso Nos últimos dez anos alguns hábitos de compra mudaram no Brasil. O percentual de decisões tomadas dentro das lojas está diminuindo, da mesma forma que a fidelidade à marca e à loja (por conta do grande número de produtos substitutos e canais disponíveis). Entretanto, mais homens estão comprando e os shoppers têm ido para casa com mais itens do que o planejado afinal, gostam de experimentar. Desta forma, algumas tendências podem ser delimitadas: o consumidor está mais consciente, mais exigente, menos fiel à marca e mais interativo com outros consumidores; ao passo que o shopper acessa mais informações antes e durante a compra, é menos fiel ao canal e à loja, possui mais poder de influenciar outros shoppers com o uso de redes de informação e procura melhorar sua experiência de compras Expectativas do shopper e valores em relação à experiência de compras A satisfação dos shoppers em relação à experiência de compra está relacionada à expectativa que estes possuem sobre o que vão encontrar na loja. Essas expectativas se refletem nos valores primários e secundários que os shoppers mantêm em relação às lojas. Os valores primários incluem proximidade, preços e sortimento; enquanto os secundários englobam promoções, serviços, ambiente, crédito e entretenimento.
24 Como os shoppers se sentem no processo de compras As compras podem ser encaradas de forma diferente pelos shoppers. Às vezes como algo doloroso, às vezes como lazer 15. É possível segmentar as compras cruzando-se diversas variáveis, como tempo de compra e valor agregado do produto (Figura 8) ou tipo de decisão e grau de planejamento de compra 16 (Figura 9). + IMPACIENTE DOLOROSO Margem do produto / Pontos de contato Cadeado Supermercado MP3 Music Player Sistemas Operacionais de computadores Aparelho de celular Planejamentos e investimentos financeiros Ingresso na faculdade Carro novo Lexus Wal-Mart Computadores Apple iphone - RELUTANTE PRAZEROSA - + Figura 8.: Matriz de Compra e Tempo 17.
25 17 Assim, é fundamental entender como um produto se encaixa nesses modelos para adequar a comunicação ao shopper ao longo do processo de compra. Idealmente, buscar aliviar a incerteza associada à decisão de compra, tendo- -se como base a dimensão tempo e desembolso, é fator decisivo para estimular a compra de um produto ou outro Como planejar promoções de vendas que afetam os shoppers Entre os 4 Ps do composto de Marketing, as promoções trazem o maior leque de opções para os profissionais do ramo. Propaganda, vendas pessoais, Marketing direto, relações públicas e promoções de vendas compõem o P de promoção. No que se refere ao Shopper Marketing, nitidamente as promoções de vendas têm um apelo maior que as demais categorias do composto promocional. Os objetivos das promoções de vendas são obter experimentação ou recompra, aumentar o uso de uma marca estabelecida e defender os clientes atuais. Estas promoções tanto envolvem riscos (como prejuízo à imagem da marca e antecipação de vendas futuras), como podem ser muito eficazes em disputa de mercado (ao gerar impacto imediato e envolvimento com o shopper, por exemplo). Alguns fatores aumentam a eficácia das promoções, como oferecer propostas individualizadas a diferentes grupos de shoppers, manter a simplicidade na mensagem e apresentar consistência promocional entre canais. Entretanto, em três situações as promoções de venda não devem ser utilizadas: i) Quando o declínio em vendas se deve ao final do ciclo de vida de um produto; ii) Para fazer as pessoas aceitarem um produto inferior; e iii) Quando há chance de frustrar as expectativas dos seus clientes Impactos do Shopper Marketing na criação de embalagens para o PDV Nenhuma ação promocional ou propaganda tende a se fixar mais na mente do shopper do que as embalagens dos produtos, já que estas comunicam de fato o
26 18 que está sendo vendido. Elas envolvem a marca em vários momentos, desde a gôndola dos supermercados até a mesa dos consumidores. Isso é relevante, pois a decisão de sortimento do PDV é uma atribuição estratégica para qualquer loja de varejo. Entretanto, quando o shopper não tem visibilidade dos produtos ou não pode acessá-lo é a mesma coisa que não ter o produto no cadastro da loja. Assim, visibilidade é o fator-chave. Além disso, existem dois focos distintos na elaboração de embalagens o foco no consumidor e o foco no shopper. Enquanto o Marketing tradicional tende a gerar idéias no desenvolvimento de produtos com foco no consumidor final (pensando na elaboração das embalagens sob a ótica da abertura, armazenagem e uso), o foco nos shoppers tende a relevar mais o papel do canal/pdv e dos aspectos pessoais mais relevantes na hora da verdade a decisão de compra.
27 19 5. Criando a organização centrada no shopper Sempre houve muito charme no Marketing tradicional. Contudo, escutamos todos os dias de colegas da indústria que eles estão começando a reforçar os investimentos em ações direcionadas aos pontos de venda e aos shoppers. Embora isto represente uma tendência, a estruturação de uma área ou a organização das funções e atividades de Shopper Marketing ainda representa um desafio para as empresas Como a estrutura organizacional suporta estratégias orientadas ao shopper? Os conceitos de Trade Marketing, Shopper Marketing e Retail Marketing muitas vezes se confundem. Apesar de já ser clara nas empresas a separação entre Trade Marketing, Marketing e Vendas, a área de Shopper Marketing ainda está sendo formatada nas empresas brasileiras. Objetivando a criação da área, deve ser priorizada a integração de outras áreas, departamentos e funções que se relacionem à pesquisa, à gestão de categorias, Trade Marketing, Key Account, Marketing e Vendas. Como a área de Shopper Marketing gera sobreposição na estrutura das empresas, surgem barreiras que precisam ser solucionadas. Entre elas, existência de poucos executivos qualificados para atuarem como shopper marketers, falta de pesquisas de compreensão dos shoppers, inexistência de métricas para cálculo de retorno das ações e o fato de as prioridades dos varejistas serem diferentes das prioridades da indústria na abordagem ao shopper. Uma vez decidido que haverá uma área de Shopper Marketing, devem-se definir os responsáveis; comunicar o plano de Shopper Marketing internamente; integrar os processos, indicadores, metas e orçamento entre os departamentos; e colocar em prática a gestão de verbas ou zonas de responsabilidade entre Marketing, pesquisa, Trade Marketing e vendas. A aplicação dessas ações são fatores-chave de sucesso para a implementação da área. Neste contexto, é preciso mudar o centro das decisões no ambiente corporativo (conceito de shopper-centricity), ou seja, o shopper precisa ser papel central na estratégia de Marketing. Para isto, devem ser estabelecidas parcerias entre fornecedores e varejistas para que haja comunicação integrada com o shopper.
28 20 De um lado, os varejistas detêm informações sobre o comportamento do shopper em suas lojas; de outro, os fabricantes conhecem o comportamento de consumo e de compra nos diversos canais de Marketing todas estas informações devem ser compartilhadas entre os agentes. Com a delimitação da área, é preciso definir claramente o perfil dos profissionais. No Brasil, ainda há confusão acerca da delimitação de atividades entre Trade e Shopper Marketing. Entretanto, a mudança de atribuições não se limita às grandes empresas de bens de consumo e serviços, agências de publicidade, criação e promoção também necessitam adaptarem-se aos novos conceitos. Muitas delas estão pegando carona na expressão Shopper Marketing sem terem desenvolvido as capacidades para aplicação prática. Daqui surge a necessidade de interação também entre indústria e agência. Assim, as agências, ao enxergarem a disciplina de forma estratégica, precisam despertar a reação positiva dos shoppers, varejistas e fabricantes, preocupando-se com relacionamento em longo prazo com todos os players, em especial os shoppers Estratégia de Shopper Marketing O processo de desenvolvimento da estratégia de Shopper Marketing envolve quatro competências: investigar o shopper em seu papel; integrar as comunicações de Marketing centradas no shopper; melhorar e desenvolver os pontos de contato com o shopper; e gerar e mensurar resultados aos envolvidos. contato e categorias. Já na segunda etapa é preciso haver Comunicação Integrada de Marketing (CIM), que deve atingir os diversos agentes envolvidos no processo de compras consumidor final, shopper e influenciador, entre outros. Aqui, cada mensagem deve ser adaptada à mídia e ao ponto de contato. A primeira etapa envolve pesquisas de Shopper Marketing e o conhecimento da jornada de compras do shopper, envolvendo a pré-compra, compra, consumo e pós-consumo. É preciso identificar os aspectos críticos do comportamento dos shoppers, como suas variações por canal, mix de comunicação, pontos de Consequentemente, a melhoria e o desenvolvimento de pontos de contato com o shopper objetivam aumentar a exposição da marca em diferentes momentos. As novas mídias possuem grande impacto nesta questão, de modo que o planejamento de comunicação deve se basear nas mídias mais adequadas para
29 21 se atingir o público selecionado. Por fim, a geração e a mensuração de resultados devem ser consideradas durante a formulação das estratégias de Shopper Marketing. O que se verifica, na maioria dos casos, é que fabricantes e varejistas começam com a utilização de dados e metodologias mais simplificadas (orientadas ao curto prazo) e, com o tempo, ganham maturidade e capacidade para desenvolverem metodologias mais aprimoradas (com foco maior em resultados de longo prazo) Como planejar a execução das ações orientadas ao shopper Trade Marketing Dada a importância e priorização das principais ações voltadas para o shopper no PDV, o Trade Marketing atua, em resumo, como área de integração entre fabricantes, varejistas e consumidores, interligando os departamentos de Marketing, merchandising e comercial. Seus papéis são desenvolver estratégias para melhorar a experiência de compra dos shoppers com a marca, criar estratégias e políticas comerciais para os canais de vendas, ser especialista em shopper insights e desenvolver práticas internas que estimulem as estratégias de canais e PDV. O objetivo final é, portanto, estabelecer alavancas de volume no PDV, por intermédio do gerenciamento de sortimento, preço, espaço e planograma, publicidade, ponto-extra e promoção 18. Assim, o escopo do Trade Marketing é amplo, podendo ser visto como algo que sobrepõe ou complementa as demais atividades e estratégias de Marketing, envolvendo assuntos de Marketing industrial, canais de distribuição, comunicação, força de vendas, precificação, segmentação e comportamento do consumidor. Adotamos aqui uma visão de caráter complementador e integrador para o Trade Marketing e não concorrente com as demais decisões e estruturas de Marketing. Com isso, as ações orientadas ao shopper são em geral implementadas por meio do Trade Marketing. Dessa forma, o objetivo é executar bem os pilares de Trade Marketing que vão influenciar o comportamento de compra dos shoppers em relação a uma marca. O escopo de executar bem os pilares de Trade Marketing no PDV é sem dúvida influenciar o comportamento do shopper para convertê-lo em buyer, gerando assim mais vendas enquanto ele passeia pela loja (objetivo este compartilhado tanto pelo varejista quanto pelo fabricante). Com base nisso, a implementação das
30 22 ações de Trade Marketing dependerão de um conjunto de decisões que envolvem investimentos nos pontos de venda e aspectos específicos aos pilares de Trade Marketing: sortimento, preço, visibilidade e promoção. Para maiores informações e detalhamento sobre o planejamento e implementação de ações de Trade Marketing, sugerimos: TRADE MARKETING ESTRATÉGIAS DE DISTRIBUIÇÃO E EXECUÇÃO DE VENDAS. São Paulo: Atlas, 2010 Conheça mais sobre a Obra Trade Marketing, clique aqui.
31 23 6. Estratégias colaborativas para melhorar a experiência do shopper Para que os programas colaborativos ocorram, as empresas precisam estar dispostas a compartilhar informações e se basear em princípios de conectividade e transparência. Entretanto, estabelecer uma rede de colaboração é uma tarefa difícil e as estratégicas cooperativas acabam sendo aprendidas com o tempo e com a experiência dos relacionamentos e ação 19. Quase todas as atividades orientadas ao cliente final possuem potencial de colaboração, dado que as táticas desenvolvidas para influenciar o ciclo de comportamento (planejamento compra consumo) e jornada de compra do shopper podem ser melhoradas por meio de esforços conjuntos entre varejistas e fabricantes. Esse enfoque colaborativo simplesmente traz mais recursos em termos de competências de pesquisa, destreza analítica, recursos financeiros, competências de execução e outras funções vitais. Nesta linha, para a definição e implementação de estratégias colaborativas é preciso responder às seguintes perguntas, que detalham áreas de negócio específicas: O que nós vamos fazer? (desenvolvimento do programa); Como vamos ganhar? (desenvolvimento da plataforma); Quem vai ganhar com isso? (alinhamento estratégico); e O que significa ganhar mais? (desenvolvimento de contexto estratégico). A plataforma de Shopper Marketing é projetada para desenvolver estratégias e planos de ação da área. Fabricantes e varejistas podem desenvolver atividades independentes, mas também em conjunto, a fim de concluir algumas atividades como delimitação de segmentos-alvo de shoppers e definição de metas de desempenho e sistemas de mensuração. Para o desenvolvimento de um bom programa de Shopper Marketing, que motive os envolvidos a investirem esforços e recursos, sugerimos que estes programas tenham as características mínimas de retorno mensurável, rápido e satisfatório.
32 24 O processo de colaboração em si pode ser delimitado em três passos: i) Entendimento (dos shoppers, processos, canais, etc); ii) Desenvolvimento (de sistemas, segmentação, soluções, oportunidades, etc.); iii) Cooperação e compartilhamento (de inteligência de Marketing, execução, metas, insights, etc.). Em resumo, o foco deve ser sempre o shopper. Entretanto, para o desenvolvimento desse processo e garantia de sucesso no desenvolvimento das estratégias colaborativas as empresas envolvidas precisam ter clareza que deverão migrar de uma abordagem colaborativa transacional, que geralmente foca ações e resultados de curto prazo, para uma abordagem baseada no compromisso. Neste cenário, fabricantes e varejistas precisam ter habilidades específicas, como, por exemplo, coletar e desenvolver novos conhecimentos (insights) sobre o shopper Indústria e varejo unidos para melhorar a experiência de compras Na área de Shopper Marketing, há o desafio de se conseguir conciliar os interesses dos fabricantes com os interesses dos varejistas e dos shoppers, os quais em muitos casos são conflitantes. Assim, diante das características dos shoppers e dos varejistas, há um cenário desafiador para as indústrias de bens de consumo que disputam o reconhecimento de suas marcas e preferência do consumidor final (mindspace), bem como o espaço de prateleira e estoque nos seus canais de distribuição (shelfspace) 20. Isto implica na necessidade de fazerem incentivos e esforços para manterem ou ampliarem a presença de seus produtos nas gôndolas do varejo, uma vez que a indústria quer ganhar a cada dia mais shelfspace e o varejo quer ganhar mais mindspace, fortalecendo-se no mercado. Veja maiores detalhes, exemplos e cases de sucesso na versão impressa!
33 Mensuração dos resultados de programas colaborativos Muitas empresas possuem elementos para avaliar o desempenho em Marketing, porém não os aplicam como um conjunto de atividades 21. Ainda, muitas delas incorrem no risco de aplicarem diversos indicadores de desempenho isoladamente e sem coerência com a estratégia e objetivos corporativos. Ao tratarmos de programas colaborativos envolvendo o Shopper Marketing, torna-se mais clara a necessidade de integração da avaliação dos resultados. A análise de desempenho em Marketing é um processo (método) constituído por diversas etapas 22. Não é, portanto, a realização de uma etapa isolada que garante à empresa uma precisa avaliação do retorno dos investimentos em Marketing. Assim, para mensurar o resultado dos programas colaborativos, é importante observar os quatro pilares apresentados na Figura 9. Compreensão Analítica Coleta de dados: fabricantes, varejistas, shopper, consumidores Ferramentas de suporte para decisões Ferramentas de planejamento e monitoramento integradas no canal de distribuição Processos Incorporados Definição de processos para definição de metas, planos, execução e controles entre os agentes do canal Alinhamento entre os Agentes Envolver tomadores de decisão em marketing, estabelecer responsabilidades, incentivos e comprometimento Figura 9.: Pilares para avaliação do desempenho dos programas colaborativos em Shopper Marketing 23.
34 26 7. Shopper Marketing: o que vem agora? Apesar da integração muitas vezes conflituosa entre Shopper Marketing e Marketing acerca de escopo e atribuições, Shopper Marketing é Marketing. Deste modo, quais são as principais perspectivas para o Shopper Marketing em um ambiente multitarefa e com rápido avanço tecnológico? 7.1. Shopper Marketing é Marketing Com base nos conceitos tradicionais de Marketing 24, podemos considerar esta área como um processo de trocas, através do qual obtemos o que precisamos (produtos, serviços, organizações, etc.) para satisfazer nossas necessidades que podem ser satisfeitas quando algo é oferecido a um determinado preço. Desse modo, para que as trocas aconteçam é necessário planejar e executar a concepção, precificação, promoção e distribuição de idéias, produtos e serviços que satisfaçam objetivos individuais e organizacionais 25. Nesta perspectiva, para satisfazer as necessidades dos shoppers, fabricantes e varejistas torna-se fundamental o engajamento desses agentes para tornar o PDV um lugar mais agradável, atrativo e preparado para criar experiências de compra positivas. Com isso, Shopper Marketing é Marketing, pois está orientado a melhorar as trocas e satisfazer as necessidades dos shoppers e das organizações ofertantes (fabricantes e varejistas) Do tradicional funil de compras a um processo de compras interativo À medida que o percentual de decisões de compra tomadas no PDV é elevado, tornando possível a influência dos shoppers no momento de compra, o PDV passou a ser visto não apenas como um canal de distribuição das marcas, mas como uma oportunidade de investimento em esforços de Marketing. Neste cenário, a perspectiva tradicional de enxergar o processo de compras como um funil passa a ser limitada e a necessitar de ajustes. Durante anos, Marketing partiu do princípio de que o consumidor iniciava seu processo decisório com um grande número de potenciais marcas em mente e, metodicamente, reduzia estas opções até decidir qual comprar. Após a
35 27 compra, a relação com a marca era focada no uso do produto ou serviço propriamente dito. Baseando-se nesta ótica, as empresas usavam estratégia de comunicação tipo push em mídias de massa a fim de inspirar a compra. Entretanto, a natureza oscilante do engajamento do consumidor moderno tem forçado as estratégias de comunicação e de Marketing a migrarem para Shopper Marketing 26. O consumidor, atualmente, trava diferentes contatos com as marcas, muitas vezes em pontos de contato fora do controle de fabricantes e varejistas. O indivíduo avalia um leque oscilante de opções e, após a compra, pode seguir engajado com a marca em várias outras opções de mídia, seja relacionado ao PDV ou mídias sociais. Nesse sentido, pesquisas recentes revelam que, ao invés de reduzir as opções, os consumidores seguem um caminho muito mais interativo e menos redutor, passando por um processo de quatro estágios, que envolve consideração, avaliação, compra, uso, elogio e vínculo. Por conta disso, as estratégias tradicionais de comunicação e de Marketing devem ser reformuladas para computar as mudanças nesse relacionamento com a marca Execução das ações orientadas aos shoppers: o desafio multicanal Temos percebido recentemente o crescimento do fenômeno mobile shopping, quando os usuários utilizam a internet em trânsito ou dentro de uma loja. Possibilitado pelo avanço tecnológico (por exemplo, novos aplicativos para celulares, meios de pagamento eletrônico, protocolos de segurança), esta onda trouxe complexidade ao cotidiano de Marketing. Principalmente os varejistas, mas também os fabricantes de produtos de consumo terão de mudar suas operações para se adequarem ao ambiente multicanal. De fato, o mais importante não é a tecnologia, mas o que ela entrega para o shopper. A integração dos canais em todos os pontos de contato com o shopper proporciona alguns benefícios para o Marketing das empresas fabricantes e distribuidoras de bens de consumo, como o aumento da eficiência dentro das lojas e a melhoria na experiência de compras do shopper. Os canais de distribuição, vendas e comunicação estão realmente se fundindo em única plataforma percebida pelos shoppers.
36 28 Nesse contexto, as empresas precisam avaliar o quanto conhecem de seus canais Perspectivas para as ações orientadas aos shoppers Em breve veremos a consolidação do Shopper Marketing como disciplina e parte permanente da estrutura das empresas e agências de publicidade e promoção. Ao mesmo tempo em que observaremos a possibilidade de ser gerado um elevado ROI em Shopper Marketing, os investimentos em tecnologia serão cada vez maiores e a corrida pela diferenciação através da adoção de novidades high-tech será muito acirrada 27. O e-commerce trouxe à tona os problemas gerados ao separar os canais de Marketing sem considerar que o shopper é um indivíduo do outro lado da linha de telefone, do computador ou balcão da loja. A tecnologia já integra as transações multicanais sem perder de vista o shopper. As tecnologias ligadas ao mobile Marketing e sua integração com as mídias sociais certamente irão liderar o fluxo de inovações por um bom tempo. A partir de algoritmos cada vez mais elaborados para entender o comportamento do shopper e abundância de dados provenientes de comportamento de compras, mídias sociais, buscas e rastreamento via GPS, a segmentação dos shoppers chegará em breve ao nível mais granular, ou seja, no nível do indivíduo. Desde o início da utilização do Marketing direto, passando pela explosão do uso da internet e agora com as tecnologias de reconhecimento por imagens, voz, biometria e finalmente pelos smartphones, os limites da privacidade têm sido tema de discussões ardentes. E continuarão sendo. Como no início do século passado, viveremos sendo chamados pelo nome e tendo nossos gostos reconhecidos pelos atendentes dos pontos de venda que frequentamos. Ao transformar-se em commodity, a tecnologia cederá novamente lugar à experiência interpessoal. No futuro, o caloroso contato humano tomará seu papel como diferencial competitivo novamente, porque é difícil de ser mimetizado e muito valorizado. Afinal, como diz um ditado popular, não há nada mais pleno do que a própria experiência humana.
37 29 Notas e referências 1. HARRIS, Brian. Bringing shopper into category management. In: STAHLBERG, Markus; MAILA, Ville. Shopper marketing: how to increase purchase decision at the point of sale. p.28. Philadelphia, Baseado em: The Coca-Cola Company, In-Store Marketing Institute, Inc and The Partnering Group. Shopper Marketing Best Practices: A Collaborative Model for Retailers and Manufacturers. A report from Retail Commission on Shopper Marketing Traduzido e adaptado de: BARUCHIN, Uri. Marketing s Last Stand. The Hub Magazine. v.6, p.32. Outubro SHOPPER MARKETING, Magazine. In-store Marketing Institute. P.16 06/ Idem. 6. Material de referência e adaptação a partir de: The Coca-Cola Company, In-Store Marketing Institute, Inc and The Partnering Group. Shopper Marketing Best Practices: A Collaborative Model for Retailers and Manufacturers. A report from Retail Commission on Shopper Marketing Material de referência e adaptação a partir de: The Coca-Cola Company, In-Store Marketing Institute, Inc and The Partnering Group. Shopper Marketing Best Practices: A Collaborative Model for Retailers and Manufacturers. A report from Retail Commission on Shopper Marketing Material de referência eadaptação a partir de: The Coca-Cola Company, In-Store Marketing Institute, Inc and The Partnering Group. Shopper Marketing Best Practices: A Collaborative Model for Retailers and Manufacturers. A report from Retail Commission on Shopper Marketing KOTLER, P. Administração de Marketing 10º ed. São Paulo: Prentice Hall Apresenta conceitos e compara modelos de hierarquia de respostas mais utilizados em comunicações de marketing. 10. Elaborado pelos autores. Materiais de pesquisa ToolBox TM e Markestrat. 11. CHANDON, P. et al. Does In-Store Marketing Work? Effects of the Number and Position of Shelf Facings on Brand Attention and Evaluation at the Point of Purchase. Journal of Marketing, v. 73, p. 1-17, nov Adaptado de et al. Does In-Store Marketing Work? Effects of the Number and Position of Shelf Facings on Brand Attention and Evaluation at the Point of Purchase. Journal of Marketing, v. 73, p. 1-17, nov
38 GMA/Delloite Consulting. Shopper Marketing: Capturing a Shopper s Mind, Heart and Wallet SORENSEN, H. Inside the mind of the shopper: the science of retailing. New Jersey: Wharton School Publishing, ROSEN, John; TURANO, Anna Maria. Stopwatch Marketing: Take charge of the time when your customer decides to buy. New York: Portfolio SORENSEN, Herb. Inside the mind of the shopper: the science of reatiling. New Jersey: Wharton School Publishing, Adaptado pelos autores a partir de ROSEN, John; TURANO, Anna Maria. Stopwatch Marketing: Take charge of the time when your customer decides to buy. New York: Portfolio CONSOLI, M. A.; D ANDREA, R. (org). Trade Marketing: Estratégias de distribuição e execução de vendas. São Paulo: Atlas, WILKINSON, I; YOUNG, L. On cooperating firms, relations and networks. Journal of Business Research, v. 55, p , CORSTJENS, J.; CORSTJENS M. Store Wars the battle for mindspace and shelfspace GUISSONI, L. A. NEVES, M. F. Comunicação Integrada de Marketing Baseada em Valor. São Paulo: Atlas, MOELLER, L.H.; LANDRY, E.C. The four pillars of profit-driver marketing: how to maximize creativity, accountability, and ROI. New York: McGraw-Hill, Adaptado pelos autores a partir de Moeeler; Landry (2008, p. 86). 24. KOTLER, P.; KELLER, K. L. Administração de Marketing. 12ª ed. São Paulo: Pearson, (Cap. 1). 25. Para uma discussão clássica sobre o que é marketing e seu escopo, consultar as seguintes publicações: ENIS, B. M. Deepening the Concept of Marketing. Journal of Marketing, v. 37, (4), p , oct. 1973; KOTLER, P.; LEVY, S. J. Broadering the Concept of Marketing. Journal of Marketing, v. 33, (1), p , jan. 1969; LUCK, D. J. Broadering the Concepto of Marketing, Too Far. Journal of Marketing, v. 33, p , jul Discussões adicionais sobre o entendimento de marketing e falácias do conceito podem ser obtidas: CAMPOMAR, M. C.; IKEDA, A. A. Falácias em marketing. In: II EMA - Encontro de Marketing da ANPAD. Rio de Janeiro, 2006; e Americam Marketing Association (AMA) EDELMAN, D. C. Branding na era digital. Verba de marketing está indo para o lugar errado. Harvard Business Review Brasil Online. Dez, PAL, P. Avoiding the Mobile Me-too Trap: Differentiating to Win. In: National Retail Federation Annual Convention, 2011, Nova York, EUA. Esperamos que você tenha gostado de navegar pelo mundo do Shopper Marketing e possa aprofundar seus conhecimentos adquirindo a versão impressa do livro.
39 31 Esperamos que você tenha gostado de navegar pelo mundo do Shopper Marketing e possa aprofundar seus conhecimentos adquirindo a versão impressa do livro. Se você gostou do conteúdo desse e-book, indique para um amigo. Obrigado. Rafael D Andrea Matheus Cônsoli Leandro Guissoni Carolina Araújo
40 32 Sobre as organizações e autores Nota sobre a ToolBoxTM Shopper Marketing Intelligence A ToolBoxTM é uma empresa de consultoria tática e de pesquisa especializada em ponto de venda e comportamento do shopper. Pioneira e especialista em Trade e Shopper Marketing, tem como principal objetivo auxiliar fabricantes a alavancarem suas vendas por meio de um visão centrada no shopper. História A ToolBoxTM foi criada em 2005 com a proposta de oferecer ao mercado consultoria em Trade Marketing e auditoria do ponto de venda. Desde sua criação, mantém-se atualizada com as tendências do varejo e é associada ao In-Store Marketing Institute, principal palco mundial de discussões sobre Trade e Shopper Marketing. Com o ganho de experiência em sua área de atuação, a ToolBoxTM integrou a área de Shopper Marketing em seu portfólio de serviços, atuando com pesquisas de Shopper Understanding e treinamentos relacionados ao tema para gestores das áreas de Vendas, Marketing e Trade Marketing. Paralelamente, para atender a demanda de seus clientes por informação do PDV com freqüência e velocidade, a ToolBoxTM criou um sistema automatizado de coleta e entrega de informações de presença, preço e espaço de gôndola que pode ser utilizado pelas equipes de Vendas e Merchandising, o POS Mobile. Atualmente a empresa atua junto a empresas renomadas no seu setor de atuação, como Reckitt Brasil, Nestlé, Vivo, Philips, Whirlpool, Credicard, entre outras.
41 33 Áreas de atuação A ToolBoxTM acredita na importância de colocar o shopper no centro da estratégia de Trade Marketing. Por isso, estruturou seu portfólio para oferecer a seus clientes serviços relacionados aos 4 elementos- -chave para atuação eficiente no PDV. Consultoria Treinamento Trade & Shopper Marketing Capabilities Auditoria PDV Análise do ROI POS Mobile Métricas de Ponto de Venda Shopper Marketing Excellence Shopper Understanding Pesquisa Shopper Insights Channel Management Rota de mercado Auditoria Distribuidores Pesquisa com distribuidores Shopper Marketing Capabilities Treinamento A ToolBoxTM acredita na importância de difundir a cultura do Trade e Shopper Marketing nas empresas de bens de consumo e serviços. Para isso, oferece programas de capacitação nas formas de Workshops ou cursos in-company, dentro dos seguintes temas: Merchandising Shopper Marketing
42 34 Gestão de canais e pricing Gestão de Trade Marketing e indicadores Gerenciamento por categorias Consultoria Tática Anos de experiência e treinamento transformaram a ToolBoxTM em uma companhia altamente qualificada no entendimento do shopper e das técnicas de Trade Marketing. A Consultoria Tática da ToolBoxTM é pautada na especialização da empresa em Trade Marketing e Shopper Marketing, e engloba atividades como: Estruturação da área de Trade Marketing Desenvolvimento de menu de ações de Trade Marketing e pacotes de serviço por segmento Criação do manual de merchandising e execução de ponto de venda Desenvolvimento de briefing para ações de Shopper Marketing por segmento e por marca Definição de estratégia geral de mix e preços por segmento e canal Estabelecimento de indicadores Segmentação de clientes Desenho de processos chave e estabelecimento de políticas para gestão do Trade Marketing Ferramentas de análise de ROI em Trade Marketing Estratégia de Go-to-Market e Rota de Mercado Dimensionamento e treinamento de equipe de merchandising Integração de dados entre varejistas e fornecedores para controle de canal
43 35 Shopper Understanding Compreender o comportamento dos shoppers é a base para estruturar programas de Shopper Marketing. Baseado nisso, a ToolBoxTM realiza observações estruturadas no ponto de venda para entender como os shoppers agem e reagem a determinados estímulos em sua jornada de compra. Com isso, é possível explorar em profundidade as necessidades e expectativas do shopper. Para explorar e compreender a verdadeira razão por trás de suas ações no PDV e decisões de compra, a ToolBoxTM realiza discussões com grupos de shoppers e entrevistas durante a jornada de compra. Channel Management Auditoria de distribuidores O parceiro distribuidor que supera metas não é aquele que vende bem. Essa é a base dos programas de excelência de canal indireto. Alinhados aos objetivos do negócio, a ToolBoxTM estrutura programas de seleção e excelência com distribuidores, e audita periódica e presencialmente os critérios para avaliação destes distribuidores. Pesquisa com varejistas O varejista é quem mais sabe que práticas realmente impactam as vendas em sua loja. Por isso, entender sua percepção sobre o atendimento da indústria e satisfação com fornecedores é uma importante ferramenta para alinhamento do nível de serviço logístico, comercial e de merchandising de sua empresa frente a seus concorrentes, e para o estreitamento e estabelecimento de uma relação ganha-ganha entre suas marcas e seus clientes. Rota de mercado O PDV é a única estratégia que o shopper enxerga. O pequeno varejo ocupa parcela significativa do número de lojas e do faturamento bruto do varejo no Brasil. Neste formato também se encontram grandes índices de trabalho informal. Para garantir distribuição, alinhamento de preço e boa execução neste formato de PDV, é necessário ter informação. A ToolBoxTM avalia a rota de seus produtos/categorias em lojas não atendidas por sua equipe de vendas direta ou indireta.
44 36 Métricas de Ponto de Venda Auditoria de PDV Análise do ROI Desenvolvemos um conjunto de métricas para análise e auditoria de PDV, que permite fazer um diagnóstico preciso da execução PDV de sua equipe até o nível de loja/sku, com avaliações objetivas do ponto de venda nos seus vários formatos e canais. A ToolBoxTM conta com um rígido processo de qualidade para garantir a credibilidade de seus relatórios junto às equipes de vendas e merchandising. Esses dados permitem classificar as equipes vendas e merchandising a partir de indicadores de desempenho e execução loja-a-loja. Presente em mais de 400 cidades em todos os Estados do Brasil, a ToolBoxTM integra informações de pesquisa e métricas dos principais países da América Latina por meio de parceiros e coligadas. Não se pode evoluir aquilo que não pode ser medido. Por isso a ToolBoxTM analisa o ROI (retorno sobre investimento) das ações em Trade Marketing por meio de pesquisas com shopper e análise de dados históricos. Com esta preciosa informação nas mãos, a ToolBoxTM recomenda a seus clientes um menu de ações para alavancar resultados das ações no ponto de venda. POS Mobile Acompanhamento da rota de promotores e informações do PDV com freqüência e rapidez. Visando oferecer este serviço aos fabricantes e varejistas, a ToolBoxTM criou o POS Mobile, sistema inteiramente informatizado de coleta de dados e acesso a relatórios on-line em tempo real que pode ser utilizado pelas equipes de promotores ou vendedores dos clientes ToolBoxTM. Nota sobre a Markestrat A Markestrat, Centro de Pesquisas e Projetos em Marketing e Estratégia, é uma organização voltada para o desenvolvimento de soluções que gerem valor para os clientes por meio do desenvolvimento de métodos aplicados e soluções integradas de gestão. Nosso negócio é baseado nas experiências acadêmicas e profissionais dos
45 37 membros do grupo, com foco no desempenho de atividades de análise, planejamento e implementação de estratégias para organizações orientadas ao mercado. Além da orientação para o mercado, nossa organização prioriza o enfoque em redes de relacionamentos (networks), com posterior ampliação de escopo e competências para oferta de amplo portfólio de produtos e soluções de gestão e estratégia. Por isso conta com uma ampla rede de profissionais e organizações associadas. A Markestrat é comprometida com o desenvolvimento de projetos inteiramente customizados para seus clientes em suas áreas de competência, exigindo, por isso, um profundo entendimento das necessidades e oportunidades de seus clientes. Também, a Markestrat acredita verdadeiramente que um projeto será mais bem sucedido se a organização contratante for capaz de adquirir as competências necessárias para implementar novas rotinas e ferramentas. Por isso, diversos programas de treinamento e educação são oferecidos ao longo dos projetos de consultoria. Missão Desenvolver e Aplicar Conhecimento sobre Planejamento e Gestão de Estratégia e Marketing em Redes Produtivas, Visando Aumentar a Competitividade das Empresas, por meio da Interação entre Pesquisa, Ensino e Extensão. Assim Pensamos, Assim Executamos O método de trabalho da Markestrat envolve ferramentas desenvolvidas para auxiliar as organizações nas tomadas de decisões, planejando e implementando ações estratégicas para a melhoria de desempenho e competitividade das empresas.
46 38 Escopo de Soluções Markestrat As soluções desenvolvidas e aplicadas pela Markestrat são baseadas em suas competências, com alinhamento e desenvolvimento de projetos que aumentem o Valor dos Negócios de Nossos Clientes, com integração dos pilares abaixo ilustrados. GO TO MARKET ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS DESENVOLVIMENTO DE NEGÓCIOS E REDES GESTÃO DE NEGÓCIOS GESTÃO FINANCEIRA Competências Markestrat Assim, nossos diferencias estão relacionados à busca constante por excelência, desenvolvimento de relacionamento de longo prazo com nossos clientes, customização de soluções com forte embasamento teórico e técnico, visão sistêmica dos negócios, pró-atividade, flexibilidade e desenvolvimento e aplicação de métodos. Exemplos de Projetos, Pesquisas e Treinamentos Desenvolvidos pela Markestrat Planejamento e Gestão Estratégica de Marketing Estruturação e planejamento de canais de distribuição Desenvolvimento e implementação de estratégias de Trade Marketing Revisão de Contratos com parceiros, fornecedores e varejistas Planejamento e Gestão de Comunicação Integrada de Marketing
47 39 Análise de desempenho e retorno de investimentos em Marketing Gestão de Marcas e Linhas de Produto Análise de Parcerias Estratégias e Formação de Joint Ventures Gestão Estratégica e Planejamento Estratégico Inteligência de Mercados e Gestão de Informações de Mercado Desenho de planos de Incentivo e Retorno para Distribuidores e Fornecedores Análise de Projetos e Investimentos Análise de Franquias Pesquisas de Mercado Revisão e Implementação de Estrutura Organizacional em Marketing
48 40
SHOPPER MARKETING Cap. 1: O QUE É SHOPPER MARKETING?
Shopper Marketing: A nova Estratégia Integrada de Marketing para a Conquista do Cliente no Ponto de Venda. São Paulo: Atlas, 2011. Autores: Rafael D Andrea, Matheus Alberto Cônsoli, Leandro Angotti Guissoni
SHOPPER MARKETING. Cap. 5: CRIANDO A ORGANIZAÇÃO CENTRADA NO SHOPPER
SHOPPER MARKETING Cap. 5: CRIANDO A ORGANIZAÇÃO CENTRADA NO SHOPPER Shopper Marketing: A nova Estratégia Integrada de Marketing para a Conquista do Cliente no Ponto de Venda. São Paulo: Atlas, 2011. Autores:
SEMINÁRIO GVCEV: COMPORTAMENTO DO SHOPPER NO VAREJO
SEMINÁRIO GVCEV: COMPORTAMENTO DO SHOPPER NO VAREJO Comportamento do Shopper nas Classes Populares Prof. Dr. Leandro Guissoni EAESP/FGV Agenda Uma revolução em Shopper Marketing Shopper de Classes Populares
Prof. Marcelo Mello. Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E
Prof. Marcelo Mello Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Trade Marketing é confundido por algumas empresas como um conjunto de ferramentas voltadas para a promoção e a comunicação dos produtos. O
O papel do CRM no sucesso comercial
O papel do CRM no sucesso comercial Escrito por Gustavo Paulillo Você sabia que o relacionamento com clientes pode ajudar sua empresa a ter mais sucesso nas vendas? Ter uma equipe de vendas eficaz é o
Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade
Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios
Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.
A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças
www.startercomunicacao.com [email protected]
7 DICAS IMPERDÍVEIS QUE TODO COACH DEVE SABER PARA CONQUISTAR MAIS CLIENTES www.startercomunicacao.com [email protected] As 7 dicas imperdíveis 1 2 3 Identificando seu público Abordagem adequada
FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING TRABALHO INTERDISCIPLINAR
APRESENTAÇÃO DO TI O Trabalho Interdisciplinar é um projeto desenvolvido ao longo dos dois primeiros bimestres do curso. Os alunos tem a oportunidade de visualizar a unidade da estrutura curricular do
Como criar um clube de vantagens para seus clientes
Como criar um clube de vantagens para seus clientes Introdução Adquirir clientes no mundo competitivo atual é cada vez mais difícil e caro. Por este motivo, torna-se muito importante ações que fidelize
Estratégias em Propaganda e Comunicação
Ferramentas Gráficas I Estratégias em Propaganda e Comunicação Tenho meu Briefing. E agora? Planejamento de Campanha Publicitária O QUE VOCÊ DEVE SABER NO INÍCIO O profissional responsável pelo planejamento
Os desafios do Bradesco nas redes sociais
Os desafios do Bradesco nas redes sociais Atual gerente de redes sociais do Bradesco, Marcelo Salgado, de 31 anos, começou sua carreira no banco como operador de telemarketing em 2000. Ele foi um dos responsáveis
O RH dos sonhos dos CEOs
O RH dos sonhos dos CEOs Expectativas e estratégias da liderança para os Recursos Humanos Presidentes de empresas de todos os portes falaram sobre a importância dos Recursos Humanos para as suas empresas
#10 PRODUZIR CONTEÚDO SUPER DICAS ATRATIVO DE PARA COMEÇAR A
#10 SUPER DICAS PARA COMEÇAR A Pantone 715 C 100% Black 80% Black C: 0 M: 55 Y: 95 K: 0 C: 0 M: 0 Y: 0 K: 100 C: 0 M: 0 Y: 0 K: 80 PRODUZIR CONTEÚDO ATRATIVO DE Confira estas super dicas para você produzir
Um mercado de oportunidades
Um mercado de oportunidades Como grandes, pequenas e médias empresas se comunicam? Quem são os principais interlocutores e como procurá-los? Como desenvolver uma grande campanha e inovar a imagem de uma
Sistemas de Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente (Customer Relationship Management CRM)
CRM Definição De um modo muito resumido, pode definir-se CRM como sendo uma estratégia de negócio que visa identificar, fazer crescer, e manter um relacionamento lucrativo e de longo prazo com os clientes.
COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA
COLETA DE INFORMAÇÕES E PREVISÃO DE DEMANDA 1) Quais são os componentes de um moderno sistema de informações de marketing? 2) Como as empresas podem coletar informações de marketing? 3) O que constitui
CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT
CUSTOMER RELATIONSHIP MANAGEMENT O resultado prático para as empresas que adotam esse conceito de software, baseado no uso da tecnologia é conseguir tirar proveito dos dados de que dispõem para conquistar
Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação
Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Estratégia de TI Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio 2011 Bridge Consulting Apresentação
INTRODUÇÃO AO TRADE MARKETING Fazendo a diferença no Ponto de Venda. www.pdvativo.com.br
Fazendo a diferença no Ponto de Venda EBOOK Sumário Revisão O que é Trade Marketing? Entenda o Comportamento de Compra do Consumidor O que é Merchandising? Revisão Para entender sobre Trade Marketing devemos
COMO FUNCIONA NOSSA CONSULTORIA DE MARKETING DIGITAL ESPECIALIZADA EM VENDAS ONLINE
www.agenciaatos.com.br COMO FUNCIONA NOSSA CONSULTORIA DE MARKETING DIGITAL ESPECIALIZADA EM VENDAS ONLINE APLICAÇÃO DA CONSULTORIA EM VENDAS ONLINE É assim que os resultados são gerados. No entanto, é
Mídias sociais como apoio aos negócios B2C
Mídias sociais como apoio aos negócios B2C A tecnologia e a informação caminham paralelas à globalização. No mercado atual é simples interagir, aproximar pessoas, expandir e aperfeiçoar os negócios dentro
Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing
Plano de Marketing Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing 1 Plano de Marketing É o resultado de um processo de planejamento. Define o quevai ser vendido, por quanto,
Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM
Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM Fábio Pires 1, Wyllian Fressatti 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil [email protected] [email protected] RESUMO. O projeto destaca-se
ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING
ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.
biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação
O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura
FATEC Cruzeiro José da Silva. Ferramenta CRM como estratégia de negócios
FATEC Cruzeiro José da Silva Ferramenta CRM como estratégia de negócios Cruzeiro SP 2008 FATEC Cruzeiro José da Silva Ferramenta CRM como estratégia de negócios Projeto de trabalho de formatura como requisito
Welcome Call em Financeiras. Categoria Setor de Mercado Seguros
Categoria Setor de Mercado Seguros 1 Apresentação da empresa e sua contextualização no cenário competitivo A Icatu Seguros é líder entre as seguradoras independentes (não ligadas a bancos de varejo) no
Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão
Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados
Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING
Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING 1 ÍNDICE 03 04 06 07 09 Introdução Menos custos e mais controle Operação customizada à necessidade da empresa Atendimento: o grande diferencial Conclusão Quando
The Director s Report: The State of ecommerce in Brazil. Por Lariza Carrera, Executive Director, etail Brazil
The Director s Report: The State of ecommerce in Brazil Por Lariza Carrera, Executive Director, etail Brazil etailbrazil.com 2014 O mercado está se ajustando a uma realidade multi-canal não excludente,
O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1
O QUE FAZER PARA MELHORAR O PROCESSO DE COMPRAS 1 Matheus Alberto Cônsoli* Lucas Sciência do Prado* Marcos Fava Neves* As revendas agropecuárias devem considerar não apenas preços, mas também as oportunidades
E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing
E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing Questão 01: (ENADE 2009): Um fabricante de sapatos pode usar a mesma marca em duas ou mais linhas de produtos com o objetivo de reduzir os custos de
GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO
GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional
Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da
Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão
Relatório de Competências
ANÁLISE CALIPER DO POTENCIAL DE DESEMPENHO PROFISSIONAL Relatório de Competências LOGO CLIENTE CALIPER Avaliação de: Sr. Márcio Modelo Preparada por: Consultora Especializada Caliper e-mail: [email protected]
MARKETING l COMUNICAÇÃO
MARKETING l COMUNICAÇÃO A MMNIETO A MM NIETO é uma empresa especializada no desenvolvimento projetos voltados para a área de marketing e comunicação. Cada projeto é realizado conforme a oportunidade do
JORNADA DE COMPRA. O que é e sua importância para a estratégia de Marketing Digital VECTOR
O que é e sua importância para a estratégia de Marketing Digital 1 2 3 4 Já falamos muitas vezes sobre produção de conteúdo ser a base de uma estratégia de marketing digital de resultados para a sua empresa.
APRESENTAÇÃO COMERCIAL. Palestrante. Fátima Merlin. Especialista em Varejo, Comportamento do Consumidor e Shopper
APRESENTAÇÃO COMERCIAL Palestrante Fátima Merlin Especialista em Varejo, Comportamento do Consumidor e Shopper Quem é Fátima Merlin Master Business em Marketing pela FIA, Economista, atua há mais de 20
Planejamento de Marketing
PARTE II - Marketing Estratégico - Nessa fase é estudado o mercado, o ambiente em que o plano de marketing irá atuar. - É preciso descrever a segmentação de mercado, selecionar o mercado alvo adequado
Introdução. 1. Introdução
Introdução 1. Introdução Se você quer se atualizar sobre tecnologias para gestão de trade marketing, baixou o material certo. Este é o segundo ebook da série que o PDV Ativo, em parceria com o Agile Promoter,
Como criar um clube de vantagens em sua empresa
Como criar um clube de vantagens em sua empresa Uma publicação Introdução Atrair e reter bons funcionários no mundo competitivo atual é cada vez mais difícil e caro. Por este motivo, torna-se muito importante
. Indice. 1 Introdução. 2 Quem Somos. 3 O que Fazemos. 4 Planejamento. 5 Serviços. 6 Cases. 9 Conclusão
. Indice 1 Introdução 2 Quem Somos 3 O que Fazemos 4 Planejamento 5 Serviços 6 Cases 9 Conclusão . Introdução 11 Segundo dados de uma pesquisa Ibope de 2013, o Brasil ocupa a terceira posição em quantidade
Como melhorar o atendimento ao cliente através de uma abordagem multicanal
Como melhorar o atendimento ao cliente através de uma abordagem multicanal Os clientes estão cada vez mais exigentes e procuram por empresas que prestem um atendimento rápido, eficaz e sem esforço em qualquer
Visão estratégica para compras
Visão estratégica para compras FogStock?Thinkstock 40 KPMG Business Magazine Mudanças de cenário exigem reposicionamento do setor de suprimentos O perfil do departamento de suprimentos das empresas não
O guia completo para uma presença. online IMBATÍVEL!
O guia completo para uma presença online IMBATÍVEL! Sumário Introdução 3 Capítulo 1 - Produção de Conteúdo: Por que e Como produzir 5 Capítulo 2 - Distribuição e Divulgação 8 Capítulo 3 - Monitoramento
Os desafios para a inovação no Brasil. Maximiliano Selistre Carlomagno
Os desafios para a inovação no Brasil Maximiliano Selistre Carlomagno Sobre a Pesquisa A pesquisa foi realizada em parceria pelo IEL/RS e empresa Innoscience Consultoria em Gestão da Inovação durante
Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014
Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário
PARA QUE SERVE O CRM?
Neste mês, nós aqui da Wiki fomos convidados para dar uma entrevista para uma publicação de grande referência no setor de varejo, então resolvemos transcrever parte da entrevista e apresentar as 09 coisas
Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto
Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto Prof. Walter Cunha [email protected] http://waltercunha.com PMBoK Organização do Projeto Os projetos e o gerenciamento
Pesquisa Mercadológica. Prof. Renato Resende Borges
Pesquisa Mercadológica Prof. Renato Resende Borges Definição de Pesquisa de Marketing É a identificação, coleta, análise e disseminação de informações de forma sistemática e objetiva e o uso de informações
Mudança de direção RODRIGO MENEZES - CATEGORIA MARKETERS
RODRIGO MENEZES - CATEGORIA MARKETERS Mudança de direção Até maio de 2013 todo o mercado de TV por assinatura adotava uma postura comercial tradicional no mercado digital, composta por um empacotamento
www.dehterakm.com [email protected]
www.dehterakm.com [email protected] Quem somos? A BEATRIZ DEHTEAR KM apresenta a seus clientes uma proposta totalmente inovadora para implementar a Gestão do Conhecimento Organizacional. Nosso objetivo
Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1
Governança de TI ITIL v.2&3 parte 1 Prof. Luís Fernando Garcia [email protected] ITIL 1 1 ITIL Gerenciamento de Serviços 2 2 Gerenciamento de Serviços Gerenciamento de Serviços 3 3 Gerenciamento de Serviços
*Todos os direitos reservados.
*Todos os direitos reservados. A cada ano, as grandes empresas de tecnologia criam novas ferramentas Para o novo mundo digital. Sempre temos que nos renovar para novas tecnologias, a Karmake está preparada.
PADRÃO DE RESPOSTA DAS QUESTÕES DISCURSIVAS PROFISSIONAL BÁSICO COMUNICAÇÃO SOCIAL
Questão n o 1 a) O candidato deverá apresentar seis dentre as seguintes vantagens: Domínio de tecnologia capaz de produzir bens preferidos por certas classes de compradores Aumento dos índices de qualidade
ESCOLAS E FACULDADES QI MBA DE GESTÃO DE PESSOAS E NOGÓCIOS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E OS SISTEMAS DE GESTÃO DE PESSOAS TIANE RIBEIRO BERNY
ESCOLAS E FACULDADES QI MBA DE GESTÃO DE PESSOAS E NOGÓCIOS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E OS SISTEMAS DE GESTÃO DE PESSOAS TIANE RIBEIRO BERNY O COACH NO MUNDO CORPORATIVO GRAVATAÍ 2011 TIANE RIBEIRO BENRY
DIMENSIONANDO PROJETOS DE WEB-ENABLING. Uma aplicação da Análise de Pontos de Função. Dimensionando projetos de Web- Enabling
DIMENSIONANDO PROJETOS DE WEB-ENABLING Uma aplicação da Análise de Pontos de Função Dimensionando projetos de Web- Enabling Índice INTRODUÇÃO...3 FRONTEIRA DA APLICAÇÃO E TIPO DE CONTAGEM...3 ESCOPO DA
"CRM para Inteligência de Mercado
"CRM para Inteligência de Mercado Patricia Rozenbojm [email protected] CONSUMER Agenda A Empresa Conceitos CRM como ferramenta para Inteligência de Mercado Benefícios Melhores Práticas A Empresa
Quando se trata do universo on-line, nada é estático. Tudo pode se transformar de uma hora pra outra, basta o vento mudar de direção.
estratégias online Quando se trata do universo on-line, nada é estático. Tudo pode se transformar de uma hora pra outra, basta o vento mudar de direção. serviços consultoria Benchmark Planejamento
Análise do Ambiente estudo aprofundado
Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Análise do Ambiente estudo aprofundado Agenda: ANÁLISE DO AMBIENTE Fundamentos Ambientes
O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações
Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,
5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo
5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo Este estudo teve como objetivo contribuir para a compreensão do uso das mídias sociais, como principal ferramenta de marketing da Casar é Fácil, desde o momento da sua
Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas...
APRESENTAÇÃO O incremento da competitividade é um fator decisivo para a maior inserção das Micro e Pequenas Empresas (MPE), em mercados externos cada vez mais globalizados. Internamente, as MPE estão inseridas
Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani
Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani BI Business Intelligence A inteligência Empresarial, ou Business Intelligence, é um termo do Gartner Group. O conceito surgiu na década de 80 e descreve
Opção. sites. A tua melhor opção!
Opção A tua melhor opção! Queremos te apresentar um negócio que vai te conduzir ao sucesso!!! O MUNDO... MUDOU! Todos sabemos que a internet tem ocupado um lugar relevante na vida das pessoas, e conseqüentemente,
Guia: da Loja Física para a. Experiência Multicanal
Guia: da Loja Física para a Experiência Multicanal Sumário: 01 02 03 04 05 Sobre este Guia O consumidor é Multicanal Muito mais E-commerce! Mobilidade faz parte do dia-a-dia Big Data: Informação a serviço
BSC Balance Score Card
BSC (Balance Score Card) BSC Balance Score Card Prof. Gerson [email protected] Uma das metodologias mais visadas na atualidade éobalanced ScoreCard, criada no início da década de 90 por Robert
INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS
INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS Ari Lima Um empreendimento comercial tem duas e só duas funções básicas: marketing e inovação. O resto são custos. Peter Drucker
Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia
Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Desafios a serem superados Nos últimos anos, executivos de Tecnologia de Informação (TI) esforçaram-se em
ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA
MANUAL DE VISITA DE ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA Material exclusivo para uso interno. O QUE LEVA UMA EMPRESA OU GERENTE A INVESTIR EM UM ERP? Implantar um ERP exige tempo, dinheiro e envolve diversos
CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL
CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,
COMO FAZER A TRANSIÇÃO
ISO 9001:2015 COMO FAZER A TRANSIÇÃO Um guia para empresas certificadas Antes de começar A ISO 9001 mudou! A versão brasileira da norma foi publicada no dia 30/09/2015 e a partir desse dia, as empresas
Modelo de Briefing de Produto - Roteiro de Coleta de Informações - Completo
BRIEFING DE PRODUTO Modelo de Briefing de Produto - Roteiro de Coleta de Informações - Completo Modelo Extraído dos livros: Tudo o que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência para explicar
AdWords. Anuncie no Google e Venda Mais! Expanda sua empresa! Você tem um argumento de vendas e precisa captar mais clientes?
Anuncie no Google e Venda Mais! Expanda sua empresa! Você tem um argumento de vendas e precisa captar mais clientes? Ligue para nós e conheça a melhor estratégia para atender às necessidades de vendas
Liderança e Gestão de Pessoas Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva
1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar
O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey
O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata
Objetivos da comunicação
Prof. Edmundo W. Lobassi Use palavras simples, que todos compreendam, assim todos irão entendê-lo. (Prof. Edmundo W. Lobassi) 1 Estude algumas pesquisas e ouça pessoas experts, pois nada é mais importante
w w w. y e l l o w s c i r e. p t
consultoria e soluções informáticas w w w. y e l l o w s c i r e. p t A YellowScire iniciou a sua atividade em Janeiro de 2003, é uma empresa de consultoria de gestão e de desenvolvimento em tecnologias
No mundo atual, globalizado e competitivo, as organizações têm buscado cada vez mais, meios de se destacar no mercado. Uma estratégia para o
DATABASE MARKETING No mundo atual, globalizado e competitivo, as organizações têm buscado cada vez mais, meios de se destacar no mercado. Uma estratégia para o empresário obter sucesso em seu negócio é
Gerenciamento de Projeto: Planejando os Recursos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI [email protected]
Gerenciamento de Projeto: Planejando os Recursos Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI [email protected] Sumário Planejar as Aquisições Desenvolver o Plano de Recursos Humanos Planejar as Aquisições É o
DATA WAREHOUSE NO APOIO À TOMADA DE DECISÕES
DATA WAREHOUSE NO APOIO À TOMADA DE DECISÕES Janaína Schwarzrock [email protected] Prof. Leonardo W. Sommariva RESUMO: Este artigo trata da importância da informação na hora da tomada de decisão,
Módulo 2. Origem do BSC, desdobramento do BSC, estrutura e processo de criação do BSC, gestão estratégica e exercícios
Módulo 2 Origem do BSC, desdobramento do BSC, estrutura e processo de criação do BSC, gestão estratégica e exercícios Origem do BSC Cenário Competitivos CONCORRENTE A CONCORRENTE C VISÃO DE FUTURO ESTRATÉGIA
Cinco principais qualidades dos melhores professores de Escolas de Negócios
Cinco principais qualidades dos melhores professores de Escolas de Negócios Autor: Dominique Turpin Presidente do IMD - International Institute for Management Development www.imd.org Lausanne, Suíça Tradução:
SETE SEMANAS PARA O SUCESSO DE UM ESCRITÓRIO - ETAPAS BÁSICAS PARA IMPLANTAÇÃO DO MARKETING JURÍDICO
SETE SEMANAS PARA O SUCESSO DE UM ESCRITÓRIO - ETAPAS BÁSICAS PARA IMPLANTAÇÃO DO MARKETING JURÍDICO Ari Lima É possível implantar um plano prático e funcional de marketing jurídico com ótimas chances
Go To Market Estratégias de Otimização de Resultados Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração
1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo atual exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar
PEN - Processo de Entendimento das Necessidades de Negócio Versão 1.4.0
PEN - Processo de Entendimento das Necessidades de Negócio Versão 1.4.0 Banco Central do Brasil, 2015 Página 1 de 14 Índice 1. FLUXO DO PEN - PROCESSO DE ENTENDIMENTO DAS NECESSIDADES DE NEGÓCIO... 3 2.
O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas
O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade Eficácia e Liderança de Performance O Administrador na Gestão de Pessoas Grupo de Estudos em Administração de Pessoas - GEAPE 27 de novembro
4 passos para uma Gestão Financeira Eficiente
4 passos para uma Gestão Financeira Eficiente Saiba como melhorar a gestão financeira da sua empresa e manter o fluxo de caixa sob controle Ciclo Financeiro Introdução Uma boa gestão financeira é um dos
A INTERATIVIDADE EM AMBIENTES WEB Dando um toque humano a cursos pela Internet. Os avanços tecnológicos de nosso mundo globalizado estão mudando a
A INTERATIVIDADE EM AMBIENTES WEB Dando um toque humano a cursos pela Internet Por Carolina Cavalcanti * Os avanços tecnológicos de nosso mundo globalizado estão mudando a maneira que nossa sociedade está
CONCEITOS E MÉTODOS PARA GESTÃO DE SAÚDE POPULACIONAL
CONCEITOS E MÉTODOS PARA GESTÃO DE SAÚDE POPULACIONAL ÍNDICE 1. Introdução... 2. Definição do programa de gestão de saúde populacional... 3. Princípios do programa... 4. Recursos do programa... 5. Estrutura
Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI
Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL
Roteiro orientador para desenvolvimento da apresentação presencial dos cases
Roteiro orientador para desenvolvimento da apresentação presencial dos cases C A T E G O R I A S D E S E T O R D E M E R C A D O E C A T E G O R I A S E S P E C I A I S ROTEIRO ORIENTADOR PARA DESENVOLVIMENTO
Alianças Estratégicas entre Indústria e Varejo
Alianças Estratégicas entre Indústria e Varejo Agenda 1) Mudanças no Ambiente - A evolução do Varejo - A evolução da Indústria - A evolução Consumidor 2) Trade Marketing: Resposta ao Novo Cenário 3) Modelos
Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente
Uma nova perspectiva sobre a experiência digital do cliente Redesenhando a forma como empresas operam e envolvem seus clientes e colaboradores no mundo digital. Comece > Você pode construir de fato uma
TI em Números Como identificar e mostrar o real valor da TI
TI em Números Como identificar e mostrar o real valor da TI João Maldonado / Victor Costa 15, Outubro de 2013 Agenda Sobre os Palestrantes Sobre a SOLVIX Contextualização Drivers de Custo Modelo de Invenstimento
Introdução. Introdução
Introdução 1. Conheça a sua taxa de conversão 2. Usabilidade e navegabilidade 3. Pense mobile 4. Seja relevante 5. Tenha CTAs atraentes 6. O teste AB é fundamental Conclusão Introdução Conhecer os números
