Destilação, retificação e desidratação
|
|
|
- Ana Luísa Andrade Raminhos
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição - LAN LAN 1458 Açúcar e Álcool Destilação, retificação e desidratação Prof. Antonio Sampaio Baptista
2 CONCENTRAÇÃO DO ETANOL 1. INTRODUÇÃO Etanol - 7 a 15 % (v) Vinho (natureza) líquida sólida Água outras substâncias (ácidos succínico e acético, glicerina, furfural, álcoois homólogos superiores - amílico, isoamílico, propílico, isopropílico, butílico, aldeido acético, acetato de etila, etc.) a) suspensão: células de leveduras, bactérias substâncias não solúveis (bagacilho, etc). b) solução: açúcares não fermentados, substâncias infermentescíveis, matérias insolúveis, sais minerais, etc. gasosa CO 2
3
4 Ciclo hexano
5 Do ponto de vista de volatilidade das substâncias do vinho (grupos): voláteis: etanol, água, aldeídos, álcoois superiores, ácido acético, etc. fixas: extrato do mosto, células de leveduras e de bactérias, etc. Para separação do álcool dos demais componentes do vinho: baseado na diferença do ponto de ebulição das substâncias voláteis.
6 1ª Operação (Destilação) Epuração (A1) e concentração de cabeça (D): eliminação parcial das impurezas de cabeça (aldeídos e ésteres) retirada de parte em álcool 2ª Destilação (A) 2ª Operação Retificação: purificação e concentração de etanol através de eliminação de álcoois homólogos superiores (óleo fusel). Sistemas de Destilação 3ª Operação Desidratação: fracionamento de misturas azeotrópicas ou adsorção seletiva.
7
8
9
10 1. DESTILAÇÃO 1.1. CONSIDERAÇÕES TÉORICAS P Q < p,onde: q P = quantidade de álcool (vinho) Q = quantidade de água (vinho) p = quantidade de álcool (destilado) q = quantidade de água (destilado)
11 Destilação Se fervemos uma solução alcoólica [por exemplo, vinho], os vapores liberados terão um teor alcoólico maior do que o vinho. Exemplo: Se fervemos um liquido com 8% de álcool, os vapores terão em torno de 50% de álcool. Se agora condensamos estes vapores teremos um liquido com 50% de álcool. 50 % 96 %
12
13 1.2. PRÁTICA (Processos) (a) Destilação Intermitente Simples a1) Alambique simples 1. Cucurbita ou Caldeira 2. Capitel, Domo ou Elmo 3. Alonga ou Tubo de Condensação 4. Resfriador 5. Tubulação de vapor 6. Entrada de vinho 7. Descarga de vinhaça 8. Válvula igualadora das pressões 9. Canalização de destilados 11. Ladrão 12. Caixa receptora
14 a2) Alambique 3 corpos 1. Caldeira de esgotamento 2. Capitel, Domo ou Elmo 3. Alonga ou Tubo de Condensação 4. Caldeira de destilação 5. Aquecedor de vinho 6. Câmara de refrigeração 7. Alimentação de vinho 8. Esgotamento de vinhaça 9. Entrada de vapor 10. Purgador 11. Registro de comunicação 12. Válvula de segurança 13. Válvula igualadora das pressões 14. Termômetro 15. Condensador ou resfriador 16. Tubulação de destilados 17. Nível de corpos
15 b2) funcionamento A - Coluna de destilação E - Aquecedor de vinho E1 - Condensador auxiliar R - Resfriadeira T - Trombeta P - Proveta V - Vinhaça Coluna de baixo grau (60% Vol.)
16 (b) Destilação fracionada b1) Conjunto de destilação
17 (b) Destilação Sistemática b1) Conjunto de destilação
18 Álcool em Peso d Grau GL LÍQUIDOS Temperatura de Ebulição Peso Específico a 15º C Álcool em Peso d VAPORES 0,001 0,0012 0,01 0,0125 0,11 0,1375 0,05 0,0625 0,55 0,69 0,10 0,125 1,1 1,375 0,40 0,5 99,48 0,9992 4,52 5,65 0,50 0,625 99,36 0,999 5,7 7,1 1 1,25 98,78 0,998 10,5 13 1,5 1,875 98,2 0, ,75 18,16 2 2,5 97,78 0, ,5 22,65 2,5 3,125 97,35 0, ,5 27,43 3 3,75 96,88 0, ,3 31,88 3,5 4,375 96,4 0, ,5 34, ,8 0, ,2 37,53 4,5 5,625 95,4 0, ,5 40,12 5 6, , ,91 5,5 6,9 94,63 0, ,11 6 7,49 94,16 0, ,8 47,08 6,5 8,1 93,66 0,989 41,5 48,9 7 8,714 93,3 0, ,3 50,82 7,5 9,325 92,95 0, ,62 Grau GL
19 LÍQUIDOS VAPORES Álcool em Peso d Grau GL Temperatura de Ebulição Peso Específico a 15º C Álcool em Peso d Grau GL 8 9,94 92,6 0, ,3 53,98 8,5 10,56 92,27 0,986 47,8 55, ,16 91,78 0, ,2 56,97 9,5 11,77 91,55 0, ,4 58, ,39 91,3 0, ,6 59, ,48 88,6 0, , , , ,5 72, ,36 85,7 0, , ,16 84,7 0, ,2 77, ,8 83,85 0, ,8 79, ,29 83,1 0, , ,62 82,55 0, ,4 81, ,78 81,9 0,019 76,7 82, ,8 81,4 0, ,8 83, ,64 81,05 0, ,9 84, ,32 80,6 0, , ,85 80,2 0,873 81,7 86, ,21 79,75 0, ,5 88, ,41 79,5 0, ,5 89,8
20 Álcool em Peso d Grau GL LÍQUIDOS Temperatura de Ebulição Peso Específico a 15º C Álcool em Peso d VAPORES 81 86,21 79,4 0, ,95 90, ,04 79,3 0,844 96,5 90, ,85 79,18 0, ,1 91, ,63 79,15 0, ,5 91, ,41 79,12 0, , ,18 79,08 0,834 88,6 92, ,95 79,03 0, ,2 92, ,71 78,98 0, ,8 93, ,47 78,93 0, ,5 93, ,25 78,88 0, ,2 94, ,94 78,83 0, ,9 94, ,67 78,78 0, ,6 95, ,38 78,73 0, ,4 95, ,08 78,68 0, ,2 96, ,77 78,63 0, , ,44 78,58 0, , ,1 78,53 0, , ,75 78,48 0, , ,38 78,43 0, , ,35 0, ,00 Grau GL
21
22 Trocador K Usina Bom Retiro
23 Ciclo hexano
24 DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL AZEOTRÓPICA FENÔMENO AZEOTROPISMO Se produz em certos casos de destilação fracionada de uma mistura de dois ou mais líquidos PE da mistura < PE de qualquer dos componentes Impossível a completa separação destes por destilação
25 DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL 1 AZEOTRÓPICA VIA CICLO HEXANO ESPECIFICAÇÃO DO CICLO-HEXANO GRAU COMERCIAL Ciclo-hexano mín 99,5% Faixa de destilação 80,5 ± 2ºC Densidade 20/4 ºC 0,7750-0,7850 Material não volátil 50mg /Kg máx. Enxofre 0,1 mg/kg máx Naftênicos totais 1000 ppm máx Aromáticos totais 1000 ppm máx Estável em CNTP
26 DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL AZEOTRÓPICA PRODUÇÃO DE ÁLCOOL ANIDRO CICLOHEXANO Água Servida 45 o C H I Água Fria 27 o C Ciclo-Hexano Pur = 99,5 % C P Álcool Hidratado 93 %w - 78 o C F Vapor de escape 1,5 Bar o C L vapor de escape Água Servida 40 o C Condensados 100 o C J Álcool Anidro 99,3 %w - 30 o C Flegmaça 0,03 %w - Água Fria 25 o C
27 DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL EXTRATIVA CONSIDERAÇÕES GERAIS Separação de uma mistura binária, agregando um terceiro componente (extrator ou solvente). O agente extrator tem a capacidade de romper o azeótropo original sem formar outro ponto azeotrópico, permitindo a separação dos componentes originais. Processo de vaporização parcial na presença de um agente de separação não volátil com ponto de ebulição elevado.
28 DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL EXTRATIVA PRODUÇÃO DE ÁLCOOL ANIDRO Monoetilenoglicol - MEG Fornecido pela Oxiteno Função de quebrar a molécula do azeótropo Etanol água Higroscopicidade Atrai água na fase líquida e libera álcool para a fase vapor
29 DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL EXTRATIVA PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS DO MEG Aparência a 20/20 ºC líquido Densidade 20/20 ºC 1,1151 Ponto de ebulição 196 ºC Peso Molecular 62,07 Pressão de vapor à 20 ºC 0,06 mm Hg Ponto de Fulgor (vaso aberto) 115,5 ºC Ponto de Congelamento -15,6 ºC Viscosidade 18,37 cp
30 DESTILAÇÃO EXTRATIVA VIA MONOETILENO GLICOL Água Servida Etapas H I I1 Vácuo 25 " Hg Água Fria 27 o C Água Fraca 30 %w - 55 MEG Puro vapor de escape R C P Álcool Anidro Condensados 100 o C Vapor Direto 10 Bar LR R vapor vivo Condensados 100 o C Condensado s Água Servida 40 o C Álcool Hidratado
31 DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL Peneira Molecular SIDPEM Sistema de Desidratação via Peneira Molecular
32 DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL Unidade de Desidratação via Peneira Molecular
33 DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL Principais Adsorventes Silica Gel maior capacidade adsorvitiva = 40 kg H 2 O / 100 kg de gel. Alumina Ativada média capacidade adsorvitiva. Peneira Molecular baixa capacidade adsorvitiva = 21 kg H 2 O / 100 kg de pen. mol. mas é o mais forte dos adsorventes, pois nela agem vários mecanismos de adsorção.
34 DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL Zeólito tipo 3A Poro com 3 Å de diâmetro. Molecula da água tem 2,8 Å de diâmetro. Molecula de etanol tem 4,4 Å de diâmetro. 1 Ångstron é igual a 0, m
35 DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL Dinâmica de Adsorção Durante o processo de adsorção, o leito de resina se divide em três camadas. - zona de equilíbrio - zona de transferência de massa - zona ativa
36 Movimento da MTZ Vaso com resina ativa No início da alimentação a adsorção de água ocorre praticamente na mesma intensidade em ambos os casos. Vaso com resina saturada MTZ delineada MTZ dispersa
37 DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL Vaso com resina ativa MTZ delineada A MTZ do vaso com leito saturado praticamente toma conta de toda a Zona Ativa, e teoricamente, a resina é considerada saturada quando atinge a taxa de 5% de água retida. Vaso com resina saturada MTZ dispersa
38 Movimento da MTZ Vaso com resina ativa MTZ delineada Para que a Zona de Equilíbrio seja a mesma, há muito a coluna com resina saturada não mais estava desidratando satisfatoriamente, portanto produzindo álcool fora da graduação. Vaso com resina saturada MTZ dispersa
39 DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL Vida Útil da Resina Vida Útil - A vida útil da resina é de 8 safras em média. Como preservar a Vida Útil Como preservar a Vida Útil - Manter histórico e registros de operação. - Garantir uma perfeita regeneração. - Evitar saturação prematura. - Evitar temperaturas altas de operação. - Evitar contaminação do leito - Preferir ciclos longos a ciclos curtos - Evitar ocorrência de duas fases no fluxo - Evitar impactos no leito
40 Unidade de Desidratação via Peneira Molecular Tempo de vida média da resina de 8 safras
41 Alternativa de desidratação utilizando membrana Membrana Siftek Figura 12 Esquema demonstrando uma unidade de desidratação de álcool.
42 Rotas Tecnológicas para Produção de Etanol Concentração do Etanol Membrana Siftek TM (Refino) Pro ocessos com Membranas Pervaporação Extrativa Membranes de Des. Processos Convencionais Coluna A -Stripping Destilação Extração de Óleo Fúsel Coluna B - Retificação Peneira Mol. Etanol Anidro > 99% Fermentação Azeotropo 95.6% m % de Etanol
43 Destilação, retificação e desidratação SUPRODUTOS : Óleo fúsel RESÍDUOS: Vinhaça
44 CONSIDERAÇÕES FINAIS O processo de destilação visa concentrar o álcool formado no processo de fermentação do mosto. Nesse processo, normalmente, parte-se de um vinho com 7 a 15 % de etanol e pode-se obter as bebidas denominadas aguardentes (38 a 54 ºGL) ou obter o álcool hidratado com máximo 95,57 % (97 ºGL), a partir do qual se produz o álcool neutro anidro; Para a obtenção do álcool anidro é preciso quebra a mistura azeotrópica formada quando da obtenção do álcool hidratado. Essa operação de desidratação, normalmente, é realizada com uso de ciclo hexano, monoetileno glicol ou peneira molecular e, mais recentemente tem sido proposto o uso de membrana hidrofílica.
45 12 Referências COOPERATIVA DOS PRODUTORES DE CANA-DE- AÇÚCAR E ÁLCOOL DO ESTADO DE SÃO PAULO. Centro de Tecnologia. Divisão industrial. Destilação. São Paulo, COPERSUCAR, p. USHIMA, A.K., RIBEIRO, A.M.M., SOUZA, M.E.P., SANTOS N.F. Conservação de energia na indústria do açúcar e do álcool. São Paulo, IPT, p. Perry, Robert H., ; Green, Don W.; Perry's chemical engineers' handbook. 8th ed. / prepared by a staff of specialists under the editorial direction of editor-in-chief, Don W. Green, late editor, Robert H. Perry. New York : McGraw-Hill, p. Acesso em
Destilação, retificação e desidratação
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição - LAN LAN 685 - Tecnologia do Álcool Destilação, retificação e desidratação
Destilação etanólica
Destilação etanólica Etanol - 5 a 10% (v) Líquida Água Outras substâncias (ácidos lático, succínico e acético, glicerol, furfural, alcoóis homólogos superiores (amílico, propílico, butílico), aldeído acético,
Processos industriais da condução da fermentação alcoólica. Processos de fermentação em batelada alimentada e contínua
Processos industriais da condução da fermentação alcoólica Processos de fermentação em batelada alimentada e contínua Processos industriais na condução da fermentação do mosto Classificação das fermentações
PURIFICAÇÃO DO ÁLCOOL: DESTILAÇÃO, RETIFICAÇÃO E DESIDRATAÇÃO. Camila Ortiz Martinez
PURIFICAÇÃO DO ÁLCOOL: DESTILAÇÃO, RETIFICAÇÃO E DESIDRATAÇÃO Camila Ortiz Martinez Destilação: Matéria-prima 7 a 10º GL O vinho delevurado é separado, concentrado e purificado Composição do vinho: Líquidos
Prof Sandra Helena da Cruz 1 DOWNSTREAM PROCESSES. LAN1458 Açúcar e Álcool
Prof Sandra Helena da Cruz 1 DOWNSTREAM PROCESSES LAN1458 Açúcar e Álcool Prof Sandra Helena da Cruz 2 Processos de fermentação http://sistemas.eel.usp.br/docentes/arquivos/1097178/lot2041/aula8desc0ntinua.pdf
ethanol COMPACT system Extração e retificação destilação fermentação
Compactas ethanol COMPACT system Extração e preparo do caldo retificação fermentação destilação 2 Extração e preparo do caldo O caldo é extraído por meio de moendas fornecidas pelo Grupo Exal que têm por
Tecnologia da Fabricação do Etanol
Tecnologia da Fabricação do Etanol Matérias prima e preparo do mosto para produção de etanol A. Matéria prima e preparo do mosto 3 Sacarinas Amiláceas Celulósicas 4 5 Dried Distillers Grains with Solubles
PURIFICAÇÃO DO CALDO PARA PRODUÇÃO DE ÁLCOOL
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição - LAN LAN 685 - Tecnologia do Álcool PURIFICAÇÃO DO CALDO PARA PRODUÇÃO
INFLUÊNCIA DA PRESSÃO EM UMA DESTILAÇÃO AZEOTRÓPICA
INFLUÊNCIA DA PRESSÃO EM UMA DESTILAÇÃO AZEOTRÓPICA Brenda Silva de SOUZA 1 ; Viviane Magalhães PEREIRA 2 ; João Lameu SILVA JUNIOR 3 ; Rejane Barbosa SANTOS 4 RESUMO Um dos problemas encontrados em separação
Review. Processos Químicos Industriais II
Review Processos Químicos Industriais II Sacarose > 15% Extração de 94 a 97 % da sacarose gerando bagaço com umidade final de 50%. Concentrar o caldo decantado, através da retirada de água, elevando
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL: PESQUISA E DESENVOLVIMENTO. Centro de Tecnologia Copersucar. Jaime Finguerut.
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL: PESQUISA E DESENVOLVIMENTO Centro de Tecnologia Copersucar Jaime Finguerut [email protected] PRODUÇÃO DE ÁLCOOL BRASIL: ~12.5 x 10 6 m 3 / ano ~ 300 usinas COPERSUCAR: ~2.5 x
PURIFICAÇÃO DO CALDO PARA PRODUÇÃO DE AÇÚCAR
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição - LAN LAN 1458 Açúcar e Álcool PURIFICAÇÃO DO CALDO PARA PRODUÇÃO
Tecnologia da Cachaça. Thiago Rocha dos Santos Mathias
Tecnologia da Cachaça Thiago Rocha dos Santos Mathias [email protected] História Definição Matérias primas Agente de fermentação Processo Fermentativo Destilação Qualidade da bebida Definição
DESEMPENHO DE PENEIRA MOLECULAR NA DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL ETÍLICO
DESEMPENHO DE PENEIRA MOLECULAR NA DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL ETÍLICO F. S. FERREIRA 1 e J. R. D. FINZER 1 1 Universidade de Uberaba, Curso de Engenharia Química [email protected] RESUMO O etanol anidro
Extração e Purificação do Limoneno Parte II
Extração e Purificação do Limoneno Parte II Alan Cesar Pilon Andrey Pinheiro Técnicas para extração e purificação do Limoneno Extração com Solvente Destilação por arraste de vapor Destilação Fracionada
Com um sistema de gestão da qualidade comprovado, a JW foi certificada pela Petrobras para fornecimento de equipamentos.
2 A JW Fundada em 1995, a JW Indústria e Comércio de Equipamentos em Aço Inoxidável Ltda. iniciou suas atividades atuando no setor sucroenergético, projetando e fabricando equipamentos para unidades de
CARACTERÍSTICAS USOS
Produção de Etanol CARACTERÍSTICAS líquido incolor cheiro característico, volátil, inflamável e solúvel em água ponto de ebulição: 78ºC baixo ponto de fusão: -144,1ºC USOS solvente na fabricação de tintas,
Parte II. Meneah Renata Talita
Extração e Purificação do Limoneno Parte II Meneah Renata Talita Objetivo da prática Isolar e Purificar o Limoneno a partir de uma fase orgânica contendo n-hexano, limoneno, traços de substâncias voláteis
Extração e Purificação do Limoneno Parte II
Extração e Purificação do Limoneno Parte II Alan Cesar Pilon Andrey Pinheiro Técnicas para extração e purificação do Limoneno Extração com Solvente Destilação por arraste de vapor Destilação Fracionada
Faculdade de Engenharia Química (FEQUI) Operações Unitárias 2 2ª Lista de Exercícios (parte B) Profº Carlos Henrique Ataíde (agosto de 2013)
Faculdade de Engenharia Química (FEQUI) Operações Unitárias 2 2ª Lista de Exercícios (parte B) Profº Carlos Henrique Ataíde (agosto de 2013) 1) Concurso Petrobras Engenheiro(a) de Processamento Junior
Diagrama de Fases de Misturas
Físico-Química I Profa. Dra. Carla Dalmolin Diagrama de Fases de Misturas Diagramas de pressão de vapor Diagramas de Temperatura x Composição Equilíbrios líquido líquido Equilíbrios sólido líquido Diagrama
PROCESSOS DE SEPARAÇÃO. Prof. Ms. George Verçoza
PROCESSOS DE SEPARAÇÃO Prof. Ms. George Verçoza Separação magnética: Separa misturas do tipo sólido-sólido nas quais um dos componentes tem propriedades magnéticas e é atraído por um ímã. Ex: Ferro e areia.
FABRICAÇÃO DE ÁLCOOL ATRAVÉS DE UMA TORRE DE DESTILAÇÃO DE USO DIDÁTICO
FABRICAÇÃO DE ÁLCOOL ATRAVÉS DE UMA TORRE DE DESTILAÇÃO DE USO DIDÁTICO 21 Eugênio Naegele Professor do Centro Federal de Educação Tecnológica de Campos e Mestrando em Automação na UFES - [email protected]
Produção de Etanol Destilação. Processos Químicos Industriais II
Produção de Etanol Destilação Processos Químicos Industriais II Biomassa açucarada (cana, beterraba) Biomassa amilácea (milho, trigo, mandioca) Biomassa celulósica (em desenvolvimento) Extração por pressão
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR PALOTINA MESTRADO - BIOENERGIA BIOETANOL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR PALOTINA MESTRADO - BIOENERGIA BIOETANOL Palotina (PR), Maio de 2018. BIOETANOL 1) MATÉRIAS PRIMAS 2) BIORREATORES 3) PRODUÇÃO DE ETANOL 2 MATÉRIAS PRIMAS As matérias-primas
Microdestilador com Dupla Coluna para Aproveitamento de Resíduos da Cachaça
CAPÍTULO VII Microdestilador com Dupla Coluna para Aproveitamento de Resíduos da Cachaça Juarez de Sousa e Silva Roberta Martins Nogueira Carlos Alberto Pinto Geraldo Lopes de Carvalho Filho A produção
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ENGENHARIA QUÍMICA LOQ 4017 OPERAÇÕES UNITÁRIAS EXPERIMENTAL II
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ENGENHARIA QUÍMICA LOQ 4017 OPERAÇÕES UNITÁRIAS EXPERIMENTAL II Profa. Lívia Chaguri E-mail: [email protected] DESTILAÇÃO 1 Semestre de 2015 Introdução Destilação: método utilizado
Curso de Farmácia. Operações Unitárias em Indústria Prof.a: Msd Érica Muniz 6 /7 Período DESTILAÇÃO Parte 2
Curso de Farmácia Operações Unitárias em Indústria Prof.a: Msd Érica Muniz 6 /7 Período DESTILAÇÃO Parte 2 1 Destilação Fracionada As operações até agora descritas propiciam pouco enriquecimento do vapor
Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira Adriana Teixeira Machado Marcela Dias da Silva Matheus Gibbin Zanzini
Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira Adriana Teixeira Machado Marcela Dias da Silva Matheus Gibbin Zanzini Filtração Fonte de aquecimento Destilação Correção do ponto de ebulição OBJETIVO: Remover impurezas
Físico-Química I. Profa. Dra. Carla Dalmolin. Diagrama de Fases. Físico-Química, cap. 5: Transformações Físicas de Substâncias Puras
Físico-Química I Profa. Dra. Carla Dalmolin Diagrama de Fases Físico-Química, cap. 5: Transformações Físicas de Substâncias Puras Sistemas Binários O equilíbrio de fases de sistemas com dois componentes
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq. LAN 1458 Açúcar e Álcool
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição - LAN LAN 1458 Açúcar e Álcool Processos industriais de condução da
Ana Elisa Comanini Ana Karla Agner Felipe Gollino
Ana Elisa Comanini Ana Karla Agner Felipe Gollino 2º ano Bacharelado 2008 Filtração Remover impurezas sólidas de um líquido ou de uma solução Coletar um produto sólido de uma solução na qual ele tenha
PROCESSOS DE SEPARAÇÃO. Jeosafá Lima
PROCESSOS DE SEPARAÇÃO Jeosafá Lima Misturas homogêneas e heterogêneas Uma mistura é constituída por duas ou mais substâncias, sejam elas simples ou compostas. https://www.youtube.com/watch?v=6jcxdhovkcm
PROMOVE- PROCESSOS DE SEPARAÇÃO. Extração
Extração Extração Deseja-se extrair ou remover líquidos que possuam o mesmo volatilidade relativa baixa( extração por solvente); Ou remover algum composto de sólidos(lavagem ou lixiviação); Extração por
I.TERMINOLOGIA TÉCNICA
I.TERMINOLOGIA TÉCNICA CANA-DE-AÇÚCAR definição industrial: Matéria-prima industrial constituída por colmos de cana-deaçúcar e por impurezas que acompanham (restos de folhas, raízes, terra, pedras, etc)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR PALOTINA MESTRADO - BIOENERGIA BIOETANOL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR PALOTINA MESTRADO - BIOENERGIA BIOETANOL Joel Gustavo Teleken Palotina (PR), Maio de 2017. BIOETANOL 1) MATÉRIAS PRIMAS 2) BIORREATORES 3) PRODUÇÃO DE ETANOL 2 MATÉRIAS
Concentração de Vinhaça a 55 Brix integrada a Usina Sucroenergética
Grupo Raízen Unidade Costa Pinto Concentração de Vinhaça a 55 Brix integrada a Usina Guilherme Marengo Ferreira Engenharia de Aplicação/Comercial Dedini S/A Indústrias de Base Concentração de Vinhaça a
PROCESSOS QUÍMICOS DE SEPARAÇÃO
Unidades de Operação da Indústria Química PROCESSOS QUÍMICOS DE SEPARAÇÃO Prof. Iara Santos Industria Química Matéria Prima Converte Produtos Úteis à Humanidade Celulose (madeira) em Papel Argila e Areia
DENOMINAÇÃO DAS ETAPAS DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE ETANOL EM COLUNAS DE DESTILAÇÃO EM PROCESSO DE BATELADA.
DENOMINAÇÃO DAS ETAPAS DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE ETANOL EM COLUNAS DE DESTILAÇÃO EM PROCESSO DE BATELADA. Michel Junior, Raul José dos Santos;¹ ¹ Engenheiro Industrial Mecânico Doutorando em Engenharia
Parâmetros de Qualidade para a Aguardente de Medronho e Licores
Parâmetros de Qualidade para a Aguardente de Medronho e Licores Medronho Instituto Superior de Engenharia Ex - Escola Superior de Tecnologia Universidade do Algarve Diversas instituições uniram-se para
INTRODUÇÃO HOME DISTILLING
INTRODUÇÃO HOME DISTILLING É o modo de produção caseiro de bebidas destiladas de qualidade, utilizando equipamentos idênticos aos das grandes destilarias, porém reproduzidos em escala menor. Tem como objetivos:
Seminário de Química Orgânica Experimental n 7. Destilação Fracionada do Sistema Limoneno - Hexano
Seminário de Química Orgânica Experimental n 7 Destilação Fracionada do Sistema Limoneno - Hexano Responsáveis: Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira (docente) Profª. Amanda Coelho Danuello (docente) Rafael
Alto Teor Alcoólico/ECOFERM e Concentração de Vinhaça: Processos se Complementam
Tadeu Fessel Alto Teor Alcoólico/ECOFERM e Concentração de Vinhaça: Processos se Complementam Guilherme Marengo Ferreira Dedini Indústrias de Base Henrique Vianna de Amorim Fermentec 16 de junho de 2011
OPERAÇÕES UNITÁRIAS EXPERIMENTAL II
OPERAÇÕES UNITÁRIAS EXPERIMENTAL II Prof. MSc.. Sérgio S R. Montoro 1º semestre de 2013 OPERAÇÕES UNITÁRIAS EXPERIMENTAL II DESTILAÇÃO 1º semestre de 2012 DESTILAÇÃO Operação baseada na separação de misturas
Destilação fracionada. Destilação por arraste à vapor. Extração
ISOLAMENTO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS VOLÁTEIS DE FONTES NATURAIS OBJETIVO isolar e purificar o limoneno do óleo de laranja TÉCNICAS UTILIZADAS Destilação fracionada Extração Limoneno CH3 H2C CH3 1-metil-4
Processos de Separação Misturas Para misturas Heterogêneas
Ventilação: Sólido + Sólido O sólido menos denso é separado por uma corrente de ar. Catação: Sólido + Sólido Sólidos de aspectos diferentes são separados com as mãos ou uma pinça Levigação: Sólido + Sólido
A Vinhaça na Agroindústria da Cana-de-Açúcar. Redução / Concentração Vinhaça
A Vinhaça na Agroindústria da Cana-de-Açúcar Seminário STAB / Fenasucro Redução / Concentração Vinhaça Florenal Zarpelon Eng. Químico UFRJ/69 27/08/2015 Por que Concentrar / Reduzir Vinhaça? Para facilitar
Extração do Limoneno. Integrantes do grupo: Diego Souza, Jefferson Honorio, Marcelo Tangerina
Extração do Limoneno Integrantes do grupo: Diego Souza, Jefferson Honorio, Marcelo Tangerina Quem é o Limoneno? O Limoneno ( IUPAC: : 1-metil1 metil-4-isopropenilciclohex- 1-eno ) é uma substância química:
ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO PARA FIXAÇÃO DOS PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE PARA AGUARDENTE DE CANA E PARA CACHAÇA
ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO PARA FIXAÇÃO DOS PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE PARA AGUARDENTE DE CANA E PARA CACHAÇA 1. ALCANCE 1.1. Objetivo Fixar a identidade e as características de qualidade a que devem
Operações Unitárias: Extração. Profª. Camila Ortiz Martinez
Operações Unitárias: Extração Profª. Camila Ortiz Martinez Extração Operação Unitária que envolve transferência de massa; Consiste em uma operação na qual um soluto ou um composto presente em uma fase
PROCESSOS DE SEPARAÇÃO. Professor Cassio Pacheco
PROCESSOS DE SEPARAÇÃO Professor Cassio Pacheco SEPARAÇÃO DE MISTURAS HETEROGÊNEAS (Processos mecânicos de separação) Sistema sólido - sólido Separação magnética: Separa misturas do tipo sólido-sólido
DESTILAÇÃO FRACIONADA OPERAÇÕES UNITÁRIAS 2. Profa. Roberta S. Leone
DESTILAÇÃO FRACIONADA OPERAÇÕES UNITÁRIAS 2 INTRODUÇÃO O equipamento que promove a transferência de massa e calor entre correntes líquidas e de vapor saturadas é a conhecida Coluna de Destilação Fraccionada
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Instituto de Química ARARAQUARA / SP
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Instituto de Química ARARAQUARA / SP 7 -Isolamento e Purificação do Limoneno I André Marques de Andrade Guilherme Condutta Júlio Cesar de Bianchi Sobrinho Murilo de Souza
Produção de Etanol Fermentação. Processos Químicos Industriais II
Produção de Etanol Fermentação Processos Químicos Industriais II Biomassa açucarada (cana, beterraba) Biomassa amilácea (milho, trigo, mandioca) Biomassa celulósica (em desenvolvimento) Extração por pressão
Extração e Purificação do Limoneno Parte II
Confira o Título do experimento na apostila. Extração e Purificação do Limoneno Parte II Docentes: Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira Prof. Dr. Humberto M. S. Milagre Prof.ª Dr.ª Isabele R. Nascimento
Seminário de Química Orgânica Experimental n 7. Destilação Fracionada do Sistema Limoneno - Hexano
Seminário de Química Orgânica Experimental n 7 Destilação Fracionada do Sistema Limoneno - Hexano Responsáveis: Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira (docente) Profª. Amanda Coelho Danuello (docente) Rafael
REMOÇÃO DE SUBSTÂNCIAS CONTAMINANTES DO ÁLCOOL ETÍLICO POR ADIÇÃO DE CARVÃO ATIVADO
REMOÇÃO DE SUBSTÂNCIAS CONTAMINANTES DO ÁLCOOL ETÍLICO POR ADIÇÃO DE CARVÃO ATIVADO Cristiane da Cunha SALATA 1 e Cláudio CABELLO 2 RESUMO Este trabalho teve por objetivo caracterizar, avaliar e propor
PROCESSO DE PRODUÇÃO DE CACHAÇA. Dra. Aline Bortoletto Pós-doutoranda do Laboratório de Tecnologia e Qualidade de Bebidas (ESALQ/USP
PROCESSO DE PRODUÇÃO DE CACHAÇA Dra. Aline Bortoletto Pós-doutoranda do Laboratório de Tecnologia e Qualidade de Bebidas (ESALQ/USP Laboratório de Tecnologia e Qualidade de Bebidas ESALQ-USP VÍDEO DO LTQB
Preparação do acetato de isopentila
Preparação do acetato de isopentila I - Introdução Neste experimento, será preparado um éster, acetato de isopentila. Este éster é frequentemente chamado de óleo de banana, uma vez que possui odor característico
4006 Síntese do éster etílico do ácido 2-(3-oxobutil) ciclopentanona-2-carboxílico
4006 Síntese do éster etílico do ácido 2-(3-oxobutil) ciclopentanona-2-carboxílico CEt + FeCl 3 x 6 H 2 CEt C 8 H 12 3 C 4 H 6 C 12 H 18 4 (156,2) (70,2) (270,3) (226,3) Classificação Tipos de reações
EVAPORAÇÃO. Profa. Marianne Ayumi Shirai EVAPORAÇÃO
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Londrina Operações Unitárias na Indústria de Alimentos EVAPORAÇÃO Profa. Marianne Ayumi Shirai EVAPORAÇÃO É a remoção parcial da água de mistura de líquidos,
4028 Síntese de 1-bromodecano a partir de 1-dodecanol
4028 Síntese de 1-bromodecano a partir de 1-dodecanol C 12 H 26 O (186.3) OH H 2 SO 4 konz. (98.1) + HBr (80.9) C 12 H 25 Br (249.2) Br + H 2 O (18.0) Classificação Tipos de reações e classes das substâncias
SISTEMAS DE DOIS COMPONENTES: EQUILÍBRIO LÍQUIDO-VAPOR. LÍQUIDOS MISCÍVEIS
SISTEMS DE DOIS COMPONENTES: EQUILÍRIO LÍQUIDO-VPOR. LÍQUIDOS MISCÍVEIS Prof. Harley P. Martins Filho plicação da regra das fases F = 2 + 2 P = 4 P máxima variância (uma fase): F = 3 Fixando o valor de
EXTRAÇÃO POR SOLVENTES (QUIMICAMENTE ATIVA)
INSTITUTO DE QUÍMICA ARARAQUARA QUÍMICA ORGÂNICA EXPERIMENTAL EXTRAÇÃO POR SOLVENTES (QUIMICAMENTE ATIVA) Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira Prof. Dr. Leonardo Pezza Profª Juliana Rodrigues Grupo 6 Michelle
Destilação Fracionada e Misturas Azeotrópicas
1. Introdução Destilação Fracionada e Misturas Azeotrópicas O ponto de ebulição normal de uma mistura binária líquida é a temperatura na qual a pressão de vapor total da mistura é igual a 1 atm. Ou seja,
Sinopse das funções orgânicas
Sinopse das funções orgânicas - Funções orgânicas oxigenadas: Álcoois - 7ª Aula- E.M. 1 1- Propriedades Físicas dos Álcoois Os álcoois possuem pontos de ebulição muito mais altos que éteres ou hidrocarbonetos
Métodos de Separação de Misturas
Métodos de Separação de Misturas O que é uma mistura? Mistura: associação de duas ou mais substâncias em porções arbitrárias, separáveis por meios mecânicos ou físicos e em que cada um dos componentes
Redução, Concentração de Vinhaça
Redução, Concentração de Vinhaça IV Simpósio Internacional STAB Ribeirão Preto - SP Florenal Zarpelon Eng. Químico UFRJ/69 [email protected] 27/02/2019 Por que Reduzir / Concentrar Vinhaça? Facilitar o cumprimento
DESTILAÇÃO POR ARRASTE DE VAPOR DE ÁGUA DO ÓLEO DE CRAVO E EXTRAÇÃO QUIMICAMENTE ATIVA DO EUGENOL
DESTILAÇÃO POR ARRASTE DE VAPOR DE ÁGUA DO ÓLEO DE CRAVO E EXTRAÇÃO QUIMICAMENTE ATIVA DO EUGENOL Principais componentes do óleo de cravo obtidos pelo arraste DESTILAÇÃO FRACIONADA DE UMA SOLUÇÃO evaporações
A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENO DO CALDO DE CANA DE AÇÚCAR PARA A PRODUÇÃO DE AÇÚCAR E ETANOL
A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENO DO CALDO DE CANA DE AÇÚCAR PARA A PRODUÇÃO DE AÇÚCAR E ETANOL T. S. NUNES 1, J. R. D. FINZER 1 1 Universidade de Uberaba, Departamento de Engenharia Química E-mail para contato:
Tratamento do Ar Comprimido
Definição: O ar comprimido é caracterizado por 3 tipos de contaminantes: 1. Partículas (poeira ou sólido): Provenientes do próprio ambiente e da parte interna da tubulação do ar comprimido. Tem como consequência:
LISTA DE EXERCÍCIOS 4. Equilíbrio de Misturas Líquidas Binárias com o Vapor
DEPARTAMENTO DE FÍSICO-QUÍMICA DISCIPLINA QUI 03310 FÍSICO-QUÍMICA II-B INTRODUÇÃO LISTA DE EXERCÍCIOS 4 Equilíbrio de Misturas Líquidas Binárias com o Vapor Na presente unidade, será examinado o comportamento
Experiência 1: Identificação de Amostras Sólidas por densidade 59
Sumário Prefácio da 2 a Edição 17 Prefácio da 1 a edição 21 Capítulo 1: EQUIPAMENTOS BÁSICOS DE LABORATÓRIO 25 Capítulo 2: SEGURANÇA EM LABORATÓRIO 39 COMO MANTER UM AMBIENTE DE LABORATÓRIO SAUDÁVEL? 39
Diagramas de Fase. Objetivos:
1 Diagramas de Fase Objetivos: Interpretar diagramas de fases de substâncias puras Deslocamento da fronteira entre as fases Interpretar diagramas de fases de compostos Diagramas de misturas líquidas Diagramas
ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA - USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA DESTILAÇÃO DIFERENCIAL PROF. DR. FÉLIX MONTEIRO PEREIRA
ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA - USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA DESTILAÇÃO DIFERENCIAL PROF. DR. FÉLIX MONTEIRO PEREIRA INTRODUÇÃO ETAPAS DE UM PROCESSO QUÍMICO INDUSTRIAL DIAGRAMA OPERAÇÕES UNITÁRIAS
Concentração de Vinhaça: Consumo de Vapor "ZERO"
Grupo Raízen Unidade Costa Pinto Concentração de : Consumo de Vapor "ZERO" Guilherme Marengo Engenharia de Aplicação/Comercial Dedini S/A Indústrias de Base Por que concentrar a vinhaça? Legal Norma CETESB
Resoluções das Atividades
Resoluções das Atividades Sumário Módulo 1 Substâncias puras, misturas e sistemas Análise imediata... 1 Módulo 2 Cálculos químicos... 3 Módulo 3 úmero de oidação (o) idação e redução (redo)... 6 Módulo
Destilação Fracionada e Misturas Azeotrópicas
1. Introdução Destilação Fracionada e Misturas Azeotrópicas O ponto de ebulição normal de uma mistura binária líquida é a temperatura na qual a pressão de vapor total da mistura é igual a 1 atm. Ou seja,
Química B Intensivo V. 1
1 Química B Intensivo V. 1 Exercícios 01) B 02) B a) Falsa. O leite in natura é uma mistura heterogênea e não apresenta as mesmas propriedades em toda a extensão da amostra. b) Verdadeira. A gelatina é
DESTILAÇÃO Lei de Raoult
DESTILAÇÃO Operação que consiste na separação de líquidos de suas eventuais misturas, por passagem de vapor e posterior condensação com retorno ao estado líquido, com auxílio de calor e/ou por redução
Etanol Hidratado Combustível
Etanol Hidratado Combustível Responsável por projetos eficazes de mais de 60 plantas em funcionamento que produzem 35 milhões de litros/dia de Etanol Hidratado Combustível, a JW se destaca nos mercados
Nome dos participantes (até um máximo de 3 alunos): António Palma, Catarina Couquinha e Vasco Queiroga
Título do Vídeo: From sugar to ethanol Nome dos participantes (até um máximo de 3 alunos): António Palma, Catarina Couquinha e Vasco Queiroga Professor responsável: Laura Charneca Escola: Escola Secundária
EXPERIÊNCIA 05 PREPARAÇÃO DE UM AROMATIZANTE ARTIFICIAL: ACETATO DE ISOAMILA
EXPERIÊNCIA 05 PREPARAÇÃO DE UM AROMATIZANTE ARTIFICIAL: ACETATO DE ISOAMILA 1- INTRODUÇÃO Ésteres são compostos amplamente distribuídos na natureza. Os ésteres simples tendem a ter um odor agradável,
PROMOVE NOÇÕES DA CADEIA DE PETRÓLEO
DESTILAÇÃO ATMOSFÉRICA PROMOVE NOÇÕES DA CADEIA DE PETRÓLEO Esquema Geral 4.b ESQUEMA DE UMA REFINARIA: GÁS COMBUSTÍVEL CAFOR PROPANO GLP(C3 E C4) FGLP BUTANO NAFTA LEVE NAFTA PETROQUÍMICA REFORMA NREF
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq. LAN 1458 Açúcar e Álcool
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição - LAN LAN 1458 Açúcar e Álcool Matérias-primas para a produção de
EXPERIÊNCIA 02 DESTILAÇÃO
EXPERIÊNCIA 02 DESTILAÇÃO 1- INTRODUÇÃO Destilação é uma técnica utilizada, geralmente, para remover um solvente, purificar um líquido ou para separar os componentes de uma mistura de líquidos, ou ainda
EXTRAÇÃO E PASTEURIZAÇÃO FÁTIMA ZAMPA RAQUEL TEIXEIRA
EXTRAÇÃO E PASTEURIZAÇÃO FÁTIMA ZAMPA RAQUEL TEIXEIRA Fundamentação Teórica Extração - Processo que consiste em técnica de separação e purificação de diferentes graus de solubilidade dos constituintes.
RECUPERAÇÃO DE INSUMOS E SUBPRODUTOS DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL. Processo de recuperação do Metanol e da Glicerina.
RECUPERAÇÃO DE INSUMOS E SUBPRODUTOS DA PRODUÇÃO DE BIODIESEL Processo de recuperação do Metanol e da Glicerina. O processo completo de produção de biodiesel partindo-se do óleo degomado é constituído
Destilação Fracionada do Sistema Limoneno-Hexano
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Instituto de Química do Campus de Araraquara Destilação Fracionada do Sistema Limoneno-Hexano Docentes: Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira Profa.
Unidade 1: Destilação
Universidade de São Paulo Instituto de Química de São Carlos Laboratório de Cromatografia (CROMA) Unidade 1: Destilação Prof. Fernando Lanças Destilação Processo de vaporização de uma substância, condensando
MASM ENGENHARIA E CONSULTORIA
CALDEIRA E GERADOR BALANÇO ART 16,4% 274,3 t/h 33,1 t/h 50 % umid 11,9 % 1,8 % pol 26,5 t/h 214,6 t/h SOBRA DESCARTE PURGA PURGA CALDEIRA CALDEIRA 2,0 t/h DESCARTE DE BAIXA 8,8 t/h DE ALTA 448,8 t/h 4,0
Faculdade de Engenharia Química (FEQUI) Operações Unitárias 2 4ª Lista de Exercícios (parte B Extração Líquido-Líquido)
Faculdade de Engenharia Química (FEQUI) Operações Unitárias 2 4ª Lista de Exercícios (parte B Extração Líquido-Líquido) Profº Carlos Henrique Ataíde (novembro de 2013) 1ª) Concurso Petrobras Químico (a)
PROCESSO DE CONVERSÃO À BAIXA TEMPERATURA - CBT
7º SIMPÓSIO NACIONAL DE BIOCOMBUSTÍVEIS PROCESSO DE CONVERSÃO À BAIXA TEMPERATURA - CBT Prof. Dr. Francisco Ferreira Dantas Filho Universidade Estadual da Paraíba - UEPB 2014 Pirólise Definição: Degradação
Tabela I - Ésteres encontrados em alguns aromas
1º Ciclo Enologia Química rgânica I TRABALH PRÁTIC Nº2 SÍNTESE DE ÉSTERES CM ARMA INTRDUÇÃ s ésteres são compostos extremamente comuns. Por exemplo, os óleos vegetais, como o azeite, são misturas de diversos
MÉTODO DE MCCABE-THIELE REVERSO PARA SIMULAÇÃO DE UNIDADE DE DESTILAÇÃO MULTICOMPONENTE
MÉTODO DE MCCABE-THIELE REVERSO PARA SIMULAÇÃO DE UNIDADE DE DESTILAÇÃO MULTICOMPONENTE Julita Savant Carvalho, 2 Luiz Fernando de Moura Discente do curso de Engenharia Química da UFSCar 2 Professor do
Usina da Superação. 14º SBA - 30 e 31 de outubro de Henrique V. Amorim
Usina da Superação 14º SBA - 30 e 31 de outubro de 2013 Henrique V. Amorim Inovando a 36 anos Sede Fermentec Nossos Serviços Transferência de Tecnologia Capacitação de Pessoas Pesquisa e Desenvolvimento
