I.TERMINOLOGIA TÉCNICA
|
|
|
- Mirela Stachinski Canela
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 I.TERMINOLOGIA TÉCNICA
2 CANA-DE-AÇÚCAR definição industrial: Matéria-prima industrial constituída por colmos de cana-deaçúcar e por impurezas que acompanham (restos de folhas, raízes, terra, pedras, etc) utilizada para produção de açúcar e/ou álcool.
3 AÇÚCAR dissacarídeo, não redutor, de fórmula bruta C12H22O11, extraído principalmente da cana-de-açúcar, beterraba açucareira e sorgo sacarino, tecnicamente denominado sacarose.
4 AÇÚCARES REDUTORES são açúcares que possuem uma hidroxila glicosídica livre capaz de reduzir o cobre contido em soluções cupro-alcalinas (glicose e frutose).
5 AÇÚCAR INVERTIDO mistura equimolar de glicose e frutose, obtida pela inversão da sacarose. Glicose Frutose
6 ºBRIX porcentagem em peso de sólidos solúveis contidos nos produtos açucarados da indústria de açúcar e/ou álcool e de aguardente.
7 POL porcentagem de sacarose aparente contida em uma solução de açúcar. EXTRAÇÃO pol no caldo misto por cento de pol na cana.
8 FIBRA matéria-prima insolúvel em água, processada na indústria de produção de açúcar e/ou álcool (colmo + material estranho). CAPACIDADE quantidade de matéria-prima processada na indústria de açúcar e/ou álcool, por unidade de tempo.
9 BAGAÇO resíduo resultante da moagem ou da difusão da cana-de-açúcar (fibra + caldo residual). BAGACILHO material residual obtido pelo coamento do caldo oriundo das moendas. BAGACINHO material fibroso, desintegrado, obtido no peneiramento do bagaço, empregado como auxiliar na filtração da borra.
10 CALDO ABSOLUTO água + todos os sólidos solúveis obtido no colmo da cana-de-açúcar (diferença entre cana e bagaço). CALDO RESIDUAL caldo retido no bagaço.
11 CALDO PRIMARIO caldo extraído pelo primeiro conjunto de moendas, ou antes, de iniciar-se a embebição. EMBEBIÇÃO processo pelo qual a água e/ou caldo diluído são adicionados à camada de bagaço, misturando-se e diluindo o caldo residual, para facilitar sua extração.
12 BORRA OU LODO fração impura do caldo tratado através da caleagem e/ou sulfodefecação, separados no decantador. TORTA DE FILTRO = BAGACINHO + BORRA OU LODO
13 CALDO CLARIFICADO caldo submetido ao processo de purificação (caleagem e sulfodefecação). XAROPE caldo concentrado a 55 65º Brix nos evaporadores, sem apresentar cristalização da sacarose. MELAÇO OU MEL FINAL líquido residual do qual nenhum açúcar pode ser removido economicamente (mel de mais baixa pureza).
14 AÇÚCARES FERMENTESCÍVEIS (FERMENTÁVEIS) quantidade de açúcares totais presentes no mosto, que pode ser transformado em álcool pela fermentação. DORNA recipiente onde se realiza a mistura entre o mosto e o leite de levedura (fermento), com conseqüente desdobramento dos açúcares em álcool etílico e gás carbônico e liberação de energia na forma de calor.
15 MOSTO líquido açucarado apto a sofrer fermentação. LEITE DE LEVEDURA concentrado de células de levedura alcoólica (fermento) obtido pela centrifugação do vinho. PÉ-DE-CUBA suspensão de leveduras suficientemente concentrada, capaz de fermentar um dado volume de mosto.
16 VINHO mosto fermentado. VINHAÇA resíduo líquido da destilação do vinho. VINHO DESLEVEDURADO vinho que foi submetido à centrifugação para separar o agente de fermentação (leite de levedura ).
17 ÁLCOOL espécie química denominada álcool etílico ou etanol, de fórmula bruta C2H5OH. GRAU ALCOÓLICO porcentagem de álcool etílico na mistura hidro-alcoólica.
18 GRAU GAY-LUSSAC (ºGL) porcentagem de álcool, em volume, de uma mistura hidro-alcoólica, a 15ºC ( também são empregados alcoômetros a 20ºC). GRAU INPM porcentagem em álcool, em peso, de uma mistura hidro-alcoólica, a 20ºC.
19 ÁLCOOL HIDRATADO - álcool etílico com graduação mínima de 93,8º INPM (96º G.L.), a 20ºC. ÁLCOOL ANIDRO álcool etílico com graduação mínima de 99,3º INPM (99,5º G.L.), a 20ºC.
20 Matérias-primas para produção de açúcar e/ou álcool. Vegetais que acumulam Cx(H2O)y açúcares e amido MP açucaradas cana e beterraba MP amiláceas cereais, raízes e tubérculos MP celulósicas madeiras, bagaço, resíduo de palha MP fermentadas vinho, cerveja e aguardente
Glossário de termos técnicos Sucroalcooleiro
Acidez sulfúrica Quantidade de ácidos totais presentes no vinho, mosto ou pé-de-cuba expressos em g/l de ácido sulfúrico. Açúcares fermentescíveis Denominação dos açúcares que podem ser transformados em
A Cultura da Cana-de-Açúcar Saul Carvalho
A Cultura da Cana-de-Açúcar Saul Carvalho 1 QUALIDADE = Riqueza da cana + recuperação dos açúcares FATORES: -variedade - estádio de maturação -impurezas - microorganismos -sanidade - corte, colheita, carregamento
ethanol COMPACT system Extração e retificação destilação fermentação
Compactas ethanol COMPACT system Extração e preparo do caldo retificação fermentação destilação 2 Extração e preparo do caldo O caldo é extraído por meio de moendas fornecidas pelo Grupo Exal que têm por
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq. LAN 1458 Açúcar e Álcool
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição - LAN LAN 1458 Açúcar e Álcool Matérias-primas para a produção de
Review. Processos Químicos Industriais II
Review Processos Químicos Industriais II Sacarose > 15% Extração de 94 a 97 % da sacarose gerando bagaço com umidade final de 50%. Concentrar o caldo decantado, através da retirada de água, elevando
Produção de Açúcar. Processos Químicos Industriais II
Produção de Açúcar Processos Químicos Industriais II Energia Brasil Moagem de cana de açúcar da safra 2013/2014 acumulada até 01/06/2013 somou aproximadamente 105 milhões de toneladas. Ainda de acordo
CANA-DE-AÇÚCAR NO BRASIL E NO MUNDO
CANA-DE-AÇÚCAR NO BRASIL E NO MUNDO Global Distribution of Sugarcane Netafim's Agriculture Department Valor e produção da cultura de cana-de-açúcar dos 20 principais produtores mundiais em 2010 FAO País
ESCOLHA DA MATÉRIA PRIMA
ESCOLHA DA MATÉRIA PRIMA - Função das condições climáticas - regiões tropicais destaca-se a cana-de-açúcar e o sorgo sacarino - regiões temperadas destaca-se a beterraba açucareira (EUA - milho) ESCOLHA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR PALOTINA MESTRADO - BIOENERGIA BIOETANOL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR PALOTINA MESTRADO - BIOENERGIA BIOETANOL Professor Dr. Joel Gustavo Teleken Palotina (PR), 15 de maio de 2014. SUMÁRIO 1) BIORREATORES 2) PROCESSO BIOETANOL 3) DESTILAÇÃO
Álcool etílico. Alcoometria. Etanol. Expressão de concentrações. Expressão de concentrações. Álcool etílico
Álcool etílico Alcoometria Também chamado de álcool, etanol e etano-1-ol. Obtido após fermentação de amido, açúcar (sacarose) e outros carboidratos: C6H12O6 2 C2H5OH + 2 CO2. Líquido límpido, incolor,
PURIFICAÇÃO DO CALDO PARA PRODUÇÃO DE ÁLCOOL
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição - LAN LAN 685 - Tecnologia do Álcool PURIFICAÇÃO DO CALDO PARA PRODUÇÃO
Processo de produção de etanol a partir do sorgo sacarino
Sorgo & Cana Do ponto de vista de processamento industrial, a utilização do sorgo sacarino pouco se difere da cana-de-açúcar para produção de etanol. Ao chegar à indústria, a matéria-prima é quantificada
10º ENTEC Encontro de Tecnologia: 28 de novembro a 3 de dezembro de 2016
ANÁLISE DA PRODUTIVIDADE DE ETANOL A PARTIR DA SACAROSE EXTRAIDA DA BETERRABA SACARINA Jade de Carvalho Ferreira 1 ; Jussara Maria Martins 2 ; José Roberto Delalibera Finzer 3 1, 2 Universidade de Uberaba
2.2 Grandezas e medidas utilizadas no setor açucareiro... 32
........... SUMÁRIO APRESENTAÇÃO.... 15 UNIDADE 1: Aspectos gerais, produção, mercado etc. 1.1 Açúcares.... 19 1.2 Origem dos açúcares.... 20 1.3 Glicose e frutose.... 20 1.4 Sacarose.... 21 1.5 Açúcar
ESTUDO DE FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA DO CALDO DO SORGO SACARINO
ESTUDO DE FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA DO CALDO DO SORGO SACARINO RAISSA CRISTINA SANTOS 3 ; NORMANDO MENDES RIBEIRO FILHO 1 ; WLADYMYR JEFFERSON BACALHAU DE SOUZA 2 ; KATILAYNE VIEIRA DE ALMEIDA 2 ; ELIANE ROLIM
GENERALIDADES SOBRE AGUARDENTE. Aguardente éa bebida obtida através do mosto fermentado e destilado da cana deaçúcar.
GENERALIDADES SOBRE AGUARDENTE Aguardente éa bebida obtida através do mosto fermentado e destilado da cana deaçúcar. Características Aguardente Branca Teor alcoólico de 38 a 54% (v/v) a 20 C; Adição açúcar
CARACTERÍSTICAS USOS
Produção de Etanol CARACTERÍSTICAS líquido incolor cheiro característico, volátil, inflamável e solúvel em água ponto de ebulição: 78ºC baixo ponto de fusão: -144,1ºC USOS solvente na fabricação de tintas,
Descrição Resumida do processo
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição - LAN LAN 1458 Açúcar e Álcool 6ª Aula EXTRAÇÃO DO CALDO Prof. Antonio
MASM ENGENHARIA E CONSULTORIA
CALDEIRA E GERADOR BALANÇO ART 16,4% 274,3 t/h 33,1 t/h 50 % umid 11,9 % 1,8 % pol 26,5 t/h 214,6 t/h SOBRA DESCARTE PURGA PURGA CALDEIRA CALDEIRA 2,0 t/h DESCARTE DE BAIXA 8,8 t/h DE ALTA 448,8 t/h 4,0
Estudo de Caso Reutilização de Água em Usina de Destilaria de Etanol Hidratado e Fabricação de Açúcar Através de Torres de Resfriamento
Estudo de Caso Reutilização de Água em Usina de Destilaria de Etanol Hidratado e Fabricação de Açúcar Através de Torres de Resfriamento Empresa: Usina Açucareira Passos S/A Usina Itaiquara Endereço: Fazenda
TEIA TEIA DO DO SABER SABER
TEIA TEIA DO DO SABER SABER 2005 Fundação de Apoio às Ciências: Humanas, Exatas e Naturais GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO - REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO
Programa Analítico de Disciplina EAF432 Tecnologia de Bebidas, Açúcar e Álcool
0 Programa Analítico de Disciplina Campus de Florestal - Campus de Florestal Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal 2 2 Períodos - oferecimento: II Carga
PENTAGRO SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS
Relatório técnico publicado pela PENTAGRO SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS WWW.PENTAGRO.COM.BR 1. Resumo Este relatório apresenta, de forma resumida, toda a rota produtiva para obtenção do açúcar, etanol e bioeletricidade.
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Campo Mourão. Engenharia de Alimentos USINA GOIOERÊ DE AÇÚCAR E ÁLCOOL
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Campo Mourão Engenharia de Alimentos USINA GOIOERÊ DE AÇÚCAR E ÁLCOOL ENEFICIAMENTO E CARA CTERIZAÇÃO DE DA INDÚSTRIA DE NA RAGIÃO DE CORUMBATAÍ DO SUL:
FABRICAÇÃO DO ÁLCOOL INTRODUÇÃO
Etanol??? Aplicado como combustível verde, em industrias de alimentos, perfumes, cosméticos e como insumo da industria química; Combustível potencialmente global; Alternativa muito procurada com a escassez
Extração do caldo. Marcos Omir Marques FCAVJ/UNESP
Extração do caldo Marcos Omir Marques FCAVJ/UNESP Introdução Objetivo Separar a fração líquida do colmo, contendo açúcares (caldo) da fração fibra da cana, com o máximo de eficiência possivel. Equipamentos
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL: PESQUISA E DESENVOLVIMENTO. Centro de Tecnologia Copersucar. Jaime Finguerut.
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL: PESQUISA E DESENVOLVIMENTO Centro de Tecnologia Copersucar Jaime Finguerut [email protected] PRODUÇÃO DE ÁLCOOL BRASIL: ~12.5 x 10 6 m 3 / ano ~ 300 usinas COPERSUCAR: ~2.5 x
Processos Químicos Industriais II
U N I V E R S I D A D E D E S Ã O P A U L O Escola de Engenharia de Lorena EEL Processos Químicos Industriais II Apostila 2 INDÚSTRIA ALCOOLEIRA Profa. Heizir F. de Castro 2009 Terminologia Álcool anidro:
Destilação etanólica
Destilação etanólica Etanol - 5 a 10% (v) Líquida Água Outras substâncias (ácidos lático, succínico e acético, glicerol, furfural, alcoóis homólogos superiores (amílico, propílico, butílico), aldeído acético,
Tecnologia Industrial
92 Fig.10 Porcentagem de água na biomassa de quatro cultivares de sorgo sacarino na Embrapa Milho e Sorgo, Sete Lagoas, 1986. Fonte: (Adaptado de SCHAFFERT et al., 1986). Com base no PUI de cada cultivar,
EFICIÊNCIA OPERACIONAL INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
A USINA DA SOBREVIVÊNCIA EFICIÊNCIA É FUNDAMENTAL HENRIQUE V. AMORIM, Prof. 15º SBA - STAB 29 e 30 de Outubro de 2014 EFICIÊNCIA OPERACIONAL INOVAÇÃO TECNOLÓGICA SOBRE A FERMENTEC ESTRUTURA DE 2500 M²
Processo produtivo do etanol hidratado a partir da cana de açúcar
Processo produtivo do etanol hidratado a partir da cana de açúcar Karoline Yoshiko Gonçalves, EPA, UNESPAR/Campus de Campo Mourão [email protected] Nayara Caroline da Silva Block, EPA, UNESPAR/Campus
INTRODUÇÃO Conselho Regulador da Tequila
TEQUILA INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A tequila é um produto originário do México, obtido a partir da destilação de suco fermentado de agave (Agave tequilana Weber) variedade azul, podendo ser uma bebida pura
Gestão de subprodutos
Gestão de subprodutos O termo cera é normalmente usado como referência a uma mistura de compostos apolares de cadeia longa, podendo constituir uma ampla gama de diferentes classes químicas, incluindo hidrocarbonetos,
Fisiologia e sua Aplicação sobre Florescimento e Isoporização da Cana-de-açúcar Miguel Angelo Mutton. Sertãozinho - SP
Fisiologia e sua Aplicação sobre Florescimento e Isoporização da Cana-de-açúcar Miguel Angelo Mutton Sertãozinho - SP AGRONEGÓCIO CANAVIEIRO TRANSIÇÃO HISTÓRICA CRISE FINANCEIRA GLOBAL NOVOS PLAYERS PODER
Prof.Clóvis Parazzi Universidade Federal de São Carlos Centro de Ciências Agrárias
MATÉRIAS - PRIMAS DA FERMENTAÇÃO ETANÓLICA. Prof.Clóvis Parazzi Universidade Federal de São Carlos Centro de Ciências Agrárias ÁLCOOL ÁLCOOIS COMBUSTÍVEIS Álcool composto orgânico em que um átomo de H,
Metabolismo dos Glicídios
QUÍMCA E BIOQUÍMICA Curso Técnico em Nutrição e Dietética Metabolismo dos Glicídios Professor: Adriano Silva Os hidratos de carbono são as biomoléculas mais abundantes do nosso planeta 100b de toneladas
JOSÉ MANUEL GODINHO CALADO
(BIO)ENERGIA JOSÉ MANUEL GODINHO CALADO ABRIL 2013 Bioetanol Biodiesel Biogás Biocombustíveis Biometanol Bioéster dimetílico Biocombustíveis sintéticos Biohidrogénio Bioetanol O bioetanol é obtido por
Produção de Etanol Destilação. Processos Químicos Industriais II
Produção de Etanol Destilação Processos Químicos Industriais II Biomassa açucarada (cana, beterraba) Biomassa amilácea (milho, trigo, mandioca) Biomassa celulósica (em desenvolvimento) Extração por pressão
Bacharelado em Ciência e Tecnologia de Alimentos. Ciência e Tecnologia do Açúcar e Bebidas AÇÚCARES. Angelita Machado Leitão 2º/ 2017
Bacharelado em Ciência e Tecnologia de Alimentos Ciência e Tecnologia do Açúcar e Bebidas AÇÚCARES Angelita Machado Leitão 2º/ 2017 Unidade I: Açúcar Mercado: produção e consumo Química do açúcar Matérias-primas
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição - LAN QUALIDADE DA CANA-DE-AÇÚCAR COMO MATÉRIA-PRIMA PARA A INDÚSTRIA
Dr. Clóvis Gouveia da Silva
13ª SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE CACHAÇA DE ALAMBIQUE ARTESANAL Dr. Clóvis Gouveia da Silva [email protected] SUMÁRIO 1. Introdução 2. A legislação 3. A matéria-prima
Processo produtivo do etanol de segunda geração usando bagaço de cana-de-açúcar
Processo produtivo do etanol de segunda geração usando bagaço de cana-de-açúcar Luana Saemi N. A. Murakami, (EPA, UNESPAR/Campus de Campo Mourão) [email protected] Gustavo A. Bombana, (EPA, UNESPAR/Campus
Rendimento e Eficiência na Industria Sucroenergética. Silvio Roberto Andrietta
Rendimento e Eficiência na Industria Sucroenergética Silvio Roberto Andrietta Introdução Definição Eficiência Relativo a recuperação de uma dada substância em um processo sem que haja conversão ou bioconversão
Seminário STAB Regional Sul A vinhaça na Agroindistria da Cana de Açúcar Nadir Almeida da Gloria
Seminário STAB Regional Sul A vinhaça na Agroindistria da Cana de Açúcar Nadir Almeida da Gloria O efeito da cana de vinhaça na fermentação alcoólica Silvio Roberto Andrietta Introdução Para determinar
BASES CONCEITUAIS DA ENERGIA. Pedro C. R. Rossi UFABC
BASES ONEITUAIS DA ENERGIA Pedro. R. Rossi ([email protected]) UFAB ombustíveis ombustíveis fósseis Resultado de restos fossilizados de plantas e animais. Processo ocorre ao longo de milhares de
Conservação de alimentos pelo uso de processos fermentativos
Ciência e Tecnologia de Alimentos Conservação de alimentos pelo uso de processos fermentativos Prof. Angelita Leitão 1º semestre 2017 O que é fermentação? È um processo de transformação de uma substância
Resposta Técnica. 1 hectare de cana-de-açúcar produz litros de álcool. 1 hectare de mandioca produz litros de álcool
http://www.sbrt.ibict.br Resposta Técnica Assunto Agricultura e pecuária Palavras-chave Projeto, microdestilaria, destilaria, álcool Identificação da demanda Informações sobre projeto de implantação de
Alto Teor Alcoólico/ECOFERM e Concentração de Vinhaça: Processos se Complementam
Tadeu Fessel Alto Teor Alcoólico/ECOFERM e Concentração de Vinhaça: Processos se Complementam Guilherme Marengo Ferreira Dedini Indústrias de Base Henrique Vianna de Amorim Fermentec 16 de junho de 2011
ESTUDOS COMPARATIVOS NO PROCESSO INDUSTRIAL DE PRODUÇÃO DE BIOETANOL A PARTIR DO MELAÇO E CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR
ESTUDOS COMPARATIVOS NO PROCESSO INDUSTRIAL DE PRODUÇÃO DE BIOETANOL A PARTIR DO MELAÇO E CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR Scarllet O hara de Oliveira Moraes 1, Wellington da Silva Rodrigues 2, kelson Carvalho
ANÁLISE DO COMPORTAMENTO CINÉTICO DE BEBIDAS FERMENTADAS A BASE DE FRUTAS
ANÁLISE DO COMPORTAMENTO CINÉTICO DE BEBIDAS FERMENTADAS A BASE DE FRUTAS N. F. GONÇALVES 1, C. C. G. SILVA 1, T. T. S. SANTOS 1, M. C. ADEBAL 1 1 Universidade Federal do Maranhão, Centro de Ciências Exatas
POLPA DE FRUTA NÉCTAR SUCO
ZEA 0666 / 2012 Tecnologia de Produtos Vegetais POLPA DE FRUTA NÉCTAR SUCO Padrões de Identidade e Tecnologias de Processamento POLPA DE FRUTA PURÊ Produto obtido pelo esmagamento da parte comestível de
APROVEITAMENTO DO CALDO DO SORGO SACARINO PARA PRODUÇÃO DE AGUARDENTE
ISSN 1517-8595 9 APROVEITAMENTO DO CALDO DO SORGO SACARINO PARA PRODUÇÃO DE AGUARDENTE Normando Mendes Ribeiro Filho 1, Isanna Menezes Florêncio 2, Aleksandra Silva Rocha 2, José Pires Dantas 3, Eliane
TRATAMENTO DE CALDO E A SUA IMPORTÂNCIA. Carlos A. Tambellini
TRATAMENTO DE CALDO E A SUA IMPORTÂNCIA Carlos A. Tambellini PRÉ TRATAMENTO DE CALDO Limpeza da Cana Peneiramento de Caldo Bruto Regeneração de Calor TRATAMENTO DE CALDO Sulfitação Calagem / Dosagem por
TECNOLOGIA DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS CRÉDITOS: 04
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO DECANATO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DEPARTAMENTO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS E REGISTRO GERAL DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS PROGRAMA ANALÍTICO DISCIPLINA CÓDIGO: IT
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL A PARTIR DO BAGAÇO: O PROCESSO DHR DEDINI HIDRÓLISE RÁPIDA
INSTITUTO DE ESTUDOS AVANÇADOS PAINEL Novas Tecnologias para Bioenergia PRODUÇÃO DE ÁLCOOL A PARTIR DO BAGAÇO: O PROCESSO DHR DEDINI HIDRÓLISE RÁPIDA 20 de Março de 2007 PIRACICABA SP BRASIL JOSÉ LUIZ
COMO AS ENZIMAS COLABORAM PARA UMA USINA MAIS LUCRATIVA. Rafael Borges Coordenador de Aplicação e Novos Negócios
COMO AS ENZIMAS COLABORAM PARA UMA USINA MAIS LUCRATIVA Rafael Borges Coordenador de Aplicação e Novos Negócios AGENDA Prozyn Bio Solutions Desafio da industria Como as enzimas colaboram para uma usina
Produção de vodca a partir de batata (Solanum tuberosum L.) cultivar ágata, utilizando Saccharomyces cerevisiae
Produção de vodca a partir de batata (Solanum tuberosum L.) cultivar ágata, utilizando Saccharomyces cerevisiae A. G. T. MENEZES 1*, E. G. T. MENEZES 1, J. G. L. F. ALVES 1 1 Universidade Federal de Lavras,
Centro de Tecnologia de Alimentos e Bebidas Tecnologia Cervejeira Módulo: Adjuntos cervejeiros
Centro de Tecnologia de Alimentos e Bebidas Tecnologia Cervejeira Módulo: Adjuntos cervejeiros SENAI / Vassouras Adjuntos Definição: Matéria-prima que substitui parcialmente o malte de cevada como fonte
PURIFICAÇÃO DO CALDO PARA PRODUÇÃO DE AÇÚCAR
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição - LAN LAN 1458 Açúcar e Álcool PURIFICAÇÃO DO CALDO PARA PRODUÇÃO
A influência da matéria prima sobre o desempenho da levedura (a levedura é aquilo que ela come) Dr Silvio Roberto Andrietta
A influência da matéria prima sobre o desempenho da levedura (a levedura é aquilo que ela come) Dr Silvio Roberto Andrietta Introdução Desempenho da fermentação depende: Instalações e operação Microrganismo
Concentração de Vinhaça a 55 Brix integrada a Usina Sucroenergética
Grupo Raízen Unidade Costa Pinto Concentração de Vinhaça a 55 Brix integrada a Usina Guilherme Marengo Ferreira Engenharia de Aplicação/Comercial Dedini S/A Indústrias de Base Concentração de Vinhaça a
Segunda aula de química
Segunda aula de química Nome: Laísa 17/04/2017 Relembrando... Questão 3: Relembrando... (UNESP 2015) Alguns historiadores da Ciência atribuem ao filósofo pré-socrático. Empédocles a Teoria dos Quatro elementos.
Colheita da cana e analise da qualidade do caldo
1) Maturação da cana Colheita da cana e analise da qualidade do caldo A maturação da cana é o aumento da concentração de sólidos solúveis no caldo; especialmente da sacarose. A maturação da cana é influenciada
FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA
Departamento de Ciências Biológicas LCB 0208 - Bioquímica FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA Professora: Helaine Carrer Alunos: Deborah Bueno da Silva Gabriel Fernando da Silva Lucas Maniero Rodrigues Matheus Freire
Tecnologia da Fabricação do Etanol
Tecnologia da Fabricação do Etanol Matérias prima e preparo do mosto para produção de etanol A. Matéria prima e preparo do mosto 3 Sacarinas Amiláceas Celulósicas 4 Mandioca (Manihot esculenta) Componentes
Produção de etanol a partir da cana-de-açúcar
Coleção UAB UFSCar Tecnologia Sucroalcooleira Cláudio Hartkopf Lopes Afra Vital Matos Dias Gabriel Maria Teresa Mendes Ribeiro Borges Produção de etanol a partir da cana-de-açúcar tecnologia de produção
Leandro Pena Luciana Lucco Mariana Telles Victor Alves Docente: Rita Macri Disciplina: Gestão de Subprodutos Industriais Março 2010
Água Residuais obtidas no processo de produção de Açúcar e Álcool Leandro Pena Luciana Lucco Mariana Telles Victor Alves Docente: Rita Macri Disciplina: Gestão de Subprodutos Industriais Março 2010 Capitação
Produção de Etanol Fermentação. Processos Químicos Industriais II
Produção de Etanol Fermentação Processos Químicos Industriais II Biomassa açucarada (cana, beterraba) Biomassa amilácea (milho, trigo, mandioca) Biomassa celulósica (em desenvolvimento) Extração por pressão
SISTEMAS DE DETERMINAÇÃO DA MATURAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR
a Aparência do canavial (método empírico) - baseia-se em caracteres externos a planta folhas: -ápice verde amareladas e menos eretas - folhas do terço médio e basal secam e em algumas variedades caem facilmente
BIOLOGIA. Os Carboidratos. Os monossacarídeos. Cláudio Góes
BIOLOGIA Cláudio Góes Os Carboidratos Os carboidratos constituem uma das mais importantes classes de biomoléculas presentes no planeta Terra, além de encerrarem uma gama de funções biológicas, sendo a
MICROSERV ASSESSORIA E SERVIÇOS EM MICROBIOLOGIA INDUSTRIAL LTDA. Expositor: Teresa Cristina Vieira
Expositor: O USO DA MICROBIOLOGIA NA DETECÇÃO DE PROBLEMAS QUE DIMINUEM A EFICIÊNCIA DE RECUPERAÇÃO EM ART Tópicos desta apresentação 1- Explicando o que é Eficiência em ART e do que depende. 2- Alguns
Lista - Separação dos componentes de um sistema
! Lista - Separação dos componentes de um sistema 1) (ENEM) O principal processo industrial utilizado na produção de fenol é a oxidação do cumeno (isopropilbenzeno). A equação mostra que esse processo
Energia e suas formas
Energia e suas formas A energia pode se apresentar de diversas formas, entre as quais podemos mencionar: Energia de radiação Energia química Energia nuclear Energia térmica Energia mecânica Energia elétrica
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Campo Mourão Fabricação do açúcar
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Campo Mourão Fabricação do açúcar Profª Camila O. Martinez 1 2016 2 Consumo O consumo no Brasil cresceu mto nos últimos 60 anos, alterações no padrão de
Indicadores da qualidade e valores recomendados para cana-de-açucar
Indicadores da qualidade e valores recomendados para cana-de-açucar Recebimento Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Campo Mourão Extração e Tratamento do Caldo Profª Camila O. Martinez 3
Tecnologia da Fabricação do Etanol
Tecnologia da Fabricação do Etanol Matérias prima e preparo do mosto para produção de etanol A. Matéria prima e preparo do mosto 3 Sacarinas Amiláceas Celulósicas 4 5 Dried Distillers Grains with Solubles
TD AULÃO DE QUÍMICA Prof(a): Nádia Portela
01- (ENEM) Em visita a uma usina sucroalcooleira, um grupo de alunos pode observar a série de processos de beneficiamento da cana-de-açúcar, entre os quais se destacam: 1. A cana chega cortada da lavoura
Produção de bioetanol de cana
Produção de bioetanol de cana Prof. Me. Hanniel Freitas IFRN Prof. Me. Hanniel Freitas (IFRN) Produção de bioetanol de cana 1 / 16 Afinal, o que é o etanol? Prof. Me. Hanniel Freitas (IFRN) Produção de
Maturadores e colheita em cana-deaçúcar. Maximiliano Salles Scarpari IAC Centro de Cana
Maturadores e colheita em cana-deaçúcar Maximiliano Salles Scarpari IAC Centro de Cana [email protected] CANA FIBRA 10-18% CALDO 82-90% ÁGUA 75-82% SÓLIDOS SOLÚVEIS (brix) 18-25% Celulose, hemicelulose,
Processos de separação de misturas
Disciplina: Química Prof.: Ivo Turma: IU 23/03/2017 Tema da aula: Métodos de separação de misturas Processos de separação de misturas 1) Separação de misturas heterogêneas Misturas sólido sólido Catação
BIOQUÍMICA - CARBOIDRATOS. Professores: Marco Aurélio e Manoela Panta
BIOQUÍMICA - CARBOIDRATOS Professores: Marco Aurélio e Manoela Panta Introdução Outras denominações: - Hidratos de carbono; - Glicídios, glucídios ou glícides; - Açúcares. Ocorrência e funções gerais:
ETANOL CELULÓSICO Obtenção do álcool de madeira
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA DISCIPLINA: Seminários PROF: Leonardo Monteiro e José Antonio D. Barbosa Filho ETANOL CELULÓSICO Obtenção do álcool de madeira
Descrição Resumida do processo
Universidade de São Paulo USP Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Esalq Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição - LAN LAN 685 - Tecnologia do Álcool 6ª Aula PREPARO DA CANA E EXTRAÇÃO
Fatores Físicos e Químicos que Influenciam a Fermentação Alcoólica
Fatores Físicos e Químicos que Influenciam a Fermentação Alcoólica CLÓVIS PARAZZI. Universidade Federal de São Carlos. Centro Ciências Agrárias -Araras SP. FERMENTAÇÃO ÁLCOÓLICA PRINCIPAIS FATORES QUE
QUALIDADE DA MATÉRIA PRIMA QUALIDADE DA MATÉRIA PRIMA ENTREGUE NAS UNIDADES INDUSTRIAIS 16/11/2015. Antes exclusivamente pela POL (sacarose aparente).
QUALIDADE DA MATÉRIA PRIMA ENTREGUE NAS UNIDADES INDUSTRIAIS QUALIDADE DA MATÉRIA PRIMA Antes exclusivamente pela POL (sacarose aparente). Atualmente, há uma definição mais completa, que engloba as características
ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO PARA FIXAÇÃO DOS PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE PARA FERMENTADOS ACÉTICOS
ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO PARA FIXAÇÃO DOS PADRÕES DE IDENTIDADE E QUALIDADE PARA FERMENTADOS ACÉTICOS 1.ALCANCE 1.1.Objetivo: Fixar a identidade e as características mínimas de qualidade a que deverão
FATORES QUE INFLUENCIAM AS PERDAS DURANTE O PROCESSO DE CRISTALIZAÇÃO NA PRODUÇÃO DE AÇÚCAR
FATORES QUE INFLUENCIAM AS PERDAS DURANTE O PROCESSO DE CRISTALIZAÇÃO NA PRODUÇÃO DE AÇÚCAR Factors that influence losses during the crystallization process in sugar production Maria Angélica Marques Pedro
Exercícios de Revisão Ensino Médio 2º Bimestre Química: Setor A 1ª Série Professor Diego
Exercícios de Revisão Ensino Médio 2º Bimestre Química: Setor A 1ª Série Professor Diego 1. (UFES) Na perfuração de uma jazida petrolífera, a pressão dos gases faz com que o petróleo jorre para fora. Ao
Reações Químicas. Ex: 2H 2 + O 2 2 H 2 O
REAÇÕES QUÍMICAS Reações Químicas As substâncias podem combinar-se com outras substâncias transformando-se em novas substâncias. Para estas transformações damos o nome de Reações Químicas. Ex: 2H 2 + O
PESQUISA E ANÁLISE DA CLARIFICAÇÃO DO CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR ATRAVÉS DE TANINOS
PESQUISA E ANÁLISE DA CLARIFICAÇÃO DO CALDO DE CANA-DE-AÇÚCAR ATRAVÉS DE TANINOS Gabriela Silva Spirlandelli¹; José Roberto Delalíbera Finzer² Universidade de Uberaba E-mail: [email protected] [email protected]
Pode ser polimerizada, estocada, transportada e liberada rapidamente quando o organismo precisa de energia ou para compor estruturas especiais
Pode ser polimerizada, estocada, transportada e liberada rapidamente quando o organismo precisa de energia ou para compor estruturas especiais Precursor de intermediários metabólicos em várias reações
Carboidratos 18/03/2010. Douglas Siqueira de A. Chaves
Carboidratos Douglas Siqueira de A. Chaves 2 Carboidratos s carboidratos são substâncias orgânicas também chamadas de hidratos de carbono. Estes nomes foram dados porque, na molécula da maior parte dos
IMPUREZAS E QUALIDADE DE CANA-DE-AÇÚCAR STAB CANAOESTE Sertãozinho, 12 de maio de 2011
IMPUREZAS E QUALIDADE DE CANA-DE-AÇÚCAR STAB CANAOESTE Sertãozinho, 12 de maio de 2011 Impurezas e qualidade da cana colhida Celio Manechini Assessor de Tecnologia Agronômica Grupo São Martinho Definição:
USP/ESALQ LAN1458 Açúcar e Álcool TRATAMENTO DO CALDO. Prof. Dra Sandra H da Cruz
USP/ESALQ LAN1458 Açúcar e Álcool TRATAMENTO DO CALDO Prof. Dra Sandra H da Cruz 1. Introdução Açúcar de cana https://www.youtube.com/watch?v=jhvkurxstfy https://www.youtube.com/watch?v=w3p3lbaxu0e TRATAMENTO
