MOBILIDADE URBANA DESAFIOS E PERSPECTIVAS MARCILIO CUNHA

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1 MOBILIDADE URBANA DESAFIOS E PERSPECTIVAS

2 MOBILIDADE URBANA Determina a adoção de uma visãosistêmica sobre toda a movimentação de bens e pessoas.

3 MOBILIDADE URBANA Envolvemtodososmodoseelementosque produzem as necessidades de deslocamentos.

4 ESPAÇO URBANO ACESSÍVEL Na cidade o espaço urbano acessível só é possível onde os cidadãos têm independência, autonomia e dignidade.

5 ESPAÇO URBANO ACESSÍVEL Levam em consideração, os interesses do pedestre e pessoas com necessidades especiais.

6 ACESSIBILIDADE Situação de utilização de ambientes públicos e privados, em condição de conforto e segurança, através de dispositivos, produtos, serviços e sistemas de informação, destinados aos diversos grupos de usuários destes ambientes: crianças, idosos, gestantes, deficientes e população adulta em geral. (Ferreira, M.S.; Campos, J.C.B.; Cé, A.R.S; Barboza S.,2007)

7 ACESSIBILIDADE

8 ACESSIBILIDADE

9 Calçada é o lugar onde transitam os pedestres na movimentada vida cotidiana.

10 CALÇADAS LARGAS E FAIXAS NA PISTA DE ROLAMENTO

11 CALÇADA

12 Pessoa com Mobilidade Reduzida: temporária ou permanentemente, tem limitada sua capacidade de relacionar-se com o meio e de utilizá-lo. Integram este grupo as pessoas com deficiência, idosos, obesos, gestantes e outros.

13 Deficiência:

14 Paisagem Urbana: cenário caracterizado por elementos naturais ou construídos pelo ser humano, dentre estes: mobiliário e equipamento urbano, edificações, vegetações, vias, outros.

15 Via Pública: superfície por onde transitam veículos, pessoas e animais, compreendendo a pista, a calçada, o acostamento, ilha e canteiro central.

16 Calçada: parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário urbano, sinalização, vegetação e outros fins.

17 Rota Acessível: trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecta os ambientes externos ou internos de espaços e edificações, podendo ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive aquelas com deficiência.

18 Calçada rebaixada

19 FAIXAS DE DEMARCAÇÃO

20 Mobiliário Urbano: todos os bens públicos e privados, de utilidade pública, destinados à prestação de serviços necessários ao funcionamento da cidade.

21 Mobiliário Urbano

22 Mobiliário Urbano

23 Mobiliário Urbano: poderá ser fixo (aquele que depende, para sua remoção, de ser carregado ou rebocado por outro equipamento ou veículo).

24 Mobiliário Urbano: móvel (aquele que, para ser removido, depende exclusivamente de tração própria ou aquele não fixadoaosoloedefácilremoçãodiária).

25 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Desnível abuptro

26 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Risco eminente de desmoramento da calçada

27 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Tapumes obstruem totalmente o passeio

28 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Degraus decorativos expõem risco de queda

29 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Ampla área de travessia sem orientação de pedestres

30 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Passeio não executado expõe os pedestres ao trânsito

31 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Mobiliário interrompe o percurso livre

32 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Desnível em calçada com risco a quedas

33 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Desnível em calçada com rampa e piso irregular

34 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Estacionamento e exposição de produto sobre a calçada

35 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Estacionamento e mercadorias expostas em frente a loja

36 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Estacionamento e mercadorias expostas em frente a loja

37 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Placas e barreiras impedindo a passagem dos pedestres

38 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Barreiras impedindo a passagem dos pedestres

39 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Calçada ocupada por feirantes e estacionamento de motos.

40 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Calçada e Rua ocupada por feira livre

41 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Rua ocupada literalmente por feira livre

42 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Comerciante expõe clientes ao risco de acidentes e a poluição

43 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Inexistência de calçada cabe ao pedestre caminhar sobre a rua

44 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Calçada com lixo sobre ela

45 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Calçadas obstruídas

46 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Calçadas obstruídas

47 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Calçadas obstruídas

48 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Calçadas obstruídas

49 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Altura e desníveis na constituição da calçada fora de padrão

50 CIRCULAÇÃO DOS PEDESTRES Instalação de mobiliário fora dos padrões

51 CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS Rua esburacada

52 CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS Rua esburacada

53 CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS Engarrafamentos

54 CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS E PESSOAS

55 SOLUÇÕES Calçadas largas e ciclovias por toda a cidade

56 SOLUÇÕES Calçadas adequadas para a movimentação de pedestre

57 SOLUÇÕES Prioridade no transporte cicloviário Bicicletário

58 SOLUÇÕES Rampas com corrimão duplo

59 SOLUÇÕES Rampas e escadas padronizadas

60 SOLUÇÕES Expansão e integração do Metrô

61 SOLUÇÕES Faixas exclusivas para ônibus

62 SOLUÇÕES Escadas comuns, escadas rolantes e elevadores

63 SOLUÇÕES

64 SOLUÇÕES Transporte coletivo de qualidade reduzindo o uso do automóvel

65 SOLUÇÕES Transporte fluvial: mobilidade pelas águas

66 SOLUÇÕES Agamenon Magalhães Escritório Cardus Estratégias Urbanas

67 SOLUÇÕES Agamenon Magalhães Escritório Cardus Estratégias Urbanas

68 SOLUÇÕES Agamenon Magalhães Faixas Exclusivas e Túneis Grupos de Arquitetos ( Múcio Jucá )

69 Corredor sobre o Canal BRT Escritório de Jaime Lerner Agamenon Magalhães

70 Integração de VLT e Monotrilho Arquiteto e Urbanista Vinicius Ferraz ( ARCHIMIDIA ) Agamenon Magalhães

71 Agamenon Magalhães Corredor elevado com seis faixas de rolamento Stênio Coentro Engº Civil e Consultor de Trânsito

72 SOLUÇÕES Conde da Boa Vista

73 SOLUÇÕES Trânsito na palma da mão no Bairro do Recife Roteirizador Permite ao usuário digitar um destino e, a partir da sua geolocalização, dispor de diversos roteiros dos meios de transporte públicos disponíveis. Way Taxis O aplicativo já funciona com tablets embarcados em 70 táxis que fornecem a localização dos mesmos, bem como a identificação do veículo e do condutor antes mesmo dele chegar ao endereço do cliente. Vaga pelo celular Receber no celular a informação de onde tem uma vaga disponível para estacionar. Bairro do Recife: 4,7 km²

74 A CIDADE E AS PESSOAS Presenciamos meio século para acomodar os automóveis nas cidades.

75 PRINCIPAIS MEIOS DE TRANSPORTE NO BRASIL 7 % utilizam bicicleta. 12 % andam a pé. 12 % andam de moto. 23 % usam carro. 44 % transporte público. NO NORDESTE 11,3 % utilizam bicicleta. 18,0 % andam a pé. 19,0 % andam de moto. 13,0 % usam carro. 37,5 % transporte público. Fonte: Governo de Pernambuco, IPEA e IBOPE agosto 2012

76 PRINCIPAL MEIO DE TRANSPORTE Gostariam de usar a bicicleta como principal meio de transporte se houvesse infraestrutura e segurança para isso. 75 % dosbrasileiros. 84 % dosnordestinos. Fonte: Governo de Pernambuco, IPEA e IBOPE agosto 2012

77 BICICLETA Área de ocupação por transporte 72 pessoas são transportadas em 72 bicicletas, ocupandonototal90m². CARRO combasenamédiadeocupaçãode1,2pessoas por carro, 60 carros transportam 72 pessoas, ocupando m². ÔNIBUS 72 pessoas podem ser transportadas em 1 ônibus, que ocupa 30 m².o ônibus dispensa a necessidade de espaço para estacionar nas ruas. Fonte: Prefeitura de Münster, Alemanha

78 MOBILIDADE DENTRO DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE Cerca de de pessoas vivem na RMR. Nos últimos cinco anos, o deslocamento da população é o grande desafio a ser vencido todos os dias. Não existem mais horários de pico e o trânsito caótico da cidade consome a paciência da população. A população sem opções, perde horas presa no caminho entre casa e trabalho.

79 MOBILIDADE DENTRO DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE A RMR concentra quase 70% do tráfego do estado. O crescimento da frota do Estado, que ultrapassa a marca dos de veículos. Na RMR chegou a marca de de veículos. No Estado a proporção é de um carro para 4,4 pessoas e na RMR é de 3,7 pessoas. A RMR também recebe fluxo do interior e de outros estados, quase 70% do tráfego do Estado. E quase tudo passa por dentro do Recife.

80 Perfil da frota de Pernambuco até agosto de 2012 Automóveis Carga Ônibus Motos Outros Total Fonte: DETRAN-PE 2012

81 Estatística do DETRAN Quase 30% da frota que circula no Estado tem entre 15e 40 anos de idade. A frota de até 5 anos, representa quase 40%. O DETRAN emplaca por dia cerca de veículos. Desses, cerca de 100são usados e o restante são novos. Fonte: DETRAN-PE 2011

82 PROJEÇÃO DO CRESCIMENTO DA FROTA DO RECIFE * mil veículos 580 * Projeção estimada: Crescimento de 8,2% ao ano. Segundo percentual registrado de 2011 a 2012.Cálculos do Eng.Mauricio Pina

83 PROGRAMA PEDALA PE R$ 22,4 milhões serão investidos na construção de 100 km de ciclovias. serão construídos bicicletários nos 25 terminais de integração, nas 7 estações do novo corredor fluvial e nas 135 Academias das Cidades do Estado. Fonte: Governo de Pernambuco

84 PROGRAMA PEDALA PE R$ 22,4 milhões serão investidos na construção de 100 km de ciclovias. CICLOVIAS Corredor Norte Sul - 39,5 km Corredor Leste Oeste 12,3 km Ramal da Copa 6,3 km II Perimetral / Via Metropolitana Norte 10,1 km BR ,6 km Fonte : Governo de Pernambuco

85 PROGRAMA PEDALA PE fábricas de bicicleta que se instalarem no Estado terão 75% de incentivo fiscal. empresas que tiverem bicicletários e vestiários ganharão o Selo Empresa Amigo da Bicicleta. Fonte: Governo de Pernambuco

86 COMPARAÇÃO DE INVESTIMENTOS VIÁRIOS ATÉ 2014 TRANSPORTE PÚBLICO TRANSPORTE INDIVIDUAL 13 novos terminais de integração R$ 80 milhões Alargamento do viaduto Capitão Tenudo R$ 50 milhões Corredores Norte/Sul e Leste/Oeste 33,2 km + 12,5 km R$ 598 milhões Via Mangue 4,3 km R$ 433 milhões Corredor da Conde da Boa Vista R$ 14 milhões R$ 28 milhões Fonte: Secretaria das Cidades e Prefeitura do Recife-maio 2012

87 VIA MANGUE CENTRO DO RECIFE AO BAIRRO DE BOA VIAGEM. 4,5 km de extensão duas faixas de rolamentos para veículos. calçadas para pedestres. ciclovias. 2 elevados e 8 pontes. 1 alça de ligação e 1 passagem semi-enterrada. Valor da obra: R$ 430,7 milhões.

88 COREDOR NORTE - SUL IGARASSU, ABREU E LIMA, PAULISTA, OLINDA E RECIFE. 33,2 km 31 estações 1 viaduto 2 elevados passageiros por dia Fonte: CBTU outubro 2011

89 CORREDOR LESTE - OESTE LIGAÇÃO CAMARAGIBE COM O RECIFE. 12,5 km 22 estações 1 viaduto 3 elevados 1 túnel passageiros por dia Fonte: CBTU outubro 2011

90 RAMAL CIDADE DA COPA LIGARÁ O CORREDOR LESTE OESTE À CIDADE DA COPA. 6,3 km 1 pista exclusiva para ônibus 2 pistas para carros em cada um dos sentidos passageiros por dia Fonte: CBTU outubro 2011

91 TRÂNSITO RÁPIDO DE ÔNIBUS - BUS RAPID TRANSIT ( BRT ) será utilizado nos corredores Norte Sul, Leste Oeste, Cidade da Copa pista exclusiva para o ônibus veículos modernos com maior capacidade de passageiros capacidade para 60 passageiros sentados e 110 em pé suspensão a ar e sistema de refrigeração velocidade dos ônibus 25 km/h (ônibus atual 14km/h) Fonte: CBTU outubro 2011

92 TRÂNSITO RÁPIDO DE ÔNIBUS - BUS RAPID TRANSIT ( BRT ) estações de transferência ao longo do itinerário. estações que permitem a cobrança externa da tarifa. estações que permitem o embarque em nível com o ônibus. sistemas de controle informatizados. sistemas de informação ao usuário em tempo real. redução nos tempos de espera, de embarque e de viagem. Fonte: CBTU outubro 2011

93 TRÂNSITO RÁPIDO DE ÔNIBUS - BUS RAPID TRANSIT ( BRT ) mais conforto. confiabilidade e segurança. circulação em vias exclusivas. redução na emissão de gases para atmosfera (gás carbônico). projeto pensado para atender a demanda futura de 15 a 20 anos. Fonte: CBTU outubro 2011

94 Números dos ônibus convencionais na RMR 385linhas 2.730ônibus 1,8 milhão de passageiros transportados ao dia. 19 empresas operam o sistema. Fonte: CTTU e Grande Recife-2011

95 Números do transporte complementar no Recife 70 mil pessoas são transportadas por dia no sistema. 63 bairros e altos do Recife são assistidos pelo sistema. 141 veículos compõem a frota do sistema. 28% da frota foram renovados com ônibus novos. 8 anos é o tempo de vida útil dos primeiros micro-ônibus adquiridos em é o prazo limite para renovação de toda a frota. Fonte: CTTU e Grande Recife-2011

96 METROREC - METRÔ RECIFE O Metrô Recife ( METROREC ) opera com 3 linhas. 2 linhas com trens elétricos. as linhas elétricas, constituídas pelas do Centro e do Sul. Linha Centro: estação Recife até a estação Timbicom o ramal entre as estações Coqueiral e Jaboatão. Possui 18 estações. Linha Sul: estação Recife até Cajueiro Seco com duas estações integradas com a Linha Centro.Possui 12 estações. Fonte: CBTU/METROREC outubro 2011

97 METROREC METRÔ RECIFE O Metrô Recife ( METROREC ) opera com 3 linhas. 1 linha com trens a diesel. a linha com trens a diesel, constituídas pelas do Cajueiro Seco Cabo e do Cabo -Curado. Linha Cajueiro Seco -Cabo: estação Cajueiro Seco -Cabo até a estação Cabo, com uma estação integrada com a Linha Sul. Possui 6 estações. Linha Cabo -Curado: estação Curado da Linha Centro até a do Cabo da linha diesel.possui 8 estações, com uma integrada com a Linha Centro e 5 estações comuns com a linha do Cabo. Fonte: CBTU/METROREC outubro 2011

98 METROREC METRÔ RECIFE Metrô Recife ( METROREC ) Total de estações: 35 Extensão: Linha Centro 25,2 km. Linha Sul 14,3 km Linha Diesel 31,5 km Passageiros transportados: Linha Centro 210 mil/dia. Linha Sul 35 mil/dia. Linha Diesel : mil/dia. Fonte: CBTU/METROREC outubro 2011

99 VEÍCULOS LEVES SOBRE TRILHOS VLTs Metrô Recife ( METROREC ) Trecho : Terminal Integrado da Macaxeira e a estação de Cajueiro Seco. Valor para implantação: R$ 890 milhões. Velocidade máxima: 100 km/h Capacidade para transportar: 150 mil passageiros/dia. Projeto:pensado para atender a demanda futura de 30 a 40 anos. Fonte: CBTU/METROREC outubro 2011

100 PROJETO RIOS NAVEGÁVEIS Projeto : transporte hidroviário integrado ao ônibus e o metrô. Navegabilidade: rios Capibaribe, Beberibe e Tejipió. Valor orçado: R$ 398 milhões. Eixos explorados pelas hidrovias: zonas Oeste, Norte e Sul. Cinco estações: Central Metrô Recife,Derby,Plaza,Caiara e BR-101. Pessoas por barco: 120 passageiros sentados. Barco: tipo Catamarã Fonte: Diário de Pernambuco-maio 2011

101 CRIAR ESPAÇOS URBANOS COM MELHOR PERFORMANCE tornar o acesso a moradia, trabalho, educação, comércio, serviço e lazer ao alcance fácil. os bairros precisam ser compactos, amigos dos pedestres e de múltiplo uso. muitasatividadesdodiaadiaprecisamsedar dentro da distância que se pode caminhar.

102 CRIAR ESPAÇOS URBANOS COM MELHOR PERFORMANCE Criar corredores que ligam aos bairros à área central através: deavenidas,ruas,parqueserios. comlinhasdemetrô,ônibusebarcos. sistemas integrados de transportes coletivos públicos. pedestres e ciclovias.

103 CRIAR ESPAÇOS URBANOS COM MELHOR PERFORMANCE Criar corredores que ligam aos bairros à área central: maximizar seus acessos e sua mobilidade entre as regiões enquanto se reduz a dependência do automóvel.

104

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