Matriz Energética Brasileira do Setor Transportes
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- Manuella Salvado Aquino
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1 Matriz Energética Brasileira do Setor Transportes Eduardo Luiz Correia Estudos de Mercados e Negócios Estratégia Corporativa 05 de novembro de
2 A Petrobras construiu 4 Cenários com o horizonte de, sendo que 2 Cenários foram escolhidos para detalhamento Eixo Dinâmica Econômica Política econômica coordenada e crescimento econômico estável Crescimento Predatório Desenvolvimento Sustentável Não Sustentável Sustentável Eixo Sustentabilidade Força do Hábito Atenção Dividida Política econômica não coordenada e crescimento econômico volátil 2
3 A Petrobras construiu 4 Cenários com o horizonte de, sendo que 2 Cenários foram escolhidos para detalhamento Eixo Dinâmica Econômica Política econômica coordenada e crescimento econômico estável Crescimento Predatório Desenvolvimento Sustentável Não Sustentável Sustentável Eixo Sustentabilidade Força do Hábito Atenção Dividida Política econômica não coordenada e crescimento econômico volátil 3
4 Premissas para os Cenários Corporativos Desenvolvimento Sustentável BRASIL Crescimento Predatório Força do Hábito Atenção Dividida 4
5 Desenvolvimento Sustentável PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICOS BRASIL Os juros decrescem a níveis internacionais, função da estabilidade dos preços, no Brasil e no resto do mundo. Isto permite ao governo maior capacidade de atuação por meio do gasto público 12,0 9,0 6,0 3, SELIC fim de período (%) As mudanças decorrentes de dificuldades na retomada de um crescimento mais robusto da economia mundial pós-crise de 2008, viabilizam, inclusive no Brasil, uma trajetória sustentada de expansão do produto a taxas expressivas A volatilidade cambial é controlada por meio de um acordo internacional que controle os fluxos de capitais especulativos. Internamente temos a atuação do BACEN no mercado de divisas, de políticas planejadas de exportação e importação e da utilização dos Fundos Soberanos. 2,4 2,2 2,0 1,8 1,6 1, Câmbio real (R$/US$ preços 2009) A participação dos setores econômicos evolui da seguinte forma: Variação anual do PIB Impacto positivo Impacto Negativo 7,0% 6,0% 5,0% 4,0% 3,0% 2,0% 1,0% 0,0% Bens de capital Construção civil Bens duráveis Alimentos Eletro-eletrônico Biotecnologia Nanotecnologia Setores que não conseguem se adequar às questões de sustentabilidade 5
6 Desenvolvimento Sustentável principais eventos Assimetria tributária, favorecendo veículos mais eficientes (veículos populares, híbridos e elétricos a bateria) Alteração nos padrões de mobilidade, com crescimento dos modais urbanos coletivos, ocupação urbana mais racional, forte desenvolvimento do e-commerce e da comunicação virtual e mudança de hábitos do consumidor Liberação dos veículos a diesel com menos de 1 tonelada de capacidade de carga útil Vendas de veículos leves (milhares de unidades) Taxa de motorização (veículos/1000 hab) ,7%a.a Taxa média anual de crescimento de 2010 a Frota de automóveis (incluindo SUVs) cresce em média 5,5% a.a. no período 2010-, resultando em um crescimento de 4,9% a.a. na taxa de motorização. 6
7 Premissas para os Cenários Corporativos Crescimento Predatório Desenvolvimento Sustentável Força do Hábito BRASIL Atenção Dividida 7
8 Força do Hábito PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICOS BRASIL Os juros continuam a ser utilizados como principal instrumento de controle de pressões inflacionárias. Em períodos de maior pressão inflacionária, o Banco Central reage elevando os juros O câmbio se valoriza em razão dos saldos comerciais e financeiros. Desvalorizações ocorrem nos períodos de desaceleração da economia. Câmbio volátil reflexo do nível de atividade 12,0 SELIC fim de período (%) 2,2 Câmbio real (R$/US$ preços 2009) 9,0 2,0 6,0 3, ,8 1,6 1,4 A efemeridade dos efeitos depressivos da crise sobre a economia global não possibilita maiores mudanças. Com isso, a trajetória do produto brasileira apresenta maior grau de volatilidade, sendo bastante sensível aos movimentos da economia mundial (stop and go) A participação dos setores econômicos evolui da seguinte forma: Variação anual do PIB Impacto positivo Impacto Negativo 7,0% 6,0% 5,0% 4,0% 3,0% 2,0% 1,0% 0,0% Extrativa Mineral Siderurgia Agronegócio (fertilizantes, máquinas agrícolas e produtos in natura) Construção Civil Máquinas e equipamentos Componentes eletrônicos Têxtil
9 Força do Hábito principais eventos Continua preferência por SUVs e migração de 1.0 para veículos de maior cilindrada Alteração pouco significativa nos padrões de mobilidade, com certo desenvolvimento do e-commerce e da comunicação virtual Manutenção da estrutura tributária sobre veículos, com pequena redução na carga Manutenção da proibição de veículos a diesel com menos de 1 tonelada de capacidade de carga útil 6000 Vendas de veículos leves (milhares de unidades) 300 Taxa de motorização (veículos/1000 hab) ,2%a.a Taxa média anual de crescimento de 2010 a Frota de automóveis (incluindo SUVs) cresce em média 4,9% a.a. no período 2010-, resultando em um crescimento de 4,3% a.a. na taxa de motorização. 9
10 Perfil das Vendas de Veículos Leves Considerada a penetração das diferentes motorizações com base na análise do Custo Total de Propriedade (CTP): Preços dos veículos baseado na expectativa dos custos de produção (MCI e as novas tecnologias embarcadas, motores e sistemas elétricos, baterias etc); Tributação sobre veículos; Eficiência das diferentes tecnologias; Preços dos combustíveis (preços internacionais, taxa de câmbio e tributação); Rodagem média em diversos nichos de mercado. 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Cenário Desenvolvimento Sustentável % 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Cenário Força do Hábito gasolina flex-fuel diesel álcool híbridos elétricos 10
11 Ganhos de Eficiência Energética dos Veículos Leves Consumo dos Veículos Leves (milhões m 3 de gasolina equivalente) Cenário Desenvolvimento Sustentável Cenário Força do Hábito , Ganho de 20% ou 24 milhões de m3 de gasolina equivalente (414 M bpd) Ganho de 8,8% ou 9,7 milhões de m3 de gasolina equivalente (167 M bpd) 11
12 Matriz Energética Transporte milhões de tep 67,1 18,0% 22,5% 46,6% ,9 89,5 22,8% 23,1% 20,8% 20,1% 42,6% 43,1% 152,3 154,5 8,3% 9,2% 27,2% 9,4% 41,1% 8,2% 24,6% 17,1% 43,0% 3,2% 2009 Desenv. Sustent. Força do Hábito Desenv. Sustent. Força do Hábito Diesel Gasolina Álcool GNV Bunker QAV Biodiesel/biojet Eletricidade 12
13 Matriz Energética Transporte (Veículos Leves) milhões de tep 30,6 39,4% 49,3% 2009 Desenv. Sustent. 42,9 42,9 46,6% 42,7% ,0% 41,9% Força do Hábito 2,5% 71,0 58,5% 20,1% 14,2% Desenv. Sustent. 0,9% 3,8% 72,4 3,5% 52,4% 36,5% 6,9% Força do Hábito 0,5% Diesel Gasolina Álcool GNV Biodiesel Eletricidade 13
14 Obrigado! Eduardo Luiz Correia 14
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