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- Ivan Miranda Lisboa
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1 Page 1 of 11 Em face da publicação do Ato Declaratório Executivo Cofis nº 46/ DOU 1 de , este procedimento foi atualizado. Tópicos atualizados: 2. Obrigatoriedade de escrituração; 6. Recuperação de dados; 7. Escrituração do e-lalur; 10. e-lacs. e-lalur - Livro Eletrônico de Escrituração e Apuração do Imposto sobre a Renda e da Contribuição Soc ial sobre o Lucro Resumo: Este procedimento trata do e-lalur, que é o Livro Eletrônico de Escrituração e Apuação do Imposto sobre a Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro. Sumário 1. Introdução 2. Obrigatoriedade de escrituração 2.1 Lucro real (ECF = e-lalur) 2.2 Sociedades em Conta de Participação 2.3 Pessoas jurídicas não obrigadas 3. Época da escrituração 4. Prazo para apresentação 5. e-lalur 6. Recuperação de dados 6.1 ECD 6.2 ECF 7. Escrituração do e-lalur 7.1 Parte A Demonstração do Lucro Real 7.2 Parte B 7.3 Dispensa de autenticação 8. Procedimentos por ocasião do levantamento de balanços ou balancetes de suspensão ou redução de pagamentos do IR mensal 9. Falta de escrituração do Lalur 9.1 Multa por atraso 9.2 Multa por inexatidões, incorreções ou omissões 9.3 Arbitramento 10. e-lacs 1. Introdução A Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) instituiu a Escrituração Contábil Fiscal (ECF), a qual se caracteriza como importante instrumento integrante do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), cujo objetivo é o aperfeiçoamento da forma de entrega e manutenção da escrituração comercial e fiscal, além de ser indispensável à apuração da base de cálcu lo do lucro real e da Contribuição Social sobre o Lucro (CSL) e de apresentação obrigatória, por todas as pessoas jurídicas, a partir do ano-calendário de 2014, cuja primeira entrega ocorreu em O e-lalur, entre tantas outras informações, integra a ECF, que apesar de todo o aparato que envolve sistemas de vanguarda e complexos leiautes, não teve alteração quanto à forma de escrituração, em sua essência e função. Assim, da mesma forma que o antigo Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur), o Livro Eletrônico de Apuração do Lucro Real (e-lalur) visa assegurar a separação entre a escrituração comercial e a fiscal, imprescindível porque as informaçõe s sobre a posição e os resultados financeiros das sociedades são reguladas na lei comercial com objetivos diversos dos que orientam a legislação tributária. (Decreto-Lei nº 1.598/1977, arts. 7º e 8º ; Lei nº 6.404/1976, art. 177, 2º; RIR/1999, arts. 260, III, 262 e 504, I; Instrução Normativa SRF nº 390/2004, art. 42; Instrução Normativa RFB nº 1.422/2013, arts. 1º e 5º ) 2. Obrigatoriedade de escrituração Estão obrigadas à escrituração do Lalur todas as pessoas jurídicas tributadas pelo Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) com base no lucro real, inclusive: a) as filiais, as sucursais ou as representações, no País, de pessoas jurídicas domiciliadas no exte rior; b) empresários (antigas firmas individuais);
2 Page 2 of 11 c) as pessoas físicas equiparadas a empresas individuais (atualmente empresários) por promoverem a incorporação de prédios em condomínio ou o loteamento de terrenos; d) as sociedades cooperativas que praticarem operações cujos resultados fiquem sujeitos ao Imposto de Renda. Lucro real é o lucro líquido apurado na escrituração contábil, com observância das normas da legisla ção comercial, ajustado no Lalur por adições, exclusões e compensações prescritas ou autorizadas pela legislação tributária, a saber ( RIR/1999, arts. 247, 249 e 250 ): a) adições: a.1) custos, despesas, encargos, perdas, provisões, participações e quaisquer outros valores deduzidos na apuração do lucro líquido e que, de acordo com a legislação do Imposto de Renda, não sejam dedutíveis na determinação do lucro real; a.2) resultados, rendimentos, receitas e quaisquer outros valores não incluídos na apuração do lucro líquido e que, de acordo com a legislação do Imposto de Renda, devam ser computados na determinação do lucro real; b) exclusões: b.1) resultados, rendimentos, receitas e quaisquer outros valores incluídos na apuração do lucro líq uido e que, de acordo com a legislação do Imposto de Renda, não sejam computados no lucro real; b.2) valores cuja dedução seja autorizada pela legislação do Imposto de Renda e que, pela sua natureza exclusivamente fiscal, não tenham sido computados na apuração do lucro líquido; c) compensação de prejuízos fiscais de períodos de apuração anteriores, respeitados os limites e as demais normas pertinentes. Importa observar que, conforme esclareceu o Parecer Normativo CST nº 96/1978, a dedução no Lalur de valores que não tenham sido computados na apuração do lucro líquido, mencionada na letra "b.2, restringe-se àqueles que, em virt ude de terem natureza exclusivamente fiscal, não reúnem requisitos para poderem ser registrados na escrituração comercial, tais como os decorrentes da depreciação acelerada incentivada, da exaustão mineral com base na receita bruta (na parte que exced er da quota de exaustão com base no custo de aquisição dos direitos minerais) etc. Portanto, concluído o citado Parecer, o Lalur não pode ser utilizado para nele se consignarem exclusões resultantes da falta de registro, na escrituração comercial, de custos e despesas operacionais que, necessariamente, devem ser nela registrados, nem as que tenham por objeto complementar valor da mesma natureza, insuficientemente registrado, considerando os limites m áximos permitidos. 2.1 Lucro real (ECF = e-lalur) Para efeitos dos contribuintes que apurem o IRPJ pela sistemática do lucro real, a ECF é o próprio e-lalur. Desde o ano-calendário de 2014, todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas, devem apresentar a ECF de forma centralizada pela matriz. As pessoas jurídicas ficam dispensadas, em relação aos fatos ocorridos a partir de 1º , da es crituração do Lalur em meio físico e da entrega da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ). As declarações relativas a rendimentos e informações econômico-fiscais a que se sujeitem as pessoas jurídicas serão prestadas na ECF. 2.2 Sociedades em Conta de Participação No caso a pessoa jurídica tenha Sociedades em Conta de Participação (SCP), cada SCP deverá preencher e transmitir sua própria ECF, utilizando o CNPJ da pessoa jurídica que é sócia ostensiva e o CNPJ de cada SCP. De acordo com a Técnica ECF nº 2/2015, no caso de SCP que foram extintas ao longo do ano de 2014, como não havia obrigatoriedade de entrega da DIPJ por SCP, também não há obrigatoriedade de entrega da ECF. Portant o, em relação ao ano-calendário 2014, a SCP que devem entregar a ECF são as existentes em Desde o ano-calendário 2015, todas as SCP deverão entregar a ECF, inclusive as que forem extintas ao longo de 2015.
3 Page 3 of Pessoas jurídicas não obrigadas A obrigatoriedade da apresentação da ECF não se aplica: a) às pessoas jurídicas optantes pelo Simples Nacional; b) aos órgãos públicos, às autarquias e às fundações públicas; c) às pessoas jurídicas inativas. (Instrução Normativa SRF nº 28/1978 ; Instrução Normativa RFB nº 1.422/2013, arts. 1º e 5º ; Instrução Normativa RFB nº 1.306/2012 ; Instrução Normativa RFB nº 1.524/2014 ; Instrução Normativa RFB nº 1.574/2015 ; Ato Declaratório Executivo Cofis nº 46/2016 ) 3. Época da escrituração O Lalur deve ser escriturado nas datas em que a legislação determina a apuração do lucro real, a sab er: a) para as pessoas jurídicas submetidas à apuração trimestral do lucro real: em 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário; b) para as pessoas jurídicas submetidas à apuração anual do lucro real (optantes pelo pagamento mens al do imposto por estimativa): b.1) em 31 de dezembro; e b.2) por ocasião do levantamento de balanços ou balancetes de suspensão ou redução do pagamento mensal do Imposto de Renda, se a pessoa jurídica se utilizar dessa faculdade, exceto no caso em que o contribuinte tiver apresentado a Escrituração Contábil Digital (ECD), nos termos da Instrução Normativa RFB nº 1.420/2013. Qualquer que seja a periodicidade adotada na apuração do lucro real (trimestral ou anual), haverá ne cessidade de escriturar o Lalur na data em que ocorrer extinção, incorporação, fusão ou cisão da pessoa jurídica. No fim de cada período de apuração, o contribuinte deverá elaborar balanço patrimonial, demonstração do resultado do período de apuração e demonstração de lucros ou prejuízos acumulados com observância dos métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007, e transcrevê-los no Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur). (Instrução Normativa RFB nº 1.397/2013, art. 10 ). ( RIR/1999, arts. 220, 221, 230 e 235 ; Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014, art. 12, 4º, "b" e 5º) 4. Prazo para apresentação O e-lalur sendo parte integrante da ECF será transmitido anualmente ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) até às 23h59min59s, horário de Brasília, do último dia útil do mês de julho do ano seguinte ao ano-calendário a que se refira. Nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, a ECF deverá ser entregue pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas, fusionadas, incorporadas e incorporadoras, até o último dia útil do 3º mês subsequente ao do evento, salvo se ocorrer de janeiro a abril do ano-calendário, caso em que o prazo será até o último dia útil do mês de julho do referido ano (mesm o prazo da ECF para situações normais relativas ao ano-calendário anterior). Entretanto, a obrigatoriedade de entrega da ECF, nessas hipót eses, não se aplica à incorporadora, nos casos em que as pessoas jurídicas, incorporada e incorporadora, estejam sob o mesmo controle desde o ano-calendário anterior ao evento. (Instrução Normativa RFB nº 1.422/2013, art. 3º ; Instrução Normativa RFB nº 1.633/2016 ) 5. e-lalur Na ECF devem ser informadas todas as operações que influenciem a composição da base de cálculo e o valor devido do IRPJ e da CSL, especialmente quanto: a) à recuperação do plano de contas contábil e saldos das contas, para pessoas jurídicas obrigadas a entregar a Escrituração Contábil Digital (ECD) relativa ao mesmo período da ECF; b) à recuperação de saldos finais da ECF do período imediatamente anterior, quando aplicável; c) à associação das contas do plano de contas contábil recuperado da ECD com plano de contas referencial, definido pela Coordenação- Geral de Fiscalização (Cofis), por meio de Ato Declaratório Executivo (ADE); d) ao detalhamento dos ajustes do lucro líquido na apuração do Lucro Real, no Livro Eletrônico de Ap uração do Lucro Real (e-lalur), mediante tabela de adições e exclusões definida pela Cofis, por meio de ADE; e) ao detalhamento dos ajustes da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro (CSL), no Livro Eletrônico de Apuração da Base de Cálculo da CSL (e-lacs), mediante tabela de adições e exclusões definida pela Cofis, por meio de ADE;
4 Page 4 of 11 f) aos registros de controle de todos os valores a excluir, adicionar ou compensar em exercícios sub sequentes, inclusive prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSL; e g) aos registros, lançamentos e ajustes que forem necessários para a observância de preceitos da lei tributária relativos à determinação do lucro real e da base de cálculo da CSL, quando não devam, por sua natureza exclusivamente fiscal, constar da escrituração comercial, ou sejam diferentes dos lançamentos dessa escrituração. Portanto, para os fatos ocorridos desde 1º , a pessoa jurídica tributada pelo lucro real deve apresentar o Lalur, em meio digital, ou seja o e-lalur no qual: a) serão lançados os ajustes do lucro líquido do exercício; b) será transcrita a demonstração do lucro real e a apuração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ); c) serão mantidos os registros de controle dos prejuízos fiscais a compensar em períodos subsequente s, de depreciação acelerada incentivada, da exaustão mineral com base na receita bruta, bem como dos demais valores que devam influenciar a determinação do lucro real de períodos de apuração futuros e não constem da escrituração comercial. Completada a ocorrência de cada fato gerador do Imposto de Renda, o contribuinte deverá elaborar o e-lalur, de forma integrada às escriturações comercial e fiscal, que discriminará: a) o lucro líquido do exercício do período de apuração; b) os registros de ajuste do lucro líquido, com identificação das contas analíticas do plano de contas e indicação discriminada por lançamento correspondente na escrituração comercial, quando presentes; c) o lucro real; d) a apuração do IRPJ devido, com a discriminação das deduções quando aplicáveis; e as demais inform ações econômico-fiscais da pessoa jurídica. Até o ano-calendário de 2013, exercício 2014, em cada período de apuração, o contribuinte tinha que elaborar a demonstração do lucro real, bem como transcrever no Lalur (Instrução Normativa RFB nº 1.397/2013, art. 18, único). (Instrução Normativa RFB nº 1.422/2013, arts. 1º e 2º ; Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014, art. 180, 1º e 2º; Instrução Normativa RFB nº 1.574/2015 ) 6. Recuperação de dados 6.1 ECD Uma das inovações da ECF é que as empresas obrigadas a entrega da Escrituração Contábil Digital (ECD), entre as quais, a pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real, utilizarão os saldos e as contas existentes na ECD para preenchimento in icial da ECF. Primeiramente, deve ser criada uma ECF no próprio programa ou deve ser importado um arquivo da ECF, para, depois recuperar o arquivo da ECD (recuperação de contas, saldos e mapeamento, caso tenha sido realizado na ECD). O programa da ECF consegue recuperar mais de um arquivo da ECD, desde que o período dos arquivos da ECD seja equivalente ao período do arquivo da ECF. A ECF recupera o plano de contas do último período existente na ECD. O plano de contas deve retratar o conjunto e a estrutura de todas as contas passíveis de utilização na contabilidade da entidade. O mapeamento das contas contábeis da en tidade para as contas referenciais é feito somente em relação às contas analíticas. Contas sintéticas não devem ser mapeadas. A ECD recuperada deve estar validada, assinada e transmitida. 6.2 ECF O programa da ECF permite a recuperação da ECF de período imediatamente anterior transmitida. A ECF também recuperará os saldos finais das ECF anterior. Na ECF haverá o preenchimento e controle, por meio de validações, das partes A e B do Livro Eletrônico de Apuração do Lucro Real (e-lalur) e do Livro Eletrônico de Apuração da Bas e de Cálculo da CSLL (e-lacs). Todos os saldos informados nesses livros também serão controlados e, no caso da parte B, haverá o batimento de saldos de um ano para outro. A recuperação da ECF do período imediatamente anterior é obrigatória quando:
5 Page 5 of 11 a) a data inicial da ECF (0000.DT_INI) do período atual for diferente de 1º ; e b) o indicador de situação de início de período (0000.IND_SIT_INI_PER) for igual a "0" (Regular - in ício no 1º dia do ano) ou "2" (Resultante de cisão/fusão ou remanescente de cisão ou realizou incorporação). No momento da transmissão, o erro de não recuperação da ECF anterior ocorrerá de acordo com as seguintes regras: a) verifica, quando a forma de tributação for lucro real (0010.FORMA_TRIB = 1), se existe ECF transmitida para a base do Sped de período imediatamente anterior e com o HASHCODE igual ao que foi informado no campo 0010.HASH_ECF_AN TERIOR; b) verifica, quando a forma de tributação for lucro real (0010.FORMA_TRIB = 1) e não existe ECF transmitida para a base do Sped de período imediatamente anterior, se o campo 0010.HASH_ECF_ANTERIOR não está preenchido. (Ato Declaratório Executivo Cofis nº 46/2016 ) 7. Escrituração do e-lalur Para fins de lançamento dos ajustes do lucro líquido do período de apuração, o e-lalur será dividido da seguinte forma: a) Parte A, destinada aos lançamentos das adições, exclusões e compensações do período de apuração; e b) Parte B, destinada exclusivamente ao controle dos valores que não constem na escrituração comercial da pessoa jurídica, mas que devam influenciar a determinação do lucro real de períodos futuros. (Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014, art. 181 ) 7.1 Parte A A escrituração da Parte A deverá obedecer a ordem cronológica e os lançamentos de adição, exclusão ou compensação deverão ser efetuados de forma clara e individualizada, com a indicação da conta ou subconta em que os valores tenham sido registrados na escrituração comercial, inclusive, se for o caso, com a referência do saldo constante na Parte B. Tratando-se de ajuste que não tenha registro correspondente na escrituração comercial, no histórico do lançamento, além da natureza do ajuste, serão indicados os valores sobre os quais a adição ou exclusão foi calculada. Na ECF as informações referentes a Parte A do e-lalur constam do Registro M300 (Lançamentos da Parte A do e-lalur), onde são demonstradas a apuração da base de cálculo da IRPJ anual, trimestral e nos meses com estimativa apurada com base no balanço/balancete. Regras básicas de lançamentos na Parte A e B Livro da Parte A Saldo da Conta da Parte B Sinal do Lançamento na Parte B Utiliz ação Adição Credor Devedor Utilização de saldo para adição Adição Devedor Devedor Constituição de saldo para posterior exclusão Exclusão Devedor Credor Utilização de saldo para exclusão Exclusão Credor Credor Constituição de saldo para posterior adição Preenchimento da ECF Livro da Parte A Sinal no M300 Indicador no M305 (Sinal do lançamento na conta da Par te B) Indicador no M310 Conta de Resultado (Sinal do saldo da conta contábil de resultado) Indicador no M310 Conta Patrimonial (Sinal do saldo da conta contábil patr imonial)
6 Page 6 of 11 Adição ou Lucro + (positivo) D - Devedor D - Devedor C - Credor Adição ou Lucro - (negativo) C - Credor C - Credor D - Devedor Exclusão ou Compensação de Prejuízo + (positivo) C - Credor C - Credor D - Devedor Exclusão ou Compensação de Prejuízo - (negativo) D - Devedor D - Devedor C - Credor s (1) Nesses lançamentos devem ser mencionados, no "Histórico", os fatos determinantes dos ajustes, com indicação, quando for o caso, da conta ou subconta em que os valores tenham sido registrados na escrituração comercial, assim como o livro e a data em que foram efetuados os respectivos lançamentos. (2) No Registro M310 da ECF são relacionados os lançamentos da Parte A do e-lalur com as contas contábeis Demonstração do Lucro Real A demonstração do lucro real será transcrita na Parte A do e-lalur, após o último lançamento de ajus te do lucro líquido, na seguinte ordem: a) o lucro ou prejuízo líquido constante da escrituração comercial, apurado no período-base de incid ência; b) as adições ao lucro líquido, discriminadas item por item, agrupados os valores de acordo com sua natureza, e a soma das adições; c) as exclusões do lucro líquido, discriminadas item por item, agrupados os valores de acordo com sua natureza, e a soma das exclusões; d) subtotal, obtido pela soma algébrica do lucro ou prejuízo líquido do exercício com as adições e e xclusões; e) as compensações que estejam sendo efetivadas no exercício, cuja soma não poderá exceder o valor positivo do item 4; f) o lucro real do exercício ou prejuízo fiscal do período de apuração. Ressalta-se que a demonstração do lucro real deve ser aberta com o resultado do período de apuração antes da provisão para o IRPJ, não constituindo essa provisão, portanto, item de adição, ao contrário da CSL, que deve ser adicionada. EXEMPLO - ESCRITURAÇÃO DAS ADIÇÕES E EXCLUSÕES DA PARTE A Suponha-se que uma empresa submetida à apuração anual, apresente, para fins de determinação do lucro real do ano-calendário de 2015, os seguintes dados: a) lucro líquido do período de apuração, apurado antes da provisão para o IRPJ de R$ ,00; b) saldo a compensar de prejuízo fiscal de períodos anteriores (observado o limite de 30% do lucro real); c) apresente os seguintes ajustes ao lucro líquido a serem demonstradas em : Data Histór ico Adições Exclu sões Multa fiscal indedutível R$ , Doaçõe s inde dutíveis R$ , Doações indedutíveis R$ 6.200, Dividendos recebidos de investimentos avaliados pelo custo de aquisição R$ , Resultado negativo da avaliação de investimentos pelo Método da Equivalência Patrimonial (MEP) R$ , Contribu ição S ocial sobre o Lucro (CSL) R$ ,00 SOMAS R$ ,00 R$ ,00 Nesse caso, após os totais dos ajustes do lucro líquido, deve ser demonstrada no e-lalur da seguinte forma: Lucro Líquido antes do IRPJ R$ ,00 (+) Contribuição Social sobre o Lucro R$ ,00 (+) Multa fiscal indedutível, lançada em R$ ,00
7 Page 7 of 11 (+) Doaçõe s inde dutíveis R$ ,00 (+) Resultado negativo da avaliação pelo MEP R$ ,00 (-) Dividendos recebidos de investimentos avaliados pelo custo de aquisição (R$ 2.500,00) = Lucro Real antes da Compensação de Prejuízo Fiscal R$ ,00 (-) Compensação de Prejuízo Fiscal (R$ , 00 x 30%) (R$ ,00) = Lucro Real R$ ,00 ECF - Registro M300 ECF - Registro M300 A escrituração de cada período de apuração completa-se com a assinatura, após a demonstração do lucro real, do responsável pela pessoa jurídica e de contabilista legalmente habilitado. (Lei nº 8.218/1991, art. 14; RIR/1999, art. 259 ; Instrução Normativa SRF nº 28/1978 ; Parecer Normativo CST nº 102/1978 ; Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014, art. 181, 1º e 2º; Ato Declaratório Executivo Cofis nº 46/2016 ) 7.2 Parte B Na Parte B do e-lalur, concomitantemente com os lançamentos de ajustes efetuados na Parte A do livro ou no final de cada período de apuração, serão efetuados os controles dos valores que devam influenciar a determinação do lucro rea l de períodos de apuração subsequentes, observando-se que: a) para evitar duplicidade de controle, no e-lalur, não se incluem as contas que registrem valores pertinentes a períodos de apuração futuros, que estejam sendo controlados na escrituração comercial; b) em cada conta suscetível de controle deverão constar, nos registros, todos os elementos indispensáveis para que fique evidenciada a exatidão dos respectivos saldos, bem como dos lançamentos de ajustes do lucro líquido derivados desses saldos.
8 Page 8 of 11 Os saldos que devam ser escriturados na Parte B do e-lalur da ECF devem seguir as seguintes orientaç ões: a) créditos: valores que constituirão adições ao lucro líquido de exercícios futuros, para determina ção do lucro real respectivo e para baixa dos saldos devedores; b) débitos: valores que constituirão exclusões nos exercícios subsequentes e para baixa dos saldos credores. Na ECF, o relacionamento do lançamento da Parte A com a conta da Parte B do e-lalur, deve ser feito no Registro M305, de acordo com as regras a seguir: Registro M305 (Conta da Parte B do e-lalur) Lançamento Parte A Parte B Se a dição Credita na parte A Debita na conta da parte B Se exclusão Debita na parte A Credita conta da parte B Se prejuízo Debita na parte A Credita na conta da parte B s (1) De 1º em diante, em face da extinção da correção monetária do balanço, não se corrigem m ais os valores registrados na Parte B do e-lalur, nem mesmo os originados de períodos de apuração encerrados até , os quais ficaram sujeitos à correção somente até essa data, com base no valor da Ufir vigente em 1º , de R$ 0,8287. (2) Está previsto também que o controle dos prejuízos compensáveis deve ser feito utilizando-se conta distinta para o prejuízo de cada período de apuração. Essa determinação se justificava na época em que havia prazo decadencial para a compensação de prejuízos fiscais, que teve vigência até Desde o ano-calendário de 1995, em virtude da extinção do prazo decadencial para a compensação de prejuízos fiscais (que foi substituído pelo limite de 30% do lucro real de cada período de apuração), deixou de ser necessário o controle do prejuízo fiscal a compensar por período de apuração. Todavia, a parcela dos prejuízos fiscais de origem não-operacional, apurados a partir do ano-calendário de 1996, deve ser controlada em conta própria, distinta da conta de controle dos prejuízos fiscais decorrentes das atividades operacionais, em face da condição de que aquela somente poderá ser compensada com a p arcela do lucro real de origem não-operacional. (Lei nº 9.065/1995, art. 15 ; Lei nº 9.249/1995, arts. 6º e 31; Instrução Normativa SRF nº 28/1978 ; Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014, art. 181 ; Instrução Normativa RFB nº 1.556/2015 ; Ato Declaratório Executivo Cofis nº 46/2016 ) 7.3 Dispensa de autenticação O Lalur não precisa ser autenticado por qualquer órgão oficial. (Instrução Normativa SRF nº 28/1978, item 1.3) Caso a empresa tenha optado pelo pagamento mensal do imposto por estimativa e levante balanços ou ba lancetes para fins de suspensão ou redução de pagamentos, a demonstração do lucro real relativo ao período abrangido por esses balanços ou balancetes deverá ser transcrita no e-lalur, observado o seguinte: a) a cada balanço ou balancete levantado para fins de suspensão ou redução do imposto deverá ser determinado um novo lucro real para o período em curso, desconsiderando aqueles apurados em meses anteriores do mesmo ano-calendári o; b) para fins de elaboração da demonstração do lucro real do período em curso, as adições, as exclusões e as compensações, computadas na apuração do lucro real, correspondentes a cada balanço ou balancete, deverão constar, discriminadamente, na Parte A do e-lalur, mas não caberá nenhum registro na Parte B do referido livro relativo a tais ajustes. (Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014, arts. 12, 4º, "b" e13) 8. Procedimentos por ocasião do levantamento de balanços ou balancetes de suspensão ou redução de pagamentos do IR mensal 9. Falta de escrituração do Lalur
9 Page 9 of 11 Considera-se não apoiada em escrituração comercial e fiscal a apuração do lucro real sem que estejam escriturados no Lalur os ajustes ao lucro líquido, a Demonstração do Lucro Real e os registros correspondentes nas contas de controle. Desse modo, a falta de escrituração do e-lalur, no encerramento do período de apuração do lucro real, poderá justificar o arbitramento do lucro pela autoridade fiscal. Caso a empresa optante pelo pagamento mensal do imposto por estimativa tenha suspendido ou reduzido pagamentos com base em balanços ou balancetes, a falta de lançamento, no e-lalur, dos ajustes do lucro líquido e da demonstração do lucro real, na forma mencionada no tópico anterior, até a data fixada para o pagamento do imposto (último dia útil do mês seguinte), implica a desconsideração do balanço ou balancete para efeito de suspensão ou redução, ficando a empresa sujeita à multa de ofício sobre os valores indevidamente suspensos ou reduzidos. 9.1 Multa por atraso Considerando-se que, para os contribuintes que apuram o IRPJ pela sistemática do lucro real, a ECF é o Lalur, inclusive na aplicação das multas, logo, o contribuinte que deixar de apresentar ou que apresentar em atraso a ECF nos prazos fixados pela RFB fica sujeito à multa equivalente a 0,25%, por mês-calendário ou fração, do lucro líquido antes da incidência do IRPJ e da CSL, no período a que se refere a apuração, limitada a 10%, bem como aos seguintes limites: a) R$ ,00 para as pessoas jurídicas que no ano-calendário anterior tiverem auferido receita bruta total, igual ou inferior a R$ ,00; b) R$ ,00 para as pessoas jurídicas que não se enquadrarem na hipótese de que trata a letra "a". A multa será reduzida: a) em 90%, quando o livro for apresentado em até 30 dias após o prazo; b) em 75%, quando o livro for apresentado em até 60 dias após o prazo; c) à metade, quando o livro for apresentado depois do prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício; e d) em 25%, se houver a apresentação do livro no prazo fixado em intimação. Quando não houver lucro líquido, antes da incidência do IRPJ e da CSL, no período de apuração a que se refere a escrituração, deverá ser utilizado o lucro líquido antes da incidência do imposto e da contribuição do último período de apuração informado, atualizado pela taxa referencial do Selic, até o termo final de encerramento do período a que se refere a escrituração. 9.2 Multa por inexatidões, incorreções ou omissões O contribuinte que apresentar a ECF com inexatidões, incorreções ou omissões, fica sujeito à multa de 3%, não inferior a R$ 100,00, do valor omitido, inexato ou incorreto, observando-se que: a) terá como base de cálculo a diferença do valor, inexato, incorreto ou omitido; b) não será devida se o sujeito passivo corrigir as inexatidões, incorreções ou omissões antes de in iciado qualquer procedimento de ofício; e c) será reduzida em 50% se forem corrigidas as inexatidões, incorreções ou omissões no prazo fixado em intimação. 9.3 Arbitramento Sem prejuízo das penalidades mencionadas, aplica-se também o arbitramento à pessoa jurídica que não escriturar o Lalur de acordo com as disposições da legislação tributária. (Instrução Normativa SRF nº 28/1978, subitem 1.3; Instrução Normativa RFB nº 1.422/2013, art. 6º ; Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014, arts. 130, 180, 3º e 183; Instrução Normativa RFB nº 1.574/2015 ) 10. e-lacs Aplicam-se à CSL as disposições previstas para o e-lalur, devendo ser informados no Livro Eletrônico de Apuração da Base de Cálculo da CSLL (e-lacs):
10 Page 10 of 11 a) os lançamentos de ajustes do lucro líquido do período, relativos a adições, exclusões ou compensa ções prescritas ou autorizadas pela legislação tributária; b) a demonstração da base de cálculo e o valor da CSL devida com a discriminação das deduções, quando aplicáveis; e c) os registros de controle de base de cálculo negativa da CSL a compensar em períodos subsequentes, e demais valores que devam influenciar a determinação da base de cálculo da contribuição social sobre o lucro líquido de períod os futuros e não constem na escrituração comercial. Na ECF são efetuados os lançamentos da Parte A do e-lacs no Registro M350, onde é demonstrada a apuração da base de cálculo da CSL anual, trimestral e nos meses com estimativa apurada com base no balanço/balancete. Regras básicas de lançamentos na Parte A e B Livro da Parte A Saldo da Conta da Parte B Sinal do Lançamento na Parte B Utiliz ação Adição Credor Devedor Utilização de saldo para adição Adição Devedor Devedor Constituição de saldo para posterior exclusão Exclusão Devedor Credor Utilização de saldo para exclusão Exclusão Credor Credor Constituição de saldo para posterior adição Preenchimento da ECF Livro da Parte A Sinal no M350 Indicador no M355 (Sinal do lan ça mento n a conta da Parte B) Indicador no M360 Conta de Re sultado (Sinal do saldo da conta contábil de resultado) Indica dor no M360 Conta Patrimonia l (Sinal do saldo da conta contábil patrimon ial) Adição ou Lucro + (positivo) D - Devedor D - Devedor C - Credor Adição ou Lucro - (negativo) C - Credor C - Credor D - Devedor Exclusão ou Compensação de Prejuízo + (positivo) C - Credor C - Credor D - Devedor Exclusão ou Compensação de Prejuízo - (negativo) D - Devedor D - Devedor C - Credor A demonstração do resultado ajustado da CSL relativa ao período abrangido pelos balanços ou balancetes de suspensão ou redução poderá ser transcrita no Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur) ou em livro específico para apuraçã o da CSL, observando-se, nessa hipótese, o seguinte: a) a cada balanço ou balancete levantado para fins de suspensão ou redução da CSL, o contribuinte de verá determinar um novo resultado ajustado para o período em curso, desconsiderando aqueles apurados em meses anteriores do mesmo ano-calendário; b) as adições, as exclusões e as compensações computadas na apuração do resultado ajustado, correspondentes aos balanços ou balancetes, deverão constar, discriminadamente, na Parte A do Lalur, para fins de elaboração da demonstração do resultado ajustado do período em curso, não cabendo nenhum registro na Parte B do referido livro. (Instrução Normativa SRF nº 390/2004 ; Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014, arts. 182 ; ; Ato Declaratório Executivo Cofis nº 46/2016 ) Legislação Referenciada Ato Declaratório Executivo Cofis nº 46/2016 RIR/1999 Decreto-Lei nº 1.598/1977 Instrução Normativa RFB nº 1.306/2012 Instrução Normativa RFB nº 1.397/2013 Instrução Normativa RFB nº 1.420/2013
11 Page 11 of 11 Instrução Normativa RFB nº 1.422/2013 Instrução Normativa RFB nº 1.515/2014 Instrução Normativa RFB nº 1.524/2014 Instrução Normativa RFB nº 1.556/2015 Instrução Normativa RFB nº 1.574/2015 Instrução Normativa RFB nº 1.633/2016 Instrução Normativa SRF nº 28/1978 Instrução Normativa SRF nº 390/2004 Lei nº 6.404/1976 Lei nº 8.218/1991 Lei nº 9.065/1995 Lei nº 9.249/1995 Técnica ECF nº 2/2015 Parecer Normativo CST nº 102/1978 Parecer Normativo CST nº 96/1978
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