Desenhos de Estudos Epidemiológicos
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- Isabel Sintra Bacelar
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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA DESENHOS DE ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS Desenhos de Estudos Epidemiológicos Profª. Amanda de Moura Souza e Profª. Jackeline Lobato
2 RELEMBRANDO
3 O MÉTODO CIENTÍFICO Inferências HC Conclusões Interpretações Inferências -HO Achados Empíricos Teoria Conhecimento Problemas Síntese Pergunta (hipótese conceitual) Desenhos de estudo Pergunta (hipótese operacional) Análise dos dados Observações Dados Coleta de dados
4 Hipótese conceitual: é uma idéia proposta pelo investigador para conhecer/explicar a ocorrência de um evento (doença). Ex: Infecção pelo Zika Vírus pode levar à Sindrome de Guillain-Barré?
5 Hipótese operacional: é a hipótese que pode ser testada/observada na prática. É derivada da hipótese conceitual. Ex: Indivíduos de 20 a 59 anos, portadores da Síndrome de Guillain-Barré foram infectados pelo Zika vírus antes da ocorrência da doença?
6 Desenho de Estudo: é o plano (protocolo) específico para a condução de um estudo. É a ponte entre a hipótese conceitual e a hipótese operacional.
7 Pergunta de Pesquisa A pergunta de pesquisa orienta o desenho de estudo que será desenvolvido. Dois tipos de perguntas: (1) Estimar frequência de exposições e desfecho; (2) Estimar os efeitos causais de exposições sobre o desfecho. Recursos disponíveis também influenciam a escolha de um desenho de estudo (até certo limite)
8 Amostra vs Censo Epidemiologistas empregam amostras, ao invés de estudar toda a população (censo), para que a pergunta de pesquisa possa ser respondida de forma eficiente (tempo e recursos).
9 Estimar frequência de exposições e desfechos Questões: Qual é a prevalência de Dengue no município do Rio de Janeiro em 2016? Qual é a taxa de incidência de Dengue no município do Rio de Janeiro entre 2010 e 2015? Parâmetros: Proporções ou taxas Médias (ou outras medidas de tendência central) Desvio padrão (ou outras medidas de dispersão) Amostra: Amostra representativa (aleatória)
10 Amostra Representativa
11 Estimar efeitos causais de exposições em desfechos Questões A infecção pelo Zika Vírus causa microcefalia? Uma nova vacina para febre amarela é melhor que a antiga? O uso intensivo de celular causa câncer cerebral? Parâmetro Medidas de associação (efeitos causais) Amostra Não é necessário ser representativa, emprega-se, na maior parte das vezes, uma amostra intencional (segundo algum critério de seleção) Grupos de expostos devem ser comparáveis aos grupos de não expostos.
12 Confundimento Provavelmente, tenho alergia a couro, pois toda vez que durmo calçando meus sapatos acordo com dor de cabeça Marve Fleksnes - comediante Álcool sapatos cefaléia
13 Amostra Intencional
14 Características de Desenhos de Estudo O pesquisador manipula o fator de exposição ou apenas observa? Foi realizada a alocação aleatória(randomização) no grupo de expostos e não expostos? A unidade de análise são grupos ou indivíduos? A seleção (classificação) de participantes é feita segundo o status da exposição, do desfecho, ou independente da exposição e do desfecho? Captura-se a experiência em um único momento no tempo ou em mais de um momento? Se em mais de um momento, captura-se a experiência de uma população fechada ou aberta? Quando o estudo iniciou o desfecho já havia acontencido?
15 Estudo Experimental X Observacional
16 Estudo Experimental vs Observacional Experimental: O pesquisador manipula o fator de exposição. Nos experimentos verdadeiros as unidades são alocadas de forma aleatória (randomização) nos grupos de expostos e de não expostos. Quando a alocação não é aleatória os estudos recebem a denominação de quase-experimentos.
17 Estudo Experimental vs Observacional Observacional: O pesquisador não manipula o fator de exposição, logo também não faz a alocação aleatória em grupos de expostos e não expostos (randomização).
18 Desenhos de Estudo
19 Unidade de análise: indivíduo ou grupo. Indivíduo: coletam-se dados sobre exposição e desfecho para cada indivíduo da amostra. A estratégia de análise emprega as informações coletadas para cada indivíduo Exemplo: Estudo Elsa (15105 participantes)
20 Unidade de análise: indivíduo ou grupo. Grupo: os dados coletados se referem a médias para grupos (em geral populações de cidades, estados, países). Por exemplo, comparar cidades em relação ao consumo médio de cigarros por habitantes e a taxa de mortalidade por câncer de pulmão.
21 Desenhos de Estudo Randomiza UNIDADE DE ANÁLISE INDIVÍDUO GRUPO Experimento Ensaio Clínico Ensaio de Comunidade Ensaio de Campo Observacional Coorte Caso-Controle Ecológico Seccional
22 Ensaio Clínico Ensaio Clínico Busca-se avaliar se um tratamento cura a doença ou previna as sequelas/complicações da doença. Ou se uma vacina é eficaz. Após a alocação aleatória os pacientes são seguidos para avaliar a incidência de cura ou de sequelas/complicações da doença.
23 Estudo Observacional Randomiza UNIDADE DE ANÁLISE INDIVÍDUO GRUPO Experimento Ensaio Clínico Ensaio de Comunidade Ensaio de Campo Observacional Coorte Caso-Controle Ecológico Seccional
24 Desenhos de Estudo Observacionais, tendo o indivíduo como unidade de análise Coorte Caso-Controle Transversal Seleção/Classificação Segundo Status de Exposição Segundo Status de Desfecho Independente da Exposição ou Desfecho Experiência Populacional 2 ou + momentos 2 ou + momentos Um ponto
25 Kleimbaum et al., ActivEpi, 2013
26 Coorte São estudos observacionais em que os indivíduos são classificados (ou selecionados) segundo o status de exposição, sendo seguidos para avaliar a incidência de doença.
27 Coorte Coorte de Expostos coorte Seguimento Coorte de Não Expostos Seleção Classificação Coorte de Expostos Coorte de Expostos Seguimento Seguimento Coorte de Não Expostos Seleção Seleção Grupo de comparação selecionado externamente Comparação da incidência do desfecho com as taxas da população geral
28 Avaliação da associação entre peso ao nascer e mortalidade neonatal Exposição Peso ao nascer Desfecho Mortalidade < 2500 Sim Não Sim 2500 Não Primeira semana de vida Investigador Estudo Concorrente
29 Avaliação da associação entre uso de cocaína pela gestante e prematuridade Exposição Uso de cocaína Sim Desfecho Prematuridade Sim Não Sim Não Não Gravidez Investigador Estudo Não Concorrente
30 Coorte Medidas de Frequência de Doenças Risco Taxa de incidência Kleimbaum et al., ActivEpi, 2013
31 Caso-controle Estudo caso-controle os indivíduos são selecionados segundo o status de doença, sendo classificados segundo o status de exposição. Os casos de doenças podem ser incidentes (mais comum) ou prevalentes. Nos estudos caso-controle clássico os controles são representados pelos não casos. Representa uma estratégia eficiente para os estudos de causalidade, especialmente últil para desfechos raros.
32 Caso-controle
33 Caso-controle
34 Controles Devem representar a distribuição de exposição na população que originou os casos; Exmplos, outros pacientes em um hospital sem a doença, amigos, familiares, vizinhos, amostra representativa da população que gerou os casos (raramente utilizada). O processo de seleção independe do status de exposição; O pesquisador determina o número de controles para cada caso (máximo 4 controles para um caso).
35 Caso-controle e Medida de Frequência de Doenças Risco real: 60/4000=1,5% Risco caso-controle: 60/120=50% Em estudos caso-controle não se calcula diretamente as medidas usuais de frquência de doenças. Kleimbaum et al., ActivEpi, 2013
36 Estudo Seccional Estudo seccional os pacientes são selecionados independentemente do status de doença ou de exposição, sendo simultaneamente classificados segundo status de doença e de exposição. Os casos de doença são sempre prevalentes. Úteis para conhecer a prevalência de desfechos na população, porém limitados para o estudo de causalidade.
37 Kleimbaum et al., ActivEpi, 2013 Estudo Seccional
38 Amostra -Seccional (transversal) Amostra representativa
39 Amostra - Coorte A amostra pode (ou não) ser representativa de uma dada população
40 Amostra -Caso-controle Na maioria das vezes a amostra é intencional.
41 Estudo Observacional Randomiza UNIDADE DE ANÁLISE INDIVÍDUO GRUPO Experimento Ensaio Clínico Ensaio de Comunidade Ensaio de Campo Observacional Coorte Caso-Controle Ecológico Seccional
42 Estudo Ecológico São estudos nos quais a unidade de análise é uma população ou um grupo de pessoas, que geralmente pertencem a uma área geográfica definida, como por exemplo: um país, um estado, uma cidade, um município ou um setor censitário. Os estudos ecológicos são frequentemente realizados combinando-se bases de dados referentes a grandes populações. Em função disto, são, geralmente, mais baratos e mais rápidos que estudos envolvendo o indivíduo como unidade de análise.
43 Estudo Ecológico Usados para: Gerar hipóteses etiológicas a respeito da ocorrência de uma determinada doença. Testar hipóteses etiológicas. Este objetivo, muitas vezes, é prejudicado por dificuldades relativas à validade. Avaliar a efetividade de intervenções na população, isto é, testar a aplicação de um determinado procedimento para prevenir doença ou promover saúde em grupos populacionais.
44 Tabela 2 X 2 Estudos Ecológicos Grupo: os dados coletados se referem a médias para grupos (em geral populações de cidades, estados, países). Por exmplo, comparar cidades em relação ao consumo médio de cigarros por habitantes e taxa de mortalidade por câncer de pulmão.
45 Estudo Ecológico
46 Estudo Ecológico Trend for hospitalization that included an ICD10 code for angina in Germany Sargenet et al. Clin Res Cardiol Mar; 101(3):
47
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