CRM e Prospecção de Dados
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- Maria Laura Gil Wagner
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1 CRM e Prospecção de Dados Marília Antunes aula de 4 de Maio 09 5 Modelos preditivos para classificação (continuação) 5.6 Modelos naive Bayes - classificador bayesiano simples O método ganha a designação de classificador bayesiano simples ou ingénuo (naif ) por partir do pressuposto simplificador de existência de independência condicional das variáveis dada a classe. Isto é, assenta na validade da seguinte igualdade: p(x c k ) = p(x 1,...,x p c k ) = p p(x j c k ), 1 k m. (1) Usando o teorema de Bayes, a probabilidade a posteri de uma dada classe condicional à observação do vector x é dada por p(c k x) = p(x c k)p(c k ) m l=1 p(x c k)p(c l ). (2) Se, mais uma vez, a regra de classificação dado um objecto (representado por um vector x) consistir em classificá-lo na classe que apresentar o maior valor da probabilidade a posteriori, bastará, para tal, atender ao valor no numerador da expressão anterior: p(c k x) p(x c k )p(c k ) p = p(c k ) p(x j c k ), 1 k m. (3) 1
2 CRM e Prospecção de Dados 2008/09 M. Antunes, DEIO-FCUL 2 Consideremos o caso em que existem apenas duas classes, c 1 e c 2. À razão das probabilidades p(c 1 x) p(c 2 x) chama-se chance da classe c 1 dado x e representa a relação entre as probabilidades a posteriori das classes c 1 e c 2. Exemplo 1. Se p(c 1 x) p(c 2 = 1.2, conclui-se que, para um objecto com um vector x) de medições x, a probabilidade deste pertencer à classe c 1 é superior em 20% à probabilidade de pertencer à classe c 2. Analogamente se poderá dizer que a probabilidade de pertencer à classe c 2 é 17% menor do que a probabilidade de pertencer à classe c 1, já que 1 = Tomando o logaritmo da chance obtém-se log p(c 1 x) p(c 2 x) = log p(c 1) p(c 2 ) + p log p(x j c 1 ) p(x j c 2 ). (4) Portanto, o logaritmo da chance de um objecto caracterizado por x pertencer à classe c 1 é dado pela soma da contribuição da priori e das contribuições de cada uma das variáveis, todas em termos separados da soma. Esta forma aditiva tem utilidade no sentido de permitir uma interpretação de cada termo. Note-se que observando o sinal de log p(x j c 1 ) p(x j c 2 se obtém a informação sobre ) qual das classes, c 1 ou c 2, com maior probabilidade produziria o valor observado para a j ésima variável, x j e, portanto, se o valor observado x j está a contribuir para que a classificação de x penda para a classe c 1 ou para a classe c 2. No caso de x j ser o valor de uma variável contínua, o pressuposto de independência condicional continua a ser válido. Nesse caso, p(x j c k ) representa a função de densidade de probabilidade, tomando-se o produto dos valores destas funções no cálculo das probabilidades a posteriori. As funções de densidade de probabilidade são estimadas da forma usual: adoptando-se um modelo paramétrico (como a distribuição normal, por exemplo), uma solução paramétrica mais flexível como uma mistura ou uma solução não paramétrica como o estimador kernel. Se os objectos forem caracterizados por variáveis quantitativas e categóricas, a expressão da probabilidade a posteriori envolverá o produto de funções de densidade de probabilidade e de funções de probabilidade das variáveis categóricas condicionais à classe. Estas últimas serão estimadas pelas frequências observadas nas classes considerando o conjunto de treino. Regra de classificação: Dado um novo objecto caracterizado por um vector x, este é classificado no grupo que apresentar maior valor para a probabilidade a posteriori.
3 CRM e Prospecção de Dados 2008/09 M. Antunes, DEIO-FCUL 3 Exemplo 2. Consideremos novamente os dados relativos a condições climatéricas e ao desfecho relativamente à realização de partidas de ténis: 1 sol quente alta fraco não 2 sol quente alta forte não 3 nublado quente alta fraco sim 4 chuva moderado alta fraco sim 5 chuva frio normal fraco sim 6 chuva frio normal forte não 7 nublado frio normal forte sim 8 sol moderado alta fraco não 9 sol frio normal fraco sim 10 chuva moderado normal fraco sim 11 sol moderado normal forte sim 12 nublado moderado alta forte sim 13 nublado quente normal fraco sim 14 chuva moderado alta forte não O objectivo é prever o desfecho de uma situação x =(Tempo,Temperatura,Humidade,Vento)=(sol,frio,normal,forte). Comecemos por separar os dados do conjunto de treino pelas classes relativas ao desfecho, c 1 =(Joga=N~ao) e c 2 =(Joga=Sim): e 1 sol quente alta fraco não 2 sol quente alta forte não 6 chuva frio normal forte não 8 sol moderado alta fraco não 14 chuva moderado alta forte não
4 CRM e Prospecção de Dados 2008/09 M. Antunes, DEIO-FCUL 4 3 nublado quente alta fraco sim 4 chuva moderado alta fraco sim 5 chuva frio normal fraco sim 7 nublado frio normal forte sim 9 sol frio normal fraco sim 10 chuva moderado normal fraco sim 11 sol moderado normal forte sim 12 nublado moderado alta forte sim 13 nublado quente normal fraco sim A partir daqui, estimam-se facilmente as probabilidades p(c k ) e p(x j c k ), para k = 1, 2 e j = 1,..., 4 : p(c 1 ) = 5 14, p(c 2) = 9 14 p(sol c 1 ) = 3 5, p(sol c 2) = 2 9 p(frio c 1 ) = 1 5, p(frio c 2) = 3 9 p(normal c 1 ) = 1 5, p(normal c 2) = 6 9 p(forte c 1 ) = 3 5, p(forte c 2) = 3 9 donde se obtém p(c 1 ) 4 p(x j c 1 ) = = e p(c 2 ) 4 p(x j c 2 ) = = A conclusão é que a nova observação deverá ser classificada na classe c 2 ou seja, perante as condições x =(sol,frio,normal,forte), a previsão de desfecho é Joga=sim. Calculemos os termos envolvidos no logaritmo da chance de uma observação caracterizada por x =(sol,frio,normal,forte): log p(c 1 x) p(c 2 x) = log p(c 1) p p(c 2 ) + log p(x j c 1 ) p(x j c 2 ) = Esta igualdade permite-nos afirmar o seguinte (com base no grupo de treino): a conjunção das condições é mais favorável ao desfecho Joga=sim;
5 CRM e Prospecção de Dados 2008/09 M. Antunes, DEIO-FCUL 5 a informação sobre o desfecho de situações do passado (grupo de treino) é mais favorável ao desfecho Joga=sim; Tempo=sol é mais favorável ao desfecho Joga=n~ao; Temperatura=frio é mais favorável ao desfecho Joga=sim; Humidade=normal é mais favorável ao desfecho Joga=sim; Vento=forte é mais favorável ao desfecho Joga=n~ao. 5.7 Modelo de regressão linear Leitura recomendada: Capítulo 10 de Principles of Data Mining. Hand, David J.; Mannila, Heikki; Smyth, Padhraic. (Fotocópias disponíveis na reprografia do departamento.)
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