EDUCANDO O PROFISSIONAL reflexivo

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1 EDUCANDO O PROFISSIONAL reflexivo Donald Alan Schön ESTRATÉGIAS DIDÁTICAS PROFA. DRA. VANESSA GOULART DORNELES CRISTIANE SILVEIRA LUANA PIAIA MARLISE NOEBAUER

2 BOSTON Donald Schön Filosofia (1951) Universidade de Yale Mestrado (1952 ) e Ph.D. (1955) Universidade de Harvard Sourbonne e Conservatoire Nationale (França) Pedagogo Destaque em Reflexão na Educação 02/38 Fonte: Professor no MIT

3 03/38 Profissionais não estão sendo ensinados a pensar Ausência de conhecimento útil nas escolas PROBLEMAS NA EDUCAÇÃO

4 04/38 DISTANCIAMENTO ENTRE: Concepção de conhecimento profissional nas escolas Competências exigidas dos profissionais no campo de aplicação

5 CONHECER-NA-AÇÃO: 05/38 Aprendemos a caminhar ou andar de bicicleta sem dar uma descrição verbal. Como você apendeu a andar a de bicicleta? Conhecer-na-ação é DINÂMICO Fatos, procedimentos e teorias são ESTÁTICOS

6 REFLEXÃO-NA-AÇÃO: 06/38 Quando algo não está de acordo com nossas expectativas: Pode-se ignorar ou resolver de 2 formas REFLETIR SOBRE A AÇÃO PRESENTE-DA-AÇÃO

7 07/38 ESCOLAS PROFIS- SIONAIS Faculdade de arquitetura ESCOLAS DE ARTE Ateliê de projetos: aprendizado através do fazer e da instrução Projeto de arquitetura: protótipo do tipo de talento artístico que outros profissionais precisam adquirir

8 08/38 Ateliê de projetos Quem: 20 alunos de ARQ Onde: Espécie de sótão Programa: Escola Coordenador: Quist Aluna: Petra

9 09/38 Ateliê de projetos Apresentação dura 20 minutos Croquis e problemas encontrados Quist desenha em cima dos croquis de Petra Petra estava trancada com a topografia Quist mostrou um caminho a percorrer Criação de recantos: conferir valor especial ao espaço

10 10/38 Ateliê de projetos Experimentar: desenhar, voltar, desenhar de novo Resolve algo e cria outro problema Anda-se pra frente e pra trás Projeto oscila entre o todo e a parte A partir de uma solução, formam-se novas apreciações para ações seguintes Uma hora deve-se parar com E se e tomar uma decisão 3 dimensões do processo: - Domínio da linguagem e as consequências da ações; - Implicações descobertas e seguidas; - Mudanças de postura em relação à situação

11 11/38 Ateliê de projetos O repertório do profissional contribui Projetos anteriores, locais que já viu, prédios que conheceu Reflexo-na-ação envolve experimento A hipótese de maior sucesso é adotada. Não significa ser a melhor. Satisfatória DESENHO É UM MUNDO VIRTUAL Experimentos: O papel aceita tudo Os resultados, no entanto, devem poder ser transferidos para o mundo na construção Para Quist CONHECER e FAZER são inseparáveis

12 12/38 ESTUDANTE DE PROJETO BUSCA ALGO QUE NÃO SABE O QUE É O INSTRUTOR NÃO SABE DIZER. O ESTUDANTE NÃO ENTENDERIA NESSE MOMENTO Aprender a proje tar Confusão Mistério Frustração Futilidade

13 13/38 O ESTUDANTE TEM QUE FAZER DESDE O INÍCIO AQUILO QUE NÃO SABE FAZER ESTUDANTE DEVE SUSPENDER A DESCONFIANÇA. VOLTA A SER CRIANÇA, SUSPENDE A AUTONOMIA Relacionamento de Confiança e Dependência Aprender a proje tar

14 14/38 É preciso ter DIÁLOGO entre instrutor e estudante Alguns estudantes nunca entendem o que o instrutor está falando... e alguns instrutores nunca conseguem atingir seus estudantes

15 15/38 O diálogo entre educador e educando acontece num contexto, onde a reflexãona-ação tem que ser recíproca. O professor pode apresentar através de desenhos, explicações do processo de projeto que o estudante precisa aprender.

16 16/38 Toda a tentativa de produzir uma instrução é um experimento que testa tanto a reflexão do instrutor sobre o seu próprio ato de conhecerna-ação como sua compreensão das dificuldades dos estudantes. Fonte: Se aquele que dá as instruções leva sua tarefa a sério, ele deve primeiramente refletir sobre aquilo que já sabe como fazer...

17 17/38 As crianças frequentemente aprendem a brincar imitando outras e aprendem a atuar no mundo adulto pela imitação dos adultos em torno delas. Fonte: É preciso demonstrar e posteriormente imitar...

18 18/38 Ao observar o processo de ação, me pergunto O que ele está realmente fazendo? E ao tentar fazer o que ele fez, pergunto o que EU estou realmente fazendo? Progrido de imitar o outro para imitar a mim mesmo.

19 19/38 A escada da reflexão......o instrutor demonstra......o estudante observa e ouve......o estudante imita... e o instrutor critica.

20 20/38 Alguns instrutores sentem necessidade de proteger seu talento artístico com medo de que os estudantes possam entender mal já os estudantes sentem-se ameaçados pela especialização do professor e tornam-se defensivos sob disfarce mas eles na verdade se protegem contra aprender qualquer matéria.

21 21/38 Sentimentos negativos podem assumir qualquer pensamento no educando: Não quero ficar dependente de você Quero preservar minha identidade Se eu imitar você, aceitarei sua autoridade irei tornar-me sua subordinada Se imitar você, desisto de meu direito de me governar

22 22/38 O professor deve trabalhar com as próprias ideias do aluno e só impor as dele quando for para ajuda-lo a enxergar as implicações das suas ideias. A responsabilidade pelo início da quebra do impasse na aprendizagem deve estar, em princípio, com o instrutor

23 23/38 Alguns alunos consideram o professor problemático, ameaçador e dominador. Possuem dificuldade em aprender qualquer coisa com ele....é preciso ter interação entre professor e aluno!

24 24/38 Elementos da reflexão na ação recíproca essenciais para quebrar um impasse na aprendizagem: Prestar atenção; Entrar em contato e descrever seu próprio processo; Refletir sobre as ideias; Testar o que se entendeu; Refletir sobre as teorias.

25 25/38 O processo de projeto depende do reconhecimento das qualidades de projeto, que devem ser aprendidas no fazer. O Siga-me é fundamental para o ensino prático reflexivo. Teoria da ação: aprenda o que você já sabe fazer, para que possa escolher o que irá querer fazer

26 26/38 APRENDENDO O TALENTO ARTISTICO DA PRÁTICA psicanalítica Design é uma atividade construtiva O profissional reflexivo é como um artista, um construtor de coisas 2 Visões: objetiva e construtiva

27 27/38 Quando representantes de profissões diferentes assumem posições conflitantes, é pouco provável que resolvam seu impasse com a defesa de fatos ou julgamentos da eficácia das ações. ACORDO REFLEXÃO DAS CONCEPÇÕES

28 28/38 No caso de uma aula refle xiva Estudante e instrutor estão inicialmente em conflito A linguagem do professor é de um universo que por enquanto é só dele

29 29/38 psica nálise x pro jeto O processo é complicado pelo fato de que o aprendizado necessário é o de penetrar no universo do outro Ação sentida Ação observada

30 30/38 Uma aula prática reflexiva em habilidades de aconselhamento e consultoria Nas interações humanas, sãoconstruídas o design de seu comportamento. Na teoria das suas ações, estão incluídos os seus valores, e os padrões de comportamento.

31 31/38 Dificuldades, preocupações e medos ser ou parecer incompetente na interação com clientes Evito o impasse nas interações com os clientes Perguntas para as quais não tenho resposta Tenho medo de não saber o que fazer ou dizer

32 Teorema da 32/38 in com ple Não tente ser completo ou perfeito; Não tenha medo de ser imediatamente corretivo; Identifique os principais significados que você infere no outro. Prossiga; tu de Defenda sua posição e combine-a com um desafio; Você pode demonstrar apenas uma das possibilidades; Você pode ser incompleto.

33 Teorema da 33/38 in com ple tu de corrija tudo em seguida!

34 34/38 Quando instrutor e estudante se expõe publicamente, trazendo à tona julgamentos negativos e revelando confusões e dilemas, é mais provável que venham a expandir sua capacidade para a reflexão-na-ação e sobre ela. Assim, é mais provável que haja a mudança da qual depende a reflexão recíproca.

35 35/38 31/34 1 Talento artístico para o professor Implicações para o aperfeiçoamento da educação profissional 2 Prática do ensino reflexivo: Conhecimento-na-ação Reflexão-na-ação Educação para o talento artístico Ensino prático reflexivo

36 36/38 uni versi dade fa cul dade prá tica Orientada pela disciplina Orientada pela prática

37 37/38 Há a necessidade de reconsiderar o contexto INSTITUCIONAL DAS ESCOLAS, Com suas tênues ligações com o mundo das universidades e da prática. REFORMULANDO A TAREFA DO DESIGN

38 38/38 UMA EXPERIÊNCIA EM REFORMA DE currículo

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