Restricao Orcamentaria
|
|
|
- Luzia Covalski Carreira
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Fro the SelectedWorks of Sergio Da Silva January 008 Restricao Orcaentaria Contact Author Start Your Own SelectedWorks Notify Me of New Work Available at: htt://works.beress.co/sergiodasilva/5
2 Restrição Orçaentária Hal R. Varian Interediate Microeconoics, 8th edition Caítulo Na teoria do consuidor, este escolhe a elhor cesta de bens que ode adquirir. Melhor refere-se à sua referência. Pode adquirir refere-se à sua restrição orçaentária. Restrição orçaentária Suoos que há u conjunto de bens e que o consuidor escolhe dois deles. Esta cesta de consuo é reresentada or ( x, x ), onde x siboliza as quantidades do be e x reresenta as quantidades do be. Suoos que o consuidor conhece os reços dos bens (, ) e que ele ossui a quantidade de dinheiro ara gastar. A sua restrição orçaentária será, então, x+ x, () onde x é a quantidade de dinheiro gasta co o be e x, a quantidade de dinheiro gasta co o be. A quantidade de dinheiro gasta nos dois bens não ode ultraassar. As cestas de consuo que o consuidor ode adquirir aos reços (, ) são aquelas cujo custo não é aior do que. Estas cestas erfaze seu conjunto orçaentário. Dois bens basta Se quiseros estudar a deanda do consuidor or leite, odeos considerar x coo seu consuo de litros de leite e x coo tudo o ais que ele gostaria de consuir: u be coosto. Podeos tabé ensar que o be é a quantidade de dinheiro que ode ser gasta nos outros bens e, assi, =, considerando o reço da unidade onetária igual a. A restrição orçaentária () fica sendo x+ x. () A quantidade de dinheiro gasta no be, x, ais a quantidade de dinheiro gasta nos outros bens, x, não ode ser aior do que. Proriedades do conjunto orçaentário Quando os gastos co as cestas de bens utiliza toda a renda, ficaos sobre a reta orçaentária e () ve a ser ou x+ x= (3)
3 x = x x = x. (4) Esta equação é ua linha reta de inclinação =. Quando x = 0 e (4), encontraos o interceto vertical: x =. Quando x = 0 e (4), x = x =, que é o interceto horizontal. Unindo os intercetos encontraos a reta orçaentária da Figura. Quanto o consuidor ode corar do be se gastar todo o seu dinheiro nele? Isto é o eso que fazer x = 0 e a reosta é, que é o interceto horizontal. Se o consuidor auentar seu consuo do be e x, isto vai reduzir seu consuo do be e x ara coensar, orque sua renda está fixa. Considerando este fato e (3): ( x + x ) + ( x + x ) =. Subtraindo esta equação de (3): ( x + x ) + ( x + x ) ( x + x ) = = 0 + = 0 x x x x x x x x
4 ou x = x x =, x que é a inclinação da reta orçaentária. Quando auentou seu consuo do be, o consuidor reduziu (substituiu) seu consuo do be. x e x tê sinais contrários: isto exlica o sinal de enos na exressão da inclinação. A inclinação da reta orçaentária ede, então, o custo de oortunidade de consuir o be. Variações da reta orçaentária Quando os reços ( e ) e a renda ( ) varia, o conjunto orçaentário uda. Coo não faz arte da exressão da inclinação, quando a renda auenta, o conjunto orçaentário se exande e a reta orçaentária se desloca aralelaente ara a direita (Figura ). Se o consuidor estiver gastando todo o seu dinheiro co o be, ficaos no interceto vertical. U auento no reço do be não uda este fato, ois não faz arte da exressão do interceto vertical. Mas se o consuidor deois resolver gastar toda sua renda no be, ficaos no interceto horizontal e o seu consuo vai diinuir orque o be ficou ais caro: o interceto horizontal ( = ) desloca-se ara a esquerda. A reta orçaentária então rota ara dentro quando (Figura 3).
5 Nuerário Podeos dividir (3) or : x + x =. Se fizeros = encontraos a esa restrição orçaentária (3). Podeos então fazer isto e assa a ser o nuerário, que é o reço e relação ao qual edios o outro reço e a renda. Variações na reta orçaentária Considerando (3) de novo: x+ x=. (3) Se ultilicaros os reços e a renda or α, o que acontece? A reta orçaentária não se altera, ois α x+ αx= α α( x+ x) = α x + x =. (3) Iostos, subsídios e racionaento A olítica econôica ode afetar a restrição orçaentária através de iostos.
6 E u iosto sobre a quantidade, o consuidor aga ao governo e roorção ao que corar. Nos Estados Unidos, os consuidores aga US$0.5 or galão (~3.8 litros) de gasolina ao governo federal. O iosto funciona coo u reço ais alto, de ara + t ( t > 0 ), e a reta orçaentária fica ais íngree, coo na Figura 3. E u iosto sobre o reço (iosto ad valore) de 6% ( 0.06 = τ ), o be que custa US$ assa a ser vendido or US$.06, ou seja, ( + τ ) + τ , onde é ago ao vendedor e τ, ago ao governo. E u subsídio à quantidade, o governo dá ua quantia s or unidade corada e o reço fica s. Isto torna a reta orçaentária enos inclinada (veja a Figura 3 de novo). E u subsídio ad valore o reço será reduzido e ( σ ) σ, onde é ago ao vendedor e σ é recebido do governo. E u iosto de ontante fixo, o governo se aroria de ua quantidade fixa de dinheiro e se reduz. Isto desloca a reta orçaentária ara dentro. Já u subsídio de ontante fixo desloca a reta orçaentária ara fora. Na situação de racionaento, o consuidor não ode consuir ais do que x. Isto quebra a reta orçaentária no onto e que x > x (Figura 4). Iostos, subsídios e racionaento às vezes se cobina. Por exelo, erite-se que o consuidor consua o be ao reço até a quantidade x. Consuindo ais do
7 que x, ele aga a taxa t ( t > 0 ). A reta orçaentária de inclinação fica co a inclinação deois de x (Figura 5). ( + t) U exelo rático disso é dado elos food stas antes e deois de 979. O governo federal aericano subsidia o consuo de alientos à oulação obre ela Lei do Vale-Alientação de 964. Antes de 979, ua faília de quatro essoas oderia corar, or ês, US$53 de vales, agando US$83, se a renda failiar fosse de US$300 or ês ou US$5, se a renda fosse de US$00. Isto era u subsídio ad valore: A faília que agava US$83 recebia US$.84 or dólar ago, orque =.84. O 83 subsídio era de 46%, ois 53 = 0.54 = 0.46 A faília que agava US$5 recebia US$6. or dólar ago, orque 53 5 = 6.. O 5 subsídio era de 84%, ois 53 = 0.6 = 0.84 Na Figura 6, ua unidade (quantidade) de cada be é reresentada or seu reço de US$. Se vale-alientação, a inclinação da reta orçaentária é igual a = =. Co valealientação, no caso da faília que agava US$5, antes do liite de US$53 a inclinação da 5 reta orçaentária era igual a 0.6 ( = 53 ), o que significa que cada US$ gasto e alientos reduz o consuo de outros bens e US$0.6. Deois do liite, a inclinação ficava e. Qual era a inclinação da reta orçaentária ara a faília que agava US$83? Mais 83 íngree do que a de antes do liite = 0.54 ( = 53 ). Deois de 979, o rograa virou u subsídio de ontante fixo. O governo não ais vende: ele dá os vales-alientação. Mas estes não ode ser vendidos.
8 Ua faília que recebe US$00 e vales te sua renda auentada nesse valor, deslocando a sua reta orçaentária ara a direita. Deois do liite de US$00, a inclinação da reta orçaentária fica, coo antes, igual a : u dólar a enos gasto e alientos significa u dólar a ais ara gastar e outras coisas (Figura 7). Antes do liite, a inclinação é igual a 0, ois u dólar a enos gasto e alientos não udará a quantidade ara gastar e outras coisas, já que os vales não ode ser vendidos. Sergio Da Silva 00 sergiodasilva.co
Demanda. Universidade Federal de Santa Catarina. From the SelectedWorks of Sergio Da Silva. Sergio Da Silva
Universidade Federal de Santa Catarina From the SelectedWorks of Sergio Da Silva 00 Demanda Sergio Da Silva Available at: htt://works.beress.com/sergiodasilva/35/ Demanda Hal R. Varian Intermediate Microeconomics,
LEIS DAS COLISÕES. ' m2. p = +, (1) = p1 ' 2
LEIS DAS COLISÕES. Resuo Faze-se colidir, elástica e inelasticaente, dois lanadores que se ove quase se atrito nua calha de ar. Mede-se as velocidades resectivas antes e deois das colisões. Verifica-se,
Preferências. From the SelectedWorks of Sergio Da Silva. January Notify Me of New Work. Start Your Own SelectedWorks.
From the SelectedWorks of Sergio Da Silva January 200 Preferências Contact Author Start Your Own SelectedWorks Notify Me of New Work Available at: http://worksbepresscom/sergiodasilva/30 Preferências Hal
Microeconomia I. Licenciaturas em Administração e Gestão de Empresas e em Economia
Microeconoia I Licenciaturas e Adinistração e Gestão de Epresas e e Econoia 009-010 1º Seestre Fernando Branco 14 de Abril de 010 Francisco Silva Teste Interédio Maria Jardi Fernandes O teste te a duração
Teoria do Consumidor: Equilíbrio e demanda. Roberto Guena de Oliveira 18 de Março de 2017
Teoria do Consuidor: Equilíbrio e deanda Roberto Guena de Oliveira 18 de Março de 2017 1 Estrutura geral da aula Parte 1: Restrição orçaentária Parte 2: Equilíbrio Parte 3: Deanda 2 Parte I Restrição orçaentária
Docente Marília Silva Soares Ano letivo 2012/2013 1
Ciências Físico-quíicas - 9º ano de Unidade 1 EM TRÂNSITO 1 Movientos e suas características 1.1. O que é o oviento 1.2. Grandezas físicas características do oviento 1.3. Tipos de Moviento COMPETÊNCIAS
Acréscimos e decréscimos - Resolução
0 (Unicam 5 ª fase) (Acréscimo e decréscimo ercentual) Uma comra no valor de.000 reais será aga com uma entrada de 600 reais e uma mensalidade de 4 reais. A taxa de juros alicada na mensalidade é igual
Aula 12 05/10/2009 - Microeconomia. Comportamento do consumidor e incerteza. - PINDYCK (2007) Capítulo 5 - FINAL
Aula 12 05/10/2009 - Microeconoia. Coortaento do consuidor e incerteza. - PINDYCK (2007) Caítulo 5 - FINAL Ativo é tudo aquilo que roduz u luxo de dinheiro ou serviços ara seu rorietário. O luxo de dinheiro
Solução dos exercícios do capítulo 2, pp (a) Expansão isotérmica de um gás ideal. Trabalho: pdv = NRT 1
Solução dos exercícios do caítulo 2,. 31-32 Equações de um gás ideal = NRT U = NcT U = c R Exercício 1. (a) Exansão isotérmica de um gás ideal. Trabalho: W = 2 1 d = NRT 2 1 1 d = NRT ln 2 1 omo a energia
Teoria do Consumidor (Cap. 10 Krugman & Wells Cap. 3 Pyndick & Rubinfeld Cap. 3 - Varian)
Teoria do Consumidor (Cap. 10 Krugman & Wells Cap. 3 Pyndick & Rubinfeld Cap. 3 - Varian) - Consumidor Racional Os consumidores escolhem a melhor cesta de bens que podem adquirir Questões: - como determinar
Microeconomia II - Gabarito Lista 3 - Monopólio
Microeconomia II - Gabarito Lista 3 - Monoólio Tiago Ferraz 1 de outubro de 015 1. Nicholson - Questão 14.5 a) Se A = 0, a demanda inversa será Q = 0 P P = 0 Q E a função custo C = 10Q + 15 O roblema do
Quinta aula de estática dos fluidos. Primeiro semestre de 2012
Quinta aula de estática dos fluidos Prieiro seestre de 01 Vaos rocurar alicar o que estudaos até este onto e exercícios. .1 No sistea da figura, desrezando-se o desnível entre os cilindros, deterinar o
Modelagem, similaridade e análise dimensional
Modelage, siilaridade e análise diensional Alguns robleas e MF não ode ser resolvidos analiticaente devido a: iitações devido às silificações necessárias no odelo ateático o Falta da inforação coleta (turbulência);
Teoria do Consumidor (Cap. 10 e 11 Krugman & Wells Cap. 3 Pyndick & Rubinfeld Caps. 4, 5 e 6 - Varian)
Teoria do Consumidor (Cap. 10 e 11 Krugman & Wells Cap. 3 Pyndick & Rubinfeld Caps. 4, 5 e 6 - Varian) Consumidor Racional Os consumidores escolhem a melhor cesta de bens que podem adquirir Questões: -
PARTE 1 O gráfico da função f(x) = ax + b está representado nessa figura. O valor de a + b é a) 2 b) 2 c) 7/2 d) 9/2 e) 6
1) (PUC-MG) Ua função do 1 grau é tal que f(-1) = 5 e f(3) = -3. Então, f(0) é igual a 0 c) 3 4 e) 1 PARTE 1 O gráfico da função f() = a + b está representado nessa figura. O valor de a + b é c) 7/ 9/
2.1. Um consumidor possui a função de utilidade do tipo Cobb-Douglas Considere um consumidor que possui a seguinte função de utilidade:
Microeconoia I Ficha : Capítulos 5, 6 e 8 Exercícios propostos Capítulo 5.1. U consuidor possui a função de utilidade do tipo Cobb-Douglas U(x 1, x ) = x 1 1/3 x /3. a) Utilize o ultiplicador de Lagrange
Um professor de Matemática escreve no quadro os n primeiros termos de uma progressão aritmética: 50, 46, 42,..., a n
Questão 0 U professor de Mateática escreve no quadro os n prieiros teros de ua progressão aritética: 50, 6,,, a n Se esse professor apagar o décio tero dessa seqüência, a édia aritética dos teros restantes
12 Flutuações de Curto Prazo
12 Flutuações de Curto Prazo Flutuações Econômicas de Curto Prazo A atividade econômica flutua de ano para ano. Em quase todos os anos, a produção aumenta. Nem toda flutuação é causada por variação da
Introdução aos estudos de instalações hidráulicas. Inicia-se considerando a instalação hidráulica denominada de instalação de
Introdução aos estudos de nstalações hdráulcas. Inca-se consderando a nstalação hdráulca denonada de nstalação de recalque reresentada ela oto a seur. Foto 1 1 Dene-se nstalação de recalque toda a nstalação
Prova TRE/RJ 2012. Ao iniciar uma sessão plenária na câmara municipal de uma pequena cidade, apenas
Prova TRE/RJ 202 Ao iniciar ua sessão lenária na câara unicial de ua equena cidade, aenas destinados aos vereadores fora ocuados o a chegada do vereador eron, a ficar ocuados Nessa situação hiotética,
TRANSIÇÕES DE FASE DE SUBSTÂNCIAS PURAS
RANSIÇÕES DE FASE DE SUBSÂNCIAS URAS rof. Harley. Martins Filho A explosão do space shuttle Chalenger 1 1. Fases e ições Fase de ua substância: Fora da atéria que é hoogênea e coposição quíica e propriedades
Aplicação da conservação da energia mecânica a movimentos em campos gravíticos
ª aula Suário: licação da conservação da energia ecânica a ovientos e caos gravíticos. nergia oteial elástica. Forças não conservativas e variação da energia ecânica. licação da conservação da energia
Lista de exercícios Micro III 26/08/2009. Monopólio. Exs. do Tirole: 1.1 p.67, 1.2 p. 67, 1.3 p. 68, 1.4 p. 69, 1.5 p. 71, 1.6 p.
Lista de exercícios Micro III 6/08/009 Prof. Afonso A. de Mello Franco Neto Exs. do Mas-Colell:.B. a.b.0 Monoólio Exs. do Tirole:..67,.. 67,.3. 68,.4. 69,.5. 7,.6.7 ) Suonha que um monoolista roduz dois
Capítulo 3 Amperímetros e Voltímetros DC Prof. Fábio Bertequini Leão / Sérgio Kurokawa. Capítulo 3 Amperímetros e Voltímetros DC
Capítulo 3 Aperíetros e Voltíetros DC Prof. Fábio Bertequini Leão / Sérgio Kurokawa Capítulo 3 Aperíetros e Voltíetros DC 3.. Aperíetros DC U galvanôetro, cuja lei de Deflexão Estática (relação entre a
INTRODUÇÃO AOS MÉTODOS NUMÉRICOS
INTRODUÇÃO AOS MÉTODOS NUMÉRICOS Eenta Noções Básicas sobre Erros Zeros Reais de Funções Reais Resolução de Sisteas Lineares Introdução à Resolução de Sisteas Não-Lineares Interpolação Ajuste de funções
Professor: Carlos Eugênio da Costa Finanças Públicas Monitor: Alexandre Sollaci
Professor: Carlos Eugênio da Costa Finanças Públicas - 03 Monitor: Alexandre Sollaci EBEF/FGV Lista - Revisão de Microeconomia Questão. Mostre que no caso de referências quase-lineares temos a igualdade
Eletrônica 1. Introdução ao FET
Caítulo 4 N O T A S E A U L A, R E 2. 0 U E R J 2 0 1 9 F L Á I O A L E N C A R O R Ê G O B A R R O S Eletrônica 1 Introdução ao FET Fláio Alencar do Rego Barros Uniersidade do Estado do Rio de Janeiro
Com relação a transformador de corrente (TC), julgue o item subsequente.
Caderno de Questo es - Engenharia Ele trica: Transforadores TC/TP, de Pote ncia, de Uso Geral e Ensaios -Vol Co relação a transforador de corrente (TC), julgue o ite subsequente. 89.(TRE-RJ/CESPE/0) U
Pressão não é uma grandeza fundamental, sendo derivada da força e da área.
9. MEDID DE PRESSÃO Pressão não é ua grandeza fundaental, sendo derivada da força e da área. - Pressão bsoluta: valor da ressão e relação ao vácuo absoluto - Pressão Manoétrica: tabé denoinada ressão relativa.
Física Geral I. 1º semestre /05. Indique na folha de teste o tipo de prova que está a realizar: A, B ou C
Física Geral I 1º seestre - 2004/05 1 TESTE DE AVALIAÇÃO 2668 - ENSINO DE FÍSICA E QUÍMICA 1487 - OPTOMETRIA E OPTOTÉCNIA - FÍSICA APLICADA 8 de Novebro, 2004 Duração: 2 horas + 30 in tolerância Indique
Invertendo a exponencial
Reforço escolar M ate mática Invertendo a exonencial Dinâmica 3 2ª Série 1º Bimestre DISCIPLINA SÉRIE CAMPO CONCEITO Matemática 2ª do Ensino Médio Algébrico Simbólico Função Logarítmica Aluno Primeira
MODULAÇÃO EM AMPLITUDE
RINCÍIOS DE COMUNICAÇÃO II MODULAÇÃO EM AMLITUDE Vaos iniciar o rocesso a artir de ua exressão que define sinais de tensão cossenoidais no teo, exressos genericaente or : e () t = E cos ω () t x x x onde
Combinações simples e com repetição - Teoria. a combinação de m elementos tomados p a p. = (*) (a divisão por p! desconta todas as variações.
obiações siles - Defiição obiações siles e co reetição - Teoria osidereos u cojuto X co eleetos distitos. No artigo Pricíios Multilicativos e Arrajos - Teoria, aredeos a calcular o úero de arrajos de eleetos
Políticas Macroeconómicas de Estabilização da Conjuntura: Política Monetária Política Orçamental Política Cambial
Políticas Macroeconóicas de Estabilização da Conjuntura: Política Monetária Política Orçaental Política Cabial Modelo Macroeconóico de Econoia Aberta: que tio de Modelo? Geral ara reresentar vários tios
Lista 2 - Organização de Mercados - Graduação em Economia - EPGE/FGV 2010 (Discriminação de 2o grau e Bens duráveis)
Lista - Organização de Mercados - Graduação em Economia - EPGE/FGV 010 (Discriminação de o grau e Bens duráveis) Professora: Adriana Perez Monitora: Lavinia Hollanda ([email protected]) 1. Em uma economia
LISTA PARA A 2ª RECUPERAÇÃO SEMESTRAL
) Calcule as operações de adição co frações de denoinadores diferentes, deterine o resultado na fora siplificada, quando possível. a) b) 7 7 c) d) 6 e) 6 f) 7 g) = h) 6 9 i) 6 0 k) = l) 9 ) 7 o) 7 j) 7
Segunda aula de mecânica dos fluidos básica. Estática dos Fluidos capítulo 2 do livro do professor Franco Brunetti
Segunda aula de mecânica dos fluidos básica Estática dos Fluidos caítulo 2 do livro do rofessor Franco Brunetti NO DESENVOLVIMENTO DESTA SEGUNDA AULA NÃO IREI ME REPORTAR DIRETAMENTE AO LIVRO MENCIONADO
Microeconomia Tópicos para Discussão
Microeconoia Tópicos para iscussão Elasticidades da eanda Elasticidades Elasticidades da Oferta PINYCK, R. e RUBINFEL,. Microeconoia. São Paulo: Prentice Hall. 2008. Capítulo 2: Os fundaentos da oferta
Gabarito da Lista 4 de exercícios - Microeconomia 2 Professora: Joisa Dutra Monitor: Rafaela Nogueira
Gabarito da Lista 4 de exercícios - Microeconomia Professora: Joisa Dutra Monitor: Rafaela Nogueira 1. (a) Verdadeiro, or de nição. (b) Falso. Para que o segundo teorema valha, o conjunto de rodução também
Distribuição de uma proporção amostral
Distribuição de uma roorção amostral Estatística II Antonio Roque Aula 4 Exemlo Ilustrativo: Suonha que se saiba que em uma certa oulação humana uma roorção de essoas igual a = 0, 08 (8%) seja cega ara
M odulo de Potencia c ao e D ızimas Peri odicas Nota c ao Cient ıfica e D ızimas Oitavo Ano
Módulo de Potenciação e Dízimas Periódicas Notação Científica e Dízimas Oitavo Ano Exercícios Introdutórios Exercício. Escreva os seguintes números na notação científica: a) 4673. b) 0, 0034. c). d) 0,
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 12.º Ano Versão 4
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A.º Ano Versão 4 Nome: N.º Turma: Aresente o seu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias. Quando,
Seu sonho, nossa meta Pa. Resposta da questão 1: [B]
RESOSTAS CAÍTULO 6-GASES Resposta da questão 1: [B] A pressão parcial do gás oxigênio ao nível do ar é igual a 1% da pressão atosférica do ar, assi teos: O 0,1100000 po 1000O 0,1100000 po 1000 a O E La
Matemática D Extensivo V. 5
ateática D Extensivo V. 5 Exercícios 01 B I. Falso. Pois duas retas deterina u plano quando são concorrentes ou paralelas e distintas. II. Falso. Pois duas retas pode ser perpendiculares ou paralelas a
MICROECONOMIA II ( ) João Correia da Silva
MICROECONOMIA II 1E108 (2011-12) 29-02-2012 João Correia da Silva ([email protected]) 1. A EMPRESA 1.1. Tecnologia de Produção. 1.2. Minimização do Custo. 1.3. Análise dos Custos. 1.4. Maximização do ucro. 2
3 Conceitos básicos relacionados à estrutura a termo da taxa de juros
3 Conceitos básicos relacionados à estrutura a termo da taxa de juros Antes de adentrarmos na descrição teórica da ETTJ e de alguns de seus modelos é imortante que clarifiquemos algumas das definições
Lajes Treliçadas Protendidas (Pré-Tração)
Resuo Lajes Treliçadas Protendidas (Pré-Tração) Prestressed Filigree ALBUQUERQUE, A. T. de () ; OTA, J.E. () ; CARACAS, J. () e NOBRE, E. G. () () Doutorando, Escola de Engenharia de São Carlos (EESC -
Capítulo 14. Fluidos
Capítulo 4 luidos Capítulo 4 - luidos O que é u luido? Massa Especíica e ressão luidos e Repouso Medindo a ressão rincípio de ascal rincípio de rquiedes luidos Ideais e Moviento Equação da continuidade
Noções de Testes de Hipóteses
Noções de Testes de Hióteses Outro tio de roblema da Inferência Estatística é o de testar se uma conjectura sobre determinada característica de uma ou mais oulações é, ou não, aoiada ela evidência obtida
1. Em cada caso, obtenha a equação e esboce o grá co da circunferência.
3.1 A Circunferência EXERCÍCIOS & COMPLEMENTOS 3.1 1. Em cada caso, obtenha a equação e esboce o grá co da circunferência. (a) Centro C ( 2; 1) e raio r = 5: (b) Passa elos ontos A (5; 1) ; B (4; 2) e
9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015
ESTUDO DA EXTRAÇÃO DAS PROPRIEDADES FÍSICO QUÍMICAS DO ÓLEO DO NABO FORRAGEIRO. Ana Paula dos Santos Rodrigues¹; Daiene Lees Pinto 2 ; Fernanda Luiza Mendonça Oliveira³; Mauro Luiz Begnini 4 1,2,3 Graduanda
ANÁLISE DO LUGAR DAS RAÍZES
VII- &$3Ì78/ 9,, ANÁLISE DO LUGAR DAS RAÍZES 7.- INTRODUÇÃO O étodo de localização e análise do lugar das raízes é ua fora de se representar graficaente os pólos da função de transferência de u sistea
Matemática FUVEST ETAPA QUESTÃO 1. b) Como f(x) = = 0 + x = 1 e. Dados m e n inteiros, considere a função f definida por m
Mateática FUVEST QUESTÃO 1 Dados e iteiros, cosidere a fução f defiida por fx (), x para x. a) No caso e que, ostre que a igualdade f( ) se verifica. b) No caso e que, ache as iterseções do gráfico de
O calor específico desse material no estado sólido e seu calor latente de fusão valem, respectivamente:
4 GRITO 3 1 o DI PSES 2 a ETP TRIÊNIO 25-27 FÍSIC QUESTÕES DE 11 2 11. Um bloco de um material sólido, de massa 1 g, é aquecido e sofre uma transição de fase ara o estado líquido. O gráfico abaixo mostra
Solução do exercício 36
Solução do exercício 36 Equação anoétrica de (A) até a superfície livre do fluido anoétrico. Adotando (A) coo orige, teos: p p ar ar 0,03 z água L sen30 0 0,03 0,5 9800 0,68 sen30 pat 0 p at Trabalhando
Capítulo 7 - Wattímetros
Caítulo 7 - Wattímetros 7. Introdução Os wattímetros eletromecânicos ertencem à uma classe de instrumentos denominados instrumentos eletrodinâmicos. Os instrumentos eletrodinâmicos ossuem dois circuitos
Módulo (ou valor absoluto) de um número real: a função modular
Matemática Básica Humberto José Bortolossi Deartamento de Matemática Alicada Universidade Federal Fluminense Módulo (ou valor absoluto) de um número real: a função modular Parte 5 Parte 5 Matemática Básica
