DOENÇAS DAS BRÁSSICAS

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1 DOENÇAS DAS BRÁSSICAS J.O. MENTEN T.C. BANZATO SETEMBRO/2016 ESALQ/USP Piracicaba SP

2 BRÁSSICAS Repolho (Brassica oleracea var. capitata) Couve-Flor (Brassica oleracea var. botrytis) Agrião (Rorippa nasturtium-aquaticum) Couve (Brassica oleracea var. acephala) Brócolis (Brassica oleracea var. italica)

3 BRÁSSICAS Rúcula (Euruca sativa) Rabanete (Raphalus sativus) Nabo (Brassica rapa) Mostarda (Brassica juncea) Couve-de-Bruxelas (Brassica oleracea var. gemmifera)

4 BRÁSSICAS Couve-tronchuda Couve-rábano (Brassica oleracea var. tronchuda) (Brassica oleraceae var. gongylodes) Couve-chinesa (Brassica pekinensis) Canola (Brassica napus L. var. oleífera) Colza (Brassica napus) Nabiça (Raphanus raphanistrum)

5 ORIGEM -MEDITERRÂNEO - EUROPA OCIDENTAL - ÁSIA MENOR

6 PRINCIPAIS DOENÇAS BACTÉRIAS PODRIDÃO NEGRA (Xanthomonas campestris pv. campestris) PODRIDÃO MOLE (Pectobacterium carotovorum subsp. carotovorum) FUNGOS MANCHA DE ALTERNARIA (Alternaria brassicae, A. brassicicola e A. raphani) PODRIDÃO DE ESCLEROTINIA (Sclerotinia sclerotiorum) HÉRNIA (Plasmodiophora brassicae) CROMISTAS FERRUGEM BRANCA (Albugo candida) MÍLDIO (Peronospora parasitica)

7 OUTRAS DOENÇAS FUNGOS MANCHA COM PONTOS (CHUMBINHO, MANCHA DE ANÉIS, MICOSFERELA) (Mycosphaerella brassicicola) PODRIDÃO DO COLO / TOMBAMENTO / DAMPING-OFF (R. solani, Pythium spp., Fusarium spp., CANELA PRETA (PÉ PRETO) (Leptosphaeria maculans (Phoma lingam)) BOLOR / MOFO CINZENTO (Botrytis cinerea) CERCOSPORIOSES (Cercospora brassicicola) OÍDIO (Erysiphe polygoni) RAIZ NEGRA (Aphanomyces raphani) RIZOCTONIOZE (Rhizoctonia solani) MURCHA DE FUSARIUM (Fusarium oxysporum f. sp. conglutinans) MURCHA DE ESCLERÓCIO (Sclerotium rolfsii ) S. rolfsii)

8 OUTRAS DOENÇAS BACTÉRIAS MANCHA FOLIAR TRANSLÚCIDA (Pseudomonas syringae pv. maculicola) SARNA (Streptomyces scabies) MANCHA BACTERIANA (Pseudomonas cichorii (repolho/rs) MANCHAS FOLIARES (Xanthomonas campestris / diversos pv.) VÍRUS MOSAICO DO NABO (TuMV nabo, repolho, couve, couve-bruxelas, mostarda) MOSAICO DA COUVE-FLOR (CaMV) MOSAICO LATENTE DA COUVE (CoLV) NEMATOIDES GALHAS (M. incognita e M. javanica)

9 PODRIDÃO NEGRA Xanthomonas campestris pv. campestris

10 SINTOMAS INFECÇÃO LOCALIZADA - LESÕES AMARELAS - FORMA DE V VÉRTICE VOLTADO PARA O CENTRO DA FOLHA INFECÇÃO SISTÊMICA - VASOS CAULES E FOLHAS NEGROS - FOLHA AMARELECIMENTO - PLANTA ENFEZAMENTO, APODRECIMENTO

11 PODRIDÃO NEGRA Xanthomonas campestris pv. campestris

12 CONDIÇÕES FAVORÁVEIS ALTAS TEMPERATURAS ( 28ºC) E UMIDADE SOBREVIVÊNCIA SEMENTES RESTOS DE CULTURA HOSPEDEIROS ALTERNATIVOS (CULTIVADOS / INVASORES) DISSEMINAÇÃO SEMENTES ÁGUA (ÁGUA, IRRIGAÇÃO) TRATOS CULTURAIS / HOMEM

13 MANEJO SEMENTES SADIAS OU TRATADAS (TÉRMICO OU ANTIBIÓTICOS) ELIMINAR RESTOS DE CULTURAS, PLANTAS VOLUNTÁRIAS E DANINHAS ROTAÇÃO DE CULTURAS HÍBRIDOS MAIS RESISTENTES

14 PODRIDÃO MOLE Pectobacterium carotovorum subsp. carotovorum

15 Foto: Gerald Holmes Foto: Paul Bachi Foto: Paul Bachi

16 SINTOMAS AMOLECIMENTO DOS TECIDOS EXSUDAÇÃO DE ODOR FÉTIDO MURCHA E APODRECIMENTO

17 Colônias de Pectobacterium sp. em meio 523 Imagem: Daniela Coqueiro

18 CONDIÇÕES FAVORÁVEIS UMIDADE E TEMPERATURAS ALTAS, PRESENÇA DE FERIMENTOS, ADUBAÇÃO EXCESSIVA C/ N E DEFICIENTE EM CA E B SOBREVIVÊNCIA SAPROFITICAMENTE EM RESTOS DE CULTURA PENETRAÇÃO FERIMENTOS E ABERTURAS NATURAIS (ESTÔMATOS E HIDATÓDIOS) DISSEMINAÇÃO MUDAS CONTAMINADAS RESPINGOS ÁGUA CHUVA OU IRRIGAÇÃO, TRATOS CULTURAIS, INSETOS

19 MANEJO EVITAR FERIMENTOS DURANTE OS TRATOS CULTURAIS EQUILIBRAR A ADUBAÇÃO NITROGENADA E A ADUBAÇÃO COM BORO FAZER ROTAÇÃO DE CULTURAS COM GRAMÍNEAS NAS ÁREAS AFETADAS CONTROLAR OS INSETOS PLANTAR CULTIVARES E/OU HÍBRIDOS RESISTENTES

20 MANCHA DE ALTERNARIA Alternaria brassicae, A. brassicicola e A. raphani

21 David B. Langston T.A. Zitte Fonte: LPV, ESALQ/USP

22 SINTOMAS LESÕES CIRCULARES CONCÊNTRICAS HALO CLORÓTICO EM SEMENTEIRA: NECROSE DO COTILÉDONE E HIPOCÓTILO DAMPING OFF

23 Spores of Alternaria brassicae. Photo Source: Dick Gabrielson

24 CONDIÇÕES FAVORÁVEIS UMIDADE ALTA (9 H DE ÁGUA LIVRE) TEMPERATURAS ENTRE 23 A 25 0 C SOBREVIVÊNCIA SEMENTES, RESTOS DE CULTURA PLANTAS VOLUNTÁRIAS DE CRUCÍFERAS

25 MANEJO SEMENTES SADIAS OU TRATADAS ROTAÇÃO DE CULTURAS ELIMINAÇÃO DE RESTOS CULTURAIS CONTROLE QUÍMICO RESISTÊNCIA (COUVE-CHINESA)

26 PODRIDÃO DE ESCLEROTINIA Sclerotinia sclerotiorum (Whetzelinia sclerotiorum) Yuan-Min Shen Cynthia M. Ocamb Gerald Holmes

27 Oregon State University Plant Clinic Robert Wick

28 PODRIDÃO DE ESCLEROTINIA Sclerotinia sclerotiorum (Whetzelinia sclerotiorum) SINTOMAS APODRECIMENTO TECIDOS INFECTADOS CRESCIMENTO MICELIAL BRANCO, COTONOZO ESCLERÓDIOS GRANDES E NEGROS (INTERNOS E EXTERNOS)

29 PODRIDÃO DE ESCLEROTINIA Sclerotinia sclerotiorum (Whetzelinia sclerotiorum) Apotécios Micélio e Escleródios

30 CONDIÇÕES FAVORÁVEIS ALTA UMIDADE RELATIVA TEMPERATURA AMENA (15-20ºC) RESÍDUOS ORGÂNICOS 30

31 SOBREVIVÊNCIA ESCLERÓDIOS (ATÉ 10 ANOS) PLANTAS HOSPEDEIRAS ( 400 ESPÉCIES) PENETRAÇÃO ASCÓSPOROS PARTE AÉREA MICÉLIO COLO, FOLHAS BAIXEIRAS DISSEMINAÇÃO SEMENTES: ESCLERÓDIOS/ INFECÇÃO MICÉLIO IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS

32 MANEJO ROTAÇÃO ESPÉCIES NÃO SUSCETÍVEIS ELIMINAÇÃO DE RESTOS CULTURAIS FUNGICIDA SULCO FUNGOS ANTAGONISTAS/ EVITAR IRRIGAÇÃO ASPERSÃO

33 HÉRNIA Plasmodiophora brassicae

34 SINTOMAS REBOLEIRAS FORMAÇÃO DE GALHAS NAS RAÍZES (MAIORES QUE Meloidogynes) SUBDESENVOLVIMENTO E MURCHA DA PLANTA (NAS HORAS MAIS QUENTES DO DIA) PARTE AÉREA: ENFEZAMENTO, DEFICIÊNCIAS NUTRICIONAIS, MURCHA, AMARELECIMENTO MORTE

35 HÉRNIA Plasmodiophora brassicae Magnification: x510 when printed 10cm wide.

36 CONDIÇÕES FAVORÁVEIS FRIO (18ºC à 25ºC) E ÚMIDO SOLOS ÚMIDOS E ÁCIDOS ***ESPOROS RESISTÊNCIA 7 ANOS

37 7 RAÇAS FISIOLÓGICAS HOSPEDEIROS 300 ESPÉCIES (BRÁSSICAS E OUTRAS) NÃO HOSPEDEIRO: CENOURA, BETERRABA.. CICLO DA DOENÇA ALTA UMIDADE RELATIVA, TEMPERATURAS AMENAS (20º A 25ºC) E SOLOS ÁCIDOS

38 MANEJO ROTAÇÃO DE CULTURAS ELIMINAÇÃO DE PLANTAS DANINHAS E VOLUNTÁRIAS MUDAS SADIAS RESISTÊNCIA BOM PREPARO DE SOLO E ADUBAÇÃO

39 FERRUGEM BRANCA Albugo candida

40 SINTOMAS INFECTA MOSTARDA, NABO, RABANETE E RÚCULA DISTORÇÕES E AMARELECIMENTO MANCHAS AMARELADAS NAS FOLHAS CORRESPONDENDO NA FACE INFERIOR A PÚSTULA ESBRANQUIÇADA EM SEMENTEIRA: NECROSE DO COTILÉDONE E HIPOCÓTILO DAMPING OFF

41 FERRUGEM BRANCA Albugo candida

42 CONDIÇÕES FAVORÁVEIS BAIXA TEMPERATURA: 10-20ºC ALTA UMIDADE/ ÁGUA LIVRE (MOLHAMENTO FOLIAR) SOBREVIVÊNCIA HOSPEDEIROS ALTERNATIVOS (CULTURAS E INVASORAS) RESTOS CULTURAIS (TIRAR CRUCÍFERAS)

43 MANEJO ELIMINAR HOSPEDEIROS ALTERNATIVOS DESTRUIÇÃO DE RESTOS CULTURAIS LOCAL/ÉPOCA DE CULTIVO FUNGICIDAS PROTETORES E IMUNIZANTES/ CURATIVOS

44 MÍLDIO Peronospora parasitica Scot Nelson Valmir Duarte

45 MÍLDIO Peronospora parasitica SINTOMAS SEMENTEIRAS/ VIVEIROS MUDAS COTILEDONES SUPERIOR PONTOS NECRÓTICOS INFERIOR LESÕES COTONOSAS FOLHAS FACE ADAXIAL: LESÕES AMARELAS/ CLORÓTICAS NECRÓTICAS FACE ABAXIAL: LESÕES COTONOSAS/ BRANCAS

46 Jason Brock

47 CONDIÇÕES FAVORÁVEIS BAIXAS TEMPERATURAS (10-15ºC) UMIDADE ALTA ESTANDE ELEVADO SOBREVIVÊNCIA OÓSPOROS (RESISTÊNCIA) PLANTAS HOSPEDEIRAS (CULTIVADAS E INVASORAS) SEMENTES

48 PENETRAÇÃO ESTOMATOS DISSEMINAÇÃO ÁGUA (CHUVA, IRRIGAÇÃO) VENTO SEMENTES E MUDAS INFECTADAS

49 MANEJO SEMENTES E MUDAS TRATADAS ROTAÇÃO DE CULTURAS / ESPÉCIES NÃO SUSCETÍVEIS ELIMINAÇÃO RESTOS CULTURA INFECTADOS MUDAS SADIAS FUNGICIDAS

50 BRÁSSICAS: OCORRÊNCIA DAS DOENÇAS EM ESPÉCIES/ VARIEDADES DOENÇA REPOLHO COUVE- FLOR AGRIÃO COUVE BRÓCOLIS RÚCULA PODRIDÃO NEGRA PODRIDÃO MOLE MANCHA ALTERNARIA PODRIDÃO ESCLEROTÍNIA HÉRNIA SI FERURGEM BRANCA + + SI Legenda: MÍLDIO Pouco frequente ++ Frequente +++ Muito frequente - Não ocorre SI Sem informação

51 DOENÇA RABANE TE NAB O MOSTARD A COUVE BRUXELA S COUVE- TRONCHU DA COUVE- RÁBANO COUVE- CHINESA PODRIDÃO NEGRA ++ SI SI ++ SI SI ++ PODRIDÃO MOLE - + SI SI SI MANCHA ALTERNARIA SI - ++ PODRIDÃO ESCLEROTÍNIA BRÁSSICAS: OCORRÊNCIA DAS DOENÇAS EM ESPÉCIES/ VARIEDADES HÉRNIA SI FERURGEM BRANCA + SI SI + SI + ++ MÍLDIO + + SI + SI + ++ Legenda: + Pouco frequente ++ Frequente +++ Muito frequente - Não ocorre

52 BRÁSSICAS: MANEJO DE DOENÇAS RESISTÊNCIA (TABELAS) FUNGICIDAS (TABELAS) ESCOLHA LOCAL E ÉPOCA SEMENTES E MUDAS SADIAS/ TRATADAS ELIMINAÇÃO DE RESTOS CULTURAIS ROTAÇÃO DE CULTURA (RESISTENTES/NÃO HOSPEDEIRAS) ROGUING = ELIMINAÇÃO DE PL. DOENTES IRRIGAÇÃO: EVITAR ASPERSÃO CULTIVO PROTEGIDO AERAÇÃO CALAGEM/ ADUBAÇÃO EQUILIBRADA EVITAR FERIMENTOS ESTANDE ADEQUADO BARREIRAS FÍSICAS SOLARIZAÇÃO PÓS-COLHEITA/ EMBALAGEM (T~4ºc)

53 BRÁSSICAS: RESISTÊNCIA DOENÇA REPOLHO COUVE- FLOR AGRIÃO COUVE BRÓCOLIS RÚCULA PODRIDÃO NEGRA S S - - S - PODRIDÃO MOLE N N N N N N MANCHA ALTERNARIA N N N N N N PODRIDÃO ESCLEROTÍNIA N N N N N N HÉRNIA S S - N S N FERURGEM BRANCA N N N N N N MÍLDIO N N N N N N Legenda: S- resistência conhecida e N resistência não conhecida

54 BRÁSSICAS: RESISTÊNCIA DOENÇA RABANETE NABO MOSTARDA COUVE BRUXELAS COUVE- TRONCHUDA COUVE- RÁBANO COUVE- CHINESA PODRIDÃO NEGRA N N N PODRIDÃO MOLE N N N N N N N MANCHA ALTERNARIA PODRIDÃO ESCLEROTÍNIA N N N N N N N HÉRNIA N S FERURGEM BRANCA N N N N N N N MÍLDIO N N N N N N N Legenda: S- resistência conhecida e N resistência não conhecida

55 BRÁSSICAS: MANEJO DE DOENÇAS RESISTÊNCIA (TABELAS) FUNGICIDAS (TABELAS) ESCOLHA LOCAL E ÉPOCA SEMENTES E MUDAS SADIAS/ TRATADAS ELIMINAÇÃO DE RESTOS CULTURAIS ROTAÇÃO DE CULTURA (RESISTENTES/NÃO HOSPEDEIRAS) ROGUING = ELIMINAÇÃO DE PL. DOENTES IRRIGAÇÃO: EVITAR ASPERSÃO CULTIVO PROTEGIDO AERAÇÃO CALAGEM/ ADUBAÇÃO EQUILIBRADA EVITAR FERIMENTOS ESTANDE ADEQUADO BARREIRAS FÍSICAS SOLARIZAÇÃO PÓS-COLHEITA/ EMBALAGEM (T~4ºc)

56 BRÁSSICAS: FUNGICIDAS REGISTRADOS I.a. Azoxistrobina Produto Comercial Amistar WG Vantigo Alvo Mancha de alternaria Cultura Couve-flor Boscalida Cantus Cercosporiose Mostarda Casugamicina Kasumin Septoriose Ciazofamida Cloridrato de propamocarbe + fluopicolida Difenoconazol Hanami Ranman Mancha de cercóspora Hérnia Agrião, brócolis, couve, couve-bruxelas, couve-chinesa, couve-flor, mostarda, repolho, rúcula Nabo, rabanete Brócolis, couve-chinesa, couve-flor, repolho Infinito Míldio Brócolis, couve, couve-chinesa, couveflor, repolho Flare Score Mancha de alternaria Couve-flor

57 BRÁSSICAS: FUNGICIDAS REGISTRADOS I.a. Produto Comercial Alvo Cultura Flutriafol Tenaz 250 SC Mancha de alternaria Nabo, rabanete Mancozebe Mancozebe + Oxicloreto de cobre Dithane NT Mancozeb Sipcam Manzate 800 Cuprozeb Mancha de alternaria e míldio Mancha de alternaria e míldio Mancha de alternaria e míldio Míldio Mancha de alternaria Míldio Chumbinho Brócolis, couve, couve-flor, repolho Brócolis, couve, couve-flor, repolho Couve, couve-flor, repolho Brócolis Brócolis, couve, couve-flor, repolho Brócolis, couve, couve-flor, repolho Repolho Mandipropamid a Revus Míldio Brócolis, couve, couve-flor Metalaxil-M + Clorotalonil Ridomil Gold Bravo Míldio Repolho Oxicloreto de cobre Cupravit Azul BR Ferrugem branca Mancha de alternaria Míldio Brócolis, couve, couve-flor, nabo, repolho

58 BRÁSSICAS: FUNGICIDAS REGISTRADOS POR CULTURA Cultura I.a. Produto Comercial Alvo Agrião Brócolis Casugamicina Kasumin Septoriose (Septoria lactucae) Dimetomorfe Forum Tombamento (Pythium aphanidermatum) Casugamicina Kasumin Septoriose (Septoria lactucae) Ciazofamida Hanami, Ranman Hérnia (Plasmodiophora brassicae) Cloridrato de propamocarbe + fluopicolida Mancozebe Mancozebe + Oxicloreto de cobre Infinito Dithane NT e Mancozebe Sipcam, Manzate 800 Cuprozeb Míldio (Peronospora parasítica) Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) e Míldio (Peronospora parasítica) Míldio (Peronospora parasítica) Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) e Míldio (Peronospora parasítica) Mandipropamida Revus Míldio (Peronospora parasítica) Oxicloreto de cobre Cupravit Azul BR Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) e Míldio (Peronospora parasítica)

59 BRÁSSICAS: FUNGICIDAS REGISTRADOS POR CULTURA Cultura I.a. Produto Comercial Alvo Couve Casugamicina Kasumin Septoriose (Septoria lactucae) Cloridrato de propamocarbe + fluopicolida Infinito Míldio (Peronospora parasítica) Enxofre Sulficamp Oídio (Erysiphe polygoni) Mancozebe Mancozebe + Oxicloreto de cobre Dithane NT, Mancozebe Sipcam, Manzate 800 Cuprozeb Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) e Míldio (Peronospora parasítica) Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) e Míldio (Peronospora parasítica) Mandipropamida Revus Míldio (Peronospora parasítica) Couvebruxelas Oxicloreto de cobre Cupravit Azul BR Ferrugem branca (Albugo cândida), Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) e Míldio (Peronospora parasítica) Casugamicina Kasumin Septoriose (Septoria lactucae)

60 BRÁSSICAS: FUNGICIDAS REGISTRADOS POR CULTURA Cultura I.a. Produto Comercial Alvo Couvechinesa Couveflor Casugamicina Kasumin Septoriose (Septoria lactucae) Ciazofamida Hanami, Ranman Hérnia (Plasmodiophora brassicae) Cloridrato de propamocarbe + fluopicolida Azoxistrobina Infinito Amistar WG, Vantigo Míldio (Peronospora parasítica) Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) Casugamicina Kasumin Septoriose (Septoria lactucae) Ciazofamida Hanami, Ranman Hérnia (Plasmodiophora brassicae) Cloridrato de propamocarbe + fluopicolida Infinito Míldio (Peronospora parasítica) Difenoconazol Flare, Score Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) Mancozebe Mancozebe + Oxicloreto de cobre Dithane NT, Mancozebe Sipcam, Manzate 800 Cuprozeb Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) e Míldio (Peronospora parasítica) Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) e Míldio (Peronospora parasítica)

61 BRÁSSICAS: FUNGICIDAS REGISTRADOS POR CULTURA Cultura I.a. Produto Comercial Alvo Couveflor Mostard a Nabo Rabanet e Mandipropamida Revus Míldio (Peronospora parasítica) Oxicloreto de cobre Cupravit Azul BR Ferrugem branca (Albugo cândida), Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) e Míldio (Peronospora parasítica) Boscalida Cantus Cercosporiose (Cercospora brassicicola) Casugamicina Kasumin Septoriose (Septoria lactucae) Casugamicina Kasumin Mancha de cercóspora (Cercospora beticola) Flutriafol Tenaz 250 SC Mancha de alternaria (Alternaria spp.) Oxicloreto de cobre Cupravit Azul BR Ferrugem branca (Albugo cândida), Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) e Míldio (Peronospora parasítica) Casugamicina Kasumin Mancha de cercóspora (Cercospora beticola) Flutriafol Tenaz 250 SC Mancha de alternaria (Alternaria spp.)

62 BRÁSSICAS: FUNGICIDAS REGISTRADOS POR CULTURA Cultura I.a. Produto Comercial Alvo Repolho Rúcula Casugamicina Kasumin Septoriose (Septoria lactucae) Ciazofamida Hanami, Ranman Hérnia (Plasmodiophora brassicae) Cloridrato de propamocarbe + fluopicolida Infinito Míldio (Peronospora parasítica) Enxofre Sulficamp Oídio (Erysiphe polygoni) Mancozebe Mancozebe + Oxicloreto de cobre Dithane NT, Mancozebe Sipcam, Manzate 800 Cuprozeb Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) e Míldio (Peronospora parasítica) Chumbinho (Mycosphaerella brassicicola) Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) Míldio (Peronospora parasítica) Metalaxil-M + Clorotalonil Ridomil Gold Bravo Míldio (Peronospora parasítica) Oxicloreto de cobre Cupravit Azul BR Ferrugem branca (Albugo cândida), Mancha de alternaria (Alternaria brassicae) e Míldio (Peronospora parasítica) Casugamicina Kasumin Septoriose (Septoria lactucae) Dimetomorfe Forum Tombamento (Pythium aphanidermatum)

63 BRÁSSICAS: MANEJO DE DOENÇAS RESISTÊNCIA (TABELAS) FUNGICIDAS (TABELAS) ESCOLHA LOCAL E ÉPOCA SEMENTES E MUDAS SADIAS/ TRATADAS ELIMINAÇÃO DE RESTOS CULTURAIS ROTAÇÃO DE CULTURA (RESISTENTES/NÃO HOSPEDEIRAS) ROGUING = ELIMINAÇÃO DE PL. DOENTES IRRIGAÇÃO: EVITAR ASPERSÃO CULTIVO PROTEGIDO AERAÇÃO CALAGEM/ ADUBAÇÃO EQUILIBRADA EVITAR FERIMENTOS ESTANDE ADEQUADO BARREIRAS FÍSICAS SOLARIZAÇÃO PÓS-COLHEITA/ EMBALAGEM (T~4ºc)

64 DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS/ DOENÇAS NÃO INFECCIOSAS DEFICIÊNCIAS NUTRICIONAIS BORO (B): TALO OCO, NECROSADO MOLIBDÊNIO (Mo): MORTE ÁPICE, DEFORMAÇÃO FOLIAR, CHICOTE CÁLCIO (Ca): QUEIMA TOPO/ TECIDOS JOVENS

65 DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS/ DOENÇAS NÃO INFECCIOSAS TALO OCO CRESCIMENTO RÁPIDO, TEMPERATURA ALTA, ALTO TEOR DE NITROGÊNIO DEFICIÊNCIA DE Ca ALTERAÇÕES TAMANHO/ COR CABEÇA COUVE-FLOR ELEVADA TEMPERATURA

66 DIAGNOSE:DOENÇAS DO ALFACE J.O. MENTEN ESALQ/USP Piracicaba SP Monitora: Ticyana Banzato SETEMBRO 2016

67 Alface Área plantada de hortaliças: 800 mil ha; Consumo per capita: 1kg Com alface: 39 mil ha; Produção média: 576 mil t Alface crespa: 53% do mercado (SP capital); US$ ,00 = venda de sementes alface crespa em 2009 = 11t de sementes nuas Fonte: Revista Horticultura Brasileira. vol.30 no.2.jun/2012

68 Alface Cultivo hidropônico com alface: Piedade e Ibiúna-SP: cerca de 300 hectares. Variedades produzidas no país: Crespa Lisa Americana Mimosa Romana Vermelha Fonte: Revista Horticultura Brasileira. vol.30 no.2.jun/2012

69 Regiões / Produção toneladas São Paulo Rio de Janeiro Minas Gerais Rio Grande do Sul Paraná Outros Brasil Fonte: IBGE 2006

70 PRINCIPAIS CIDADES PRODUTORAS - SP 1. SOROCABA 3946 ha 2. MOGI DAS CRUZES 3834 ha 3. SÃO PAULO 624,1 ha 4. SÃO JOÃO DA BOA VISTA 380,8 ha 5. CAMPINAS 293,5 ha 6. BRAGANÇA PAULISTA 269,7 ha PRODUÇÃO PAULISTA: 10,7 mil hectares 14,4 milhões engr/9dz Fonte: IEA/CATI SAAESP, 2014

71 Principais doenças Vira cabeça Podridão do Colo e Raízes Míldio Mancha de Cercospora Mofo Branco Podridão Negra das Raízes

72 VIRA CABEÇA Tospovírus Sintomas: Subdesenvolvimento acentuado, bronzeamento e manchas marrons necróticas

73 VIRA CABEÇA Tospovírus Tomato spotted wilt virus TSWV Tospovirus partículas esféricas Ampla gama de hospedeiros Transmitido por tripes de maneira persistente (Thrips tabaci / Frankliniella occidentalis)

74 MANEJO Sementes de boa qualidade Eliminação plantas daninhas Uso armadilhas adesivas (amarelo: pulgões; azul, branco: tripes) / Pintura sombrite / Casca arroz

75 PODRIDÃO DO COLO E RAÍZES Rhizoctonia solani

76 PODRIDÃO DO COLO E RAÍZES Rhizoctonia solani Sintomas: Lesões necróticas no colo plantas e podridão raízes Pecíolos atacados: micélio vigoroso e pequenos escleródios de coloração parda

77 PODRIDÃO DO COLO E RAÍZES Rhizoctonia solani Fungo habitante solo Condições Favoráveis: Alta umidade Alta temperatura (25-27ºC)

78 MANEJO Medidas Preventivas: Sementes, substratos, água de boa qualidade Mudas sadias Nutrição equilibrada Eliminação restos culturais e plantas doentes Evitar encharcamento Uso de cultivares resistentes (quando disponíveis)

79 Míldio Bremia lactucae

80 Míldio Bremia lactucae SINTOMAS: Lesões cloróticas angulosas na face superior folhas Posteriormente necróticas, presença esporângios e esporangióforos / face inferior

81 Míldio Bremia lactucae Condições Favoráveis: Alta umidade relativa Temperatura amena Áreas baixada sujeitas à orvalho e cerração

82 MANEJO Medidas Preventivas: Mudas, sementes, substratos e água de boa qualidade; Nutrição equilibrada boa drenagem; Eliminação restos culturais e plantas doentes Uso de cultivares resistentes (quando disponíveis) Manejo químico: Mandipropamid Fenamidona Ciazofamida

83 Mancha de Cercospora Cercospora longissima

84 Mancha de Cercospora Cercospora longissima SINTOMAS Manchas foliares marrons, circulares ou irregulares, centro acinzentado (ausência corpo frutificação / conídios longos, hialinos) Início: folhas velhas

85 Mancha de Cercospora Cercospora longissima Condições Favoráveis: Alta umidade Temperatura 25ºC

86 MANEJO Medidas Preventivas: Sementes, substratos, água de boa qualidade; Mudas sadias; Nutrição equilibrada; Eliminação restos culturais e plantas doentes; Evitar encharcamento; Uso de cultivares resistentes (quando disponíveis).

87 MOFO BRANCO Sclerotinia sclerotiorum

88 MOFO BRANCO Sclerotinia sclerotiorum SINTOMAS Apodrecimento do caule e da base das folhas Crescimento cotonoso de micélio branco e a presença de escleródios

89 MANEJO Medidas Preventivas: Adubação balanceada - Nitrogênio Evitar o excesso de umidade Rotação de cultura Controle biológico Trichoderma Controle químico preventivo

90 PODRIDÃO NEGRA DAS RAÍZES Thielaviopsis basicola

91 PODRIDÃO NEGRA DAS RAÍZES Thielaviopsis basicola SINTOMAS Inicialmente aparecem manchas escuras nas raízes; Com o avanço da doença, as raízes laterais apodrecem; Ocorre redução do crescimento e murcha nas horas mais quentes do dia.

92 PODRIDÃO NEGRA DAS RAÍZES Thielaviopsis basicola Dois tipos de esporos: Clamidósporo, pode permanecer dormente no solo de três a cinco anos. Conídio, facilmente transportado pelo vento.

93 MANEJO Sementes, substratos, água de boa qualidade; Mudas sadias; Eliminação restos culturais e plantas doentes; Evitar encharcamento; Variedades resistentes = as principais variedades do tipo lisa e americana cultivadas no Brasil são suscetíveis, enquanto que as do tipo crespa são resistentes.

94 DOENÇAS DO ALHO E CEBOLA Prof: José Otávio Machado Menten Monitora: Ticyana Carone Banzato SETEMBRO DE 2016

95 Alho e cebola no Brasil Alho Cebola Produção (mil t) Área (ha) Rendimento (t/ha) 10,7 28,0 Consumo (kg/hab/ano) 0,48 3,2 Fonte: IBGE 2014

96 Cebola no Brasil Principais Estados Produtores de Cebola: Hectares Santa Catarina Rio Grande do Sul Bahia Paraná São Paulo Minas Gerais Pernambuco Fonte: IBGE 2014

97 Alho no Brasil Principais Estados Produtores de Alho: Hectares Rio Grande do Sul Santa Catarina Goiás Minas Gerais Bahia 570 Paraná 448 Distrito Federal 354 Espírito Santo 89 Fonte: IBGE 2014 São Paulo 8

98 Principais doenças fúngicas

99 , Mancha púrpura (Queima das folhas) - Alternaria porri Ocorre praticamente em todas as regiões Danos produção de até 70% UR e Tº (21 a 30ºC) Danos: Produção e conservação bulbos Produção sementes de cebola

100

101 Podridão branca Sclerotium cepivorum Cosmopolita, destrutiva e muito importante Allium Importante regiões serranas SP, MG, RS Danos de até 100% UR solo e TºC (10-20ºC )

102

103 Raízes rosadas - Pyrenochaeta terrestris Várias regiões do Brasil cebola Redução de 60 a 80% peso dos bulbos UR solo e Tº (24 a 28ºC)

104

105 Mal de sete voltas (Antracnose foliar) Colletotrichum gloeosporioides f.sp cepae Canteiro até colheita e armazenamento cebola Danos de 80 a 100% UR solo e Tº (24 a 29ºC)

106 Ferrugem - Puccinia porri (P.allii) Importante para alho e cebolinha UR (>90 %) e Tº (15 a 20ºC)

107

108 Míldio - Peronospora destructor Importância varia com o clima cebola (Sul) UR ar (> 80 % e T 12ºC), dias nublados e com formação de neblina

109

110 Queima das pontas Botrytis squamosa Uma das mais importantes no Brasil diagnóstico difícil UR (> 75 %) e TºC (20-25 ºC) Ferimentos tripes, queimaduras de sol e míldio

111

112

113 Escleródios

114 Podridão basal (Fusariose) Fusarium oxysporum f.sp cepae Importante no armazenamento e trânsito UR e TºC (15 a 30ºC)

115

116 Fusarium culmorum

117 Antracnose da cebola branca Colletotrichum circinans Comum Europa, Inglaterra, EUA, Japão e Argentina Brasil cvs. bulbos coloridos resistentes Danos canteiros de mudas Alta umidade, ampla faixa temperatura

118 Tombamento ou damping-off C. circinans, C. gloeosporioides, F. oxysporum, Pythium, Phytophthora, R. solani Difícil controle Danos mudas em canteiros ou falhas stand

119 Murcha de Phytophthora em cebola Phytophthora nicotianae 2003 Monte Alto (SP) Prejuízos de até 70% Ambientes encharcados, com água livre Mercedes, Princesa e Duquesa maiores danos

120 Principais doenças bacterianas

121 Podridão bacteriana (Podridão mole) Pectobacterium carotovorum subsp. carotovorum Doença de armazenamento cebola até 100% perdas 20-30ºC, alta UR (100 %)

122

123 Podridão bacteriana da escama Burkholderia cepacia Condições de armazenamento Infecção inicia-se no campo 5 a 50 % perdas Temperatura o C, alta umidade

124 Principais doenças viróticas

125 Mosaico em faixas, nanismo amarelo, crespeira Onion yellow dwarf virus (OYDV) Potyvirus Principal cebola (alho complexo viral)

126

127 Mosaico do alho Diversos vírus isoladamente ou associação Propagação vegetativa acúmulo e perpetuação Principais espécies Potyvirus

128 Principais doenças causadas por nematóides

129 Galhas radiculares Meloidogyne incognita, M. javanica Solos leves, alta temperatura Brasil não é muito comum

130 Nematóide do caule e bulbo Ditylenchus dipsaci Brasil cebola em sucessão ao alho Bulbos infectados mais leves e sujeitos ao apodrecimento

131 NEMA WOOL

132

133

134 Doenças de pós-colheita

135 Aspergillus niger Penicillium corymbiferum

136 Penicillium corymbiferum

137 DOENÇAS DO ALHO E CEBOLA Manejo: Eliminação de hospedeiros/ Rotação de cultura Resistência Local/ Ambiente/ Solos bem drenados Material de propagação sadios / adequadamente tratados Estande Adubação equilibrada Tratamento do solo: Solarização Defensivos

138 Defensivos registrados

139 Alternaria porri Alho Cebola metiram x azoxistrobina x x azoxistrobina + difenoconazol x Bacillus pumilus (biológico) x Bacillus subtilis linhagem QST 713 x Boscalida x x bromuconazol x x captana x cimoxanil + famoxadona x ciprodinil x clorotalonil x difenoconazol x x folpete x iprodiona + pirimetanil x iprodiona x

140 Alternaria porri mancozebe metconazol Alho Cebola x x metiram + piraclostrobina x x oxicloreto de cobre x x piraclostrobina x x pirimetanil x procimidona x procloraz x propiconazol x propinebe x Sulfato tribásico de Cobre x tebuconazol + trifloxistrobina x tebuconazol x x famoxadona + mancozebe x mancozebe + oxicloreto de cobre x x

141 captana procimidona Botrytis cinerea Alho Cebola x x Botrytis squamosa captana mancozebe Alho Cebola x x Colletotrichum circinans Alho Cebola oxicloreto de cobre x x tiofanato-metílico x Colletotrichum gloeosporioides Alho Cebola Folpete x oxicloreto de cobre x tiofanato-metílico x x Peronospora destructor mancozebe + oxicloreto de cobre oxicloreto de cobre mancozebe captana Alho Cebola x x x x

142 Manejo de Doenças Infecciosas de Plantas Introdução de antagonistas SELEÇÃO DE MICRORGANISMOS ANTAGÔNICOS EFICIENTES MULTIPLICAÇÃO DO ANTAGÔNICO APLICAÇÃO NO CAMPO SOLO: INTENSIFICAR ATIVIDADE MICROBIANA ROTAÇÃO DE CULTURA MATÉRIA ORGÂNICA ph FAVORÁVEL A ANTAGONISTAS TRATAMENTO DE SEMENTES/ MATERIAIS DE PROPAGAÇÃO Obrigado! PÓS COLHEITA J.O. Menten [email protected] PRODUTO COMERCIAL: Trichoderma

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