BACTÉRIAS FITOPATOGÊNICAS
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- Branca Flor Maranhão Stachinski
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1 BACTÉRIAS FITOPATOGÊNICAS
2 GÊNEROS GÊNEROS LOCAL LOCAL Mobilidade Mobilidade Sintomas Sintomas Xyllela Xyllela (-) vascular vascular átrica átrica CVC CVC Agrobacterium Agrobacterium (-) solo solo monotríquia monotríquia Galhas, raiz Galhas, raiz em cabeleira em cabeleira Erwinia Erwinia solo solo peritríquia peritríquia Podridões, Podridões, Erwinia Erwinia (-) solo solo vascular vascular peritríquia peritríquia Podridões, Podridões, murcha murcha Pseudomonas Pseudomonas (-) Parte Parte aérea aérea lofotríquia lofotríquia Manchas Manchas foliares foliares Xanthomonas Xanthomonas (-) Parte Parte aérea aérea monotríquia monotríquia Manchas,cancro, Manchas,cancro, Clavibacter Clavibacter (+) (+) vascular vascular átrica átrica Cancro, Cancro, raquitismo raquitismo
3 CICLO DAS RELAÇÕES PATÓGENO-HOSPEDEIRO - Sobrevivência - Disseminação - Infecção - Colonização - Reprodução
4 SOBREVIVÊNCIA - órgãos vegetais infectados (cancros, manchas foliares); Ex.: Xanthomonas axonopodis pv. citri; - restos culturais infectados (áreas de clima ameno); Ex.: Xanthomonas spp, Pseudomonas spp -no solo: Ralstonia solanacearum = solos úmidos e bem drenados; -sementes: INTERNA ou externamente;
5 SOBREVIVÊNCIA - fase epifítica: crescimento sobre o hospedeiro saudável e daninhas; - exsudados bacterianos; - vetores (Xylella fastidiosa);
6 DISSEMINAÇÃO - sementes (quantidade inóculo; clima no local de plantio); - órgãos vegetais infectados (mudas infectadas = Cancro cítrico; Erwinia em goiabeira;) - insetos (brocas nos solos; abelhas e vespas visitando inflorescências de banana); - chuva e vento; - tratos culturais: poda, desbrota;
7 INFECÇÃO -necessidade de umidade relativa alta, água em estado líquido e nutrientes sobre a superfície do órgão; - motilidade (flagelos): direcionamento; Penetração: - aberturas naturais: estômatos, hidatódios, lenticelas; - ferimentos:tratos culturais, desbrotas, podas, insetos, intempéries, abscisão órgãos;
8 Pseudomonas syringae por volta de um estômato de uma folha de cereja.
9 COLONIZAÇÃO E REPRODUÇÃO - espaços intercelulares; - feixes vasculares;
10 SINTOMATOLOGIA Invasão local Manchas foliares: no geral encharcadas, com halos cloróticos Pseudomonas syringae pv. tabaci
11 Xanthomonas campestris pv. campestris em repolho Penetração = hidatódios
12 SINTOMATOLOGIA Invasão local Galhas Agrobacterium tumefaciens Zambolim et al., Galhas em macieira e em roseira.
13 SINTOMATOLOGIA Invasão local Podridões moles Erwinia spp. (pectolíticas) Ambiente desfavorável Ambiente favorável
14 Invasão sistêmica SINTOMATOLOGIA Murcha Ralstonia solanacearum; Erwinia amylovora; - obstrução vasos, toxinas, tiloses.
15 SINTOMATOLOGIA Invasão sistêmica Seca dos ponteiros Erwinia amylovora Xanthomonas manihotis Fogo bacteriano em macieira. Zambolim et al., 2002.
16 PRINCIPAIS FITOBACTERIOSES NO BRASIL Cancro cítrico Clorose variegada citros Murcha das solanáceas Cancro bacteriano tomate Mancha bacteriana Canela preta Raquitismo soqueira Bacteriose goiabeira Bacteriose maracujá Galha da coroa Queima bacteriana alho Podridão negra crucíferas Enfezamento milho Xanthomonas axonopodis pv. citri Xyllela fastidiosa Ralstonia solanacearum Clavibacter michiganensis Xanthomonas vesicatoria Erwinia carotovora Clavibacter xyli subesp. xyli Erwinia psidii Xanthomonas campestris pv. passiflorae Agrobacterium tumefaciens Pseudomonas fluorescens Xanthomonas campestris pv. campestris Spiroplasma, fitoplasma
17 Cancro cítrico asiático ou cancrose A Xanthomonas axonopodis pv. citri
18 Cancro cítrico Xanthomonas axonopodis pv. citri
19 Cancro cítrico Xanthomonas axonopodis pv. citri Larva minadora: -Não dissemina; - ferimentos viáveis por 14 dias; - favoreceu disseminação por aerossóis Phyllocnistis citrella Erradicação em pomares - LEI
20 Manejo do Cancro cítrico - escolha do local de plantio; - uso de mudas sadias; - implantação de quebra-ventos arbóreos no pomar; - proteção das brotações novas com cúpricos; - controle da larva minadora; - inspeções freqüentes do pomar; - restringir o acesso de pessoas, veículos, máquinas;
21 CVC Xyllela fastidiosa - perdas: US$ 150 milhões por ano; - fonte inóculo: pomares velhos, matas beirando pomares; - transmissão: cigarrinhas (Acrogonia sp; Dilobopterus sp.); enxertia - colonização: xilema estresse hídrico murcha ramos - afeta absorção e distribuição nutrientes (Zn e K);
22 CVC Xyllela fastidiosa - frutos casca dura, tamanho reduzido; - amarelecimento variegado nas folhas (pontos escuros na face inferior); - definhamento da planta, morte de ponteiros (planta improdutiva);
23 Manejo da CVC - medidas gerais; - controle das cigarrinhas; - manejo de daninhas; - eliminação de plantas jovens (< 2 anos) afetadas ou plantas mostrando sintomas em frutos; - inspeções freqüentes e poda de ramos afetados (1m abaixo da última folha com sintomas); - tangelos: são altamente resistentes;
24 Xanthomonas e Xylella fastidiosa em ameixeira
25 Murcha das solanáceas - Ralstonia solanacearum - altas temperaturas, solos úmidos e ph < 7,0; - ataca centenas espécies vegetais; - sobrevivência no solo (declínio em solos orgânicos); - disseminação: tratos, solo, mudas; - penetração: raízes; ferimento; - teste do copo = diagnose;
26 Murcha das solanáceas - Ralstonia solanacearum - raízes não mostram sintomas; - descoloração vascular (base do caule); - nanismo, formação de raízes adventícias;
27 CONTROLE Murcha de Ralstonia Difícil = variabilidade, sobrevivência no solo e amplo número de espécies hospedeiras - escolha do local; - mudas sadias; - solarização (cultivos protegidos); - ROTAÇÃO DE CULTURAS (gramíneas) - eliminação de plantas doentes e das vizinhas (tratamento das covas com cal); - eliminação de plantas espontâneas; - evitar trânsito nos focos da doença; - reduzir a irrigação em área com o problema;
28 Galha da coroa - Agrobacterium tumefaciens - habitante solos; - infecta centenas de famílias: herbáceas e lenhosas; - penetra por ferimentos no colo, raízes e em locais de enxertia (roseiras); - colonização genética: plasmídio Ti; - disseminação: água e instrumentos corte; - sintomas reflexos: murcha, amarelecimento, enfezamento;
29 Galha da coroa - Agrobacterium tumefaciens
30 Sarna batata Streptomyces scabies - ataca batata, beterraba, cenoura, nabo, rabanete; - afeta tubérculos externamente: depreciação produto; - sobrevive no solo (saprofiticamente); - penetra por ferimentos, lenticelas; - disseminação: água, insetos, tubérculos (batata-semente) implementos, esterco mal curtido; - não ocorre em solos com ph < 5,0;
31 Streptomyces scabies: causador da sarna batata - micélio aéreo acinzentado; cadeias de esporos em espiral; - vantagem na colonização das lenticelas em solos + secos;
32 Lesões arredondadas, escuras, ao redor das lenticelas do tubérculo; formação de crosta corticosa; Confunde-se com a Sarna Pulverulenta (Spongospora subterranea) e rizoctoniose, e ainda com distúrbios fisiológicos
33 CONTROLE DA SARNA - plantio de batata-semente certificada; - rotação de culturas com gramíneas; - evitar o plantio de leguminosas; - não exagerar na calagem (ph = 5,5); - manejo adequado da irrigação, no período inicial da formação dos tubérculos;
34 Enfezamento milho - provocado por espiroplasmas e fitoplasmas: bactérias sem parede celular, habitantes do floema; -transmissão: cigarrinhas (Dalbulus maidis; D. elimatus); - milho safrinha = perpetuação inóculo; - sintomas: avermelhamento folhas; espigas menores; crescimento reduzido; perfilhamento; proliferação espigas;
35 Enfezamento milho Dalbulus maidis Enfezamento vermelho fitoplasma
36 Cancro bacteriano tomate Clavibacter michiganensis subesp. michiganensis - importante em tomate estaqueado: desbrota e tutoramento; - todos os órgãos são afetados, inclusive sementes; - sobrevive: restos culturais (solanáceas); - penetração: aberturas naturais, ferimentos; - colonização local e sistêmica;
37 Cancro bacteriano tomate Clavibacter michiganensis subesp. michiganensis - Infecção sistêmica via sementes;
38 Manejo do Cancro bacteriano do tomateiro - tratamento de sementes (extração e fermentação da polpa) - rotação de culturas (não solanáceas) - pulverização com cúpricos: evitar a disseminação - uso de variedades com nível de resistência - cuidados nos tratos culturais - eliminar plantas doentes, quando em baixo número - manusear focos por último; desinfestar equipamentos e estacas
39 Pinta Bacteriana Pseudomonas syringae pv. tomato - sérias perdas: redução área foliar; queda flores e frutos pequenos; desvalorização produto no comércio; - fonte inóculo: sementes, restos culturais, solanáceas; - disseminação: sementes, água de chuva/irrigação com ventos fortes; - penetra por ferimentos e aberturas naturais; - colonização: espaços intercelulares;
40 Pinta Bacteriana Pseudomonas syringae pv. tomato
41 Medidas gerais para o controle das doenças bacterianas - sementes e mudas sadias; - tratamento sementes; - escolha local e época plantio; - variedades resistentes; - manejo adubação, irrigação; - rotação de culturas; - erradicação plantas doentes (cancro cítrico); - controle biológico (galha das coroas); - controle químico (cúpricos, antibióticos);
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