ELECTROENCEFALOGRAMA. Hans Berger
|
|
|
- Lorenzo Bayer Braga
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 EEG Noções Básicas
2 ELECTROENCEFALOGRAMA Hans Berger
3 Uber das Elektroencephalogramm des Menschen. Arch Psych Nervenkrankheiten 87: ,1929
4 A história do EEG Hans Berger Anos 50/60- Idade de ouro Anos 70- Perdeu importância,tornou-se supérfluo com o advento da imageologia moderna Hoje-?
5 74 anos depois......um dinossauro no diagnóstico neurológico?
6
7 ELECTROENCEFALOGRAMA Registo da actividade eléctrica cerebral De que tipo? Como se faz? O que se vê? Para que serve? Como são gerados os potenciais eléctricos com origem no cérebro?
8 EEG - NOÇÕES BÁSICAS Sumário I. Como são gerados/modulados os potenciais registados pelo EEG? II. Como se registam esses potenciais? III. Como é um EEG normal de um adulto? IV. Que tipo de alterações pode ter um EEG?
9 IA.COMO SÃO GERADOS OS POTENCIAIS REGISTADOS NO EEG? Pelo fluxo de corrente extracelular resultante do somatório dos potenciais pós-sinapticos excitatórios e inibitórios, que ocorrem nas células piramidais corticais
10 Anatomia microscópica do córtex Neurónios densamente empacotados em diferentes laminas, com um arranjo em paralelo
11 Anatomia microscópica do córtex Extensas arborizações dendriticas com orientação apical que interdigitam com as células piramidais adjacentes
12 Electrofisiologia Os potenciais registados pelo EEG, correspondem à actividade das células piramidais das camadas II, III e IV (registos simultâneos intraneuronais e do EEG)
13 Electrofisiologia POTENCIAL DE ACÇÃO : curta duração A quantidade de membrana despolarizada é relativamente pequena
14 Electrofisiologia POTENCIAL PÓS-SINAPTICOS : maior duração associados a um maior envolvimento da membrana podem ser excitatórios (EPSP) ou inibitórios (IPSP) Responsáveis pelos potenciais registados no escalpe
15 Potencial pós-sinaptico Potencial pós-sinaptico excitatório (EPSP) Potencial pós-sinaptico inibitório (IPSP)
16
17 Potencial pós-sinaptico excitatório (EPSP)
18 Potencial pós-sinaptico excitatório (EPSP)
19 Potencial pós-sinaptico excitatório (EPSP)
20 Potencial pós-sinaptico excitatório (EPSP) _ +
21 Potencial pós-sinaptico inibitório (IPSP) + _
22
23
24
25 IA.COMO SÃO GERADOS OS POTENCIAIS REGISTADOS NO EEG? Pelo fluxo de corrente extracelular resultante do somatório dos potenciais pós-sinapticos excitatórios e inibitórios, que ocorrem nas células piramidais corticais
26 IB.COMO SÃO MODULADOS OS POTENCIAIS REGISTADOS NO EEG?
27 A amplitude dos potenciais registados depende: Amplitude dos potenciais neuronais Fluido extracelular, LCR, meninges, osso, músculo, escalpe... Sincronização dos potenciais Área de córtex envolvido ( 6 cm2) Orientação do dipolo produzido e da distância a que está a sua fonte
28 Se o dipolo não é exactamente perpendicular ao sulco, pode gerar um potencial com um campo longitudinal diminuindo a amplitude do potencial P = +/- (e/4π) Ω
29 IB.COMO SÃO MODULADOS OS POTENCIAIS REGISTADOS NO EEG? Embora os potenciais corticais sejam a fonte do EEG, as células da glia têm um papel importante na difusão e sincronização dos potenciais corticais.
30 IB.COMO SÃO MODULADOS OS POTENCIAIS REGISTADOS NO EEG? As células piramidais geram os potenciais registados, mas estes potenciais podem ser modulados por outras estruturas. Pensa-se que é desta modulação que resultam algumas das actividades rítmicas do EEG. A investigação continua nesta área...
31 IB.COMO SÃO MODULADOS OS POTENCIAIS REGISTADOS NO EEG? Os fusos do sono e outros ritmos são provavelmente gerados no tálamo e projectados para o córtex
32 O Pace-maker dos fusos: As células do núcleo reticular geram um ritmo espontâneo, que se propaga outras zonas do tálamo que se projectam para o córtex
33 IB.COMO SÃO MODULADOS OS POTENCIAIS REGISTADOS NO EEG? O SRAA e outras estruturas subcorticais têm também um papel modulador
34 II. COMO SE REGISTAM ESSES POTENCIAIS?
35 II. COMO SE REGISTAM ESSES POTENCIAIS? Gráfico amplitude do AMPLITUDE do potencial / TEMPO Amplitude Tempo
36 II. COMO SE REGISTAM ESSES POTENCIAIS? Conjunto de gráficos amplitude/tempo para melhorar a resolução espacial
37 SISTEMA INTERNACIONAL 10/20
38
39
40
41
42
43 II. COMO SE REGISTAM ESSES POTENCIAIS? Caixa de eléctrodos AD Filtros
44 II. COMO SE REGISTAM ESSES POTENCIAIS? Amplificador diferencial Sinal A Sinal A - B Sinal B
45
46
47
48
49
50
51 AV
52
53
54 MONTAGENS
55 TÉCNICAS de LOCALIZAÇÃO -60µV -80µV -100µV A B C D A -B = -80 -(-100) = + 20 B - C = (-80) = - 20 C - D = -80 -(-60) = - 20
56 TÉCNICAS de LOCALIZAÇÃO -60µV -80µV -100µV A B C D A -R = = -80 B -R = = -100 C -R = = -80 D -R = = -60 R = 0µV
57
58
59
60
61 ELECTROENCEFALOGRAMA O que se vê?
62 ELECTROENCEFALOGRAMA Descrição e interpretação 1.º Identificação dos seus vários componentes 2.º Reconhecimento de características que o permitem classificar como normal ou anormal (depende da idade, estado de consciência,...) 3.º Correlação clínica
63 ELECTROENCEFALOGRAMA NORMAL? ANORMAL
64 Tipos de Actividades electroencefalográficas 1.º Actividade de base (AB) 2.ºActividades que interferem a actividade de base
65 Actividades que interferem a AB: Transitório Complexo ou onda isolada que se distingue da AB Surto Tipos de Actividades electroencefalográficas Grupo de ondas que aparecem e desaparecem e que se distinguem da AB em frequência ou amplitude Paroxismo Fenómeno de inicio abrupto, rápido atingimento da amplitude máxima e fim súbito, que se distingue da AB
66 Caracterização de qualquer actividade electroencefalográfica Morfologia Frequência Amplitude Ritmicidade (período constante) Distribuição espacial Simetria e sincronia Reactividade
67 Bandas de Frequência Hz = ciclos/seg Delta: < 4 Hz Teta: 4-8 Hz Alfa: 8-13 Hz Beta: > 13 Hz
68
69 III. COMO É UM EEG NORMAL DE UM ADULTO? (acordado)
70 EEG NORMAL RITMO ALFA Morfologia-sinusoidal Frequência Hz Amplitude - variável (<50 µv no adulto) Ritmicidade-Sim Distribuição espacial - posterior Simetria e sincronia -Sim Reactividade - Abertura dos olhos e actividade mental. Sincroniza com a ELI
71 Outras act. de frequência alfa RITMO miu Morfologia-em arco Frequência Hz Amplitude -variável(<50 µv) Ritmicidade-Sim Distribuição espacial - centro-parietal Simetria e sincronia - variável (excep. em F) Reactividade - Atenuado com o movimento do membro contralateral.
72 EEG NORMAL ACTIVIDADE BETA Frequência - > Hz Amplitude -variável(<30 µv) Ritmicidade-não Distribuição espacial - fronto-central Simetria -Sim Reactividade - Aumenta na sonolência e fases iniciais do sono
73 EEG NORMAL ACTIVIDADE TETA NORMAL Frequência Hz Amplitude -baixa Ritmicidade-não Distribuição espacial - temporal Simetria-Sim Reactividade - Aumenta na sonolência e fases iniciais do sono
74 EEG NORMAL ACTIVIDADE DELTA No adulto acordado a existência de uma actividade delta é um sinal patológico!!!
75
76
77
78
79
80
81
82 III. COMO É UM EEG NORMAL DE UM ADULTO? (acordado)
83 IV.QUE TIPO DE ALTERAÇÕES PODE TER UM EEG?
84 EEG ANORMAL 1. Disfunção cerebral generalizada 2. Disfunção cerebral focal 3. Padrões periódicos 4. Padrões específicos do coma 5. Actividade epileptiforme
85 Alterações electroencefalográficas e condições clínicas associadas Existem achados electroencefalográficos associados estatisticamente a determinadas situações clínicas. A associação estatística pode ser mais ou menos forte.
86 Alterações electroencefalográficas e condições clínicas associadas A exposição seguinte não representa uma correlação electroclínica 100% previsível mas sim associações que podem ser esperadas e que devem pelo menos ser pensadas pelo clínico!
87 1. Disfunção cerebral difusa Diminuição difusa da amplitude (depressão) Diminuição difusa da frequência (lentificação)
88 1A. Diminuição difusa da Amplitude (depressão) problema técnico medicamentos depressores do SNC hipotermia anóxia
89
90 2B.Diminuição difusa da Frequência (lentificação) Encefalopatia metabólica/tóxica/infecciosa HTIC de instalação rápida (hidrocefalia aguda, edema cerebral) Perturbação projectada ao córtex das estruturas subcorticais da linha média (simétrica)
91 Lentificação difusa da AB As perturbações que afectam difusamente o cérebro provocam uma lentificação difusa da AB Quanto maior é o grau de disfunção, mais lento é o EEG
92
93
94 2. Disfunção cerebral focal Diminuição focal da amplitude (depressão) Diminuição focal da frequência (lentificação)
95 2A. Diminuição focal da Amplitude (depressão) Lesão cerebral (AVC, tumor, abcesso, contusão) Hematoma subdural Hematoma epicraneano
96
97 2B. Diminuição focal da Frequência (lentificação) Lesão (AVC, tumor, abcesso, contusão) Projecção cortical de estruturas profundas (FIRDA/OIRDA)
98 Lentificação Focal Quanto mais contínua, maior é a atenuação das frequências mais rápidas, maior é a probabilidade de haver uma lesão anatómica subjacente É provável que exista uma grande lesão anatómica se a actividade alfa e beta estiverem atenuadas
99
100
101 3. Padrões periódicos Padrões que recorrem em intervalos quase periódicos: Ondas trifásicas Padrão surto-supressão PLEDs e bi-pleds Complexos periódicos na DCJ Complexos periódicos na PESS
102 Ondas trifásicas (Bickford and Butt) Ondas trifásicas Bilaterais síncronos (2/seg.) Generalizados com máximo anterior
103
104 Ondas trifásicas (Bickford and Butt) Encefalopatia hepática Outras encefalopatias metabólicas urémia alterações hidroelectroliticas severas hipercalcémia anoxia hipoglicémia hipertiroidismo Intoxicação medicamentosa Lesões cerebrais vasculares, tumorais, degenerativas, infecciosas (com ou sem alterações metabólicas?)
105 Padrão surto-supressão Surtos: Ondas teta / delta bilaterais com ou sem interferência de pontas/ondas abruptas Períodos de supressão: Ausência de actividade (sensibilidade adequada) ou Potenciais teta e delta de baixa voltagem Intervalos entre os surtos: 2-10 seg. (até vários minutos)
106 Padrão surto-supressão Intoxicação aguda por barbitúricos/depressores do SNC Encefalopatia hipóxica/isquémica severa Hipotermia severa Anestesia com barbitúricos Provavelmente resulta da desaferenciação cortical (processos patológicos ou efeitos farmacológicos). Os mesmos mecanismos podem produzir SS ou act. delta de alta voltagem
107
108
109 PLEDs e BiPLEDS Descargas epileptiformes lateralizadas periódicas 1 a 2 seg
110
111
112
113
114
115 Complexos periódicos na DCJ
116 4. Outros padrões no coma
117 Ritmos de frequência alfa (Alfa coma) Ritmos 8-13 Hz µv sinusoidal Difuso com um máximo anterior Não atenuado pela abertura dos olhos (manual) nem por estímulos exteriores (auditivos, tácteis ou dolorosos) Não sincroniza com ELI
118 Ritmos de frequência alfa (Alfa coma) Anóxia cerebral difusa Toxico/metabólico Estados de desaferenciação resultantes de lesões do tronco
119 Alfa coma
120 5. Act. epileptiforme Pontas Ondas abruptas
121
122
123
124
125
126
127
128
129
130
131
132 5. Act. epileptiforme 5. B ESTADO DE MAL
133
134 O EEG em Neurologia... epilepsia... alterações da consciência (coma e morte cerebral)... nas demências/declíneos cognitivos... perturbações do sono
135 One shouldn t expect the EEG to give answers that it can not provide. EEG is a physiological method; consequently, we cannot demand precise information about anatomical or psycological details Richard Jung 60 s
136 EEG: Para usar...
137 EEG: Mas não abusar...
138 Usos do EEG... Imagem Diagnostico anatómico Resolução espacial EEG Diagnostico funcional Resolução temporal
139 Usos do EEG... No espaço Anatomia No tempo Função
140 Para que o EEG não seja um abuso... Colaboração entre o médico assistente e o neurofisiologista Escolha do método apropriado (Não existem EEGs de rotina!!!) Respeito pelos protocolos internacionais (SI 10/20, n.º canais,...) Técnico experiente e médico especialista Colaboração estreita entre o quadro tecnológico e neurofisiologista
141 EEG para dar e durar...
142 EEG para dar e durar... Integração anatómica/funcional
143 EEG para dar e durar... Integração anatómica/funcional
144 EEG... Even in this age of rapid data processing, the interpretation of EEG traces is still an Art Bernd Batz, 2000
RELATANDO O LAUDO DO EEG
RELATANDO O LAUDO DO EEG Unidade de Pesquisa e Tratamento das Epilepsias Hospital São Paulo UNIFESP Departamento de Neurofisiologia Clínica Hospital Israelita Albert Einstein [email protected] Baseado
Licenciatura em Engenharia Biomédica Ana Rita Peralta 18.Março.2009. Medicão da actividade eléctrica cortical
Licenciatura em Engenharia Biomédica Ana Rita Peralta 18.Março.2009 Medicão da actividade eléctrica cortical Objecto de estudo: Córtex Medição da actividade cortical Métodos neurofisiológicos EEG Potenciais
ESTUDO DIRIGIDO: O ELETROENCEFALOGRAMA
PAIDEA 2016 ESTUDO DIRIGIDO: O ELETROENCEFALOGRAMA Prof Dr Vitor Tumas Prof Dra Regina M F Fernandes A história da eletroencefalografia começa na década de 1920, quando Hans Berger, um neuropsiquiatra
Vigília e Sono. Geanne Matos de Andrade. Depto de Fisiologia e Farmacologia. Os ritmos da vida. Ritmos biológicos
Vigília e Sono Ritmos Biológicos Geanne Matos de Andrade Depto de Fisiologia e Farmacologia Os ritmos da vida Ritmos biológicos infradiano circadiano ultradiano Sistema temporizador circadiano- marca-passo
PADRÕES DE SIGNIFICADO INCERTO
PADRÕES DE SIGNIFICADO INCERTO LUÍS OTÁVIO CABOCLO Unidade de Pesquisa e Tratamento das Epilepsias Hospital São Paulo UNIFESP Departamento de Neurofisiologia Clínica Hospital Israelita Albert Einstein
HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 08/2006 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS
1 HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 08/2006 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS PROCESSO SELETIVO 65 MÉDICO (Neuro - Epilepsia) 01. A 11. E 21. D 02. D 12. B 22. C 03. E 13. C 23.
RITMOS BIOLÓGICOS E CICLO SONO-VIGÍLIA
RITMOS BIOLÓGICOS E CICLO SONO-VIGÍLIA Ritmos Biológicos Ritmos Biológicos Mimosa pudica Relógio endógeno Ritmos Biológicos Ritmos circadianos: ritmos que se repetem a cada dia Ritmos infradianos: ritmos
Exames Complementares Morte Encefálica. Pedro Antonio P. de Jesus
Exames Complementares Morte Encefálica Pedro Antonio P. de Jesus Exames Complementares Angiografia cerebral Cintilografia radioisotópica Doppler transcraniano Monitorização da pressão intra-craniana Tomografia
Eletroencefalograma no controlo de sistemas biónicos
Eletroencefalograma no controlo de sistemas biónicos Trabalho realizado no âmbito da cadeira Introdução à Eletrónica Médica Por: Inês Barradas, 36146, Bioengenharia Introdução-O que é o eletroencefalograma?
Médico Neurologista/ Eletroencefalografia
Médico Neurologista/ Eletroencefalografia Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 01 Artefatos produzidos por potenciais cardíacos, respiratórios, musculares e oculares são conhecidos como: a) bioelétricos
AULA 7 BENZODIAZEPÍNICOS E HIPNÓTICOS FARMACOTERAPIA DOS DISTÚRBIOS NEUROLÓGICOS. Prof. Márcio Batista
AULA 7 FARMACOTERAPIA DOS DISTÚRBIOS NEUROLÓGICOS BENZODIAZEPÍNICOS E HIPNÓTICOS Prof. Márcio Batista INTRODUÇÃO USO RACIONAL: Brasil é o 9º país do mundo em consumo per capita de medicamentos. Brasil
Encéfalo. Aula 3-Fisiologia Fisiologia do Sistema Nervoso Central. Recebe informações da periferia e gera respostas motoras e comportamentais.
Aula 3-Fisiologia Fisiologia do Sistema Nervoso Central Sidney Sato, MSC Encéfalo Recebe informações da periferia e gera respostas motoras e comportamentais. 1 Áreas de Brodmann Obs: Áreas 1,2,3 : área
Heloisa Pacheco-Ferreira
2015, Setembro, SP, Brasil Seminário Hospitais Saudáveis O desafio do setor saúde frente às mudanças climáticas Tratado de Minamata, o perigo do mercúrio e o desafio da sua eliminação no setor saúde até
Inovação Tecnológica em Neurofisiologia Clínica
1º CIMES: Equipamentos Eletromédicos Inovação Tecnológica em Neurofisiologia Clínica Francisco José Carchedi Luccas Médico - Neurofisiologia Clínica Neurofisiologia Clínica (NFC): definição Neurofisiologia
Centro Universitário Maurício de Nassau Curso de Psicologia Disciplina de Neurofisiologia
Centro Universitário Maurício de Nassau Curso de Psicologia Disciplina de Neurofisiologia Bases neurofisiológicas da atenção Profª Maria da Soledade Recife - 2015 Introdução Cérebro humano é confrontado
PLANO DE ENSINO DISCIPLINA: NEUROANATOMIA. PROFESSOR: André L H Pantoja CARGA HORÁRIA: EMENTA 2. OBJETIVO(S)
PLANO DE ENSINO SEMESTRE: 2011.1 CURSO: Fisioterapia TA2M DISCIPLINA: NEUROANATOMIA PROFESSOR: André L H Pantoja CARGA HORÁRIA: 60 1. EMENTA Estudo anatômico do Sistema Nervoso Central e Periférico com
Aspectos Anatômicos: CÉREBRO E TDAH
Entendendo o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) Parte I Aspectos Anatômicos: CÉREBRO E TDAH Ft. Alline Camargo Fisioterapeuta graduada pela Universidade de Sorocaba (UNISO) (CREFITO-3/228939-F)
Operador de Equipamentos de eletroencefalografia e Neurofisiologia
Operador de Equipamentos de eletroencefalografia e Neurofisiologia Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 01 Considerando que a distância entre o násio e o ínio de um paciente é 30 centímetros (cm),
RITMOS BIOLÓGICOS SONO, SONHOS E SUAS PERTUBAÇÕES
RITMOS BIOLÓGICOS SONO, SONHOS E SUAS PERTUBAÇÕES Professor Alfred Sholl [email protected] http://ltc.nutes.ufrj.br/constructore/ Programa de Neurobiologia IBCCF O sono (Hypnos) e a morte (Tanatos)
CARGO: MÉDICO/NEUROLOGIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DE POTENCIALIZAÇÃO DE PESSOAS DIVISÃO DE ADMISSÃO E MOVIMENTAÇÃO EDITAL N o 010/DDPP/2009
Epilepsia.! Causas prováveis:! infarto cerebral! tumor! infecção! trauma! doença degenerativa
Anticonvulsivantes Epilepsia! Transtorno neurológico crônico que atinge 0,5 1% da população.! Caracterizada por crises súbitas e espontâneas associadas à descarga anormal, excessiva e transitória de células
ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO FUNÇÕES BÁSICAS DAS SINAPSES E DAS SUBSTÂNCIAS TRANSMISSORAS
ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO FUNÇÕES BÁSICAS DAS SINAPSES E DAS SUBSTÂNCIAS TRANSMISSORAS AULA 4 DISCIPLINA: FISIOLOGIA I PROFESSOR RESPONSÁVEL: FLÁVIA SANTOS Divisão sensorial do sistema nervoso Receptores
EPILEPSIA ALGUMAS PERGUNTAS ALGUMAS RESPOSTAS. EPILEPSIA: o que é?
EPILEPSIA ALGUMAS PERGUNTAS ALGUMAS RESPOSTAS EPILEPSIA: o que é? Não é uma doença a mental Uma das doenças neurológicas mais comuns Afecta 0,5-1% da população Tem múltiplas m causas, nem sempre conhecidas
Coma. Introdução. Causas e Fisiopatologia
Coma Introdução O coma é um estado clínico em que o indivíduo não interage com o ambiente (ou interage com dificuldade), apresentando resposta precária ou ausência de resposta aos estímulos externos, além
Status Epilepticus. Neurologia - FEPAR. Neurofepar Dr. Roberto Caron
Status Epilepticus Neurologia - FEPAR Neurofepar Dr. Roberto Caron Estado de Mal Epiléptico Classificação das Epilepsias Definição Status Epilepticus: Crise epiléptica com duração de pelo menos 5 minutos.
CONTROLE MOTOR: DA ATIVIDADE REFLEXA AOS MOVIMENTOS VOLUNTÁRIOS I - TRONCO CEREBRAL -
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FISIOLOGIA HUMANA TURMA 11-2014 CONTROLE MOTOR: DA ATIVIDADE REFLEXA AOS MOVIMENTOS VOLUNTÁRIOS I - TRONCO CEREBRAL - PROFª DRª VILMA G. 2. NÍVEL DE CONTROLE INTERMEDIÁRIO O
O que é uma lesão neurológica???????
PLASTICIDADE NEURAL O que é uma lesão neurológica??????? Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Estruturas cerebrais Recuperação funcional? Como ocorre? Quais são as bases fisiológicas?
ELECTROMIOGRAFIA DE SUPERFÍCIE
ELECTROMIOGRAFIA DE SUPERFÍCIE Mamede de Carvalho Vários tipos de EMG SNC EMG-Superfície Padrão dos movimentos; Timing; Intensidade da actividade; Tremor; Fadiga Central SNP Fadiga; Localização da placa;
ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DO SISTEMA NERVOSO
Ciências Morfofuncionais II ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DO SISTEMA NERVOSO Professora: Ms. Grazielle V. P. Coutinho Qual a importância de tantos estudos sobre o Sistema Nervoso? DIVISÕES PARA O ESTUDO DO SN
Potencial Evocado Auditivo de Estado Estável (ASSR) / Neuro-Audio. Fga. Mara Rosana Araújo
Potencial Evocado Auditivo de Estado Estável (ASSR) / Neuro-Audio Fga. Mara Rosana Araújo [email protected] Atividade bioelétrica provocada por uma estimulação auditiva. Os potenciais evocados
RITMOS BIOLÓGICOS SONO, SONHOS E SUAS PERTUBAÇÕES
RITMOS BIOLÓGICOS SONO, SONHOS E SUAS PERTUBAÇÕES Professor Alfred Sholl [email protected] http://ltc.nutes.ufrj.br/constructore/ Programa de Neurobiologia IBCCF O sono (Hypnos) e a morte (Tanatos)
GÊNESE E PROPAGAÇÃO DO POTENCIAL DE AÇÃO
GÊNESE E PROPAGAÇÃO DO POTENCIAL DE AÇÃO Comunicação entre os neurônios no sistema nervoso Introdução Mesmo para um simples reflexo é necessário que o SN, colete, distribua e integre a informação que
16/09/2010 CÓRTEX CEREBRAL
CÓRTEX CEREBRAL CÓRTEX CEREBRAL córtex = casca composto por substância cinzenta (2 a 4mm) e substância branca adjacente (que une diferentes áreas) uma das mais importantes áreas do SN é a mais recente
Mestrado em Bioquímica
Mestrado em Bioquímica Seminário de Neuroquímica/Neurobiologia Os gânglios da base alterações fisiopatológicas Sofia Ferreira ANATOMIA DOS GÂNGLIOS DA BASE GÂNGLIOS DA BASE Corpo estriado Globo pálido
Neurofisiologia do Movimento. Dr. Fábio Agertt
Neurofisiologia do Movimento Dr. Fábio Agertt Córtex Motor Planejamento, iniciação, direcionamento do movimento Núcleos da base Ajuste da iniciação Centros do tronco cerebral Movimentos básicos e controle
Psicofisiologia APRENDIZAGEM E MEMÓRIA
Psicofisiologia APRENDIZAGEM E MEMÓRIA Aprendizagem e Memória Definições e classificações Aprendizagem: Indução de alterações neuronais induzidas pela experiência Memória: Manutenção e expressão daquelas
EPILEPSIA PÓS- TRAUMÁTICA
EPILEPSIA PÓS- TRAUMÁTICA 4º CONGRESSO NACIONAL DE MEDICINA LEGAL Marcos Barbosa Serviço de Neurocirurgia Hospitais da Universidade de Coimbra Coimbra, Portugal Covilhã, Novembro 2005 Epilepsia é uma perturbação
Sistema Nervoso Central Quem é o nosso SNC?
Controle Nervoso do Movimento Muscular Sistema Nervoso Central Quem é o nosso SNC? 1 SNC Encéfalo Medula espinhal Encéfalo - Divisão anatômica Cérebro Cerebelo Tronco encefálico 2 Condução: Vias ascendentes
Status Epilepticus. Neurologia - FEPAR. Neurofepar Dr. Carlos Caron
Status Epilepticus Neurologia - FEPAR Neurofepar Dr. Carlos Caron Classificação das Epilepsias n Status Epilepticus: Definição Crise epiléptica com duração de pelo menos 5 minutos. Duas ou mais crises
Avaliação Neurológica. Prof. Ms.Maria da Conceição Muniz Ribeiro
Avaliação Neurológica Prof. Ms.Maria da Conceição Muniz Ribeiro Revisão da Anatomia Encéfalo: constituído por 3 fossas, que são: Anterior: hemisférios cerebrais frontais; Média: lobos parietal, temporal
Sinapse. Permitem a comunicação e funcionamento do sistema nervoso. Neurónio pré-sináptico (envia a informação)
Sinapse Medeia a transferência de informação de um neurónio para o seguinte, ou de um neurónio para uma célula efectora (ex.: célula muscular ou glandular); Permitem a comunicação e funcionamento do sistema
04/02/2016. Tratamento das Convulsões. Epilepsia
Tratamento das Convulsões Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Epilepsia Convulsão: alteração transitória do comportamento decorrente disparo rítmico, sincrônico e desordenado
Estrutura e Funções do. Telencéfalo PROF. MUSSE JEREISSATI
EURO ANATOMIA Estrutura e Funções do Telencéfalo PROF. MUSSE JEREISSATI [email protected] website: www.mussejereissati.com Feito com Apple Keynote AGORA, NÃO! 3 O Cérebro (Encéfalo) Está dividido
Psicofisiologia da visão
Psicologia Percepção Visual 1º Ano, Design de Comunicação 1º Ano, Imagem Animada Psicofisiologia da visão O olho A retina O nervo óptico O núcleo geniculado lateral O córtex visual Dos neurónios à percepção
radiologia do TCE
WWW.cedav.com.br radiologia do TCE Para aprender a tratar uma doença, primeiro é preciso aprender a reconhece-la. Jean Martin Charcot 1825-1893 Densidade em UH Substancia HU Ar 1000 Gordura 100 to 50
Bio-Electricidade. Mestrado Integrado Engenharia Biomédica, IST/FML. 1.º Ano, 2.º Semestre Lisboa, Portugal. Ana Luísa Batista, n.
Mestrado Integrado /FML 1.º Ano, 2.º Semestre Lisboa, Portugal Bio-Electricidade Ana Luísa Batista, n.º 69443 Bárbara Caravela, n.º 69776 Bárbara Góis, n.º 70305 13 de Abril de 2011 Índice Introdução Palavras-chave
Elementos do córtex cerebral
Elementos do córtex cerebral Antonio C. Roque Universidade de São Paulo Ribeirão Preto, SP Baseado no capítulo 1 do livro de Moshe Abeles, Corticonics: Neural Circuits of the Cerebral Cortex, Cambridge
Patologia do Sono no Idoso: o que fazer? Prof. Doutor Mário Simões
Patologia do Sono no Idoso: o que fazer? Prof. Doutor Mário Simões O sono Definição O Sono é um fenómeno cíclico, caracterizado por uma alteração reversível do estado de consciência e da reactividade a
Genes e Epilepsia: Epilepsia e Alterações Genéticas
Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto Genes e Epilepsia: Epilepsia e Alterações Genéticas Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo Rodrigo Nunes Cal Introdução Epilepsia
Aula Teórica Demência
Aula Teórica Demência FUNÇÕES NERVOSAS SUPERIORES DEMÊNCIA Perda de capacidades intelectuais(cognitivas) Defeito de memória E de outras funções cognitivas (linguagem, cálculo, orientação, capacidade executiva...
CEREBELO JOSÉ C. B. GALEGO
CEREBELO JOSÉ C. B. GALEGO ASPECTOS ANATÔMICOS O cerebelo localiza-se na fossa craniana posterior. Posiciona-se dorsalmente à ponte e medula oblonga. Limita-se na porção superior com o lobo occipital dos
Sistema Vestibular Equilíbrio (movimento e posição)
Sistema Vestibular Equilíbrio (movimento e posição) Qual a relevância do tema no curso de Medicina? Principais sinais e sintomas decorrentes de alterações do sistema vestibular. Tontura Desequilíbrio Nistagmo
FOCAIS NA INFÂNCIA: CORRELAÇÃO ELETRO-CLÍNICA
EPILEPSIAS FOCAIS NA INFÂNCIA: CORRELAÇÃO ELETRO-CLÍNICA RUBENS MOURA RIBEIRO * As manifestações clínicas do paroxismo epiléptico nos três primeiros anos de vida são influenciadas predominantemente pela
O Papel da Plasticidade Cerebral na Fisioterapia
O Papel da Plasticidade Cerebral na Fisioterapia A plasticidade cerebral é o ponto culminante da nossa existência e desenvolvimento ao longo da vida, da qual depende todo o processo de aprendizagem e também
Reunião de casos clínicos
Reunião de casos clínicos RM Dr Ênio Tadashi Setogutti R3 Gustavo Jardim Dalle Grave Agosto 2012 CASO CLÍNICO Paciente sexo feminino, 5 anos, controle neurológico para prematuridade. KERNICTERUS KERNICTERUS
Monitorização Neurofisiológica Intra-Operatória por EMG. Dr. Carlo Domênico Marrone Porto Alegre / RS
Monitorização Neurofisiológica Intra-Operatória por EMG Dr. Carlo Domênico Marrone Porto Alegre / RS A monitoração neurofisiológica intra-operatória é baseada em métodos neurofisiológicos que avaliam e
PSEUDODEMÊNCIA visão do neurologista
visão do neurologista 1 Maria Edite Rio Jornadas Nacionais Patient Care (JNPC) Fevereiro 2016 Pseudodemência é o que parece demência, mas que numa melhor avaliação, ou pela evolução posterior se verifica
Transcrição da Aula IX Núcleos da Base
Transcrição da Aula IX Núcleos da Base Hoje nós vamos abordar um novo conjunto de estruturas situadas profundamente no cérebro chamadas Núcleos da Base Os Núcleos da Base são estruturas super-encefálicas
TRAUMA CRANIOENCEFÁLICO. Acadêmicas: Camila Magalhães e Sthefane K. Quaresma
TRAUMA CRANIOENCEFÁLICO Acadêmicas: Camila Magalhães e Sthefane K. Quaresma INTRODUÇÃO Elevado número de mortes anuais Óbitos antes do atendimento hospitalar Vítimas de TCE apresentam invalidez O atendimento
Anatomia e Fisiologia Animal Sistema Nervoso
O que é o sistema nervoso? Como é constituído? Quais são suas funções? Qual é a sua importância para o organismo? : Anatomia e Fisiologia Animal É uma rede de comunicações Capacitam animal a se ajustar
Tratamento Com freqüência, é possível se prevenir ou controlar as cefaléias tensionais evitando, compreendendo e ajustando o estresse que as ocasiona.
CEFALÉIAS As cefaléias (dores de cabeça) encontram-se entre os problemas médicos mais comuns. Alguns indivíduos apresentam cefaléias freqüentes, enquanto outros raramente as apresentam. As cefaléias podem
Universidade Estadual de Feira de Santana Departamento de Saúde. Antiepilépticos. Manoelito Coelho dos Santos Junior.
Universidade Estadual de Feira de Santana Departamento de Saúde Antiepilépticos Manoelito Coelho dos Santos Junior Feira de Santana Conceitos Básicos q Convulsão: alteração transitória do comportamento
CITOARQUITETURA DO CÓRTEX
CITOARQUITETURA DO CÓRTEX ISOCÓRTEX I Lâmina molecular II Lâmina granular externa III Lâmina piramidal externa IV Lâmina granular interna V Lâmina piramidal interna IV Lâmina multiforme TEORIA DO SISTEMA
Epilepsias Focais Não-Idiopáticas
Epilepsias Focais Dr. Marcelo Heitor F. Mendes Serviço de Neurologia Hospital Universitário Pedro Ernesto Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ Epilepsias Focais Não-Idiopáticas Epilepsia de
Atividade elétrica de vias sensoriais Integração Polissensorial
U n i v e r s i d a d e de S ã o Paul o F a c u l d a d e de M e d i c i n a de R i b e i r ã o Pr et o Depar t ament o de Fi si ol ogi a Lab de Neurof i si ol ogi a e Neuroet ol ogi a Experi ment al Atividade
O POTENCIAL DE AÇÃO 21/03/2017. Por serem muito evidentes nos neurônios, os potenciais de ação são também denominados IMPULSOS NERVOSOS.
O POTENCIAL DE AÇÃO 1 2 0 amplitude duração tempo 0 repouso 1 2 Por serem muito evidentes nos neurônios, os potenciais de ação são também denominados IMPULSOS NERVOSOS. O potencial de ação é causado pela
Serviço de Fisiologia
Serviço de Fisiologia Aula Teórica-Prática: Electrocardiograma Características do ECG exame não invasivo, barato e versátil útil para avaliar orientação anatómica do coração dimensões relativas das diversas
OBI Uso de imagens no planejamento radioterápico
OBI Uso de imagens no planejamento radioterápico CBCT Kv / Kv Ressonância Magnética Flávia Aparecida Franck Dosimetrista Téc. Fernando Assi Introdução Núcleos ativos em RM Escolha do hidrogênio Aspectos
BLOCO SISTEMA NERVOSO (SN)
FACULDADE de MOTRICIDADE HUMANA ANATOMOFISIOLOGIA I 2008-2009 Prof. SISTEMA NERVOSO Noções Fundamentais BLOCO SISTEMA NERVOSO (SN) TEMAS 1. Organização funcional do SN 2. Noções Fundamentais: unidade básica
17/08/2018. Disfagia Neurogênica: Acidente Vascular Encefálico
Disfagia Neurogênica: Acidente Vascular Encefálico M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista, Mestre em Fonoaudiologia, Doutoranda em Psicnálise, Saúde e Sociedade. O acidente vascular
Organização geral. Organização geral SISTEMA NERVOSO. Organização anatómica. Função Neuromuscular. Noções Fundamentais ENDÓCRINO ENDÓCRINO
TP0 Função Neuromuscular TP1 Apresentação T1 (29/IX) Aspectos fundamentais da estrutura e funcionamento do sistema nervoso TP2 Aspectos fundamentais da estrutura e funcionamento do sistema nervoso (cont.)
COGNIÇÃO e DOR. Fabiana Goto. Neuropsicóloga Especialização em Dor HCFMUSP LINEU Laboratório de Investigações em Neurociências IPq HCFMUSP
COGNIÇÃO e DOR Programa de Educação Continuada em Fisiopatologia e Terapêutica da Dor Equipe de Controle da Dor da Divisão de Anestesia do Instituto Central do Hospital das Clínicas FMUSP Fabiana Goto
Processos Psicológicos Básicos II. Prof.ª Melissa Fernanda Fontana Aula 2
Processos Psicológicos Básicos II Prof.ª Melissa Fernanda Fontana Aula 2 Estado que permite a expressão de todos os processos mentais (atenção, memória, pensamento e respostas aprendidas a estímulos sensoriais).
Sistema neuro-hormonal
Unidade 4 Sistema neuro-hormonal 9.º ano O que é o sistema neuro-hormonal? + Sistema nervoso Sistema hormonal 9.º ano O Sistema Nervoso- que função Ver Pensar Sentir emoções Comunicar Executar movimentos
RECOMENDAÇÃO DA SBNC PARA LOCALIZAÇÃO DE ELETRODOS E MONTAGENS DE EEG
1 São Paulo, 27 de Novembro de 2017. 1 RECOMENDAÇÃO DA SBNC PARA LOCALIZAÇÃO DE ELETRODOS E MONTAGENS DE EEG Dra. Taíssa Ferrari Marinho 1 a Secretária SBNC LOCALIZAÇÃO DOS ELETRODOS Com relação ao posicionamento
TCE TRAUMA CRANIENCEFÁLICO
TRAUMA CRANIENCEFÁLICO Imad Shehadeh Principal causa de morte em jovens Causas mais freqüentes: Acidentes automobilísticos Quedas Agressões TCE 1 TCE a cada 15 segundos 1 óbito a cada 5 minutos 1 sequela
Experiência: CIRCUITOS INTEGRADORES E DERIVADORES COM AMPOP
( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno
Proporcionam alívio que conduz à ansiedade até hipnose, anestesia, coma e morte.
Medicamentos capazes de diminuir a actividade do cérebro, principalmente quando ele está num estado de excitação acima do normal, causando deste modo sonolência ou até inconsciência. Analgésico - Sedativo
Funções do Sistema Nervoso Integração e regulação das funções dos diversos órgãos e sistemas corporais Trabalha em íntima associação com o sistema end
FISIOLOGIA DO SISTEMA S NERVOSO Funções do Sistema Nervoso Integração e regulação das funções dos diversos órgãos e sistemas corporais Trabalha em íntima associação com o sistema endócrino (neuroendócrino)
O telencéfalo compreende os dois hemisférios cerebrais: Separados incompletamente pela fissura longitudinal do cérebro; oseu assoalho é formado pelo
CÓRTEX CEREBRAL Enquanto muitas funções de sustentação da vida são mediadas por regiões medulares, do tronco cerebral e diencéfalo, o córtex cerebral (telencéfalo) é o responsável pelos processos psicológicos
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA
PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO: MEDICINA DEPARTAMENTO: DEPARTAMENTO DE MEDICINA ESPECIALIZADA DISCIPLINA: NEUROLOGIA CARGA HORÁRIA: 120 HORAS CRÉDITOS: 07 CÓDIGO: SME0013 PROFESSOR: REGINA MARIA PAPAIS ALVARENGA
Endereço da Liga Portuguesa Contra a Epilepsia e da EPI-APFAPE Epicentro Porto (Sede) Av. da Boavista, n.º 1015-6º, sala 601 4100-128 Porto Telf./Fax: 226 054 959 [email protected] Epicentro Coimbra Av.
Assistência Farmacêutica em Epilepsia
Introdução Assistência Farmacêutica em Epilepsia As epilepsias são uma série de desordens cerebrais com incidência relativamente elevada na população Cerca de 40 formas distintas de epilepsia já foram
ESTIMULAÇÃO TRANSCRANIANA NÃO INVASIVA. Maria da Graça Lopes Tarragó 2013
ESTIMULAÇÃO TRANSCRANIANA NÃO INVASIVA Maria da Graça Lopes Tarragó 2013 Estimulação Magnética Transcraniana Aplicação de correntes elétricas para modificar a função cerebral é mencionada há mais de 200
03/05/2012. SNC: Métodos de Imagem. US Radiografias TC RM. Métodos Seccionais. TC e RM. severinoai
SNC: Métodos de Imagem US Radiografias TC RM 2 Métodos Seccionais TC e RM 3 1 Anatomia seccional do encéfalo: TC e RM 4 Anatomia seccional do encéfalo: TC e RM 5 TC - Crânio 6 2 TC - Crânio 7 TC - Crânio
Sistema Nervoso Periférico. Anatomofisiologia do Sistema Nervoso Central. Sistema Nervoso Central. Medula espinhal.
Sistema Nervoso Periférico Anatomofisiologia do Sistema Nervoso Central Profa Geanne Matos Cunha Departamento de Fisiologia e Farmacologia Interface entre o SNC e o ambiente Receptores sensoriais Neurônios
SISTEMA EPICRÍTICO X SISTEMA PROTOPÁTICO CARACTERÍSTICAS GERAIS
SISTEMA EPICRÍTICO X SISTEMA PROTOPÁTICO CARACTERÍSTICAS GERAIS Características Sistema epicrítico Sistema protopático Submodalidades Tato fino, propriocepção consciente Tato grosseiro, termossensibilidade,
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular NEUROPSICOPATOLOGIA Ano Lectivo 2010/2011
Programa da Unidade Curricular NEUROPSICOPATOLOGIA Ano Lectivo 2010/2011 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Psicologia 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular NEUROPSICOPATOLOGIA
LESÕES DE CRÂNIO. traumatismos
LESÕES DE CRÂNIO traumatismos FRATURAS DE CRÂNIO ABERTAS & FECHADAS LESÕES ENCEFÁLICAS, CONTUSÃO E CONCUSSÃO SINAIS & SINTOMAS DO TRAUMA CRANIOENCEFÁLICO (TCE) TRAUMATISMOS DE FACE: SINAIS & SINTOMAS LESÃO
