PROJETO DE EXTENSÃO RUA DO LAZER E TARDE DA PIPA
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- Nelson Galvão Lobo
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1 PROJETO DE EXTENSÃO RUA DO LAZER E TARDE DA PIPA Luciene Aparecida Pinto Costa Pereira 1 José Martins Carvalho Júnior 1 Karyna Coimbra Garcia 2 Resumo: O projeto de extensão Rua do Lazer Tarde da Pipa é resultado dos estudos que vêm ocorrendo dentro do espaço sala de aula. Ao entrarem em contato com a importância do brincar e sua constituição histórica, os estudantes do curso de Pedagogia sentiram a necessidade de se criar espaços para que as crianças possam estar brincando e conhecendo brincadeiras que hoje estão distantes do seu convívio. Neste sentido, o presente projeto visa proporcionar aos estudantes do Curso de Pedagogia e Educação Física estabelecer a relação entre teoria e a prática e, ao mesmo tempo, oportunizar as crianças de Mineiros brincadeiras que gerações passadas brincavam. PALAVRAS-CHAVE: brincadeiras tradicionais. cultura. infância. Introdução Com o advento da Revolução Industrial no Brasil, na primeira metade do século XX, os carros, bondes, edifícios e tantos outros artefatos próprios da industrialização foram ocupando o espaço que a criança outrora tinha para brincar. O espaço, que antes era livre, desaparece em função do espaço especializado e esse espaço, passa a ser previsto e controlado. Com isso, a criança acaba confinada aos únicos espaços que lhe resta: a escola e os quintais. Como consequência, as brincadeiras e o estar com o outro fica restrito apenas ao convívio familiar. Isso ocorre porque a nova ordem da cidade instaura a divisão entre o público e o privado. O Estado se apropria do espaço público e a socialização se dá no espaço 1 Professores da UNIFIMES; [email protected] 2 Acadêmica do curso de Pedagogia; karynacoiga
2 privado, no qual as solidariedades consanguíneas assumem nova importância e o controle que a família exerce se torna mais efetivo. Quando a criança não está sob a vigilância familiar, se submete ao controle das pré-escolas, creches filantrópicas, CMEIS e escolas de Ensino Fundamental (1º ao 5º ano). Essas, por sua vez, restringem o brincar somente aos horários de recreio ou o brincar pelo brincar, sem um olhar cuidadoso do professor pesquisador que se utiliza das brincadeiras para poder propor novas atividades. Quando a escola desvaloriza este ato de brincar, que é tão importante e caro durante a infância, ela nega à criança a oportunidade dela se desenvolver em todos os seus aspectos: físico, cognitivo e socioafetivo. É interessante ressaltar que Huizinga (2000) refere-se ao homo ludens, dentre outras dimensões humanas, pois é no jogo e pelo jogo que a civilização surge e se desenvolve. O autor refere-se ao jogo como um fenômeno cultural de importância fundamental na vida das pessoas. Por isso, a importância de resgatar as brincadeiras que outrora as crianças brincavam nas ruas. Metodologia A metodologia utilizada para se realizar esse projeto de extensão Rua do Lazer-Tarde da Pipa, teve como orientação teórica o materialismo-histórico-dialético, e as leituras das obras de Vigotski (1998, 2004), Leontiev (2004), Luria (1979), Halbwachs (2004), Fernandes (2004) e Huizinga (2000). O método utilizado foi o qualitativo-quantitativo e tem como lócus de investigação e realização do projeto, os bairros da cidade de Mineiros-GO, onde acontece as Tardes da Pipa, uma a cada semestre, com a colaboração de parceiros como Verde Vale FM, Real Máquinas, Colégio Ágape, Casa Utilar e Secretaria do Desporto Lazer e Juventude. Resultados e discussão No Brasil, como em qualquer outro lugar, as brincadeiras se fazem presentes na vida das crianças de maneira geral, embora se apresentem diferenças socioculturais. O brincar tem uma dinâmica que não o deixa tornar-se estático, por isso podemos perceber as mudanças e permanências das brincadeiras ao longo do
3 tempo. Muitas delas foram incorporadas e adaptadas de um lugar para outro por novos olhares e novas gerações. Em cada período ou época, essas manifestações marcam a cultura de um povo e se apresentam de maneiras diferentes, permeadas de ludicidade, moralismo, violência e mesmo de preconceitos étnicos e de gênero. Diante disso, podemos perguntar: como a criança adentra no mundo da cultura em que as manifestações folclóricas se fazem presentes? Na percepção de Vigotski (2004), a entrada da criança nesse mundo cultural se dá através da atividade e da adaptação ativa. Para Leontiev (2004), ela ocorre por meio dos processos de adaptação e apropriação da cultura. Essa apropriação e adaptação de que tratam os autores deve ser compreendida como algo em movimento; a cultura percebida dentro desse contexto é movimento e como tal se encontra em constante embate com a tradição que possui uma conotação de estabilidade e continuidade. A mobilidade da cultura e sua construção ocorrem dentro da história, que também não é algo estático no tempo e no espaço, porque está em constante renovação. A tradição faz o movimento contrário, uma vez que se consolida e se conserva. No embate entre renovação e conservação é que podemos compreender a cultura como hábitos, atitudes, maneiras de lidar e de representar a realidade que nos cerca. As realidades advindas da cultura são próprias do homem, cujo comportamento é influenciado social e historicamente. Luria (1979) demonstra de forma enfática como esse processo de assimilação dos elementos culturais é retido pela criança: Desde o momento em que nasce a criança forma o seu comportamento sob a influência das coisas que se formaram na história: senta-se à mesa, come com a colher, bebe em xícara e, mais tarde, corta o pão com a faca. Ele assimila aquelas habilidades que foram criadas pela história social ao longo de milênios. (...) A grande maioria de conhecimentos, habilidades e procedimentos de comportamento de que dispõe o homem não são resultados de sua experiência própria, mas adquiridos pela assimilação da experiência histórico-social de gerações. (LURIA, 1979: 73) A criança incorpora/apropria-se de experiências histórico-sociais de seus antepassados e por isso, Luria (1979) nos permite pensar na existência de elementos de conservação dentro da cultura. Desse modo, a forma como o homem age nesse
4 mundo material permanece de geração para geração. Não se trata de um processo passivo de assimilação diante da realidade, pois nesse processo há uma recriação e ressignificação do mundo real, consequente da relação dialética que o homem mantém com o mundo, seja de maneira natural ou social. Para Marx (1978: 17), Os homens fazem sua própria história, mas não a fazem como querem; não a fazem sob circunstância de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado. Por isso, para se compreender a realidade é necessário compreender a história dessa realidade, porque a forma como ela tem se apresentado não nos ajuda a apreender suas dimensões. Prova disso é o que temos presenciado em relação à infância e às brincadeiras infantis em nosso meio. Como parte integrante da cultura popular, as brincadeiras infantis, denominadas por Fernandes (2004) de folclore infantil, guardam segredos e revelam formas de vida muito interessantes dentro de uma sociedade. Esse tipo de cultura não é oficializado, mas vive na memória daqueles que um dia também foram crianças e das próprias crianças. Por isso, as brincadeiras não são algo estático, não se cristalizam, porque elas se desenvolvem também através da oralidade, passando de geração para geração de formas bem variadas, seja na escola, nos grupos religiosos, de amigos, vizinhos e parentes. Por isso, a importância de trazer as brincadeiras para um espaço no qual a comunidade possa participar e ao mesmo tempo resgatar seus valores junto de seus filhos e integrar mais com a comunidade. Conclusão Buscamos com esse projeto de extensão, além de articular as dimensões de ensino, pesquisa e extensão, contribuir para o debate sobre a preservação da memória através das brincadeiras infantis. O projeto dentro desses três anos de existência, tem conseguido sensibilizar a comunidade a reaver suas práticas de entretenimento, conseguindo mesclar crianças e adultos nas brincadeiras que estavam adormecidas com isso temos conseguido atingir um público de mil pessoas entre adultos e crianças.
5 Referências bibliográficas FERNANDES, F. Folclore e mudança social na cidade de São Paulo. 3. ed. São Paulo/SP: Martins Fontes, HALBWACHS, M. A memória coletiva. Trad. Laís Teles Benoir. São Paulo/SP: Centauro, HUIZINGA, J. Homo ludens. São Paulo: Perspectiva, LEONTIEV, A. O desenvolvimento do psiquismo. São Paulo/SP: Centauro, LURIA, A. R. Curso de psicologia geral. Rio de Janeiro/RJ: Civilização Brasileira, 1979.
6 PEREIRA, L. A. P. C. Um olhar sobre a infância e as brincadeiras infantis a partir de relato de idosos da cidade de Mineiros. 144 fls.dissertação (Mestrado em Educação Escolar Brasileira) Universidade Federal de Goiás, Goiânia, VIGOTSKI, Lev Semenovich. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. Trad. José Cipola Neto, Luis Silveira Menna Barreto e Solange Castro Afeche. 6. ed. São Paulo/SP: Martins Fontes, (Psicologia e Pedagogia). Psicologia pedagógica. Trad. Paulo Bezerra. 2. ed. São Paulo/SP: Martins Fontes, (Psicologia e Pedagogia).
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