Direito e Legislação. Prof.ª Rosélia Souza
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- Thomaz de Almeida Salvado
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1 Direito e Legislação Prof.ª Rosélia Souza [email protected]
2 2 DIREITO TRIBUTÁRIO: CONCEITOS Este ramo do Direito trata do estabelecimento de um conjunto sistematizado de normas para controlar a ação do Poder Público sobre as riquezas individuais, a título de tributação. Ou seja, de arrecadação das divisas necessárias para garantir a sua existência econômica e o seu próprio sustento. O Direito Tributário pode ser considerado como resultante das pressões que o povo e a burguesia ingleses exerceram sobre o rei para que não tirasse sem limites as riquezas individuais para o seu sustento.
3 3 DIREITO TRIBUTÁRIO: CONCEITOS Antonio Berlini: este ramo do Direito disciplina a criação, arrecadação, utilização dos tributos e a capacidade exclusiva do Poder Público instituí-los. Compreende todo o aparelhamento administrativo destinado à arrecadação das rendas públicas de uma maneira geral. Fonte: MAFRA, Francisco. Alguns conceitos de Direito Tributário. Disponível em: go_id=399. Acesso em: 11 ago
4 4 TRIBUTO: DEFINIÇÕES LEGAIS Definição do artigo 9º da Lei nº 4.320/64 (visão financeira): Tributo é a receita derivada, instituída pelas entidades de direito público, compreendendo os impostos, as taxas e contribuições, nos termos da Constituição e das leis vigentes em matéria financeira, destinando-se o seu produto ao custeio de atividades gerais ou específicas exercidas por essas entidades.
5 LEI Nº 5.172, DE 25 DE OUTUBRO DE Dispõe sobre o Sistema Tributário Nacional e institui normas gerais de direito tributário aplicáveis à União, Estados e Municípios.
6 6 DEFINIÇÕES LEGAIS Definição do artigo 3º do Código Tributário Nacional (visão tributária): Tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir, que não constitua sanção por ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada.
7 7 DEFINIÇÃO DO ART. 3º DO CTN PRESTAÇÃO PECUNIÁRIA... EM MOEDA OU CUJO VALOR NELA SE POSSA EXPRIMIR: conteúdo pecuniário, patrimonial, forma de pagamento (não é apenas em dinheiro: créditos, imóveis, serviços, precatórios, adjudicação transferência de bem móvel ou imóvel para um credor etc.). COMPULSÓRIA: involuntária. Decorre da lei, e não na vontade. NÃO CONSTITUA SANÇÃO POR ATO ILÍCITO: diferença para com a multa. Tributo não é punição!!! COBRADA MEDIANTE ATIVIDADE ADMINISTRATIVA PLENAMENTE VINCULADA: a fiscalização, a arrecadação e a cobrança tributária implicarão sempre em atos administrativos vinculados (à lei), não cabendo a discricionariedade neste campo.
8 8 INSTITUTOS CORRELATOS Pedágio: é tributo, ou não é? Grande discussão em torno disso. LIBERDADE DE IR E VIR!!! Tarifas: receita originária, preço público, presença de um contrato (vontade). (Ex.: taxas de prestação de serviço na Caixa federal e outras instituições federais). Contribuições assistenciais, voluntárias e confederativas: o que é, e o que não é tributo? Contribuição: todos têm direito a pedir, por escrito, o NÃO pagamento (mas não é do conhecimento das pessoas). O que importa não é o nome, mas sim a natureza (característica) da cobrança (o que dá origem à cobrança).
9 9 CLASSIFICAÇÃO DOS TRIBUTOS Tributos diretos x Tributos indiretos TEMAS AFETOS: Repasse para consumidor (custo da mercadoria e do serviço): repercussão tributária; Art. 166 do Código Tributário Nacional: legitimidade para pleitear a restituição (Imposto de Renda quando paga-se contribuições a mais pode pedir a restituição).
10 CLASSIFICAÇÃO DOS TRIBUTOS Tributos diretos x Tributos indiretos TEMAS AFETOS: Seletividade do ICMS e do IPI (em função da essencialidade nas mercadorias e serviços CIGARRO E BEBIDAS X ALIMENTOS supérfluos X gêneros de primeira necessidade QUEM DECIDE ISSO É O LEGISLADOR); Não-cumulatividade do ICMS, IPI, PIS (Programa de Integração Social) e COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) (compensase o montante devido na saída (vendas) com o valor efetivamente recolhido por ocasião da entrada (compras) (ICMS e IPI) e a concessão de créditos fiscais objetiva garantir a competitividade para as empresas brasileiras, liberando recursos de tributos para serem empregados como capital fixo ou capital de giro. 10
11 11 CLASSIFICAÇÃO DOS TRIBUTOS Tributos fixos x tributos proporcionais x tributos progressivos x tributos regressivos Tributos fixos: tributo devido corresponde a um valor fixo (em reais ou unidade fiscal); Tributos proporcionais (ou variáveis): é a regra, consistindo na multiplicação da base de cálculo pela alíquota. T = bc x al ; Tributos progressivos: alíquota aumenta de acordo com a base de cálculo (progressividade fiscal), ou, então, para fins extrafiscais (ITR Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural; IPTU) (propriedades improdutivas) (Ex.: Taxação das grandes fortunas o imposto existe desde 1988, mas não é regulamentado => imposto controverso: geraria evasão fiscal e ocultação de patrimônio???). Tributos regressivos: inverso do anterior. Não é cabível no Brasil (Ex. 1: comércio de créditos de carbono; Ex. 2: ICMS para ricos).
12 DEFINIÇÃO DO ART. 9º DA LEI 4.320/64 RECEITA DERIVADA: contrário de receita originária. Trata-se da receita pública obtida mediante exploração do patrimônio particular, cuja obrigação tem origem na lei, e não na vontade das partes. INSTITUÍDA PELAS ENTIDADES DE DIREITO PÚBLICO: competência tributária. COMPREENDENDO OS IMPOSTOS, AS TAXAS E CONTRIBUIÇÕES: espécies tributárias. Atualmente, há cinco espécies (impostos, taxas, contribuições de melhoria, contribuições sociais e empréstimos compulsórios). NOS TERMOS DA CONSTITUIÇÃO E DAS LEIS VIGENTES EM MATÉRIA FINANCEIRA: legislação (espécies normativas). DESTINANDO-SE O SEU PRODUTO AO CUSTEIO DE ATIVIDADES GERAIS OU ESPECÍFICAS: destinação, finalidade ou função dos tributos (Ex.: IPVA a receita do IPVA é partilhada entre o Estado (50%) e o Município (50%) onde o veículo é licenciado e destina-se ao financiamento de serviços básicos à população ( saúde, educação, transporte, segurança, habitação, etc.). 12
13 13 CLASSIFICAÇÃO DOS TRIBUTOS Quanto à competência tributária: Tributos federais; Tributos estaduais; e Tributos municipais. (*) O Distrito Federal (DF) acumula competência tributária estadual e municipal.
14 Impostos Federais Imposto sobre a Importação Entrada no país. Imposto sobre a exportação - saída do País Guia de exportação Imposto sobre Renda e Proventos de Qualquer Natureza aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica. Imposto sobre Produtos Industrializados Imposto sobre operação de crédito, Câmbio e Seguros e sobre operações relativas a títulos e valores mobiliários Operação de crédito Imposto sobre Propriedade Territorial Rural- Posse rural Imposto sobre Grandes Fortunas -????
15 Impostos Estaduais ICMS Impostos sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços; ITCM Imposto sobre Transmissão "Causa Mortis" e Doação IPVA Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores
16 IMPOSTOS MUNICIPAIS IPTU Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana ITBI Imposto Sobre a Transmissão "inter vivos" de Bens Imóveis e de Direitos Reais Sobre Imóveis ISS Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza
17 17 CLASSIFICAÇÃO DOS TRIBUTOS Também quanto à competência tributária: Tributos privativos (ou exclusivos): o que se refere a uma esfera, nenhum outro ente pode tomar seu lugar; Tributos comuns: competência comum é aquela concedida pela Constituição, indiscriminadamente, à União, Estados, Distrito Federal e Municípios para instituir determinados tributos (taxas e contribuição de melhoria); Tributos residuais: a Constituição não prevê todas as situações de fato e de direito que possam constituir hipóteses de incidência de tributos (competência residual exclusivamente em favor da União).
18 CLASSIFICAÇÃO DOS TRIBUTOS Quanto aos fins desejados com o tributo: Tributos fiscais (finalidade arrecadatória); e Tributos extrafiscais (sua instituição não visa, em primeiro lugar, à arrecadação): incentivos fiscais, tributos regulatórios, seletivos. (*) Tributos parafiscais: são arrecadados por entidades não componentes da federação, que ficam com o produto arrecadado. Ex.: SESC/SENAC, SESI/SENAI (desconto na folha de pagamento), IBAMA etc. 18
19 19 ESPÉCIES TRIBUTÁRIAS Cinco espécies: impostos, taxas, contribuições de melhoria, contribuições sociais e empréstimos compulsórios. Previsão constitucional das espécies, inclusive do seu fato gerador. A Constituição Federal: reparte a competência tributária, fixa os fatos geradores, impõe condições para a criação e majoração de tributos. A lei complementar (norma geral): define os elementos do fato gerador. A lei ordinária (como regra) cria o tributo (fato gerador, hipótese de incidência).
20 20 ESPÉCIES TRIBUTÁRIAS Critérios para diferenciar uma espécie da outra: 1. Fato gerador vinculado, ou não, a uma atividade estatal em favor do contribuinte; 2. Destinação do valor arrecadado a uma determinada finalidade prevista em lei; 3. Circunstância que levou a entidade federada a criar o tributo; 4. Devolução posterior do quantum arrecadado ao contribuinte.
21 1) IMPOSTOS 21 Definição legal do art. 16 do CTN (Código Tributário Nacional): Imposto é o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica, relativa ao contribuinte. Tributo não vinculado a uma atividade estatal; é o contribuinte quem pratica o fato gerador deste tributo. Impostos federais: art. 153, CF (Constituição Federal); impostos estaduais: art. 155; e impostos municipais: art. 156, CF; a União ainda tem competência para criar outros impostos: art. 154.
22 2) TAXAS 22 Definição do art. 77 do CTN: As taxas cobradas pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição. Tributo vinculado a uma atuação estatal (exercício do poder de polícia ou prestação de um serviço público específico e divisível). Ex.: taxas em universidades públicas e gratuitas; Não pode ter base de cálculo própria de imposto (art. 145, 2º, CF). Deve levar em conta o custo estimado do serviço ou da fiscalização, no momento de fixar seu valor.
23 23 3) CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA Definição do art. 81 do CTN: A contribuição de melhoria cobrada pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra a valorização imobiliária, tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor que da obra resultar para cada imóvel beneficiado. Tributo vinculado a uma atividade do Estado (obra pública) mais um fator externo (valorização dos imóveis vizinhos). Ex.: asfalto numa rua do bairro. Competência comum de todas as entidades federadas.
24 24 4) EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO Características: 1. Só podem ser criados por lei complementar; 2. Só a União tem competência para criá-los; 3. Os contribuintes têm direito de devolução do dinheiro arrecadado no prazo e na forma previstos na LC ( empréstimo ); 4. Não possui fato gerador especificado na CF; 5. O valor arrecadado deve ser obrigatoriamente destinado às finalidades previstas nos incisos I e II do art. 148 da CF (ver parágrafo único). Exemplo: péríodo de hiperinflação no Brasil. Retenção das poupanças da Ministra Zélia Cardoso.
25 25 5) CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS Características: 1. Valor arrecadado deve ser destinado a uma finalidade social previamente estabelecida em lei (a União pode desviar 20% dos valores arrecadados para outra finalidade). Trata-se de uma verba carimbada. Ex.: previdência social. 2. Finalidades sociais: educação, saúde, previdência, interesse das categorias profissionais e econômicas, intervenção no domínio econômico etc. 3. Competência da União (art. 149, caput,). Os estados, DF e Municípios podem criar contribuições de custeio de suas próprias previdências.
26 26 CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS - SUBESPÉCIES De acordo com a finalidade determinada em lei, as contribuições sociais podem ser: 1. De custeio da seguridade social (saúde, previdência e assistências sociais). Ex.: pro-labore, COFINS, PIS, cota patronal, INSS descontado dos empregados etc. 2. De intervenção no domínio econômico (CIDE). Conceito amplo. Ex.: CIDE/combustível, SEBRAE, CIDE/Importação, CONDECINE, CIDE/royalties, INCRA etc. 3. De interesse das categorias profissionais e econômicas. Ex.: SESI, SENAI, SESC, SENAC, contribuições sindicais, anuidades dos Conselhos Profissionais etc. 4. Gerais: por exclusão, outras finalidades sociais não previstas anteriormente. Ex.: salário-educação, FGTS etc.
27 Bibliografia Básica: MARTINS, S. P. Direito do Trabalho. 25. ed. São Paulo: Atlas, MORAES, Alexandre de. Constituição do Brasil Interpretada e Legislação Constitucional. 7. ed. Atlas, PINHO, Rodrigo C. R. Da. Organização do Estado, dos Poderes e Histórico das Constituições. Col. Sinopses Jurídicas, Vol ed. Saraiva, 2008.
28 Bibliografia Complementar: BRASIL. Constituição Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado, BRASIL. Lei de 17 de março de BRASIL de 25 de outubro de BRASIL. Decreto-Lei n , de 01 de maio de Aprova a Consolidação das Leis do Trabalho. DE PLACIDO E SILVA. Vocabulário Jurídico. 28. ed. Forense, 2009.
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