REPARTIÇÃO DE RECEITA TRIBUTÁRIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REPARTIÇÃO DE RECEITA TRIBUTÁRIA"

Transcrição

1

2

3 A forma de Estado adotada pela Constituição Federal é a Federação, e esta só estará legitimada se cada ente da Federação gozar de autonomia administrativa e fiscal.

4 Objetiva corrigir os desequilíbrios verticais e horizontais em matéria tributária, existentes em qualquer federação.

5 Desequilíbrios verticais são descompassos entre a capacidade de tributar e as responsabilidades por gastos públicos por parte do governo.

6 Os desequilíbrios horizontais refletem as diferenças inter-regionais de renda. Regiões mais ricas e com uma base econômica mais desenvolvida tem maior arrecadação, devendo ser parcialmente repassada para regiões com menor desenvolvimento econômico.

7 No Brasil, há, basicamente, dois tipos de transferências possíveis: ü Constitucionais ü não-constitucionais

8 ü constitucionais - podem ser classificadas como: a) transferências diretas (repasse de parte da arrecadação para determinado governo), Ex.: a C F atribui aos Municípios 50% do IPVA arrecadado pelos Estados em virtude dos veículos automotores lincenciados em seus territórios.

9 b) indiretas a parcela distribuída integrará um fundo, que tem como base a arrecadação (48%) do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto sobre a Renda (IR), que posteriormente será repartido (CF, art. 159, II)

10 Exemplo de transferência constitucional indireta é a quota do fundo de participação dos municípios a que o Município tem direito (22,5%).

11 Em síntese, são diretas as repartições previstas nos artigos. 153, parágrafo 5º, 157, 158 e 159, III, da CF e indiretas, estas quando as relativa aos fundos de participação (CF, art. 159, I, a, b, c e d) ou compensatórios (DF, art. 159, II).

12 ü Não-constitucionais que dependem de convênios ou vontade política entre governos.

13 ATENÇÃO! Tributos vinculados a uma atuação estatal não sujeitam-se a repartição de suas receitas. Da mesma forma as receitas dos empréstimos compulsórios, que devem ser aplicadas, integralmente, no motivo que ensejou a instituição da

14 Quanto às contribuições especiais previstas no artigo 149 da CF/88 e à contribuição de iluminação pública do artigo 149-A, a regra é também a inexistência de repartição de receitas arrecadadas, em virtude da vinculação do destino dos recursos.

15 EXCEÇÃO em relação às contribuições. Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico relativa às atividades de importação ou comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados e álcool combustível (CF, art. 177, 4º). Instituída pela EC 44/2004, CIDE-COMBUSTÍVEIS

16 A CIDE-combustíveis, apesar de possuir arrecadação vinculada às atividades relacionadas no texto constitucional (CF, art. 177, 4º, II), passou a ter 29% de sua arrecadação dividida com os Estadosmembros, devendo estes entregar 25% do montante recebido aos Municípios (CF, art. 159, III, combinado com o 4º do mesmo artigo).

17 Podemos afirmar que no direito brasileiro os únicos tributos cujas receitas são sujeitas à repartição são os impostos e a CIDEcombustíveis.

18 São impostos da UNIÃO (7) - II, IE, IR, IPI, IOF, ITR, IGF; São impostos dos ESTADOS E DF (3) ITCMD, ICMS, IPVA; São imposto MUNICIPAIS (3) IPTU,ITBI, ISS.

19 Impostos cujas Receitas não são Repartidas: a) todos os impostos arrecadados pelos Municípios e pelo Distrito Federal. b) o imposto estadual sobre transmissão causa mortis e doações ITCD. c) os impostos federais sobre importação, exportação, grandes fortunas e os extraordinários de guerra.

20 UNIÃO reparte com ESTADOS MUNICÍPIOS; e ESTADOS repartem só c o m MUNICÍPIOS; MUNICÍPIOS não repartem com ninguém.

21 Vamos as regras de repartição previstas na CF. q Transferências constitucionais diretas

22 Art Compete à União instituir impostos sobre: V - operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários;

23 5º - O ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial, sujeita-se exclusivamente à incidência do imposto de que trata o inciso V do "caput" deste artigo, devido na operação de origem; a alíquota mínima será de um por cento, assegurada a transferência do montante da arrecadação nos seguintes termos

24 I - trinta por cento para o Estado, o Distrito Federal ou o Território, conforme a origem; II - setenta por cento para o Município de origem.

25 SEGUNDA HIPÓTESE DE REPARTIÇÃO: Art Pertencem aos Estados e ao Distrito Federal: I o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza, incidente na fonte, sobre rendimentos pagos, a qualquer título, por eles, suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem;

26 De acordo com o dipositivo a União deve repassar aos Estados e Distrito Federal a totalidade da receita de Imposto sobre Rendas e Proventos de Qualquer Natureza, incidente na fonte, sobre rendimentos pagos, pelos Estados e Distrito Federal, suas autarquias e fundações.

27 A lei atribui a responsabilidade tributária para a fonte pagadora de reter o Imposto de Renda na fonte, não haverá necessidade da União repassar a referida receita tributária. Na prática o Estado e o DF, bem como suas autarquias e fundações, efetuarão a retenção do referido imposto no momento do pagamento de seus funcionários, e não repassarão à União, visto que estas receitas lhe pertencem.

28 A terceira hipótese de repartição de receitas tributárias está prevista no artigo 157, II: Art Pertencem aos Estados e ao Distrito Federal: II vinte por cento do produto da arrecadação do imposto que a União instituir no exercício da competência que lhe é atribuída pelo art. 154, I.

29 Assim, caso a União exerça a competência residual, e institua novos impostos terá que repassar 20% da arrecadação para os Estados e Distrito Federal.

30 A quarta hipótese está prevista no artigo 158, I: Art Pertencem aos Municípios: I o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza, incidente na fonte, sobre rendimentos pagos, a qualquer título, por eles, suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem;

31 Similar ao previsto no inciso I do artigo 157, só que diz respeito aos Municípios, suas autarquias e fundações públicas. Assim, estas pessoas jurídicas ao efetuarem a retenção na fonte do imposto sobre renda e proventos pagos aos seus funcionários, não precisarão repassar o produto da arrecadação à União.

32 Prosseguindo, temos o inciso II do artigo 158. Art Pertencem aos Municípios: II cinqüenta por cento do produto da arrecadação do imposto da União sobre a propriedade territorial rural, relativamente aos imóveis neles situados, cabendo a totalidade na hipótese da opção a que se refere o art. 153, 4º, III;

33 O dispositivo traz a ressalva de que caso o Município opte por fiscalizar e cobrar o referido tributo terá direito à totalidade da arrecadação do mesmo, conforme art. 153, 4, III, CF, regulamentado pela Lei n /2005 e Instrução Normativa SRF n 643/2006.

34 inciso III, art. 158 da CF, traz outra hipótese. Art Pertencem aos Municípios: III cinqüenta por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seus territórios;

35 . REPARTIÇÃO DE RECEITA Nesta hipótese, os Estados deverão repassar 50% do produto da arrecadação do IPVA para os Municípios onde estiverem matriculados os veículos.

36 Para finalizar as repartições tributárias previstas no art. 158, temos o inciso IV e parágrafo único.

37 Art Pertencem aos Municípios: IV vinte e cinco por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.

38 O dispositivo dsipõe que 25% do total arrecadado a título de ICMS deverão ser repassados para os municípios localizados naquele estado.

39 O Parágrafo único determina como será feita a divisão do valor repassado pelos municípios. Parágrafo único. As parcelas de receita pertencentes aos Municípios, mencionadas no inciso IV, serão creditadas conforme os seguintes critérios:

40 I três quartos, no mínimo, na proporção do valor adicionado nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços, realizadas em seus territórios;

41 II até um quarto, de acordo com o que dispuser lei estadual ou, no caso dos Territórios, lei federal. E o que é VALOR ADICIONADO? Este conceito foi definido no 1º, art. 3 da Lei Complementar n 63/90, alterada pela LC 123/2006.

42 1º. O valor adicionado corresponderá, para cada Município: I ao valor das mercadorias saídas, acrescido do valor das prestações de serviços, no seu território, deduzido o valor das mercadorias entradas, em cada ano civil;

43 II nas hipóteses de tributação simplificada a que se refere o parágrafo único do art. 146 da Constituição Federal, e, em outras situações, em que se dispensem os controles de entrada, considerar-se-á como valor adicionado o percentual de 32% (trinta e dois por cento) da receita bruta.

44 Podemos concluir que oinciso I do parágrafo 1 do artigo 3 da LC 63/1990 será aplicado para as empresas tributadas pelo regime geral, e o inciso II será aplicado para as empresas participantes do regime simplificado de tributação (SIMPLES).

45 Aplicando-se a regra constitucional, a participação de cada município na parcela repassada pelo Estado a título de ICMS guarda proporcionalidade na sua contribuição efetiva para a incidência do tributo em questão.

46 Para finalizar a análise das repartições diretas, vamos ao art. 159, III, CF. Este dispositivo estabelece o repasse, segundo critérios estabelecidos em lei, de 29% do que foi arrecadado pela União a título de CIDE-COMBUSTÍVEIS para os Estados e DF, os quais deverão repassar 25% do que receberem para os seus municípios, conforme artigo 159, 4, CF.

47 O destino dos valores repassados nesta hipótese serão destinados ao financiamento de programas de infra-estrutura de transportes, conforme artigo 177, 4, II, c da CF.

48 q Transferências constitucionais indiretas

49 Art A União entregará: I do produto da arrecadação dos impostos sobre renda e proventos de qualquer natureza e sobre produtos industrializados quarenta e oito por cento na seguinte forma: (a, b, c e d)

50 FPE Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal: 21,5% da arrecadação do IPI e do IR, distribuídos de acordo com a população e a superfície e inversamente proporcional à renda per capita da unidade federativa;

51 FPM Fundo de Participação dos Municípios: composto por 22,5% da arrecadação do IPI e do IR, com uma distribuição proporcional à população de cada unidade, sendo 10% do fundo reservados para os Municípios das Capitais;

52 Fundos Regionais: para o financiamento de projetos na região Norte e Centro-Oeste - 1,2% da arrecadação total do IPI e do IR, respectivamente. P a r a o financiamento da região Nordeste - 1,8% da mesma base.

53 A EC n 55/2007 acrescentou a alínea d ao dispositivo em análise, prevendo a repartição de mais um por cento em favor do Fundo de Participação dos Municípios.

54 Deve ser descontado da arrecadação do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza as parcelas já repassadas aos Estados, DF e Municípios, previstas nos artigos 157, I e 158, I. (conforme art. 159, 1, CRFB/88).

55 Os percentuais foram definidos pela Lei Complementar n 62/1989. O cálculo dos valores a serem repassados cabe ao Tribunal de Contas da União, nos termos do parágrafo único, art. 161 da CRFB/88

56 Outra hipótese é do art. 159, II: FPEx Fundo de Compensação de Exportações: constituído por 10% da arrecadação total do IPI. É distribuído aos Estados. Sua distribuição é proporcional ao valor das exportações de produtos industrializados, sendo a participação individual limitada a 20% do total do fundo;

57 O Fundo tem por finalidade ressarcir os Estados e DF da perda que tiveram com a desoneração do ICMS incidente sobre a exportação.

58 A EC n 42/2003, deu nova redação ao artigo 155, 2, X, a da CF, estabelecendo que o ICMS não poderá incidir sobre operações que destinem mercadorias para o exterior, nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior, assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores.

59 O repasse de 10% do IPI passa a ter a finalidade de ressarcimento por esta perda. No mesmo raciocínio, os Estados deverão repassar 25% do que receberem para os seus municípios que também tiveram perdas com a desoneração do ICMS incidente na exportação, art. 159, 3 da CF.

60 O 2º (II, art. 159) determina que nenhum Estado ou DF poderão receber a título desta modalidade de repartição percentual superior a 20%, devendo o excedente ser repartido pelos demais entes da federação.

61 Para encerrar o estudo das repartições é importante a leitura do art. 160, CF: É vedada a retenção ou qualquer restrição à entrega e ao emprego dos recursos atribuídos, nesta seção, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, neles compreendidos adicionais e acréscimos relativos a

62 Parágrafo único. A vedação prevista neste artigo não impede a União e os Estados de condicionarem a entrega de recursos: I ao pagamento de seus créditos, inclusive de suas autarquias; II ao cumprimento do disposto no art. 198, 2º, incisos II e III.

63 O inciso II permite que se condicione a entrega ao cumprimento dos percentuais mínimos de aplicação de recursos em ações e serviços públicos de saúde.

64 CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS Art. 195, I, II, III e IV CF/88

65 Exclui-se a parcela do IR pertencente aos Estados, DF e Municípios, incidentes na fonte sobre os valoress pagos a seus próprios servidores ( 1º) FUNDOS TRIBUTO FEDERAL PARTILHADO 48% (IR + IPI) 10% (IPI) REPARTIÇÃO DE RECEITA CF/88 Art. 159 FPE IR + IPI 21,5% I, a FPM IR + IPI 22,5% I, b FUNDOS REGIONAIS IR + IPI 3% I, c FPM IR + IPI 1% I, d FPEx IPI 10% II

REPARTIÇÃO DE RECEITA TRIBUTÁRIA

REPARTIÇÃO DE RECEITA TRIBUTÁRIA A forma de Estado adotada pela Constituição Federal é a Federação, e esta só estará legitimada se cada ente da Federação gozar de autonomia administrativa e fiscal. A CF estabelece percentuais a serem

Leia mais

A primeira receita tributária repartida é a prevista no art. 157, que prevê:

A primeira receita tributária repartida é a prevista no art. 157, que prevê: REPARTIÇÃO DAS RECEITAS TRIBUTÁRIAS 1. INTRODUÇÃO Como visto nas competências tributárias, o texto constitucional delimita quais serão os tributos a serem instituídos por cada ente político. Dois merecem

Leia mais

Direito Tributário

Direito Tributário Direito Tributário 01. Sobre a competência Tributária, compete privativamente a União, exceto, a instituição dos tributos: a) Contribuição de Melhoria, decorrente de obra pública b) importação de produtos

Leia mais

CAPÍTULO. Competência Tributária. Competência Tributária Comum

CAPÍTULO. Competência Tributária. Competência Tributária Comum CAPÍTULO Competência Tributária Competência Tributária Comum C.F. art. 145 A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir os seguintes tributos: II - taxas, em razão do exercício

Leia mais

JOSIANE MINARDI TRIBUTÁRIO TEORIA E PRÁTICA. revista e atualizada. edição. 1ª e 2ª FASES

JOSIANE MINARDI TRIBUTÁRIO TEORIA E PRÁTICA. revista e atualizada. edição. 1ª e 2ª FASES JOSIANE MINARDI TRIBUTÁRIO TEORIA E PRÁTICA 7 edição revista e atualizada 1ª e 2ª FASES 2017 CAPÍTULO 2 Competência Tributária Os tributos serão inseridos no ordenamento jurídico por meio da competência

Leia mais

Direito Tributário. Repartição das Receitas Tributárias. Professora Giuliane Torres.

Direito Tributário. Repartição das Receitas Tributárias.  Professora Giuliane Torres. Direito Tributário Repartição das Receitas Tributárias Professora Giuliane Torres www.acasadoconcurseiro.com.br www.estudaquepassa.com.br Direito Tributário REPARTIÇÃO DAS RECEITAS TRIBUTÁRIAS REPASSE

Leia mais

Competência Tributária

Competência Tributária 2017 6ª Edição CAPÍTULO 2 Competência Tributária Os tributos serão inseridos no ordenamento jurídico por meio da competência tributária, pois é através dela que os entes federativos podem inovar a ordem

Leia mais

Quadros Resumo. Quadro Resumo: Matérias reservadas à Lei Complementar

Quadros Resumo. Quadro Resumo: Matérias reservadas à Lei Complementar Quadros Resumo Quadro Resumo: Matérias reservadas à Lei Complementar Tributo(s) Hipótese(s) CF88 (artigo) Todos Dispor sobre conflitos de competência 146, I Todos Regular as limitações ao Poder de Tributar

Leia mais

SUMÁRIO Direito Tributário...2 O Direito Tributário e as demais ciências jurídicas...5 O Direito Tributário e os Limites ao Poder de Tributar...

SUMÁRIO Direito Tributário...2 O Direito Tributário e as demais ciências jurídicas...5 O Direito Tributário e os Limites ao Poder de Tributar... SUMÁRIO Direito Tributário...2 Conceito...2 Polos...2 Receitas públicas...2 Natureza...3 Exemplos de receitas derivadas...3 Exemplos de receitas originárias...4 O Direito Tributário e o Direito Público...4

Leia mais

BASE DE CÁLCULO E APLICAÇÃO MÍNIMA PELOS ENTES FEDERADOS EM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE

BASE DE CÁLCULO E APLICAÇÃO MÍNIMA PELOS ENTES FEDERADOS EM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE PELOS ENTES FEDERADOS EM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE A Constituição Federal de 1988 determina em seu art. 198 que: 1º. O sistema único de saúde será financiado, nos termos do art. 195, com recursos

Leia mais

COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA

COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA www.trilhante.com.br ÍNDICE 1. COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA... 4 Limitações às Competências Tributárias...4 Classificação das Competências...6 2. IMPOSTOS DA UNIÃO...9 Imposto de Importação...9

Leia mais

Unidade I Teoria Geral dos Tributos. Capítulo 1 Conceito de Tributo e suas Espécies...3. Capítulo 2 Os Impostos Capítulo 3 As Taxas...

Unidade I Teoria Geral dos Tributos. Capítulo 1 Conceito de Tributo e suas Espécies...3. Capítulo 2 Os Impostos Capítulo 3 As Taxas... S u m á r i o Unidade I Teoria Geral dos Tributos Capítulo 1 Conceito de Tributo e suas Espécies...3 1.1. Conceito de Tributo... 3 1.2. As Espécies Tributárias... 8 Capítulo 2 Os Impostos... 18 2.1. Teoria

Leia mais

introdução Direito Tributário

introdução Direito Tributário introdução Tributo: Conceito e Classificação. Sistema Constitucional Tributário Soberania Poder de Tributar Poder absoluto dentro de um território Soberania Poder de Tributar Poder de fato de exigir uma

Leia mais

SumáriO Direito tributário...2 O Direito tributário e as demais Ciências Jurídicas...5 O Direito tributário e os Limites ao poder de tributar...

SumáriO Direito tributário...2 O Direito tributário e as demais Ciências Jurídicas...5 O Direito tributário e os Limites ao poder de tributar... sumário Direito Tributário...2 Conceito...2 Polos...2 Receitas Públicas...2 Natureza...3 Exemplos de receitas derivadas...3 Exemplos de receitas originárias...4 O Direito Tributário e o Direito Público...4

Leia mais

CONTABILIDADE E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

CONTABILIDADE E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Prof. Cássio Marques da Silva 2016 TRIBUTOS Modalidades 1 Anteriormente vimos que... Estado bem-comum recursos financeiros (dinheiro); Dinheiro tributos, empréstimos, repasses, leilões; Tributo 2 tipos:

Leia mais

CONTABILIDADE E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO

CONTABILIDADE E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO CONTABILIDADE E Prof. Cássio Marques da Silva 2017 TRIBUTOS Modalidades MODALIDADES DE TRIBUTOS Como vimos tributo seria a receita do Estado, que pode estar ou não vinculada a uma contra-prestação. Entretanto

Leia mais

DIREITO TRIBUTÁRIO. Tributos Estaduais ICMS Parte VII. Prof. Marcello Leal. Prof. Marcello Leal

DIREITO TRIBUTÁRIO. Tributos Estaduais ICMS Parte VII. Prof. Marcello Leal. Prof. Marcello Leal DIREITO TRIBUTÁRIO Tributos Estaduais ICMS Parte VII Monofásico ou concentrado Circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços O regime monofásico, também conhecido como tributação monofásica

Leia mais

SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL

SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL Tributos da União impostos arts. 153 e 154, da CF taxas contribuição de melhoria empréstimo compulsório ordinário extraordinário contribuições especiais sociais intervenção no domínio econômico interesse

Leia mais

Como a Constituição trata tal imposto:

Como a Constituição trata tal imposto: Como a Constituição trata tal imposto: Art. 155. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 3, de 1993) (...) II - operações relativas

Leia mais

VII CONGRESSO MINEIRO DE VEREADORES

VII CONGRESSO MINEIRO DE VEREADORES VII CONGRESSO MINEIRO DE VEREADORES SITUAÇÃO FINANCEIRA DOS MUNICÍPIOS EM FACE DO REEQUILÍBRIO FEDERATIVO Março/2017 Palestrante: Antônio José Calhau de Resende FORMAS DE ESTADO: Estado Federal ou Federação:

Leia mais

Unidade 2 Sistema Tributário Nacional: teoria do tributo e espécies tributárias.

Unidade 2 Sistema Tributário Nacional: teoria do tributo e espécies tributárias. Unidade 2 Sistema Tributário Nacional: teoria do tributo e espécies tributárias. Na aula anterior entendemos o conceito de Tributo, descrito no próprio CTN, em seu artigo 3º: Art. 3 - Tributo é toda prestação

Leia mais

Planejamento Tributário Empresarial 1

Planejamento Tributário Empresarial 1 Planejamento Tributário Empresarial 1 Imposto de Renda e proventos de qualquer natureza Do Lucro Arbitrado Pessoa Jurídica Tributada com base no lucro arbitrado Na ocorrência de qualquer das hipóteses

Leia mais

Sumário. ABREVIATURAS Capítulo 1 TRIBUTO: CONCEITO E ESPÉCIES COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA... 45

Sumário. ABREVIATURAS Capítulo 1 TRIBUTO: CONCEITO E ESPÉCIES COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA... 45 ABREVIATURAS... 11 Capítulo 1 TRIBUTO: CONCEITO E ESPÉCIES... 13 1. Conceito de tributo...13 1.1. Prestação pecuniária, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir...13 1.2. Prestação compulsória...14

Leia mais

25/04/2015. Noções Básicas do Direito Tributário ESCRITURAÇÃO FISCAL ESCRITURAÇÃO FISCAL. Davi Calado 25/04/2015

25/04/2015. Noções Básicas do Direito Tributário ESCRITURAÇÃO FISCAL ESCRITURAÇÃO FISCAL. Davi Calado 25/04/2015 ESCRITURAÇÃO FISCAL ESCRITURAÇÃO FISCAL Noções Básicas do Direito Tributário Pr Davi Calado 1 Conteúdo Programático 1. Introdução: Noções Básicas do Direito Tributário 2. Aspectos Básicos do ISSQN 3. Aspectos

Leia mais

Fernanda Marques Cornélio. Direito Tributário. 4ª edição revista e atualizada

Fernanda Marques Cornélio. Direito Tributário. 4ª edição revista e atualizada Fernanda Marques Cornélio 12 Direito Tributário 4ª edição revista e atualizada 2016 Capítulo 2 COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA Leia a Lei Arts. 7ª, 8º, CTN; Arts. 24, I e, 30, III, 147, 153, 4º, III, 154, I, 155,

Leia mais

Sumário. Apresentação... 15

Sumário. Apresentação... 15 Sumário Apresentação... 15 Capítulo 1 Considerações iniciais... 17 1. Breves considerações sobre o direito financeiro... 17 2. Direito tributário. Noção conceptual... 20 2.1. Autonomia do direito tributário...

Leia mais

DIREITO TRIBUTÁRIO CLAUDIO CARNEIRO. Blog: claudiocarneiroadv.blogspot.com.br. Site: Facebook: CLAUDIO CARNEIRO II

DIREITO TRIBUTÁRIO CLAUDIO CARNEIRO. Blog: claudiocarneiroadv.blogspot.com.br. Site:  Facebook: CLAUDIO CARNEIRO II 2012 DIREITO TRIBUTÁRIO CLAUDIO CARNEIRO Blog: claudiocarneiroadv.blogspot.com.br Site: www.claudiocarneiro.com.br Facebook: CLAUDIO CARNEIRO II IMPOSTOS: FEDERAIS: II, IE, IR, IPI, IOF, ITR, IGF, Extraordinário

Leia mais

Sumário. Apresentação... 15

Sumário. Apresentação... 15 Sumário Apresentação... 15 Capítulo 1 Considerações iniciais... 17 1. Breves considerações sobre o direito financeiro... 17 2. Direito tributário. Noção conceptual... 20 2.1. Autonomia do Direito Tributário...

Leia mais

CURSO JURÍDICO FMB CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DOS MÓDULOS

CURSO JURÍDICO FMB CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DOS MÓDULOS CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DOS MÓDULOS Sumário DIREITO TRIBUTÁRIO... DIREITO TRIBUTÁRIO PROFS. GUILHERME ADOLFO DOS SANTOS MENDES E DIMAS MONTEIRO DE BARROS MÓDULO I Direito Tributário - Conceito; Tributo -

Leia mais

Sumário Capítulo 1 Direito tributário Capítulo 2 Espécies de tributo Capítulo 3 Empréstimos compulsórios e contribuições especiais

Sumário Capítulo 1 Direito tributário Capítulo 2 Espécies de tributo Capítulo 3 Empréstimos compulsórios e contribuições especiais Sumário Capítulo 1 Direito tributário... 1 1.1. Direito... 1 1.2. Direito público e direito privado... 1 1.3. Direito tributário... 2 1.4. Direito tributário e os demais ramos do Direito... 4 1.5. Estado...

Leia mais

Prof. Fernando Mattos

Prof. Fernando Mattos Prof. Fernando Mattos 1 Apresentação Prof. MSc. Fernando Mattos Mestre em Ciências Contábeis pela UFRJ. Pós-Graduado em Administração e Contabilidade pela Avec e Especialista em Contabilidade pela Fundação

Leia mais

STJ Leandro Paulsen José Eduardo Soares de IMPOSTOS FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS. revista e atualizada. livranx~ O,GADO edltora

STJ Leandro Paulsen José Eduardo Soares de IMPOSTOS FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS. revista e atualizada. livranx~ O,GADO edltora Leandro Paulsen José Eduardo Soares de IMPOSTOS FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS 9 a EDIÇÃO revista e atualizada  livranx~ O,GADO DOAD edltora Porto Alegre, 2015 :3.)' 31'( '/) 1--'?),' L cy,,/ ~~~. ~

Leia mais

Direito e Legislação. Prof.ª Rosélia Souza

Direito e Legislação. Prof.ª Rosélia Souza Direito e Legislação Prof.ª Rosélia Souza [email protected] 2 DIREITO TRIBUTÁRIO: CONCEITOS Este ramo do Direito trata do estabelecimento de um conjunto sistematizado de normas para controlar

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 12. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 12. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 12 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua FINANCIAMENTO DA POLÍTICA EDUCACIONAL BRASILEIRA compreendendo os sistemas de ensino federal, estadual e municipal, a Constituição Federal

Leia mais

COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA X CAPACIDADE TRIBUTÁRIA ATIVA:

COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA X CAPACIDADE TRIBUTÁRIA ATIVA: Curso/Disciplina: Direito Tributário competência tributária / 2017 Aula: Competência tributária: diferença entre competência tributária e capacidade tributária ativa e repartição constitucional das competências

Leia mais

PREPARATÓRIO RIO EXAME DA OAB COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA RIA DIREITO TRIBUTÁRIO. RIO 2ª parte. Prof. JOSÉ HABLE www.josehable.adv.br johable@gmail.

PREPARATÓRIO RIO EXAME DA OAB COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA RIA DIREITO TRIBUTÁRIO. RIO 2ª parte. Prof. JOSÉ HABLE www.josehable.adv.br johable@gmail. PREPARATÓRIO RIO EXAME DA OAB DIREITO TRIBUTÁRIO RIO 2ª parte COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA RIA Prof. JOSÉ HABLE www.josehable.adv.br [email protected] SISTEMA TRIBUTÁRIO RIO NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL 2. Competência

Leia mais

Questão 01 ESAF/PGFN-Procurador da Fazenda Nacional/2015

Questão 01 ESAF/PGFN-Procurador da Fazenda Nacional/2015 Questão 01 ESAF/PGFN-Procurador da Fazenda Nacional/2015 Sobre a competência tributária prevista no CTN, assinale a opção incorreta. a) Os tributos cuja receita seja distribuída, no todo ou em parte, a

Leia mais

TAXAS Art. 145, II e 2º, CF e arts. 77 a 80, CTN

TAXAS Art. 145, II e 2º, CF e arts. 77 a 80, CTN CONCEITO DE INGRESSO PÚBLICO ORIGINÁRIO PRÓPRIO REPARAÇÕES DE GUERRA DEFINIÇÃO DE TRIBUTOS Art. 3, CTN TRIBUTO É TODA PRESTAÇÃO PECUNIÁRIA PENALIDADES COMPULSÓRIA INGRESSO PÚBLICO DERIVADO EM MOEDA OU

Leia mais

SUMÁRIO. Abreviaturas... 13

SUMÁRIO. Abreviaturas... 13 SUMÁRIO Abreviaturas... 13 Capítulo 1 Tributo: Conceito e Espécies... 15 1. Conceito de tributo... 15 1.1. Prestação pecuniária, em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir... 15 1.2. Prestação compulsória...

Leia mais

FUNDEB: O QUE MUDA NO FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ANÁPOLIS

FUNDEB: O QUE MUDA NO FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ANÁPOLIS FUNDEB: O QUE MUDA NO FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ANÁPOLIS Renato Ribeiro Leite * UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS Grupo de Pesquisa Qualidade da Educação Básica Grupo

Leia mais

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 5

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 5 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 5 CAPÍTULO 1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS... 19 1. Breves considerações sobre o direito financeiro... 19 2. Direito tributário. Noção conceptual... 22 2.1. Autonomia do Direito Tributário...

Leia mais

Direito Tributário 7 ª. Concursos. Resumos para. Fernanda Marques Cornélio. Coleção. Organizadores Frederico Amado Lucas Pavione. revista atualizada

Direito Tributário 7 ª. Concursos. Resumos para. Fernanda Marques Cornélio. Coleção. Organizadores Frederico Amado Lucas Pavione. revista atualizada Coleção Resumos para 12 Concursos Organizadores Frederico Amado Lucas Pavione Fernanda Marques Cornélio Direito Tributário 7 ª edição revista atualizada 2019 Capítulo 1 TRIBUTO: CONCEITO E ESPÉCIES \\

Leia mais

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 5

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 5 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 5 CAPÍTULO 1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS... 19 1. Breves considerações sobre o direito financeiro... 19 2. Direito tributário. Noção conceptual... 22 2.1. Autonomia do Direito Tributário...

Leia mais

IUS RESUMOS. Espécies de Tributos: os impostos. Organizado por: Samille Lima Alves

IUS RESUMOS. Espécies de Tributos: os impostos. Organizado por: Samille Lima Alves Espécies de Tributos: os impostos Organizado por: Samille Lima Alves SUMÁRIO I. ESPÉCIES DE TRIBUTOS: OS IMPOSTOS... 3 1. Classificação dos tributos... 3 2 Tributos por espécies: impostos... 4 2.1... 4

Leia mais

DIREITO FINANCEIRO. A Receita Pública. Fundos Públicos Financeiros (de participação e de destinação) Prof. Thamiris Felizardo

DIREITO FINANCEIRO. A Receita Pública. Fundos Públicos Financeiros (de participação e de destinação) Prof. Thamiris Felizardo DIREITO FINANCEIRO A Receita Pública Prof. Thamiris Felizardo -FUNDOS PÚBLICOS Fundos: consistem na individualização dos recursos e na sua vinculação a uma área especifica. -CONCEITO: Dentre as suas diversas

Leia mais

FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA

FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA A Constituição Federal Estabelece a educação como direito social e universal, obrigatório dos 4 aos 17 anos (CF Art. 208 / LDB Art. 4º) Enfatiza a gratuidade

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MIRACEMA 2014 FISCAL DE TRIBUTOS PROVA OBJETIVA

PREFEITURA MUNICIPAL DE MIRACEMA 2014 FISCAL DE TRIBUTOS PROVA OBJETIVA 1 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o Código Tributário do Município de Miracema (lei nº 1.453, de 26 de setembro de 2013), responda às questões de números 1 a 6. 1) É de competência do município

Leia mais

DIREITO TRIBUTÁRIO. Espécies Tributárias Impostos dos Estados, Municípios e do Distrito Federal. Prof.ª Luciana Batista

DIREITO TRIBUTÁRIO. Espécies Tributárias Impostos dos Estados, Municípios e do Distrito Federal. Prof.ª Luciana Batista DIREITO TRIBUTÁRIO Espécies Tributárias Impostos dos Estados, Municípios e do Distrito Federal Prof.ª Luciana Batista IMPOSTOS DOS ESTADOS/ DISTRITO FEDERAL (art. 155, CF/88). ITCD : transmissão causa

Leia mais

CAPÍTULO 1 Tributo: Conceito e Classificações... 17

CAPÍTULO 1 Tributo: Conceito e Classificações... 17 SUMÁRIO CAPÍTULO 1 Tributo: Conceito e Classificações... 17 1. Receitas originárias e receitas derivadas... 17 2. O conceito constitucional de tributo... 18 3. Análise do conceito do art. 3º do CTN...

Leia mais

Sumário CAPÍTULO 3 EMPRÉSTIMOS COMPULSÓRIOS E CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS

Sumário CAPÍTULO 3 EMPRÉSTIMOS COMPULSÓRIOS E CONTRIBUIÇÕES ESPECIAIS Sumário CAPÍTULO 1 DIREITO TRIBUTÁRIO 1. Direito 2. Direito público e direito privado 3. Direito tributário 4. Direito tributário e os demais ramos do Direito 5. Estado 6. Receitas do Estado 7. Definição

Leia mais

Tribunais Exercícios Direito Tributário Exercício Rafael Saldanha Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

Tribunais Exercícios Direito Tributário Exercício Rafael Saldanha Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Exercícios Direito Tributário Exercício Rafael Saldanha 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. QUESTÃO 01 Um município brasileiro, desconsiderando as regras

Leia mais

AULAS DE 20 e 22/10/15

AULAS DE 20 e 22/10/15 AULAS DE 20 e 22/10/15 8. IMPOSTOS EM ESPÉCIE 8.1. Impostos da União d) Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) Art. 153, da CF; art. 46 e seguintes do TN. - Também utilizado com finalidade extrafiscal.

Leia mais

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Comércio

Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Comércio ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Comércio 1ª Faixa Até 180.000,00 4,00% - 2ª Faixa De 180.000,01 a 360.000,00 7,30% 5.940,00 3ª

Leia mais

4º O contribuinte deverá considerar, destacadamente, para fim de pagamento:

4º O contribuinte deverá considerar, destacadamente, para fim de pagamento: Das Alíquotas e Base de Cálculo e dos Créditos Art. 18. O valor devido mensalmente pela microempresa e empresa de pequeno porte, optante do Simples Nacional, será determinado mediante aplicação da tabela

Leia mais

DIREITO FINANCEIRO. A Receita Pública. Classificação da Receita Pública Parte 2. Prof. Thamiris Felizardo

DIREITO FINANCEIRO. A Receita Pública. Classificação da Receita Pública Parte 2. Prof. Thamiris Felizardo DIREITO FINANCEIRO A Receita Pública Classificação da Receita Pública Parte 2 Prof. Thamiris Felizardo 1) Receita Tributária Art. 9º Tributo é a receita derivada instituída pelas entidades de direito publico,

Leia mais

CAPÍTULO 1 TRIBUTO. CONCEITO E ESPÉCIES...19 CAPÍTULO 2 COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA...21 CAPÍTULO 3 PRINCÍPIOS DO DIREITO TRIBUTÁRIO...

CAPÍTULO 1 TRIBUTO. CONCEITO E ESPÉCIES...19 CAPÍTULO 2 COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA...21 CAPÍTULO 3 PRINCÍPIOS DO DIREITO TRIBUTÁRIO... SUMÁRIO PARTE 1 TEORIA DIREITO MATERIAL CAPÍTULO 1 TRIBUTO. CONCEITO E ESPÉCIES...19 CAPÍTULO 2 COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA...21 2.1 Repartição das receitas tributárias... 23 2.2 Exercício da competência tributária...

Leia mais

SUMÁRIO. Capítulo 1. Introdução ao estudo do Direito Tributário, 21

SUMÁRIO. Capítulo 1. Introdução ao estudo do Direito Tributário, 21 SUMÁRIO Capítulo 1. Introdução ao estudo do Direito Tributário, 21 1.1. NOÇÕES INAUGURAIS, 21 1.2. ESPÉCIES DE RECEITAS FINANCEIRAS, 23 1.3. A IMPORTÂNCIA DAS RECEITAS TRIBUTÁRIAS, 26 1.4. A RELAÇÃO TRIBUTÁRIA

Leia mais

FUNDEB: O QUE MUDA NO FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS. Renato Ribeiro Leite RESUMO

FUNDEB: O QUE MUDA NO FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS. Renato Ribeiro Leite RESUMO FUNDEB: O QUE MUDA NO FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO NO MUNICÍPIO DE ANÁPOLIS Renato Ribeiro Leite Docente do Curso de Pedagogia, UnU de Ciências Sócio-Econômicas e Humanas de Anápolis UEG RESUMO O Fundo de

Leia mais

23/07/2014. ICMS Noções Básicas. Apresentação: Fábio Martins Lopes Samyr Qbar

23/07/2014. ICMS Noções Básicas. Apresentação: Fábio Martins Lopes Samyr Qbar 23/07/2014 ICMS Noções Básicas Apresentação: Fábio Martins Lopes Samyr Qbar O que é Tributo? - Art. 3º do CTN Toda prestação pecuniária compulsória em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir que não

Leia mais