SEM QUEBRAR AS TAÇAS!! *
|
|
|
- Thiago Cipriano Leveck
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SEM QUEBRAR AS TAÇAS!! * ernand Lang da Silveira Intitut de íica URGS Prt Alegre RS Reum Uma ripa de madeira, apiada bre dua taça, pde er partida, em quebrar a taça, cm uma frte pancada. A demntraçã dete urpreendente efeit em ala de aula, eguida de ua explicaçã, cnduz a aprfundament teóric de cnceit fíic, em epecial daquele relacinad à dinâmica da rtaçõe. Palavra-chave: Experiment cntra-intuitiv, eix intantâne de rtaçã, dinâmica da rtaçõe. I. Intrduçã É pível, em quebrar a taça, partir uma ripa de madeira bre taça de vinh? A repta é pitiva e vcê pde facilmente realizar tal façanha. Em primeir lugar mtrarem cm realizá-la e em eguida darem uma explicaçã. II. Realizand a façanha Tme uma ripa de madeira de 40 cm u mai de cmpriment. Se ela fr de pinh pde ter 1 cm de epeura. Se fr de madeira aglmerada pde er mai gra. Apóie a ripa pela extremidade bre a dua taça cnfrme a ig. 1 (ca tenha recei de realizar a façanha cm a taça, tete cm di cp de vidr cmun u decartávei de plátic). Uma barra de madeira reitente (u até de metal) cm cerca de 1 m de cmpriment erá utilizada para glpear vilentamente a ripa de madeira em ua regiã mediana. O glpe deve er muit frte!! * Publicad n Cadern Catarinene de Enin de íica, v. 1, n., ag
2 ig. 1 - Ripa deitada bre a taça. III. A explicaçã da façanha O glpe vilent na ripa prduzirá uma frça muit grande na regiã mediana da ripa. Se a ituaçã fe etática, teríam cerca da metade dea frça aplicada a cada taça, e cneqüentemente, eriam quebrada. Na verdade ea frça intena atuará na regiã mediana da ripa pr um breve interval de temp, durante qual ainda nã há qualquer efrç bre a taça. Aplicada uma frça na regiã mediana da ripa, efrç bre a extremidade acntecerã depi de algum temp ( temp que uma nda mecânica e prpagand na ripa leva para percrrer a ditância que epara lcal d impact da extremidade apiada). Ou eja, ante de haver efrç bre a taça a ripa já etá rmpida, cntituind-e entã di crp independente. O glpe tranferirá para cada pedaç da ripa uma grande quantidade de mviment linear e angular. Ou eja, cada parte da ripa terá em eguida a glpe eu centr de maa e delcand para baix cm grande velcidade, Cncmitantemente pedaç girará cm grande velcidade angular em trn d centr de maa (vide a ig. ). ig. - Tranlaçã d centr de maa e rtaçã em trn d centr de maa de cada pedaç. A uperpiçã da tranlaçã de cada pedaç cm a rtaçã em trn d centr de maa determinará que ele gire intantaneamente em trn de um eix (eix intantâne de rtaçã) ituad acerca de um terç d eu cmpriment da extremidade apiada na taça (vide a ig. 3). eta frma, intantaneamente, mviment é uma rtaçã pura em trn d eix intantâne e a extremidade apiada na taça etá ubind, e afatand da taça. 65
3 ig. 3 - Rtaçã para cada pedaç em trn d eix intantâne. Vcê também pde realizar ete experiment upendend a ripa pela extremidade em dua alça de papel higiênic. Verá entã que a alça de papel nã ã ragada. Tem utilizad ete experiment em diciplina de íica Geral. Ele erve para exemplificar cncretamente a exitência de um eix intantâne de rtaçã quand mviment de um crp é decrit cm uma rtaçã em trn de um eix cm tranlaçã dee mem eix facilitand dea frma entendiment de um cnceit muita veze incmpreenível para alun. Cncluirem ete trabalh apreentand uma demntraçã bre a lcalizaçã d eix intantâne de rtaçã. IV. Lcalizand eix intantâne de rtaçã A barra da ig. 4 repreenta um d pedaç da ripa, b a açã de uma frça percura aplicada a uma de ua extremidade. Cm a frça percura prduzida pela pancada é muit mair d que quaiquer utra frça que etejam aplicada à barra, pdem cniderá-la cm a frça reultante na barra durante pequen interval de temp que dura a pancada. ig. 4 - rça bre um d pedaç da barra durante a pancada. 66
4 Send a única frça que atua bre a barra, trque de ( τ )é trque reultante ( τ Re ) bre a barra. Ou eja, τ Re = (1) τ O trque de em relaçã a eix intantâne de rtaçã é: τ ( L = + ) () O trque reultante é prdut d mment de inércia da barra em relaçã a eix intantâne (I ) pela aceleraçã angular da barra em relaçã a eix intantâne(α ). τ Re = I α (3) O mment de inércia da barra em relaçã a eix intantâne etá relacinad cm mment de inércia da barra em relaçã a eu centr de maa (I CM ) atravé d terema de Steiner (terema d eix paralel). Send M a maa da barra, terema é dad pr: I = I + M (4) CM Sabe-e que mment de inércia da barra em relaçã a centr de maa é: I CM = (5) 1 Subtituind-e (5) em (4) btém-e: I = + M (6) 1 Subtituind-e (6) em (3) encntra-e: τ M 1 α Re = + (7) Subtituind-e (7) e () em (1) chega-e em: L + M α = (8) 1 A aceleraçã angular α etá relacinada cm a aceleraçã linear d centr de maa (a CM ) atravé de: a CM = α (9) A Segunda Lei de Newtn permite reecrever (9) cm: M α (10) = Subtituind-e (10) em (8) btém-e: 67
5 + M 1 M L = Simplificand-e e M em (11) encntra-e: + 1 L 1 L = (11) (1) A eguir btém-e: L L + = + (13) 1 L L = = (14) 1 6 Na ig. 4 percebe-e que: L = X + (15) Subtituind-e (14) em (15) encntra-e: L L = X + (16) 6 inalmente, cm queríam demntrar, btém-e: L X =. (17) 3 68
Testes Acelerados de Confiabilidade
Tete Acelerad de Cnfiabilidade Definiçã: Tete Acelerad de Cnfiabilidade cnitem na expiçã de cmpnente/itema a carga de tre uficiente para reduzir eu temp-médi-até-falha (MTTF) à nívei aceitávei. O engenheir(a),
Colégio Santa Dorotéia Área de Matemática Disciplina: Matemática Ano: 8º - Ensino Fundamental Professores: Rose Mary, Weslei e Wuledson
Caro(a) aluno(a), O momento de revião deve er vito como oportunidade de recontruir conhecimento neceário à continuação do proceo de aprendizagem. Naturalmente a realização dea atividade eigirá de você
A grandeza física capaz de empurrar ou puxar um corpo é denominada de força sendo esta uma grandeza vetorial representada da seguinte forma:
EQUILÍBRIO DE UM PONTO MATERIAL FORÇA (F ) A grandeza física capaz de empurrar u puxar um crp é denminada de frça send esta uma grandeza vetrial representada da seguinte frma: ATENÇÃO! N S.I. a frça é
MOVIMENTOS VERTICAIS NO VÁCUO
Diciplina de Fíica Aplicada A 1/ Curo de Tecnólogo em Getão Ambiental Profeora M. Valéria Epíndola Lea MOVIMENTOS VERTICAIS NO VÁCUO Agora etudaremo o movimento na direção verticai e etaremo deprezando
Questão 46. Questão 48. Questão 47. Questão 49. alternativa C. alternativa D. alternativa D
Questã 46 Se uma pessa cnseguiu percrrer a distância de 3 000 m em 45 minuts, sua velcidade escalar média, nesse interval, fi: a),0 km/h d) 6,0 km/h b) 3,0 km/h e) 6,7 km/h alternativa C c) 4,0 km/h A
Lista de Exercícios 2
PONTIFÍCI UNIVERSIDDE CTÓLIC DO RIO GRNDE DO SUL FCULDDE DE ENGENHRI ENGENHRI MECÂNIC 4444W- SISTEMS ROBOTIZDOS Prf. Felipe Kühne Lita e Exeríi. Determine parâmetr DH rbô eféri abaix, e epi ereva órgã
Aula 03 Modelização de Sistemas
Aula 03 Mdelizaçã de Sistemas Mdelizaçã de Sistemas entrada (input) saída (utput) carr / massa / mla Mdelizaçã de Sistemas carr / massa / mla Mdelizaçã de Sistemas carr / massa / mla frça aplicada deslcament
Administração AULA- 7. Economia Mercados [3] Oferta & Procura
Administraçã AULA- 7 1 Ecnmia Mercads [3] Oferta & Prcura Prf. Isnard Martins Bibligrafia: Rsseti J. Intrduçã à Ecnmia. Atlas 06 Rbert Heilbrner Micr Ecnmia N.Gregry Mankiw Isnard Martins Pag - 1 Oferta,
Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências da Natureza Disciplina: Física Ano: 1º - Ensino Médio Professor: Newton Barroso
Área de Ciência da Natureza Diciplina: Ano: º - Enino Médio Profeor: Newton Barroo Atividade para Etudo Autônomo Data: 5 / 6 / 09 ASSUNTO: MCU (CAP. 9) Aluno(a): N o : Turma: ) (UFU 08) Auma que a dimenõe
Halliday & Resnick Fundamentos de Física
Halliday & Resnick Fundaments de Física Mecânica Vlume 1 www.grupgen.cm.br http://gen-i.grupgen.cm.br O GEN Grup Editrial Nacinal reúne as editras Guanabara Kgan, Sants, Rca, AC Farmacêutica, LTC, Frense,
Cursinho Triu. Aula 2 - Cinemática. 1 o semestre de Pedro Simoni Pasquini
Cursinh Triu 1 semestre de 014 Aula - Cinemática Pedr Simni Pasquini [email protected] 1 Aceleraçã Será que a psiçã d bjet temp e a velcidade sã sucientes para descrever um prblema? A verdade é que
Geração de calor em sólidos
3/09/06 ranferência de calr Geraçã de calr em ólid º. emetre, 06 Geraçã de calr em ólid Divera aplicaçõe prática de tranferência de calr envlvem a cnverã de aluma frma de eneria em eneria térmica n mei.
FÍSICA 2º ANO DIFERENÇA DE DOIS VETORES Duas grandezas vetoriais são iguais quando apresentam o mesmo módulo, a mesma direção e o mesmo sentido.
FÍSICA º ANO I- ETOES - GANDEZA ESCALA E ETOIAL a) G Ecalar: é aquela que fica perfeitamente definida quando conhecemo o eu valor numérico e a ua unidade de medida Ex: maa, tempo, comprimento, energia,
A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1
OBMEP Nível 3 ª Fase Sluções QUESTÃO. Quincas Brba uniu quatr blcs retangulares de madeira, cada um cm 4 cm de cmpriment, cm de largura e cm de altura, frmand bjet mstrad na figura. A) Qual é vlume deste
Capítulo 6 - Medidores de Grandezas Elétricas Periódicas
Capítul 6 - Medidres de Grandezas Elétricas Periódicas 6. Intrduçã Neste capítul será estudad princípi de funcinament ds instruments utilizads para medir grandezas (tensões e crrentes) periódicas. Em circuits
Halliday & Resnick Fundamentos de Física
Halliday & Resnick Fundaments de Física Mecânica Vlume 1 www.grupgen.cm.br http://gen-i.grupgen.cm.br O GEN Grup Editrial Nacinal reúne as editras Guanabara Kgan, Sants, Rca, AC Farmacêutica, LTC, Frense,
Sistemas Electrónicos. Amplificadores Operacionais
3-3- Unerdade de Aer Departament de Electrónca, Telecmuncaçõe e nfrmátca Stema Electrónc Metrad ntegrad em Engenhara de Cmputadre e Telemátca Amplfcadre Operacna Slde Sumár O Nullr e cncet de curt-crcut
Física I. Oscilações - Resolução
Quetõe: Fíica I Ocilaçõe - Reolução Q1 - Será que a amplitude eacontantenafae de um ocilador, podem er determinada, e apena for epecificada a poição no intante =0? Explique. Q2 - Uma maa ligada a uma mola
1 DEFINIÇÃO E IMPORTÂNCIA 2 O FRACASSO DA EQUAÇÃO MECÂNICA DE ESTADO M ECANISMOS DE ENDURECIMENTO ENCRUAMENTO DOS METAIS
Capítul IV: ecanisms de Endureciment 1 CAPÍTULO IV ECANISOS DE ENDURECIENTO 4.1 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Livro para a SBEA (material em construção) Edmundo Rodrigues 9. peneiras
Livro para a SBEA (material em contrução) Edmundo Rodrigue 9 4.1. Análie granulométrica Granulometria, graduação ou compoição granulométrica de um agregado é a ditribuição percentual do eu divero tamanho
CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA FOLHA DE QUESTÕES
CONCURSO DE DMISSÃO O CURSO DE GRDUÇÃO FÍSIC FOLH DE QUESTÕES 007 1 a QUESTÃO Valr: 1,0 Um hmem está de pé diante de um espelh plan suspens d tet pr uma mla. Sabend-se que: a distância entre s lhs d hmem
TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. alternativa E. alternativa A. ver comentário. alternativa E
Questã TIPO DE PROVA: A N primeir semestre deste an, a prduçã de uma fábrica de aparelhs celulares aumentu, mês a mês, de uma quantidade fixa. Em janeir, fram prduzidas 8 000 unidades e em junh, 78 000.
O diagrama em blocos contém vários itens na sua representação. São estes: Seta - É usada para representar o sentido do fluxo de sinal.
Dagrama de Blc Verfcand mdel para tema cmplex, pde-e ntar que ele ã reultante de ubtema u element, cada qual cm ua funçã de tranferênca. O dagrama em blc pdem er uad para repreentar cada um dete ubtema,
5. DIAGRAMA EM BLOCOS
Stema de Cntrle 5. DIAGRAMA EM BLOCOS Verfcand mdel para tema cmplex, pde-e ntar que ele ã reultante de ubtema u element, cada qual cm ua funçã de tranferênca. O dagrama em blc pdem er uad para repreentar
Duas Novas Plataformas
Plataf Shw Cae é uma da nva plataf d Abrafa Buine Club. Fi criada erviç e eatégia de n parceir au relacinad à aúde Um cal de cmunicaçã ene egme fa e cnumidr final. Cnduzid pr Leda Nagle, jrnalita, ecritra,
Alguns aspectos da Óptica Geométrica - P. A. Tipler, vol 2, cap 33 Propriedades da Luz, e cap 34 Imagens Ópticas
Alguns aspects da Óptica Gemétrica - P. A. Tipler, vl 2, cap 33 Prpriedades da Luz, e cap 34 Imagens Ópticas Um puc de História da Luz - Os espelhs datam de ~ 2000 a.c. - Prpagaçã linear da luz registrs
Halliday & Resnick Fundamentos de Física
Halliday & Resnick Fundaments de Física Mecânica Vlume 1 www.grupgen.cm.br http://gen-i.grupgen.cm.br O GEN Grup Editrial Nacinal reúne as editras Guanabara Kgan, Sants, Rca, AC Farmacêutica, LTC, Frense,
Energia é algo que aparece em muitas formas diferentes, mutuamente relacionadas pela possibilidade de conversão de uma forma de energia em outra.
UNIDADE II CONSERVAÇÃO DA ENERGIA Profa. Dra. Maria Laura G.S. Luz 2016 Introdução Toda a matéria tem energia em divera forma A energia é inerente a toda matéria Energia é algo que aparece em muita forma
Halliday & Resnick Fundamentos de Física
Halliday & Resnick Fundaments de Física Mecânica Vlume 1 www.grupgen.cm.br http://gen-i.grupgen.cm.br O GEN Grup Editrial Nacinal reúne as editras Guanabara Kgan, Sants, Rca, AC Farmacêutica, LTC, Frense,
grau) é de nida por:
CÁLCULO I Prf. Edilsn Neri Júnir Prf. André Almeida : Funções Elementares e Transfrmações n Grác de uma Funçã. Objetivs da Aula Denir perações cm funções; Apresentar algumas funções essenciais; Recnhecer,
Disciplina de Física Aplicada A 2012/2 Curso de Tecnólogo em Gestão Ambiental Professora Ms. Valéria Espíndola Lessa MECÂNICA
Diciplina de Fíica Aplicada A 212/2 Curo de Tecnólogo em Getão Ambiental Profeora M. Valéria Epíndola Lea MECÂNICA Neta aula etudaremo a primeira parte da Fíica Cláica: a Mecânica. A Mecânica divide-e
e-física IFUSP 08 Movimento dos Projéteis Exercícios Resolvidos
e-fíica Enino de Fíica Online Inituto de Fíica da USP 8 Moimento do Projétei Eercício Reolido Eercício Reolido 8.1 A figura ilutra a ituação na ual em um determinado intante um projétil de maa m = kg ai
matemática 2 Questão 7
Questã TIPO DE PROVA: A Na figura, a diferença entre as áreas ds quadrads ABCD e EFGC é 56. Se BE =,a área d triângul CDE vale: a) 8,5 b) 0,5 c),5 d),5 e) 6,5 pr semana. Eventuais aulas de refrç sã pagas
Mais problemas resolvidos! Atrito e força centrípeta:
Mais prblemas reslvids! Atrit e frça centrípeta: Prblema 04. a figura a lad, um prc brincalhã escrrega em uma ο rampa cm uma inclinaçã de 35 e leva dbr d temp que levaria se nã huvesse atrit. Qual é ceficiente
1 Transformada de Laplace de u c (t)
Tranformada de Laplace - Função de Heaviide Prof ETGalante Equaçõe diferenciai ob ação de funçõe decontínua aparecem com frequência na análie do uxo de corrente em circuito elétrico ou na vibraçõe de itema
1ª Avaliação. 2) Qual dos gráficos seguintes representa uma função de
1ª Avaliaçã 1) Seja f ( ) uma funçã cuj dmíni é cnjunt ds númers naturais e que asscia a td natural par valr zer e a td natural ímpar dbr d valr Determine valr de (a) f ( 3) e (b) + S, send f ( 4 ) * S
CAPÍTULO 4. Movimento Variado. Introdução. 2-Aceleração Escalar Média
CAPÍTULO 4 Movimento Variado Introdução O movimento do corpo no dia-a-dia ão muito mai variado do que propriamente uniforme, até porque, para entrar em movimento uniforme, um corpo que etava em repouo,
AL 1.1 Movimento num plano inclinado: variação da energia cinética e distância percorrida. Nome dos membros do grupo: Data de realização do trabalho:
Escla Secundária de Laga Física e Química A 10º An Paula Mel Silva Relatóri Simplificad AL 1.1 Mviment num plan inclinad: variaçã da energia cinética e distância percrrida Identificaçã d trabalh (Capa)
Miloje / Shutterstock. Matemática B. CP_18_GAIA_MB1.indd 1 12/01/ :44
Miloje / Shuttertock Matemática _18_GI_M1.indd 1 1/01/018 14:44 Matemática aula 1 é ietriz de Ô Ô Ô Soma de ângulo adjacente Quanto ao valor, a oma de doi ângulo adjacente pode er claificada em trê categoria:
Capítulo 5. Força e Movimento I. Copyright 2014 John Wiley & Sons, Inc. All rights reserved.
Capítul 5 Frça e Mviment I Cpyright 5-1 Primeira e Segunda Leis de Newtn Uma frça: É um empurrã r puxã atuand em um bjet Causa aceleraçã Ns cncentrarems nas três leis de mviment de Newtn: Mecânica Newtniana
Aula 20. Efeito Doppler
Aula 20 Efeito Doppler O efeito Doppler conite na frequência aparente, percebida por um oberador, em irtude do moimento relatio entre a fonte e o oberador. Cao I Fonte em repouo e oberador em moimento
Considere as seguintes expressões que foram mostradas anteriormente:
Demontração de que a linha neutra paa pelo centro de gravidade Foi mencionado anteriormente que, no cao da flexão imple (em eforço normal), a linha neutra (linha com valore nulo de tenõe normai σ x ) paa
Exercícios Capítulo 9 Rotação de Corpos rígidos Sears e Zemansky, Young & Freedman Física I Editora Pearson, 10ª Edição Prof. Dr. Cláudio S.
Exercício Capítulo 9 Rotação de Corpo rígido Sear e Zemanky, Young & Freedman Fíica I Editora Pearon, ª Edição Quetõe Q9 Quando uma fíta de vídeo ou de áudio é rebobinada, por que a velocidade com que
APOSTILA DE MOVIMENTO CIRCULAR Uniforme - MCU
Prof. Dr.Claudio Sergio Sartori e Prof. Dr. Irval C. de Faria 1 APOSTILA DE MOVIMENTO CIRCULAR Uniforme - MCU 1 S de 2017 Prof. Dr.Claudio Sergio Sartori e Prof. Dr. Irval Cardoo de Faria. Prof. Dr.Claudio
Halliday & Resnick Fundamentos de Física
Halliday & Resnick Fundaments de Física Mecânica Vlume 1 www.grupgen.cm.br http://gen-i.grupgen.cm.br O GEN Grup Editrial Nacinal reúne as editras Guanabara Kgan, Sants, Rca, AC Farmacêutica, LTC, Frense,
Normas de segurança para equipamentos de parques infantis
Nrmas de segurança para equipaments de parques infantis Este dcument descreve as nrmas de segurança para inspecções após a instalaçã e inspecções anuais de parques infantis públics. Assume-se que utilizadr
TECNOLOGIAS DE MICRO-GERAÇÃO E SISTEMAS PERIFÉRICOS. 5 Micro-Turbinas Eólicas
5 Micr-Turbinas Eólicas 42 5.1 - Descriçã da tecnlgia As turbinas eólicas, também cnhecidas pr aergeradres, têm cm funçã transfrmar a energia cinética d vent em energia mecânica e cnsequentemente em energia
Informação Prova de Equivalência à Frequência Expressões Artísticas 1º ciclo do Ensino Básico
Infrmaçã Prva de Equivalência à Frequência Expressões Artísticas 1º cicl d Ensin Básic 2013 1. Intrduçã O presente dcument visa divulgar as caraterísticas da Prva de Equivalência à Frequência d 1.º Cicl
Intervalo de Confiança para a Variância de uma População Distribuída Normalmente. Pode-se mostrar matematicamente que a variância amostral,
Etatítica II Antonio Roque Aula 8 Intervalo de Confiança para a Variância de uma População Ditribuída Normalmente Pode-e motrar matematicamente que a variância amotral, ( x x) n é um etimador não envieado
Cálculo Diferencial e Integral II. Lista 8 - Exercícios/ Resumo da Teoria
Cálculo Diferencial e Integral II Lita 8 - Exercício/ Reumo da Teoria Derivada Direcionai Definição Derivada Direcional. A derivada da função f x, no ponto P x, na direção do veror u u 1, u é o número
2. FLEXO-TORÇÃO EM PERFIS DE SEÇÃO ABERTA E PAREDES DELGADAS.
2. FLEXO-TORÇÃO EM PERFIS DE SEÇÃO BERT E PREDES DELGDS. Nete capítulo ão apreentado, de forma concia, com bae no trabalho de Mori e Munaiar Neto (2009), algun conceito báico neceário ao entendimento do
A imagem é real, invertida e reduzida.
Epelho eférico Um epelho côncavo tem um raio de curvatura de 4 cm. Trace diagrama de raio para localizar a imagem, e exitir, de um objecto perto do eixo para a eguinte ditância do epelho: a) 55 cm; b)
Lista 4 Prof. Diego Marcon
Lita 4 Prof. Diego Marcon Método Aplicado de Matemática I 6 de Junho de 07 Lita de exercício referente ao retante da primeira área da noa diciplina: Exponencial de matrize Tranformada de Laplace Delocamento
AULA 02 POTÊNCIA MECÂNICA. = τ. P ot
AULA 0 POTÊNCIA MECÂNICA 1- POTÊNCIA Uma força pode realizar um memo trabalho em intervalo de tempo diferente. Quando colocamo um corpo de maa m obre uma mea de altura H num local onde a aceleração da
