Maria Etelvina de Sousa Calé
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- Derek Camelo Gonçalves
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1 Divulgação de Boas Práticas 13 e 14 de Dezembro de 2011 Princípios e Recomendações Maria Etelvina de Sousa Calé Lisboa, 13 Dezembro 2011
2 Vacinas Substâncias antigénicas utilizadas para produzir imunidade activa para determinadas doenças/infecções
3 Tipos de Vacinas Intervalos entre a administração de vacinas Contra indicações, precauções e falsas contraindicações
4 Tipos de Vacinas Intervalos entre a administração de vacinas Contra indicações, precauções e falsas contraindicações
5 Tipos de Vacinas Vivas atenuadas Inactivadas Virais Bacterianas Vírus / Bactérias inteiros Toxóid e Fracções / Subunidades de vírus v ou bactérias Polissacaridica Conjugada Recombinantes Outras Subunidades Sarampo Parotidite epidémica Rubéola Febre amarela Varicela Tuberculos e (BCG) Polio (injectável) Hepatite A Raiva Pertussis célula completa Difteria Tétano Pneumocócica (23 serotipos) Meningocócica (AC; ACW 135 Y) Haemophilus influenzae tipo b Meningocócica C Pneumocócica (10 ou 13 serotipos) Hepatite B HPV Pertussis acelular Gripe Rotavírus Polio (oral)
6 Tipos de Vacinas Vacinas Vivas Atenuadas Produzidas a partir da modificação da bactéria ou vírus selvagem em laboratório. Através de culturas sucessivas ou por engenharia genética O microrganismo vacinal mantém a capacidade de se replicar no organismo Induzem resposta imunológica semelhante àda infecção natural Geralmente muito eficazes
7 Vacinas Tipos de Vivas Vacinas Atenuadas Conferem imunidade apenas com uma única dose Produzem imunidade a longo prazo A presença de anticorpos circulantes interfere com a resposta imunológica Sensíveis ao calor e àluz Existe a possibilidade de provocarem reacções adversas graves BCG, VASPR, FA, Varicela, Rotavírus, Polio oral
8 Tipos de Vacinas Vacinas Inactivadas Inteiras Bactérias ou vírus inactivados em laboratório através do calor ou de processos químicos (formalina) O microrganismo permanece intacto e completo, mas sem capacidade de se replicar Induzem resposta imunológica predominantemente humoral Menos eficazes que as vacinas vivas A primeira dose não dá protecção, esta só se desenvolve após a 2ª ou 3ª dose. São necessárias múltiplas doses (3 5)
9 Tipos de Vacinas Vacinas Inactivadas Inteiras O título de anticorpos diminui com o passar do tempo, exigindo, nalguns casos, reforços A presença de anticorpos circulantes não interfere com a resposta imunológica Seguras mesmo em indivíduos imunodeficientes Polio injectável, Hepatite A, Raiva, Tosse Convulsa de célula completa
10 Tipos Vacinas de de Vacinas Subunidades Desenvolvidas utilizando apenas os antigénios que produzem imunidade protectora Toxóide A toxina produzida pela bactéria é quimicamente alterada (formaldeído) convertendo se em toxóide, que posteriormente é purificado Induzem a produção de anticorpos neutralizantes das toxinas bacterianas Difteria, Tétano
11 Tipos de Vacinas Vacinas de Subunidades Recombinantes Produzidas por tecnologia de engenharia genética Um gene do microrganismo éusado como antigénio para induzir resposta imunitária O gene éinserido em células (ex. leveduras) capazes de produzir grande quantidade da proteína antigénica A vacina éobtida após purificação do antigénio produzido Minimizam a carga antigénica e maximizam a produção de imunidade Hepatite B, HPV
12 Tipos Vacinas de de Vacinas Subunidades Polissacarídicas simples As vacinas são produzidas a partir de cadeias longas de polissacáridos da superfície de algumas bactérias, depois de purificadas Não induzem memória imunológica A sua imunidade tem uma vida relativamente curta São muito pouco imunogénicas em crianças com menos de 2 anos devido àimaturidade do sistema imunitário Pneumocócica (23s), Meningocócica AC ou A, C, Y, W 135
13 Tipos Vacinas de de Vacinas Subunidades Conjugadas As limitações das vacinas polissacarídicas simples são ultrapassadas conjugando, quimicamente, o polissacárido com uma proteína, geralmente um toxóide Induzem memória imunológica Induzem, geralmente, imunidade duradoura São imunogénicas nas crianças < 2 anos Haemophilus influenzae b, Meningocócica C, Pnemocócica (10 ou 13s)
14 Tipos de Vacinas Vacinas de Subunidades Outras subunidades Preparadas a partir de fragmentos de uma célula completa, purificados ou de pedaços da membrana externa das células Contêm muitos antigénios Pertussis acelular, Gripe
15 Componentes das Vacinas Antigénio nio Adjuvantes Conservantes Estabilizadores Emulsionantes Resíduos
16 Componentes das Vacinas Adjuvantes Substâncias utilizadas para aumentar a resposta imunológica ao antigénio, o que significa necessidade de menos antigénio Hidróxido e Fosfato de alumínio, MF59 Novartis (emulsão de óleo em água), AS04 GSK (endotoxina bacteriana) Conservantes Previnem a contaminação das vacinas Frequentemente utilizados em frascos multi dose A maioria das vacinas não os contêm Antibióticos, Tiomersal
17 Componentes das Vacinas Estabilizadores Protegem a vacina de condições adversas (ex. exposição ao calor) Emulsionantes Lactose, albumina, gelatina, glutamato Estabilizam a tensão superficial da suspensão Resíduos Polysorbato 80, Ac. Oleico Substâncias que permanecem nas vacinas em consequência do processo de fabrico, mas em concentrações tão baixas que não é necessário removê las Formaldeído, antobióticos, proteínas do ovo, gelatina
18 Tipos de Vacinas Intervalos entre a administração de vacinas Contra indicações, precauções e falsas contraindicações
19 Intervalos entre administração de vacinas Intervalos superiores ao recomendado Completar esquema independentemente do tempo decorrido (excepto raiva, cólera oral inactivada, febre tifóide oral atenuada) Intervalos inferiores ao recomendado Estas doses não são válidas. Administrar nova dose 4 semanas depois Esquemas acelerados Excepcionalmente utilizados em situações de risco
20 Intervalos entre administração de vacinas Vacina Idade mínima para a 1ª dose Entre a 1ª e a 2ª dose Entre a 2ª e a 3ª dose Entre a 3ª e a 4ª dose VHB nascimento 4 semanas 8 semanas (entre a 1ª e a 3ª doses deve decorrer um período mínimo de 4 meses, e a 3ª dose não deve ser administrada antes dos 6 meses de idade) Hib 6 semanas 4 semanas 4 semanas 8 semanas (não deve ser administrada antes dos 12 meses de idade) DTPa 6 semanas 4 semanas 4 semanas 6 meses VIP 6 semanas 4 semanas 4 semanas 6 meses MenC 2 meses 8 semanas 8 semanas (não deve ser administrada antes dos 12 meses de idade) VASPR 12 meses 4 semanas Td 7 anos 4 semanas 6 meses 6 meses HPV 9 anos (vacina bivalente) 10 anos (vacina quadrivalente) 4 semanas 4 semanas 5 meses (entre a 1 a e a 3 ª ) 3 meses
21 Intervalos entre administração de vacinas Intervalos entre a administração de vacinas diferentes Tipos de vacinas 2 inactivadas Intervalo mínimo recomendado entre as doses Geralmente, podem ser administradas no mesmo dia ou com qualquer intervalo entre as doses Inactivadas + vivas Geralmente, podem ser administradas no mesmo dia ou com qualquer intervalo entre as doses 2 vivas Podem ser administradas no mesmo dia ou com um intervalo de, pelo menos, 4 semanas entre as doses
22 Intervalos entre administração de vacinas Intervalos entre a administração de vacinas e a Prova Tuberculínica A VASPR pode interferir com a resposta àprova tuberculínica, podendo causar um resultado falso negativo. Efectuar antes, no mesmo dia ou, no mínimo, 4 semanas depois da administração da VASPR
23 Tipos de Vacinas Intervalos entre a administração de vacinas Contra indicações, precauções e falsas contraindicações
24 Contra indicações, Precauções, Falsas contra indicações Contra indica indicações Reacção anafiláctica a uma dose anterior Reacção anafiláctica a um constituinte da vacina (ainda que em quantidades vestigiais) Gravidez (vacinas vivas) Estados de imunodepressão grave (vacinas vivas)
25 Contra indicações, Precauções, Falsas contra indicações Precauções Doença aguda grave, com ou sem febre (vacinar logo que haja melhoria da sintomatologia, excepto para a BCG em que constitui uma contraindicação absoluta) Hipersensibilidade não grave a uma dose anterior da mesma vacina
26 Contra indicações, Precauções, Falsas contra indicações Falsas Contra indica indicações Reacções locais, ligeiras a moderadas, a uma dose anterior da vacina Doença ligeira aguda, com ou sem febre (exemplo: infecções das vias respiratórias superiores, diarreias) Terapêutica antibiótica concomitante (excepto os tuberculostáticos para a BCG - ver Vacina BCG ) Imunoterapia concomitante com extractos de alergenos História pessoal ou familiar de alergias (exemplo: ovos, penicilina, asma, febre dos fenos, rinite ou outras manifestações atópicas) Dermatoses, eczemas ou infecções cutâneas localizadas Doença crónica cardíaca, pulmonar, renal ou hepática Doenças neurológicas não evolutivas, como a paralisia cerebral Sindroma de Down ou outras patologias cromossómicas Prematuridade Baixo peso à nascença (< ) (excepto para a VHB e a BCG ver Vacinação em Circunstâncias Especiais ) Aleitamento materno História de icterícia neonatal Malnutrição História anterior de sarampo, parotidite epidémica, rubéola ou outra doença alvo de uma vacina Exposição recente a uma doença infecciosa Convalescença de doença aguda História familiar de reacções adversas graves à mesma vacina ou a outras vacinas História familiar de sindroma da morte súbita do lactente História familiar de convulsões
27 Divulgação de Boas Práticas 13 e 14 de Dezembro de 2011 Obrigada pela Atenção Lisboa, 13 Dezembro 2011
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