séries Informação e análise
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- Octavio de Vieira Sanches
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1 séries Informação e análise ano I nº 1 fevereiro 217 ATUALIZAÇÃO DO PROGRAMA NACIONAL DE VACINAÇÃO: PNV 217 editorial ficha técnica Portugal. Direção-Geral da Saúde. Direção de Serviços de Informação e Análise Séries DGS ISSN: Periodicidade: EDITOR Direção-Geral da Saúde Alameda D. Afonso Henriques, Lisboa Tel.: Fax: /1 [email protected] Séries DGS informação e Análise pretende ser uma publicação regular da Direção-Geral da Saúde que visa divulgar Reflexões, Informação, Análise e Estatísticas da Saúde em geral. É certo que se pretende essencialmente ter reflexões e análise sobre dados e informação em saúde, mas acontecerá por vezes termos mais informação e, outras vezes, mais análise, sempre na procura de melhor informação e melhor saúde como diz o nosso lema. Cada número da Séries-DGS será monográfico, desejavelmente breve, apelativo e com contributos de todos os profissionais de saúde. Este primeiro número apresenta o novo Programa Nacional de Vacinação (PNV 217). Desde a sua criação em 1965, já passou a marca dos 5 anos em 215. O PNV 217 tem por base dados e informação de que se dá aqui conta. O novo Programa Nacional de Vacinação traz mudanças que é importante que todos conheçam e contribuam para o implementar na prática do dia-a-dia e na persecução dos benefícios para a saúde de todos os portugueses. AUTORES Teresa Fernandes 1 Graça Freitas 1 Paulo Nogueira fevereiro 217 COLABORADORES Ana Leça 2 Andreia Silva da Costa 1 Carla Matos 1 Etelvina Calé 1 Francisco Mata 1 Paula Valente 1 COORDENAÇÃO E EDIÇÃO Paulo Nogueira 1 José Martins 1 FILIAÇÕES 1 DGS 2 Comissão Técnica de Vacinação
2 ano I nº 1 janeiro História Em 1965, o panorama epidemiológico das doenças evitáveis por vacinação em Portugal era desfavorável em relação aos outros países da Europa. Assim, com o objetivo de prevenir a ocorrência de determinadas doenças infeciosas, foi criado o Programa Nacional de Vacinação para vacinar a população, especialmente as crianças, de forma organizada, universal, gratuita e com continuidade. Desde a sua criação, há 51 anos, o PNV foi sempre pautado por características essenciais que marcaram o seu sucesso, conforme ilustrado na figura 1. Gratuito Universal Financiado pelo orçamento do estado Calendário recomendado Coordenação DGS Prescrição universal Aplicado nos centros de saúde e hospitais Administrado por enfermeiros FIGURA 1. Principais características do Programa Nacional de Vacinação desde a sua criação até à atualidade
3 ano I nº 1 janeiro História A Coordenação do PNV compete à DGS, fazendo a ligação entre vários parceiros institucionais que garantem a sua continuidade, desde a produção das vacinas até à avaliação do impacte da vacinação. A DGS é apoiada cientificamente pelos peritos da Comissão Técnica de Vacinação (CTV) e outros, essenciais ao desenvolvimento e atualização das estratégias de vacinação (Figura 2). As propostas de novas estratégias vacinais e grandes atualizações do PNV são apresentadas pela DGS à tutela para aprovação. ARS e RA SPMS INFARMED Gestão regional da vacinação Concursos Sistemas de informação Regulamentação e inspeção do medicamento, Farmacovigilância ACES e Hospitais PNV DGS CVT e outros especialistas Gestão local da vacinação (Coordenação, função técnico-normativa, vigilância epidemiológica) Comissão Técnica de Vacinação, Academia, Sociedades científicas, outros INDÚSTRIA OMS, ECDC,... INSA Produtores Fornecedores Colaboração internacional Vigilância laboratorial FIGURA 2. Coordenação do PNV e seus parceiros
4 Infeções por HPV Informação ano I nº 1 janeiro História Desde 1965, o PNV foi sendo atualizado em duas vertentes principais: Introdução progressiva de vacinas, determinada por fatores epidemiológicos e pela disponibilidade de novas e melhores vacinas. Durante os 51 anos da sua existência foi apenas retirada a vacina contra a varíola, após a erradicação da doença (OMS, 198) e a BCG passou, em 216, a ser recomendada apenas a grupos de risco. Atualização dos esquemas vacinais para melhor adaptação à realidade epidemiológica e adesão ao PNV. Na Figura 3 apresenta-se, esquematicamente, a evolução do PNV, desde a sua criação até 216. Ao longo da sua evolução, foram realizadas cinco campanhas de vacinação de larga escala, complementares ao PNV, com o objetivo de controlar/eliminar as doenças alvo mais rapidamente (figura 4). Quando se justifica, são também realizadas campanhas de vacinação pontuais, aplicadas a grupos específicos ou em circunstâncias especiais. Varíola Tuberculose Difteria Tétano Tosse Convulsa Poliomielite Sarampo Rubéola Parotidite epidémica Hepatite B Haemophilus influenzae b Neisseria meningitidis C Vírus do Papiloma humano Streptococcus pneumoniae FIGURA 3. Evolução da vacinação universal no PNV - introdução e retirada de vacinas, Poliomielite Sarampo CAMPANHAS DE VACINAÇÃO Doença invasiva meningocócica Sarampo FIGURA 4. Campanhas de vacinação de larga escala, realizadas como complemento do PNV,
5 ano I nº 1 janeiro Avaliação COBERTURAS VACINAIS DADOS SEROLÓGICOS IMPACTE COBERTURAS VACINAIS Ao longo dos seus 51 anos, o desempenho do Programa Nacional de Vacinação (PNV) tem sido notável, sobretudo, devido à boa aceitação e adesão por parte do público e dos profissionais e à boa acessibilidade, que permitem atingir, anualmente, elevadas coberturas vacinais ( 95% para as vacinas em geral e 85% para a vacina HPV) tanto na vacinação de rotina como nas campanhas de vacinação. A avaliação das coberturas vacinais realiza-se com uma periodicidade anual para monitorizar o cumprimento dos objetivos do PNV. Esta avaliação consiste na determinação das coberturas vacinais em coortes de nascimento (relativas a idades-chave), para cada uma das vacinas que integram o PNV. Apresenta-se a avaliação realizada em dezembro de 215 (Figuras 5, 6 e 7) cujos dados revelam excelentes resultados na aplicação do PNV. Cerca de 95% das crianças com 1, 2, 7 e 14 anos de idade em 215 tinham o PNV cumprido para cada vacina avaliada (Figura 5). Na vacinação de adultos, 76% dos que completaram 65 anos em 215 (coorte de 195) tinha a vacina contra o tétano e difteria (Td) atualizada. Das crianças com 8 a 18 anos de idade em 215, 95% a 98% estavam vacinadas com 2 doses da vacina contra sarampo, parotidite epidémica e rubéola (VASPR 2), cumprindo-se um dos objetivos do Programa Nacional de Eliminação do Sarampo e os requisitos da OMS relativos à eliminação do sarampo e da rubéola (Figura 6). A vacina contra infeções por vírus do Papiloma humano de 4 genótipos (HPV4) foi introduzida no PNV em 28 em raparigas de 13 anos de idade, complementada com uma campanha que decorreu entre 29 e 211, destinada a raparigas de 17 anos de idade. Como resultado destas medidas, 84% a 92% das raparigas com idades entre os 15 e os 23 anos, estavam vacinadas com o esquema de 3 doses da vacina HPV4 (Figura 7). Estes valores são exemplares a nível mundial.
6 ano I nº 1 janeiro Avaliação Percentagem VHB DTPa Hib VIP Coorte e vacina Fonte: DGS Legenda das vacinas: BCG tuberculose; VHB hepatite B; Pn13 - infeções por Streptococcus pneumonia de 13 serotipos; DTPa difteria, tétano e tosse convulsa; Hib doença invasiva por Haemophilus influenzae do tipo b; MenC - doença invasiva por Neisseria meningitidis do grupo C; VIP poliomielite; VASPR sarampo, parotidite epidémica e rubéola FIGURA 5. Cobertura vacinal (PNV cumprido) por coorte de nascimento e vacina, em Portugal Continental, dezembro de BCG VHB DTPa Hib VASPR MenC BCG VHB DTPa VIP 28 VASPR MenC BCG VHB VASPR VIP 21 MenC Td Percentagem Fonte: DGS Coorte FIGURA 6. Cobertura vacinal para a segunda dose da vacina contra sarampo, parotidite epidémica e rubéola (VASPR), por coorte de nascimento, em crianças de 7 a 17 anos de idade, Portugal Continental, dezembro de 215 Percentagem Fonte: DGS Campanha Campanha Campanha Coorte e dose da vacina HPV4 FIGURA 7. Cobertura vacinal para a vacina contra vírus do Papiloma humano de 4 genótipos (HPV4), por coorte de nascimento, em raparigas nascidas entre 1992 e 2, Portugal Continental, dezembro de 215
7 ano I nº 1 janeiro Avaliação DADOS SEROLÓGICOS O PNV é também avaliado através de inquéritos serológicos realizados na população portuguesa, os quais têm demonstrado que a maioria da população está imunizada contra as doenças alvo do PNV. Apresenta-se o exemplo do tétano na Figura Percentagem e + Grupo etário (anos) IC 95% Fonte: Direção-Geral da Saúde. Avaliação do Programa Nacional de Vacinação 2º Inquérito Serológico Nacional Portugal Continental Lisboa: DGS; 24 FIGURA 8. Proporção de indivíduos com evidências de imunidade para o tétano (lgg >,1 Ul/ml) por grupo etário, 21-22
8 ano I nº 1 janeiro Avaliação IMPACTE 1 ERRADICADA 5 ELIMINADAS 7 CONTROLADAS? EXPETATIVAS Varíola Poliomielite, difteria, sarampo, rubéola e tétano neonatal Tétano, N. meningitidis C, H. influenzae b, hepatite B, parotidite epidémica, tosse convulsa, tuberculose Controlo do cancro do colo do útero (HPV) e S. pneumoniae O PNV mudou o panorama das doenças infeciosas a nível nacional, concorreu para a redução da mortalidade infantil e para o desenvolvimento do país e contribuiu ainda para momentos marcantes na história da humanidade como: a erradicação (mundial) da varíola em 198 e a eliminação da poliomielite na região europeia da Organização Mundial de Saúde em 22. A redução da incidência das doenças evitáveis pela vacinação verificou-se rapidamente, como aconteceu com a poliomielite (Figura 1). O PNV iniciou-se com uma grande campanha de vacinação contra a poliomielite, observando-se uma queda abrupta da incidência da doença em um ano. O último caso de poliomielite aguda por vírus selvagem em Portugal ocorreu em 1986 (notificado em 1987) INTRODUÇÃO DA VACINA NO PNV 1986 ÚLTIMO CASO POR VÍRUS SELVAGEM 5 Nº de casos notificados FIGURA 1. Casos notificados de poliomielite aguda em Portugal,
9 ano I nº 1 janeiro Avaliação O paradigma do sucesso do PNV é dado pelo caso do tétano, doença que não se transmite de pessoa a pessoa e que não confere imunidade. O controlo da doença depende, assim, única e exclusivamente, da vacinação de cada pessoa. Em Portugal, assistimos a uma descida progressiva do número de casos a partir dos anos 7 (Figura 11). Os 2 últimos casos de tétano neonatal foram notificados em 1996 e nos últimos anos, ocorrem apenas casos esporádicos ( a 3 casos anualmente, desde 21) em adultos não vacinados. Outro grande sucesso do PNV foi a eliminação do sarampo. A vacinação organizada contra o sarampo em Portugal iniciou-se em 1973, com uma campanha de vacinação que vigorou até 1977, em 1974, a vacina contra o sarampo foi incluída no programa e em 199 foi introduzida uma segunda dose. A estratégia de vacinação contra o sarampo foi sendo atualizada, resultando, a par de outras medidas, no controlo/eliminação do sarampo em Portugal (figura 12). Em 215, a OMS-Europa emitiu os certificados da eliminação do sarampo e da rubéola em Portugal INÍCIO DA VACINAÇÃO OBRIGATÓRIA 1996 ÚLTIMO CASO DE TÉTANO NEONATAL Nº de casos notificados INTRODUÇÃO DA VACINA NO PNV FIGURA 11. Casos notificados de tétano em Portugal, Nº de casos notificados FIGURA 12. Casos notificados de sarampo em Portugal,
10 ano I nº 1 janeiro PNV 217 IMUNIZAÇÃO ANTES DO NASCIMENTO AUMENTO DA PROTEÇÃO mais antigénios SIMPLIFICAÇÃO mantendo a imunogenicidade PROTEÇÃO INDIVIDUAL grupos de risco Vacinação para a a vida Monitorização Formação Comunicação Decisões informadas ÂMBITO DO PNV 217 A atualização do Programa Nacional de Vacinação (PNV 217) está publicada na Norma nº 16/216 de 16/12/216. O PNV (Figura 13) aplica-se, gratuitamente, a todas as pessoas presentes em Portugal. Recomendam-se diferentes esquemas vacinais gerais, em função da idade e do estado vacinal anterior e ainda esquemas vacinais específicos para grupos de risco ou em circunstâncias especiais: Com menos de 18 anos de idade, a todas as pessoas, recomendam-se 11 vacinas: contra hepatite B, difteria, tétano, tosse convulsa, poliomielite, doença invasiva por Haemophilus influenzae do serotipo b, infeções por Streptococcus pneumoniae (13 serotipos), doença invasiva por Neisseria meningitidis do grupo C, sarampo, parotidite epidémica e rubéola. Às raparigas, recomenda-se ainda a vacina contra infeções por vírus do Papiloma humano; Durante toda a vida recomendam-se as vacinas: contra tétano e difteria. Dependendo do número de doses anteriores, da idade e do risco acrescido, recomendam-se também, durante toda a vida, as vacinas contra sarampo, rubéola e poliomielite; Às grávidas, em cada gravidez, recomenda-se uma dose da vacina contra a tosse convulsa; A grupos com risco acrescido para determinadas doenças recomendam-se ainda, em Normas especí ficas, as vacinas: contra tuberculose, infeções por Streptococcus pneumoniae (23 serotipos) e doença invasiva por Neisseria meningitidis do grupo B e outras, recomendadas e gratuitas.
11 ano I nº 1 janeiro PNV 217 PRINCIPAIS ALTERAÇÕES DO PNV 217 Tdpa Vacinação da grávida contra tosse convulsa Proteção passiva do recém-nascido antes do início da vacinação com DTPa (passagem transplacentária de anticorpos mãe-filho) Proteção dos filhos contra doença grave e morte nas primeiras semanas de vida HPV Vacina de nove genótipos aos 1 anos de idade Proteção contra cerca de 9% dos tipos de HPV associados a cancro do colo do útero Proteção aumentada contra outros cancros anogenitais por HPV Proteção mais precoce, maximizando a imunogenicidade Memorização da idade-chave para vacinação Hexavalente Nova vacina combinada aos 2 e 6 meses idade (DTPaHibVIPVHB) Minimização do número de injeções Melhor aceitação do esquema recomendado Td Vacinação aos 1, 25, 45, 65 anos (1/1 anos) Simplificação, mantendo a imunogenicidade e proteção Proteção mais precoce (1 anos de idade) 65 anos de idade (>imunosenescência): 1/1 anos VASPR e DTPaVIP Vacinação aos 5 anos de idade Proteção mais precoce Memorização da idade-chave para vacinação BCG Vacinação de grupos de risco contra tuberculose (TB) Recomendações OMS Baixa incidência TB Bom nível de cuidados de saúde Bom nível de controlo da TB na comunidade Maioria dos casos notificados pertence a grupos de risco Vacinação de todos os recém-nascidos sem ganhos para a Saúde Pública
12 ano I nº 1 janeiro PNV 217 Vacina Doença meses 2 meses 4 meses 6 meses Hepatite B VHB 1 VHB 2 VHB 3 12 meses IDADE 18 meses Haemophilus influenzae b Hib 1 Hib 2 Hib 3 Hib 4 1. Aplicável apenas a raparigas, com esquema, 6 meses 2. Aplicável apenas a mulheres grávidas. Uma dose em cada gravidez 3. De acordo com a idade da pessoa, devem ser aplicados os intervalos recomendados entre doses, tendo como referência a data de administração da dose anterior. A partir dos 65 anos, recomenda-se a vacinação de todas as pessoas que tenham feito a última dose de Td há 1 anos; as doses seguintes são administradas de 1 em 1 anos 5 anos Difteria, Tétano, Tosse Convulsa DTPa 1 DTPa 2 DTPa 3 DTPa 4 DTPa 5 Poliomielite VIP 1 VIP 2 VIP 3 VIP 4 VIP 5 Streptococcus pneumoniae Pn 13 1 Pn 13 2 Pn 13 3 Neisseria meningitidis Sarampo, Parotidite epidémica, Rubéola MenC VASPR 1 VASPR 2 1 anos Vírus do Papiloma humano 1 HPV 1,2 Tétano, Difteria e Tosse Convulsa 2 25 anos 45 anos Tdpa - Grávidas Tétano e Difteria 3 Td Td Td Td Td 65 anos 1/1 anos FIGURA 13. PNV 217: Esquema vacinal recomendado CONSIDERAÇÕES FINAIS O PNV está em permanente revisão e melhoria, visando, vacinar o maior número de pessoas com as vacinas mais adequadas, o mais precocemente possível, de forma duradoura promovendo a proteção individual e com uma mais-valia para a Saúde Pública. As vacinas são selecionadas com base na epidemiologia das doenças, na evidência científica do seu impacte, na sua relação custo-efetividade e na sua disponibilidade no mercado. Por isso, tem sido desenvolvido ao longo de décadas, de forma coerente, harmoniosa, consistente, sustentável e adaptado às necessidades dos cidadãos. A vacinação deve ser entendida como um direito e um dever dos cidadãos, participando ativamente na decisão de se vacinarem com a consciência que estão a defender a sua saúde, a Saúde Pública e a praticar um ato de cidadania.
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