DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA
|
|
|
- Paula Isadora Miranda di Castro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA VOLUME I - Portugal
2 DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA VOLUME I - PORTUGAL DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE LISBOA 2015
3 Portugal. Direção-Geral da Saúde. Direção de Serviços de Informação e Análise Divisão de Epidemiologia e Vigilância Doenças de Declaração Obrigatória VOLUME I - Portugal Editor Direção-Geral da Saúde Alameda D. Afonso Henriques, Lisboa Tel.: Fax: /1 [email protected] Autores Cátia Sousa Pinto (Coordenação) Alexandra Bordalo José Antunes Marina de Lurdes Pires Ramos do Nascimento Paula Olivença Vicêncio
4 Errata Doença dee Creutzfeldt-Jakob Na publicação das Doenças de Declaração Obrigatória Volume I, na página 24, quadro 12, no ano de 2013, onde se lê: Quadro 12 Número de casos notificados dee Doença de Creutzfeldt-Jakob, por classificação de caso, Portugal, o Confirmado Provável Possível Total Total Deve ler se: Quadro 12 Número de casos notificados dee Doença de Creutzfeldt-Jakob, por classificação de caso, Portugal, o Confirmado Provável Possível Total Total
5 Lislfsnjkashndfajha Lista de siglas e abreviaturas ARS Administração Regional de Saúde ARSLVT - Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo CID 10 Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas relacionados com a Saúde Décima Revisão DDO Doença de Declaração Obrigatória H Nº casos notificados em indivíduos do sexo masculino M Nº casos notificados em indivíduos do sexo feminino HM - Nº casos notificados em individuos do sexo masculino e do sexo feminino NUTS - Nomenclatura de Unidades Territoriais para Fins Estatísticos RA Região Autónoma LVT Lisboa e Vale do Tejo SINAVE Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica Página 4
6 DEAÚ Índice Índice de Quadros... 7 Índice de Figuras Nota Prévia Resumo Introdução Metodologia Casos notificados de doenças de declaração obrigatória em Portugal no período Dados globais Botulismo Brucelose Carbúnculo Cólera Difteria Doença de Creutzfeldt-Jakob Doença de Hansen - Lepra Doença de Lyme Doença dos Legionários Equinococose Febre Amarela Febre Escaro-Nodular Febre Q Febre Tifóide e Paratifóide Hepatite A Infeção e Meningite Meningocócica Infeção e Meningite por Haemophilus influenza Infeções Gonocócicas Leishmaniase Visceral Leptospirose Malária Parotidite Epidémica Peste Poliomielite Aguda Raiva Rubéola Página 5
7 4.28. Rubéola Congénita Salmoneloses Sarampo Shigelose Sífilis Congénita Sífilis Precoce Tétano, Tétano Neonatal e Obstétrico Tosse Convulsa Triquiníase Página 6
8 Índice de Quadros QUADRO 1 CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA, POR DOENÇA, QUADRO 2 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE BOTULISMO, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 3 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE BOTULISMO, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 4 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE BRUCELOSE, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 5 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE BRUCELOSE, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 6 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE CARBÚNCULO, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 7 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE CARBÚNCULO, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 8 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE CÓLERA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 9 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE CÓLERA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 10 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DIFTERIA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 11 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DIFTERIA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 12 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇA DE CREUTZFELDT-JAKOB, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 13 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇA DE CREUTZFELDT-JAKOB, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 14 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇA DE HANSEN - LEPRA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 15 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇA DE HANSEN - LEPRA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 16 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇA DE LYME, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 17 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇA DE LYME, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 18 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇA DOS LEGIONÁRIOS, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 19 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇA DOS LEGIONÁRIOS, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 20 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE EQUINOCOCOSE, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 21 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE EQUINOCOCOSE, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 22 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE FEBRE AMARELA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 23 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE FEBRE AMARELA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 24 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE FEBRE ESCARO-NODULAR, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 25 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE FEBRE ESCARO-NODULAR, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 26 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE FEBRE Q, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 27 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE FEBRE Q, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 28 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE FEBRE TIFÓIDE E PARATIFÓIDE, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, Página 7
9 QUADRO 29 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE FEBRE TIFÓIDE E PARATIFÓIDE, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 30 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE HEPATITE A, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 31 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE HEPATITE A, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 32 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE INFEÇÃO E MENINGITE MENINGOCÓCICA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 33 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE INFEÇÃO E MENINGITE MENINGOCÓCICA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 34 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE INFEÇÃO E MENINGITE POR HAEMOPHILUS INFLUENZA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 35 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE INFEÇÃO E MENINGITE POR HAEMOPHILUS INFLUENZA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 36 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE INFEÇÕES GONOCÓCICAS, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 37 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE INFEÇÕES GONOCÓCICAS, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 38 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE LEISHMANIASE VISCERAL, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 39 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE LEISHMANIASE VISCERAL, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 40 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE LEPTOSPIROSE, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 41 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE LEPTOSPIROSE, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 42 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE MALÁRIA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 43 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE MALÁRIA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 44 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE PAROTIDITE EPIDÉMICA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 45 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE PAROTIDITE EPIDÉMICA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 46 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE PESTE, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 47 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE PESTE, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 48 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE POLIOMIELITE AGUDA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 49 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE POLIOMIELITE AGUDA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 50 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE RAIVA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 51 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE RAIVA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 52 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE RUBÉOLA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 53 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE RUBÉOLA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 54 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE RUBÉOLA CONGÉNITA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 55 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE RUBÉOLA CONGÉNITA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 56 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SALMONELOSES, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 57 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SALMONELOSES, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 58 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SARAMPO, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, Página 8
10 QUADRO 59 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SARAMPO, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 60 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SHIGELOSE, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 61 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SHIGELOSE, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 62 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SÍFILIS CONGÉNITA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 63 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SÍFILIS CONGÉNITA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 64 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SÍFILIS PRECOCE, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 65 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SÍFILIS PRECOCE, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 66 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE TÉTANO, TÉTANO NEONATAL E OBSTÉTRICO, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 67 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE TÉTANO, TÉTANO NEONATAL E OBSTÉTRICO, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 68 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE TOSSE CONVULSA, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 69 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE TOSSE CONVULSA, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, QUADRO 70 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE TRIQUINÍASE, POR CLASSIFICAÇÃO DE CASO, PORTUGAL, QUADRO 71 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE TRIQUINÍASE, POR GRUPO ETÁRIO, SEXO E ANO DE NOTIFICAÇÃO, PORTUGAL, Página 9
11 Índice de Figuras FIGURA 1 NÚMERO ABSOLUTO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA, PORTUGAL, FIGURA 2 PROPORÇÃO DE CASOS NOTIFICADOS POR DOENÇA RELATIVAMENTE AO TOTAL DE NOTIFICAÇÕES EFETUADAS, PORTUGAL, 2013 (16 DOENÇAS COM MAIOR REPRESENTAÇÃO) FIGURA 3 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE BOTULISMO, PORTUGAL, FIGURA 4 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE BRUCELOSE, PORTUGAL, FIGURA 5 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE CARBÚNCULO, PORTUGAL, FIGURA 6 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE CÓLERA, PORTUGAL, FIGURA 7 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DIFTERIA, PORTUGAL, FIGURA 8 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇA DE CREUTZFELDT-JAKOB, PORTUGAL, FIGURA 9 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇA DE HANSEN - LEPRA, PORTUGAL, FIGURA 10 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇA DE LYME, PORTUGAL, FIGURA 11 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE DOENÇA DOS LEGIONÁRIOS, PORTUGAL, FIGURA 12 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE EQUINOCOCOSE, PORTUGAL, FIGURA 13 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE FEBRE ESCARO-NODULAR, PORTUGAL, FIGURA 14 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE FEBRE Q, PORTUGAL, FIGURA 15 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE FEBRE TIFÓIDE E PARATIFÓIDE, PORTUGAL, FIGURA 16 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE HEPATITE A, PORTUGAL, FIGURA 17 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE INFEÇÃO E MENINGITE MENINGOCÓCICA, PORTUGAL, FIGURA 18 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE INFEÇÃO E MENINGITE POR HAEMOPHILUS INFLUENZA, PORTUGAL, FIGURA 19 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE INFEÇÕES GONOCÓCICAS, PORTUGAL, FIGURA 20 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE LEISHMANIASE VISCERAL, PORTUGAL, FIGURA 21 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE LEPTOSPIROSE, PORTUGAL, FIGURA 22 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE MALÁRIA, PORTUGAL, FIGURA 23 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE PAROTIDITE EPIDÉMICA, PORTUGAL, FIGURA 24 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE POLIOMIELITE AGUDA, PORTUGAL, FIGURA 25 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE RAIVA, PORTUGAL, FIGURA 26 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE RUBÉOLA, PORTUGAL, FIGURA 27 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE RUBÉOLA CONGÉNITA, PORTUGAL, FIGURA 28 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SALMONELOSES, PORTUGAL, FIGURA 29 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SARAMPO, PORTUGAL, FIGURA 30 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SHIGELOSE, PORTUGAL, FIGURA 31 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SÍFILIS CONGÉNITA, PORTUGAL, FIGURA 32 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE SÍFILIS PRECOCE, PORTUGAL, FIGURA 33 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE TÉTANO, TÉTANO NEONATAL E OBSTÉTRICO, PORTUGAL, FIGURA 34 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE TOSSE CONVULSA, PORTUGAL, FIGURA 35 NÚMERO DE CASOS NOTIFICADOS DE TRIQUINÍASE, PORTUGAL, Página 10
12 Nota Prévia Os editores realçam que os dados ora apresentados têm por base notificações efetuadas através do sistema antigo em suporte de papel, pelo que não poderão ser utilizados para efeito de comparação com as próximas edições, que serão reflexo do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE), através de registos eletrónicos em plataforma Web especialmente concebida para o efeito. Página 11
13 1. Resumo Doenças de Declaração Obrigatória (Volume I e Volume II) descreve a ocorrência reportada de doenças alvo de notificação obrigatória em Portugal (Portaria nº 1071/98 de 31 de dezembro). No Volume I apresenta-se a informação relativa a Portugal (Continente e Regiões autónomas) e no Volume II os dados desagregados por regiões do país, permitindo maior flexibilidade na sua consulta pelos vários utilizadores. No ano de 2013 foram notificados 1416 casos de doenças de declaração obrigatória. Exclui-se desta publicação os casos de Infeção VIH/SIDA, Tuberculose, Hepatites agudas B e C, Hepatites virais não especificadas e outras Hepatites virais agudas uma vez que são alvo de vigilância específica no âmbito dos respetivos programas. As cinco doenças com maior incidência de casos notificados foram a: Sífilis Precoce, Salmoneloses, Febre Escaro-Nodular, Parotidite Epidémica e Malária. No período entre 2010 e 2013, no conjunto dos casos notificados, verificou-se: Aumento gradual de casos de Malária, embora na sua totalidade se tratem de casos importados. Aumento significativo de casos de Tosse Convulsa, devido a um surto desta doença, com expressão em todo o país, em 2012 e início de Estabilização de incidência de notificações de casos de Infeções Gonocócicas, Sífilis Precoce, Salmoneloses, Febre Escaro-Nodular e Infeção e Meningite por Haemophilus influenza. Diminuição de casos de Brucelose e da Infeção e Meningite Meningocócica. Dimunição de casos de Parotidite Epidémica em todo o país, com exceção limitada a alguns concelhos da Região Centro, onde o aumento que se registou foi devido a um surto desta doença entre os anos Pouca expressão de casos de Botulismo, Equinococose, Shigelose e Tétano. Não foram notificados casos de Cólera, Difteria, Febre Amarela, Peste, Poliomielite Aguda e Triquiníase. Página 12
14 2. Introdução Doenças de Declaração Obrigatória (Volume I e Volume II) descreve a ocorrência reportada de doenças alvo de notificação obrigatória em Portugal (Portaria nº 1071/98 de 31 de dezembro). No Volume I apresenta-se a informação relativa a Portugal (Continente e Regiões autónomas) e no Volume II os dados com maior desagregação geográfica, por regiões do país. Uma doença de declaração obrigatória é aquela para a qual informação frequente, regular e temporalmente adequada, relativamente aos casos de doença individuais, é considerada necessária para a sua prevenção e controlo. O Sistema de Vigilância de Doenças de Declaração Obrigatória é um sistema de vigilância de saúde pública multifacetado, destinado a fornecer às autoridades de saúde locais, regionais e nacionais a capacidade de monitorizar a ocorrência e disseminação de doenças transmissíveis, fornecendo a base para o planeamento e intervenção na sua prevenção e controlo. Permite, em paralelo, recolher, analisar, interpretar e disseminar dados sobre as doenças transmissíveis sujeitas a declaração obrigatória, identificar as suas tendências a nível regional e nacional e monitorizar a necessidade e impacto dos programas nacionais de prevenção e controlo. A nível nacional, este sistema, permite ainda responder a vários requerimentos internacionais, como a comunicação à Organização Mundial de Saúde e ao Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças fornecendo a base do trabalho com a comunidade internacional para a prevenção e controlo de surtos. A notificação da doença, a nível local, protege a saúde da população assegurando a identificação e seguimento dos casos, identificação de contactos, investigação e contenção de surtos de doença e limitar o risco ambiental. A qualidade e abrangência dos dados compilados através do Sistema de Vigilância das Doenças de Declaração Obrigatória é influenciada por vários fatores, pelo que a sua interpretação deve ser cuidadosa. Os casos notificados representam apenas uma proporção ( fração notificada ) da incidência total, e esta varia com a doença, a localização geográfica e ao longo do tempo. Os programas de vigilância, os hábitos e práticas de notificação, os recursos de saúde pública, a importância social da doença e as prioridades estabelecidas, apresentam variações entre os diferentes países e regiões do mesmo país e estes fatores afetam a proporção de casos notificados. Finalmente, fatores como a alteração dos métodos de vigilância em saúde pública, introdução de novos testes de diagnóstico, descoberta de novas doenças, podem também causar alteração na notificação de doenças independente da sua verdadeira incidência. Os dados aqui apresentados permitem sobretudo analisar tendências e determinar o peso relativo das doenças. Página 13
15 3. Metodologia Na elaboração deste relatório procedeu-se à revisão da base de dados do Programa de Vigilância de Doenças de Declaração Obrigatória no período e à recolha de informação sobre os casos notificados nos anos anteriores, sendo a informação apresentada a partir da data de inclusão da respetiva doença na lista de Doenças de Declaração Obrigatória, de forma a apresentar a respetiva série temporal. Foi efetuada uma análise descritiva dos casos notificados de acordo com as variáveis demográficas sexo, idade e localização geográfica. Para produção de estatísticas foi utilizado o ano de notificação, mantendo a coerência e consistência com os dados apresentados nos relatórios anteriores. As definições de caso utilizadas são as constantes na Decisão de Execução da Comissão, de 28 de abril de 2008, que altera a Decisão 2002/253/CE, da Comissão, de 19 de março de 2002, que estabelece definições de casos para a notificação de doenças transmissíveis à rede comunitária ao abrigo da Decisão n.º 2119/98/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, exceto para a Sífilis Precoce e Sífilis Congénita para as quais foi considerada uma definição de caso distinta da constante na referida Decisão. Os dados de Infeção e Meningite Meningocócica apresentados para o período entre 2010 e 2013, bem como os dados de Infeção e Meningite por Haemophilus influenza a partir do ano de 2011 (inclusivé) incluem informação integrada clínica e laboratorial, garantindo a consistência com a comunicação ao Centro Europeu de Controlo de Doenças. Foram ainda excluídos deste relatório os casos de Infeção VIH/SIDA, Tuberculose, Hepatites Agudas B e C, Hepatites virais não especificadas e outras Hepatites virais agudas uma vez que são alvo de vigilância específica no âmbito dos respetivos programas e a sua monitorização é efetuada com recurso adicional a outros sistemas de informação. Página 14
16 4. Casos notificados de doenças de declaração obrigatória em Portugal no período Dados globais Total de notificações, Figura 1 Número absoluto de casos notificados de doenças de declaração obrigatória, Portugal, Proporção de casos notificados por doença, % 14% 12% 13% 12% 11% 11% 10% 8% 9% 8% 8% 7% 6% 5% 4% 2% 3% 3% 2% 2% 1% 1% 1% 0% Figura 2 Proporção de casos notificados por doença relativamente ao total de notificações efetuadas, Portugal, 2013 (16 doenças com maior representação) Nota: Exclui os casos notificados de Tuberculose, VIH/SIDA, Hepatites agudas B e C, Hepatites virais não especificadas e outras Hepatites virais agudas. Página 15
17 Quadro 1 Casos notificados de doenças de declaração obrigatória, por doença, DDO CID Total Botulismo A Brucelose A Carbúnculo A Cólera A Difteria A Doença de Creutzfeldt-Jakob A Doença de Hansen - Lepra A Doença de Lyme A Doença dos Legionários A Equinococose B Febre amarela A Febre Escaro-Nodular A Febre Q A Febre Tifóide e Paratifóide A Hepatite A B Infeção e Meningite Meningocócica A39 e A Infeção e Meningite por Haemophilus influenza A492 e G Infeções Gonocócicas A Leishmaniase Visceral B Leptospirose A Malária B50-B Parotidite Epidémica B Peste A Poliomielite Aguda A Raiva A Rubéola B Rubéola Congénita P Salmoneloses A Sarampo B Shigelose A Sífilis Congénita A Sífilis Precoce A Tétano, Tétano Neonatal e Obstétrico A33 a A Tosse Convulsa A Triquiníase B TOTAL Nota: Exclui os casos notificados de Tuberculose, VIH/SIDA, Hepatites agudas B e C, Hepatites virais não especificadas e outras Hepatites virais agudas Página 16
18 4.2. Botulismo Quadro 2 Número de casos notificados de Botulismo, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 3 Número de casos notificados de Botulismo, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Botulismo, de notificação Figura 3 Número de casos notificados de Botulismo, Portugal, Página 17
19 4.3. Brucelose Quadro 4 Número de casos notificados de Brucelose, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 5 Número de casos notificados de Brucelose, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Página 18
20 Figura 4 Número de casos notificados de Brucelose, Portugal, Página 19
21 4.4. Carbúnculo Quadro 6 Número de casos notificados de Carbúnculo, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 7 Número de casos notificados de Carbúnculo, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Página 20
22 Figura 5 Número de casos notificados de Carbúnculo, Portugal, Página 21
23 4.5. Cólera Quadro 8 Número de casos notificados de Cólera, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 9 Número de casos notificados de Cólera, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Cólera, de notificação Figura 6 Número de casos notificados de Cólera, Portugal, Nota: O caso notificado em 2005 foi importado Página 22
24 4.6. Difteria Quadro 10 Número de casos notificados de Difteria, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 11 Número de casos notificados de Difteria, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Página 23
25 Figura 7 Número de casos notificados de Difteria, Portugal, Página 24
26 4.7. Doença de Creutzfeldt-Jakob Quadro 12 Número de casos notificados de Doença de Creutzfeldt-Jakob, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 13 Número de casos notificados de Doença de Creutzfeldt-Jakob, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Doença de Creutzfeldt-Jakob de notificação Figura 8 Número de casos notificados de Doença de Creutzfeldt-Jakob, Portugal, Nota: Inclui as formas de doença esporádica, familiar e variante. Página 25
27 4.8. Doença de Hansen - Lepra Quadro 14 Número de casos notificados de Doença de Hansen - Lepra, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Nota: Os casos notificados entre 2010 e 2013 foram importados Quadro 15 Número de casos notificados de Doença de Hansen - Lepra, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Nota: Os casos notificados entre 2010 e 2013 foram importados Página 26
28 Figura 9 Número de casos notificados de Doença de Hansen - Lepra, Portugal, Nota: Período entre 1976 e 1981 sem casos apresentados, por falta de informação Página 27
29 4.9. Doença de Lyme Quadro 16 Número de casos notificados de Doença de Lyme, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 17 Número de casos notificados de Doença de Lyme, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total 120 Doença de Lyme, de notificação Figura 10 Número de casos notificados de Doença de Lyme, Portugal, Página 28
30 4.10. Doença dos Legionários Doenças de Declaração Obrigatória VOLUME I Quadro 18 Número de casos notificados de Doença dos Legionários, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 19 Número de casos notificados de Doença dos Legionários, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos Total anos anos anos ou+ anos Total Doença dos Legionários, de notificação Figura 11 Número de casos notificados de Doença dos Legionários, Portugal, Nota: O Programa de Vigilância de Doença dos Legionários teve inicio no ano de 2003 Página 29
31 Doenças de Declaração Obrigatória VOLUME I Equinococose Quadro 20 Número de casos notificados de Equinococose, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 21 Número de casos notificados de Equinococose, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total 160 Equinococose, de notificação Figura 12 Número de casos notificados de Equinococose, Portugal, Página 30
32 4.12. Febre Amarela Quadro 22 Número de casos notificados de Febre Amarela, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 23 Número de casos notificados de Febre Amarela, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo Total H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Página 31
33 4.13. Febre Escaro-Nodular Quadro 24 Número de casos notificados de Febre Escaro-Nodular, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 25 Número de casos notificados de Febre Escaro-Nodular, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos Total 5-14 anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Página 32
34 Febre Escaro-Nodular, Figura 13 Número de casos notificados de Febre Escaro-Nodular, Portugal, Página 33
35 Doenças de Declaração Obrigatória VOLUME I Febre Q Quadro 26 Número de casos notificados de Febre Q, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 27 Número de casos notificados de Febre Q, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total 100 Febre Q, de notificação Figura 14 Número de casos notificados de Febre Q, Portugal, Página 34
36 4.15. Febre Tifóide e Paratifóide Quadro 28 Número de casos notificados de Febre Tifóide e Paratifóide, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 29 Número de casos notificados de Febre Tifóide e Paratifóide, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Página 35
37 Figura 15 Número de casos notificados de Febre Tifóide e Paratifóide, Portugal, Página 36
38 Doenças de Declaração Obrigatória VOLUME I Hepatite A Quadro 30 Número de casos notificados de Hepatite A, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 31 Número de casos notificados de Hepatite A, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Hepatite A, de notificação Figura 16 Número de casos notificados de Hepatite A, Portugal, Página 37
39 4.17. Infeção e Meningite Meningocócica Quadro 32 Número de casos notificados de Infeção e Meningite Meningocócica, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 33 Número de casos notificados de Infeção e Meningite Meningocócica, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M Desc HM H M Desc HM H M Desc HM H M Desc HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Ignorado Total Total Página 38
40 Infeção e Meningite Meningocócia, Figura 17 Número de casos notificados de Infeção e Meningite Meningocócica, Portugal, Nota: Inclui dados do Programa de Vigilância Integrada da Doença Meningocócica desde o ano de 2002 Página 39
41 4.18. Infeção e Meningite por Haemophilus influenza Quadro 34 Número de casos notificados de Infeção e Meningite por Haemophilus influenza, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Desconhecido Total Total Quadro 35 Número de casos notificados de Infeção e Meningite por Haemophilus influenza, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Infeção e Meningite por Haemophilus influenza, de notificação Figura 18 Número de casos notificados de Infeção e meningite por Haemophilus influenza, Portugal, Nota: Inclui dados de Vigilância Integrada clínica e laboratorial desde 2011 Página 40
42 4.19. Infeções Gonocócicas Quadro 36 Número de casos notificados de Infeções Gonocócicas, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 37 Número de casos notificados de Infeções Gonocócicas, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos Total anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Página 41
43 Infeções Gonocócicas, Figura 19 Número de casos notificados de Infeções Gonocócicas, Portugal, Página 42
44 4.20. Leishmaniase Visceral Quadro 38 Número de casos notificados de Leishmaniase Visceral, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 39 Número de casos notificados de Leishmaniase Visceral, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Página 43
45 Figura 20 Número de casos notificados de Leishmaniase Visceral, Portugal, Página 44
46 4.21. Leptospirose Quadro 40 Número de casos notificados de Leptospirose, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 41 Número de casos notificados de Leptospirose, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Página 45
47 Figura 21 Número de casos notificados de Leptospirose, Portugal, Página 46
48 4.22. Malária Quadro 42 Número de casos notificados de Malária, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Nota: Os casos notificados entre 2010 e 2013 são casos importados Quadro 43 Número de casos notificados de Malária, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Nota: Os casos notificados entre 2010 e 2013 são casos importados Página 47
49 Figura 22 Número de casos notificados de Malária, Portugal, Página 48
50 Doenças de Declaração Obrigatória VOLUME I Parotidite Epidémica Quadro 44 Número de casos notificados de Parotidite Epidémica, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 45 Número de casos notificados de Parotidite Epidémica, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano Total 1-4 anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Parotidite Epidémica, de notificação Figura 23 Número de casos notificados de Parotidite Epidémica, Portugal, Página 49
51 4.24. Peste Quadro 46 Número de casos notificados de Peste, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 47 Número de casos notificados de Peste, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Página 50
52 4.25. Poliomielite Aguda Quadro 48 Número de casos notificados de Poliomielite Aguda, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 49 Número de casos notificados de Poliomielite Aguda, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Página 51
53 Figura 24 Número de casos notificados de Poliomielite Aguda, Portugal, Página 52
54 4.26. Raiva Quadro 50 Número de casos notificados de Raiva, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 51 Número de casos notificados de Raiva, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Raiva, de notificação Figura 25 Número de casos notificados de Raiva, Portugal, Nota: O caso identificado em 2011 foi um caso importado. Página 53
55 Doenças de Declaração Obrigatória VOLUME I Rubéola Quadro 52 Número de casos notificados de Rubéola, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 53 Número de casos notificados de Rubéola, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo Total H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Rubéola, de notificação Figura 26 Número de casos notificados de Rubéola, Portugal, Página 54
56 Doenças de Declaração Obrigatória VOLUME I Rubéola Congénita Quadro 54 Número de casos notificados de Rubéola Congénita, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 55 Número de casos notificados de Rubéola Congénita, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo Total H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Rubéola Congénita, de notificação Figura 27 Número de casos notificados de Rubéola Congénita, Portugal, Página 55
57 Doenças de Declaração Obrigatória VOLUME I Salmoneloses Quadro 56 Número de casos notificados de Salmoneloses, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 57 Número de casos notificados de Salmoneloses, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM Total <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Salmoneloses, Figura 28 Número de casos notificados de Salmoneloses, Portugal, Nota: Inclui Salmoneloses não Typhi e não Paratyphi de notificação Página 56
58 Doenças de Declaração Obrigatória VOLUME I Sarampo Quadro 58 Número de casos notificados de Sarampo, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 59 Número de casos notificados de Sarampo, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Sarampo, de notificação Figura 29 Número de casos notificados de Sarampo, Portugal, Página 57
59 Doenças de Declaração Obrigatória VOLUME I Shigelose Quadro 60 Número de casos notificados de Shigelose, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 61 Número de casos notificados de Shigelose, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Shigelose, de notificação Figura 30 Número de casos notificados de Shigelose, Portugal, Página 58
60 4.32. Sífilis Congénita Quadro 62 Número de casos notificados de Sífilis Congénita, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 63 Número de casos notificados de Sífilis Congénita, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total 100 Sífilis Congénita, de notificação Figura 31 Número de casos notificados de Sífilis Congénita, Portugal, Página 59
61 4.33. Sífilis Precoce Quadro 64 Número de casos notificados de Sífilis Precoce, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 65 Número de casos notificados de Sífilis Precoce, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos Total anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Página 60
62 Sífilis Precoce, Figura 32 Número de casos notificados de Sífilis Precoce, Portugal, Página 61
63 4.34. Tétano, Tétano Neonatal e Obstétrico Quadro 66 Número de casos notificados de Tétano, Tétano Neonatal e Obstétrico, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 67 Número de casos notificados de Tétano, Tétano Neonatal e Obstétrico, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Total Página 62
64 Figura 33 Número de casos notificados de Tétano, Tétano Neonatal e Obstétrico, Portugal, Página 63
65 4.35. Tosse Convulsa Quadro 68 Número de casos notificados de Tosse Convulsa, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 69 Número de casos notificados de Tosse Convulsa, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM Total <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Página 64
66 Figura 34 Número de casos notificados de Tosse Convulsa, Portugal, Página 65
67 4.36. Triquiníase Quadro 70 Número de casos notificados de Triquiníase, por classificação de caso, Portugal, Confirmado Provável Possível Total Total Quadro 71 Número de casos notificados de Triquiníase, por grupo etário, sexo e ano de notificação, Portugal, e sexo H M HM H M HM H M HM H M HM Total <1 ano anos anos anos anos anos anos anos anos ou+ anos Total Triquiníase, de notificação Figura 35 Número de casos notificados de Triquiníase, Portugal, Página 66
68
DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA
DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA 29-212 VOLUME I DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA 29-212 29-212 VOLUME I DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE LISBOA Março de 214 Portugal. Direção-Geral da Saúde. Direção de Serviços
DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA
DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA 2011-2014 VOLUME I - Portugal DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA 2011-2014 2011-2014 VOLUME I - PORTUGAL DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE LISBOA 2015 Portugal. Direção-Geral da Saúde
DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA
DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA 212-215 VOLUME I - Portugal DOENÇAS DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA 212-215 212-215 VOLUME I - PORTUGAL DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE LISBOA 216 Portugal. Direção-Geral da Saúde Direção
6. DOENÇAS INFECCIOSAS
6. DOENÇAS INFECCIOSAS 6.1. Introdução As doenças infecciosas têm vindo a reassumir relevância crescente a nível europeu e mundial. O aparecimento de novas doenças transmissíveis e a re-emergência de
Notificação obrigatória de doenças transmissíveis: Notificação laboratorial
Notificação obrigatória de doenças transmissíveis: Notificação laboratorial Cátia Sousa Pinto, MD Divisão de Epidemiologia e Vigilância Direção Geral da Saúde 2017 1 SINAVE Sistema de vigilância de saúde
Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE)
Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) Notificação obrigatória de doenças transmissíveis: Notificação laboratorial Cátia Sousa Pinto, MD Divisão de Epidemiologia e Vigilância 2016 1 SINAVE
Doenças de Declaração Obrigatória
Doenças de Declaração Obrigatória 1996-2000 Regiões e Sub-Regiões de Saúde no Continente Regiões Autónomas Direcção de Serviços de Informação e Análise Divisão de Epidemiologia Direcção-Geral da Saúde
Diagnóstico Social de Oeiras Anexos
Diagnóstico Social de Oeiras 2013 Anexos Fevereiro de 2014 SAÚDE POPULAÇÃO Anexo 1 INDICADORES Densidade populacional (hab./km 2 ) 3766,6 População residente, segundo os grandes grupos etários e sexo (nº):
A VIGILÂNCIA NO CONTEXTO DA SAÚDE. Herlon Guimarães Diretor da DUVAS
A VIGILÂNCIA NO CONTEXTO DA SAÚDE Herlon Guimarães Diretor da DUVAS OBJETIVOS Identificar novos problemas de saúde pública; Detectar epidemias; Documentar a disseminação de doenças; Estimar a magnitude
Ministério da Saúde SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA CONJUNTA Nº 20, DE 25 DE MAIO DE 2005.
Ministério da Saúde SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA CONJUNTA Nº 20, DE 25 DE MAIO DE 2005. O Secretário de Atenção à Saúde e o Secretário de Vigilância em Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE (SIS)
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE (SIS) São um conjunto de mecanismos organizados de coleta, processamento, análise e transmissão da informação com a finalidade de contribuir para o planejamento, a organização
Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica. Manual do Utilizador: Departamento de Saúde Pública Regional
Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica Manual do Utilizador: Departamento de Saúde Pública Regional Versão: Abril 2014 Índice 1. Glossário... 4 2. Entrar e sair do SINAVE... 7 2.1 Entrar no sistema
Nota Informativa 06/10/2015
Secretaria Municipal de Saúde - Diretoria de Vigilância em Saúde Gerência de Vigilância Epidemiológica Prezados Colegas. Considerando a Portaria MS/GM nº 1.271, de 6 de junho de 2014, que define a Lista
Alteração da tipologia do indicador passando a ser específico para municípios (o Sistema SISPACTO terá procedimentos ambulatoriais de média
Alterações das Fichas de Qualificação dos Indicadores a serem incorporados na 2ª Edição do Caderno de Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores 2013-2015 Quadro/Indicador Campo da Ficha de Qualificação
Vigilância Epidemiológica... A implantação dos NHE. Alcina Andrade. SESAB/SUVISA/DIVEP Junho Secretaria da Saúde
Epidemiologia Hospitalar ar Construindo ndo um novo pensar na Vigilância Epidemiológica... Secretaria da Saúde A implantação dos NHE Alcina Andrade SESAB/SUVISA/DIVEP Junho-2010 O que é Vigilância Epidemiológica?
E I P D I EM E IO I L O OG O I G A
EPIDEMIOLOGIA Parte - 02 PROFa. MSc. MARISE RAMOS DE SOUZA 1 - COLETA DE DADOS Coleta de Dados A VE desencadeia suas atividades a partir da ocorrência de um evento sanitário caso(s) suspeito(s) ou confirmado(s)
SCIH NOTIFICAÇÃO DE DOENÇAS COMPULSÓRIAS
M-N05 1 de 6 Data de Emissão: Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial EB; MT 1 INTRODUÇÃO A notificação compulsória consiste na comunicação da ocorrência
Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica. Manual do Utilizador: Delegado de Saúde Pública da Unidade Saúde Pública
Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica Manual do Utilizador: Delegado de Saúde Pública da Unidade Saúde Pública Versão: Abril 2014 Índice 1. Glossário... 5 2. Entrar e sair do SINAVE... 8 2.1 Entrar
VIGILÂNCIA EM SAÚDE. Gerência de Epidemiologia e Informação Secretaria Municipal de Saúde
VIGILÂNCIA EM SAÚDE Gerência de Epidemiologia e Informação Secretaria Municipal de Saúde Gerência de Vigilância em Saúde e Informação 1) Gerência de Epidemiologia e Informação 2) Gerência de Saúde do Trabalhador
boletim editorial PROGRAMA NACIONAL DE VACINAÇÃO ficha técnica nº1 maio 2018
boletim PROGRAMA NACIONAL DE VACINAÇÃO nº1 maio 2018 editorial O Programa Nacional de Vacinação (PNV) foi criado em 1965 e desde essa data está em permanente revisão e melhoria, visando vacinar o maior
PORTARIA N.º 2.472, DE 31 DE AGOSTO DE 2010 (DOU de 1º/09/2010 Seção I pág. 50)
PORTARIA N.º 2.472, DE 31 DE AGOSTO DE 2010 (DOU de 1º/09/2010 Seção I pág. 50) Define as terminologias adotadas em legislação nacional, conforme disposto no Regulamento Sanitário Internacional 2005 (RSI
SALA DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE DOS IMIGRANTES
SALA DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM SAÚDE DOS IMIGRANTES MENINGITES: SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA A meningite é um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, podendo
séries Informação e análise
séries Informação e análise ano I nº 1 fevereiro 217 ATUALIZAÇÃO DO PROGRAMA NACIONAL DE VACINAÇÃO: PNV 217 editorial ficha técnica Portugal. Direção-Geral da Saúde. Direção de Serviços de Informação e
Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) Desmaterialização da notificação obrigatória de doenças transmissíveis
Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) Desmaterialização da notificação obrigatória de doenças transmissíveis Cátia Sousa Pinto 2014 1 SINAVE Institui um sistema de vigilância em saúde
SISTEMA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA
SISTEMA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROCESSO SAÚDE-DOENÇA Agente Hospedeiro DOENÇA Ambiente Tempo CONCEITO DE SAÚDE Saúde é a resultante das condições de alimento, habitação, educação, renda, meio ambiente,
Programa Nacional de Vacinação (PNV) Avaliação 2013
Programa Nacional de Vacinação (PNV) O Programa Nacional de Vacinação (PNV) é um programa universal, gratuito e acessível a todas as pessoas presentes em Portugal que é gerido, a nível nacional, pela Direcção-Geral
Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) Desmaterialização da notificação obrigatória de doenças transmissíveis
Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) Desmaterialização da notificação obrigatória de doenças transmissíveis Cátia Sousa Pinto 2014 1 SINAVE Institui um sistema de vigilância em saúde
PORTARIA Nº 1.271, DE 6 DE JUNHO DE 2014
1 de 5 26/6/2014 09:23 prev next Destaque: Médicos alertam para perigo do uso da testosterona como "elixir da Ajuda Home Notícias Legislações Infobusca Normas Mensais Home Legislações GM PORTARIA Nº 1.271,
Avaliação do Programa Regional de Vacinação a 31/12/2016
Avaliação do Programa Regional de Vacinação a 31/12/2016 1. Introdução e Metodologia A avaliação do cumprimento do Programa Regional de Vacinação (PRV) realiza-se com uma periodicidade semestral e anual,
Epidemiologia de Doenças Transmissíveis. Manuel Carmo Gomes
Epidemiologia de Doenças Transmissíveis Manuel Carmo Gomes [email protected] Humanos: um recurso a explorar Parasitismo e doenças associadas, desde que existe vida na Terra Agentes etiológicos dos humanos
Surtos e epidemias: Diretrizes estaduais
Secretaria de Estado de Saúde Surtos e epidemias: Diretrizes estaduais Gilson Jácome dos Reis Coordenador do CIEVS-RJ PRESSUPOSTOS: Cenário epidemiológico Transição demográfica e epidemiológica Diminuição
Caracterização do ACES LISBOA NORTE
Caracterização do ACES LISBOA NORTE 2013 ACES Lisboa Norte Quem somos e onde estamos Missão Prestar Cuidados de Saúde Primários de qualidade, com eficiência e eficácia, à população da sua área geográfica
REGISTO NACIONAL DE AN MALIAS CONGÉNITAS O RENAC Resumo
REGISTO NACIONAL DE AN MALIAS CONGÉNITAS O RENAC 2-21 Resumo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP Lisboa, 28 de novembro de 214 O REGISTO NACIONAL DE ANOMALIAS CONGÉNITAS MATERIAIS E MÉTODOS
Distrito Estadual de Fernando de Noronha Processo Seletivo Simplificado 2006 COMPONENTE 1
COMPONENTE 1 Não consta, como propósito basilar da Portaria 1395/1999, do Ministério da Saúde, que aprova a Política Nacional do Idoso: A) a promoção do envelhecimento saudável. B) a manutenção e a melhoria,
Distrito Estadual de Fernando de Noronha Processo Seletivo Simplificado 2006 COMPONENTE 1
COMPONENTE 1 Não consta, como propósito basilar da Portaria 1395/1999, do Ministério da Saúde, que aprova a Política Nacional do Idoso: A) a promoção do envelhecimento saudável. B) a manutenção e a melhoria,
Portaria nº de 03 de novembro de 2016
Portaria nº 1.411 de 03 de novembro de 2016 Define a Lista Estadual de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território
Doença meningocócica pelo serogrupo C e estratégia vacinal
NÚMERO: 004/2012 DATA: 03/02/2012 ATUALIZAÇÃO: 21/02/2012 ASSUNTO: Programa Nacional de Vacinação - PNV 2012 Doença meningocócica pelo serogrupo C e estratégia vacinal PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS:
Área de Intervenção: Detecção Precoce e Prevenção do VIH e SIDA e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST).
FICHA TÉCNICA Nome: Área de Intervenção: Detecção Precoce e Prevenção do VIH e SIDA e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Descrição: Segundo os dados do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo
A Epidemiologia Descritiva
A Epidemiologia Descritiva A Epidemiologia no seu processo descritivo estuda a distribuição de frequências das doenças e dos agravos à saúde coletiva em função das variáveis ligadas ao tempo, ao espaço
Epidemiologia das Doenças Infecciosas HEP0142_EDI
Epidemiologia das Doenças Infecciosas HEP0142_EDI Objetivos Apresentar os modos de transmissão de agentes infecciosos. Definir infectividade, patogenicidade, virulência e período de incubação. Definir
2.ª ACTUALIZAÇÃO ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO CENTRO, IP. Ministério da Saúde. PROGRAMA VACINAÇÃO - Projecto A excelência na vacinação
Ministério da Saúde DEPARTAMENTO DE SAÚDE PÚBLICA E PLANEAMENTO 2.ª ACTUALIZAÇÃO - 2007 PROGRAMA VACINAÇÃO - Projecto A excelência na vacinação EXCELÊNCIA NA VACINAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO NOTA PRÉVIA
PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 821/XIII/2.ª MEDIDAS PARA AUMENTAR A COBERTURA VACINAL EM PORTUGAL
b Grupo Parlamentar PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º 821/XIII/2.ª MEDIDAS PARA AUMENTAR A COBERTURA VACINAL EM PORTUGAL O Programa Nacional de Vacinação (PNV) foi implementado em 1965, representando um marco importantíssimo
Vigilância em Saúde e Vigilância Epidemiológica
Vigilância em Saúde e Vigilância Epidemiológica JACKELINE CHRISTIANE PINTO LOBATO VASCONCELOS Agosto 2018 AULA DE HOJE Objetivos: - Apresentar os principais aspectos relativos à vigilância em saúde e vigilância
Perfil de Saúde e Plano Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo Um ponto de situação. Reunião de Delegados de Saúde Caldas da Rainha
Perfil de Saúde e Plano Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo Reunião de Delegados de Saúde Caldas da Rainha 25.02.2010 Plano da sessão Objectivo: Efectuar um ponto de situação relativamente àelaboração
Sistema de Informação em Saúde
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIRÃO PRETO DISCIPLINA: INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE I Sistema de Informação em Saúde Enf.ª Letícia Lopes Dorneles Mestranda do Programa de Pós-Graduação
Síndromes clínicas ou condições que requerem precauções empíricas, associadas às Precauções Padrão.
1 Síndromes clínicas ou condições que requerem precauções empíricas, associadas às Precauções Padrão. SÍNDROMES OU CONDIÇÃO CLÍNICA PATÓGENOS POTENCIAIS PRECAUÇÕES EMPIRICAS Diarréia: Aguda, por provável
CURSO COMPLETO DE ENFERMAGEM P/ CONCURSO
CURSO COMPLETO DE ENFERMAGEM P/ CONCURSO - 2015 AULA 22 DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA Equipe Professor Rômulo Passos 2015 NOVO Curso Completo de Enfermagem p/ Concurso - 2015 Página 1 Aula nº 22 -
Informe Técnico - SARAMPO nº4 Atualização da Situação Epidemiológica
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE VRANJAC DIVISÃO DE DOENÇAS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA Informe Técnico - SARAMPO nº4
Plano Local de Saúde do ACES do Baixo Mondego PLANO LOCAL DE SAÚDE AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE DO BAIXO MONDEGO
PLANO LOCAL DE SAÚDE AGRUPAMENTO DE CENTROS DE SAÚDE DO BAIXO MONDEGO 2018-2020 Novembro de 2018 i Ficha Técnica Título Plano Local de Saúde do Agrupamento de Centros de Saúde do Baixo Mondego 2018-2020
Coberturas vacinais e homogeneidade, crianças menores de 1 ano e com 1 ano de idade, Estado de São Paulo,
CCD COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Prof. Alexandre Vranjac GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO INFORME TÉCNICO PARA ATUALIZAÇÃO DO ESQUEMA VACINAL DE CRIANÇAS MENORES
PLANO LOCAL DE SAÚDE
PLANO LOCAL DE SAÚDE Unidade de Saúde Pública 2014 Ficha Técnica Título Plano Local de Saúde 2014-2016 Editor Largo Paulo Orósio Braga Director Executivo ACeS José Manuel Cardoso Unidade de Saúde Pública
Trabalho Final Atividades Integradoras IV. Aline dos Santos Novaes Martins
Trabalho Final Atividades Integradoras IV Aline dos Santos Novaes Martins Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo CVE/SP Missão A missão do Centro de Vigilância Epidemiológica Alexandre
Vigilância das Doenças Preveníveis por Imunização Vacinação do Profissional de Saúde
Vigilância das Doenças Preveníveis por Imunização Vacinação do Profissional de Saúde Universidade Federal Fluminense Instituto de Saúde da Comunidade Departamento de Epidemiologia e Bioestatística Epidemiologia
CAPACITAÇÃO AGENTE COMUNITÁRIOS
CAPACITAÇÃO AGENTE COMUNITÁRIOS Prefeitura Municipal de Corumbá Paulo Roberto Duarte Secretária Municipal de Saúde Dinaci Vieira Ranzi Gerência de Vigilância em Saúde Viviane Campos Ametlla Coordenação
Perfil de Saúde. Arco Ribeirinho. Alcochete Barreiro Moita Montijo Coordenação: Lina Guarda Redação: Raquel Rodrigues dos Santos
Arco Ribeirinho Perfil de Saúde Anna Maria Island, 2017 Alcochete Barreiro Moita Montijo 2018 Coordenação: Lina Guarda Redação: Raquel Rodrigues dos Santos 0 Quem somos? O Arco Ribeirinho tem uma população
