PLANO LOCAL DE SAÚDE
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- Tânia Marreiro Gomes
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1 PLANO LOCAL DE SAÚDE Unidade de Saúde Pública 2014
2 Ficha Técnica Título Plano Local de Saúde Editor Largo Paulo Orósio Braga Director Executivo ACeS José Manuel Cardoso Unidade de Saúde Pública de Braga Coordenador João Manuel Figueiredo Cruz Morada Largo 12 de Dezembro nº 5 Lomar - Braga Autoria: João Manuel Figueiredo Cruz Maria Amparo Barreiro Carracedo Luísa Maria Vieira dos Santos Dias Renato Jorge Saavedra Marinho de contacto [email protected] Agradecemos a colaboração de Ana Mendes, António Silva e Marília Ribeiro, e a todos os outros profissionais que direta ou indiretamente contribuíram para a elaboração deste documento. 2
3 ÍNDICE O Introdução 6 1 Metodologia Diagnóstico da Situação de Saúde da População de Braga 9 Página Caracterização da População Situação Social e Económica Emprego Suporte Social Criminalidade Educação Economia Saldo Migratório Ambiente Natalidade Baixo Peso à Nascença Nascimentos em Mulheres em Idade de Risco Nascimentos Pré-termo Mortalidade Mortalidade Global Mortalidade Infantil Causas de Morte s de Vida Potencialmente Perdidos Saldo Fisiológico Morbilidade Doenças Evitáveis pela Vacinação do PNV Doenças Declaração Obrigatória Tuberculose Infeção pelo VIH
4 2.6.3 Saúde Ocupacional Determinantes da Saúde Tabaco Obesidade Álcool Abuso de Drogas Principais Problemas e Necessidades de Saúde da População Estratégias de Saúde Objetivos de Saúde Definição dos Objetivos de Saúde Recomendações para a Implementação do Plano Local de Saúde Monitorização e Avaliação do Plano Local de Saúde Considerações Finais Definições Bibliografia Anexos 4
5 SIGLAS E ABREVIATURAS ACeS Agrupamento de Centros de Saúde ARS Administração Regional de Saúde AVC Acidente Vascular Cerebral BCE Banco Central Europeu CE Comunidade Europeia CSP Cuidados de Saúde Primários DDO Doenças de Declaração Obrigatória DGS Direção Geral de Saúde DSP Departamento de Saúde Pública FMI Fundo Monetário Internacional HIV Vírus da Imunodeficiência Humana IDT Instituto da Droga e da Toxicodependência INE Instituto Nacional de Estatística M&A Monitorização e Avaliação n.d. não disponível ONG s Organizações Não Governamentais PLS Plano Local de Saúde PNV Programa Nacional de Vacinação PASSE Programa de Alimentação Saudável em Saúde Escolar PRESSE Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar SIDA Síndrome da Imunodeficiência Adquirida TBM Taxa Bruta Mortalidade TMP Taxa de Mortalidade Padronizada USP Unidade de Saúde Pública 5
6 0 - INTRODUÇÃO O Planeamento em Saúde é um processo sistemático e orientado para o futuro, que determina a direção, os objetivos e as ações a desenvolver para alcançar objetivos previamente definidos. É um processo, que a administração da saúde leva a cabo em conjunto com a população, para conseguir em áreas e prazos determinados, os melhores níveis de saúde das populações em causa, utilizando de modo mais racional e eficaz os recursos à sua disposição. O Planeamento em Saúde pretende promover mudanças e é função básica da administração, sendo essencial ao sucesso em todos os níveis de qualquer organização. Trata-se de um processo pelo qual se decide conseguir um futuro melhor do que o presente, mudando o que é necessário para lá chegar. Torna-se assim uma atividade central para a missão dos serviços da Saúde Pública. O Plano Local de Saúde pretende ser um documento estratégico, funcionando como um instrumento de gestão utilizado para servir de apoio à tomada de decisão. Integra e facilita a coordenação e colaboração das múltiplas entidades locais de saúde. Pretende ser um instrumento de mudança, podendo funcionar como um instrumento de comunicação interna e externa, sendo também um compromisso social. Enquadra-se no Plano Nacional de Saúde e no Plano Regional de Saúde e baseia-se na evidência disponível sobre mortalidade, morbilidade e determinantes da saúde. O Plano Local de Saúde define as necessidades de saúde da população, bem como as mudanças que, desejavelmente, deverão ocorrer, com o intuito de melhorar o estado de saúde da população. Contribui para a construção da visão estratégica, orienta o planeamento em saúde do Agrupamento de Centros de Saúde e comunica interna e externamente a informação sobre a saúde da população. Faz recomendações para intervenção e ajuda a alinhar/manter alinhadas as suas ações com as principais necessidades de saúde da população. 6
7 1 - METODOLOGIA A metodologia utilizada na elaboração do Plano Local de Saúde orienta-se pela metodologia proposta nos PLANOS LOCAIS DE SAÚDE: Termos de referência para a sua construção (2011) do Departamento de Saúde Pública da ARSNORTE, IP. Na elaboração deste Plano Local de Saúde foram seguidas as etapas do Planeamento em Saúde representadas na Figura 1. Planeamento em Saúde Diagnóstico de Situação Problemas Necessidades em Saúde Monitorização e avaliação Fixação de Prioridades Intervenção Preparação da execução e avaliação ETAPAS DO PLANEAMENTO EM SAÚDE Seleção das estratégias Identificação das atividades, métodos e recursos Fixação dos objetivos Programas e projetos Figura 1. Componentes essenciais do Plano de Saúde da População. Em primeiro lugar foi atualizado o Diagnóstico de Saúde da população do Concelho de Braga, área geodemográfica de intervenção do ACeS do Cávado I Braga, após uma pesquisa dos dados existentes e disponíveis referentes ao estado de saúde dessa população. Os resultados apresentados representam dados obtidos de publicações e/ou dados estatísticos do Instituto Nacional de Estatística - INE, da Direcção Geral de Saúde (DGS), da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte), da Unidade de Saúde Pública de Braga (USP Braga) e da Conservatória do Registo Civil de Braga. 7
8 Para o cálculo de algumas variáveis/indicadores e a construção de figuras, foi utilizado o programa Microsoft Office Excel Para identificar os principais problemas de saúde da população do Concelho de Braga foram utilizados os critérios major do Planeamento em Saúde: magnitude, transcendência e vulnerabilidade. Tendo em conta os critérios anteriormente definidos foram priorizados cinco problemas de saúde. Uma vez priorizados os problemas de saúde foram identificados os fatores determinantes. A seguir procedeu-se à identificação das necessidades técnicas de saúde da população em termos de mortalidade, morbilidade e determinantes da saúde. Com base nas necessidades técnicas de saúde selecionadas, na avaliação prognóstica dos indicadores e nas prioridades de saúde nacionais e regionais foram definidos os objectivos de saúde a serem atingidos até São apresentadas, ainda, as recomendações para a implementação do Plano Local de Saúde, assim como os indicadores chave de monitorização e avaliação do mesmo. 8
9 2 - DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO DE SAÚDE DA POPULAÇÃO DO CONCELHO DE BRAGA 2.1. CARATERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO O compreende a área geodemográfica do Concelho de Braga. A população residente, segundo a estimativa do INE de 2013 é de pessoas. Quadro 1. População residente em Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga Norte Continente Fonte: INE. O crescimento populacional em Braga, num período de 10 anos, de 2001 a 2011, foi de pessoas, o que corresponde a um aumento populacional de 10,5%, valor superior ao verificado para a Região Norte e para o Continente. (Quadro 2) Quadro 2. Evolução da população residente entre os recenseamentos dos Censos de 1991, 2001, 2011, do ACeS do Cávado I Braga, Região Norte, Continente. Crescimento populacional Local de residência de 1991 a 2001 de 2001 a 2011 Número % Número % Braga ,2 % ,5% Norte ,2 % ,1% Continente ,3 % ,8% Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACeS Braga). No quadro 3 apresenta-se a distribuição da população residente por sexo e por grupo etário, no ano de Braga tem mais população no grupo dos 0-14 anos ( pessoas) do que com mais de 65 anos ( pessoas), apesar de a diferença ser cada vez menor ao longo dos últimos anos. 9
10 Quadro 3. População residente, por sexo, ano de Grupo etário (anos) Homens Mulheres Total Total Fonte: INE. Estimativas da população residente em 31/12/2013. A pirâmide etária da população residente em Braga, em 2013, está representada na figura 2 e na figura 3 estão representadas as pirâmides etárias de 2001 e Figura 2. Pirâmide etária da população residente na área geodemográfica de intervenção do ACeS do Cávado I Braga, em Comparando a pirâmide de 2013 com as pirâmides das últimas duas décadas, representada na figura 3, verifica-se que a pirâmide etária da população residente na área geodemográfica de intervenção do tem apresentado a base cada vez mais estreita e o topo da pirâmide têm alargado. 10
11 85 e Estrutura da População 2001_2011 Concelho de BRAGA Mulheres Homens 10% 8% 5% 3% 0% 3% 5% 8% 10% Figura 3. Pirâmides etárias da população residente na área geodemográfica de intervenção do ACeS do Cávado I Braga, em Da população residente em Braga, 70% encontra-se na idade ativa. A percentagem de jovens (16%) é ligeiramente superior á percentagem de idosos (14%). Figura 4. Representação percentual dos grupos da população jovem, ativa e idosa, residente em Braga, ano de O índice de envelhecimento da população de Braga tem apresentado um aumento constante ao longo dos últimos 5 anos, tal como acontece na Região Norte e no Continente. No entanto, em Braga o índice de envelhecimento é acentuadamente inferior ao da Região Norte e ao do Continente, como representado no quadro 4. 11
12 Quadro 4. Índice de envelhecimento do ACeS de Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga 73,3 76,4 80,5 83,1 88,2 Norte 102,6 106,6 113,3 118,9 125,3 Continente 120,3 122,9 130,6 134,0 138,9 Fonte: INE. No quadro 5 e 6 estão apresentados os índices de dependência de idosos e o índice de dependência de jovens, respetivamente. Quadro 5. Índice de dependência de idosos de ACeS do Cávado I Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga 17,8 18,4 18,7 18,9 19,6 Norte 22,9 23,4 25,3 25,5 26,4 Continente 27,1 27,7 29,3 30,0 30,8 Fonte: INE. Braga apresenta um índice de dependência de idosos inferior ao verificado na região Norte e no Continente. Quadro 6. Índice de dependência de jovens do ACeS do Cávado I Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga 23,9 23,5 23,1 22,7 22,3 Norte 22,7 22,3 21,9 21,5 21,1 Continente 22,9 22,6 22,5 22,4 22,2 Fonte: INE O índice de dependência de jovens em Braga tem vindo a diminuir nos últimos anos. No ano 2013 apresenta um valor semelhante aos verificados para o Continente e ligeiramente superior ao verificado para a região Norte. 12
13 Em relação ao índice de dependência total, o qual engloba o índice de dependência de idosos e o índice de dependência de jovens, a população residente em Braga apresenta um valor inferior ao da Região Norte e ao do Continente (quadro 7). Quadro 7. Índice de dependência total do ACeS do Cávado I Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga 41,0 41,3 41,4 41,6 41,9 Norte 46,4 46,8 46,9 47,0 47,5 Continente 50,8 51,3 51,8 52,3 53,0 Fonte: INE. Nas figuras 5, 6, 7 e 8 está representada graficamente a evolução dos índices de envelhecimento, dependência de jovens, dependência de idosos e dependência total da população do ACeS de Braga, ARS Norte e Continente, de 1991 a Figura 5. Evolução do índice de envelhecimento, Fonte: INE. 13
14 Figura 6. Evolução do índice de dependência de jovens, Fonte: INE. Figura 7. Evolução do índice de dependência de idosos, Fonte: INE 14
15 Figura 8. Evolução do índice de dependência total, Fonte: INE A esperança de vida à nascença para a população residente no concelho de Braga tem aumentado ao longo dos últimos anos, apresentando sempre valores superiores aos verificados para população residente na Região Norte e no Continente. A esperança média de vida é superior para o sexo feminino (Quadro 8). Quadro 8. Esperança de vida à nascença para os triénios , e em Braga, Região Norte e no Continente. Período de tempo Total Homens Mulheres Total Homens Mulheres Total Homens Mulheres Braga ,9 81,1 78,2 83,7 82,2 79,2 84,7 Norte ,1 80,1 77,0 83,0 80,8 77,6 83,8 Continente ,7 76,7 82,7 80,6 77,3 83,7 Fonte: INE; ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACeS Braga). 15
16 2.2. SITUAÇÃO SOCIAL E ECONÓMICA Emprego No concelho de Braga, no ano de 2011, o setor terciário económico apresentava-se como o setor de atividade mais representativo, acompanhando a tendência regional e nacional. Quadro 9. Número de empregados, por setor de atividade, no concelho de Braga, Região Norte e Continente, de 2011 Setor de atividade Primário Secundário Terciário social Terciário económico Total Braga Norte Continente Fonte: Instituto de Emprego e Formação Profissional. Os dados sobre o desemprego do concelho de Braga e Continente estão representados no quadro nº 10. Fonte: INE. Quadro 10. Número de desempregados e taxa de desemprego, no concelho de Braga e Continente, Censos 2011 Condição perante o trabalho (Desempregado) Taxa de Desemprego (%) HM H M HM H M Braga ,18 11,74 14,64 Continente ,19 12,51 13,92 16
17 2.2.2 Suporte social Desde 2010 que, em Braga, se verifica uma diminuição da proporção de beneficiários do rendimento social de inserção da segurança social (quadro 11). Quadro 11. Proporção da população beneficiária do rendimento social de inserção, da segurança social por 1000 habitante em idade ativa ( ), no concelho de Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga 49,24 55,16 43,44 38,54 23,89 Norte 69,40 72,85 60,86 53,87 44,53 Continente 52,49 56,57 48,52 45,24 38,59 Fonte: INE. A proporção de pensionistas da segurança social em 2013 foi de 343,73 por 1000 habitantes, permilagem que tem vindo a aumentar na série temporal analisada. Quadro 12. Proporção da população pensionista da segurança social por 1000 habitante ( ), no concelho de Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga 247,81 326,59 334,53 340,89 343,73 Norte 301,90 306,07 315,45 322,17 325,93 Continente 323,21 326,59 250,76 258,66 263,45 Fonte: INE Criminalidade Desde 2010 que se verifica um diminuição da taxa de criminalidade em Braga, sendo que no ano de 2013 esta foi de 33,2 por 1000 habitantes. Quadro 13. Taxa de criminalidade por 1000 habitante ( ), no concelho de Braga, região Norte e Continente, de 2009 a Braga 34,0 39,7 37,0 33,9 33,2 Norte 33,9 34,1 33,2 32,4 31,6 Continente 36,7 40,0 39,4 37,3 34,9 Fonte: INE. 17
18 2.2.4 Educação O nível de escolaridade da população melhorou entre 2001 e 2011, mantendo-se acima da Região e do Continente (Figura 9).A taxa de analfabetismo (3,4%) diminuiu e é menor do que na Região Norte (5%) e no Continente (5,2%). A taxa de abandono escolar tem vindo a diminuir no concelho de Braga (quadro 14). Figura 9. Distribuição (%) da população residente por nível de escolaridade mais elevado completo (Censos 2001 e 2011) Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACeS Braga) Quadro 14. Taxa de abandono escolar (%) no concelho de Braga, Região Norte e Continente, nos anos de 1991, 2001 e Braga 11,7 1,4 1,3 Norte 18,2 3,5 1,5 Continente 12,5 2,7 1,6 Fonte: INE Economia O ganho médio mensal no concelho de Braga tem vindo a aumentar com o decorrer dos anos, sendo em 2011 de 963,99 euros, seguindo a tendência da região e do continente. O poder de compra per capita 1 diminuiu de 2005 para 2011 em Braga, no entanto é superior ao da Região Norte e Continente. 1 Valores anteriores à intervenção do FMI, BCE e CE 18
19 Quadro 15. Poder de compra per capita no concelho de Braga, Região Norte e Continente, nos anos de 2000, 2005 e Braga 103,6 105,8 104,2 Norte 86,0 85,5 89,2 Continente 101,7 100,5 100,8 Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACeS Braga) Saldo migratório O saldo migratório de 2009 a 2012 decresceu todos os anos, tendo tido uma ligeira melhoria de 2012 para Quadro 15. Evolução do Saldo migratório (nº), por local de residência no concelho de Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga Norte Continente Fonte: INE Ambiente Desde 2008 que 100% da população do concelho de Braga é servida por sistemas de abastecimento de água. Em 2009, 88% da população era servida por estações de tratamento de águas residuais e 99% da população era servida por sistemas de drenagem de águas residuais. Quadro 16. População servida por sistemas de abastecimento de água (%), no concelho de Braga, Região Norte e Continente, nos anos de 2006 a Braga Norte Continente Fonte: INE. 19
20 Quadro 17. População servida por estações de tratamento de água residual (%), no concelho de Braga, Região Norte e Continente, nos anos de 2006 a Braga Norte Continente Fonte: INE NATALIDADE Em relação aos nascimentos, em Braga, tal como na Região Norte e no Continente, o número nados vivos tem diminuído ao longo dos últimos 5 anos (Quadro 18). No ano de 2013 nasceram crianças em Braga, cerca de 6% dos nascimentos da Região Norte. Quadro 18. Número de nados vivos no concelho de Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga Norte Continente Fonte: ARS Norte; INE. A taxa bruta de natalidade para a população de Braga foi de 8,3, em 2013, superior à da Região Norte e Continente. Quadro 19. Evolução da taxa bruta de natalidade no concelho de Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a 2013 ( ) Braga 9 10,2 10,0 9,1 8,3 Norte 8,7 8,8 8,6 7,8 7,3 Continente 9,3 9,5 9,1 8,5 7,9 Fonte: ARS Norte; INE 20
21 Figura 10. Evolução da taxa bruta de natalidade (/1000 habitantes), Fonte: INE Verifica-se que o índice sintético de fecundidade é inferior a 2,1 (valor mínimo considerado necessário para assegurar a substituição de gerações). Quadro 20. Índice sintético de fecundidade no concelho de Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga 1,51 1,22 1,24 1,16 1,06 Norte 1,43 1,24 1,24 1,15 1,09 Continente 1,46 1,35 1,35 1,29 1,21 Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACeS Braga); INE. Figura 11. Evolução do índice de fecundidade, Fonte: INE 21
22 2.3.1 Baixo Peso à Nascença O número de nados vivos com peso inferior a 2500 gramas no concelho de Braga foi de 114 crianças, em Este valor corresponde a 7,6% do total de nados vivos que ocorreram em Braga, em Ao longo dos últimos 5 anos, a percentagem de nados vivos com peso inferior a 2500 gramas, tem apresentado valores compreendidos entre os 6,4% e os 8,2%, como se pode verificar no quadro 21. Quadro 21. Nados vivos com peso inferior a 2500 gramas no concelho de Braga, de 2009 a Nº absoluto de nados-vivos com P<2500g % de nados-vivos com P<2500g 6,6 6,4 7,4 8,2 7,6 Fonte: ARS Norte. Figura 12. Evolução da proporção (%) de crianças com baixo peso à nascença, (média anual por triénios) Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACeS Braga) Nascimentos em Mulheres em Idade de Risco O número de nascimentos em mulheres com idade inferior a 20 anos tem diminuído nos últimos 5 anos. Em 2013, 31 mulheres com menos de 20 anos tiveram um filho. 22
23 Quadro 22. Nascimentos em mulheres com idade inferior a 20 anos, residentes em Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga Norte Continente Fonte: ARS Norte; INE. A proporção de nascimentos em mulheres com idade inferior a 20 anos foi de 2,05% em Braga, em 2013, uma percentagem inferior à verificada na Região Norte e no Continente. No quadro 23 encontra-se representada a evolução da proporção de nascimentos em mulheres com menos de 20 anos, nos últimos 5 anos e na figura 13 a evolução da proporção (%) de nascimentos em mulheres com idade inferior a 20 anos, Quadro 23. Evolução da proporção de nascimentos em mulheres com idade inferior a 20 anos, no concelho de Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga 2,7 2,4 2,0 2,7 2,0 Norte 4,2 3,6 3,4 3,3 2,8 Continente 4,0 3,9 3,6 3,6 3,3 Fonte: INE. Figura 13. Evolução da proporção (%) de nascimentos em mulheres com idade inferior a 20 anos, (média anual por triénios) Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACeS Braga) 23
24 O número de nascimentos em mulheres com idade igual ou superior a 35 anos, no concelho de Braga, em 2009, foi 423 e em 2013 este número aumentou para 447. Quadro 24. Nascimentos em mulheres com idade igual ou superior a 35 anos, residentes em Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga Norte Continente Fonte: INE. Em relação aos nascimentos em mulheres com idade igual ou superior a 35 anos, de um modo geral, a proporção de nascimentos neste grupo de idade tem aumentado, tanto em Braga como na Região Norte e no Continente, como se pode verificar no Quadro 25 e Figura 14. Quadro 25. Evolução da proporção de nascimentos em mulheres com idade igual ou superior a 35 anos, residentes em Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a 2013 Fonte: INE Braga 23,1 23,3 26,2 25,9 29,7 Norte 17,2 20,6 22,9 23,3 25,2 Continente 19,6 22,0 24,1 25,0 26,6 Figura 14. Evolução da proporção (%) de nascimentos em mulheres com idade superior ou igual a 35 anos, (média anual por triénios) Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACeS Braga) 24
25 2.3.3 Nascimentos Pré-termo Os nascimentos pré-termo têm diminuído tanto em Braga como na Região Norte e no Continente nos últimos 5 anos. Fonte: INE. Quadro 26. Nascimentos pré-termo, Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga Norte Continente A proporção de nascimentos pré-termo em 2013, em Braga, foi de 6,6% em relação ao total de nascimentos ocorridos. Quadro 27. Evolução da proporção de nascimentos pré-termo, em Braga, Região Norte e Continente, de 2009 a Braga 7,8 7,2 5,7 6,9 6,6 Norte 8,9 7,0 6,7 6,9 6,9 Continente 8,8 7,0 6,8 7,1 7,2 Fonte: ARS Norte Figura 15. Evolução da proporção (%) de nascimentos pré-termo, (média anual por triénios) Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACeS Braga) 25
26 2.4. MORTALIDADE Mortalidade Global O número total de óbitos em Braga no ano de 2013 foi 1209 pessoas. Ocorreram mais 71 óbitos do que no ano anterior, como se pode observar no quadro 28. Quadro 28. Número total de óbitos ocorridos em indivíduos residentes no concelho de Braga, na Região Norte e no Continente, de 2009 a Braga Norte Continente Fonte: INE. Em relação à taxa bruta de mortalidade, em 2013, no concelho de Braga ocorreram 6,6 óbitos por cada 1000 pessoas. Quadro 29. Evolução da taxa bruta de mortalidade no concelho de Braga, na Região Norte, e no Continente, de 2009 a 2013 ( ) Braga 6,4 6,6 5,9 6,2 6,6 Norte 8,5 8,6 8,6 9,0 9,0 Continente 9,8 9,9 9,8 10,3 10,2 Fonte: INE. 26
27 2.4.2 Mortalidade Infantil Em relação ao número de óbitos infantis, em 2013 ocorreram 2 óbitos infantis, ou seja, 2 crianças com menos de um ano de idade. Quadro 30. Número de óbitos infantis, ocorridos no concelho de Braga, na Região Norte, e no Continente, de 2009 a Braga Norte Continente Fonte: INE. Considerando a taxa de mortalidade infantil, em 2013 faleceram 1,3 crianças por 1000 nados-vidos na área geodemográfica de intervenção do, como apresentado no quadro 31. Quadro 31. Evolução da taxa de mortalidade infantil no concelho de Braga, na Região Norte e Continente, de 2009 a 2013 ( ) Braga 1,6 0,0 2,2 3,6 1,3 Norte 3,3 2,1 3,1 2,8 2,8 Continente 3,6 3,1 3,1 3,3 2,9 Fonte: INE A taxa de mortalidade fetal tardia para o concelho de Braga foi de 0, em Neste ano não ocorreu nenhum óbito fetal tardio (fetos com 28 ou mais semanas de gestação). Fonte INE Quadro 32. Evolução da taxa de mortalidade fetal tardia no concelho de Braga, na Região Norte, e no Continente, de 2009 a 2013 ( ) Braga 1,1 2,8 1,6 1,2 0 Norte 2,3 1,8 2,1 1,7 1,9 Continente 2,9 2,4 2,3 2,7 2,2 27
28 Em Braga, no ano de 2013, verificou-se que a taxa de mortalidade perinatal foi a mais baixo dos últimos anos(0,6 ). Quadro 33. Evolução da taxa de mortalidade perinatal no concelho de Braga, na Região Norte, e no Continente, de 2009 a 2013 ( ) Braga 1,6 1 2,2 2,4 0,6 Norte 3,6 2,7 3,8 2,7 3,2 Continente 4,5 3,5 3,8 4,2 3,5 Fonte: INE Em Braga, no ano de 2013, a taxa de mortalidade neonatal precoce foi de 0,7. Quadro 34. Evolução da taxa de mortalidade neonatal precoce no concelho de Braga, na Região Norte, e no Continente, de 2009 a 2013 ( ) Braga 0,5 0,0 0,6 1,2 0,7 Norte 1,4 1,0 1,7 1,0 1,3 Continente 1,6 1,1 1,5 1,5 1,2 Fonte: INE Em Braga, no ano de 2013 a taxa de mortalidade neonatal foi de 0,7. Quadro 35. Evolução da taxa de mortalidade neonatal no concelho de Braga, na Região Norte, e no Continente, de 2009 a 2013 ( ) Braga 1,1 0,0 1,1 1,8 0,7 Norte 2,0 1,3 2,3 1,8 1,9 Continente 2,4 1,6 2,4 2,2 1,9 Fonte: INE Em Braga, no ano de 2013 a taxa de mortalidade pós- neonatal foi de 0,7. 28
29 Quadro 36. Evolução da taxa de mortalidade pós-neonatal no concelho de Braga, na Região Norte, e no Continente, de 2009 a 2013 ( ) Braga 0,5 0,0 1,1 1,8 0,7 Norte 1,2 0,7 0,8 1,0 0,9 Continente 1,2 0,8 0,8 1,1 1,0 Fonte: INE; Causas de Morte A principal causa de morte para a área geodemográfica de intervenção do ACeS Cávado I Braga, nos anos de 2010, 2011 e 2012 foram os tumores malignos, apesar de a mortalidade específica por esta causa ter diminuído de 2011 para 2012, como se pode visualizar no quadro 37. Quadro 37. Número de óbitos, mortalidade proporcional (%) e mortalidade específica (/ habitantes) em 2010, 2011, e 2012, na área de intervenção do ACeS do Cávado I Braga, por causa de morte CAUSA DE MORTE Nº óbitos M.P. (%) M.E. (/10 5 ) Nº óbitos M.P. (%) M.E. (/10 5 ) Nº óbitos M.P. (%) M.E. (/10 5 ) Tumores malignos ,7 162, ,1 183, ,7 166,9 Doenças cerebrovasculares ,2 92, ,3 66, ,0 87,3 Sintomas, sinais e resultados anormais não classificados em outra parte 92 7,9 51,8 73 6,8 40,2 74 6,5 40,6 Causas externas 70 6,0 39,4 52 4,8 28,9 48 4,2 26,4 Cardiopatia isquémica 52 4,5 29,3 43 4,0 23,7 47 4,1 25,8 Pneumonia 38 3,3 21,4 62 5,8 34,1 73 6,4 40,1 Diabetes mellitus 29 2,5 16,3 33 3,1 18,2 33 2,9 18,1 Doenças crónicas fígado 15 1,3 8,4 19 1,8 10,5 23 2,0 12,6 SIDA 10 0,9 5,6 4 0,4 2,2 07 0,6 3,8 Fonte: USP Braga Legenda: MP Mortalidade Proporcional; ME Mortalidade Específica 29
30 A mortalidade específica por pneumonia e doenças crónicas do fígado apresentam uma tendência crescente ao longo do período temporal representado no quadro 37, enquanto a mortalidade específica por causas externas tem apresentado uma tendência decrescente. Ainda em relação às principais causas de morte, no quadro 38, estão apresentadas as taxas de mortalidade padronizadas para causas de morte, relativas aos últimos triénios para o ACeS Cávado I Braga. Os tumores malignos são a principal causa de morte em Braga, mais especificamente os tumores do aparelho digestivo e peritoneu. A taxa de mortalidade padronizada para os tumores malignos tem aumentado ao longo do período temporal representado, registando apenas uma ligeira diminuição no último triénio ( ). Quadro 38. Evolução da taxa de mortalidade padronizada (/ habitantes) relativa às 5 principais causas de morte, nos triénios , , e no ACeS do Cávado I Braga, na população com idade inferior a 75 anos. CAUSA DE MORTE Triénio Tumores Malignos 89,2 98,2 100,9 101,6 Tumor maligno do aparelho digestivo e peritoneu 32,6 38,3 39,5 39,0 Tumor maligno do aparelho respiratório 18,4 19,4 18,9 20,9 Tumor maligno do aparelho genitourinário 10,3 10,2 10,8 9,8 Tumor maligno dos ossos, pele e mama 10,2 10,5 9,6 10,0 Doenças do aparelho circulatório 36,4 29,4 30,6 30,9 Doenças cerebrovasculares 15,7 12,5 13,7 13,3 Doença isquémica do coração 9,9 8,0 8,9 8,9 Causas externas de mortalidade 19,9 19,2 22,6 22,3 Acidentes de transporte 6,0 6,7 6,9 6,4 Doenças do aparelho digestivo 19,7 17,7 16,9 15,4 Doença crónica do fígado e cirrose 10,7 10,7 9,3 7,6 Doenças do aparelho respiratório 13,1 12,5 11,7 10,3 Pneumonia 3,5 3,6 3,4 3,3 Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) 3,3 2,5 1,5 2,0 Fonte: ARS Norte 30
31 No quadro 39 são apresentadas as causas de morte relativas ao ano de 2012 onde consta a taxa bruta de mortalidade (/ habitantes), por causa de morte para todas as idades. Verificase que os tumores malignos são a principal causa de morte, seguida pelas doenças cerebrovasculares. Quadro 39. Taxa bruta de mortalidade (/ habitantes) relativa às causas de morte, no ano de 2012 no ACeS do Cávado I Braga, na população de todas as idades Causas de Morte (todas as idades) - CID-10 ACeS Braga 2012 Nº óbitos % em relação ao total de óbitos Taxa bruta (/ habitantes) Todas as causas Tumores malignos ,7 166,9 Laringe, traqueia, brônquios e pulmão 55 4,8 30,2 Cólon e reto 34 3,0 18,7 Estômago 33 2,9 18,1 Próstata 21 1,8 11,5 Mama feminina 13 1,1 7,1 Doenças cerebrovasculares ,0 87,3 Sintomas, sinais e resultados anormais de exames clínicos e de laboratório não classificados 74 6,5 40,6 Pneumonia 73 6,4 40,1 Causas externas 48 4,2 26,4 Acidentes de transporte 9 0,8 4,9 Lesões auto provocadas voluntariamente 13 1,1 7,1 Cardiopatia isquémica 47 4,1 25,8 Diabetes mellitus 33 2,9 18,1 Doenças crónicas do fígado 23 2,0 12,6 SIDA 7 0,6 3,8 31
32 Mortalidade proporcional no ACeS de Braga, por ciclo de vida, grandes grupos de causas de morte, ambos os sexos figura 16, 17, 18, 19 e 20. Figura 16. Grupo dos 5-24anos Figura 17. Grupo dos 25-44anos Figura 18. Grupo dos 45-64anos Figura 19. Grupo dos 65-74anos Figura 20. Grupo dos 75+ anos Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACeS Braga) 32
33 O quadro 40 permite observar as diferenças de mortalidade (a vermelho as estatisticamente significativas) para os grandes grupos de causas de morte entre a população do Continente, Região Norte e Braga. Quadro 40 TMP (/ habitantes), na população com idade inferior a 75 anos, para ambos os sexos. Continente, Região Norte e Braga. Triénio Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACeS Braga) 33
34 2.4.4 s de Vida Potencialmente Perdidos Na figura 21 está representada graficamente a taxa de anos de vida potenciais perdidos (AVPP/ habitantes), por causa de morte no ACeS Braga, sexo masculino, Figura 21. Grandes grupos de causas de morte e causas de morte específicas Fonte: OLS Na figura 22 está representada graficamente a taxa de anos de vida potenciais perdidos (AVPP/ habitantes), por causa de morte no ACeS Braga, sexo feminino, Figura 22. Grandes grupos de causas de morte e causas de morte específicas Fonte: OLS 34
35 2.5. SALDO FISIOLÓGICO O saldo fisiológico da população residente na área geodemográfica de intervenção do ACeS Cávado I Braga é positivo, apresentando o valor de 296 pessoas para o ano de No entanto este valor é inferior ao verificado nos últimos anos. Quadro 41. Saldo fisiológico no Concelho de Braga, na Região Norte, e no Continente, de 2009 a Braga Norte Continente Fonte: INE MORBILIDADE Os problemas de saúde mais frequentes nos inscritos do ACeS Braga, em 2013, estão representados na figura 23. Figura 23. Problemas de saúde mais frequentes nos inscritos do ACeS Braga, 2013 Fonte: OLS 35
36 Quadro 42. Número de internamentos hospitalares de utentes residentes na área geodemográfica de intervenção do ACeS do Cávado I Braga, na Região Norte, e no Continente, de 2007 a Braga Norte Continente Fonte: ARS Norte; INE Doenças Evitáveis pela Vacinação do PNV No que respeita às vacinas que conferem imunidade de grupo, a cobertura vacinal está acima dos valores recomendados (quadro 43 a 45). Quadro 43. Cobertura vacinal da coorte dos indivíduos com 2 anos de idade, no concelho de Braga, de 2010 a 2013 (%) Vacina BCG 97,9 98,9 99,0 99,4 DTP 94,3 96,8 96,3 97,1 Hib 94,8 96,6 96,4 96,9 VIP/VAP ,1 VHB 96,9 98,1 98,1 99,2 VASPR 95,9 97,7 97,4 96,4 MenC 96,0 98,3 96,5 96,4 Fonte: USP Braga (SINUS). Vacina Quadro 44. Cobertura vacinal da coorte dos indivíduos com 6 anos de idade, no concelho de Braga, de 2010 a 2013 (%) DTP 94,0 94,5 96,2 95,5 VAP/VIP 94,5 94,7 96,6 96,6 VASPR 94,1 94,6 96,4 95,8 MenC 95,9 96,9 98,8 95,8 Fonte: USP Braga (SINUS) 36
37 Vacina Quadro 45. Cobertura vacinal da coorte dos indivíduos com 14 anos de idade, no concelho de Braga, de 2010 a 2013 (%) Td 94,3 93,9 95,5 95,2 96,1 VHB 92,2 94,1 95,5 95,5 97,4 VASPR 95,7 96,6 97,7 97,7 97,3 MenC n.d. 94,3 96,4 96,4 96,8 Fonte: USP Braga (SINUS) Doenças de Declaração Obrigatória Quadro 46. Doenças de declaração obrigatória notificadas no concelho de Braga, de 2007 a 2013 CID 10 Designação Total A01 Febre Tifoide e Paratifoide A02 Outras Salmoneloses A15 e A16 Tuberculose Respiratória A19 Tuberculose Miliar A37 Tosse Convulsa A39 Infeção Meningocócica A39.0 Meningite Meningocócica A48.1 Doença dos Legionários A49.2 Infeção por Haemophilus influenza A50 Sífilis Congénita A51 Sífilis Precoce A54 Infeções Gonocócicas A69.2 Doença de Lyme A77.1 Febre Escaro-Nodular B05 Sarampo B06 Rubéola não congénita B15 Hepatite Aguda A B16 Hepatite Aguda B B17.1 Hepatite Aguda C B26 Parotidite Epidémica (Papeira) B50 Malária B55 Leishmaníase Visceral B18.2 Hepatite C Crónica n.d n.d n.d n.d n.d n.d Total de notificações Fonte: OLS 37
38 Tuberculose Quadro 47. Número de casos de tuberculose, no concelho de Braga e Região Norte, de 2007 a Braga Norte n.d. Fonte: SVIG-TB e OLS Quadro 48. Evolução da taxa de notificação de tuberculose (/ habitantes), no concelho de Braga, Região Norte, e Continente, em 2001, 2009, 2010, 2011 e Braga 32,1 17,8 13,8 13,2 23,2 15,9 Norte 50,2 30,4 29,0 28,8 29,5 n.d Continente 43,1 27,9 26,7 25,4 25,6 n.d Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACES Braga) Infeção pelo VIH A taxa de incidência de SIDA, no concelho de Braga, no ano de 2012, foi 2,2 pessoas/ habitantes, um valor superior à taxa de infeção para a região Norte. Quadro 49. Evolução da taxa de incidência (/ habitantes) de SIDA, no concelho de Braga, Região Norte, e Continente, nos anos de 2001, 2009, 2010,2011, Braga 6,1 2,2 3,9 4,4 2,2 Norte 10,6 3,2 3,4 2,4 1,7 Continente 10,5 4,4 4,7 3,8 2,4 Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACES Braga). Em relação à evolução da taxa de incidência da infeção VIH, a área geodemográfica de intervenção do têm apresentado uma diminuição progressiva, do mesmo modo que a região Norte e o Continente, como se pode visualizar no quadro
39 Quadro 50. Evolução da taxa de incidência (/ habitantes) da infeção VIH (CRS+PA+SIDA), no concelho de Braga, Região Norte, e Continente, nos anos de 2001, 2009, 2010, 2011 e Braga 20,0 16,1 11,6 11,5 8,8 Norte 18,1 11,3 10,7 7,6 4,7 Continente 24,0 16,5 15,3 12,8 7,4 Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACES Braga) Saúde Ocupacional Nos últimos anos não tem havido notificação de doenças profissionais DETERMINANTES DA SAÚDE Tabaco O tabaco é considerado um determinante da saúde, uma vez que é um fator que pode alterar o estado de saúde ou outra característica das pessoas. A população inscrita no com diagnóstico ativo de abuso de tabaco era de 10,4% das pessoas inscritas, em dezembro de Um valor superior ao verificado na população inscrita da ARS Norte e do Continente. Quadro 51. Proporção de inscritos (%) com diagnóstico ativo (ICPC-2) de abuso de tabaco em dezembro de 2013, no ACeS de Braga, ARS Norte e no Continente. Abuso do tabaco (P17) Dezembro 2013 Total Homens Mulheres ACeS Braga 10,4 13,6 7,6 ARS Norte 9,2 12,3 6,4 Continente 6,8 8,3 5,5 Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACES Braga) 39
40 Perfil tabágico das mulheres durante a gravidez Os resultados do quadro 52 referem-se a uma investigação epidemiológica, estudo observacional descritivo transversal, realizada na USP, com recolha de dados através de um inquérito por questionário de aplicação indireta, via telefónica, a uma amostra aleatória de mulheres cuja gestação terminou entre janeiro e novembro de Quadro 52. Proporção de grávidas fumadoras no 2013 Fumaram na gravidez Não Fumaram na gravidez Proporção de Grávidas 11,1% 88,9% Obesidade Relativamente à proporção de inscritos com diagnóstico ativo de excesso de peso em dezembro de 2013 no, este valor era de 5,1%. Ou seja, cerca de 5% das pessoas inscritas apresentam excesso de peso. Um valor superior ao da população inscrita na ARS Norte e no Continente. Quadro 53. Proporção de inscritos (%) com diagnóstico ativo (ICPC-2) de excesso de peso em dezembro de 2013, no ACeS de Braga, ARS Norte e no Continente. Excesso de peso (T83) Dezembro 2013 Total Homens Mulheres ACeS Braga 5,1 5,7 4,6 ARS Norte 4,7 4,9 4,6 Continente 3,9 4,0 3,8 Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACES Braga) Álcool O diagnóstico ativo de abuso crónico do álcool em dezembro de 2013 encontra-se ativo em 1% da população inscrita no ACeS de Braga. A percentagem de homens com este diagnóstico ativo é superior à das mulheres, 1,7% e 0,3% respetivamente. 40
41 Quadro 54. Proporção de inscritos (%) com diagnóstico ativo (ICPC-2) de abuso crónico do álcool em dezembro de 2013, no ACeS de Braga, ARS Norte e no Continente. Abuso crónico do álcool (P15) Dezembro 2013 Total Homens Mulheres ACeS Braga 1,0 1,7 0,3 ARS Norte 1,3 2,3 0,4 Continente 1,0 1,8 0,2 Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACES Braga) Abuso de Drogas Em relação ao abuso de drogas, a percentagem de inscritos no ACeS de Braga com este diagnóstico ativo é de 0,5% dos inscritos. Quadro 55. Proporção de inscritos (%) com diagnóstico ativo (ICPC-2) de abuso de drogas em dezembro de 2013, no ACeS de Braga, ARS Norte e no Continente. Abuso de drogas (P19) Dezembro 2013 Total Homens Mulheres ACeS Braga 0,5 0,6 0,3 ARS Norte 0,4 0,5 0,3 Continente 0,3 0,4 0,2 Fonte: ARS Norte (Perfil Local de Saúde 2014: ACES Braga) 41
42 3 PRINCIPAIS PROBLEMAS E NECESSIDADES DE SAÚDE DA POPULAÇÃO Para a priorização dos problemas de saúde identificados foram utilizados os três critérios clássicos ou critérios major do Planeamento em Saúde: magnitude, transcendência e vulnerabilidade. Magnitude A magnitude, importância ou tamanho, caracteriza o problema pela sua dimensão, utilizando indicadores de mortalidade e morbilidade. Transcendência A transcendência ou gravidade das consequências - trata-se de uma simples ponderação por grupos, neste caso, grupos etários, de maneira a valorizar as mortes/doença por determinada causa nesses diferentes grupos. Vulnerabilidade A vulnerabilidade (avaliação do potencial de ou possibilidade de prevenção da possibilidade de prevenção/intervenção) é fundamental dado que o processo de planeamento pretende utilizar os recursos onde produzem ganhos maiores em saúde. CINCO PRINCIPAIS PROBLEMAS DE SAÚDE DA POPULAÇÃO A partir do Diagnóstico da Situação de Saúde da População e da aplicação dos critérios de hierarquização anteriormente referidos foram identificados os cinco principais problemas de saúde da população que se apresentam seguidamente por ordem decrescente: 1. Tumor maligno do cólon e reto 2. Tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão 3. Tumor maligno da mama feminina 4. Tumor maligno do estômago 5. Doenças cérebro-cardiovasculares 42
43 IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS NECESSIDADES DE SAÚDE Uma necessidade de saúde é a diferença entre o estado de saúde atual da população e o estado de saúde desejado e mede-se estimando o desvio entre o real e o desejado. Da análise das necessidades técnicas de saúde bem como das prioridades de saúde nacionais e regionais resultaram as seguintes necessidades de saúde na população de Braga: MORTALIDADE E MORBILIDADE Menor Mortalidade e Morbilidade por : Tumor maligno do cólon e reto Tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão Tumor maligno da mama feminina Tumor maligno do estômago Doenças cérebro-cardiovasculares DETERMINANTES DA SAÚDE Menos hipertensos Menos diabéticos Menos obesos Menos dislipidémicos Menos consumo de tabaco Menos consumo de álcool Mais atividade física Menos consumo de sal Maior consumo de frutas e verduras 43
44 4 ESTRATÉGIAS DE SAÚDE O processo de seleção de estratégias de saúde a serem adotadas face às necessidades de saúde priorizadas pretende dar resposta à seguinte questão: quais os processos/técnicas mais adequados para diminuir os problemas de saúde/satisfazer as necessidades prioritárias de saúde da população? As estratégias de saúde dirigidas aos principais determinantes da saúde são as mais custo-efetivas. No processo de seleção das estratégias de saúde devemos ter presente que a maioria dos fatores de risco está associados a várias doenças ou causas (anexo 1), pelo que atuando sobre estes fatores podemos reduzir múltiplas doenças. As estratégias de saúde são implementadas, sobretudo, através de programas e projetos com impato conhecido na saúde, desenvolvidos pelos diversos atores, operacionalizo-os quando executam os respetivos Planos de Actividades. Importa implementar os programas e projetos de promoção de saúde em todos os níveis de cuidados bem como na comunidade, em particular na população escolar. Assim foram selecionadas as estratégias a serem adotadas face às necessidades de saúde identificadas. Posteriormente durante a apresentação pública do Plano Local de Saúde onde estiveram presentes os Coordenadores das Unidades Funcionais do ACeS, Hospital de Braga, Universidade do Minho, Câmara de Braga, Associação Industrial do Minho, Cruz Vermelha Portuguesa e ONG s, foram solicitados contributos para selecionar as estratégias e definir objetivos, para o qual foi dado um período de 30 dias. Este período já terminou mas até a presente data ainda não foi recebido. ESTRATÉGIAS SELECIONADAS Prevenção primária: Prevenção do consumo de tabaco (dar continuidade ao PELT nas escolas EB2,3 e secundárias); Aumento do consumo de frutas e legumes e redução do consumo de gorduras saturadas (dar continuidade ao PASSE nos Jardins de Infância e escolas EB1, dar continuidade ao controlo das máquinas de venda automática de alimentos nos Agrupamentos de Escolas); 44
45 Promoção da prática de exercício físico (atividade física nas escolas, criação e dinamização de espaços para atividade física); Projetos de promoção do aleitamento materno; Prevenção do consumo de álcool (dar continuidade ao PASSE, elaborar projetos estruturados e sustentáveis no âmbito do Programa de Saúde Escolar) Utilização dos meios de proteção individual nos locais de trabalho na prevenção do Tumor Maligno de Traqueia, Brônquios e Pulmão; Divulgação de informação sobre estilos de vida saudáveis. Prevenção secundária: Consulta de cessação tabágica (rentabilizar os recursos humanos dos profissionais de saúde do ACeS com formação nesta área); Controlo das dislipidémicos, hipertensão arterial, diabetes mellitus e obesidade; Desintoxicação alcoólica (hospitalar ou clínicas privadas, atividades conjuntas com o IDT); Tratamento médico ou cirúrgico atempado das cardiopatias isquémicas e enfartes do miocárdio; Continuação dos Rastreios e referenciação dos casos suspeitos de Tumor Maligno da Mama Feminino. Prevenção terciária: Via verde para os Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC); Referenciação atempada para a consulta de Medicina Física e Reabilitação dos casos de AVC; Integração na Rede de Cuidados Continuados de Saúde Integrados nos casos de AVC, com possibilidade de recuperação funcional; Reinserção dos consumidores de álcool (actividades conjuntas com o IDT); Criação de grupos de auto-ajuda (Tumor Maligno da Mama Feminino e Tumor Maligno de Traqueia, Brônquios e Pulmão). Investigação: Junto de outras instituições, nomeadamente do Hospital de Braga e da Universidade do Minho iniciar investigações sobre os Tumores Malignos do Tecido Linfático e Hematopoiético. 45
46 ESTRATÉGIAS DE SAÚDE EM CURSO NO ACES Promoção da Saúde Programa de Escolas Livres de Tabaco (PELT) Programa de Alimentação Saudável em Saúde Escolar (PASSE) Programa de Educação Sexual em Saúde Escolar (PRESSE) Consulta de Vigilância da Saúde nos Cuidados de Saúde Primários Programa Autoestima Prevenção da doença e de incapacidade Consulta de Vigilância da Saúde nos Cuidados de Saúde Primários Vigilância de Exposição ao Fumo do Tabaco Vigilância do Consumo de Sal nas Cantinas Escolares Cuidados Continuados Integrados Estratégias e Tratamento Precoce Rastreio do Cancro de Mama Feminino Rastreio de Cancro de Cólon e Reto Consulta de Vigilância da Saúde nos Cuidados de Saúde Primários 46
47 5 OBJETIVOS DE SAÚDE Para a fixação dos objectivos é importante considerar, entre outros aspetos, a avaliação prognóstica dos problemas de saúde. Neste sentido foram realizadas as projeções das Taxas Brutas de Mortalidade Prematuras dos problemas de saúde priorizados no ACeS, até ao ano 2016 (figuras 24 a 27). 16,0 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0, TMTBP (<65) Meta Nova Projecção Projecção Novos Valores Figura 24. Projecção Taxa Bruta de Mortalidade por tumor maligno da traqueia, brônquios e pulmão, ambos os sexos, <65 anos Fonte: OLS 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0, TMCR (<65) Meta Nova Projecção Projecção Novos Valores Figura 25. Projecção da Taxa Bruta de Mortalidade por tumor maligno do cólon e recto, ambos os sexos, <65 anos Fonte: OLS 47
48 TM_EST (<65) Meta Nova Projecção Projecção Novos Valores Figura 26. Projecção da Taxa Bruta de Mortalidade por tumor maligno do estômago, ambos os sexos, <65 anos Fonte: OLS TxMP DCV (<65) Projecção Meta Novos Valores Nova Projecção Figura 27. Figura Projecção da Taxa Bruta de Mortalidade por doenças cerebrovasculares, ambos os sexos, <65 anos Fonte: OLS 48
49 5.1 - DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS DE SAÚDE A onde queremos chegar? Quando queremos chegar? Para atingir ganhos em saúde até 2016 foram delineados objetivos que a seguir se apresentam: 1. Reduzir a taxa bruta de mortalidade prematura (<65 anos) por doenças cerebrovasculares, em ambos sexos, para 8,1/ habitantes na população do 2. Reduzir a taxa bruta de mortalidade prematura (<65 anos) por tumor maligno de Traqueia, brônquios e pulmão, em ambos sexos, para 14/ habitantes na população do 3. Reduzir a taxa bruta de mortalidade prematura (<65 anos) por tumor maligno de estômago, em ambos sexos, para 12,5/ habitantes na população do 4. Manter a taxa bruta de mortalidade prematura (<65 anos) por tumor maligno do cólon e reto, em ambos sexos, em 3,7/ habitantes na população do ACeS Cávado I Braga 5. Reduzir a taxa de mortalidade padronizada prematura (< 75 anos) por tumor maligno de mama feminina, para < 17,3 / habitantes na população do 49
50 No quadro 56 são apresentadas as metas que se pretendem atingir para Quadro 56. Indicadores e metas de Saúde do, INDICADOR Unidade de Medida Sexo Projeção Definição da Meta Valor Período Valor TMB prematura por Doenças cerebrovasculares / habitantes HM 8, ,1 TMP prematura por Tumor Maligno da Mama Feminino / habitantes M <17,3 TBM prematura por Tumor Maligno de Traqueia, Brônquios e Pulmão / habitantes HM 14, TBM prematura por Tumor Maligno de Estômago /10000 residentes HM 13, ,5 TBM prematura por Tumor Maligno do Cólon e Reto /10000 residentes HM 3, ,7 Proporção de hipertensos, com acompanhamento adequado Incidência amputações major Membro inferior (DM), em residentes /100 inscritos HM NA ,0 /1000 residentes HM NA ,2 Taxa de internamento DCV, entre residentes <65 anos /1000 residentes HM NA ,1 Proporção de crianças escolarizadas entre os 6 e os 8 anos obesas Proporção de utentes (> = 14 anos), com registo de hábitos tabágicos Proporção de utentes (> =14anos), com registo de consumo de álcool Proporção utentes entre 50 e 75 anos com rastreio de cancro de CR Proporção de crianças escolarizadas (JI e 1º e 2ºciclo e 2 alvo de intervenção curricular - Alimentação saudável Proporção de crianças escolarizadas (7º ao 9º ano) alvas de intervenção curricular - Prevenção do tabagismo /100 inscritos HM NA 2016 <10,1 /100 inscritos HM NA ,0 /100 inscritos HM NA ,0 /100 inscritos HM NA % HM NA ,0 % HM NA ,0 50
51 6 RECOMENDAÇÕES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO LOCAL DE SAÚDE Apesar de ter sido feita uma comunicação interna e externa do Plano Local de Saúde, considera-se necessário aprofundar essa comunicação a fim de se conseguir a participação de todos os setores, de dentro e fora da saúde. Importa portanto descobrir uma forma de comunicação mais eficaz considerando útil e necessário para este fim o apoio do DSP da ARSNorte. Será igualmente importante mudar a cultura e pensamento para um enfoque micro do Planeamento. É necessário, ainda, uma forte articulação, cooperação e contributo de todos os atores responsáveis pela saúde da comunidade, com a finalidade última de se obterem ganhos em saúde. 51
52 7 MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PLANO LOCAL DE SAÚDE No quadro 57 são apresentados os indicadores chave relativos à monitorização e avaliação do Plano Local de Saúde. Quadro 57. Indicadores Chave de M&A do PLS INDICADORES FONTE DE DADOS META TBM prematura por Doenças cerebrovasculares (/ habitantes) TMP prematura por Tumor Maligno da Mama Feminino (/ habitantes) INE 8,1 INE <17,3 TBM prematura por Tumor Maligno de Estômago INE 12,5 TBM prematura por Tumor Maligno de Traqueia, Brônquios e Pulmão (/ habitantes) INE 14 TBM prematura por Tumor Maligno de Cólon e Reto INE 3,7 Incidência de amputações major Minf. em diabéticos/10000 residentes Taxa de internamento por doença cerebrovascular/10000 residentes (0-64 anos) Proporção de hipertensos, com acompanhamento adequado Proporção de utentes (> = 14 anos), com registo de hábitos tabágicos Proporção de utentes ( >=14anos), com registo de consumo de álcool Proporção de crianças inscritos entre os 6 e os 8 anos com registo de Obesidade Proporção de crianças escolarizadas (JI e 1º e2 ciclo) alvo de intervenção curricular - Alimentação saudável Proporção de crianças escolarizadas (7º ao 9º ano) alvo de intervenção curricular - Prevenção do tabagismo GDH/ ACSS GDH/ ACSS 0,2 4,1 SIARS 35 SIARS 75 SIARS 75 SIARS <10,1 Escolas 50 Escolas 25 52
53 CONSIDERAÇÕES FINAIS Como comentário final é fundamental que seja claro para todos que o Plano Local de Saúde não é um Plano de Atividades, nem um Plano de Ação, nem um Plano de Desempenho. O Plano Local de Saúde é um documento estratégico e um instrumento de apoio à Gestão. O Plano Local de Saúde permitirá aos decisores fazer as melhores escolhas e continuar a ter ganhos em saúde mesmo no atual contexto de crise económica. É importante não esquecer que o Plano Local de Saúde é da população e para a população. 53
54 DEFINIÇÕES Baixo peso ao nascer considera-se como tendo baixo peso ao nascer o recém-nascido com peso inferior a 2500 gramas. Causa de morte é a situação de doença (s), estado (s) mórbido (s) ou lesões que originaram a morte ou que contribuíram para ela, ou a (s) circunstância (s) do acidente ou da violência que produziu essas lesões. Doenças de declaração obrigatória são doenças infeciosas ou transmissíveis, que pelas suas características podem representar um perigo real ou potencial para a Saúde Pública. A Lei nº 2036 de 9 de agosto de 1949, refere que todo o médico do serviço público ou privado que diagnosticou ou suspeitou de um caso, deve notificar ou declarar à autoridade de saúde do concelho de residência do doente num prazo legal de 48 horas. A lista atual, que define as DDO foi publicada em Diário da República, na Portaria nº 1071/98 de 31 de dezembro, e foi completada com a Portaria nº 258/2005 de 16 de março. Esperança de vida à nascença define-se como o número médio de anos que uma pessoa à nascença pode esperar viver, se as taxas de mortalidade por idade observadas no momento se mantiverem, é um indicador sóciodemogico importante para aferir a qualidade de vida de uma população. Índice sintético de fecundidade número médio de nados-vivos por mulher em idade fértil, isto é, com idade compreendida entre os 15 e os 49 anos de idade. O seu cálculo é realizado através do somatório das taxas de fecundidade por idades, entre os 15 e os 49 anos, observado num determinado período de tempo, geralmente um ano civil. Índice de dependência de idosos define-se como o quociente entre o número de pessoas com idade igual ou superior a 65 anos e o número de pessoas com idades compreendidas entre os 15 e os 64 anos. Índice dependência de jovens define-se como quociente entre o número de pessoas com idades compreendidas entre os 0 e os 14 anos e o número de pessoas com idades compreendidas entre os 15 e os 64 anos. 54
55 Índice de envelhecimento define-se como o quociente entre o número de pessoas com idade igual ou superior a 65 anos e o número de pessoas com idades compreendidas entre os 0 e os 14 anos. Índice de dependência total define-se como o quociente entre o somatório de pessoas com idades compreendidas entre os 0 e os 14 anos e as pessoas com idades igual ou superior a 65 anos, e o número de pessoas com idades compreendidas entre os 15 e os 64 anos. Nascimento (produto de fecundação) é a expulsão ou extração completa do corpo materno de um produto de fecundação, com uma determinada idade de gestação. Implica a existência de dois indivíduos em idade de procriar, um do sexo masculino e outro do sexo feminino. O nascimento ocorrido até ao final da 36ª semana de gestação designa-se "nascimento de pré-termo", e o ocorrido a partir da 42ª semana completa de gestação designa-se "nascimento de pós-termo"; se ocorrer entre a 37ª e a 41ª semana completas de gestação designa-se "nascimento de termo". Nascimento vivo (nado-vivo) é a expulsão ou extração completa do corpo materno, independentemente do tempo de gravidez, de um produto da fecundação que respira ou manifesta quaisquer outros sinais de vida, como batimentos cardíacos, pulsações do cordão umbilical ou contração efetiva de qualquer músculo sujeito à ação da vontade, quer o cordão umbilical tenha sido cortado ou não e quer a placenta esteja ou não retida. Óbito é a cessação irreversível das funções do tronco cerebral Artigo 2º da Lei nº 141/99, de 28 de agosto. Também pode ser definido como o desaparecimento permanente de qualquer sinal de vida em qualquer momento após o nascimento com vida. Óbito fetal é a morte de um produto da fecundação antes da expulsão ou extração completa do corpo da mãe, independentemente da duração da gravidez; depois da separação materna o feto não respira nem manifesta quaisquer sinais de vida, como batimentos cardíacos, pulsações do cordão umbilical ou contrações de qualquer músculo sujeito à ação da vontade. O óbito ocorrido até ao final da 21ª semana de gestação (período fetal precoce) designa-se "óbito fetal precoce", e o ocorrido a partir da 28ª semana (período fetal tardio) designa-se "óbito fetal tardio"; se ocorrer entre a 22ª e a 27ª semana completa de gestação (período fetal intermédio) designa-se "óbito fetal intermédio". 55
56 Parto pré-termo o parto antes de termo é o que começa antes da 37.ª semana de gravidez. Peso à nascença é a primeira medição de peso do nado-vivo obtida após o nascimento. Deve ser efetuada durante a primeira hora de vida e expressa em gramas. Saldo fisiológico é a diferença entre a natalidade (número de nados vivos) e a mortalidade (número de óbitos) num dado período de tempo. Saldo migratório diferença entre a imigração e a emigração numa determinada região durante um ano. Taxa bruta de mortalidade também designada por taxa geral de mortalidade, corresponde ao número de óbitos ocorridos numa determinada região, para um determinado período de tempo, geralmente um ano civil, relativamente à população dessa região calculada para o meio do período considerado. Habitualmente é expressa por habitantes. Taxa bruta de natalidade também designada taxa geral de natalidade, corresponde ao número de nados-vivos numa determinada região, para um determinado período de tempo, geralmente um ano civil, relativamente à população dessa região para o meio do período considerado. Habitualmente é expressa por habitantes. Taxa de mortalidade fetal tardia - corresponde ao número de fetos mortos com 28 ou mais semanas, ocorridos num determinado período de tempo, geralmente um ano civil, relativamente ao total de nados-vivos e de fetos-mortos com 28 ou mais semanas do mesmo período. Geralmente é expressa por nados-vivos e fetos-mortos de 28 ou mais semanas. Taxa de mortalidade infantil corresponde ao número de óbitos em crianças com menos de 1 ano de idade, ocorridos num determinado período de tempo (geralmente um ano civil), relativamente ao total de nados-vivos no mesmo período. Geralmente é expressa por nados-vivos. É um indicador do estado de saúde global de toda uma população, refletindo a relação entre causas de mortalidade infantil e determinantes da saúde da população, tais como aspetos económicos, sociais e ambientais. 56
57 Taxa de mortalidade neonatal corresponde ao número de óbitos em crianças com menos de 28 dias de idade, ocorridos num determinado período de tempo, geralmente um ano civil, relativamente ao total de nados-vivos no mesmo período. Habitualmente é expressa por nados-vivos. Taxa de mortalidade neonatal precoce corresponde ao número de óbitos em crianças com menos de 7 dias de idade ocorridos num determinado período de tempo, relativamente ao total de nados-vivos no mesmo período (geralmente um ano civil). Habitualmente é expressa por nados-vivos. Taxa de mortalidade pós-neonatal corresponde ao número de óbitos em crianças com idades compreendidas entre os 28 e os 364 dias, ocorridos num determinado período de tempo, geralmente um ano civil, relativamente ao total de nados vivos no mesmo período. Habitualmente é expressa por nados vivos. Taxa de mortalidade perinatal corresponde (número de fetos mortos de 28 ou mais semanas de gestação e o número de óbitos de nados vivos com menos de 7 dias de idade/ número de nados vivos e fetos mortos de 28 ou mais semanas, numa determinada área geográfica e num determinado período de tempo) X Taxa de mortalidade prematura quociente entre os óbitos de indivíduos com idade compreendida entre os 0 e os 64 anos e a população média residente do mesmo grupo etário. Habitualmente é expressa por indivíduos. 57
58 BIBLIOGRAFIA Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte). Departamento de Saúde Pública. Planos Locais de Saúde: termos de referência para a sua construção parte 1. Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte). Mortalidades: análise da mortalidade por triénios no ACES de Braga [online]. Porto: ARS Norte [Acesso em agosto de 2011]. Disponível em: Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte). Natalidade, mortalidade infantil e componentes: região norte [online]. Porto: ARS Norte; 2011[Acesso em agosto de 2011]. Disponível em: %20P%C3%BAblica%20Conteudos/Natalidade_Mortalidade_Infantil_Componentes_1996_2009.pdf Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte). Perfil local de saúde 2012: ACeS Braga. [online]. Porto: ARS Norte; 2012[Acesso em setembro de 2013]. Disponível em: Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte). Perfil local de saúde 2014: ACeS Braga. [online]. Porto: ARS Norte; 2014[Acesso em agosto de 2014]. Disponível em: Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte). Plano de saúde da Região Norte Porto: ARS Norte; Direção-Geral da Saúde (DGS). Portal da Codificação Clínica e dos Grupos de Diagnósticos Homogénos [online]. Lisboa: DGS. Disponível em: Imperatori E, Giraldes M. Metodologia do planeamento da saúde: manual para uso em serviços centrais, regionais e locais. 3.ª ed. Lisboa: Escola Nacional de Saúde Pública; Instituto Nacional de Estatística (INE). Portal do instituto nacional de estatística: dados estatísticos; base de dados. [Acesso em agosto de 2014]. Disponível em: 58
59 Merck Sharp anddohme. Manual Merck: edição de saúde para a família parto pré-termo [online]. [Acesso em setembro de 2013]. Disponível em: Pineault R, Daveluy C. Laplanificacionsanitaria: conceptos, métodos, estrategias. 1.ª ed. Barcelona: Masson, S.A.; Pereira, P. Diagnóstico de situação do concelho de Braga: caracterização da área geodemográfica de intervenção da Unidade de Saúde Pública de Braga [online]. Braga; 2009 [Acesso em setembro de 2013]. Disponível em: Epidemiologia/epidemiologia_indice.htm Portal de Saúde Pública. Análise demográfica e sanitária: alguns indicadores e conceitos elementares [online]. [Acesso em agosto de 2014]. Disponível em: Demografia/Demografia_conceitos.htm Serrano P. Redação e apresentação de trabalhos científicos: fundamentos, técnicas e noções práticas sobre como estruturar, escrever e apresentar trabalhos científicos e técnicos. 2.ª ed. Lisboa: Relógio D Água Editores;
60 ANEXOS ANEXO 1 60
61 Demográficos, Sociais e Económicos Idade Sexo Nível socio-económico Biológicos ou Endógenos História pessoal: antecedentes de neoplasias Genética/História Familiar de algumas doenças Doenças CANCRO COLÓN E RETO DETERMINANTES DA SAÚDE Maior incidência a partir dos 50 anos. Mais frequente em homens Elevado: aumenta incidência Aumentam o risco: -Adenoma colorretal, -Cancro de mama -Cancro genital Aumentam o risco: -Síndrome de Polipose Familiar -Cancro colo-rectal não associado a polipose -S. de Lynch Aumentam o risco: -Colite Ulcerosa -Doença de Crohn -Ureterosigmoidostomía -Bacteriemia por Streptococus bovis (marcador de risco) Estilos de vida Exercício Físico Factor protector: 150m por semana /30 a 60 Obesidade Dieta min por dia Aumenta o risco Aumenta o risco: -dieta hipercalórica, pobre em fibra, frutos e vegetais -dieta rica em gorduras saturadas Dieta Tabagismo Álcool Sistema de cuidados de saúde Rastreios Programas Promoção Saúde Consumo de vegetais: factor protector Aumenta o risco Aumenta risco Pesquisa de sangue oculto nas fezes -Programa Alimentação Saudável em Saúde Escolar (PASSE) -Programa Escolas Livres de Tabaco (PELT) 61
62 Demográficos, Sociais e Económicos Idade Sexo Demográficos Biológicos ou Endógenos Genéticos Doença pulmonar benigna préexistente Ambientais Tabaco Outras exposições Estilos de vida Dieta Sistema de cuidados de saúde Cuidados de saúde Promoção Saúde CANCRO DO PULMÃO DETERMINANTES DA SAÚDE Pico de incidência entre os 55 e os 65 anos. Mais comum em homens. Se apenas considerarmos os casos em não fumadores, esta neoplasia é mais comum em mulheres A grande variabilidade geográfica e temporal desta doença é atribuída ao uso (ou não) de filtros, às constituições e modificações diferenciais do tabaco A carga genética familiar ou individual é um importante determinante do risco Está descrito que doentes com fibrose pulmonar difusa têm maior risco de desenvolver neoplasias pulmonares É o principal factor de risco para o desenvolvimento de cancro de pulmão. A exposição passiva também aumenta o risco Asbesto, Arsénio, poluição atmosférica (Hidrocarbonetos Aromáticos Policíclicos, fruto da combustão de combustíveis fósseis), radiação ionizante (Rádon), Metais (níquel, Cobalto, cádmio e cromo), formaldeído Aumenta o risco o baixo consumo de fruta e vegetais (deficiente aporte de Vitaminas e antioxidantes), baixos níveis de vitaminas A e E. O consumo de carotenos e Vitamina C, diminuem o risco de cancro do pulmão. Consultas de cessação tabágica Programa Escolas Livres de Tabaco (PELT) 62
63 Demográficos, Sociais e Económicos Idade CANCRO DA MAMA DETERMINANTES DA SAÚDE Risco aumenta com a idade Sexo Feminino (150:1) Biológicos ou Endógenos Idade da menarca Idade da menopausa Idade na 1ª gestação de termo Nuliparidade Duração do aleitamento materno História pessoal de cancro da mama História pessoal de cancro do endométrio História familiar (1º grau) de cancro da mama Doença Fibroquística da mama Densidade mamária aumentada na mamografia Mutações no gene BRCA1 Outras mutações: gene BRCA2, p53 (incluindo o síndrome Li-Fraumeni), PTEN Risco é tanto maior quanto mais precoce é a menarca (<12 anos) Risco é tanto maior quanto mais tardia é a menopausa (>50 anos) Risco é tanto menor quanto mais precoce é a idade na 1ª gestação Factor de risco Aleitamento materno prolongado diminui o risco Factor de risco,: neoplasia na mama contralateral Factor de risco Aumenta o risco. Risco é ainda maior se há história em várias familiares de 1º grau, se os casos em familiares ocorreram antes da menopausa e se as neoplasias eram bilaterais. Risco aumentado para cancro da mama quando acompanhada de alterações proliferativas, papilomatose, ou hiperplasia epitelial atípica. Factor de risco 85% das mulheres com mutações neste gene desenvolvem cancro da mama. Estão associadas com casos familiares de cancro da mama e/ou do ovário em mulheres jovens. Factores de risco 63
64 Ambientais Anticonceptivos orais Terapêutica de substituição hormonal (TSH) Radioterapia torácica (ex.: múltiplas fluoroscopias [ Gy] e RT para tratamento da doença de Hodgkin [>3600 Gy]) Estilos de vida Excesso de peso e obesidade Dieta rica em calorias Bebidas alcoólicas Obesidade Exercício Físico Sistemas de cuidados de saúde Programa Nacional de Prevenção e Controlo das Doenças Oncológicas Rastreio do Cancro da Mama Pequeno ou nenhum aumento no risco Controverso: terapêuticas combinadas (estrogénios e progesterona) parecem aumentar o risco, enquanto que aquelas que empregam apenas estrogénios não parecem aumentar significativamente a incidência, sobretudo se a exposição não for prolongada nem com doses muito elevadas. Em mulheres com história pessoal de cancro da mama, a TSH aumenta as taxas de recorrência. Aumenta significativamente o risco em mulheres expostas antes dos 30 anos de idade. Em mulheres expostas após os 30 anos, o efeito carcinogénico é mínimo. Aumentam o risco em mulheres pósmenopáusicas. Aumenta o risco porque promove menarca mais proce, menopausa mais tardia e maiores concentrações de estrogénios pósmenopausa Ingestão, mesmo em quantidades moderadas, aumenta ligeiramente o risco. Aumenta ligeiramente o risco Factor protector: 4 horas por semana 64
65 Demográficos, Sociais e Económicos CANCRO DO ESTÔMAGO DETERMINANTES DA SAÚDE Sexo Mais frequente no sexo masculino (2:1) Quer o adenocarcinoma quer o linfoma são Idade detectados mais frequentemente na 6ª década de vida Mais frequente nas classes baixas devido às Classe socioeconómica deficientes condições de salubridade e higiene alimentar Região de produção e consumo frequente de Particularidades da gastronomia regional alimentos fumados e salgados Biológicos ou Endógenos Infecção por Helicobacter pylori Nitritos carcinogénicos produzidos por bactérias Metaplasia intestinal das células gástricas secundária a acloridria Hipertrofia das pregas gástricas (doença de Ménétrier) Hipergastrinemia crónica Grupo sanguíneo Mutação no gene da cadeina E Translocação [t(11;18)] no linfoma MALT gástrico Factor de risco quer para adenocarcinomas quer para linfomas gástricos. Aumentam o risco Causas de acloridria: Exérese cirúrgica das células produtoras de ácido do antro pilórico (antrectomia), para controlo de úlceras pépticas refractárias período de latência: anos. Gastrite atrófica (com ou sem anemia perniciosa) que se desenvolve mais frequentemente nos idosos. Factor de risco para adenocarcinoma. Aumentam o risco: - Anemia Perniciosa - Síndrome de Zollinger-Ellison (frequentemente integrado no síndrome MEN 1, em indivíduos com delecção 11q13) Incidência de cancro do estômago é mais elevada em indivíduos com grupo A do que com grupo O. Transmissão autossómica dominante. Associada a elevada incidência de neoplasias gástricas ocultas em jovens assintomáticos Diminui resposta à terapêutica antimicrobiana contra a H. pylori. 65
66 Estilos de vida Dieta rica em alimentos salgados Dieta rica em alimentos fumados Dieta rica em carne vermelha e carne processada Dieta rica em fibras Excesso de peso e obesidade Dieta rica em frutas e vegetais Sistemas de cuidados de saúde Cuidados de saúde Programas Promoção de Saúde Em elevadas concentrações pode lesar a mucosa gástrica e torná-la mais susceptível à acção de carcinogénios químicos Aumenta o risco Aumenta o risco para adenocarcinoma gástrico (excepto para o da região do cárdia) Reduz o risco de adenocarcinoma gástrico Aumenta o risco de adenocarcinoma gástrico afectando a região do cárdia. Diminui o risco Antibioterapia para erradicação da H. pylori Conduz à regressão de 75% dos casos de linfoma MALT Programa Alimentação Saudável em Saúde Promoção 66
67 DOENÇAS CEREBROVASCULARES DETERMINANTES DA SAÚDE Demográficos, Sociais e Económicos Idade Sexo Baixo status sócio económico Biológicos ou Endógenos Tensão arterial elevada Factor de risco. O risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC) duplica a cada década que passa após os 55 anos de idade Pouco frequentes nas mulheres antes da menopausa. Factor de risco Considerado o factor de risco mais importante de AVC Dislipidemia (Hipercolesterolemia) Representa risco aumentado para a Fibrilhação auricular Enfarte Agudo do Miocardio Estilos de vida Stress ocorrência de AVC isquémico Aumenta o risco de AVC Aumenta o risco de AVC Aumenta o risco de AVC. Isolamento social Tabagismo Sedentarismo Dieta Sistema de cuidados de saúde Cuidados de saúde Programa Promoção da Saúde Aumenta o risco de AVC Aumenta o risco. O fumo passivo constituiu um risco adicional. Factor de risco -Dietas pobres em frutas e vegetais: Estima-se que sejam responsáveis por cerca de 11% dos AVC Programa Nacional de Prevenção e Controlo das Doenças Cardiovasculares Via Verde AVC e Via Verde Coronária Programa Alimentação Saudável em Saúde Escolar (PASSE) Programa de Escolas Livres de Tabaco (PELT) 67
68 DOENÇA ISQUÉMICA CARDÍACA DETERMINANTES DA SAÚDE Demográficos, Sociais e Económicos Sexo Nível socio-económico baixa Biológicos ou Endógenos História familiar/ Genética Hipercoagulabilidade Estilos de vida Mais frequente no sexo masculino Factor de risco Factor de risco Factor de risco Sedentarismo Factor de risco Exercício Físico Factor protector: 150 h por semana /30 a 60 minutos por dia HTA Factor risco Dislipidemia Hipercolesterolemia: factor de risco. Hipertrigliceridémia: factor de risco menos importante Diabetes Mellitus Factor de risco Tabagismo Factor de risco Obesidade Factor de risco Dieta Factor de risco - Ingestão de sal (máx. de 6g/dia por adulto) -Ácidos gordos trans Álcool Stress Sistema de cuidados de saúde Cuidados de saúde Programas Prevenção da saúde -Consumo excessivo de álcool: factor de risco -Consumo moderado: factor protector. Factor de risco Programa Nacional de Diabetes Plataforma contra a obesidade Plataforma Tabaco respire bem! Programa de Alimentação Saudável em Saúde Escolar (PASSE) Programa Escolas Livres de Tabaco (PELT) 68
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