4. NATALIDADE E MORTALIDADE INFANTIL
|
|
|
- Lorenzo Galvão Rijo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 . NATALIDADE E MORTALIDADE INFANTIL
2
3 .. Introdução A taxa de natalidade e a taxa de mortalidade infantil são indicadores frequentemente utilizados na caracterização da população. O estudo da taxa de natalidade, a qual representa a relação entre nados vivos e a população residente, permite obter uma perspectiva sobre a forma como a população está a evoluir. A mortalidade infantil é geralmente analisada em função de duas componentes: a mortalidade neonatal, que se refere aos óbitos de crianças com menos de 8 dias de idade, e a mortalidade pós-neonatal, relativa aos óbitos entre os 8 dias e o primeiro ano de vida. A análise destas duas componentes permite separar a mortalidade mais associada às malformações da criança ou a complicações da gravidez e do parto (mortalidade neonatal), e a mortalidade mais associada às condições de vida, deficiências sanitárias e causas externas (mortalidade pós-neonatal)... Taxa de Natalidade Os distritos da região Norte que, no seu conjunto, no final da década de 9 apresentavam taxas de natalidade superiores ao total nacional, apresentaram no período entre 999 e um decréscimo acentuado da natalidade, e em a taxa de natalidade atingiu um valor semelhante ao do total nacional (Figura ). 6 Natalidade por residência da mãe (/ habitantes) 8 6 TOTAL REGIÃO NORTE BRAGA BRAGANÇA PORTO VIANA DO CASTELO VILA REAL Figura Evolução da taxa de natalidade (/ habitantes) entre 999 e, total Nacional, região Norte e por distrito da região Norte
4 O decréscimo no número de nados vivos e consequentemente na taxa de natalidade observada na região Norte ocorreu essencialmente à custa do decréscimo nos distritos de Braga e Porto, que são as regiões onde a taxa de natalidade é maior (Quadros e 5). Quadro - Número de nados vivos por local de residência da mãe, nacional, região Norte e distritos da região Norte Nacional Braga Bragança Porto Viana do Castelo Vila Real Quadro 5 Taxa de natalidade (/ habitantes) por local de residência da mãe, nacional, região Norte e distritos da região Norte Nacional,,7,,,8,,5,,,5 Braga,5,7,5,, Bragança 7,9 7,9 7,6 7, 7, Porto,,,8,,8 Viana do Castelo 9,5 9,8 9, 9, 8,8 Vila Real 8,9 9, 8,7 8,9 9,.. Nados-vivos segundo a idade da mãe Considerando o total de nados vivos em Portugal no período de 997 a, verificou-se uma diminuição da proporção de nados vivos de mães com idade compreendida entre os e os anos, e, pelo contrário, um acentuado aumento dessa proporção nas mães com idade compreendida entre os os 9 anos (Figura 5).
5 Proporção de nados vivos, segundo idade da mãe (/ nados-vivos) Portugal 5 Proporção de nados vivos (%) 5 5 menos 9 anos De a anos De 5 a 9 anos De a anos De 5 a 9 anos anos ou mais Fonte: INE Figura 5 Evolução da proporção de nados vivos (%) entre 997 e, segundo a idade da mãe em Portugal Na região Norte também se verificou uma tendência na diminuição da proporção de nados vivos de mães adolescentes, mas o aumento da proporção de nados vivos de mulheres com idade superior aos 9 anos, que no país apresenta uma tendência crescente, não foi observada na região Norte (Figura 6) proporção de nados vivos (%) 5 < anos > 9 anos Portugal Portugal Portugal Fonte: INE Figura 6 Proporção (%) de nados vivos de gravidez na adolescência (idade< anos) e gravidez tardia (idade>9 anos)
6 Apesar da tendência de redução da proporção de nados vivos de mães adolescentes, o peso relativo é três vezes superior ao das mães com idade superior aos 9 anos, e o número total é ainda muito elevado (n=6 em ) (Quadro 6). Embora algumas gravidezes na adolescência sejam resultado de atitudes planeadas e não possam ser consideradas gravidezes indesejadas, pelas consequências que têm no desenvolvimento do recém-nascido e no projecto de vida das mães adolescentes, é de enorme importância criar e desenvolver condições que permitam a redução destes números. Quadro 6 - Número de nados vivos segundo a idade da mãe, no período de a, em Portugal e na região Norte Portugal Idade da Mãe (anos) Total Ignorada Fonte: INE
7 .. Óbitos e mortalidade infantil... Óbitos e mortalidade infantil entre 999 e A taxa de mortalidade infantil decresceu entre 999 e, de 5,6 para,/ nados vivos a nível nacional. Na região Norte este decréscimo foi ainda mais acentuado, em 999 a taxa de mortalidade infantil era superior ao nacional, tendo em atingido um valor semelhante (Figura 7 e Quadro 7). 7 Taxa de mortalidade infantil por residência da mãe (/ nados vivos) 6 5 Total Figura 7 Evolução da taxa de mortalidade infantil (/ nados vivos) entre 999 e, Total Nacional e Quadro 7 Número de óbitos e taxa de mortalidade infantil, nacional e na região Norte, por distrito de residência da mãe (/ nados vivos) n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa Total 65 5, ,5 57 5, 58 5, 7, 7 6, 8 6, 8 6, 8 5,6 5, Braga 86 8, 69 6, 5 5, 5 5,, Bragança 9 7,8 5, 9, 5,6 8 7,5 Porto 8 5,7 5,9 7 6, 9 6, 9,5 Viana do Castelo,6 5,7 6 7, 5,,5 Vila Real 6, 7 7,9 6,8 9,6 5,
8 A mortalidade pós-neonatal está mais associada às condições de vida, deficiências sanitárias e causas externas e, por isso mesmo, mais permeável a intervenções que permitam melhorar este indicador. Verificamos que no período em análise houve uma redução, quer nacional quer na, situando-se em em,5/ nados vivos (Figura 8 e Quadro 8). Taxa de mortalidade pós-neonatal por residência da mãe (/ nados vivos),5,5 Total,5 Figura 8 Evolução da taxa de mortalidade pós-neonatal (/ nados vivos) entre 999 e, Total Nacional e Quadro 8 Número de óbitos e taxa de mortalidade pós-neonatal por residência da mãe (/ nados vivos) n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa Total 6, 55, 8, 87,6 65,5 9, 9, 86, 6,7 5,5 Braga 5, 6,,, 9,9 Bragança,,9,8,8,8 Porto 5, 8, 9,,6 9, Viana do Castelo,7 5, 8,5 5, 7, Vila Real 6,9 5, 6,, 5, A mortalidade neonatal (óbitos de crianças com menos de 8 dias de idade) está habitualmente associada a anomalias congénitas da criança ou a complicações da gravidez ou/e do parto. Na região Norte, o valor que em 999 era muito superior ao
9 nacional (,7 vs.,6/ nados vivos), convergiu até para valores semelhantes aos nacionais, mantendo depois uma tendência análoga ao nacional (Figura 9 e Quadro 9). 5 Taxa de mortalidade neonatal por residência da mãe (/ nados vivos),5,5,5 Total,5,5 Figura 9 Evolução da taxa de mortalidade neonatal (/ nados vivos) entre 999 e, Total Nacional e Quadro 9 Número de óbitos e taxa de mortalidade neonatal por residência da mãe (/ nados vivos) n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa Total 7,6,, 9, 5,7 5,7 7,9, 5,, Braga 5,, 7,,8,7 Bragança 5,7,8 8,7, 5, Porto 8,9 85,7 78,5 95, 6, Viana do Castelo 7, 9,8 8,6 7,6,9 Vila Real 7,8 6, 7, 7, 6, A taxa de mortalidade neonatal pode ainda ser decomposta em neonatal precoce (óbitos de crianças com menos de 7 dias de vida). Verifica-se que na região Norte os valores foram superiores ao nacional, mas em foram semelhantes (Figura, Quadro ). No entanto, deve ter-se em atenção que a análise anual pode estar sujeita a grandes variações devido ao número reduzido de óbitos que ocorre nesta idade.
10 Taxa de mortalidade neonatal precoce por residência da mãe (/ nados vivos),5,5,5 Total,5 Figura Evolução da taxa de mortalidade neonatal precoce (/ nados vivos) entre 999 e, Total Nacional e Quadro Número de óbitos e taxa de mortalidade neonatal precoce por residência da mãe (/ nados vivos) n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa Total,7,5, 99,6,,9 8,,8 7, 75, Braga 9,6 7, 7,6 5,5 7,8 Bragança,9, 6 5,,8 5,7 Porto 6,7 65,9 6,9 76,5 6, Viana do Castelo 5, 8, 7, 6,6, Vila Real 5,,9, 7,6,9 Na taxa de mortalidade perinatal, verifica-se um decréscimo durante o período analisado, mais acentuado nos últimos anos, na essa diminuição foi ainda maior que a do global nacional (Figura, Quadro ), sobretudo pela redução na taxa mortalidade fetal tardia (Figura, Quadro ), o que pode reflectir uma melhoria nos cuidados assistenciais à mulher grávida.
11 Taxa de mortalidade perinatal por residência da mãe por (nados-vivos + fetos mortos de 8 e + semanas) Total Figura Evolução da taxa de mortalidade perinatal (/ nados vivos+fetos mortos de 8 e mais semanas) entre 999 e, Total Nacional e Quadro Número de óbitos perinatais e taxa de mortalidade perinatal, por residência da mãe (/ nados vivos + fetos mortos de 8 e mais semanas) Total Braga Bragança Porto Viana do Castelo Vila Real
12 Taxa de mortalidade fetal tardia por residência da mãe (por nados-vivos + fetos mortos de 8 e mais semanas),5,5 Total,5,5 Figura Evolução da taxa de mortalidade fetal tardia (/ nados vivos+fetos mortos de 8 e mais semanas) entre 999 e, Total Nacional e Quadro Número de fetos-mortos e taxa de mortalidade fetal tardia, por residência da mãe (/ nados vivos+ fetos mortos de 8 e mais semanas) n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa Total 7,8 5,7 9,5 8, 5,,5,, 6,9 75, Braga 8,5 6,,,, Bragança 6 5,,,9,8,7 Porto 7, 6,8 7, 6,9 5,5 Viana do Castelo,6 6, 7, 5, 5, Vila Real 5, 5, 9,7 6,,
13 ... Óbitos no primeiro ano de vida em Para avaliar o peso relativo de cada causa de morte na mortalidade infantil recorremos aos dados do ano (Figura ). Devido à impossibilidade de obter os dados sobre as causas de morte no primeiro ano de vida desagregados por concelho, apresentamos o número de óbitos ocorridos no Norte (NUT II). Verificamos que em houve 67 óbitos, a distribuição pelas diferentes causas consideradas implica um número reduzido de óbitos em algumas causas. Por este motivo a distribuição pelas diferentes causas de óbito poderá apresentar uma grande variabilidade relativamente a anos anteriores. Proporção (%) e número de óbitos de menos de ano de idade por causa de morte, 6 5 % Doenças infecciosas e parasitárias Tumores malignos Restante de doenças do sistema nervoso Afecções respiratórias do recém-nascido Transtornos hemorrágicos e hematológicos do feto ou do recém-nascido Factores maternos e complicações da gravidez, do trabalho de parto e do parto Restante de afecções perinatais Malformações congénitas Outras sintomas, sinais e resultados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte Todas as outras doenças Causas externas Fonte: INE Figura Proporção (%) e número de óbitos com menos de ano, por causa de morte,
14 No ano referido, a maior proporção de óbitos ocorreu por malformações congénitas (7,%), o que torna difícil a implementação de medidas para a melhoria deste indicador. As afecções respiratórias do recém-nascido são responsáveis por 7,% dos óbitos, particularmente o desconforto (angústia) respiratório(a) do recém-nascido (8,%) e a hipóxia intra-uterina e asfixia ao nascer (,6%). A existência de casos de hipoxia intrauterina, aqui referida como causa de morte, poderá indicar que a detecção precoce de sofrimento fetal poderá melhorar a intervenção atempada de cuidado de saúde, que além de reduzir a mortalidade pode prevenir as lesões irreversíveis resultantes da anoxia cerebral. Há ainda a realçar que 9,% dos óbitos ocorrem por doenças infecciosas e parasitárias, das quais metade, são por septicemia bacteriana do recém-nascido. A segunda causa de morte neste grupo etário foram os Factores maternos e por complicações da gravidez, do trabalho de parto e do parto, que na sua maioria (5% dos 9%) estão classificados como Transtornos relacionados com a duração da gravidez e com o crescimento fetal. Esta classificação demasiado vaga e que não permite a identificação da provável causa de morte, indispensável ao planeamento de medidas que permitissem a melhoria deste indicador, poderá ser consequência do facto de o médico assistente ter de estabelecer uma causa de morte sem ter havido uma pesquisa aprofundada da causa, nomeadamente, uma autopsia anatomo-patológica, ou revelar a existência de dificuldades no preenchimento do certificado de óbito.
Estudo comparativo do número de óbitos e causas de morte da mortalidade infantil e suas componentes ( )
Estudo comparativo do número de óbitos e causas de morte da mortalidade infantil e suas componentes (2009-2011) Versão 18 de Janeiro 2013 Paulo Jorge Nogueira Andreia Jorge Costa Cátia Sousa Pinto Maria
INDICADOR DE MORTALIDADE ESTATISTICAS VITAIS SISTEMA DE INFORMAÇÃO PRINCIPAIS INDICADORES
INDICADOR DE MORTALIDADE ESTATISTICAS VITAIS SISTEMA DE INFORMAÇÃO PRINCIPAIS INDICADORES ESTATISTICAS VITAIS Compreende o estudo de eventos vitais : Nascimentos Óbitos Devem ser de boa qualidade No Brasil
Perfil de Saúde. Arco Ribeirinho. Alcochete Barreiro Moita Montijo Coordenação: Lina Guarda Redação: Raquel Rodrigues dos Santos
Arco Ribeirinho Perfil de Saúde Anna Maria Island, 2017 Alcochete Barreiro Moita Montijo 2018 Coordenação: Lina Guarda Redação: Raquel Rodrigues dos Santos 0 Quem somos? O Arco Ribeirinho tem uma população
Sumário da Aula. Saúde Coletiva e Ambiental. Aula 10 Indicadores de Saúde: mortalidade e gravidade. Prof. Ricardo Mattos 03/09/2009 UNIG, 2009.
Saúde Coletiva e Ambiental Aula 10 Indicadores de Saúde: mortalidade e gravidade Prof. Ricardo Mattos Bibliografia de Referência: Medronho, 2008 (Cap. 3) UNIG, 2009.1 Sumário da Aula 1) Indicadores de
Estudo comparativo do número de óbitos e causas de morte da mortalidade infantil e suas componentes ( )
Estudo comparativo do número de óbitos e causas de morte da mortalidade infantil e suas componentes (2009-2012) Versão 2 Dezembro 2013 Paulo Jorge Nogueira Andreia Jorge Costa Matilde Valente Rosa Jorge
OBJETIVO: Conhecer o perfil de mortalidade infantil e adolescência no estado do Rio de Janeiro(ERJ), município(mrj) e região metropolitana (METRO).
1 TÍTULO: PERFIL DA MORTALIDADE NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, REGIÃO METROPOLITANA E MUNICÍPIO, 1999. AUTORES: Nataly Damasceno; Sheylla de Lima; Kátia Silveira da Silva INTRODUÇÃO:O
5. MORTALIDADE E MORBILIDADE GERAL
5. MORTALIDADE E MORBILIDADE GERAL 5.1. Introdução A criação de sistemas de informação que permitam a recolha sistemática de dados de morbilidade e mortalidade é indispensável para o estudo e vigilância
UCF Saúde Materna e Neonatal Distrito de Viseu. VI Plenário Regional das Unidades Coordenadoras Funcionais 7/03/2013
UCF Saúde Materna e Neonatal Distrito de Viseu VI Plenário Regional das Unidades Coordenadoras Funcionais 7/03/2013 UCF Saúde Materna e Neonatal Distrito de Viseu ACeS Dão Lafões II ACeS Dão Lafões ACeS
Capítulo 15 Perinatologia PATOLOGIA PERINATAL
Capítulo 15 Perinatologia PATOLOGIA PERINATAL Tanto as patologias como as anomalias que têm origem no período perinatal estão classificadas no capítulo 15 da CID-9-MC e categorias 760 779. LOCALIZAÇÃO
aula 6: quantificação de eventos em saúde
ACH-1043 Epidemiologia e Microbiologia aula 6: quantificação de eventos em saúde Helene Mariko Ueno [email protected] Como quantificar eventos relacionados à saúde? O que medir? Como medir? Quando medir?
ANEXO 1 ALGUNS INDICADORES MAIS UTILIZADOS EM SAÚDE PÚBLICA
ANEXO 1 ALGUNS INDICADORES MAIS UTILIZADOS EM SAÚDE PÚBLICA QUALIFICAÇÃO E MÉTODO DE CÁLCULO DE INDICADORES BÁSICOS BRASIL 1 1. Propostos pela Secretaria Técnica do Grupo de Trabalho MS/OPAS IBGE, USP,
INDICADORES DE MORTALIDADE
INDICADORES DE MORTALIDADE Usualmente a análise dos dados de mortalidade na população baseia-se na enumeração total de sua ocorrência e na distribuição pelas características demográficas e epidemiológicas
REGISTO NACIONAL DE AN MALIAS CONGÉNITAS O RENAC Resumo
REGISTO NACIONAL DE AN MALIAS CONGÉNITAS O RENAC 2-21 Resumo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP Lisboa, 28 de novembro de 214 O REGISTO NACIONAL DE ANOMALIAS CONGÉNITAS MATERIAIS E MÉTODOS
UCF LEIRIA. 25º aniversário das UCFs. Coimbra, 19 junho Comissão Regional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente ARS Centro
UCF LEIRIA 25º aniversário das UCFs Coimbra, 19 junho 2015 Comissão Regional de Saúde da Mulher, da Criança e do ARS Centro Identificação e Composição Identificação e Composição Funcionalidade Reuniões:
A taxa ou coeficiente de mortalidade representa a intensidade com que os óbitos por uma determinada doença ocorrem em dada população.
Mortalidade Mortalidade é uma propriedade natural das comunidades dos seres vivos. Refere-se ao conjunto dos indivíduos que morrem em um dado intervalo de tempo e em certo espaço. A taxa ou coeficiente
Lisa Ferreira Vicente Divisão de Saúde Sexual Reprodutiva Infantil e Juvenil Direção Geral da Saúde
Evolução da Taxa de Cesarianas em Portugal implicação da distócia e sofrimento fetal.. Lisa Ferreira Vicente Divisão de Saúde Sexual Reprodutiva Infantil e Juvenil Direção Geral da Saúde Direção de Serviços
A Mortalidade Infantil em Santa Catarina na última década:
A Mortalidade Infantil em Santa Catarina na última década: 2003-2013 Introdução Gerência de Planejamento Técnicos: Heloisa Côrtes Gallotti Peixoto, Fábia Lapa e Dulce Castro Quevedo Dentre os indicadores
Direção Regional de Estatística da Madeira
03 de outubro de 2014 ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2013 A presente publicação compila os diferentes indicadores divulgados ao longo do ano relativos ao comportamento demográfico
ENFERMAGEM EPIDEMIOLOGIA E VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA. Aula 7. Profª. Tatianeda Silva Campos
ENFERMAGEM EPIDEMIOLOGIA E VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Aula 7 Profª. Tatianeda Silva Campos Coeficientes de Mortalidade Coeficiente de Mortalidade Geral (CMG) Um dos indicadores mais utilizados em saúde
INDICADORES DE SAÚDE II
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia INDICADORES
Hospital Rural de Cuamba RELATÓRIO ANUAL DE ÓBITOS DO HOSPITAL RURAL DE CUAMBA, Cuamba, Janeiro de 2016
O Director Clínico do HRC Dr. Leonardo Vanhiua / Médico Generalista/ REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE DIRECÇÃO NACIONAL DE Hospital Rural de Cuamba MINISTÉRIO DA SAÚDE ASSISTÊNCIA MÉDICA RELATÓRIO ANUAL DE ÓBITOS
Morre-se mais de doenças do aparelho circulatório, mas os tumores malignos matam mais cedo
Causas de Morte 23 de maio de 2017 Morre-se mais de doenças do aparelho circulatório, mas os tumores malignos matam mais cedo As doenças do aparelho circulatório continuaram a ser a principal causa de
Número de nados-vivos aumentou mas saldo natural manteve-se negativo
Estatísticas Vitais 215 28 de abril de 216 Número de nados-vivos aumentou mas saldo natural manteve-se negativo Em 215, nasceram com vida (nados-vivos) 85 5 crianças, de mães residentes em Portugal. Este
Indicadores de saúde. 115 Diagnóstico Social do Município de Fornos de Algodres. Conteúdo. Indicadores de saúde. Caracterização da Unidade de Cuidados
115 Diagnóstico Social do Município de Fornos de Algodres Conteúdo Indicadores de saúde Caracterização da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Fornos de Algodres Serviços de Saúde privados Quadro
Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II
Instituto de Saúde Coletiva (ISC) Depto Epidemiologia e Bioestatística Disciplina: Epidemiologia II AULA 4 Indicadores de saúde: como morrem as pessoas 2017-1 1 Mortalidade proporcional É a distribuição
envelhecimento demográfico
Em, Portugal manteve a tendência de envelhecimento demográfico A evolução demográfica em caracteriza-se por um ligeiro crescimento da população residente em Portugal (10 463), para o qual foi essencial
A Atenção Básica na Vigilância dos Óbitos Materno, Infantil e Fetal
A Atenção Básica na Vigilância dos Óbitos Materno, Infantil e Fetal Halei Cruz Coordenador da Área Técnica de Saúde da Criança e do Comitê Estadual de Prevenção dos Óbitos Maternos, Infantis e Fetais INTRODUÇÃO
Número de nados vivos volta a diminuir em 2012
Estatísticas Demográficas 29 de outubro de 2013 Número de nados vivos volta a diminuir em O número de nados vivos desceu para 89 841 (96 856 em 2011) e o número de óbitos aumentou para 107 612 (102 848
Índice. Indicadores Demográficos
NUT III Península de Índice Densidade Populacional... 3 Esperança de Vida à Nascença... 3 Estrutura Etária da População dos 0 aos 14 anos... 4 Estrutura Etária da População dos 15 aos 24 anos... 4 Estrutura
PALAVRAS-CHAVE Morte Fetal. Indicadores de Saúde. Assistência Perinatal. Epidemiologia.
14. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido - ISSN 2238-9113 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE
B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO SÍFILIS ano I nº 01
B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO SÍFILIS 2 012 ano I nº 01 2012. Ministério da Saúde É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Expediente Boletim Epidemiológico - Sífilis
Palavras-chave: mortalidade perinatal, risco atribuível, peso e evitabilidade.
Mortalidade perinatal e evitabilidade risco atribuível aos óbitos com peso acima de 2,5kg na Cidade do Rio de Janeiro, segundo áreas de planejamento, 1995 a 2014. Palavras-chave: mortalidade perinatal,
Perfil dos nascidos vivos de mães residentes na área programática 2.2 no Município do Rio de Janeiro
Perfil dos nascidos vivos de mães residentes na área programática 2.2 no Município do Rio de Janeiro Ana Lucia A. de Toledo Carla R. Fernandes 1 Ana Claudia S. Amaral -NESC/UFRJ-SMS/RJ) Vania da S. Cardoso
NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL E COMPONENTES REGIÃO NORTE
NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL E COMPONENTES REGIÃO NORTE - ABRIL Ficha Técnica Título Natalidade, Mortalidade Infantil e Componentes, - Editor Administração Regional da Saúde do Norte, I.P. Rua Santa
CAPÍTULO I - Demografia
18 Diagnóstico Social do Município de Fornos de Algodres CAPÍTULO I - Demografia Conteúdo População Residente Distribuição Populacional Densidade Populacional Estrutura Populacional Distribuição da População
Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia. Unidade I:
Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia Unidade I: 0 Unidade: Medidas de Frequência de Doenças e Indicadores de Saúde em Epidemiologia Introdução Existem evidências
Indicadores de saúde Morbidade e mortalidade
Indicadores de saúde Morbidade e mortalidade Milene ZS Vosgerau Indicadores epidemiológicos A construção de indicadores de saúde é necessária para: analisar a situação atual de saúde; fazer comparações;
EPIDEMIOLOGIA. Profª Ms. Karla Prado de Souza Cruvinel
EPIDEMIOLOGIA Profª Ms. Karla Prado de Souza Cruvinel O QUE É EPIDEMIOLOGIA? Compreende: Estudo dos determinantes de saúdedoença: contribuindo para o avanço no conhecimento etiológico-clínico Análise das
Capítulo 14 ANOMALIAS CONGÉNITAS
Capítulo 14 ANOMALIAS CONGÉNITAS As anomalias congénitas, patologias anormais presentes no nascimento, estão classificadas no capítulo 14 da CID-9-MC e nas categorias 740 759. LOCALIZAÇÃO DOS TERMOS NO
A BenCorp acredita que um trabalho de gestão da saúde integrado e bem aplicado promove, de forma eficaz, qualidade de vida para os usuários de planos
A BenCorp acredita que um trabalho de gestão da saúde integrado e bem aplicado promove, de forma eficaz, qualidade de vida para os usuários de planos de saúde, resultando em mais benefícios e menos custo.
1. POPULAÇÃO RESIDENTE
1. POPULAÇÃO RESIDENTE No fim do ano de 2007 a estimativa da população residente de Macau era de 538 0, tendo-se verificado um aumento de 24 700 pessoas em comparação com o número estimado no fim do ano
Questões da Prova Teórica 1ª Unidade Temática Epidemiologia 3º Período. Gabarito D D C B A B A A E B
Questões da Prova Teórica 1ª Unidade Temática 2018.1 Epidemiologia 3º Período Gabarito 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 D D C B A B A A E B 1. Enumere o conteúdo da segunda coluna, de acordo com as informações listadas
ENFERMAGEM NA ATENÇÃO BÁSICA
ENFERMAGEM NA ATENÇÃO BÁSICA Saúde da Mulher Profa. Dra. Ana Luiza Vilela Borges Como é o perfil epidemiológico das mulheres brasileiras? Do que adoecem e morrem? Expectativa média de vida das mulheres:
INDICADORES DE SAÚDE I
Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia INDICADORES
Estimativas de População Residente, Portugal, NUTS II, NUTS III e Municípios
Estimativas de População Residente 09 de Junho 2010 Estimativas de População Residente, Portugal, NUTS II, NUTS III e Municípios A evolução demográfica em caracteriza-se por um ligeiro crescimento da população
Documento de Apoio ao Utilizador
Documento de Apoio ao Utilizador Novembro 2015 Ferramenta [email protected] Natalidade, Mortalidade Infantil e Componentes, Região Centro, 1996-2014 Autoria Lígia Carvalho [email protected]
DINÂMICAS DO ENVELHECIMENTO DEMOGRÁFICO NO MUNICÍPIO DO FUNCHAL
DINÂMICAS DO ENVELHECIMENTO DEMOGRÁFICO NO MUNICÍPIO DO FUNCHAL Abril de 2012 Índice Geral Índice Geral... 1 Índice de Figuras... 2 Nota Introdutória... 4 1. Indicadores e Taxas de Movimento da População...
SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Barcarena DEMOGRAFIA População Total População por Gênero
SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Barcarena DEMOGRAFIA População Total 99.859 População por Gênero Masculino 50.346 Participação % 50,42 Feminino 49.513
SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: São Félix do Xingu
SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: São Félix do Xingu DEMOGRAFIA População Total 91.340 População por Gênero Masculino 48.691 Participação % 53,31 Feminino
Caracterização do ACES LISBOA NORTE
Caracterização do ACES LISBOA NORTE 2013 ACES Lisboa Norte Quem somos e onde estamos Missão Prestar Cuidados de Saúde Primários de qualidade, com eficiência e eficácia, à população da sua área geográfica
