CÁLCULO E ANÁLISE VETORIAL E TENSORIAL
|
|
|
- Sara Chagas Macedo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CÁLCULO E ANÁLISE VETORIAL E TENSORIAL José Vasconcelos Doutor em Ciências Licenciado em Música
2 2 Prefácio do Autor O grande mérito do presente livro, acreditamos, está em apresentar de maneira clara e direta os mais variados teoremas da Física Matemática. Escrevemos este tratado pensando no físico e no engenheiro. Não o escrevemos com aquele rigor da linguagem dos e dos tão querida dos matemáticos. Sempre que definimos um novo conceito preocupamonos logo em seguida em apresentar um ou mais exemplos, a fim de que a idéia exposta torne-se a mais clara possível. Por seu caráter eminentemente didático este livro dispensaria o instrutor. É um livro para o autodidata. Não obstante, pode muito bem ser usado como livro texto nos cursos de Cálculo e Análise Vetorial e Tensorial ou de Física Matemática. Temos certeza que fazemos desaparecer aquela auréola de inacessibilidade que reina em torno do conceito de tensor. Mostramos que não se trata de um bicho papão como correntemente se acredita. É tão somente um conveniente prolongamento do conceito de vetor... O cálculo e análise tensorial são ferramentas indispensáveis para aquele que deseja penetrar no domínio da Relatividade Geral. Qualquer crítica ou comentário sobre a presente obra será sempre muito bem aceita. Fortaleza, agosto de 2013 [email protected]
3 Agradecimentos 3 Desejamos expressar nossos agradecimentos ao Arquiteto e Músico César Augusto Soares Mamede pela competente confecção dos desenhos da presente obra. Não podemos também de registrar esta ocorrência.temos o hábito de escrever ao mesmo tempo que ouvimos música erudita. Desejamos, por isto, agradecer aqui aos inumeráveis compositores de todas as épocas, que legaram para a humanidade suas obras maravilhosas. Ouvi-las minimiza nosso trabalho e fadiga de inúmeras revisões e edição no computador.
4 4 Dedicatória À Maria Stella, minha esposa e nossas duas filhas Eliana e Claudia com todo meu carinho e dedicação
5 Índice 5 Capítulo Um Calculo Vetorial 1.1 Escalares e Vetores./9 1.2 Sistema Ortogonal de Coordenadas./ Operações Elementares com Vetores./ Produto entre Vetores./ Produto Escala.r/ Produto Vetorial./ Produto Misto./ Produto Vetorial Múltiplo./ Generalizações./ Rotação de Sistemas de Coordenadas./ Espaço Euclidiano a N Dimensões./ Introdução ao Cálculo Matricial./40 1.6* Espaços Vetoriais./46 Problemas./49 Capítulo Dois Análise Vetorial 2.1 Derivada de um Vetor./ Operadores Vetoriais em Coordenadas Cartesianas./ Operador Gradiente./ Operador Divergente./ Operador Rotacional./ Uso Combinado do Operador Nabla./ Integrais de Vetores./ Integral Ordinária./ Integral de Linha./ Teoria do Potencial./80
6 2.3.4 Integral de Superfície e de Volume./ Equação de Continuidade. Teorema de Gauss./ Teorema de Green./95 2.6* Equação de Poisson./ Teorema de Stokes./ Teorema de Helmholtz./108 Problemas./110 6 Capítulo Três Coordenadas Curvilíneas Ortogonais 3.1.Coordenadas Curvilíneas Ortogonais./ Comprimento de Arco de Curva. Valor de uma Superfície e de um Volume./ Operadores Vetoriais Diferenciais em Coordenadas Curvilíneas./ Operador Gradiente./ Operador Divergente./ Operador Rotacional./ Operador Laplaciano./ Casos Particulares de Coordenadas Curvilíneas./ Sistema de Coordenadas Cilíndricas./ Sistema de Coordenadas Esféricas./ Sistema de Coordenadas Parabólicas./ Método de Separação de Variáveis./141 Problemas./142 Capítulo Quatro Álgebra Tensorial 4.1 Componentes Covariantes e Contravariantes de um Vetor./ Definição de Tensor./ Tensor Métrico Fundamental./ Álgebra Tensorial./157
7 4.4.1 Soma e Subtração de Tensores./ Produto Tensorial./ Contração de Índices (Produto Interno)./ Regra do Quociente./ Tensores Associados./ Tensores Relativos e Tensores Absolutos./ Alguns Tensores Usados na Física./ Tensor de Inércia./ Tensor de Tensão e Deformação./167 Problemas./169 7 Capítulo Cinco Análise Tensorial 5.1 Derivada Ordinária de um Tensor./ Símbolos de Christoffel./ Segunda Lei de Newton em um Sistema Geral de Coordenadas./ Equação da Geodésica./ Derivada Covariante de um Tensor./ Deslocamento Paralelo de um Vetor./ Tensor Campo Eletromagnético./191 Exercícios./ Equações de Maxwell sob Forma Tensorial./195 Exercícios./ Tensor Matéria-Energia./ Tensor de Riemann-Christoffel./ * Equações de (Hilbert) Einstein para o Campo Gravitatório./203 Problemas./205 Bibliografia./206
8 8 Capítulo Um Cálculo Vetorial
9 9 1.1 Escalares e Vetores. Existem grandezas físicas que para serem completamente caracterizadas necessitam apenas de um atributo algébrico, acompanhado freqüentemente de uma unidade conveniente. Tais grandezas são chamadas de escalares. Entre outros podemos citar como exemplo de escalar: a massa de um corpo, a pressão que um fluido isotrópico exerce sobre as paredes do recipiente que o contém, a temperatura de um corpo, o volume, a carga elétrica, a energia de um corpo. Do ponto de vista matemático um escalar é caracterizado apenas por um número do corpo dos racionais. A diferença do ponto de vista da física é que geralmente adotamos uma unidade. Por exemplo, a massa de um corpo pode ser de 15 gramas. Certas grandezas físicas para serem devidamente caracterizadas necessitam além de um atributo aritmético um outro atributo de natureza geométrica. Este atributo geométrico caracteriza a direção e o sentido. Grandezas deste tipo são chamadas de vetores. No decorrer de nosso estudo especificaremos melhor este conceito. Normalmente indicamos um vetor por meio de um segmento de reta orientado. Comumente o comprimento deste segmento é proporcional ao número aritmético que caracteriza a grandeza do vetor. A este número, damos o nome de módulo do vetor. Na fig.(1.1.1) indicamos diversos vetores por meio de segmentos orientados.
10 10 fig.(1.1.1) Como se representam vetores num espaço a duas dimensões. Normalmente representamos um vetor por meio de uma pequena flecha colocada sobre uma determinada letra. Assim a, que se lê: vetor a. Existem outras diversas maneiras de se representar um vetor. Por exemplo, podemos usar um símbolo em negrito, a. O módulo de um vetor será indicado pela letra que o designa, sem a flecha, ou sem o caractere negrito, assim a a (1.1.1) Observando a fig.(1.1.1) podemos ver que os segmentos de retas que caracterizam os vetores a e b são paralelos. Dizemos por isto, que a e b são vetores paralelos. Podemos também observar que o sentido do vetor a é oposto ao sentido do vetor b. (O sentido é dado pela orientação do segmento de reta). Vetores que têm mesmo módulo, são paralelos e têm sentidos contrários, são chamados de opostos. Têm a mesma correspondência que os números algébricos a e -a. A direção de um vetor é dada pela reta suporte que contém o segmento orientado que caracteriza o vetor. Vetores paralelos têm a mesma direção não importando se têm sentidos opostos. Observando ainda a fig.(1.1.1), podemos constatar ainda que os vetores c e d são perpendiculares, pois as retas suportes de c e d se encontram formando ângulos retos.
11 11 O espaço que usualmente adotado em nossas experiências diárias é o espaço euclidiano, sem curvatura, a três dimensões. Neste espaço podemos deslocar um vetor paralelamente a si mesmo, de um ponto a outro, sem alterar em nada todas as grandezas que caracterizam o vetor, fig.(1.1.2). Este transporte paralelo de um vetor de um ponto a outro do espaço é chamado de equipolência. fig.(1.1.2) Operação de equipolência. O vetor a estava inicialmente colocado no ponto A. Transportamos paralelamente este vetor até o ponto B. No Capítulo Quatro estudaremos um ente mais geral do que um escalar ou um vetor o qual será chamado de tensor. Lá também daremos algumas aplicações deste novo ente na Física. 1.2 Sistema Ortogonal de Coordenadas. Quando queremos localizar um ponto no espaço euclidiano a três dimensões podemos proceder da seguinte maneira: Elegemos um ponto arbitrário do espaço que adotamos como sendo o ponto de interseção ortogonal de três eixos orientados. A exigência de ortogonalidade é somente para simplificar nossas considerações iniciais. Veremos em outras ocasiões como trabalhar também com sistemas de eixos não ortogonais. Normalmente convencionamos que o ponto de encontro dos três eixos orientados seja a origem dos
12 12 mesmos. Isto é também uma norma simplificadora, fig.(1.2.1). fig.(1.2.1) Como localizar um ponto no espaço. Tendo este sistema de eixos podemos projetar ortogonalmente o ponto P sobre um dos planos coordenados (no caso da fig.(1.2.1) o plano XY). Desta projeção traçam-se retas paralelas a OX e OY. A interseção com o eixo OX chamamos de x e a interseção com o eixo OY chamamos de y. A altura do plano XY ao ponto P chamamos de z. Os três números (x, y, z), conjuntamente, são chamados de coordenadas do ponto P. Isoladamente cada um destes números tem as seguintes denominações: x é a abscissa, y a ordenada e z é a cota. Se for conhecida a posição do ponto P pode-se conhecer univocamente três números x, y, z que são as coordenadas do ponto P e se forem conhecidos estes três números, pode-se determinar univocamente o ponto P no espaço a três dimensões. Portanto a correspondência entre um ponto no espaço a três dimensões e suas três coordenadas é biunívoca. Consideremos agora dois sistemas de coordenadas de mesma origem, tendo um deles sofrido uma rotação com relação ao outro, como mostrado na fig.(1.2.2). Por simplicidade e clareza admitiremos um espaço a duas dimensões.
13 13 fig.(1.2.2) Coordenadas de um ponto em dois sistemas de coordenadas. Os triângulos OAB e ODC são semelhantes, dai tiramos as seguintes relações: AB CD x y cos cos Por outro lado, observando a figura acima, podemos escrever: AB x y sen e CD y xsen isto é: x cos x y sen y y cos x sen Usando a segunda destas equações para eliminar y' na primeira e encontramos finalmente x x cos y sen (1.2.1). y x sen y cos Conhecendo-se as coordenadas de um ponto P num sistema de coordenadas, pode-se determinar os valores das coordenadas deste mesmo ponto em um outro sistema de coordenadas que sofreu uma rotação de um ângulo com relação ao primeiro usando-se a eq.(1.2.1). Vejamos agora como podemos projetar um vetor sobre os três eixos ortogonais. Nosso procedimento agora é muito semelhante ao caso anterior, só que teremos que projetar dois pontos do segmento orientado que caracteriza o vetor.
14 14 Comumente escolhemos os pontos extremos deste segmento, fig.(1.2.3). Vamos escolher sobre cada eixo um vetor de módulo unitário, isto é, um vetor cujo comprimento do segmento orientado que o representa tem uma unidade de comprimento. Vetores com esta característica são chamados de versores. fig.(1.2.3) Projeção de um vetor sobre os eixos coordenados. Sejam i, j e k os versores segundo as direções OX, OY e OZ respectivamente. Sejam ax, ay e a z os valores das projeções orientadas de a sobre os eixos coordenados. Usando a biunivocidade anteriormente citada podemos escrever a ax ay az (1.2.2) Naturalmente podemos sempre escrever ax ax i ay ay j az az k (1.2.3) e portanto a eq.(1.2.2) se escreve a ax i ay j az k (1.2.4)
15 15 Esta é a maneira de expressarmos um vetor segundo suas componentes em um determinado sistema de coordenadas. 1.3 Operações Elementares com Vetores Vejamos agora como podemos somar e subtrair vetores. Naturalmente tendo o vetor um atributo geométrico, não podemos somar vetores somando simplesmente seus módulos. Somente quando os atributos geométricos são idênticos em todos os vetores parcelas, indicando assim que estes vetores são paralelos, é que podemos efetuar a soma dos módulos destes vetores. Por exemplo, para somar dois ou mais vetores paralelos, procedemos somando algebricamente os módulos destes vetores e damos ao vetor soma, a direção de uma das parcelas, fig.(1.3.1). O sentido será dado pelo sentido do vetor de maior módulo. fig.(1.3.1) Como somamos algebricamente dois vetores. Ao efetuarmos a soma ou subtração acima descrita, fizemos uso da operação de equipolência. Vejamos agora como somamos ou subtraímos dois vetores quaisquer. Dados dois vetores a e b, fig.(1.3.2),
1: Grandezas vetoriais e grandezas escalares
1 1: Grandezas vetoriais e grandezas escalares A Física lida com um amplo conjunto de grandezas Dentro dessa gama enorme de grandezas existem algumas cuja caracterização completa requer tão somente um
FÍSICA-MATEMÁTICA RUDI GAELZER (INSTITUTO DE FÍSICA - UFRGS)
FÍSICA-MATEMÁTICA RUDI GAELZER (INSTITUTO DE FÍSICA - UFRGS) Apostila preparada para as disciplinas de Física- Matemática ministradas para os Cursos de Bacharelado em Física do Instituto de Física da Universidade
2 Igualdade e Operações com pares ordenados. 1 Conjunto R 2. 3 Vetores. 2.1 Igualdade. 1.2 Coordenadas Cartesianas no Plano
1 Conjunto R 1.1 Definição VETORES NO PLANO Representamos por R o conjunto de todos os pares ordenados de números reais, ou seja: R = {(x, y) x R y R} 1. Coordenadas Cartesianas no Plano Em um plano α,
CSE-MME Revisão de Métodos Matemáticos para Engenharia
CSE-MME Revisão de Métodos Matemáticos para Engenharia Engenharia e Tecnologia Espaciais ETE Engenharia e Gerenciamento de Sistemas Espaciais L.F.Perondi Engenharia e Tecnologia Espaciais ETE Engenharia
O Eletromagnetismo é um ramo da física ou da engenharia elétrica onde os fenômenos elétricos e magnéticos são estudados.
1. Análise Vetorial O Eletromagnetismo é um ramo da física ou da engenharia elétrica onde os fenômenos elétricos e magnéticos são estudados. Os princípios eletromagnéticos são encontrados em diversas aplicações:
ROTEIRO: 1. Cap. 2 Plano Cartesiano; 2. Vetores.
ROTEIRO: 1. Cap. 2 Plano Cartesiano; 2. Vetores. Capítulo 2 Plano Cartesiano / Vetores: Plano Cartesiano Foi criado pelo matemático René Descartes, associando a geometria à álgebra. Desse modo, ele pôde
pelo sistema de coordenadas Cartesianas. Podemos utilizar também o sistema de coordenadas
A. Coordenadas Curvilineares. Teorema de Gauss em coordenadas curvilineares Para especificar a posição, utilizamos a base e x, e y, e z e x r = y z pelo sistema de coordenadas Cartesianas. Podemos utilizar
JOSÉ ROBERTO RIBEIRO JÚNIOR. 9 de Outubro de 2017
9 de Outubro de 2017 Vetores Ferramenta matemática que é utilizada nas seguintes disciplinas dos cursos de Engenharia: Física; Mecânica Resistência dos materiais Fenômenos do transporte Consideremos um
Definição. Geometria plana
Geometria analítica Definição A palavra geometria vem do grego geometrien onde geo significa terra e metrien medida. Geometria foi, em sua origem, a ciência de medição de terras. O historiador grego Heródoto
Chamaremos AC de vetor soma (um Vetor resultante) dos vetores AB e BC. Essa soma não é uma soma algébrica comum.
Vetores Uma partícula que se move em linha reta pode se deslocar em apenas uma direção, sendo o deslocamento positivo em uma e negativo na outra direção. Quando uma partícula se move em três dimensões,
Operadores Diferenciais Aplicações Rebello 2014
Operadores Diferenciais Aplicações Rebello 2014 Os operadores diferenciais representam um conjunto de ferramentas indispensáveis na engenharia não só na parte de avaliar e classificar um campo vetorial
1 Vetores no Plano e no Espaço
1 Vetores no Plano e no Espaço Definimos as componentes de um vetor no espaço de forma análoga a que fizemos com vetores no plano. Vamos inicialmente introduzir um sistema de coordenadas retangulares no
Coordenadas e distância na reta e no plano
Capítulo 1 Coordenadas e distância na reta e no plano 1. Introdução A Geometria Analítica nos permite representar pontos da reta por números reais, pontos do plano por pares ordenados de números reais
Introdução ao Cálculo Vetorial
Introdução ao Cálculo Vetorial Segmento Orientado É o segmento de reta com um sentido de orientação. Por exemplo AB onde: A : origem e B : extremidade. Pode-se ter ainda o segmento BA onde: B : origem
Chamamos de grandezas coisas que podem ser medidas. Por exemplo, tempo, área, volume, temperatura, velocidade, aceleração, força, etc..
Introdução a vetor Professor Fiore O que são grandezas? Chamamos de grandezas coisas que podem ser medidas. Por exemplo, tempo, área, volume, temperatura, velocidade, aceleração, força, etc.. O que são
Bacharelado Engenharia Civil. Disciplina:Física Geral e Experimental I 1 período Prof.a: Msd. Érica Muniz
Bacharelado Engenharia Civil Disciplina:Física Geral e Experimental I 1 período Prof.a: Msd. Érica Muniz Cálculo Vetorial Grandeza Vetorial Algumas vezes necessitamos mais que um número e uma unidade para
Lista 3 - FIS Relatividade Geral Curvatura, campos de Killing, fluidos, eletromagnetismo.
Lista 3 - FIS 404 - Relatividade Geral Curvatura, campos de Killing, fluidos, eletromagnetismo. 2 quadrimestre de 2017 - Professor Maurício Richartz Leitura sugerida: Carroll (seções 3.1-3.4,3.6-3.8),
Vetores no plano Cartesiano
Vetores no plano Cartesiano 1) Definição de vetor Um vetor (geométrico) no plano R² é uma classe de objetos matemáticos (segmentos) com a mesma direção, mesmo sentido e mesmo módulo (intensidade). 1. A
Curso Física 1. Aula - 4. Vetores
Curso Física 1 Aula - 4 Vetores Escalares e Vetores Uma quantidade escalar é completamente especificada por um único valor com uma unidade apropriada e não tem nenhuma direção especifica. Exemplos: - Distância
MA23 - Geometria Anaĺıtica
MA23 - Geometria Anaĺıtica Unidade 1 - Coordenadas e vetores no plano João Xavier PROFMAT - SBM 8 de agosto de 2013 Coordenadas René Descartes, matemático e filósofo, nasceu em La Have, França, em 31 de
Conceitos de vetores. Decomposição de vetores
Conceitos de vetores. Decomposição de vetores 1. Introdução De forma prática, o conceito de vetor pode ser bem assimilado com auxílio da representação matemática de grandezas físicas. Figura 1.1 Grandezas
VETORES. DEFINIÇÃO DE GRANDEZA É tudo aquilo que pode ser medido Exemplos: Comprimento Aceleração Força Velocidade
1 DEFINIÇÃO DE GRANDEZA É tudo aquilo que pode ser medido Exemplos: Comprimento Aceleração Força Velocidade GRANDEZAS ESCALARES São grandezas que se caracterizam apenas por um valor acompanhado uma unidade
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro / PUC-Rio Departamento de Engenharia Mecânica. ENG1705 Dinâmica de Corpos Rígidos.
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro / PUC-Rio Departamento de Engenharia Mecânica ENG1705 Dinâmica de Corpos Rígidos (Período: 2016.1) Notas de Aula Capítulo 1: VETORES Ivan Menezes [email protected]
CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA Vetores. Mateus Barros 3º Período Engenharia Civil
CURSO INTRODUTÓRIO DE MATEMÁTICA PARA ENGENHARIA 2018.1 Vetores Mateus Barros 3º Período Engenharia Civil Definição O que é um vetor? Um vetor é um segmento de reta orientado, que representa uma grandeza
Tensores (Parte 1) 15 de abril de Primeira aula sobre tensores para a disciplina de CVT 2019Q1
Tensores (Parte 1) 15 de abril de 2019 Primeira aula sobre tensores para a disciplina de CVT 2019Q1 Introdução Procuramos generalizar a ideia de escalares e vetores introduzindo esse novo conceito que
Medição. Os conceitos fundamentais da física são as grandezas que usamos para expressar as suas leis. Ex.: massa, comprimento, força, velocidade...
Universidade Federal Rural do Semi Árido UFERSA Pro Reitoria de Graduação PROGRAD Disciplina: Mecânica Clássica Professora: Subênia Medeiros Medição Os conceitos fundamentais da física são as grandezas
Geometria Analítica. Prof Marcelo Maraschin de Souza
Geometria Analítica Prof Marcelo Maraschin de Souza Vetor Definido por dois pontos Seja o vetor AB de origem no ponto A(x 1, y 1 ) e extremidade no ponto B(x 2, y 2 ). Qual é a expressão algébrica que
14.5 A Regra da Cadeia. Copyright Cengage Learning. Todos os direitos reservados.
14.5 A Regra da Cadeia Copyright Cengage Learning. Todos os direitos reservados. A Regra da Cadeia Lembremo-nos de que a Regra da Cadeia para uma função de uma única variável nos dava uma regra para derivar
Vetores. Prof. Marco Simões
Vetores Prof. Marco Simões Ao final dessa aula você deverá saber A diferença entre grandezas escalares e vetoriais Como representar uma grandeza vetorial O que são os componentes de um vetor Como efetuar
Aula 6 Produto interno
MÓDULO 1 - AULA 6 Objetivos Aula 6 Produto interno Estabelecer os conceitos de norma de um vetor e de ângulo entre dois vetores do espaço. Definir o produto interno de vetores no espaço e estabelecer suas
Figura 9.1: Corpo que pode ser simplificado pelo estado plano de tensões (a), estado de tensões no interior do corpo (b).
9 ESTADO PLANO DE TENSÕES E DEFORMAÇÕES As tensões e deformações em um ponto, no interior de um corpo no espaço tridimensional referenciado por um sistema cartesiano de coordenadas, consistem de três componentes
Capítulo 1-Sistemas de Coordenadas, Intervalos e Inequações
Capítulo 1-Sistemas de Coordenadas, Intervalos e Inequações 1 Sistema Unidimensional de Coordenadas Cartesianas Conceito: Neste sistema, também chamado de Sistema Linear, um ponto pode se mover livremente
Coordenadas Cartesianas
1 Coordenadas Cartesianas 1.1 O produto cartesiano Para compreender algumas notações utilizadas ao longo deste texto, é necessário entender o conceito de produto cartesiano, um produto entre conjuntos
TÓPICO. Fundamentos da Matemática II APLICAÇÕES NA GEOMETRIA ANALÍTICA. Licenciatura em Ciências USP/ Univesp. Gil da Costa Marques
APLICAÇÕES NA GEOMETRIA ANALÍTICA 4 Gil da Costa Marques TÓPICO Fundamentos da Matemática II 4.1 Geometria Analítica e as Coordenadas Cartesianas 4.2 Superfícies 4.2.1 Superfícies planas 4.2.2 Superfícies
APLICAÇÕES NA GEOMETRIA ANALÍTICA
4 APLICAÇÕES NA GEOMETRIA ANALÍTICA Gil da Costa Marques 4.1 Geometria Analítica e as Coordenadas Cartesianas 4. Superfícies 4..1 Superfícies planas 4.. Superfícies limitadas e não limitadas 4.3 Curvas
CÁLCULO VETORIAL E NÚMEROS COMPLEXOS
TE053-Ondas Eletromagnéticas CÁLCULO VETORIAL E NÚMEROS COMPLEXOS PROF. CÉSAR AUGUSTO DARTORA - UFPR E-MAIL: [email protected] CURITIBA-PR Roteiro da Aula: Noções gerais e notação Gradiente, Divergente
Aula 3 VETORES. Introdução
Aula 3 VETORES Introdução Na Física usamos dois grupos de grandezas: as grandezas escalares e as grandezas vetoriais. São escalares as grandezas que ficam caracterizadas com os seus valores numéricos e
Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza. Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho
de Carvalho Revisão Analise Vetorial e Sist. de Coord. Revisão básica álgebra vetorial e Sist. de Coordenadas (Páginas 1 a 22 no Livro texto) Objetivo: Introduzir notação que será usada neste e nos próximos
PROGRAMA DE NIVELAMENTO ITEC/PROEX - UFPA EQUIPE FÍSICA ELEMENTAR DISCIPLINA: FÍSICA ELEMENTAR CONTEÚDO: VETORES
PROGRAMA DE NIVELAMENTO ITEC/PROEX - UFPA EQUIPE FÍSICA ELEMENTAR DISCIPLINA: FÍSICA ELEMENTAR CONTEÚDO: VETORES DURANTE AS AULAS DE VETORES VOCÊ APRENDERÁ: Diferença entre grandezas escalares e vetoriais
Produto interno e produto vetorial no espaço
14 Produto interno e produto vetorial no espaço Sumário 14.1 Produto interno.................... 14. Produto vetorial.................... 5 14..1 Interpretação geométrica da norma do produto vetorial.......................
Universidade Estadual de Montes Claros Departamento de Ciências Exatas Curso de Licenciatura em Matemática. Notas de Aulas de
Universidade Estadual de Montes Claros Departamento de Ciências Exatas Curso de Licenciatura em Matemática Notas de Aulas de Cálculo Rosivaldo Antonio Gonçalves Notas de aulas que foram elaboradas para
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva 08/03 (quarta-feira) Recepção dos alunos 15/03 (quarta-feira) AULA 1 22/03 (quarta-feira) AULA 2 29/03 (quarta-feira) AULA 3 05/04 (quarta-feira) AULA 4 12/04 (quarta-feira)
Grandeza Vetorial. Curso de Engenharia Civil Física Geral e Experimental I. Considerações. Vetores- Unidade 2 Prof.a : Msd Érica Muniz 1 período
Curso de Engenharia Civil Física Geral e Experimental I Vetores- Unidade 2 Prof.a : Msd Érica Muniz 1 período Grandeza Vetorial Algumas vezes necessitamos mais que um número e uma unidade para representar
Capítulo 4. Coordenadas Curvilíneas. 4.1 Introdução. Definição 4.1 Um sistema de coordenadas é uma correspondência biunívoca
Capítulo 4 Coordenadas Curvilíneas 4.1 Introdução Definição 4.1 Um sistema de coordenadas é uma correspondência biunívoca Φ : E 3 D = D x D y D z R 3,P E 3 7 Φ (P )=(x, y, z) R 3. 1. Se Φ (P )=(x, y, z),x,ye
14/03/2013. Cálculo Vetorial. Professor: Wildson Cruz
Estudamos os vetores do ponto de vista geométrico e, no caso, eles eram representados por um segmento de reta orientado. E agora vamos mostrar uma outra forma de representá-los: os segmentos orientados
Instituto de Física Universidade Federal do Rio de Janeiro. Cap. 1 - Vetores. Prof. Elvis Soares - Física I
Instituto de Física Universidade Federal do Rio de Janeiro Cap. 1 - Vetores Prof. Elvis Soares - Física I 2014.1 Vetores são descrições matemáticas de quantidades que possuem intensidade, direção e sentido.
Sumário. 1 Introdução Álgebra Vetorial Cálculo Vetorial 62
Sumário 1 Introdução 18 1-1 Linha do Tempo Histórico 19 1-1.1 Eletromagnetismo na Era Clássica 19 1-1.2 Eletromagnetismo na Era Moderna 20 1-2 Dimensões, Unidades e Notação 21 1-3 A Natureza do Eletromagnetismo
GA3X1 - Geometria Analítica e Álgebra Linear. Definição (Segmentos orientados de mesmo comprimento, direção e sentido):
G3X1 - Geometria nalítica e Álgebra Linear 3 Vetores 3.1 Introdução efinição (Segmento orientado): Um segmento orientado é um par ordenado (,) de pontos do espaço. é a origem e é a etremidade do segmento
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física. Física I IGM1 2014/1. Cap. 1 - Vetores. Prof. Elvis Soares
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Física I IGM1 2014/1 Cap. 1 - Vetores Prof. Elvis Soares Vetores são descrições matemáticas de quantidades que possuem intensidade, direção e
FACULDADE PITÁGORAS DE LINHARES Prof. Esp. Thiago Magalhães
VETORES NO PLANO E NO ESPAÇO INTRODUÇÃO Cumpre de início, distinguir grandezas escalares das grandezas vetoriais. Grandezas escalares são aquelas que para sua perfeita caracterização basta informarmos
Capítulo 2 Vetores. 1 Grandezas Escalares e Vetoriais
Capítulo 2 Vetores 1 Grandezas Escalares e Vetoriais Eistem dois tipos de grandezas: as escalares e as vetoriais. As grandezas escalares são aquelas que ficam definidas por apenas um número real, acompanhado
ALGEBRA LINEAR 1 RESUMO E EXERCÍCIOS* P1
ALGEBRA LINEAR 1 RESUMO E EXERCÍCIOS* P1 *Exercícios de provas anteriores escolhidos para você estar preparado para qualquer questão na prova. Resoluções em VETORES Um vetor é uma lista ordenada de números
Escalar: Grandeza à qual se associa um valor real independentemente da direção, ex: massa, comprimento, tempo, energia.
1 2. Vetores Força 2.1- Escalares e Vetores Escalar: Grandeza à qual se associa um valor real independentemente da direção, ex: massa, comprimento, tempo, energia. Vetor: Grandeza a qual se associa um
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CONSELHO DE GRADUAÇÃO
DISCIPLINA: CÁLCULO II CÓDIGO: 2DB014 VALIDADE: Início: 01/2013 Término: Eixo: Matemática Carga Horária: Total: 75 horas/ 90 horas-aula Semanal: 6 aulas Créditos: 6 Modalidade: Teórica Integralização:
Fundamentos da Eletrostática Aula 01 Introdução / Operações com Vetores
Fundamentos da Eletrostática Aula 01 Introdução / Operações com Vetores Prof. Alex G. Dias Prof. Alysson F. Ferrari Eletrostática Neste curso trataremos da parte estática do eletromagnetismo. Ou seja:
Material Teórico - Módulo: Vetores em R 2 e R 3. Produto Vetorial. Terceiro Ano - Médio
Material Teórico - Módulo: Vetores em R 2 e R 3 Produto Vetorial Terceiro Ano - Médio Autor: Prof. Angelo Papa Neto Revisor: Prof. Antonio Caminha M. Neto Nesta aula, estudaremos uma operação definida
Capítulo Equações da reta no espaço. Sejam A e B dois pontos distintos no espaço e seja r a reta que os contém. Então, P r existe t R tal que
Capítulo 11 1. Equações da reta no espaço Sejam A e B dois pontos distintos no espaço e seja r a reta que os contém. Então, P r existe t R tal que AP = t AB Fig. 1: Reta r passando por A e B. Como o ponto
Vetores. Prof. Marco Simões
Vetores Prof. Marco Simões Tipos de grandezas Grandezas escalares São definidas por um único valor, ou módulo Exemplos: massa, temperatura, pressão, densidade, carga elétrica, etc Grandezas vetoriais Necessitam,
Cálculo Diferencial e Integral de Campos Vetoriais
Capítulo 1 Cálculo Diferencial e Integral de Campos Vetoriais Conteúdo 1.1 Breve Interlúdio........................... 8 1.2 Noções básicas de campo escalar e vetorial........... 9 1.3 Divergência de um
Capítulo 2. Retas no plano. 1. Retas verticais e não-verticais. Definição 1
Capítulo 2 Retas no plano O objetivo desta aula é determinar a equação algébrica que representa uma reta no plano. Para isso, vamos analisar separadamente dois tipos de reta: reta vertical e reta não-vertical.
Geometria Analítica. Geometria Analítica 28/08/2012
Prof. Luiz Antonio do Nascimento [email protected] www.lnascimento.com.br Conjuntos Propriedades das operações de adição e multiplicação: Propriedade comutativa: Adição a + b = b + a Multiplicação
Introdução: A necessidade de ampliação dos conjuntos Numéricos. Considere incialmente o conjunto dos números naturais :
Introdução: A necessidade de ampliação dos conjuntos Numéricos Considere incialmente o conjunto dos números naturais : Neste conjunto podemos resolver uma infinidade de equações do tipo A solução pertence
Álgebra Linear I - Aula 2. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 2 1. Produto escalar. Ângulos. 2. Desigualdade triangular. 3. Projeção ortugonal de vetores. Roteiro 1 Produto escalar Considere dois vetores = (u 1, u 2, u 3 ) e v = (v 1, v 2,
Mecânica e Ondas fascículo 4
Mecânica e Ondas fascículo 4 March 6, 2008 Contents 5 Vectores 50 5.1 Deslocamento............................. 50 5.2 Adição de vectores.......................... 52 5.3 Negativo de um vector........................
Planificação Anual. 0,5 Geometria no plano e no espaço II. 32 Avaliações escritas e respetivas correcções. 5 Auto-avaliação
3º Período 2º Período 1º Período AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTRO DAIRE Escola Secundária de Castro Daire Grupo de Recrutamento 500 MATEMÁTICA Ano lectivo 2012/2013 Planificação Anual Disciplina: Matemática
MOVIMENTO ROTACIONAL E MOMENTO DE INÉRCIA
MOVIMENTO ROTACIONAL E MOMENTO DE INÉRCIA 1.0 Definições Posição angular: utiliza-se uma medida de ângulo a partir de uma direção de referência. É conveniente representar a posição da partícula com suas
Estudaremos três tipos de equações de retas: vetorial, paramétricas e simétricas.
CAPÍTULO VII RETA Consideremos em V 3 o sistema de referência (O, i, j, k ), onde E = ( i, j, k ) é base ortonormal positiva e O(0, 0, 0). 7.1. EQUAÇÕES DA RETA Estudaremos três tipos de equações de retas:
Material Teórico - Módulo: Vetores em R 2 e R 3. Módulo e Produto Escalar - Parte 1. Terceiro Ano - Médio
Material Teórico - Módulo: Vetores em R 2 e R 3 Módulo e Produto Escalar - Parte 1 Terceiro Ano - Médio Autor: Prof. Angelo Papa Neto Revisor: Prof. Antonio Caminha M. Neto 1 Módulo de um vetor O módulo
A origem de i ao quadrado igual a -1
A origem de i ao quadrado igual a -1 No estudo dos números complexos deparamo-nos com a seguinte igualdade: i 2 = 1. A justificativa para essa igualdade está geralmente associada à resolução de equações
Cilindros projetantes de uma curva
Cilindros projetantes de uma curva Dada uma curva C no espaço é possível obter tres cilindros retos cujas interseções fornecem a curva C. Estes cilindros são obtidos projetando-se a curva em cada um dos
Capítulo Aplicações do produto interno
Cálculo - Capítulo 1.4 - Aplicações do produto interno - versão 0/009 1 Capítulo 1.4 - Aplicações do produto interno 1.4.1 - Ortogonalidade entre vetores 1.3.3 - Ângulo entre vetores 1.4. - Projeção ortogonal
Vetores de força. Objetivos da aula. Mostrar como adicionar forças e decompô-las em componentes usando a lei do paralelogramo.
Objetivos da aula Vetores de força Mostrar como adicionar forças e decompô-las em componentes usando a lei do paralelogramo. Expressar a força e sua posição na forma de um vetor cartesiano e explicar como
Objetivos. em termos de produtos internos de vetores.
Aula 5 Produto interno - Aplicações MÓDULO 1 - AULA 5 Objetivos Calcular áreas de paralelogramos e triângulos. Calcular a distância de um ponto a uma reta e entre duas retas. Determinar as bissetrizes
5 de setembro de Gabarito. 1) Considere o ponto P = (0, 1, 2) e a reta r de equações paramétricas. r: (2 t, 1 t, 1 + t), t R.
G1 de Álgebra Linear I 20072 5 de setembro de 2007 Gabarito 1) Considere o ponto P = (0, 1, 2) e a reta r de equações paramétricas r: (2 t, 1 t, 1 + t), t R (a) Determine a equação cartesiana do plano
Geometria Analítica - Sistemas de Coordenadas no Plano
Geometria Analítica - Sistemas de Coordenadas no Plano Cleide Martins DMat - UFPE Turmas E1 e E3 Cleide Martins (DMat - UFPE) Retas e Elipses Turmas E1 e E3 1 / 1 Para denir um sistema de coordenadas no
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Rio Grande do Sul Campus Rio Grande CAPÍTULO 4 GEOMETRIA ANALÍTICA
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Rio Grande do Sul Campus Rio Grande CAPÍTULO 4 GEOMETRIA ANALÍTICA 4. Geometria Analítica 4.1. Introdução Geometria Analítica é a parte da Matemática,
Apresentaremos as equações do plano: Equação vetorial e Equação geral do. = AB e v. C A u B. ) não-colineares do plano.
CAPÍTULO VIII PLANO Consideremos em V 3 o sistema de referência (O, i, j, k ), onde E = ( i, j, k ) é base ortonormal positiva e O(0, 0, 0). 8.1. EQUAÇÕES DO PLANO plano. Apresentaremos as equações do
0 < c < a ; d(f 1, F 2 ) = 2c
Capítulo 14 Elipse Nosso objetivo, neste e nos próximos capítulos, é estudar a equação geral do segundo grau em duas variáveis: Ax + Bxy + Cy + Dx + Ey + F = 0, onde A 0 ou B 0 ou C 0 Para isso, deniremos,
RELAÇÕES TRIGONOMÈTRICAS
TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES MÓDULO 01 RELAÇÕES TRIGONOMÈTRICAS NOTAS DE AULA: - Prof. Borja 2016.2 MÓDULO 1 Relações Trigonométricas OBJETIVOS Ao final deste módulo o aluno deverá ser capaz de: resolver problemas
Ponto 1) Representação do Ponto
Ponto 1) Representação do Ponto Universidade Federal de Pelotas Cálculo com Geometria Analítica I Prof a : Msc. Merhy Heli Rodrigues Plano Cartesiano, sistemas de coordenadas: pontos e retas Na geometria
Aula 15. Derivadas Direcionais e Vetor Gradiente. Quando u = (1, 0) ou u = (0, 1), obtemos as derivadas parciais em relação a x ou y, respectivamente.
Aula 15 Derivadas Direcionais e Vetor Gradiente Seja f(x, y) uma função de variáveis. Iremos usar a notação D u f(x 0, y 0 ) para: Derivada direcional de f no ponto (x 0, y 0 ), na direção do vetor unitário
Álgebra Linear I - Aula 8. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 8 1. Distância de um ponto a uma reta. 2. Distância de um ponto a um plano. 3. Distância entre uma reta e um plano. 4. Distância entre dois planos. 5. Distância entre duas retas.
VETORES + O - vetor V 2 vetor posição do ponto P 2
Objetivo VETORES Estudar propriedades de vetores e a obtenção de resultantes. Introdução Para localizar um ponto P em uma reta, três elementos são necessários: uma referência R, escolhida arbitrariamente,
Processamento de Malhas Poligonais
Processamento de Malhas Poligonais Tópicos Avançados em Computação Visual e Interfaces I Prof.: Marcos Lage www.ic.uff.br/~mlage [email protected] Conteúdo: Notas de Aula Curvas 06/09/2015 Processamento
Aula 2 A distância no espaço
MÓDULO 1 - AULA 2 Objetivos Aula 2 A distância no espaço Determinar a distância entre dois pontos do espaço. Estabelecer a equação da esfera em termos de distância. Estudar a posição relativa entre duas
CÁLCULO INTEGRAL A VÁRIAS VARIÁVEIS
CÁLCULO INTEGRAL A VÁRIAS VARIÁVEIS O essencial Paula Carvalho e Luís Descalço EDIÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E VENDAS SÍLABAS & DESAFIOS - UNIPESSOAL LDA. NIF: 510212891 www.silabas-e-desafios.pt [email protected]
Vetores. É tudo aquilo que pode ser medido em um fenômeno físico. Serve para entendermos como funciona e porque ocorre qualquer fenômeno físico.
Grandezas Vetores É tudo aquilo que pode ser medido em um fenômeno físico. Serve para entendermos como funciona e porque ocorre qualquer fenômeno físico. GRANDEZA ESCALAR São aquelas medidas que precisam
Capítulo 19. Coordenadas polares
Capítulo 19 Coordenadas polares Neste capítulo, veremos que há outra maneira de expressar a posição de um ponto no plano, distinta da forma cartesiana. Embora os sistemas cartesianos sejam muito utilizados,
Preliminares de Cálculo
Preliminares de Cálculo Profs. Ulysses Sodré e Olivio Augusto Weber Londrina, 21 de Fevereiro de 2008, arquivo: precalc.tex... Conteúdo 1 Números reais 2 1.1 Algumas propriedades do corpo R dos números
Aula 5 - Produto Vetorial
Aula 5 - Produto Vetorial Antes de iniciar o conceito de produto vetorial, precisamos recordar como se calculam os determinantes. Mas o que é um Determinante? Determinante é uma função matricial que associa
Geometria Analítica II - Aula 5 108
Geometria Analítica II - Aula 5 108 IM-UFF Aula 6 Superfícies Cilíndricas Sejam γ uma curva contida num plano π do espaço e v 0 um vetor não-paralelo ao plano π. A superfície cilíndrica S de diretriz γ
A primeira coisa a fazer é saber quais são as equações das curvas quando elas já se encontram na melhor
Identificação de Cônicas Uma equação do segundo grau ax + bxy + cy + dx + ey + f = 0 define de maneira implícita uma curva no plano xy: o conjunto dos pontos (x, y) que satisfazem a equação. Por exemplo,
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A 11.º Ano Versão 2
FICHA de AVALIAÇÃO de MATEMÁTICA A.º Ano Versão Nome: N.º Turma: Apresente o seu raciocínio de forma clara, indicando todos os cálculos que tiver de efetuar e todas as justificações necessárias. Quando,
CONTEÚDOS PARA BANCA MATEMÁTICA II. EDITAL Mestres e Doutores
CONTEÚDOS PARA BANCA MATEMÁTICA II EDITAL 07-2010 Mestres e Doutores 1- Trigonometria: identidades trigonométricas e funções circulares; a) Defina função periódica e encontre o período das funções circulares,
