ESTUDANTES COM DEFICIENCIA INTELECTUAL
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- Tânia Ribeiro da Fonseca
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1 ESTUDANTES COM DEFICIENCIA INTELECTUAL EM ESCOLAS DEMOCRÁTICAS: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Ma. Julia Gomes Heradão Dra. Elisa Tomoe Moriya Schlunzen UNESP Presidente Prudente Eixo Temático: Práticas Pedagógicas Inclusivas Palavras-chave: Deficiência Intelectual. Escolas Democráticas. Práticas Pedagógicas. Inclusão Escolar. Introdução O tema deste projeto pesquisa, apresentado no processo seletivo de Doutorado em Educação para UNESP Presidente Prudente, é investigar os aspectos de facilitam ou dificultam as práticas pedagógicas realizadas junto aos estudantes com deficiência intelectual em turmas de sexto ano em diante de escolas democráticas. A pesquisadora desenvolveu pela UFScar a dissertação de mestrado intitulada: Avaliação Pedagógica para decisão de atendimento em sala de recursos de deficiência intelectual: aspetos relevantes na perspectiva de professores especialistas. Como resultado, foi possível constatar que as professoras participantes construíram uma avaliação pedagógica que lhes permitiam encontrar características indicativas do aluno vir a ser público alvo da sala de recursos de deficiência intelectual. Esta posição em relação a avaliação pedagógica entrava em conflito com à preocupação das professoras em verificar os saberes curriculares alcançados pelos estudantes. Terminada esta fase de estudos do universo de escolas estudais em relação à identificação de estudantes com deficiência intelectual, verifica-se a necessidade de ampliar o conhecimento de como as pessoas com deficiência intelectual são atendidas em escolas que fogem às regras convencionais de organização do tempo, espaço e práticas pedagógicas. A entrada de estudantes com deficiência nos sistemas educacionais de ensino faz parte de um movimento mais abrangente, de atenção mundial, conhecido como inclusão social. Este movimento tem como finalidade construir uma sociedade democrática, garantindo a
2 equiparação de oportunidades para todas as pessoas, inclusive para aquelas que foram historicamente excluídas do convívio em sociedade. No campo educacional a opção pela política educacional inclusiva em âmbito federal pode ser constatada pela publicação de documentos oficiais como Constituição Federal de 1988 (BRASIL, 1988), Declaração de Salamanca (1994), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/96. Se por lado a presença de estudantes com deficiência no ensino regular é um avanço em garantia de direitos humanos, por outro lado, essas mudanças nas comunidades escolares vêm revelando as dificuldades históricas e estruturais que foram ao longo dos anos construindo o ensino público brasileiro. Dentre as deficiências a que mais desafia a escola no seu objetivo de ensinar é a deficiência intelectual. O estudante com essa deficiência tem uma maneira própria de lidar com o conhecimento que não corresponde ao idealizado pela escola. O entendimento da deficiência intelectual na perspectiva histórico-cultural se apresenta como uma alternativa à compreensão cristalizada da deficiência intelectual, baseada em modelos médicos de construção de conceitos e crenças sobre as pessoas com deficiência. Costa (2006) explica que Vygotsky nos propõe examinar as possíveis limitações de pessoas com deficiência por meio de uma visão dialética do real, que leve à constatação de que, se existem problemas, existem também possibilidades. E os problemas podem ser uma fonte de crescimento. De acordo com Vygotsky, as leis que regem o desenvolvimento da pessoa com deficiência intelectual são as mesmas que regem o desenvolvimento das demais pessoas. Isto também se aplica aos processos de ensino-aprendizagem (VYGOTSKY, 1997, 2007). O processo de ensino aprendizagem em uma sala comum da escola regular pode desenvolver habilidades intelectuais desses estudantes, assim como pode contribuir para o crescimento de sua autoestima e de sua adaptação socioafetiva. (MANTOAN, 1997). Mantoan (2006) acredita que não se pode encaixar um projeto novo, como é o caso da inclusão, em uma velha matriz de concepção escolar, (p.44) cabendo à escola reorganizar o espaço a ser transformado para atendimento a diversidade de estudantes. Garcia (2005) explica que a prática profissional depende das decisões individuais, que não estão isentas da influência de normas coletivas e de regulações organizacionais (p. 34). Podemos compreender que o conceito de prática pedagógica vai além das ações dos
3 professores em sala de aula, ou seja, são influenciadas pelo contexto político e cultural em que a escola se encontra. (Sacristán, 1999). Apesar destas influências Giroux, (1986) afirma que as escolas não são apenas mecanismos de reprodução das desigualdades de exclusão, mas também potencialmente capazes de resistir, transformar, incluir. Em sua tese, Plestch (2009) revela a dificuldade das escolas em organizar situações educacionais que efetivamente contribuíssem para a aprendizagem de estudantes com deficiência intelectual, o estudo concluiu que apesar do comprometimento das professoras, esses sujeitos continuam, em sua maioria, excluídos dos conhecimentos científicos proporcionados pelas escolas. As dificuldades da escola em organizar situações de ensino aprendizagem que efetivamente contribuam para a construção do conhecimento pela pessoa com deficiência intelectual e tendo como base a literatura adotada que recomendam a reestruturação da escola, foi possível questionar: como serão as práticas pedagógicas destinadas a estudantes com deficiência intelectual em escolas democráticas? Quais aspectos facilitam e quais dificultam o desenvolvimento de práticas pedagógicas dirigidas a estudantes com deficiência intelectual em escolas democráticas? Singer (2010) ressalta que as escolas democráticas não se constituem em um grupo coeso, porém apresentam em diferentes graus duas características: a gestão participativa, com processos decisórios que incluem estudantes, funcionários e professores; e organização pedagógica como centro de estudos, em que os estudantes definem suas trajetórias de aprendizagem, sem currículos compulsórios (SINGER, 2010, p.15). Diante do exposto a pesquisa que tem como objetivo geral: Descrever e analisar as práticas pedagógicas desenvolvidas no processo de ensino aprendizagem para alunos com deficiência intelectual frequentes em classes comuns do ensino regular de escolas públicas democráticas no Município de São Paulo. Objetivos Específicos: Conhecer e analisar as práticas pedagógicas realizadas no processo de ensinoaprendizagem de alunos com deficiência intelectual em escolas democráticas. Observar e analisar, a partir das práticas pedagógicas direcionadas aos alunos com deficiência intelectual, sua participação, interação e o processo de ensino aprendizagem. Refletir sobre o papel da Educação Especial no ambiente das escolas democráticas pesquisadas;
4 Metodologia A opção metodológica que parece mais indicada para nortear o desenvolvimento desta futura pesquisa é a etnografia. A etnografia pode ser definida como uma pesquisa social, interpretativa ou analítica, preocupada com uma densa descrição das ações e relações estabelecidas pelos grupos sociais pertencentes ao universo investigado (GEERTZ, 1989). As características que marcam o reconhecimento da pesquisa do tipo etnográfica são definidas pela observação participante, a entrevista intensiva e a análise de documentos. Local da Pesquisa Acredita-se que será possível desenvolver a pesquisa em duas escolas, conhecidas por suas práticas democráticas. São elas: EMEF Campos Salles e EMEF Desembargador Amorim Lima. As escolas serão contatadas e a pesquisa terá início somente após a permissão do comitê de ética responsável pela análise do projeto. Participantes Dois estudantes com diagnóstico de deficiência intelectual em turmas de 6º ano em diante das duas escolas, totalizando quatro estudantes. Também participam da pesquisa, os professores dos estudantes, diretor, coordenador, e outros profissionais que possam atuar nas escolas democráticas e serem fundamentais na compressão das práticas pedagógicas destinadas aos alunos com deficiência intelectual, como por exemplo, professor de sala de recursos, professor auxiliar. Procedimentos Segundo (André, 1997) a pesquisa etnográfica apresenta três fases a serem observadas na construção e elaboração do estudo. Primeira fase: estudo amplo da literatura pertinente ao tema. Etapa fundamental para a formulação do problema e para a construção do olhar teórico que orientará o trabalho de campo. Deste estudo será possível construir as categorias iniciais de análise, as perguntas e os questionamentos que dirigirão a coleta de dados. Segunda fase: trabalho de campo. Como técnica de coleta de dados será utilizada a observação participante, entrevista aberta e semiestruturada e analise de documento. Terceira fase: sistematização a apresentação dos dados. Pretende-se analisar as informações obtidas em campo durante a investigação e não apenas ao final para assim ter a chance de definir prioridades não percebidas ou detectadas anteriormente. Ao final da coleta de dados o material será reunido para a análise.
5 Estas fases serão realizadas da melhor maneira possível a fim de evidenciar os aspectos que dificultam ou facilitam as práticas curriculares realizadas entre professores e estudantes com deficiência intelectual na construção do conhecimento em escolas democráticas. Referências ANDRÉ, M. E. D. A. Tendências atuais da pesquisa na escola. In: Caderno CEDES, v. 18, nº. 43, p.1-10, Campinas/SP, BRASIL. Constituição Federal Brasileira BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDB (Lei no 9394/96). 20 de dezembro de BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Atendimento educacional especializado: deficiência mental. Brasília: MEC, UNESCO. Declaração de Salamanca e Linha de Ação sobre Necessidades Educativas Especiais. Brasília: CORDE, VYGOTSKY, L. S. Fundamentos da defectologia (Obras escogidas), volume V. Visor. Madrid, A formação social da mente. Martins Fontes, São Paulo, COSTA, D. A. F. Superando limites: a contribuição de Vygotsky para a educação especial. Revista Psicopedagogia, São Paulo, v. 23, n MANTOAN, M. T. É. et al. A integração de pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobe o tema. São Paulo: Memnon: Senac, GARCIA, V. P. C. Prática pedagógica e necessidades educacionais especiais: a relação didática em sala de aula. 268f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia/MG, SACRISTÁN, G. Poderes instáveis em Educação. Artes Médicas, Porto Alegre, GIROUX, H. Teoria crítica e resistência em educação. Petrópolis, Vozes, SINGER, H. República de Crianças: sobre experiências escolares de resistência. Campinas: Mercado de Letras, GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Zahar editora, Rio de Janeiro, 1989.
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