BRASIL: BANCOS ANÁLISE DE RISCO DE BANCOS
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- João Henrique Galindo Castelo
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1 BRASIL: BANCOS ANÁLISE DE RISCO DE BANCOS RATING Set / 02 SOLIDEZ FINANCEIRA A BANCO DO BRASIL S/A 1) A CLASSIFICAÇÃO OBTIDA O Comitê de Classificação de Risco da Austin Rating, em reunião do dia 11 de novembro de 2002 confirmou o grau de investment grade A para o Banco Industrial do Brasil S/A. A classificação é justificada pela sua evolução consistente. Sem abrir mão de uma administração prudente, o Banco Industrial apresenta histórico de bons índices de rentabilidade. Neste terceiro trimestre manteve a política de preservar a liquidez e operar sob alavancagem controlada e mesmo com as adversidades deste ano, avançou na estratégia fundamentada nas operações de crédito para empresas do middle market e nas que utilizam linhas de repasse do BNDES. Nos primeiros nove meses de 2002, o perfil dos créditos sofreu poucas alterações em termos de clientes e modalidades praticadas. O banco apresenta solidez financeira intrínseca boa. São instituições dotadas de negócio seguro e valorizado, boa situação financeira atual e histórica. O ambiente empresarial e setorial podem variar sem, porém, afetar as condições de funcionamento do banco. O risco é muito baixo. Fatores Positivos Participação do acionista em todas as decisões estratégicas; O banco opera bem capitalizado, com histórico do índice da Basiléia elevado; Reduzido nível de despesas; Política de crédito é seletiva no que se refere à prospecção de novos clientes. Fatores Negativos Reduzida economia de escala, tornando suas captações mais vulneráveis às oscilações da economia; Aumento da concorrência no segmento de middle market clientes médios. Contato Banco Industrial S/A Eduardo Barcelos Guimarães Tel. : (11) guimarã[email protected] Austin Rating Classificadora de Risco 11 de novembro de 2002
2 AUSTIN RATING RATING BANCO 3) DESEMPENHO Set/2002 (***)set/2002 jun/2002 dez/2001 dez/2000 Ativo Total (*) 801,1 680,6 411,7 330,3 Depósito Total (*) 174,5 172,2 137,1 140,5 Operações de Crédito (*) 313,1 269,6 209,1 176,7 Patrimônio Líquido (*) 121,2 105,5 93,2 85,6 Liquidez Corrente (**) 104,0 105,9 148,6 165,3 Inadimplência (**) 2,0 1,4 2,2 2,7 Alavancagem (**) 429,0 544,9 281,6 239,0 Basiléia (**) 23,2 29,4 25,8 31,8 Custo Operacional (**) 4,1 4,2 6,0 5,9 Eficiência (**) 41% 51,0 63,8 53,8 Rentabilidade do PL (**) 48,4 24,9 15,3 12,6 (*) Valores em R$ Milhões (**)Valores em % (***) Dados do Consolidado 4) ANÁLISE SET / 2002 Apresentando um histórico de crescimento sustentado por bons resultados, o Banco Industrial do Brasil S/A, no terceiro trimestre de 2002, apresentou indicadores que comprovam a continuidade deste processo, não havendo nenhuma divergência que mereça ser destacada. Operando sob condições adequadas de liquidez e alavancagem, conseguiu, mesmo com as adversidades deste ano, expandir de forma contínua mantendo-se o controle sobre as variáveis risco e retorno da atividade. A administração cautelosa minimiza os impactos em momentos de maior volatilidade. 2
3 AUSTIN RATING RATING BANCO Classificação da Austin Rating Solidez Financeira AAA - O banco apresenta solidez financeira intrínseca excepcional. Normalmente trata-se de grandes instituições dotadas de negócio seguro e valorizado, excelente situação financeira atual e histórica. O ambiente empresarial e setorial podem variar sem, contudo, afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é quase nulo. Comitê de Crédito e Risco Erivelto Rodrigues (Presidente) Jorge U.S. Alves Rodrigo Indiani Tadeu Marcelo Resca Departamento de Análise de Risco AA A - O banco apresenta solidez financeira intrínseca excelente. São instituições dotadas de negócio seguro e valorizado, boa situação financeira atual e histórica. O ambiente empresarial e setorial podem variar sem, porém, afetar as condições de funcionamento do banco. O risco é irrisório. - O banco apresenta solidez financeira intrínseca boa. São instituições dotadas de negócio seguro e valorizado, boa situação financeira atual e histórica. O ambiente empresarial e setorial podem variar sem, porém, afetar as condições de funcionamento do banco. O risco é muito baixo. Analistas: Jorge U.S. Alves Rodrigo Indiani Simone Escudero Tadeu Marcelo Resca BBB - O banco apresenta solidez financeira intrínseca adequada. Normalmente são instituições com ativos dotados de cobertura. Tais bancos apresentam situação financeira razoável e estável. O ambiente empresarial e setorial podem ter uma variação mais acentuada do que nas categorias anteriores e apresenta algum risco nas condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é baixo BB B CCC CC C - O banco apresenta solidez financeira intrínseca regular. Apresenta parâmetros de proteção adequados mas vulneráveis às condições econômicas, gerais e setorial que podem afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é médio. - O banco apresenta solidez financeira intrínseca regular. Apresenta parâmetros de proteção adequados, tem uma vulnerabilidade grande às condições econômicas, gerais e setorial que podem afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é médio. - O banco apresenta baixa solidez financeira, exigindo eventual assistência externa, apresenta uma vulnerabilidade muito grande às condições econômicas, gerais e setorial que podem afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é alto. - O banco apresenta baixa solidez financeira, exigindo eventual assistência externa, apresenta uma vulnerabilidade muito grande às condições econômicas, gerais e setorial que podem afetar as condições intrínsecas de funcionamento do banco. O risco é muito alto. - O banco apresenta péssima solidez financeira, exigindo eventual assistência externa. Tais instituições estão limitadas por um ou mais dos seguintes elementos: negócio de questionável valor; condições financeiras deficientes e um ambiente empresarial altamente desfavorável. O risco é altíssimo. Austin Rating Rua Bertioga, 514 São Paulo SP Tel: (55 11) Fax: (55 11) Rating é uma classificação de risco, por nota ou símbolo. Esta expressa a capacidade do emitente de título de dívida negociável ou inegociável em honrar seus compromissos de juros e amortização do principal até o vencimento final. O rating pode ser do emitente, refletindo sua capacidade em honrar qualquer compromisso de uma maneira geral, ou de uma emissão específica, onde é considerada apenas a capacidade do emitente em honrar aquela obrigação financeira determinada. As informações obtidas pela Austin Asis foram consideradas como adequadas e confiáveis. As opiniões e simulações realizadas neste relatório constituem-se no julgamento da Austin Asis acerca do emitente, não se configurando no entanto em recomendação de investimento para todos os efeitos. 3
4 Segmento:Atacado e Negócios Origem de Capital:Privado Nacional Austin Bank - Análise de Risco Análise Quantitativa => Score : 5 Análise Qualitativa => Score : 6 Rating: A Risco: Muito Baixo Nome: BANCO DO BRASIL S/A C.G.C.: Tipo: Múltiplo Sede: AV PRES JUSCELINO KUBITSCHEK, Data da Fundação: 03/03/1988 Porte:Pequeno CEP: Bairro: ITAIM BIBI Cidade: SAO PAULO UF: SP Telefone: (11) Fax: (11) Carteira:COMERCIAL; INVESTIMENTO; CREDITO, FINANCIAMENTO, INVESTIMENTO; CAMBIO. Market Share (Jun/ Amostragem 165 Bancos) Geral Segmento Origem de Capital Jun/2002 R$ Mil # Part % # Part % # Part % Operações de Crédito º 0,08 30º 0,66 35º 0,19 Índice da Basiléia(%) 29,39 Ativo Total º 0,07 32º 0,56 38º 0,19 Agências no País 2 Depósitos a Prazo º 0,09 23º 0,79 32º 0,24 Agências no Exterior Depósitos Totais º 0,05 26º 0,69 36º 0,13 PABs Patrimônio Líquido º 0,10 31º 0,61 40º 0,19 Número de Funcionários 82 Acionistas/Sócios Nacionalidade % Ord % Pref Administradores Cargo CARLOS ALBERTO MANSUR BRASILEIRA 100,00 100,00 CARLOS ALBERTO MANSUR PRESIDENTE CM - INDUSTRIA E COMERCIO LTDA BRASILEIRA 0,01 ENRIQUE JOSE ZARAGOZA DUENA DIRETOR FERNANDO F. MARCONDES DE SOUZA DIRETOR EDUARDO BARCELOS GUIMARÃES DIRETOR LUIZ CASTELLANI PEREZ DIRETOR PERFIL O Banco Industrial do Brasil S/A, adquirido pelo empresário Carlos Alberto Mansur, sucedeu em Janeiro de 94 o Banco Santista (Grupo Bunje y Born), fundado em Em seu primeiro ano de atividade o foco e resultado foram as operações de Tesouraria. A partir de 95 dirige sua atuação para o Crédito que permanece sendo sua estratégia. Neste mesmo ano, entram também em operação suas empresas controladas: Distribuidora (Junho) e Leasing (Julho).Banco de crédito, sem rede de agências, com atuação no Estado de São Paulo, voltada para empresas de "middle market" (faturamento anual de R$12 a 100 milhões). Pratica e cultiva política de relacionamento perene com o cliente. O Banco está organizado sob forma de Banco múltiplo, autorizado a operar com carteiras comercial, de investimentos, de crédito, de financiamento e investimento de câmbio. PARECER DA AUDITORIA NÃO AUDITADO 1/4
5 Austin Bank - Análise de Risco ATIVO/PASSIVO (R$ Mil) 09/98 09/99 09/00 09/01 09/02 Variação a.a. Ult. pd. 1 ATIVO CIRCULANTE ,7 106,9 11,3 2 DISPONIBILIDADES ,5-21,5 57,6 3 APLICAÇÕES INTERFINANC. LIQUIDEZ ,1-87,1 5,5 4 Aplicações no Mercado Aberto ,3-97,7-1,2 5 Aplic.Depósitos Interfinanceiros ,5 281,4 9,6 6 Aplic.Moedas Estrangeiras 355,5 7 Outras Aplicações 8 (-) Provisão para Perdas 81,2 9 TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS , ,6 54,7 10 Carteira Própria ,3 713,8 62,3 11 Vinculados a Compromisso Recompra ,2 34,8 12 Vincul. a Negoc./Interm.Valores 131,9 13 Vinculados ao Banco Central ,0 329,5 14 Vinc. à Prestação de Garantias 15 Instrumento Financeiro Derivativo Outros (Certificado Privatização) 2,4 17 (-) Provisões p/ Desvalorizações 3,1 18 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS ,3-15,2 1,3 19 RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS -26,6 20 OPERAÇÕES DE CRÉDITO ,4 39,5-12,4 21 Operações Crédito - Setor Privado ,5 38,3 21,4 22 Operações Crédito - Setor Publico -90,5 23 (-) Provisão p/créd.liq.duvidosa ,1-10,3 16,7 24 OPERAÇÕES ARRENDAMENTO MERCAN -14,7 25 Oper Arrend/Subarrend a Receber -21,3 26 (-) Rendas Aprop Arrend Mercantil -18,8 27 (-) Provisão p/créd.arr.liq.duv. -63,0 28 OUTROS CRÉDITOS ,8 136,7 17,9 29 OUTROS VALORES E BENS , ,5-4,2 30 REALIZÁVEL A LONGO PRAZO ,1 24,3 31 APLICAÇÕES INTERF. LIQUIDEZ-LP 95,2 32 TITS.E VALORES MOBILIÁRIOS-LP ,7 19,1 33 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS-LP 27,5 34 OPERAÇÕES DE CRÉDITO-LP ,3 37,7 35 Oper Crédito - Setor Privado-LP ,3 34,2 36 Oper Crédito - Setor Público-LP 51,1 37 (-) Provisão p/cred.liq.duvid.-lp 0,4 38 OPER ARRENDAMENTO MERCANTIL-LP 82,7 39 OUTROS CRÉDITOS-LP ,4 16,2 40 OUTROS VALORES E BENS-LP ,2 41 PERMANENTE ,2 46,8 16,1 42 ATIVO TOTAL ,1 85,2 14,9 43 PASSIVO CIRCULANTE ,4 199,5 9,2 44 DEPÓSITOS ,4 82,6 11,9 45 Depósitos a Vista ,6 51,0 11,0 46 Depósitos de Poupança 6,8 47 Depósitos Interfinanceiros ,0 909,1 17,1 48 Depósitos a Prazo ,1 53,1 16,0 49 Outros Depósitos 50 CAPTAÇÃO NO MERCADO ABERTO ,9 17,6 51 RECURSOS ACEITES EMISSÃO TITS 28,6 52 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS ,6-64,9 296,0 53 RELAÇÕES INTERDEPENDÊNCIAS ,3-1,0 54 OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS ,4 55 REPASSES PAIS-INST.OFICIAIS ,0 99,0-73,2 56 REPASSES DO EXTERIOR , ,8 23,4 57 INSTRUMENTO FINANCEIRO DERIVATIV OUTRAS OBRIGAÇÕES ,8 289,6 28,9 59 EXIGIVEL A LONGO PRAZO ,0 38,3 60 DEPÓSITOS-LP ,6 61 CAPTAÇÃO NO MERCADO ABERTO-LP 62 RECURSOS ACEITES EMIS TITS-LP -16,4 63 RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS-LP 547,1 64 OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS-LP 65 REPASSES PAÍS-INST.OFICIAIS-LP ,3 6,0 66 REPASSES NO EXTERIOR-LP ,1 24,1 67 INSTRUMENTO FINANCEIRO DERIVATIVO 68 OUTRAS OBRIGAÇÕES-LP ,0 86,5 69 RESULTADO EXERCÍCIOS FUTUROS ,5-51,9 123,4 70 PARTICIPACAO MINORITÁRIA 71 PATRIMÔNIO LÍQUIDO ,6 15,8 28,3 72 PASSIVO TOTAL ,1 85,2 14,9 CARTEIRA DE TÍTULOS E DERIVATIVOS (R$ Mil) 09/00 % 09/01 % 09/02 % TOTAL DE TVM E DERIVATIVOS Títulos para Negociação Títulos Disponíveis para Venda ,19 Títulos Mantidos até o Vencimento ,81 2/4
6 Austin Bank - Análise de Risco DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS (R$ Mil) Variação 09/98 09/99 09/00 09/01 09/02 a.a. Ult. pd. 73 RECEITA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ,1 99,2 28,8 74 Operações de Crédito ,0 73,2 27,0 75 Rendas de Aplicações Interf.Liquidez ,0-26,0 76 Operações de Arrendam. Mercantil -9,9 77 Títulos e Valores Mobiliários ,6 330,7 26,4 78 Instrumentos Financeiros Derivativos Aplicações Compulsórias 35,8 80 Resultado de Câmbio ,3-28,6 86,8 81 DESPESA DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEI ,3 136,5 38,9 82 Captação no Mercado ,9 141,4 31,0 83 Empréstimos,Cessões e Repass ,4 150,9 43,4 84 Arrendamento Mercantil 10,4 85 Provisões p/ Créd. Liq.Duvid ,0 84,2 86 Resultado de Câmbio ,0 72,4 87 RESULTADO BRUTO INTERM. FINANCEIR ,2-51,7 5,5 88 OUTRAS RECEITAS/DESPESAS OPERACIO ,0-4,0 89 Receitas de Prestação Serviços ,8 108,5 13,5 90 Resultado Part.Coligada/Controlada ,8 98,6 68,0 91 Despesas de Pessoal ,1 3,4 92 Outras Despesas Administrativas ,1 53,5 10,6 93 Despesas Tributárias ,9 17,7 94 Reversão de Provisões -100,0 95 Rendas Seguros, Previd. e Capital. 96 Desp. Seguros, Previd. e Capital. 97 Outras Rec./Desp.Operacionais ,8-210,9 98 RESULTADO OPERACIONAL ,0 45,0 34,6 99 Resultado Não Operacional ,0-926,9 100 Res. da Correção Monet. Balanço 101 RESULTADO ANTES IR ,0 44,8-59,6 102 Imposto de Renda ,0 13,0 103 Contribuição Social 64,4 104 Participações 38,5 105 Ganho/Perda Conversão Moeda 106 RESULTADO LÍQUIDO ,4 46,0 12,3 PERÍODO DA DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRA MÉTODO CONTÁBIL LS LS LS LS LS NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS 109 NÚMERO DE AGÊNCIAS NO PAÍS 1 DÓLAR FINAL 1,186 1,922 1,844 2,671 3,895 US$ MÉDIO 1,152 1,839 1,799 2,298 2,796 FATOR DE CORREÇÃO CARTEIRA DE CRÉDITO (R$ Mil) 09/00 % 09/01 % 09/02 % % Acum. TOTAL DE CRÉDITO Risco Nível AA , , ,72 73,72 Risco Nível A , , ,18 86,89 Risco Nível B , , ,21 91,11 Risco Nível C , , ,29 97,40 Risco Nível D 581 0, , ,78 99,18 Risco Nível E 627 0, , ,21 99,38 Risco Nível F 271 0, ,07 99,46 Risco Nível G 17 0, , ,01 99,47 Risco Nível H 206 0, , ,53 100,00 TOTAL DE CRÉDITO EM ATRASO Risco em atraso Nível AA Risco em atraso Nível A Risco em atraso Nível B , ,03 19,03 Risco em atraso Nível C , ,82 35,84 Risco em atraso Nível D , ,85 60,70 Risco em atraso Nível E 499 7, ,94 63,63 Risco em atraso Nível F 271 4, ,26 67,89 Risco em atraso Nível G 503 7, ,71 68,60 Risco em atraso Nível H , ,40 100,00 PROVISÃO CONSTITUÍDA PROVISÃO ADICIONAL CRÉDITOS RENEGOCIADOS AVAIS E FIANÇAS RECUPERAÇÃO DE CRÉDITOS 12 CRÉDITOS BAIXADOS(WRITE-OFFS) /4
7 Austin Bank - Análise de Risco INDICADORES DE DESEMPENHO (%) 09/98 09/99 09/00 09/01 09/02 Decil Mediana Nível Dispersão ADEQUAÇÃO DO CAPITAL 1 Capitalização 11,2 29,3 35,2 32,30 18,0 4º 23,8 Baixo 0,40 2 Imobilização 56,7 62,1 64,1 73,80 93,5 10º 32,7 Muito Elevado 0,21 3 Capital de Giro 43,4 38,0 35,9 26,30 6,5 1º 63,3 Muito Baixo 0,48 4 Alavancagem 436,5 341,0 284,1 309,70 555,2 7º 386,4 Elevado 0,29 => A instituição apresentou, em 09/02, alavancagem de 5,55 vezes (captação sobre PL), encontrando-se em nível adequado, tendo como parâmetro a mediana do mesmo segmento de atuação que foi de 3,86 vezes. O Capital de Giro de 6,5% diminuiu sendo considerado inadequado. Quanto à imobilização a controladora apresenta nível alto e aumentou no período. LIQUIDEZ 5 Encaixe 21,4 2,6 15,8 49,8 25,9 4º 58,8 Baixo 0,75 6 Dependência Interbancário 12,1 23,4 6,4 1,1 5,3 8º 1,1 Elevado 0,89 7 Liquidez Corrente 104,9 111,3 112,8 132,8 91,7 1º 119,2 Muito Baixo 0,13 8 Gap de Prazos 43,6 72,0 9º 21,8 Muito Elevado 1,44 9 Liquidez Imediata 89,6 88,0 45,9 41,3 56,6 3º 97,9 Baixo 0,36 => A liquidez corrente encontra-se em nível baixo, a dependência do interbancário é moderada. Quanto ao gap de prazo, não observa-se descasamento.. A liquidez imediata é considerada baixa. QUALIDADE DO ATIVO 10 Inadimplência (>60 dias) 0,9 2,3 1,1 4º 2,5 Baixo 1,11 11 Provisionamento 1,2 0,8 0,5 1,8 1,1 4º 2,8 Baixo 0,45 12 Índice da Qualidade da Carteira 8,5 8,3 8,5 9º 5,0 Muito Elevado 0,91 13 Comprometimento do PL (>60 dias) 1,7 4,3 2,8 5º 4,7 Moderado 1,05 14 Write-Off/Oper.Crédito 7,7 0,5 8º 0,0 Elevado 2,07 => A instituição apresentou, em 09/02, inadimplência baixa com relação ao segmento, sendo que as provisões representam 101,8% dos créditos problemáticos, demonstrando uma política conservadora de provisionamento. O comprometimento do patrimônio líquido de 2,8% é moderado, sendo que o índice de qualidade da carteira encontra-se em nível muito elevado, demonstrando uma política de crédito e acompanhamento da carteira muito eficiente. CUSTO 15 Intermediação 13,3 120,3 15,0 22,2 25,3 8º 17,8 Elevado 1,16 16 Pessoal 3,0 1,8 5º 2,1 Moderado 1,44 17 Administrativo 2,3 11,6 7,1 3,2 2,4 5º 2,6 Moderado 0,76 18 Eficiência 65,8 65,4 64,3 108,0 269,2 9º 64,7 Muito Elevado 0,77 19 Custo Total 15,6 131,9 22,1 28,9 29,8 6º 27,1 Moderado 1,06 => Quanto aos custos, as despesas de captação de recursos encontram-se em nível adequado. As despesas de captação que representavam 24,8% no período anterior, passaram a representar 30,0% no período atual da receita operacional. No tocante à estrutura interna, as despesas de pessoal e administrativas, que no período anterior, representavam 22,3% da receita operacional, passaram a representar 15,7% no período atual. O Overhead Ratio encontra-se em nível inadequado sendo que as despesas de pessoal e administrativas representam 269,2% do Resultado da Intermediação e Serviços, demonstrando que a Instituição deve diminuir seu custo operacional ou aumentar receita da intermediação. RENTABILIDADE 20 Geração de Rendas 15,9 123,9 22,9 25,5 26,2 6º 23,1 Moderado 1,06 21 Margem Bruta 20,5 12,5 41,6 19,6 4,8 2º 28,3 Muito Baixo 0,69 22 Margem Operacional 13,9 14,2 22,4 31,5 22,9 8º 12,8 Elevado 0,35 23 Margem Líquida 13,6 14,1 19,6 32,6 23,9 9º 10,0 Muito Elevado 0,38 24 Rentabilidade PL 20,4 66,4 14,5 28,2 35,6 10º 12,9 Muito Elevado 0,61 25 Retorno sobre Ativo 2,1 15,1 3,8 6,9 5,4 9º 2,0 Muito Elevado 0,76 26 Rentab.Ativ.Bancária 10,7 20,8 11,2-3,0-16,4 2º 11,1 Muito Baixo 3,11 => A instituição apresentou um resultado positivo de R$ contra um resultado, também positivo, de R$ no período anterior. A rentabilidade do PL foi de 35,6% e é considerada muito elevada. A margem operacional demonstra um Bom desempenho. A rentabilidade da atividade bancária foi de -16,4% encontrando-se num nível muito baixo. O retorno do ativo foi muito elevado. INDICADORES DE GESTÃO 27 Spread 2,4 1,6 6,9 2,7 0,8 3º 3,1 Baixo 0,82 28 Rentabilidade Câmbio 22,0 853,0 57,5 25,7 3,9 6º 0,8 Moderado 1,92 29 Rentabilidade Tesouraria 13,4 86,1 19,1 23,0 36,2 8º 20,8 Elevado 0,83 30 Concentração em Crédito 25,2 51,4 62,0 58,3 46,5 6º 43,1 Moderado 0,30 31 Taxa Crescimento PL (US$) 4,0-26,5 9,7 27,5 15,8 7º 7,3 Elevado 3,31 32 Geração de Caixa/PL 0,9 0,3 1,0 4,3-6,1 1º 9,3 Muito Baixo 47,42 33 Custo Operacional 2,1 8,9 5,3 4,7 3,6 5º 3,8 Moderado 0,52 34 Índice da Basiléia 32,5 38,2 32,1 11,0 => A Instituição apresenta situação econômico-financeira razoável, relativamente ao segmento Atacado e Negócios. 4/4
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