Diferenças fundamentais entre bens e serviços

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Diferenças fundamentais entre bens e serviços"

Transcrição

1 Diferenças fundamentais entre bens e serviços

2 Até 1970: mkt serv campo acadêmico 1ª. Conferência internacional sobre mkt de serviços nos EUA 1982 Possuem: 1. Intangibilidade 2. Inseparabilidae 3. Heterogeneidade 4. Perecebilidade

3 Intangibilidade É a fonte da qual temos as outras características serviços Não podem ser vistos, sentidos, degustados, tocados Ex.: sapatos X bilhete p/ cinema Impossibilidade de armazenagem Falta de proteção por meio de patentes

4 Intangibilidade Dificuldade para mostrar ou comunicar os serviços Dificuldade para determinar os preços dos serviços Possíveis soluções: 1. Uso de indícios tangíveis (evidência física) 2. Uso de fontes pessoais de informaç 3. Criação de imagem institucional sólida

5 Inseparabilidade Conexão física do provedor de serviços com o serviço prestado Envolvimento do cliente no processo de produção do serv Envolvimento de outros clientes no processo de produção do serviço

6 Inseparabilidade Problemas de MKT Correção física do provedor de serviços com o serviço Envolvimento do cliente no processo de produção e de outros clientes tb Desafios especiais da produção de serviços em massa

7 Inseparabilidade Possíveis soluções para os problemas Seleção e treinamento de pessoal de contato o público Gerenciamento do cliente (CRM) Uso de múltiplas localidades

8 Heterogeneidade Variação na consistência de um serviço para o próximo Se der algo errado no processo, será muito tarde para instituir medidas de controle de qualidade Na verdade o cliente pode ser parte do problema relacionado à qualidade Quase impossível alcançar 100% de qualidade continuamente

9 Heterogeneidade Problemas de MKT Difícil padronização e controle de qualidade Cada indivíduo tem personalidade diferente Melhor mkt do mundo mas e se o funcionário estiver num diam ruim???

10 Heterogeneidade Possíveis soluções Customização: satisfação de necessidades individuais Padronização: diminuição de preços, consistência de desempenho

11 Perecibilidade Sua capacidade não utilizada não pode ser guardada nem inventariada Serviços que não são vendidos quando disponíveis, cessam de existir Exemplos

12 Perecibilidade Problemas de MKT Demanda maior do que a oferta máxima disponível Demanda maior do que o nível ótimo de oferta Demanda menor do que o nível ótimo de oferta Demanda e oferta em níveis ótimos

13 Perecibilidade Possíveis soluções Estratégia de demanda 1. Fixação criativa de preços 2. Sistema de reservas 3. Desenvolvimento de serviços adicionais 4. Desenvolvimento de demanda fora do período de pico

14 Perecibilidade Possíveis soluções Estratégia de oferta 1. Utilização de funcionário ½ período 2. Compartilhamento de capacidade 3. Preparação antecipada para expansão 4. Utilização de terceiros 5. Aumento da participação do cliente

15 Papel do MKT na empresa de serviços Papel muito diferente em empresas de serviços Diferentes componentes da organização de serviços estão entrelaçados As partes visível e invisível da organização estão interligados por uma série complexa de relacionamentos

16 Papel do MKT na empresa de serviços Depto. MKT tem que manter um relacioinamento muito estreito com o restante da empresa O conceito de que o depto. operações produz o produto e o MKT vai vendê-lo não pode funcionar em uma empresa de serviços

Marketing de Serviços. Prof. Milton Henrique

Marketing de Serviços. Prof. Milton Henrique Marketing de Serviços Prof. Milton Henrique [email protected] Definições Produtos Bens Tangível Serviços Intangível Objetos, dispositivos ou coisas Ações, esforços ou desempenhos Bens tem serviços

Leia mais

Administração Mercadológica II

Administração Mercadológica II Marketing de Serviços Parte 01 Definições básicas de Serviços (URDAN; URDAN, 2006) Serviços são os resultados de uma atividade ou série de atividades que envolvem interações entre cliente, funcionários,

Leia mais

MARKETING DE SERVIÇOS

MARKETING DE SERVIÇOS MARKETING DE SERVIÇOS Para Kotler (p.204, 2004): Serviço é um tipo de produto essencialmente intangível que consiste em atividades, benefícios ou satisfações oferecidas à venda e que não resultam na propriedade

Leia mais

COMO MITIGAR RISCOS NA ATIVIDADE DE ATENDIMENTO? Magdarlise Dal Fiume Germany Administradora, especialista em Gestão de Serviços

COMO MITIGAR RISCOS NA ATIVIDADE DE ATENDIMENTO? Magdarlise Dal Fiume Germany Administradora, especialista em Gestão de Serviços COMO MITIGAR RISCOS NA ATIVIDADE DE ATENDIMENTO? Magdarlise Dal Fiume Germany Administradora, especialista em Gestão de Serviços Kotler prega que todo cliente quer um bom relacionamento e que, todo bom

Leia mais

RESUMO. Exercício Resolvido

RESUMO. Exercício Resolvido 1 RESUMO Podemos admitir que a distinção entre produtos e serviços nem sempre é perfeitamente clara. Na verdade, é difícil, se não impossível, fornecer um exemplo de um produto puro ou de um serviço puro.

Leia mais

Gerenciamento de relacionamento com o consumidor

Gerenciamento de relacionamento com o consumidor Gerenciamento de relacionamento com o UNIBAN Instituto de Comunicação Curso de Tecnologia em Marketing Unidade Tatuapé SP Disciplina Estratégias de Marketing Prof. Me. Francisco Leite Aulas de 18/10/2011.

Leia mais

EDITAL CAIXA ECONOMICA FEDERAL ATENDIMENTO

EDITAL CAIXA ECONOMICA FEDERAL ATENDIMENTO EDITAL CAIXA ECONOMICA FEDERAL ATENDIMENTO Resoluções CMN/Bacen nº 3.694/2009 (dispõe sobre a prevenção de riscos na contratação de operações e na prestação de serviços por parte de instituições financeiras)

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO 31/03/2015 GESTÃO DO TEMPO CRONOGRAMA GERENCIAMENTO DE PROJETOS DEFINIÇÃO DA ATIVIDADE DEFINIÇÃO DA ATIVIDADE

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO 31/03/2015 GESTÃO DO TEMPO CRONOGRAMA GERENCIAMENTO DE PROJETOS DEFINIÇÃO DA ATIVIDADE DEFINIÇÃO DA ATIVIDADE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL INTRODUÇÃO 2 GERENCIAMENTO DE PROJETOS Prof. : Heloisa Campos GESTÃO DO TEMPO GESTÃO DO ESCOPO DEFINIDA Definir as atividade; Sequenciar

Leia mais

Abordagem para Construção de SI. Ciclo de Vida de Sistemas Tradicionais

Abordagem para Construção de SI. Ciclo de Vida de Sistemas Tradicionais CBSI Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação Abordagem para Construção de SI Prof. Dr. Sandro Ronaldo Bezerra Oliveira [email protected] www.ufpa.br/srbo Tópicos Especiais em Sistemas de Informação Faculdade

Leia mais

Certificação ISO

Certificação ISO Sistema de Gestão Ambiental SGA Certificação ISO 14.000 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento das Boas Práticas, das Normas e da Legislação

Leia mais

O que são serviços de TI?

O que são serviços de TI? O que são serviços de TI? Para começar a compreender a área de TI como prestadora de serviços às organizações usuárias de tecnologia, torna-se necessário compreender o que é um serviço. Serviço é toda

Leia mais

SECOVI SIMPLIFICANDO O MARKETING SERVIÇOS

SECOVI SIMPLIFICANDO O MARKETING SERVIÇOS SECOVI SIMPLIFICANDO O MARKETING SERVIÇOS Marketing O que é para você? Como se faz? Quais os pontos chaves? Quais as maiores dificuldades? Marketing Vendas? Promoção? Publicidade? Marketing Simplificar

Leia mais

O que é MARKETING? As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa. Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazer nada.

O que é MARKETING? As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa. Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazer nada. O que é MARKETING? As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa. Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazer nada. Philip Kotler O objetivo do marketing é tornar a venda supérfula.

Leia mais

Atendimento e Legislação

Atendimento e Legislação Atendimento e Legislação Resolução BACEN nº 4.539/16 Professora Tatiana Marcello www.acasadoconcurseiro.com.br Atendimento e Legislação RESOLUÇÃO Nº 4.539, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2016 Dispõe sobre princípios

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade ISO 9001:2015

Sistema de Gestão da Qualidade ISO 9001:2015 Departamento de Gestão e Economia - DAGEE Sistema de Gestão da Qualidade ISO 9001:2015 Prof. Francisco R. Lima Jr. [email protected] Roteiro da aula Introdução Principais alterações em relação

Leia mais

Diretoria de Operação e Manutenção Gerência de Gestão do Sistema Subterrâneo Junho / 2015

Diretoria de Operação e Manutenção Gerência de Gestão do Sistema Subterrâneo Junho / 2015 CAPACITAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA PARA IMPLANTAÇÃO DE INFRAESTRUTURA SUBTERRÂNEA DE ENERGIA ELÉTRICA EM CENTROS URBANOS: ASPECTOS TÉCNICOS, AMBIENTAIS E ADMINISTRATIVOS 11ª Edição Redes Subterrâneas de Energia

Leia mais

POLÍTICA RELACIONAMENTO COM CIENTES E USUÁRIOS

POLÍTICA RELACIONAMENTO COM CIENTES E USUÁRIOS Pág.: 1 / 5 POLÍTICA RELACIONAMENTO COM CIENTES E USUÁRIOS REVISÃO PÁGINAS ÁREA DESCRIÇÃO DA ALTERAÇÃO Nº DATA ALTERADAS RESPONSÁVEL 01 06/08/17 - Ouvidoria Criação Esta Política será revisada a cada 12

Leia mais

Acreditação de Operadoras: por que investir em qualidade?

Acreditação de Operadoras: por que investir em qualidade? Gestão da Qualidade investimento ou Despesa? Acreditação de Operadoras: por que investir em qualidade? Heleno Costa Junior Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) Assessor de Relações Institucionais

Leia mais

Quadro 1: Itens que constituem cada escala

Quadro 1: Itens que constituem cada escala Quadro 1: Itens que constituem cada escala Secção Questão Escala de Satisfação 2. O trabalho em si. 3. Grau de motivação que você sente em seu trabalho. Satisfação com o Trabalho Secção 2 6. Tipo de trabalho

Leia mais

Advogado formado pela Universidade Paulista (UNIP). Pós-Graduação em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários IBET.

Advogado formado pela Universidade Paulista (UNIP). Pós-Graduação em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários IBET. CV Advogado formado pela Universidade Paulista (UNIP). Pós-Graduação em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários IBET. Mestrando em Direito Econômico, Financeiro e Tributário

Leia mais

BALÉ DA VILA Dança para Crianças

BALÉ DA VILA Dança para Crianças BALÉ DA VILA Dança para Crianças MODALIDADES Balé a partir de 2 anos Jazz & Dança Contemporânea a partir de 5 anos Danças do Brasil & do Mundo a partir de 2 anos Encontro Dançante Super Baby 1e 2 anos

Leia mais

04/03/2016 CONCEITOS DE DECISÃO E O ENFOQUE GERENCIAL DA PESQUISA OPERACIONAL PESQUISA OPERACIONAL: CARACTERÍSTICAS IMPORTANTES:

04/03/2016 CONCEITOS DE DECISÃO E O ENFOQUE GERENCIAL DA PESQUISA OPERACIONAL PESQUISA OPERACIONAL: CARACTERÍSTICAS IMPORTANTES: CONCEITOS DE DECISÃO E O ENFOQUE GERENCIAL DA PESQUISA OPERACIONAL CAPÍTULO 1 em: ANDRADE, Eduardo L. de; INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL. 4 a. ed. Rio de Janeiro: Editora LTC PESQUISA OPERACIONAL: Conjunto

Leia mais

Aula 03 Conceitos Atuais de Manutenção

Aula 03 Conceitos Atuais de Manutenção TPM. (Total Productive Maintenance): O TPM consiste em um procedimento de administração da manutenção que teve início por volta dos anos 50 e apresentou resultados expressivos na economia Japonesa na década

Leia mais

Uma abordagem com base na ITIL Inclui ISO/IEC e IT Flex. Ivan Luizio Magalhães Walfrido Brito Pinheiro **MATERIAL ADAPTADO**

Uma abordagem com base na ITIL Inclui ISO/IEC e IT Flex. Ivan Luizio Magalhães Walfrido Brito Pinheiro **MATERIAL ADAPTADO** Uma abordagem com base na ITIL Inclui ISO/IEC 20.000 e IT Flex Ivan Luizio Magalhães Walfrido Brito Pinheiro **MATERIAL ADAPTADO** Área de TI Prestadora de Serviço às organizações usuárias de tecnologia

Leia mais

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL Carmen Leite Ribeiro Bueno* A Avaliação Profissional tem como objetivo geral auxiliar o indivíduo em seu desenvolvimento pessoal e profissional, utilizando sistematicamente

Leia mais

Gerência de Projetos e Qualidade de Software. Prof. Walter Gima

Gerência de Projetos e Qualidade de Software. Prof. Walter Gima Gerência de Projetos e Qualidade de Software Prof. Walter Gima 1 OBJETIVOS O que é Qualidade Entender o ciclo PDCA Apresentar técnicas para garantir a qualidade de software Apresentar ferramentas para

Leia mais

Teoria da Administração (RAD 0111) Prof. Dr. Jorge Henrique Caldeira de Oliveira

Teoria da Administração (RAD 0111) Prof. Dr. Jorge Henrique Caldeira de Oliveira Teoria da Administração (RAD 0111) Prof. Dr. Jorge Henrique Caldeira de Oliveira Fundamentos da adm. de operações A administração de operações pode ser definida como o campo da administração responsável

Leia mais

BEM VINDOS ALUNOS DA GRADUAÇÃ ÇÃO. GESTÃO INTEGRADA PESSOAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃ ÇÃO O QUE O MUNDO TEM A VER COM MARKETING?

BEM VINDOS ALUNOS DA GRADUAÇÃ ÇÃO. GESTÃO INTEGRADA PESSOAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃ ÇÃO O QUE O MUNDO TEM A VER COM MARKETING? BEM VINDOS ALUNOS DA TURMA DE PÓS-GRADUA P GRADUAÇÃ ÇÃO. GESTÃO INTEGRADA PESSOAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃ ÇÃO PROF. PAULO NETO FIB - 2011 O QUE O MUNDO TEM A VER COM MARKETING? O QUE EU TENHO A VER COM

Leia mais

Disciplina: Administração de Marketing. Contextualização

Disciplina: Administração de Marketing. Contextualização Disciplina: Administração de Marketing Contextualização Ementa Objetivos gerais O marketing está presente em todos os lugares e na vida de todas as pessoas que representem os papéis de vendedores ou compradores.

Leia mais

*Capítulo 3 (Russel & Norvig)

*Capítulo 3 (Russel & Norvig) *Capítulo 3 (Russel & Norvig) 1 Estratégias de busca sem informação Busca em largura Busca de custo uniforme (menor custo) Busca em profundidade Busca em profundidade limitada Busca de aprofundamento iterativo

Leia mais

Gestão de Produto. Responsável pelo Conteúdo: Prof. Dr.Gleber Antonio de Paula. Revisão Textual: Profa. Esp. Alessandra Fabiana Cavalcante

Gestão de Produto. Responsável pelo Conteúdo: Prof. Dr.Gleber Antonio de Paula. Revisão Textual: Profa. Esp. Alessandra Fabiana Cavalcante Gestão de Marketing Gestão de Produto Responsável pelo Conteúdo: Prof. Dr.Gleber Antonio de Paula Revisão Textual: Profa. Esp. Alessandra Fabiana Cavalcante Unidade Gestão de Produto Nesta unidade, trabalharemos

Leia mais

WORKSHOP MUDANÇAS DA ISO IEC 17025:2017. Maria Helena Savino

WORKSHOP MUDANÇAS DA ISO IEC 17025:2017. Maria Helena Savino WORKSHOP MUDANÇAS DA ISO IEC 17025:2017 Maria Helena Savino AULA 3 GESTÃO DE RISCOS PERIGO Situação em que se encontra, sob ameaça, a existência ou a integridade de uma pessoa, um animal, um objeto,

Leia mais

GESTÃO DE SERVIÇOS PROFESSORA: WANESSA PAZINI

GESTÃO DE SERVIÇOS PROFESSORA: WANESSA PAZINI GESTÃO DE SERVIÇOS PROFESSORA: WANESSA PAZINI A Função de Operações A função de operações de uma organização é responsável por produzir seus produtos ou serviços. Um sistema de operações de uma empresa,

Leia mais

CRM. Customer Relationship Management

CRM. Customer Relationship Management CRM Customer Relationship Management 1 CRM Uma estratégia de negócio para gerenciar e otimizar o relacionamento com o cliente a longo prazo 2 Mercado 3 CRM Uma ferramenta de CRM é um conjunto de processos

Leia mais

Gerenciamento da Qualidade

Gerenciamento da Qualidade Gerenciamento da Qualidade Aula 09 Prof. Ewerton Monti Objetivo principal das empresas: Satisfação das necessidades das pessoas. Incluindo consumidores, empregados, acionistas, sociedade, fornecedores

Leia mais

TÉCNICAS DE VENDAS. O Concurso. - Último concurso. - Características da banca. - Objeto de estudo da disciplina

TÉCNICAS DE VENDAS. O Concurso. - Último concurso. - Características da banca. - Objeto de estudo da disciplina O Concurso - Último concurso - Características da banca - Objeto de estudo da disciplina EDITAL TÉCNICAS DE VENDAS: Noções de administração de vendas: planejamento, estratégias, objetivos; análise do mercado,

Leia mais

Bureau Veritas. NP 4510:2014 Actividades de enriquecimento curricular e apoio à familia. Ricardo Lopes Ferro. 09 Fevereiro 2015

Bureau Veritas. NP 4510:2014 Actividades de enriquecimento curricular e apoio à familia. Ricardo Lopes Ferro. 09 Fevereiro 2015 NP 4510:2014 Actividades de enriquecimento curricular e apoio à familia Ricardo Lopes Ferro 09 Fevereiro 2015 NP 4510:2014 Actividades de enriquecimento curricular e apoio à familia Enquadramento Como

Leia mais

Computação Distribuída

Computação Distribuída Aula 1 Introdução aos Sistemas Distribuídos Anos 50 - Sistemas Operacionais tipo Lote Aumentar a capacidade de processamento de programas Usuário ia ao computador Processamento Seqüencial Leitoras de cartões

Leia mais

OMNI-CHANNEL: como entregar uma experiência consistente em todos os canais de atendimento

OMNI-CHANNEL: como entregar uma experiência consistente em todos os canais de atendimento OMNI-CHANNEL: como entregar uma experiência consistente em todos os canais de atendimento Sumário Introdução... 03 Afinal, o que é Omni-Channel?... 06 Quais são as suas vantagens?... 09 Como entregar uma

Leia mais

TRABALHADOR. Relações profissionais Com investimentos. Empresa Lucro. Relação de domínio. Perda do Cliente Processos trabalhistas Gastos

TRABALHADOR. Relações profissionais Com investimentos. Empresa Lucro. Relação de domínio. Perda do Cliente Processos trabalhistas Gastos TRABALHADOR Relações profissionais Com investimentos Empresa Lucro Relação de domínio Perda do Cliente Processos trabalhistas Gastos RECRUTAMENTO, SELEÇÃO E TREINAMENTO ETAPAS: Recrutamento Divulgue a

Leia mais

RAD Desenvolvimento de Sistemas de Informação

RAD Desenvolvimento de Sistemas de Informação RAD1604 - Desenvolvimento de Sistemas de Informação Prof. Ildeberto A. Rodello [email protected] Profa. Silvia Dallavalle de Pádua [email protected] 1 Bibliografia p LAUDON, K. C; LAUDON,

Leia mais

Modelo SESI de Sustentabilidade no Trabalho

Modelo SESI de Sustentabilidade no Trabalho Modelo SESI de Sustentabilidade no Trabalho O QUE É O MODELO O Modelo SESI de Sustentabilidade no Trabalho é uma ferramenta de diagnóstico e auto-avaliação que propõe às indústrias brasileiras uma reflexão

Leia mais

PRINCÍPIOS DA GESTÃO PARA A EDUCAÇÃO

PRINCÍPIOS DA GESTÃO PARA A EDUCAÇÃO PRINCÍPIOS DA GESTÃO PARA A EDUCAÇÃO Prof. Dr. Bernardo Meyer Departamento de Ciências da Administração - CAD Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO - A educação vive um processo

Leia mais

A Empresa Criadora do Conhecimento

A Empresa Criadora do Conhecimento A Empresa Criadora do Conhecimento A Empresa Criadora do Conhecimento 7 DIMENSÕES DA GESTÃO DO CONHECIMENTO (TERRA, 2000) 1.Alta administração: definição dos campos de conhecimento que deverão ter prioridade

Leia mais

Prof. Janderson Barros

Prof. Janderson Barros Países com um pequeno, território uma pequena população e praticamente agrário na década de 1950; Lembre-se que estamos no recorte históricogeográfico denominado de Guerra-Fria (1945-1989) Mundo bipolar-

Leia mais

Gestão da Produção Logística

Gestão da Produção Logística UNIESP Campus Butantã Gestão da Produção Logística LOGÍSTICA EMPRESARIAL SUPPLY CHAIN MANAGEMENT GESTÃO DE DEPÓSITOS OPERADOR LOGÍSTICO ORGANIZAÇÃO PAULISTANA EDUCACIONAL E CULTURAL FACULDADE DE EDUCAÇÃO

Leia mais

Módulo 3 Indícios de 5S, etapas para implantação do 5S e exercícios

Módulo 3 Indícios de 5S, etapas para implantação do 5S e exercícios Módulo 3 Indícios de 5S, etapas para implantação do 5S e exercícios Indícios para 5S 2. Odor 3. Ruído TEMA 1. Iluminação 4. Vibração 5. Temperatura 6. Pó e poeira 7. Material tóxico, volátil e/ou explosivo

Leia mais

MARKETING DE RELACIONAMENTO

MARKETING DE RELACIONAMENTO MARKETING DE RELACIONAMENTO CRM Customer Relationship Management O que é? É a junção do Marketing com a Tecnologia da Informação, com o objetivo de prover meios EFICAZES e PRODUTIVOS de reconhecer, atender

Leia mais

Acreditação. Acreditação

Acreditação. Acreditação Acreditação Acreditação 1621132 - Produzido em Abril/2011 Acreditação Rumo ao processo de Acreditação Hospitalar e gestão da melhoria contínua, é importante salientar as principais diferenças entre licenciamento,

Leia mais

Palestra ACICG - Campo Grande PROF.: ALEXANDRE HENRIQUE SOUZA. Quem quer dinheiro? Percepções. Pense em

Palestra ACICG - Campo Grande PROF.: ALEXANDRE HENRIQUE SOUZA. Quem quer dinheiro? Percepções. Pense em Palestra ACICG - Campo Grande PROF.: ALEXANDRE HENRIQUE SOUZA 1 Quem quer dinheiro? Percepções Pense em uma flor? 1 Percepções Pense em uma flor? Níveis Lógicos em PNL Fatos Significados Emoções Crenças

Leia mais

1. O atendimento bancário pode ser classificado como

1. O atendimento bancário pode ser classificado como Marketing Rebecca Guimarães 1. O atendimento bancário pode ser classificado como um tipo específico de SERVIÇO. Como tal, apresenta uma série de características que posicionam esse produto nessa categoria.

Leia mais

Como conquistar novos Clientes??

Como conquistar novos Clientes?? Como conquistar novos Clientes?? 2 DEMONSTRAÇÃO É a Base de seu negócio = construir negócio sólido e formar time Sua atitude determina sua altitude Atitude e Ação A primeira decisão = Saber quantos agendamentos

Leia mais

QUATRO ESTRATEGIAS MATADORAS PARA GERENCIAR SEUS LEADS E AUMENTAR SUAS VENDAS. Melhor do que divulgar é se comunicar - Figueiredo

QUATRO ESTRATEGIAS MATADORAS PARA GERENCIAR SEUS LEADS E AUMENTAR SUAS VENDAS. Melhor do que divulgar é se comunicar - Figueiredo QUATRO ESTRATEGIAS MATADORAS PARA GERENCIAR SEUS LEADS E AUMENTAR SUAS VENDAS Melhor do que divulgar é se comunicar - Figueiredo Se você não está seguindo essas 4 dicas, você provavelmente está perdendo

Leia mais

GESTÃO Marketing 5.2-Segmentação, escolha de segmentos de mercado alvo (targeting) e posicionamento

GESTÃO Marketing 5.2-Segmentação, escolha de segmentos de mercado alvo (targeting) e posicionamento GESTÃO 5. - Marketing 5.2-Segmentação, escolha de segmentos de mercado alvo (targeting) e posicionamento Os mercados e o marketing foram encarados com visões distintas ao longo do tempo Marketing de massas

Leia mais

Qual o sentido da vida? Afinal de contas, porque motivo estou aqui?

Qual o sentido da vida? Afinal de contas, porque motivo estou aqui? Qual o sentido da vida? Afinal de contas, porque motivo estou aqui? PERSPECTIVA TERRENA SOU UM PRODUTO DO ACASO EU GANHAR, TER, OSTENTAR, ETC... Qual o sentido da vida? Afinal de contas, porque motivo

Leia mais

Aula 6 Estudo de Viabilidade

Aula 6 Estudo de Viabilidade Aula 6 Estudo de Viabilidade O que é um estudo de viabilidade? O que estudar e concluir? Benefícios e custos Análise de custo/benefício Alternativas de comparação Atividade Estudo de Viabilidade Projetos

Leia mais