GUIA DOS MÉTODOS DE REFERÊNCIA
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- Amália Dina Almada Godoi
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1 GUIA DOS MÉTODOS DE REFERÊNCIA MICROBIOLOGIA PARA ÁGUA
2 BIOKAR Diagnóstico coloca o seu conhecimento à sua disposição para fornecer soluções simples e rápidas para atender suas necessidades. Os laboratórios de microbiologia devem obedecer os critérios regulamentares que estão em constante evolução, e é por isso que nós oferecemos este guia de métodos de referência para ajudálo diariamente na aplicação das normas às suas atividades. C: SUMÁRIO: E: Coliformes e coliformes termorresistentes Pesquisa e Contagem Página 3 (Semeadura em meio líquido NPP) Enterococcus intestinais Pesquisa e Contagem Página 4 (Semeadura em meio líquido NPP) Enterococcus intestinais Pesquisa e Contagem Página 4 (Filtração por membrana) Escherichia coli e coliformes Pesquisa e Contagem Página 5 (Filtração por membrana) Escherichia coli e coliformes Pesquisa e Contagem Página 6 (Semeadura em meio líquido NPP) L: Legionella spp. e Legionella pneumophila Pesquisa e Contagem Página 7 (Semeadura direta depois de concentração por centrifugação ou filtração por membrana) Legionella Pesquisa e Contagem Página 8 (Filtração direta por membrana) M: Microrganismos viáveis Contagem Página 8 P: Pseudomonas aeruginosa Pesquisa e Contagem Página 9 (Filtração direta por membrana)
3 S: Salmonella spp. Pesquisa Página 1011 Esporos de bactérias anaeróbicas sulfitoredutase e Clostridium sulfitoredutase Pesquisa e Contagem Página 12 Esporos de microrganimos anaeróbicos sulfitoredutase (Clostridia) (Enriquecimento Pesquisa e Contagem Página 13 em meio líquido) Esporos de microrganimos anaeróbicos sulfitoredutase (Clostridia) (Filtração por Pesquisa e Contagem Página 13 membrana) Staphylococcus patogênico Pesquisa e Contagem Página 1415 (Filtração direta por membrana) ANEXOS: Anexo A: Outras normas de microbiologia para água. Anexo B: Testes para água. Anexo C: Métodos alternativos rápidos para a microbiologia da água. Para maiores informações, entre em contato com a gente.
4 NF T T90413 Pesquisa e Contagem de Coliformes e Coliformes Termorresistentes Métodos gerais para semeadura em meio líquido (Outubro 1985) Princípios: Semeadura da amostra para ensaio recolhida em tubos de meio presuntivo. Incubação à 30,0 ± 1ºC por 24 à 48 horas. Repique dos tubos que apresentam um aspecto turvo e presença de gás nos tubos de confirmação. Incubação à 37,0 ± 1ºC por 48 horas para coliformes e 44,0 ± 0,5ºC para coliformes termorresistentes. Diluente Solução de Ringer Solução de RINGER à 1/4 BR tablets Água destilada Água destilada estéril BM tubos de 18 ml Caldo Lactose Caldo Lactose ou BCP BK119HA frasco 500g (2) Meios presuntivos (1) Caldo Lauril Sulfato de Sódio Caldo LaurilSulfato Triptose BK010HA frasco 500g BM tubos 10 ml, com Duhran (concentração simples) BM tubos 10 ml, com Duhran (concentração dupla) Meios de confirmação (1) Caldo Bile Lactose ou Verde Brilhante Caldo Bile Lactose ou Verde Brilhante (BLBVB) BK002HA frasco 500g BM tubos 10 ml, com Duhran Meio de Schubert (modificado por Fennel) (3) (1) Ou à escolha do microbiologista. (2) A triptona é uma peptona obtida por digestão pancreática da caseína. (3) Para a pesquisa dos coliformes termorresistentes.
5 NF EN ISO T90432 Pesquisa e Contagem de Enterococcus Intestinais das águas de superfície e residuais Parte 1: Método resumido (NPP) para semeadura em meio líquido (Março 1999) Princípios: Semeadura da amostra diluída em microplaca contendo o meio de cultura desidratado. Incubação à 44,0 ± 0,5ºC por 36 à 72 horas. Análise sob radiação UV em 366 ηm. Diluente Diluente especial (DS) Sal marinho sintético BR00308 frasco 100g BM tubos 18 ml Água destilada Água destilada estéril BM tubos de 18 ml Meio de cultura (MUD/SF) Solução A Solução B Solução C Microplaca MUG/SF BT placas opacas Solução D NF EN ISO T90416 Pesquisa e Contagem de Enterococcus Intestinais Parte 2: Método de filtração por membrana (Agosto 2000) Princípios: Filtração da amostra por membrana e transferência desta membrana para o meio seletivo. Incubação à 36,0 ± 2ºC por 44 ± 4 horas. Confirmação das colônias características por transferência da membrana para um ágar préaquecido à 44ºC e incubação à 44,0 ± 0,5ºC por 2 horas. Diluente Água destilada Água destilada estéril BM tubos de 18 ml Meio seletivo Meio de base Meio de Slanetz e Bartley Ágar de SLANETZ e BARTLEY (base) BK129HA frasco 500g Solução TTC Suplemento TTC 12,5 mg BS flaconetes Suplemento TTC 50 mg BS flaconetes Meio completo Ágar de SLANETZ e BARTLEY BK037HA frasco 500g BM placas de Ø 55 mm BM placas de Ø 55 mm Meio de confirmação Ágar bile esculina e azida Ágar BEA BM flaconetes 100 ml
6 NF EN ISO T90414 Pesquisa e Contagem de Escherichia coli e coliformes Parte 1: Método de filtração por membrana (Setembro 2000) Princípios: Filtração da amostra por membrana. Para a amostra padrão, transferir a membrana para o ágar lactose ou TTC com heptadecil sulfato de sódio Incubação à 36,0 ± 2ºC por 21 ± 3 horas. Para o ensaio rápido, transferir a membrana para o ágar caseína de soja e incubar à 36,0 ± 2ºC por 4 à 5 horas, em seguida transferir a membrana para o meio TSA e incubar à 44,0 ± 0,5ºC por 19 à 20 horas. Confirmação das colônias características por pesquisa de oxidase e produção de indol. (1) A triptona é uma peptona obtida por digestão pancreática da caseína.
7 NF EN ISO T90433 Pesquisa e Contagem de Escherichia coli e de coliformes das águas de superfície e residuais Parte 2: Método resumido (NPP) para semeadura em meio líquido (Março 1999) Princípios: Semeadura da amostra diluída em microplaca contendo o meio de cultura desidratado. Incubação à 44,0 ± 0,5ºC por 36 à 72 horas. Análise sob radiação UV em 366 ηm. Diluente Diluente especial (DS) Sal marinho sintético BR00308 frasco 100g BM tubos 18 ml Água destilada Água destilada estéril BM tubos de 18 ml Meio de cultura (MUD/EC) Meio MUG/EC Microplaca MUG/EC BT placas opacas
8 NF T T90431 Pesquisa e Contagem de Legionella spp. e de Legionella pneumophila Método para semeadura direta e depois concentração por filtração por membrana ou centrifugação (Setembro 2003) Princípios: Semeadura da amostra direta em meio seletivo. Em paralelo, preparação de um concentrado por filtração por membrana com ressuspensão por raspagem ou por ultrassom, ou por centrifugação com a recuperação do pelete num volume pequeno. Descontaminação do concentrado, uma parte por tratamento térmico e a outra por tratamento ácido (1). Semeadura e depois descontaminação do concentrado por meio seletivo. Incubação por 8 à 10 dias à 36,0 ± 2ºC. Realçar a Legionella por repique para pesquisa de bactérias que requerem Lcisteína. Realização de testes imunológicos para pesquisa de Legionella pneumophila. (1) para água suja, a combinação dos dois tratamentos. (2) A triptona é uma peptona obtida por digestão pancreática da caseína.
9 NF EN ISO T90430 Pesquisa e Contagem de Legionella Parte 2: Método de filtração direta por membrana para águas com baixa carga bacteriana (Julho 2008) Princípios: Filtração da amostra por membrana e tratamento do filtro com tampão ácido. Transferência do filtro para meio seletivo e incubação à 36,0 ± 2ºC por pelo menos 10 dias. Confirmação por repique para a pesquisa de bactérias exigentes de Lcisteína e ferro. Reativo Tampão ácido Meio GVPC Meio completo Ágar seletivo GVPC para Legionella BM placas de Ø 90 mm Meios BCYE α Meio BCYE α sem Lcisteína Meio BCYE α sem antibiótico Ágar BCYE α sem Lcisteína BM placas de Ø 90 mm Ágar BCYE α com Lcisteína BM placas de Ø 90 mm NF EN ISO 6222 T90401 Contagem de microrganismos viáveis Contagem de colônias por semeadura em ágar nutritivo (Julho 1999) Princípios: Semeadura em profundidade em meio não seletivo. Incubação à 36,0ºC por 44 horas e paralelamente à 22,0ºC por 68 horas. Diluente Se refere à norma NF EN ISO 8199 Meio de cultura Ágar com extrato de levedura Ágar Contagem de Placa (PCA) sem glicose BK153HA frasco 500g BM flaconetes 200 ml
10 NF EN ISO T90419 Detecção e Contagem de Pseudomonas aeruginosa Método de filtração por membrana (Agosto 2008) Princípios: Filtração da amostra por membrana ou de uma diluição da amostra. Transferência da membrana para meio seletivo e i ncubação à 36,0 ± 2ºC e leitura em 22 ± 2 horas e 44 ± 4 horas Confirmação das colônias suspeitas por pesquisa de oxidase e teste de fluorescência. Meio de cultura Ágar base para Pseudomonas (Ágar CN) Ágar CN para Pseudomonas BK165HA frasco 500g (1) BM placas de Ø 55 mm Meios e reagente de confirmação Meio de King B Caldo de Acetamida Ágar KING B BM tubos 7 ml Caldo de Acetamida BM tubos 5 ml Ágar Nutritivo Ágar Nutritivo à 2,5% BM tubos 18 ml (2) Reagente para a pesquisa de oxidade Reagente de Nessler (1) O meio desidratado necessita da adição de 10 ml de glicerol por litro de meio ágar base. (2) A triptona é uma peptona obtida por digestão pancreática da caseína.
11 NF ISO T90435 Pesquisa de Salmonella spp. (Outubro 2010) Princípios: Préenriquecimento à 36,0 ± 2ºC por 18 ± 2 horas. (1) Enriquecimento em caldo RappaportVassiliadis com soja à 41,5 ± 1ºC e caldo MüllerKauffmann tetrationatonovobiocina à 37,0 ± 1ºC por 24 ± 3 horas. Para a detecção de Salmonella com crescimento lento, incubação do caldo RappaportVassiliadis com soja por 24 ± 3 horas adicionais. Isolamento em meio XLD à 36,0 ± 2ºC por 24 ± 3 horas e em um segundo meio à escolha do laboratório. Confirmação por testes bioquímicos e sorológicos apropriados. Meio de préenriquecimento Água peptonada tamponada (EPT) EPT (20g/L) (2) BK131HA frasco 500g BK131GC embalagem 5 Kg EPT (25,5g/L) (3) BK018HA frasco 500g BK018GC embalagem 5 Kg BM flaconetes 225 ml BM tubos 9 ml BM flaconetes 90 ml BM embalagens 3 L BM embalagens 5 L Meio base Caldo Rappaport Vassiliadis de soja (RVS) Primeiro meio de enriquecimento Solução B Solução C Meio completo Caldo RAPPAPORTVASSILIADIS Soja (RVS) BK148HA frasco 500g BM tubos 10 ml (4) Segundo meio de enriquecimento Caldo MullerKauffamann tetrationato novobiocina (MKTTn) (base) Solução iodoiodeto Caldo MULLERKAUFFMANN tetrationato novobiocina (base MKTTn sem iodo, novobiocina) BK169HA frasco 500g Caldo MULLERKAUFFMANN tetrationato novobiocina (base MKTTn sem iodo) BK208HA frasco 500g (5) Solução de novobiocina Suplemento Seletivo Novobiocina 10 mg BS flaconetes qsp 250 ml Suplemento Seletivo Novobiocina 40 mg BS flaconetes qsp 1 L
12 Meio de isolamento Meio completo Caldo MULLERKAUFFMANN tetrationato novobiocina (pronto para uso) BM tubos 10 ml Ágar Xilose Lisina Desoxicolato (Ágar XLD) (6) Ágar Nutritivo Ágar XLD (ISO 6579) BK168HA frasco 500g BM placas de Ø 90 mm Ágar Nutritivo à 2% BK185HA frasco 500g BM tubos 18 ml Ágar Nutritivo à 2,5% BM tubos 18 ml Equivalente Reagente de confirmação Ágar férrico com três açúcares (TSI) Meio base Ágar com uréia (Christensen) Ágar TSI BK059HA frasco 500g (5) (7) Solução de uréia Meio de descarboxilação da L lisina Caldo Selenito Cistina (1) volumes maiores podem ser concentrados através de filtração por membrana, depois esta membrana é transferida para a água peptonada tamponada. (2) fórmula incluindo 90,0 g/l de fosfato dissódico (dodecaidratado) (massa molar 358,14) (3) fórmula incluindo 3,56 g/l de fosfato dissódico anidro (massa molar 141,96) (4) fórmula incluindo cloreto de magnésio anidro em vez da forma hexaidratada descrita. (5) a triptona é uma peptona obtida por digestão pancreática da caseína. (6) suas qualidades intrínsecas serão complementares às do ágar XLD e permitirem a detecção de Salmonella lactose + (que compreende typhi e paratyphi). (7) taxa de triptona de 14,0 g/l, ao invés de peptona (20) descrita.
13 NF T90415 T90415 Pesquisa e Contagem dos esporos de bactérias anaeróbicas sulfitoredutase e de Clostridium sulfitoredutase Método geral para incorporação em ágar em tubos profundos (Outubro 1985) Princípios: Destruição das formas vegetativas por aquecimento adequado da amostra. Semeadura em meio seletivo e incubação sob anaerobiose à 37,0 ± 1ºC por 24 e/ou 48 horas. Caracterização do Clostridium a partir das colônias isoladas. Diluente Solução de Ringer Solução de RINGER à 1/4 BR tablets Água destilada Água destilada estéril BM tubos de 18 ml Meios e reagentes para a detecção de esporos de bactérias anaeróbicas sulfitoredutase Meios e reagentes para a identificação dos esporos de Clostridium sulfitoredutase Ágar glicose carne de fígado Sulfito de sódio Sais de ferro Meio base Ágar TriptoseSulfito Dcicloserina Solução de Dcicloserina Caldo glicose carne de fígado Ágar glicose carne de fígado BK157HA frasco 500g Ágar TSC (base) BK031HA frasco 500g BM tubos 20 ml BM frascos 200 ml Suplemento Seletivo D cicloserina 200 mg BS flaconetes qsp 500 ml (1) Peróxido de hidrogênio (1) o texto normativo contem um erro de composição (ausência de ágar): presença de triptona no lugar da Triptose preconizada.
14 NF EN / ISO T90434 Pesquisa e Contagem dos esporos de microorganismos anaeróbicos sulfito redutase (Clostridia) Parte 1: Método para enriquecimento em meio líquido (Julho 1993) Princípios: Inoculação em meio líquido de enriquecimento. Incubação sob anaerobiose à 37,0 ± 1ºC por 44 ± 4 horas. Diluente Se refere à norma NF EN ISO 8199 Meio reforçado especial para clostridia (DRCM) Meio de base concentração simples Meio de base concentração dupla Sulfito de sódio, solução à 4% (m/m) Citrato e ferro III, solução à 7% (m/m) NF EN / ISO T90417 Pesquisa e Contagem dos esporos de microorganismos anaeróbicos sulfito redutase (Clostridia) Parte 1: Método por filtração por membrana (Julho 1993) Princípios: Filtração da amostra por membrana e transferência para meio seletivo. Incubação à 37,0 ± 1ºC e por 20 ± 2 horas e 44 ± 4 horas. Ágar ferro sulfito (1) Meio base Ágar Nutritivo Ágar Nutritivo à 2% BK185HA frasco 500g BM tubos 18 ml Ágar Nutritivo à 2,5% BM tubos 18 ml Equivalente Sulfito de sódio, solução Sulfito de ferro III, solução Outro meio seletivo (1) Ágar Sulfitotriptose Ágar TSC (base) BK031HA frasco 500g BM tubos 20 ml BM frascos 200 ml (2) (1) à escolha do laboratório (2) o texto normativo contém um erro de composição (ausência de ágar): presença de triptona no lugar da Triptose preconizada.
15 XP T T90412 Pesquisa e Contagem de Staphylococcus patogênicos Método de filtração por membrana (Junho 2006) Princípios: Filtração da amostra por membrana e transferência da mesma para meio seletivo. Incubação à 36,0 ± 2ºC e por 44 ± 4 horas. Confirmação pelo teste da coagulase ou pelo teste da aglutinação em latex ou por exame microbiológico. Meio de cultura Meio de Chapman com manitol Meio base Ágar Baird Parker Solução de telurito de potássio Emulsão de gema de ovo Meio completo Solução de sulfametazina (2) Meio base Ágar com plasma de coelho e fibrinogênio (RPF) Ágar CHAPMAN com manitol BK030HA frasco 500g BM placas de Ø 55 mm Ágar BAIRDPARKER (base) BK055HA frasco 500g BK055GC embalagem 5 Kg Emulsão de gema de ovo e telurito de potássio BS fraconetes 50 ml Ágar BAIRDPARKER gema de ovo telurito BM placas de Ø 90 mm BM placas de Ø 90 mm Suplemento Seletivo Sulfametazina 25 mg BS flaconetes qsp 500 ml Ágar BAIRDPARKER (base) BK055HA frasco 500g BK055GC embalagem 5 Kg (1) (1) (1) (2) Meio de cultura e/ou confirmação (3) Solução de telurito de potássio Solução de fibrinogênio bovino Solução de plasma de coelho e inibidor de tripsina Suplemento Seletivo Coelho Fibrinogênio BS flaconetes qsp 100 ml BS03808 flaconete qsp 500 ml Meio completo Ágar BAIRDPARKER BM placas de Ø 90 mm BM placas de Ø 55 mm Ágar BAIRDPARKER (KIT) BT flaconetes 90 ml base + 6 flaconetes adicionais BT flaconetes 190 ml base + 6 flaconetes adicionais Meio de confirmação Caldo cérebro coração (BCC) Caldo Cérebro Coração BK015HA frasco 500g Plasma de coelho Plasma de coelho liofilizado BR flaconetes para 20 reações
16 Reagente de confirmação Reagente para teste de aglutinação com latex (1) a triptona é uma peptona obtida por digestão pancreática da caseína. (2) adição facultativa, justificada pela suspeita da presença de Proteus. (3) ambiente favorável às águas susceptíveis a serem contaminadas por uma outra flora que possa mascarar as colônias pesquisadas.
17 ANEXO A: outras normas de referência em microbiologia da água Enterovírus (concentração por lã de vidro e detecção por cultura celular) Enterovírus humano (cultura celular pelo método das placas) Detecção e contagem de bacteriófagos Parte 1: Contagem dos bacteriófagos ARN F específicos. Detecção e contagem de bacteriófagos Parte 2: Contagem dos colifagos somáticos. Pesquisa e contagem dos oocistos de Cryptosporidium e de cistos de Giardia. Legionella e/ou Legionella pneumophila (PCR) Pesquisa XP T T Março 1996 Pesquisa NF EN T Janeiro 2005 Contagem NF EN ISO T Outubro 2001 Contagem NF EN ISO T Outubro 2001 Pesquisa e Contagem Detecção e quantificação NF T90455 T Julho 2001 NF T T Abril 2010
18 ANEXO B: testes para água. Diretrizes gerais para a contagem de microrganismos por meio de cultura Medida do índice de substâncias ativas com azul de metileno (SABM) método para análise em fluxo contínuo (CFA) NF EN ISO 8199 T Dezembro 2007 NF EN ISO T Maio 2012 Determinação de ph NF EN ISO T Maio 2012 Exames bacteriológicos dos recipientes e sistemas de armazenamento destinados ao acondicionamento da água PR NF T T Fevereiro 1992 Exame bacteriológico das águas de piscina NF T T Julho 2006 Guia de amostragem para análise da qualidade da água do meio ambiente Parte 1: amostragem de águas superficiais. Guia de amostragem para análise da qualidade da água do meio ambiente Parte 2: amostragem de água residual. Guia de amostragem para análise da qualidade da água do meio ambiente Parte 3: amostragem de águas subterrâneas. Diretrizes para a validação dos métodos microbiológicos. Controle de qualidade dos meios de cultura Emenda A1 Emenda A2 Critérios para estabelecer equivalência entre os métodos microbiológicos. FD T T Fevereiro 2008 FD T T Fevereiro 2008 FD T T Janeiro 2008 FD ENV ISO T Outubro 2001 NF T NF T 90461/A1 NF T 90461/A2 T T 90461/A1 T 90461/A2 Julho 2001 Junho 2005 Maio 2007 NF EN ISO T Dezembro 2004 Amostragem para análises microbiológicas. NF EN ISO T Outubro 2006
19 NF EN ISO 8199 T90400 Diretrizes gerais para a contagem de microrganismos por meio de cultura (Janeiro 2008) Princípio: semeadura de um volume comum de amostra de água, em concordância com o protocolo da metodologia escolhida em função da origem da água e do microrganismo pesquisado. Diluente Solução salina Água peptonada Água peptonada BM embalagens 5 L (1) Solução peptonada salina Saltriptona BK014HA frasco 500g BM tubos 9 ml BM frascos 90 ml BM embalagens 3 L (1) Solução de Ringer, ¼ de concentração Solução de RINGER à 1/4 BR tablets Água destilada estéril BM tubos 18 ml Solução tampão fosfato (1) a triptona é uma peptona obtida por digestão pancreática da caseína.
20 PR NF T T90425 Exames bacteriológicos dos recipientes e sistemas de armazenamento destinado ao acondicionamento da água (Fevereiro 1992) Princípios: Enxaguar com um diluente, então cultivar a suspensão obtida após a filtração por membrana, ou para os recipientes transparentes incorporar diretamente os microrganismos viáveis. Enxaguar com um diluente, então cultivar a suspensão obtida após a filtração por membrana. Incubação: 20,0 ± 2ºC por 5 dias para contagem de microrganismos viáveis. 37,0 ± 1ºC por 24 e 48 horas para contagem de coliformes (1). 44,0 ± 0,5ºC por 24 e 48 horas para contagem de coliformes termorresistentes (2). Diluente (3) Água destilada Solução de Ringer, ¼ de concentração Água destilada estéril BM tubos 18 ml Solução de RINGER à 1/4 BR tablets Meio de Cultura Ágar para a contagem de microrganismos viáveis (4) Ágar Contagem de Placa (PCA) BK144HA frasco 500g BK144GC embalagem 5 Kg BM flaconetes 100 ml BM flaconetes 200 ml (5) Ágar Lactose BCP Ágar Lactose BCP BK023HA frasco 500g (5) (1) se refere à norma NF T (2) se refere à norma NF T (3) no caso de análise frascos lavados, para inibir a influência de desinfetantes halogenados, adicionar 0,16g de tiossulfato de sódio por litro de diluente. (4) no caso de análise frascos lavados, para inibir a influência de desinfetantes halogenados, adicionar 1g de tiossulfato de sódio por litro de ágar. (5) a triptona é uma peptona obtida por digestão pancreática da caseína.
21 ANEXO C: Método rápido alternativo em microbiologia da água. Método COMPASS Ecc Ágar: Método de referência: NF EN ISO 93081, página 6. Método de contagem de Escherichia coli e coliformes através de filtração por membrana das águas de consumo humano. Princípios: filtração por membrana de um volume de amostra. transferência da membrana para o COMPASS Ecc Ágar e incubar à 36 ± 2ºC por 24 ± 3 horas. Colônias características: de azul à púrpura que pode ser rodeada por um halo rosa. Colônias características: cor rosa. Meio Seletivo COMPASS Ecc Ágar frasco 500g BK202HA COMPASS Ecc Ágar 20 placas de Ø 90 mm BM15308
22 ANEXO D: Lista dos principais meios de cultura para a microbiologia da água. PRODUTO Ágar Seletivo Legionella segundo NEN Ágar extrato de levedura carvão tamponado (BCYE) segundo NEN Ágar extrato de levedura carvão tamponado sem Lcisteína (BCYE) segundo NEN Ágar Bismuto Sulfito Caldo SelenitoCistina Ágar Púrpura Bromocresol Lactose Ágar Triptona Sulfito Cicloserina (TSC) Ágar SLANETZ e BARTLEY Ágar EMB (Levine) Ágar XLD (Xilose Lisina Desoxicolato) Ágar Hektoen Entérico Caldo Lactose Ágar Verde Brilhante Ágar Tergitol 7 Caldo Peptona tamponada com NaCl ph 7,0 APRESENTAÇÃO BM placas de Ø 90 mm BM placas de Ø 90 mm BM placas de Ø 90 mm BK004HA frasco 500g BK009HA frasco 500g BK023HA frasco 500g BM flaconetes 200 ml BM tubos 20 ml Meio base desidratado (s/ Dcicloserina) BK031HA frasco 500g Suplemento Seletivo Dcicloserina 200 mg BS00608 kit com 10 frascos Emulsão gema de ovo BS frascos 50 ml Meio completo préenvazado BM placas de Ø 55 mm BM placas de Ø 55 mm Meio desidratado (completo) BK037HA frasco 500g Meio desidratado (base, s/ TTC) BK129HA frasco 500g Suplemento Seletivo TTC 50 mg BS frascos qsp 500 ml BK056HA frasco 500g BK058HA frasco 500g BK067HA frasco 500g BM unidades Ø 90 mm BK082HA frasco 500g BK091HA frasco 500g Meio completo préenvazado BM placas de Ø 55 mm BM placas de Ø 55 mm Meio base desidratado (s/ TTC) BK123HA frasco 500g Suplemento Seletivo TTC 12,5 mg BS02608 embalagem com 10 frascos BK128HA frasco 500g
23 Caldo MüllerKauffmann Caldo RappaportVASSILIADIS Ágar RoseGal BCIG Caldo RappaportVASSILIADIS Soja (RVS) Ágar Bile Vermelho Violeta (VRBL) Caldo CN para Pseudomonas Ágar BAIRDPARKER RPF pronto para uso Caldo Acetamida Ágar King B Meio pronto para uso (completo, c/ iodo e novobiocina BM tubos 10 ml Meio base desidratado (s/iodo nem novobiocina) BK10608 frasco 500g Suplemento Seletivo Novobiocina 10 mg BS03308 embalagem com 10 frascos Suplemento Seletivo Novobiocina 40 mg BS05608 embalagem com 8 frascos BK136HA frasco 500g BK142HM frasco 100g BK142HA frasco 500g Meio pronto para uso BM tubos 10 ml Meio desidratado BK148HA frasco 500g Meio pronto para uso BM flaconetes 100 ml BM flaconetes 200 ml Meio desidratado BK152HA frasco 500g Suplemento Seletivo MUG 50 mg BS02408 embalagem com 10 frascos Meio completo préenvazado BM placas de Ø 55 mm Meio base desidratado (s/ glicerina) BK165HA frasco 500g BM placas de Ø 90 mm BM tubos 5 ml BM tubos 7 ml
24 Apresentações A) Ágar: PRONTO: Placas de Petri (ainda não disponíveis no Brasil): Pacote com 120 unidades de Ø 55 e 90 mm; Pacote com 20 unidades de Ø 55 e 90 mm; Pacote com 10 unidades de Ø 55 e 90 mm. PRONTO PARA SOLUBILIZAR: Flaconetes (ainda não disponíveis no Brasil):: 10 flaconetes de 100 ml; 10 flaconetes de 200 ml; 10 flaconetes de 500 ml; DESIDRATADO: Frascos: Embalagem de 500g; Embalagem de 5 Kg.
25 Apresentações B) Caldos: PRONTO PARA USO: Frascos (ainda não disponíveis no Brasil): 10 frascos de 90 ml; 10 frascos de 100 ml; 10 frascos de 200 ml. Tubos (ainda não disponíveis no Brasil): 50 tubos de 9 ml; 50 tubos de 10 ml; 5 tubos de 5 e 7 ml. Embalagens flexíveis (ainda não disponíveis no Brasil): 3 embalagens de 3L; 2 embalagens de 5L. DESIDRATADO: Frascos: Embalagem de 500g; Embalagem de 5 Kg.
26 BIOKAR Diagnostics Qualidade O Controle de Qualidade da Biokar Diagnostics certifica o desempenho de seus produtos em conformidade com os padrões ISO: Testes de desempenho; Condições de transporte; Testes de esterilidade; Testes de neutralização; Análises das características físicoquímicas (ph, aspecto...). BIOKAR Diagnostics é certificada de acordo com as normas padrão de gerenciamento ISO 9001:2008. A Biokar Diagnostics propõe um acesso direto à documentação técnica de seus produtos nos sites: Ficha Técnica; Ficha de Segurança; Laudo de Análise. Acesse nossos sites: OU
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