A MOÇA TECELÃ (Marina Colassanti)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A MOÇA TECELÃ (Marina Colassanti)"

Transcrição

1 PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - PRODUÇÃO TEXTUAL - 7º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= A MOÇA TECELÃ (Marina Colassanti) Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das beiradas da noite. E logo sentava-se ao tear. Linha clara, para começar o dia. Delicado traço cor da luz, que ela ia passando entre os fios estendidos, enquanto lá fora a claridade da manhã desenhava o horizonte. Depois lãs mais vivas, quentes lãs iam tecendo hora a hora, em longo tapete que nunca acabava. Se era forte demais o sol, e no jardim pendiam as pétalas, a moça colocava na lançadeira grossos fios cinzentos do algodão mais felpudo. Em breve, na penumbra trazida pelas nuvens, escolhia um fio de prata, que em pontos longos rebordava sobre o tecido. Leve, a chuva vinha cumprimentá-la à janela. Mas se durante muitos dias o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros, bastava a moça tecer com seus belos fios dourados, para que o sol voltasse a acalmar a natureza. Assim, jogando a lançadeira de um lado para outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava os seus dias. Nada lhe faltava. Na hora da fome tecia um lindo peixe, com cuidado de escamas. E eis que o peixe estava na mesa, pronto para ser comido. Se sede vinha, suave era a lã cor de leite que entremeava o tapete. E à noite, depois de lançar seu fio de escuridão, dormia tranquila. Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer. Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou em como seria bom ter um marido ao lado. Não esperou o dia seguinte. Com capricho de quem tenta uma coisa nunca conhecida, começou a entremear no tapete as lãs e as cores que lhe dariam companhia. E aos poucos seu desejo foi aparecendo, chapéu emplumado, rosto barbado, corpo aprumado, sapato engraxado. Estava justamente acabando de entremear o último fio da ponto dos sapatos, quando bateram à porta. Nem precisou abrir. O moço meteu a mão na maçaneta, tirou o chapéu de pluma, e foi entrando em sua vida. Aquela noite, deitada no ombro dele, a moça pensou nos lindos filhos que teceria para aumentar ainda mais a sua felicidade. E feliz foi, durante algum tempo. Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu. Porque tinha descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar. Uma casa melhor é necessária disse para a mulher. E parecia justo, agora que eram dois. Exigiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo, fios verdes para os batentes, e pressa para a casa acontecer. Mas pronta a casa, já não lhe pareceu suficiente. Para que ter casa, se podemos ter palácio? perguntou. Sem querer resposta imediatamente ordenou que fosse de pedra com arremates em prata. Dias e dias, semanas e meses trabalhou a moça tecendo tetos e portas, e pátios e escadas, e salas e poços. A neve caía lá fora, e ela não tinha tempo para chamar o sol. A noite chegava, e ela não tinha tempo para arrematar o dia. Tecia e entristecia, enquanto sem parar batiam os pentes acompanhando o ritmo da lançadeira. Afinal o palácio ficou pronto. E entre tantos cômodos, o marido escolheu para ela e seu tear o mais alto quarto da mais alta torre. É para que ninguém saiba do tapete ele disse. E antes de trancar a porta à chave, advertiu: Faltam as estrebarias. E não se esqueça dos cavalos! Sem descanso tecia a mulher os caprichos do marido, enchendo o palácio de luxos, os cofres de moedas, as salas de criados. Tecer era tudo que fazia. Tecer era tudo que queria fazer. E tecendo, ela própria trouxe o tempo em que sua tristeza lhe pareceu maior que o palácio com todos os seus tesouros. E pela primeira vez pensou em como seria bom estar sozinha de novo. Só esperou anoitecer. Levantou-se enquanto o marido dormia sonhando com novas exigências. E descalça, para não fazer barulho, subiu a longa escada da torre, sentou-se ao tear. Desta vez não precisou escolher linha nenhuma. Segurou a lançadeira ao contrário, e jogando-a veloz de um lado para o outro, começou a desfazer seu tecido. Desteceu os cavalos, as carruagens, as estrebarias, os jardins. Depois desteceu os criados e o palácio e todas as maravilhas que continha. E novamente se viu na sua casa pequena e sorriu para o jardim além da janela. A noite acabava quando o marido, estranhando a cama dura, acordou, e, espantado, olhou em volta. Não teve tempo de se levantar. Ela já desfazia o desenho escuro dos sapatos, e ele viu seus pés desaparecendo, sumindo as pernas. Rápido, o nada subiu-lhe pelo corpo, tomou o peito aprumado, o emplumado chapéu. Então, como se ouvisse a chegada do sol, a moça escolheu uma linha clara. E foi passando-a devagar entre os fios, delicado traço de luz, que a manhã repetiu na linha do horizonte. Marina Colasanti (1938) nasceu em Asmara, Etiópia, morou 11 anos na Itália e desde então vive no Brasil. Publicou vários livros de contos, crônicas, poemas e histórias infantis. É casada com o escritor e poeta Affonso Romano de Sant'Anna. Página 1 de 8-10/07/2015-6:07

2 01- O conto é um texto curto que pertence ao grupo dos gêneros narrativos ficcionais e se caracteriza por apresentar apenas um conflito, poucas personagens, poucas ações e tempo e espaço reduzido. a) O texto A moça tecelã é um conto ficcional? Por quê? b) No conto, assim como em outros textos narrativos, o narrador pode ser narrador-observador ou narradorpersonagem. Que tipo de narrador o conto A moça tecelã apresenta? Comprove sua resposta com elementos do texto. 02- Em nossas aulas estudamos novas teorias a respeito do narrador. Defina: a) Narrador-onisciente: b) Narrador-intruso: c) Narrador-testemunha: c) Narrador-protagonista: 03- Quais são as personagens envolvidas na história? Página 2 de 8-10/07/2015-6:07

3 04- Estudamos, também, a respeito do tempo no texto narrativo. a) Defina tempo cronológico. b) Defina tempo psicológico. c) Identifique o tempo em que se estrutura o texto em análise, justificando sua resposta. 05- Nos gêneros narrativos, a sequência de fatos que mantém entre si uma relação de causa e efeito constitui o enredo, cujo sentido e progressão são decorrentes do emprego do tempo verbais no pretérito. Observe esse trecho do texto: Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das beiradas da noite. E logo sentava-se ao tear. Qual o tempo verbal predominante é o pretérito imperfeito. O pretérito imperfeito, nesse caso, indica uma ação passada não concluída, destacando sua duração, ou indica uma ação que se repetia no passado? Justifique sua resposta. 06- O conto A moça tecelã é, claramente, uma ficção. É possível afirmar que essa narrativa é dotada de verossimilhança? Explique. Página 3 de 8-10/07/2015-6:07

4 07- Em dois momentos distintos no texto, o narrador afirma: Tecer era tudo que fazia. Tecer era tudo que queria fazer. Qual era o espírito da moça tecelã em cada ocorrência? 08- Explique o que se pode inferir sobre o marido da tecelã, nessa fala: Por que ter casa, se podemos ter um palácio?. 09- Que sentimento do marido levou a moça tecelã a livrar-se dele? Como ela fez isso? 10- A tecelã idealiza o marido perfeito e transforma-o numa figura concreta com sua habilidade mágica. Transcreva do texto a passagem do texto em que o narrador descreve o companheiro da tecelã. 11- No texto, os travessões são empregados para indicar a fala das personagens, por meio do discurso direto. a) Defina discurso direto: b) Defina discurso indireto: Página 4 de 8-10/07/2015-6:07

5 12- Reescreva o trecho a seguir, passando a fala para o discurso indireto: a) Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu. Porque tinha descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar. Uma casa melhor é necessária disse para a mulher. E parecia justo, agora que eram dois. Exigiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo, fios verdes para os batentes, e pressa para a casa acontecer. O gênero FICÇÃO CIENTÍFICA Em nossas aulas, estudamos, além das características referentes ao gênero conto, um pouco a respeito da ficção científica, principalmente quando falamos sobre Júlio Verne e sua obra Viagem ao centro da Terra. Leia, com atenção o texto abaixo. FILHOS DO SOL Jean-Louis Trudel Está bonito e ensolarado lá fora. Mesmo deste lado da janela, posso ver que vai ser um dia quente, inclusive à sombra. Sei que os dentes-de-leão vão brotar em breve daquilo que era lama de primavera ao lado das calçadas, poucos dias atrás. A terra vai enxugar as últimas poças deixadas pelas chuvas de abril até não nada. Logo vai ser verão nos subúrbios. Gostaria de estar lá fora. Gostaria de jogar bola com meus amigos naquele trecho de grama alta e de bebedores-degasolina enferrujando do outro lado da cerca do estacionamento. Mas o dia está bonito demais para a minha mãe. Ela não vai me deixar sair, com o dia ensolarado assim. Continuo olhando, mas não consigo achar uma única nuvem para cobrir o clarão do sol forte de maio. O azul do céu está imaculado, tão puro quanto um lago glacial. A poluição da cidade embaça os perfis das arcologias¹ do centro, a distância, mas isso não é o bastante. Tanto os índices de ozônio quanto os de partículas teriam de chegar aos níveis de alerta para a minha mãe me deixar sair para o sol do meio-dia. E, mesmo assim, apenas com uma máscara contra o pó... Uma porta bate. O baque da armadura de composto à prova de laser balança o prédio todo. Ouço gritos de prazer e em seguida vejo eles passarem correndo sob a minha janela. São cinco. Conheço James e Lydia porque frequentam a minha escola. Eles têm até um bilhete dos seus pais, permitindo que vão para a escola a pé! Quanto a mim, tenho que me levantar antes do sol, quando os passarinhos começam a cantar. Acho que os pássaros também têm medo do sol, agora. Eu pego o ônibus especial que passa antes do sol nascer, com os outros meninos. Nós todos temos medo da vermelhidão do sol no horizonte a leste, mas pelo menos é um aviso. Na escola, temos de esperar até que os outros cheguem, antes de começar as aulas. É chato esperar nos corredores e nas salas de aula meio vazias, mesmo quando brigamos ou apostamos corrida pelos corredores. Sabemos que ninguém vai dar bronca na gente. Então, eu observo eles irem embora sem mim, rumo a um jogo de futebol em um canto do campo onde a grama não cresce. Vão gritando felizes, rindo, se divertindo... Eu odeio eles. Outro dia, um desses garotos me convidou para ir jogar com eles. Eu disse que não e eles riram. Então entendi que tinha sido um truque, uma piada sem graça. Eles sabiam que eu não sairia da sombra do toldo que protege a sacada do nosso segundo andar. Não quando o sol está brilhando. Não quando não há nenhuma nuvem para filtrar nem um pouquinho dos raios ultravioleta. Não quando não há quase mais nenhum ozônio sobre nós. Não quando eu tenho a pele tão clara que não posso me bronzear. Não quando os bloqueadores solares são tão arriscados quanto o sol. Oh, eu sei que a grama vai amarelar logo, logo. Esses raios ultravioleta, eles não são bons pra nada nem pra ninguém. Sei que poderei sair e brincar quando o céu se cobrir com as cortinas de cinza industrial. (Mas não gosto de ficar nas ruas com aqueles fantasmas pálidos, suas bocas escondidas, como a minha, por uma máscara branca que ficará escura com uma rapidez tão espantosa!) E sei que iremos à Amazônia para as férias da família, onde ainda existe ozônio bastante para se desfrutar de meia hora ao sol, e aonde James e Lydia nunca irão porque as mães deles não têm dinheiro pra isso. Não consigo segurar as lágrimas, sem saber se choro lamentando o passado ou de ódio do presente. Às vezes sonho que eles estão no hospital e eu os visito... Na verdade, eles são quase tão vulneráveis quanto eu, mas não têm medo, ainda não, e eu tenho, e talvez seja por isso que choro e por isso que odeio eles, e todos os que são como eles... Eu não devia, já me disseram muitas vezes, mas eu odeio eles. Porque eu sou branco e eles, negros. 1 Conceito criado pelo arquiteto italiano Paolo Soleri, que imaginou prédios enormes que abarcariam uma cidade dentro de um sistema ecológico fechado, como forma de racionalização de recursos. Página 5 de 8-10/07/2015-6:07

6 Agora, responda às questões abaixo. 13- O assunto central da narrativa é: (A) a destruição da natureza pelo homem. (B) a alegria de James e Lydia em brincar ao sol. (C) a tristeza de quem não pode brincar ao sol. (D) o ódio daqueles que temem o sol. (E) o grande progresso obtido pelo homem no futuro. 14- Sobre o narrador do texto, podemos afirmar: (A) é um garoto branco que sonha em ser jogador de futebol. (B) é um adulto que lembra com emoção a infância perdida. (C) é um menino do subúrbio que teme os efeitos dos raios ultravioleta. (D) é um garoto que tem apenas dois amigos, Lydia e James. (E) é um adulto que chora lamentando o passado. 15- Acho que os pássaros também têm medo do sol, agora. (l.16-17). Sobre os pássaros, a frase leva a crer que: (A) começaram a cantar por medo do sol. (B) começaram a cantar para anunciar o nascer do sol. (C) sempre tiveram medo do sol. (D) passaram a temer o sol nestes tempos. (E) cantam ao nascer do sol, pois são noturnos. 16- Nós todos temos medo da vermelhidão do sol no horizonte a leste, mas pelo menos é um aviso.. A expressão grifada se refere a: (A) ao sol nascente. (C) a nuvens de poeira. (E) à chegada do verão. (B) ao sol poente. (D) à ausência da camada de ozônio. 17- No desenrolar do texto, o narrador demonstra três diferentes sentimentos, que são: (A) tristeza, amor e ódio. (B) angústia, medo e felicidade. (C) inveja, tristeza e ódio. (D) ódio, decepção e felicidade. (E) saudade, ódio e esperança. 18- Em relação às afirmações abaixo sobre o texto, escreva (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas: ( ) A mãe do protagonista não o deixava brincar do lado de fora, porque ela era uma pessoa pessimista, triste e não gostava de dias bonitos. ( ) James e Lydia não são irmãos, apesar do protagonista afirmar que...eles têm até um bilhete dos seus pais... ( ) Os negros poderiam ser considerados os filhos do sol, pois tinham privilégios e liberdade que os brancos não tinham. ( ) O protagonista, James e Lydia tinham a mesma condição financeira. ( ) O protagonista odeia apenas James e Lydia, e não todos os negros. 19- Filhos do sol é um texto de ficção científica, porque: (A) se passa em um futuro distante, imaginário, não permitindo sequer a identificação da época do ano em que ocorre a narrativa. (B) apresenta fatos que são decorrentes de mudanças psicológicas e biológicas no homem, determinadas pelo progresso científico. (C) levanta questões que anunciam o fim do planeta Terra e sua civilização. (D) trata do impacto das mudanças ambientais sobre o indivíduo e a sociedade. (E) mostra que a humanidade vai desaparecer da face da Terra. 20- Eles têm até um bilhete dos seus pais, permitindo que vão para a escola a pé!. Como ficaria verbo destacado nessa frase se ela começasse com Eles tinham...? (A) Irão. (C) Foram. (E) Fossem. (B) Iam. (D) Iriam. Página 6 de 8-10/07/2015-6:07

7 Gabarito 01- a) O texto em análise é classificado como um conto ficcional, pois, além de ser uma narrativa cujo enredo é fictício, apresenta características típicas do gênero conto: poucos personagens, tempo e espaço limitados, poucas ações e uma estrutura que gira em torno de um conflito único. b) No conto analisado, temos um narrador-onisciente. O texto é narrado em 3ª pessoa, ou seja, as ações nos são contados por um narrador que não participa da história. Podemos observar, também, o fato de que o narrador conhece os sentimentos e os pensamentos das personagens são conhecidos pelo narrador. 02- a) é aquele que sabe tudo sobre a história, conhece todos os fatos, podendo, inclusive, antecipar algum fato ou revelar os pensamentos mais íntimos de uma personagem. b) aquele que fala com o leitor ou que julga o comportamento das personagens. c) vive os fatos como personagem secundária, condição em que pode observar os acontecimentos e dar testemunho deles ao leitor de modo mais direto e inverossímil. Seu ângulo de visão, no entanto, é mais limitado: não consegue saber o que se passa no pensamento das personagens. d) vive os fatos como personagem principal. Apesar disso, também não tem acesso aos pensamentos das demais personagens e narra os acontecimentos limitando-se às suas percepções, pensamentos e sentimentos. 03- No enredo, os personagens envolvidos são a moça tecelã e seu marido. 04- a) Tempo cronológico é aquele que transcorre na ordem natural dos fatos no enredo, do começo para o final. Está ligado ao enredo linear, ou seja, à ordem em que os fatos ocorrem. b) É o tempo que transcorre numa ordem determinada pela vontade, pela memória ou pela imaginação do narrador ou personagem. É característico de enredo não-linear, ou seja, do enredo em que os acontecimentos estão fora da ordem natural. * IMPORTANTE: A técnica do flashback: Esse é um recurso que consiste em voltar no tempo. Ocorre, por exemplo, quando uma personagem se lembra de um fato e o conta. c) O texto cronológico é o que predomina no texto, visto que em seu enredo, não há quebra de linearidade das ações. No conto, os fatos são contados de acordo com sua ordem natural, do começo para o final. 05- Nesse caso, o pretérito imperfeito foi utilizado para indicar uma ação que se repetia no passado, visto esses verbos indicam ações que faziam parte da rotina da moça tecelã: acordar e sentar-se ao tear. 06- Podemos afirmar que há verossimilhança no texto a moça tecelã, já que os fatos relatados numa narrativa não precisam ser verdadeiros, isto é, não há a exigência de que correspondam à realidade, mas eles devem ser verossímeis, ou seja, mesmo que inventados, devem ter coerência e dar ao leitor a impressão de que podem acontecer. É isso que ocorre no texto em análise: embora as ações do enredo sejam fictícias, existe, no enredo, uma organização lógica dos fatos. Cada fato é motivo (causa) para o desencadeamento de outros fatos (efeito). 07- Na primeira ocorrência, o espírito da moça era de alegria e satisfação, pois ela tecia por prazer. No entanto, na segunda ocorrência, o espírito da moça é de tristeza, pois ela tecia não mais por escolha, mas por uma imposição do seu marido. 08- É possível inferir, a partir dessa fala, que o marido da tecelã era um homem bastante ganancioso e que se preocupava em acumular riquezas. Ele pode ser visto, também, com uma pessoa egoísta, que se preocupava mais em adquirir bens matérias do que com o bem-estar de sua esposa. 09- O marido da tecelã era demasiadamente ganancioso e. por isso, ela resolveu livra-se dele, destecendo-o, como fez com muitas outras de suas criações. 10- Neste trecho, o narrador descreve como seria o companheiro ideal da tecelã: E aos poucos seu desejo foi aparecendo, chapéu emplumado, rosto barbado, corpo aprumado, sapato engraxado.. Página 7 de 8-10/07/2015-6:07

8 11- a) O discurso é direto quando são as personagens que falam. O narrador, interrompendo a narrativa, as coloca em cena e cede-lhes a palavra, ou seja, o discurso direto caracteriza-se pela reprodução fiel da fala da personagem. Nesse caso, a fala das personagens é marcada pela presença de aspas ou travessões. b) No discurso indireto não há diálogo, o narrador não põe os personagens a falar diretamente, mas faz-se o intérprete delas, transmitindo ao leitor o que disseram ou pensaram, ou seja, o discurso indireto ocorre quando o narrador utiliza suas próprias palavras para reproduzir a fala de uma personagem. 12- a) Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu. Porque tinha descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar. Disse a ela que uma casa melhor era necessária e que isso parecia justo, já que agora eram dois. Exigiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo, fios verdes para os batentes, e pressa para a casa acontecer (A) 14- (C) 15- (D) 16- (A) 17- (C) 18- (F) (V) (V) (F) (F) 19- (A) 20- (E) MCS/1506/BANCO DE QUESTOES/PRODUCAO TEXTUAL/2015/PRODUCAO TEXTUAL - 7O ANO - 2A ETAPA DOC Página 8 de 8-10/07/2015-6:07

PALAVRAS-CHAVE: conto; elementos do enredo; figuras de linguagem; tipos de discurso.

PALAVRAS-CHAVE: conto; elementos do enredo; figuras de linguagem; tipos de discurso. PALAVRAS-CHAVE: conto; elementos do enredo; figuras de linguagem; tipos de discurso. TEXTO GERADOR I A Moça Tecelã Por Marina Colasanti Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das

Leia mais

ROTEIRO DE ATIVIDADES ORIGINAL 1ª versão (2º bimestre 2º ciclo) PALAVRAS-CHAVE: conto; figuras de linguagem; tipos de discurso; elementos do enredo.

ROTEIRO DE ATIVIDADES ORIGINAL 1ª versão (2º bimestre 2º ciclo) PALAVRAS-CHAVE: conto; figuras de linguagem; tipos de discurso; elementos do enredo. ROTEIRO DE ATIVIDADES ORIGINAL 1ª versão (2º bimestre 2º ciclo) PALAVRAS-CHAVE: conto; figuras de linguagem; tipos de discurso; elementos do enredo. O Texto Gerador pertence ao gênero textual que estamos

Leia mais

Como uma rainha de Micenas

Como uma rainha de Micenas Como uma rainha de Micenas Tendo falecido a esposa muito amada, desejou que partisse para a última viagem com o fausto de uma rainha. Rodeou-lhe o pescoço de gargan tilhas e colares que desciam sobre o

Leia mais

TECENDO SENTIDOS: PLANEJAMENTO DE AULA SOBRE O CONTO A MOÇA TECELÃ, DE MARINA COLASANTI

TECENDO SENTIDOS: PLANEJAMENTO DE AULA SOBRE O CONTO A MOÇA TECELÃ, DE MARINA COLASANTI TECENDO SENTIDOS: PLANEJAMENTO DE AULA SOBRE O CONTO A MOÇA TECELÃ, DE MARINA COLASANTI Público-alvo: alunos do 8º ano do Ensino Fundamental Tempo estimado: duas semanas (cerca de 10h/aula) Objetivo geral

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012 2ª PROVA SUBSTITUTIVA DE LÍNGUA PORTUGUESA Aluno(a): Nº Ano: 6º EF Turma: Data: / /2012 Nota: Professor(a): Letícia Silva Valor da Prova: 40 pontos Orientações

Leia mais

A coesão sequencial em A moça tecelã: um breve estudo Sequential cohesion in A moça tecelã: a brief study

A coesão sequencial em A moça tecelã: um breve estudo Sequential cohesion in A moça tecelã: a brief study doi: 10.5102/univhum.v9i2.2086 A coesão sequencial em A moça tecelã: um breve estudo Sequential cohesion in A moça tecelã: a brief study Resumo Priscilla da Silva Santos 1 O presente trabalho se propõe

Leia mais

O CONTO A MOÇA TECELÃ : EXPLORANDO GÊNEROS TEXTUAIS

O CONTO A MOÇA TECELÃ : EXPLORANDO GÊNEROS TEXTUAIS O CONTO A MOÇA TECELÃ : EXPLORANDO GÊNEROS TEXTUAIS Kátia Farias Antero UniGrendal/ IESM/ Faculdade Maurício de Nassau professorakatiaantero@hotmail.com Germana E. Diniz Falcão Silva UniGrendal germanadiniz@hotmail.com

Leia mais

A SUBMISSÃO FEMININA NO CONTO A MOÇA TECELÃ, DE MARINA COLASANTI

A SUBMISSÃO FEMININA NO CONTO A MOÇA TECELÃ, DE MARINA COLASANTI 1 A SUBMISSÃO FEMININA NO CONTO A MOÇA TECELÃ, DE MARINA COLASANTI Anielle Andrade De Sousa 1 Amurielle Andrade De Sousa 2 A partir da leitura do conto A Moça Tecelã, de Marina Colasanti, pretendemos analisar

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA 9 ANO 2º BIMESTRE 2º CICLO: CONTOS CURSISTA: SIDILÉIA DE MACEDO SILVA

FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA 9 ANO 2º BIMESTRE 2º CICLO: CONTOS CURSISTA: SIDILÉIA DE MACEDO SILVA FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA 9 ANO 2º BIMESTRE 2º CICLO: CONTOS CURSISTA: SIDILÉIA DE MACEDO SILVA PALAVRAS-CHAVE: narrador; figuras de linguagem; discurso direto e indireto; elementos do enredo.

Leia mais

A MOÇA TECELÃ E OS CONTOS DE FADAS

A MOÇA TECELÃ E OS CONTOS DE FADAS A MOÇA TECELÃ E OS CONTOS DE FADAS Os contos de fadas . O conto maravilhoso é um gênero literário de tradição oral, do qual fazem parte os contos populares e os contos de fadas.. Conto popular é um tipo

Leia mais

O feminino e o masculino no conto de fadas A moça tecelã, de Marina Colasanti: reflexões sobre o letramento crítico.

O feminino e o masculino no conto de fadas A moça tecelã, de Marina Colasanti: reflexões sobre o letramento crítico. O feminino e o masculino no conto de fadas A moça tecelã, de Marina Colasanti: reflexões sobre o letramento crítico. Julia Rodrigues Chagas Cabral Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC-Rio/CNPq

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA

FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º ANO 2º BIMESTRE AUTORIA LOURENA DA SILVEIRA COSTA Rio de Janeiro 2013 TEXTO GERADOR I Para realizar as atividades propostas neste Roteiro

Leia mais

ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º Ano do Ensino Fundamental / 2º Bimestre / 2º Ciclo

ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º Ano do Ensino Fundamental / 2º Bimestre / 2º Ciclo ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º Ano do Ensino Fundamental / 2º Bimestre / 2º Ciclo PALAVRAS-CHAVE: conto; pontuação; elementos da narrativa; figuras de linguagem. TEXTO GERADOR I EIXO BIMESTRAL: CONTO Para realizar

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO EDITAL N O 075/2011 PSICÓLOGO

CONCURSO PÚBLICO EDITAL N O 075/2011 PSICÓLOGO CONCURSO PÚBLICO EDITAL N O 075/2011 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA E PREENCHIMENTO DA FOLHA DE RESPOSTAS Verifique se este caderno contém 40 questões e assine-o no local apropriado. Confira os

Leia mais

Lista de revisão para recuperação do 1º Trimestre Disciplina: Língua Portuguesa

Lista de revisão para recuperação do 1º Trimestre Disciplina: Língua Portuguesa Centro Educacional Sesc Cidadania Ensino Fundamental Anos Finais Goiânia, / /2019. 7º ano Turma: nº Nome do(a) Aluno(a): Professor(a): Leandra e Marcela Valor: 10,0 Nota Lista de revisão para recuperação

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA PROFª LÍVIA GUEDES 8º ANO

LÍNGUA PORTUGUESA PROFª LÍVIA GUEDES 8º ANO LÍNGUA PORTUGUESA PROFª LÍVIA GUEDES 8º ANO Vamos estudar sintaxe? O que é sintaxe? Sintaxe é o estudo das relações que as palavras estabelecem entre si nas orações e das relações que se estabelecem entre

Leia mais

CADERNO DE QUESTÕES. DATA: 17/05/ DOMINGO - TARDE - 15:30 hs CARGO: P25 - Docente I

CADERNO DE QUESTÕES. DATA: 17/05/ DOMINGO - TARDE - 15:30 hs CARGO: P25 - Docente I CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA MUNICIPAL DE PIRAÍ DATA: 17/05/2009 - DOMINGO - TARDE - 15:30 hs CARGO: P25 - Docente I A T E N Ç Ã O O Caderno de Questões contém 40 questões de múltipla-escolha,

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA

FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º ANO 2º BIMESTRE AUTORIA ANDREA DA SILVA COSTA Rio de Janeiro 2013 TEXTO GERADOR I O primeiro Texto Gerador é um conto de uma das grandes

Leia mais

Disciplina: Língua Portuguesa

Disciplina: Língua Portuguesa UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Concurso Público para provimento de vagas de cargos Técnico-Administrativos Edital nº 861/2017 Resultado do julgamento dos recursos interpostos contra as questões

Leia mais

Para responder às questões abaixo, leia o conto "O chapéu de guizos" no livro Sete ossos e uma maldição de Rosa Amanda Strausz.

Para responder às questões abaixo, leia o conto O chapéu de guizos no livro Sete ossos e uma maldição de Rosa Amanda Strausz. PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - PRODUÇÃO TEXTUAL - 7º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= Para responder

Leia mais

a) Onde estava o peixinho quando foi pescado? R.: b) Quem pescou o peixinho? R.: c) Onde morava o peixinho? R.:

a) Onde estava o peixinho quando foi pescado? R.: b) Quem pescou o peixinho? R.: c) Onde morava o peixinho? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - LÍNGUA PORTUGUESA - 3 ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ========================================================================== TEXTO 1 ZELINHA E O PEIXINHO

Leia mais

Centro de Ensino Médio 02 do Gama Professor: Cirenio Soares

Centro de Ensino Médio 02 do Gama Professor: Cirenio Soares Centro de Ensino Médio 02 do Gama Professor: Cirenio Soares TIPOS DE DISCURSO DISCURSO DIRETO = REPRODUÇÃO O próprio personagem fala. Paulo disse a ele: _ Venha cá. DISCURSO INDIRETO = TRADUÇÃO O autor

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia

Colégio Santa Dorotéia Colégio Santa Dorotéia Disciplina: Língua Portuguesa / ORIENTAÇÃO DE ESTUDO Ano: 4 o - Ensino Fundamental - Data: 6 / 4 / 2018 Conteúdo de estudo [ Interpretação de texto; Estudo do vocabulário; Substantivos.

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO EDITAL N O 075/2011 PROFESSOR DE EDUCAÇÃO ESPECIAL DEFICIÊNCIA VISUAL

CONCURSO PÚBLICO EDITAL N O 075/2011 PROFESSOR DE EDUCAÇÃO ESPECIAL DEFICIÊNCIA VISUAL CONCURSO PÚBLICO EDITAL N O 075/2011 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA E PREENCHIMENTO DA FOLHA DE RESPOSTAS Verifique se este caderno contém 40 questões e assine-o no local apropriado. Confira os

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia Disciplina: Língua Portuguesa / ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS Ano: 4º - Ensino Fundamental - Data: 7 / 8 / 2018

Colégio Santa Dorotéia Disciplina: Língua Portuguesa / ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS Ano: 4º - Ensino Fundamental - Data: 7 / 8 / 2018 Colégio Santa Dorotéia Disciplina: Língua Portuguesa / ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS Ano: 4º - Ensino Fundamental - Data: 7 / 8 / 2018 CONTEÚDO DE ESTUDO: Interpretação de texto; Estudo do vocabulário; Substantivos;

Leia mais

EXAME DE SELEÇÃO

EXAME DE SELEÇÃO CURSO DIURNO EXAME DE SELEÇÃO - 2016 DATA: 05/12/2015 DISCIPLINA: MATEMÁTICA CADERNO DE QUESTÕES Nome do candidato: Nº de inscrição: Observações: 1. Duração da prova: 120 minutos. 2. Colocar nome e número

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO EDITAL N O 075/2011 MÉDICO CLÍNICO GERAL

CONCURSO PÚBLICO EDITAL N O 075/2011 MÉDICO CLÍNICO GERAL CONCURSO PÚBLICO EDITAL N O 075/2011 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA E PREENCHIMENTO DA FOLHA DE RESPOSTAS Verifique se este caderno contém 40 questões e assine-o no local apropriado. Confira os

Leia mais

DATA: 02 / 12 / 2013 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 3.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA:

DATA: 02 / 12 / 2013 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 3.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA DATA: 0 / / 03 UNIDADE: III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 3.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A): VALOR:

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO-SEED SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO-SUED PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL- PDE

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO-SEED SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO-SUED PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL- PDE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO-SEED SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO-SUED PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL- PDE CRISTINA IUBEL UNIDADE DIDÁTICA: LEITURA NA PERSPECTIVA DISCURSIVA GUARAPUAVA 2008 2

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - LÍNGUA PORTUGUESA - 4 ANO - ENSINO FUNDAMENTAL

BANCO DE QUESTÕES - LÍNGUA PORTUGUESA - 4 ANO - ENSINO FUNDAMENTAL PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - LÍNGUA PORTUGUESA - 4 ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ====================================================================== Texto 1 O Sapo e a Cobra Era uma

Leia mais

Tem uma árvore no meio da minha casa

Tem uma árvore no meio da minha casa Rosângela Trajano Tem uma árvore no meio da minha casa Tem uma árvore no meio da minha casa Rosângela Trajano O menino escondia os brinquedos, os sapatos, a bola, seus medos e a sacola debaixo do tapete.

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST ÁREA LINGUAGENS

SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST ÁREA LINGUAGENS Título do Podcast Área Segmento Duração Elementos do texto narrativo Linguagens Ensino Fundamental 4min16seg SEQUÊNCIA DIDÁTICA PODCAST ÁREA LINGUAGENS Habilidades: Ensino Fundamental: H1, H2 e H3 Tempo

Leia mais

A moça tecelã: uma análise das interpretações teóricas do conto de Marina Colasanti

A moça tecelã: uma análise das interpretações teóricas do conto de Marina Colasanti A moça tecelã: uma análise das interpretações teóricas do conto de Marina Colasanti 203 Lilian Regina Gobbi Bachi 64 Universidade Estadual de Maringá (UEM) Recebido em: 20/02/2017 Publicado em: 01/08/2017

Leia mais

RETOMADA 01. Caligrama é um texto (geralmente um poema) cujas linhas ou caracteres formam uma figura relacionada com o conteúdo ou mensagem do texto.

RETOMADA 01. Caligrama é um texto (geralmente um poema) cujas linhas ou caracteres formam uma figura relacionada com o conteúdo ou mensagem do texto. RETOMADA 01 Caligrama é um texto (geralmente um poema) cujas linhas ou caracteres formam uma figura relacionada com o conteúdo ou mensagem do texto. 1. Na sala, você produziu um poema visual chamado caligrama.

Leia mais

Um belo dia de sol, Jessi caminhava feliz para sua escola.

Um belo dia de sol, Jessi caminhava feliz para sua escola. Jessy Um belo dia de sol, Jessi caminhava feliz para sua escola. Jessi era uma garota linda, tinha a pele escura como o chocolate, seus olhos eram pretos e brilhantes que pareciam duas lindas amoras, seu

Leia mais

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Língua Portuguesa

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Língua Portuguesa COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Língua Portuguesa Nome: Ano: 5º Ano 2º Etapa 2014 Colégio Nossa Senhora da Piedade Área do Conhecimento: Códigos e Linguagens

Leia mais

Chico. só queria ser feliz. Ivam Cabral Ilustrações: Marcelo Maffei 5

Chico. só queria ser feliz. Ivam Cabral Ilustrações: Marcelo Maffei 5 3 4 Chico só queria ser feliz Ivam Cabral Ilustrações: Marcelo Maffei 5 6 Para Cacilda e Mocinha, com amor 7 8 Fazia um tempo que Chico, o labrador caramelo, percebia o movimento estranho que vinha de

Leia mais

DISCIPLINA: Português DATA DA REALIZAÇÃO: 21/10/2013

DISCIPLINA: Português DATA DA REALIZAÇÃO: 21/10/2013 FICHA DA SEMANA 3º ANO A/B Instruções: 1. Cada atividade terá uma data de realização e deverá ser entregue a professora no dia seguinte; 2. As atividades deverão ser copiadas e respondidas no caderno,

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO EDITAL N O 075/2011 FARMACÊUTICO

CONCURSO PÚBLICO EDITAL N O 075/2011 FARMACÊUTICO CONCURSO PÚBLICO EDITAL N O 075/2011 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA E PREENCHIMENTO DA FOLHA DE RESPOSTAS Verifique se este caderno contém 40 questões e assine-o no local apropriado. Confira os

Leia mais

águia baleia cágado cão cotovia hipopótamo rouxinol tubarão urso

águia baleia cágado cão cotovia hipopótamo rouxinol tubarão urso 3 2. Lê os nomes dos animais abaixo representados e utiliza-os para completar o crucigrama, de acordo com as instruções. águia baleia cágado cão cotovia hipopótamo rouxinol tubarão urso 6. INSTRUÇÕES 5.

Leia mais

Aulas 21 à 24 TEXTO NARRATIVO

Aulas 21 à 24 TEXTO NARRATIVO Aulas 21 à 24 Prof. Sabrina Moraes TEXTO NARRATIVO Maioritariamente escrito em prosa, o texto narrativo é caracterizado por narrar uma história, ou seja, contar uma história através de uma sequência de

Leia mais

O soldadinho de chumbo

O soldadinho de chumbo O soldadinho de chumbo U m menino ganhou de presente de aniversário uma caixa de papelão com vinte e cinco soldadinhos de chumbo, todos iguaizinhos. Um deles era perneta, pois durante a fabricação havia

Leia mais

CIÊNCIAS DA NATUREZA

CIÊNCIAS DA NATUREZA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA APRENDIZAGEM ADA 7º Ano do Ensino Fundamental/CICLO III 018 CIÊNCIAS DA NATUREZA ITEM 1 Quem come bem vive melhor Para se ter uma vida saudável faz-se necessário a ingestão de

Leia mais

ENSINO DE LITERATURA COMO PRÁTICA SOCIAL: FORMANDO PROFESSORES VIA EAD PARA A CULTURA DAS MÍDIAS ESCRITAS E FÍLMICAS

ENSINO DE LITERATURA COMO PRÁTICA SOCIAL: FORMANDO PROFESSORES VIA EAD PARA A CULTURA DAS MÍDIAS ESCRITAS E FÍLMICAS ENSINO DE LITERATURA COMO PRÁTICA SOCIAL: FORMANDO PROFESSORES VIA EAD PARA A CULTURA DAS MÍDIAS ESCRITAS E FÍLMICAS Medianeira PR setembro/2012 Maria Fatima Menegazzo Nicodem UTFPR fatima@utfpr.edu.br

Leia mais

Produção Textual. Foco Narrativo. Profa. Raquel Michelon

Produção Textual. Foco Narrativo. Profa. Raquel Michelon Produção Textual Foco Narrativo Profa. Raquel Michelon IDENTIFIQUE O FOCO NARRATIVO DOS TEXTOS SEGUINTES: A) Subiu lentamente a escada, arrastando os pés nos degraus. Estacou para respirar, apenas uma

Leia mais

A Menina Que Deixou. De Sonhar. Autora: Waleska Alves

A Menina Que Deixou. De Sonhar. Autora: Waleska Alves A Menina Que Deixou De Sonhar Autora: Waleska Alves 1. Era uma vez uma linda menina que sonhava com o natal, todas as noites antes de dormi ela olhava pela janela de seu quarto e imaginava papai noel em

Leia mais

O Sorriso de Clarice

O Sorriso de Clarice O Sorriso de Clarice Clarice era uma mulher meio menina sabem,doce,meiga,amiga,e apaixonada,aqueles seres que contagiam com seu sorriso, ela tinha algo único conquistava todos com seu sorriso,ninguém sabia

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO DA UNIDADE II PONTUAÇÃO: 7,5 PONTOS

LÍNGUA PORTUGUESA AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO DA UNIDADE II PONTUAÇÃO: 7,5 PONTOS DA UNIDADE II PONTUAÇÃO: 7,5 PONTOS Questão 01 Leia este trecho: Ninguém esquece um episódio de Os Simpsons Aquela estupidez memorável do Homer não sai da sua cabeça? Questão 01 Você não é o único. Seriado

Leia mais

MINHAS PALAVRAS. 1 Ebook. EscreviNoMeuDiário

MINHAS PALAVRAS. 1 Ebook. EscreviNoMeuDiário MINHAS PALAVRAS 1 Ebook EscreviNoMeuDiário Esse Ebook é composto por vários temas que em várias palavras temos que Esse Ebook é composto por vários temas que em várias palavras temos que abrir a imaginação

Leia mais

Roteiro: Kelson s, O lugar onde vivo.

Roteiro: Kelson s, O lugar onde vivo. Roteiro: Kelson s, O lugar onde vivo. SINOPSE: Kelson s : O Lugar onde Vivo Relato de quatro meninos de uma comunidade de baixa renda do Rio de Janeiro, falando a um entrevistador, do lugar onde vivem.

Leia mais

Avaliação de Diagnóstico Português 4º ano

Avaliação de Diagnóstico Português 4º ano Avaliação de Diagnóstico Português 4º ano Lê o texto com atenção Um pardal ferido 1 Mãe e filho viviam felizes. Mas o José, gorducho e olhos esbugalhados, de vez em quando desobedecia às suas ordens para

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia

Colégio Santa Dorotéia Colégio Santa Dorotéia Disciplina: Língua Portuguesa / ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS Ano: 3º - Ensino Fundamental - Data: 4 / 4 / 2018 CONTEÚDO DE ESTUDO PARA AVALIAÇÃO TRIMESTRAL: Gênero textual: conto narrativo

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA 6 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª DINANCI SILVA PROF. MÁRIO PAIXÃO

LÍNGUA PORTUGUESA 6 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª DINANCI SILVA PROF. MÁRIO PAIXÃO LÍNGUA PORTUGUESA 6 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª DINANCI SILVA PROF. MÁRIO PAIXÃO CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade III Trabalho: a trajetória humana, suas produções e manifestações. 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES

Leia mais

3 - (PUC-PR) Empregue o pronome relativo acompanhado ou não de preposição, nas lacunas das frases a seguir.

3 - (PUC-PR) Empregue o pronome relativo acompanhado ou não de preposição, nas lacunas das frases a seguir. 3 - (PUC-PR) Empregue o pronome relativo acompanhado ou não de preposição, nas lacunas das frases a seguir. 1. Fez o anúncio... todos ansiavam. 2. Avise-me... consistirá o concurso. 3. Existe um decreto...

Leia mais

Era uma vez uma princesa. Ela era a mais bela

Era uma vez uma princesa. Ela era a mais bela Era uma vez uma princesa. Ela era a mais bela do reino. Era também meiga, inteligente e talentosa. Todos a admiravam. Todos queriam estar perto dela. Todos queriam fazê-la feliz, pois o seu sorriso iluminava

Leia mais

TRABALHO DO LIVRO DOZE REIS E A MOÇA NO LABIRINTO DO VENTO. Data: 07 / 08 / 2019 Professor (a): Sandra Valor: 7,0 Nota:

TRABALHO DO LIVRO DOZE REIS E A MOÇA NO LABIRINTO DO VENTO. Data: 07 / 08 / 2019 Professor (a): Sandra Valor: 7,0 Nota: TRABALHO DO LIVRO DOZE REIS E A MOÇA NO LABIRINTO DO VENTO Nome: nº: Ano 7ºA E.F. Data: 07 / 08 / 2019 Professor (a): Sandra Valor: 7,0 Nota: Doze reis e a moça no labirinto do vento é um livro construído

Leia mais

Projeto Pedagógico Qual caminho deve seguir para obter uma infância feliz? Como fazer para compreender a vida em seu momento de choro e de riso?

Projeto Pedagógico Qual caminho deve seguir para obter uma infância feliz? Como fazer para compreender a vida em seu momento de choro e de riso? Projeto de Leitura Título: Maricota ri e chora Autor: Mariza Lima Gonçalves Ilustrações: Andréia Resende Elaboração do Projeto: Beatriz Tavares de Souza Apresentação O livro apresenta narrativa em versos

Leia mais

Anedota. Apresente dois recursos usados pelo autor dessa anedota para provocar o humor, a graça. Depois explique de acordo com o contexto.

Anedota. Apresente dois recursos usados pelo autor dessa anedota para provocar o humor, a graça. Depois explique de acordo com o contexto. PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA 2º TRIMESTRE DE 2010 PROFª GICÉLIA NOME Nº 6º ANO Você já sabe que deve usar caneta preta ou azul, evitar rasuras, caprichar na letra, desenvolver respostas completas e não utilizar

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia Disciplina: Língua Portuguesa / ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS Ano: 3º - Ensino Fundamental - Data: 6 / 4 / 2018

Colégio Santa Dorotéia Disciplina: Língua Portuguesa / ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS Ano: 3º - Ensino Fundamental - Data: 6 / 4 / 2018 Conteúdo de estudo para a Trimestral Gêneros textuais: poema, texto narrativo e tirinha Interpretação de texto Ordem alfabética Parágrafo Frase Substantivos comuns e próprios Classificação de palavras

Leia mais

Roteiro de Atividades Original ( Versão Revisada) 2º ciclo do 2º bimestre do 9º ano. PALAVRAS-CHAVE: conto; elementos do enredo; narrador; discurso

Roteiro de Atividades Original ( Versão Revisada) 2º ciclo do 2º bimestre do 9º ano. PALAVRAS-CHAVE: conto; elementos do enredo; narrador; discurso Roteiro de Atividades Original ( Versão Revisada) 2º ciclo do 2º bimestre do 9º ano PALAVRAS-CHAVE: conto; elementos do enredo; narrador; discurso direto e indireto. TEXTO GERADOR I O Texto Gerador é um

Leia mais

INSTRUÇÕES AOS CANDIDATOS

INSTRUÇÕES AOS CANDIDATOS MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DECEx - DEPA COLÉGIO MILITAR DE FORTALEZA CASA DE EUDORO CORRÊA CONCURSO DE ADMISSÃO 2009/2010 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA N DE INSCRIÇÃO

Leia mais

Dicas: a) Leia o texto duas vezes antes de responder às questões.

Dicas: a) Leia o texto duas vezes antes de responder às questões. PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - LÍNGUA PORTUGUESA - 3 ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ====================================================================== 01- Leia o texto abaixo. ÁLBUM DE

Leia mais

ainda não Luciano Cabral prostituta, vinte e cinco anos cliente, sessenta anos

ainda não Luciano Cabral prostituta, vinte e cinco anos cliente, sessenta anos ainda não Luciano Cabral personagens, vinte e cinco anos, sessenta anos (o apartamento é pequeno, com apenas dois cômodos: banheiro e quarto. O banheiro fica em frente à porta de entrada. No quarto, logo

Leia mais

A Professora de Horizontologia

A Professora de Horizontologia A Professora de Horizontologia Já tinha parado a chuva e Clara Luz estava louca que a Gota voltasse. Felizmente a Fada-Mãe veio com uma novidade: Minha filha, hoje vem uma professora nova. Você vai ter

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - PRODUÇÃO TEXTUAL - 4º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL

BANCO DE QUESTÕES - PRODUÇÃO TEXTUAL - 4º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL PROFESSOR: EQUIPE DE PRODUÇÃO TEXTUAL BANCO DE QUESTÕES - PRODUÇÃO TEXTUAL - 4º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================== GÊNERO

Leia mais

Num bonito dia de inverno, um grupo de crianças brincava no recreio da sua escola,

Num bonito dia de inverno, um grupo de crianças brincava no recreio da sua escola, Pátio da escola Num bonito dia de inverno, um grupo de crianças brincava no recreio da sua escola, quando começara a cair encantadores flocos de neve. Entre eles estava o Bernardo, um menino muito curioso

Leia mais

Textos. O Natal que eu gostaria de ter! Miguel Feijó O Natal que eu gostaria de ter Bia da Rosa Ferreira... 3

Textos. O Natal que eu gostaria de ter! Miguel Feijó O Natal que eu gostaria de ter Bia da Rosa Ferreira... 3 Textos O Natal que eu gostaria de ter!... 2 Miguel Feijó... 2 O Natal que eu gostaria de ter... 3 Bia da Rosa Ferreira... 3 O NATAL QUE GOSTARIA DE TER!... 4 Francisca Carvalho... 4 O NATAL QUE GOSTARIA

Leia mais

RESUMÃO NA RODA PROFESSORA CAMILLA

RESUMÃO NA RODA PROFESSORA CAMILLA RESUMÃO NA RODA PROFESSORA CAMILLA Conto literário Características: Narrativa curta e de ficção. Apresenta três partes: introdução, desenvolvimento (conflito) e conclusão (clímax). Apresenta os cinco elementos

Leia mais

A menina Gotinha de Água. Papiniano Carlos. Fichas de leitura. Criação intelectual: Fátima Patronilho

A menina Gotinha de Água. Papiniano Carlos. Fichas de leitura. Criação intelectual: Fátima Patronilho A menina Gotinha de Água Papiniano Carlos Fichas de leitura Criação intelectual: Fátima Patronilho Fichas de leitura Ficha 1 Lê até ao fim da página 9. Depois da leitura, responde às questões. 1. Qual

Leia mais

Altos da Serra - Capítulo Altos da Serra. Novela de Fernando de Oliveira. Escrita por Fernando de Oliveira. Personagens deste Capítulo

Altos da Serra - Capítulo Altos da Serra. Novela de Fernando de Oliveira. Escrita por Fernando de Oliveira. Personagens deste Capítulo Altos da Serra - Capítulo 03 1 Altos da Serra Novela de Fernando de Oliveira Escrita por Fernando de Oliveira Personagens deste Capítulo Altos da Serra - Capítulo 03 2 CENA 01. CAPELA / CASAMENTO. INTERIOR.

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia

Colégio Santa Dorotéia Colégio Santa Dorotéia Tema Transversal: Cultivar e guardar a Criação Disciplina: Língua Portuguesa / ESTUDOS AUTÔNOMOS Ano: 5º - Ensino Fundamental - Data: 5 / 9 / 2017 LEIA o texto a seguir: OSCAR NIEMEYER:

Leia mais

Entidade Mantenedora: SEAMB Sociedade Espírita Albertino Marques Barreto CNPJ: / ALUNO(A): A5

Entidade Mantenedora: SEAMB Sociedade Espírita Albertino Marques Barreto CNPJ: / ALUNO(A): A5 Entidade Mantenedora: SEAMB Sociedade Espírita Albertino Marques Barreto CNPJ: 16.242.620/0001-77 ALUNO(A): A5 Entidade Mantenedora: SEAMB Sociedade Espírita Albertino Marques Barreto CNPJ: 16.242.620/0001-77

Leia mais

Os vinhateiros. Referência Bíblica: Mateus

Os vinhateiros. Referência Bíblica: Mateus Os vinhateiros Referência Bíblica: Mateus 20. 1-16 Introdução: O que é de fato o Reino de Deus começa Jesus a explicar, circundado por muita gente que o escuta atentamente... Um senhor era dono de uma

Leia mais

Finalmente chegou a hora, meu pai era que nos levava todos os dias de bicicleta. --- Vocês não podem chegar atrasado no primeiro dia de aula.

Finalmente chegou a hora, meu pai era que nos levava todos os dias de bicicleta. --- Vocês não podem chegar atrasado no primeiro dia de aula. UM CONTO DE ESCOLA Por Isaque Correia Rocha 1 Começou mais um ano e desta vez aproveitei bastante porque a folga de comer, brincar e dormir havia acabado. Era o ano em que eu e minha irmã Rose, iríamos

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL II

ENSINO FUNDAMENTAL II ENSINO FUNDAMENTAL II Valor da prova/atividade: 2,0 Nota: Data: / /2017 Professor: Walkyria Disciplina: Língua Portuguesa Nome: n o : Ano: 7º 2º bimestre ORIENTAÇÕES: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO DE PORTUGUÊS

Leia mais

Lembranças de uma vida

Lembranças de uma vida Lembranças de uma vida Memórias criadas Isabela Morais Isabela Morais Lembranças de uma vida Memórias criadas Desejo que todos possam ter uma boa leitura. [ 3 ] Antônia Viver em paz ou morrer em guerra?

Leia mais

Sobre a crônica "Sondagem", de Carlos Drummond de Andrade, responda às questões a seguir.

Sobre a crônica Sondagem, de Carlos Drummond de Andrade, responda às questões a seguir. PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - PRODUÇÃO TEXTUAL - 9º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= =============================================================================

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA

FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9 ANO 3 BIMESTRE AUTORIA MARISA RODRIGUES DOS REIS Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR O texto gerador é um fragmento da obra Garibaldi e Manoela:

Leia mais

1.º C. 1.º A Os livros

1.º C. 1.º A Os livros 1.º A Os livros Os meus olhos veem segredos Que moram dentro dos livros Nas páginas vive a sabedoria, Histórias mágicas E também poemas. Podemos descobrir palavras Com imaginação E letras coloridas Porque

Leia mais

ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO 3º período Ficha 7- gabarito

ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO 3º período Ficha 7- gabarito Nome: ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO 3º período Ficha 7- gabarito Data: Observação: as fichas de recuperação contínua deverão ser coladas em seu caderno. Leia o texto seguinte com atenção. O dia de ver meu pai

Leia mais

a) Qual das formas verbais destacadas nas frases transmite a ideia de uma ação completamente concluída?

a) Qual das formas verbais destacadas nas frases transmite a ideia de uma ação completamente concluída? VERBO CONTINUAÇÃO III FLEXÃO DE TEMPO TEMPOS VERBAIS A) Modo Indicativo Leia esta piada: Chovia há três dias sem parar e o campo de futebol estava completamente inundado. Era domingo e sem futebol o pessoal

Leia mais

Quem vive numa aldeia sabe que todos

Quem vive numa aldeia sabe que todos Um lugar de todos Quem vive numa aldeia sabe que todos são responsáveis por tudo. Ninguém está isento de contribuir para que todos vivam bem e sejam o mais felizes possível. É uma forma encontrada para

Leia mais

A Princesa e a Ervilha

A Princesa e a Ervilha PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - LÍNGUA PORTUGUESA - 2 ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ================================================================= A Princesa e a Ervilha Era uma vez um

Leia mais

DOURADINHO, O DISTRAÍDO

DOURADINHO, O DISTRAÍDO SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA DATA: 25 / / 207 UNIDADE: III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 2.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A):

Leia mais

Elementos da narrativa. Acção. Tempo. Espaço. Personagens. Narrador. Modos de Expressão e representação. Narratário

Elementos da narrativa. Acção. Tempo. Espaço. Personagens. Narrador. Modos de Expressão e representação. Narratário Elementos da narrativa Acção Tempo Espaço Personagens Narrador Modos de Expressão e representação Narratário O texto narrativo Conta acontecimentos ou experiências conhecidas ou imaginadas, o que implica

Leia mais

ESTRUTURA DO TEXTO NARRATIVO. Prof.ª Nivania Alves

ESTRUTURA DO TEXTO NARRATIVO. Prof.ª Nivania Alves ESTRUTURA DO TEXTO NARRATIVO Prof.ª Nivania Alves A narração é um modo de organização de texto cujo conteúdo está vinculado, em geral, às ações ou acontecimentos contados por um narrador. Para construir

Leia mais

) ) .,. MEB- 50 ANOS ";.. QUANTO AFETO, QUANTA ALEGRIA RENOVADA EM CADA ENCONTRO... VIVA A VIDA! " MARIA ALICE ~ )

) ) .,. MEB- 50 ANOS ;.. QUANTO AFETO, QUANTA ALEGRIA RENOVADA EM CADA ENCONTRO... VIVA A VIDA!  MARIA ALICE ~ ) ) 1 ) ) ).,. I ) I MEB- 50 ANOS ";.. QUANTO AFETO, QUANTA ALEGRIA RENOVADA EM CADA ENCONTRO... VIVA A VIDA! " MARIA ALICE ) ) ~ ) ( ' A MUSICA DA CAMPANHA DAS ESCOLAS RADIOFONICAS LEVANTO JUNTO COM O SOL

Leia mais

Análise de textos poéticos. Texto 1. Infância

Análise de textos poéticos. Texto 1. Infância GOIÂNIA, / / 2017. PROFESSOR: Daniel DISCIPLINA: Português SÉRIE: 9 ano ALUNO(a): No Anhanguera você é + Enem P1-3 BIMESTRE Análise de textos poéticos Texto 1 Infância Meu pai montava a cavalo, ia para

Leia mais

Presente Perfeito A. D. Feldman

Presente Perfeito A. D. Feldman Presente Perfeito A. D. Feldman Encontramo-nos em algum lugar de um pequeno planeta e observamos a beleza fria e ao mesmo tempo arrebatadora do infinito em sua profundeza impenetrável. Lá a morte e a vida

Leia mais

Produção de texto. Observe a imagem e produza um texto narrativo, com no mínimo 10 linhas, a partir do título proposto

Produção de texto. Observe a imagem e produza um texto narrativo, com no mínimo 10 linhas, a partir do título proposto E. E. Ernesto Solon Borges Disciplina: Língua Portuguesa Profª. Regente: Vania Progetec: Cristina Ano: 8º Ano A Alunos: Dayane Sales e Emily Cristina Data: 12/11/2014 Produção de texto Se eu tivesse um

Leia mais

Versão COMPLETA. O Ribeiro que queria Sorrir. PLIP004 Ana Cristina Luz. Ilustração: Margarida Oliveira

Versão COMPLETA. O Ribeiro que queria Sorrir. PLIP004  Ana Cristina Luz. Ilustração: Margarida Oliveira O Ribeiro que queria Sorrir Ana Cristina Luz Ilustração: Margarida Oliveira Versão COMPLETA PLIP004 www.plip.ipleiria.pt Este trabalho foi desenvolvido no espírito do art.º 75 e 80 do Código do Direito

Leia mais

Os meus segundos melhores amigos são a Zoe e o Oliver. Nós andamos todos na mesma escola. É uma escola normal para crianças humanas. Eu adoro-a!

Os meus segundos melhores amigos são a Zoe e o Oliver. Nós andamos todos na mesma escola. É uma escola normal para crianças humanas. Eu adoro-a! Capítulo UM Maria Lua. Sou eu! E o meu melhor amigo é o Coelhinho Rosa. Ele era o meu brinquedo favorito e, por isso, a mãe deu-lhe vida, com a sua varinha mágica. A mãe consegue fazer esse tipo de coisas

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO SOLIDÁRIA SALAS TEMÁTICAS A LEITURA AUXILIANDO A CONSTRUÇÃO DO REAL O DESPERTAR DO ALFABETIZADOR LEITOR

ALFABETIZAÇÃO SOLIDÁRIA SALAS TEMÁTICAS A LEITURA AUXILIANDO A CONSTRUÇÃO DO REAL O DESPERTAR DO ALFABETIZADOR LEITOR ALFABETIZAÇÃO SOLIDÁRIA SALAS TEMÁTICAS Capacitação Inicial e Continuada dos Alfabetizadores na Alfabetização Solidária. A LEITURA AUXILIANDO A CONSTRUÇÃO DO REAL O DESPERTAR DO ALFABETIZADOR LEITOR TELMA

Leia mais

A coisa mais bela do mundo. Um menino perguntou-me sem mais esta ou aquela: Qual a coisa neste mundo que é de todas a mais bela?

A coisa mais bela do mundo. Um menino perguntou-me sem mais esta ou aquela: Qual a coisa neste mundo que é de todas a mais bela? Nome: Ensino: F undamental 4 o ano urma: Língua Por ortuguesa T ata: D 12/8/09 A coisa mais bela do mundo Um menino perguntou-me sem mais esta ou aquela: Qual a coisa neste mundo que é de todas a mais

Leia mais

Depois, levou os filhotes para o pátio do castelo. Todos parabenizaram a pata: a sua ninhada era realmente bonita... Exceto um: o patinho das penas

Depois, levou os filhotes para o pátio do castelo. Todos parabenizaram a pata: a sua ninhada era realmente bonita... Exceto um: o patinho das penas O patinho feio A mamãe pata havia feito um ninho no meio da folhagem, perto do velho castelo. Finalmente, após longa espera, os ovos se abriram, um após o outro, e surgiram patinhos amarelos. Porém, de

Leia mais

História de Luis Carlos Batista

História de Luis Carlos Batista História de Luis Carlos Batista Nascimento: 13 de dezembro de 1970 Falecimento: 3 de janeiro de 2010 Mãe, eu sou feliz assim. Era isso que Luis Carlos Batista falava quando sua mãe lhe questionava sobre

Leia mais

Apoio: Patrocínio: Realização:

Apoio: Patrocínio: Realização: Apoio: Patrocínio: Realização: O Espírito da Luz Copyright 2000, virtualbooks.com.br Todos os direitos reservados a Editora Virtual Books Online M&M Editores Ltda.É proibida a reprodução do conteúdo deste

Leia mais

Metamorfose. Francisco Júlio Barbosa Lima Filho 2º Master Ensino Médio - Tarde

Metamorfose. Francisco Júlio Barbosa Lima Filho 2º Master Ensino Médio - Tarde Metamorfose Francisco Júlio Barbosa Lima Filho 2º Master Ensino Médio - Tarde Insegura sobre o seu destino. Sempre arrastando-se nas plantas do jardim. Será se alcançará, na noite, o celestino? Será se,

Leia mais