Quem vive numa aldeia sabe que todos
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- Bento Teixeira Antas
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1 Um lugar de todos
2 Quem vive numa aldeia sabe que todos são responsáveis por tudo. Ninguém está isento de contribuir para que todos vivam bem e sejam o mais felizes possível. É uma forma encontrada para que ninguém se arvore o direito de se achar melhor que o outro e quebre, por isso, a harmonia. Lembro que, num dia de muita chuva, todos nos reunimos sob a nossa casa e f icamos ouvindo nossa avó falar dos tempos em que ela ainda era menina. Ela nos contou que aprendia as mesmas coisas que as meninas de hoje aprendem. Foi nesse dia que ela nos falou da importância das mulheres numa aldeia indígena. Ela contou a seguinte história: Num tempo muito antigo, quando os animais ainda falavam, havia pouca comida para alimentar toda a gente. Por causa disso, as pessoas e os animais viviam reclamando para o grande cacique: Não temos nada para comer. Será que nunca você vai conseguir alimento para todos? O que querem que eu faça? Todos vocês querem comer, mas ninguém quer trabalhar. Eu sozinho não consigo alimentar todo mundo. Foi por isso que escolhemos você para ser nosso chefe. Se você não conseguir mais alimento, não poderá continuar a ser cacique. O grande chefe ficou muito triste com as reclamações 10
3 de seus amigos e prometeu a si mesmo que iria conseguir mais alimento para todos. A primeira coisa que fez foi perguntar a sua mulher o que ele poderia fazer para contentar a todos na aldeia. A mulher, que observava tudo de longe, procurou tranquilizá- -lo dizendo-lhe que não ligasse para as reclamações, pois todos queriam apenas comer, mas ninguém queria se esforçar para conseguir o alimento. Foi então que ela disse que daria um jeito na fome de todo mundo. Para isso, o chefe teria apenas que sonhar e em seu sonho encontraria a resposta que tanto precisava. Mesmo assim o cacique ficou muito contrariado. Quando a noite chegou, ele recolheu-se à sua rede e ficou matutando. Pensou, pensou, pensou, até que adormeceu e teve um sonho. Em sua mente perturbada apareceu o Criador, o Pai primeiro de todos os seres. Sem dizer uma palavra sequer, Ele pegou uma planta e a colocou dentro de um buraco no chão. Enterrou-a e regou-a com a água da chuva. Imediatamente, a planta começou a brotar. Em seguida, Ele arrancou a planta e dela retirou as raízes, que passou a comer com muito apetite. A terra é uma grande mãe que não deixa seus filhos sem alimento disse o Criador. Onde encontrarei essa planta? quis saber o chefe. Pergunte a sua mulher disse o Criador, desaparecendo em seguida. O chefe acordou, assustado. O sonho ainda estava 11
4 fresco em sua mente. Correu até a rede da esposa e contou- -lhe o que havia sonhado. A mulher apenas sorriu, acariciando a face do marido. Depois disse: A planta que você procura sou eu! Como assim, minha esposa? Você deve me enterrar num lugar longe daqui. Depois vai regar meu corpo com água. De mim nascerá o alimento para todo o seu povo e você será lembrado por todas as gerações. Mas eu ficarei sem você, minha companheira leal. Meu tempo já terminou. Tem que ser assim. O chefe ficou muito triste, mas fez como a esposa lhe ordenara. Antes de o dia nascer, os dois partiram em busca de um lugar distante. Caminharam durante longo tempo até chegarem a uma clareira na mata. Ali se sentaram para descansar e abrir o buraco. Quando terminaram, a mulher entrou e ordenou que o marido cobrisse de terra todo o seu corpo, e que durante uma semana ficasse ali regando-a até que ela se transformasse em semente. Meio a contragosto, o marido obedeceu e assim o fez. Durante uma semana ele ficou ali, sentado ao lado do túmulo da mulher, jogando água sobre o corpo já sem vida. No final de uma semana, logo que o dia clareou, o cacique notou que uma plantinha saía de dentro do buraco. Em dois dias ela já estava grande. Ele então a apanhou e plantou em outro buraco. Dois dias depois outras plantas nasciam, 12
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6 para alegria do chefe. Depois de uma semana, ele já havia feito uma roça inteira. Foi então à aldeia e chamou todos os seus moradores para irem conhecer o novo alimento que ele havia ganhado do Criador para alimentar todo o seu povo. Mas não se esqueceu de contar a todo mundo o sacrifício que sua esposa havia feito para que todos tivessem alimento em quantidade e sabor. Quando minha avó acabou de contar a história da origem dos alimentos, suspirou e concluiu: Muitas vezes é preciso que algumas pessoas se sacrifiquem para o bem de todos. É importante que todos façam a sua parte, para que nosso mundo continue vivo e alegre. 14
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Ficai connosco, Senhor Por vezes a tristeza e desânimo entram no nosso caminhar, e tiram-nos a coragem de vos seguir. Por vezes a vida não tem sabor, os dias são como que cinzentos e estamos como que mortos.
como diz a frase: nois é grossa mas no fundo é um amor sempre é assim em cima da hora a pessoa muda numa hora ela fica com raiva, triste, feliz etc.
SEGUIR EM FRENTE seguir sempre em frente, nunca desistir dos seus sonhos todos nós temos seu nivel ou seja todos nós temos seu ponto fraco e siga nunca desistir e tentar até voce conseguir seu sonho se
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OBJETIVO Semana 2 Parábola do filho pródigo 08 de Abril de 2018 Ensinar as crianças que devemos pedir o direcionamento de Deus em nossas escolhas. BASE BÍBLICA Lucas 15.11-32 VERSÍCULO o filho sábio aceita
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Acreditai! Nos amigos confiamos plenamente! Sabemos que jamais nos enganarão e que estarão presentes sempre que deles precisarmos. Nos amigos nós acreditamos: temos a garantia de que querem a nossa alegria.
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1ª Edição Ana Gonçalves Cândida Santos Ilustração de Vítor Silva Era uma vez uma casa velha no meio de um prado verde. O seu telhado era velho, as paredes eram brancas e à volta da porta e de todas as
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Até quando, Senhor, clamarei por socorro, sem que tu ouças? Até quando gritarei a ti: Violência! sem que tragas salvação? Hc 1.2 Por que me fazes ver a injustiça, e contemplar a maldade? A destruição e
Claro que diziam isto em voz baixa, mas ela ouvia-os e ficava muito triste.
Era uma vez uma princesa muito bonita mas que sofria imenso por ser baixinha Sempre que ia passear as outras crianças troçavam: É pequenina como um cogumelo, baixinha como a relva É baixinha demais para
