A ORIGEM DAS SEMENTES TRADICIONAIS
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- Moisés Capistrano Belmonte
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1 A ORIGEM DAS SEMENTES TRADICIONAIS Centro Indígena de Formação e Cultura Raposa Serra do Sol CIFCRSS
2 A ORIGEM DAS SEMENTES TRADICIONAIS Centro Indígena de Formação e Cultura Raposa Serra do Sol Comunidade Barro, Terra Indígena Raposa Serra do Sol, Pacaraima/Roraima AUTORES Carleandro André Simão Nunes Leandro de Souza Kairo Felipe Jeremias Miguel André Maciel da Silva Level Erdineisson Silva de Souza Jônatas José de Souza Rondesclei da Silva Ferreira Jovelino de Souza Lima Cristiane André Souza Rozindo de Lima Pakí Nedisney Batista André Itaney A. Pereira André Sião Tobias Clinton José Sulivan B. A. David Mota Constantino Elinaldo Francisco da Silva Isaías André Souza Jadeilson da Silva André APRESENTAÇÃO Essa cartilha foi produzida pelos estudantes do CIFCRSS (Centro Indígena de Formação e Cultura Raposa Serra do Sol) em 2015/2016, a partir de relatos da Pajé Mariana Tobias da comunidade Barro. Esse trabalho é parte do curso de "Sementes Tradicionais, realizado pela Iniciativa Wazaka ye (IW), uma parceria do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) com o CIR (Conselho Indígena de Roraima) desde Tiragem: 500 cópias SETEMBRO/2016 No CIFCRSS essa parceria tem possibilitado a realização das Feiras de Sementes dos Povos Indígenas de Roraima e cursos e atividades em sementes tradicionais e sistemas agroflorestais. 1
3 As sementes tradicionais foram descobertas pelo pajé Amooko Macuxi. O pajé Macuxi, assim como nossos outros antepassados só viviam se alimentando de frutas naturais como jenipapo, araçá, taxi, taperebá, buriti, araruta, e também da caça e da pesca. Uma noite foi para sua sessão quando encontrou o dono da mata, o vovô Curupira (Amooko Taitai). O curupira reconheceu a situação do pajé e lhe falou que estava doente de tanto pensar na situação do momento e no falecimento de sua esposa. APRESENTAÇÃO Chegou um tempo que isso diminuiu ou estava ficando escasso. Ele como pajé não tinha nada para comer, primeiro morreu sua mulher pois pegaram o espírito dela. 2 3
4 Então o dono da mata Curupira levou espiritualmente o pajé Macuxi para um local chamado Inkrîko, onde se encontrava todos os tipos e variedades de semente. Disse: tu está doente porque não está comendo a pimenta, por isso bichos estão entrando em ti: Mariwa, Kaiko, Kumaitaka, Amauri, os bichos da mata estão te matando. Mas se tu quiser buscar comigo aí tu vai, tu leva jamaxim e traz tudo o que tem lá. Tu leva um de cada para o lavrado, para quando tu tiver neto para ficar com eles (Upia nîkon, que somos nós). 4 5
5 Devolvendo o pajé Amooko Macuxi, ele convocou e reuniu outros dois pajés do Teso do Gavião na região Baixo Cotingo (Amooko Pururumã e Amooko Krasipiral) e mais outros três pajés das regiões das Serras, Raposa e Surumu para irem até o local Inkrîko em busca de sementes que serviriam de alimentos para o resto de suas vidas. 6 Saíram de suas aldeias, deixando suas famílias não sabendo quando iam chegar de volta, devido a distância do local que levaria mais de um mês de viagem. 7
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7 Cada um levou consigo seu jamaxim, cada um trouxe de um tudo, banana, batata, melancia, mamão, abóbora, maniva, abacaxi, cará, pimenta, milho, cana, feijão, tudo o que existe hoje de sementes. Durante a viagem de volta, quando eles sentavam, algumas sementes (que já haviam se multiplicado no jamaxim, aumentando muito de quantidade) caíam no chão e já nasciam ali mesmo no caminho. Chegaram e sentaram na Serra do Piolho e foram fazer divisão de suas sementes para cada região
8 Quando chegaram cada um colocou sua roça para multiplicar as sementes e saciar o povo. Mas a maior roça de todos foi a do pajé Macuxi que trabalhou em sócio com o pato. O curupira queria também multiplicar sua semente, por isso até hoje onde são colocadas as roças, logo após a queimada nasce o pé de pimenta do Curupira, pelo acordo feito com o pajé Macuxi. Assim as regiões vêm dando continuidade de sua produção de ano em ano. Desde a época dos nossos antepassados as sementes vêm suprindo a necessidade de alimentação dos povos indígenas, de avô para filho, de filho para neto, de neto para bisneto. Assim vai dando continuidade no futuro dos nossos filhos. 12 Nós, povos indígenas vivemos com a nossa tradição e cultura, e o costume de se alimentar com nossas sementes tradicionais, sem prejudicar nossa vida com alimentação industrializada. 13
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