U15040 Pêndulo de torção segundo Prof. Pohl
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- Isaac Luiz Gustavo Bergmann Gama
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1 3B SCIENTIFIC PHYSICS U15040 Pêndulo de torção segundo Prof. Pohl Instruções para o uso 1/03 ALF bl bm bn bo bp Motor do excitador Botão rotativo para o ajuste fino da tensão do excitador 3 Botão rotativo para o ajuste grosseiro da tensão do excitador 4 Anel graduado 5 Corpo pendular 6 Mola caracol 7 Indicador da situação de fase do excitador 8 Indicador da situação de fase do corpo pendular 9 Indicador do ângulo de oscilação do corpo pendular bl Excitador bm Freio de corrente parasita bn Fresta de controle e parafuso para o ajuste da amplitude do excitador bo Vara para impulso bp Roda de acionamento com excêntrico bq Tomadas de segurança de 4 mm para a medição da tensão do excitador br Tomadas de segurança de 4 mm para a alimentação do motor do excitador bs Tomadas de segurança de 4 mm para a alimentação do freio de corrente parasita bq br bs O pêndulo de torção serve para a análise de oscilações livres, forçadas e caóticas em diferentes casos de amortecimento. Temas para experiências: Vibrações de torção livres em diferentes amortecimentos (queda na oscilação com amortecimento moderado, oscilação aperiódica e queda aperiódica da limitação) Oscilações forçadas e suas curvas de ressonância em vários casos de amortecimentos Transição fásica entre excitador e ressonador com queda de ressonância Oscilações de torção caóticas Determinação estática da grandeza de referência D Determinação dinâmica do momento de inércia J 1. Indicações de segurança Ao retirar o pêndulo de torção da sua embalagem, nunca o pegue pelo anel graduado! Podem ocor- rer danos! Sempre retire o aparelho com o dispositivo previsto para isto! (Interior da embalagem). Para transportar o pêndulo de torção, sempre pegar o aparelho pela base. Não ultrapassar a tensão de alimentação máxima admitida do motor do excitador (4 V DC). O pêndulo de torção não deve ser sujeito a qualquer esforço físico desnecessário.. Descrição, dados técnicos O pêndulo de torção segundo Prof. Pohl consiste num sistema oscilatório montado sobre uma placa base de madeira e um motor elétrico. O sistema oscilatório consiste numa roda de cobre com rolamento (5), a qual está conectada com a vara do excitador por meio de uma mola espiral (6) que por sua vez fornece o momento de restituição. Para a excitação do pêndulo de torção, utiliza-se um motor de corrente contínua com número de rotações ajustável de modo aproximado ou preciso, o qual expande e comprime a mola espiral 6
2 numa seqüência periódica através de um excêntrico (14) com uma vara de impulso (13), levando assim a roda de cobre a oscilar. Para o amortecimento é utilizado um freio de corrente parasita eletromagnético (11). Um anel graduado (4) com frestas e uma escala com divisões de mm envolve o sistema oscilatório; indicadores encontram-se no excitador e no ressoador. O aparelho também pode ser utilizado para a projeção de sombras em demonstrações. Para a alimentação elétrica é necessária a unidade de alimentação elétrica DC para o pêndulo de torção U Freqüência própria: aprox. 0,5 Hz. Freqüência do excitador: 0 até 1,3 Hz (ajustável sem escalonamento) Conexões: motor: máx. 4 V DC, 0,7 A, por tomadas de segurança de 4 mm freio de corrente parasita: 0 até 4 V DC, máx. A, por tomadas de segurança de 4 mm Anel graduado: Medidas: Massa:.1 Fornecimento 1 pêndulo de torção massas adicionais de 10 g massas adicionais de 0 g 300 mm Ø 400 mm x 140 mm x 70 mm 4 kg 3. Fundamentos teóricos 3.1 Símbolos utilizados nas fórmulas D = Grandeza de referência angular J = Momento de inércia da massa M = Momento de torção de restituição T = Duração do período T 0 = Duração do período do sistema sem amortecimento T d = Duração do período do sistema com M E amortecimento = Amplitude do momento de torção do excitador b = Momento do amortecimento n = Número de períodos t = Tempo Λ = Decremento logarítmico δ = Constante de amortecimento ϕ = Deslocamento angular ϕ 0 = Amplitude no tempo t = 0 s ϕ n = Amplitude após n períodos ϕ E = Amplitude do excitador ϕ S = Amplitude do sistema 0 = Freqüência própria do sistema oscilatório d = Freqüência própria do sistema amortecido E = Freqüência circular do excitador E res = Freqüência circular para a amplitude máx. Ψ 0S = Ângulo de fase do sistema 3. Oscilações de torção harmônicas Uma oscilação de torção harmônica se dá quando a força de restituição é proporcional ao deslocamento angular. Nas oscilações de torção harmônicas, o momento de torção de reação é proporcional ao deslocamento angular ϕ: M = D ϕ O fator de proporcionalidade D (grandeza de referência angular) pode ser calculado através da medição do deslocamento angular e do momento deslocador. A freqüência própria circular do sistema 0 resulta das medições da duração do período T a partir de 0 = π/t e do momento de inércia da massa J a partir de 0 = D J 3.3 Oscilações de torção livres amortecidas Num sistema oscilatório no qual energia é perdida por causa de perdas por atrito sem que esta energia seja compensada por aporte externo de energia, a amplitude diminui constantemente, ou seja, a oscilação é amortecida. Enquanto isso, o momento de amortecimento b é proporcional à velocidade angular ϕ.. A partir do equilíbrio de momentos de torção resulta a equação de movimento... J ϕ+ b ϕ+ D ϕ = 0 Para a oscilação sem amortecimento vale b = 0 Se a oscilação no tempo t = 0 s começa com a amplitude máxima 0 a solução da equação diferencial com um amortecimento não muito forte resulta em (δ² < 0 ²) (caso oscilatório) ϕ = 0 e δ t cos ( d t) δ = b/ J é a constante de amortecimento e d = 0 δ é a freqüência própria do sistema amortecido. No caso de um amortecimento forte (δ² > 0 ²) o sistema não oscila, mais se arrasta para o ponto de descanso (caso de arraste). A duração de período T d do sistema oscilatório amortecido só varia muito pouco com relação ao valor T 0 do sistema oscilatório sem amortecimento. Pela introdução de t = n T d na equação ϕ = ϕ 0 e δ t cos ( d t) e a amplitude após n períodos ϕ = n obtém-se com a relação d = π/t d n = e n δ Td 0 7
3 e a partir disso o decremento logarítmico Λ: Λ = = = 1 ϕ ϕ δ T n In n d In 0 ϕ Pela introdução de δ = Λ / T d, 0 = π / T 0 e d = π / T d na equação obtém-se: d = 0 δ T Λ = T 1+ 4 π d 0 pelo qual a duração de período T d pode ser calculada exatamente se o valor T 0 é conhecido. 3.4 Oscilações de torção forçadas No caso de oscilações de torção forçadas, um momento de torção variável periodicamente com uma função seno age do exterior sobre o sistema oscilatório. Completa-se esse momento do excitador na equação de movimento... J ϕ+ b ϕ+ D ϕ = M E sin( E t) Depois da iniciação da oscilação, o pêndulo de torção oscila num estado estacionário com a mesma freqüência circular que o excitador, sendo que não se encontra defasado nem com E ou contra 0. Ψ 0S é o ângulo de fase do sistema, a defasagem entre o sistema oscilatório e o excitador. ϕ = ϕ S sin ( E t Ψ 0S ) n n+1 Para a amplitude do sistema S é válido ϕ = M E J ( ) + δ 0 E 4 E Para a relação entre a amplitude do sistema e a amplitude do excitador é válido M E S J = E E δ E freqüência resulta de δ = 1 Eres 0 0 Com amortecimento forte não há aumento excessivo de amplitude. Para o ângulo de fase do sistema Ψ 0S é válido arctan δ Ψ 0S = 0 Para E = 0 (ressonância), o ângulo de fase do sistema Ψ 0S = 90. Isto é válido também para δ = 0 com a extrapolação correspondente. No caso das oscilações amortecidas (δ > 0) e E < 0 resulta 0 Ψ 0S 90, para E > 0 é válido 90 Ψ 0S 180. No caso de oscilações sem amortecimento (δ = 0) é válido Ψ 0S = 0 com E < 0 e Ψ 0S = 180 para E > Utilização 4.1 Oscilações de torção livres amortecidas Conectar o freio de corrente parasita com a saída para tensão ajustável do transformador de alimentação Conectar o amperímetro com o circuito elétrico. Determinar a constante de amortecimento dependendo da corrente. 4. Oscilações de torção forçadas Conectar as tomadas de conexão (16) do motor do excitador com a saída de tensão fixa do transformador Conectar o voltímetro com as tomadas de conexão (15) do motor do excitador. Determinar a amplitude de oscilação em relação de dependência com a freqüência do excitador ou com a tensão de alimentação. Caso seja necessário, conectar o freio de corrente parasita com a saída de tensão ajustável do transformador 4.3 Oscilações caóticas Para a produção de oscilações caóticas, encontramse 4 massas adicionais, estas modificam o momento de restauração linear Para tal, aparafusar as massas adicionais no corpo pendular (5). Nas oscilações sem amortecimento, a amplitude, em caso de ressonância ( E igual a 0 ) cresce teoricamente infinitamente e leva ao colapso por ressonância. Nas oscilações amortecidas e com amortecimento não muito forte a amplitude do sistema atinge seu máximo, sendo que a freqüência circular do excitador E res é menor do que a freqüência própria do sistema. Esta 8
4 5. Exemplos de experiências 5.1 Oscilações de torção livres amortecidas Para determinar o decremento logarítmico Λ, medem-se e estabelece-se a média das amplitudes em várias operações. Para tal, registra-se o balanço do pêndulo na escala em duas séries de medições, a cada vez com leitura à esquerda e à direita. O ponto inicial do pêndulo encontrava-se em 15 ou 15 na escala. Cinco deslocamentos foram registrados. Da relação entre as amplitudes, obtém-se Λ com a fórmula Λ = In ϕ n n+1 n ,8 14,8 14,8 14,8 14,8 14,8 14,8 14,8 14,4 14,6 14,4 14,6 14,4 14,4 14,6 14,4 3 14, 14,4 14,0 14, 14,0 14, 14, 14,0 4 13,8 14,0 13,6 14,0 13,8 13,8 14,0 13,8 5 13,6 13,8 13,4 13,6 13,4 13,4 13,6 13,6 n Ø ϕ Ø ϕ + Λ Λ ,8 14,8 0,013 0,013 14,5 14,5 0,0 0,0 3 14, 14,1 0,01 0, ,8 13,8 0,08 0,0 5 13,6 13,5 0,015 0,0 O valor obtido para Λ é Λ = 0,00. Para duração de oscilação T do pêndulo é válido t = n T. Para tal, medir o tempo par 10 oscilações com um cronômetro e calcular T. T = 1,9 s A partir destes valores pode-se determinar a constante de amortecimento δ com δ = Λ / T. δ = 0,0106 s 1 Para a freqüência própria é válido π = δ T = 3,307 Hz 5. Oscilações de torção livres amortecidas Para determinar a constante de amortecimento δ em relação de dependência com a corrente Ι através do imã eletromagnético, foi realizado o mesmo ensaio com o freio de corrente parasita ligado com Ι = 0, A, 0,4 A e 0,6 A. Ι = 0, A n Ø ϕ Λ 1 13,6 13,8 13,8 13,6 13,7 0,0906 1,6 1,8 1,6 1,4 1,6 0, ,4 11,8 11,6 11,4 11,5 0, ,4 10,6 10,4 10,4 10,5 0, , 9,6 9,6 9,6 9,5 0,1 Com T = 1,9 s e média de Λ = 0,1006 resulta a constante de amortecimento: δ = 0,053 s 1 Ι = 0,4 A n Ø ϕ Λ 1 11,8 11,8 11,6 11,6 11,7 0,48 9, 9,0 9,0 9, 9,1 0,5 3 7, 7, 7,0 7,0 7,1 0,48 4 5,8 5,6 5,4 5, 5,5 0,5 5 4, 4, 4,0 4,0 4,1 0,9 Com T = 1,9 s e média de Λ = 0,57 resulta a constante de amortecimento: δ = 0,135 s 1 Ι = 0,6 A n Ø ϕ Λ 1 9, 9,4 9, 9, 9,3 0,478 5,4 5, 5,6 5,8 5,5 0,55 3 3, 3, 3, 3,4 3,3 0,51 4 1,6 1,8 1,8 1,8 1,8 0, ,8 0,8 0,8 0,8 0,8 0,81 Com T = 1,9 s e média de Λ = 0,5858 resulta a constante de amortecimento: δ = 0,308 s Oscilações de torção forçadas Para determinar amplitude de oscilação dependendo da freqüência do excitador ou da tensão de alimentação registra-se a oscilação máxima do corpo pendular. T = 1,9 s 3 0,8 5 1, 6 1,6 7 3,3 7,6 0,0 8 16,8 9 1,6 10 1,1 9
5 A freqüência circular do sistema 0 obtém-se pela medição da duração de período T 0 = π/t = 3,3069 Hz Com uma tensão de motor de 7,6 V ocorre a maior distância angular, ou seja, ocorre o caso de ressonância. Logo foi efetuado o mesmo ensaio com o freio de corrente parasita ligado com Ι = 0, A, 0,4 A e 0,6 A. Ι = 0,6 A 5 1,3 6 1,8 7 3,6 7,6 7,4 8 3,6 9 1,6 10 1,0 Ι = 0, A Ι = 0,4 A 5 1, 6 1,7 7,9 7,6 15, 8 4,3 9 1,8 10 1,1 5 1, 6 1,6 7,8 7,6 3,6 8,6 9 1,3 10 1,0 A partir destas medições pode-se representar as curvas de ressonância de forma gráfica integrando as amplitudes dependendo da tensão do motor. Pela amplitude dos valores médios do gráfico podese determinar graficamente a freqüência de ressonância. A [skt] 0 I=0,0A 15 I=0,A 10 I=0,4A 5 1 I=0,6A u[v] Curvas de ressonância 3B Scientific GmbH Rudorffweg Hamburg Alemanha 30 Sob reserva de modificações técnicas
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