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2 WORKSHOP BENOMY SILBERFARB

3 HIPNOTERAPIA COGNITIVA Benomy Silberfarb

4 O que é a HIPNOTERAPIA COGNITIVA?

5 Conjunto de técnicas de Hipnose Clínica e Cognitivo-Comportamentais utilizadas em parceria terapêutica como intervenção no tratamento de transtornos mentais.

6 PESADELOS SONHOS IMAGENS MENTAIS (Kosslyn, 1978)

7 JOHN RYAD ROBERT PAWN (1999) SIGCR Junho de 1999

8 OBJETIVO

9 Qualificar a preparação do paciente para a Reestruturação Cognitiva Esbater rapidamente sintomas Conferir um melhor auto monitoramento quanto ao manejo de suas imagens mentais.

10 LIVRO Transtornos da ansiedade Transtorno Depressivo maior BENOMY SILBERFARB

11 BREVE HISTÓRIA DA Hipnose

12 Anthon Mesmer (magnetismo) James Braid (Hipnose) Jean Charcot (Salpetriére) Sigmund Freud (Ostracismo) Milton Erickson (Sistematização)

13 RESOLUÇÃO 13/2000 CFP

14 Hipnose terapêutica Conselho Federal de Psicologia - CFP Resolução 13/2000 em 20/12/2000 Autoriza uso da Hipnose Respeito código profissional Conselho Federal de Psicologia (2011)

15 A divisão 30 da APA AMERICAN PSYCHOLOGICAL ASSOCIATION promove a formação acadêmica em Hipnose Clínica através de uma Universidade de Hipnose Clínica e Experimental na cidade de Chicago, no Mount Sinai School of Medicine e no Westchester Comunity College além de patrocinar pesquisas científicas sobre a área, publicando os resultados no IJCEH International Journal of Clinical and Experimental Hypnosis.

16 IJCEH International Journal of Clinical and Experimental Hypnosis

17 O que é a HIPNOSE?

18 Estado de foco e atenção seletiva provocada por estímulos externos, de relaxamento profundo, que pode provocar mudanças físicas e mentais, podendo produzir alterações na percepção, nas sensações, emoções e em cenários de memória. (APA American Psychological Association, 2011)

19 OS MITOS

20 Hipnose não é sono Psicólogo não te dom ou poder Todos voltam do estado hipnótico Hipnose não causa problemas mentais Paciente não revela segredos Questões éticas e morais preservadas Paciente não fica dependente Nada a ver com TVP Hipnose não é dom

21 A Hipnose é uma resposta natural do sistema nervoso central para proteger o cérebro de algumas situações em que há excesso de estímulo externo. Ivan P. Pavlov (Ferreira, 2006)

22 James Braid, médico britânico, pioneiro da hipnose científica e que cunhou em 1938 nome de Hipnose em clínica FIXAÇÃO DO OLHAR James Braid (Ferreira, 2006)

23 O psiquiatra e psicanalista alemão Johannes Heinrich Schultz, criador do Treinamento Autógeno utilizou antes a Hipnose a partir do relaxamento hipnótico do neurologista Oskar Vogt Johannes Schultz (Ferreira, 2006)

24 Joseph Wolpe, criador da DS iniciou trabalhando com Hipnose com a catalepsia do braço na técnica de Dessensibilização hipnótica em 1940, aprendendo-a, sendo discípulo da Hipnose Médica de Lewis Goldberg Joseph Wolpe (Lazarus, 1973)

25 Michael Yapko Edward Thomas Dowd AARON BECK

26 A investigação tem também vindo a demonstrar a eficácia da hipnose como importante ferramenta terapêutica quando combinada com intervenções cognitivo-comportamentais, nas perturbações depressivas, da ansiedade, das condições psicossomáticas, tabagismo, obesidade, insônia, controle da dor, entre outras. (Lynn, Kirsch, Barabasz, Cardena, & Patterson, 2000; McIntyre, 2001)

27 NEUROCIÊNCIAS S.A.R.A. (INTERLIGA HIPOTÁLAMO E SISTEMA LÍMBICO) FENÔMENO DE ATENÇÃO SELETIVA CONSCIÊNCIA DESPERTA ZONA DE MEMÓRIAS E AUTOMATISMOS (HIPERMNÉSIA) MODULAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO APROXIMAÇÃO DO SONO REM INSIGHTS CRIATIVOS RELAXAMENTO REDUZ A EXITAÇÃO HIPOTALÂMICA

28 NEUROCIÊNCIAS- 1 Ativação do lobo occipital ativando intensamente a IMAGINAÇÃO durante a HIPNOSE

29 NEUROCIÊNCIAS- 2 Diminuição da atividade PRÉ-FRONTAL reduzindo A CRÍTICA

30 NEUROCIÊNCIAS- 3 Transe profundo ativa o GIRO DO CÍNGULO aumentando a visualização. Anestesia e analgesia

31

32 SUSCETIBILIDADE HIPNÓTICA 98% Suscetíveis (níveis) 2% Não suscetíveis (JCH) Journal of Clinical Hypnosis (1998)

33 NÍVEIS DE SUSCETIBILIDADE HIPNÓTICA 0-50 Sugestionabilidade (Weissman, 1962)

34 CLASSIFICAÇÃO - NÍVEIS LETARGIA CATALEPSIA SONAMBULISMO (Erickson, 1980)

35 MODELO NO SETTING

36 LETARGIA LETARGIA

37 CATALEPSIA

38 SONAMBÚLICO OU PLENO

39 ESCALAS - APLICAÇÃO Escala de Stanford Stanford Hypnotic Susceptibility Scale (Weitzenhoffer & Hilgard, 1962) Escala da Harvard Harvard Group Scale of Hypnotic Susceptibility (Ronald Shor & Emily Carota Orne, 1962)

40 PROTOCOLO PARA INTERVENÇÃO TERAPÊUTICA NO SETTING HC

41 AVALIAÇÃO TESTAGEM COMPORTAMENTAL COGNITIVA AUTO-MONITORAMENTO

42 TEMPO DE DURAÇÃO DA SESSÃO RELAXAMENTO 20 INTERVENÇÃO 40

43 DIAGRAMAS ESTRUTURA DA SESSÃO DIAGRAMA DE CONCEITUALIZAÇÃO MNEMÔNICA Benomy(2011)

44 Benomy(2011)

45 DIAGRAMA NOME DO PACIENTE DATA DO ATENDIMENTO NÚMERO DA SESSÃO DATA DA SESSÃO ANTERIOR DATA DA PRÓXIMA SESSÃO SINAL HIPNÓGENO UTILIZADO HIPÓTESE DIAGNÓSTICA CUIDADOS NO MANEJO CARACTERISTICAS IMPORTANTES DO PACIENTE SITUAÇÃO 1 MEMÓRIA DISUNCIONAL COMPORTAMENTOS DISFUNCIONAIS CRENÇA CENTRAL FOCO SITUAÇÃO 2 MEMÓRIA ADAPTATIVA PROGRAMADA OBSERVAÇÃO EFEITO EMOCIONAL NIVEL DA NOVA CRENÇA NOVO SIGNO SINAL NIVEL DE TRANSE ALCANÇADO CD FASE E DATA

46 INVENTÁRIOS QUESTIONÁRIOS QSH - QUESTIONÁRIO DE SUSCETIBILIDADE HIPNÓTICA IP INVENTÁRIO DE PREFERÊNCIAS Benomy(2011)

47 1 AVALIAÇÃO ETAPA TCC Anamnese qualificada BAI Beck Anxiety Inventory BDI - Beck Depression Inventory YSQ - Questionário de esquemas de Young

48 1 AVALIAÇÃO ETAPA HIPNOTERAPIA COGNITIVA Psicoeducação sobre hipnose Inventário de repertório de preferências Expectativas e mitos Exame de funções mentais (Dowd, 2000)

49 2 TESTAGEM-PACIENTE QSH Imaginação Permissividade Expectativa Testes de suscetibilidade Relaxamento inicial

50 TESTAGEM

51 3 COMPORTAMENTAL Atuação sobre os sintomas Atuar sobre as respostas fisiológicas Habituação com as sensações do corpo. O objetivo é a intimidade na propriocepção Desqualificar os sinais como uma ameaça (Angelotti, 2005)

52 3 COMPORTAMENTAL TÉCNICAS DE INDUÇÃO AO ESTADO HIPNÓTICO

53 3 COMPORTAMENTAL Exemplos: Fixação do olhar Mão atraída á testa Movimentos circulares Estrela Caneta

54

55 3 COMPORTAMENTAL Sinais hipnógenos para retorno Repetição de estímulos no procedimento - HABITUAÇÃO

56 3 COMPORTAMENTAL Habituação com sensações internas Cartão pós-hipnótico para treinamento e aumento da autoconfiança (Ferreira, 2006)

57 Pai, por favor, não fuma!!

58 3 COMPORTAMENTAL Dessensibilização Sistemática dentro da Hipnoterapia Cognitiva Vivificação dos cenários aversivos Modulação emocional

59 4 COGNITIVA Diagrama de Conceitualização Mnemônica como estrutura Manejo e visualização de memórias HIPERMNÉSIA emoção intensa

60 4 COGNITIVA Fixar imagens de segurança Validação de ambientes remotos EID Conectar a respostas afetivas positivas (Ferreira, 2006)

61 4 COGNITIVA Sinais hipnógenos para a evocação de cenários desejados Cartões afetivos para a evocação de memórias e emoções (Ferreira, 2006)

62 4 COGNITIVA Ativar intensamente as emoções no setting para o paciente validá-las e para que se possam promover as mudanças em psicoterapia. Estas ativam crenças e esquemas mentais. (Young, Klosko e Weishaar, 2008)

63 4 COGNITIVA - TCC REESTRUTURAÇÃO COGNITIVA Pensamentos automáticos Distorções cognitivas Diagrama de Beck RPD Registro de pensamentos disfuncionais (Beck, 2008)

64 5 AUTO MONITORAMENTO Psicoeducação sobre auto-hipnose Ensinar ao paciente as técnicas do processo Testagem no setting terapêutico Checagem de resultados : auto monitoramento

65 REVISÃO - TESTAGEM Verificação dos sinais pós-hipnóticos Revisão dos cartões de enfrentamento Reciclagem para a auto-hipnose Testagem das evocações de memórias seguras (Ferreira, 2006)

66 ESTRATÉGIAS COMPLEMENTARES Estratégias vivenciais TERAPIA DO ESQUEMA (Jeffrey Young) Explorar estados iniciais desadaptativos Utilização na estratégia de modos Ambientes invalidantes Validação de emoções ativando esquemas (Ferreira, 2006)

67 Quais as VANTAGENS?

68 Esbatimento rápido de sintomas Vivificação de memórias Dessensibilização mais efetiva Melhor auto monitoramento (Dowd, 2000)

69 Redução do tempo de tratamento Aumento da autoconfiança e motivação Reforça e amplia técnicas da TCC Mais recursos pessoais de enfrentamento Modula com eficácia respostas de medo (Ferreira, 2006)

70 Melhora a qualidade de sono Reduz comportamentos de esquiva Facilita muito a exposição in vivo Modula a representação da dor Potencializa capacidade de relaxar (Dowd, 2000)

71 Controle da impulsividade Redução das compulsões Gerencia melhor cenários de risco Controle total na fissura (Dowd, 2000)

72 O uso da Hipnose em TCC promove a ativação emocional do dia a dia dentro do setting, permitindo ao paciente experienciá-la, poder sonhar acordado e promover a mudanças, criando novas memórias mais adaptativas e assim construindo novos cenários. (Dowd, 2000)

73 CONTRA INDICAÇÕES

74 CONTRA-INDICAÇÕES PACIENTES PSICÓTICOS TDAH SOB EFEITO DE DROGAS ESQUIZOFRÊNICOS ESPILEPSIA OBSESSIVOS - CONTROLADORES (Ferreira, 2006)

75 Referências bibliográficas Ferreira, M.V. Hipnose na prática clínica Editora Atheneu, São Paulo (2006). Dowd, E.T. Cognitive Hypnotherapy. Aronson Ed. New York (2000). Guerreiro, A. Hipnose e Psicoterapias Etiologia e Práxis. Ed. Duarte (2008) Young J. E., Klosco, J.S. & Weishaar, M.E. Schematheraphy: a practioner s guide. Guilford Press, New York (2003). Lazarus, A. A. Terapia comportamental na clínica (pp ). Belo Horizonte: Interlivros (1972)

76 OUTRAS APLICAÇÕES DA HIPNOTERAPIA COGNITIVA

77 FOBIAS ESPECÍFICAS TRANSTORNOS ALIMENTARES CONTROLE DE DIETAS BALÃO INTRA-GÁSTRICO IMAGINÁRIO ADIÇÃO E SUPRESSÃO DE ALIMENTOS TRATAMENTO DA INSÔNIA DEPENDÊNCIA QUÍMICA ONICOFAGIA E TRICOTILOMANIA OTIMIZANDO MEMÓRIA E ATENÇÃO TRATAMENTO DA DOR BRUXISMO

78 OBRIGADO PELA SUA ATENÇÃO!

79 BENOMY SILBERFARB Informações

hipnoterapia cognitiva

hipnoterapia cognitiva h i p n o t e r a p i a cognitiva S582h Silberfarb, Benomy Hipnoterapia cognitiva: tratamento clínico dos transtornos da ansiedade e de seus sintomas / Benomy Silberfarb. Novo Hamburgo : Sinopsys, 2017.

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