Ferramenta 8: Fluxograma
|
|
|
- Thiago Natan Lencastre Martins
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ferramentas apresentadas 1. Brainstorming 2. Estratificação 3. Folha de Verificação 4. Diagrama de Pareto 5. Gráfico sequencial / carta de tendência 6. Diagrama de causa e feito 7. Diagrama de Dispersão Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 1 Ferramenta 8: O que é: representação gráfica de rotinas e procedimentos que permite sua visão global e precisa Por que usar? Para viabilizar a análise do processo como um todo Para ajudar a identificar gargalos, folgas e redundâncias Para ajudar a destacar as principais etapas de um processo Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 2 1
2 Benefícios do uso da ferramenta: Padroniza a representação dos métodos e procedimentos Agiliza a descrição deste métodos Facilita a leitura e entendimento destes Facilitar a localização e identificação dos aspectos mais importantes Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 3 Como usar: Desenhar o fluxograma atual do processo Desenhar o fluxograma das etapas que o processo DEVERIA seguir Verificar em que os diagramas diferem: Aí pode estar a causa do problema e oportunidades de melhoria Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 4 2
3 Como analisar ( perguntas essenciais): 1. Por que esta fase é necessária? ( influência no resultado final) 2. Onde esta a fase que deveria ser feita? ( localização espacial) 3. Quando essa fase deve ser feita? ( localização sequencial) 4. Quem deve executar a fase? 5. Como a fase está sendo executada? Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 5 Cuidados: Utilizar o fluxograma simples Separar processos longos e complexos em uma série de fluxogramas simples Ter como base o consenso da equipe/grupo de trabalho Desenhar sempre o fluxograma de cima para baixo e da esquerda para a direita Utilize as setas para identificar a direção do fluxo Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 6 3
4 Simbologia básica Elipse- inicio Retângulo passo do processo Losango - decisão Ponto de partida do processo Descrição da operação ou etapa do processo Ponto onde ocorre ramificações devido a decisão Elipse - fim Etapa final Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 7 Simbologia adicional: Documento Arquivo Atraso ou demora Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 8 4
5 Simbologia: É possível utilizar símbolos diferentes dos convencionais, desde que não ofereçam dificuldade de compreensão para o leitor e que sejam definidos previamente. Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 9 Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 10 5
6 ATENÇÃO: Faltam alguma setas Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 11 ATENÇÃO: Usa de forma diferente as simbologias Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 12 6
7 Exercício para entregar Mapear o processo ( fazer o fluxograma) de travessia de uma avenida com canteiro central, conforme a figura: Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 13 Definição: A matriz de priorização é um método de determinar a prioridade a partir de um conjunto de critérios definidos Aplicações: Definir a prioridade de implementação de ações para a solução para um problema ou execução de um projeto Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 14 7
8 Sistema G.U.T. O nome GUT provém das iniciais das palavras Gravidade, Urgência e Tendência Definição G.U.T. Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 15 SISTEMA G.U.T. Exemplo Reclamações de clientes G U T SOMA Atraso entrega Qt a maior Dificuldade de acesso Onde: G=1 para ocorrências de baixa gravidade e G=5 para ocorrência graves U=1 para baixa urgência e U=5 para alta urgência de solução T=1 situação não irá piorar se nada for feito e T=5 situação irá ficar muito pior se nada for feito Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 16 8
9 Proposta de escala Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 17 Procedimento: 1. Determinar os critérios de avaliação. Como por exemplo: GUT => Gravidade, Urgência e Tendência BASICO => Benefício, Abrangência, Satisfação, Investimento, Cliente e Operacionalização 2. Preparar uma matriz onde cada coloca representa um critério 3. Completar as linhas da matriz com as alternativas identificadas Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 18 9
10 Procedimento (cont.) 4. Avaliar cada alternativa em cada um dos critérios com auxilio de uma escala 5. Classificar de forma descendentes o somatório das linhas determina a prioridade Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 19 Modelo de matriz de priorização pelo sistema GUT Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 20 10
11 Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 21 Exercício de Matriz de Priorização Problema: Sono durante a aula Atividade ( em grupo): Fazer um brainstorming ou um diagrama de causa e efeito para levantar as possíveis causas Priorizar as causas através de uma matriz de priorização selecionar os critérios apropriados Entregar no final da aula! Gerência da Qualidade - Engenharia de Produção - UFRGS 22 11
Ferramenta 5W2H. ferramentas apresentadas. Definir: 10/03/2011
ferramentas apresentadas 1. Brainstorming 2. Estratificação 3. Folha de Verificação 4. Diagrama de Pareto 5. Gráfico sequencial / carta de tendência 6. Diagrama de causa e feito 7. Diagrama de Dispersão
As sete ferramentas da qualidade (Seven Tools)
As sete ferramentas da qualidade (Seven Tools) Gerência da Rotina Previsibilidade Gerência da Melhoria Competitividade 1 ROTI A Estabelecida de tal forma que a administração da empresa possa delegar a
Ferramentas da Qualidade. Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT
Ferramentas da Qualidade Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT ESTRATIFICAÇÃO Estratificação Estratificação consiste na divisão de um grupo em diversos subgrupos (estratos) com base em fatores apropriados,
Melhorias de Processos segundo o PDCA Parte IV
Melhorias de Processos segundo o PDCA Parte IV por José Luis S Messias, em qualidadebrasil.com.br Introdução Em prosseguimento aos artigos escritos sobre PDCA, escrevo hoje sobre a terceira fase da etapa
FERRAMENTAS DA QUALIDADE
FERRAMENTAS DA QUALIDADE BRAINSTORMING/BRAINWRITTING Brainstorming Fase1: geração de idéias Fase 2: exploração de idéias Brainwritting Um grupo de participantes, sentados ao redor de uma mesa, tem conhecimento
Aula 4: Ferramentas da Qualidade. Ghislaine Miranda Bonduelle
Aula 4: Ferramentas da Qualidade Ghislaine Miranda Bonduelle Qualidade na Indústria da Madeira OEE LUP Plano de Ações GUT Ghislaine Bonduelle Brainstorming BRAINSTORMING Fase1: geração de idéias Fase 2:
Ferramentas da Qualidade. Professor: Fabrício Maciel Gomes
Ferramentas da Qualidade Professor: Fabrício Maciel Gomes [email protected] Currículo Resumido Engenheiro Industrial Químico EEL/USP Mestre em Engenharia Química EEL/USP Doutorando em Engenharia de Produção
Administração Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios
Administração Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Cronograma das Aulas. Hoje você está na aula Semana Tema 01 Apresentação do PEA. Fundamentos
Gestão de Processos: Ciclo PDCA. Profa. Reane Franco Goulart
Gestão de Processos: Ciclo PDCA Profa. Reane Franco Goulart O que é PDCA? É uma ferramenta da qualidade utilizada no controle do processo para a solução de problemas. É também chamado de Roda de Deming
Aula 6. Técnicas para Diagnóstico de Consultoria
Aula 6 Técnicas para Diagnóstico de Consultoria Profa. Ms. Daniela Cartoni [email protected] FERRAMENTAS DE ANÁLISE Algumas ferramentas de análise e diagnóstico: Diagrama de Pareto Diagrama
Processo de Desenvolvimento de Software
Processo de Desenvolvimento de Software Programação Orientada a Objetos Prof. Francisco de Assis S. Santos, Dr. São José, 2015. Processo de Desenvolvimento de Software O desenvolvimento de software é uma
Para que se usa: para apresentação do encadeamento lógico de causas de problemas. Como se monta um Diagrama de Arvore
Mais ferramentas... Diagrama de árvore Outros nomes: diagrama de hierarquia, ou diagrama sistemático Para que se usa: para apresentação do encadeamento lógico de causas de problemas Gerência da Qualidade
FERRAMENTAS DA QUALIDADE: ciclo PDCA e 5W2H e diagrama espinha de peixe. Me. Edvin Kalil Freitas Granville Foz do Iguaçu, Agosto de 2010
FERRAMENTAS DA QUALIDADE: ciclo PDCA e 5W2H e diagrama espinha de peixe Me. Edvin Kalil Freitas Granville Foz do Iguaçu, Agosto de 2010 OBJETIVOS Verificar a aplicação do ciclo PDCA na melhoria do resultado
GESTÃO POR PROCESSOS
GESTÃO POR PROCESSOS O que é um Processo: Uma série de ações que produz um resultado que agrega valor ao produto ou serviço. Gestão de Processos: Conjunto de ações sistemáticas, baseadas em fatos e dados
Engenharia Econômica
Engenharia Econômica Aula 1: Conceitos Básicos Lucas Motta Universidade Federal de Pernambuco 23 de Março de 2015 Engenharia Econômica Definição Trata-se de um estudo econômico e financeiro de um projeto,
INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PROCESSOS
INTRODUÇÃO À GESTÃO DE PROCESSOS Prof. Ms. Marco A. [email protected] Introdução Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo. Não existe um produto ou serviço
Tutorial Sistema de Planejamento
Tutorial Sistema de Planejamento Maio/2014 1 1. Para ter entrar no Sistema, acesse dgp.ifsc.edu.br. 2. Faça login utilizando usuário e senha da intranet 3. Selecione o Sistema PAT 2015 4 Manutenção da
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS:
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS: Treinamento É o conjunto de métodos usados para transmitir aos funcionários novos e antigos as habilidades necessárias para o desempenho do trabalho. Referências: CHIAVENATO
6 CONCEPÇÃO BÁSICA DO SISTEMA DE APOIO À DECISÃO
78 6 CONCEPÇÃO BÁSICA DO SISTEMA DE APOIO À DECISÃO Neste capítulo serão apresentados: o sistema proposto, o procedimento de solução para utilização do sistema e a interface gráfica, onde é ilustrada a
Manual do Processo de Planejamento da UFSC. Departamento de Planejamento SEPLAN/UFSC
Manual do Processo de Planejamento da UFSC 2010 Departamento de Planejamento SEPLAN/UFSC Apresentação Este documento descreve o processo de planejamento que vem sendo implantado na Universidade Federal
PDCA 2014 CARTILHA 4
PDCA 2014 CARTILHA 4 PREFEITURA MUNICIPAL DE SETE LAGOAS Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Tecnologia Administração Marcio Reinaldo Dias Moreira 2013-2016 Cartilha4: Gestão Estratégica
FESP FACULDADE DE ENGENHARIA SÃO PAULO DISCIPLINA BP1: PROCESSAMENTO DE DADOS
FESP FACULDADE DE ENGENHARIA SÃO PAULO DISCIPLINA BP1: PROCESSAMENTO DE DADOS FLUXOGRAMA ou DIAGRAMA DE BLOCOS Fluxograma ou Diagrama de blocos é a representação gráfica dos passos de um algoritmo. Facilita
Gabinete do Procurador-Geral da República. 3 Procedimento de Sistema de Auditoria Interna
3 Procedimento de Sistema de Auditoria Interna Este procedimento tem como objetivo estabelecer diretrizes para a preparação e a realização de auditoria interna, a fim de garantir que o Sistema de Gestão
Secretaria de Gestão - SEGES. Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GESPÚBLICA NÚCLEO ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL
Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GESPÚBLICA NÚCLEO ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL Ferramentas da QUALIDADE. Acordos: Respeitar os horários Manter o celular no modo silencioso Utilizar
Resumo prático do Guia De Simplificação de Processos
Resumo prático do Guia De Simplificação de Processos Introdução: O Guia de Simplificação de Processos indica a utilização de ferramentas que são essenciais para o desenvolvimento desta simplificação. Desta
Gerenciamento de TEMPO
Gerenciamento de TEMPO Gerenciamento de tempo Estratégia é a arte de usar o tempo e o espaço. Eu sou mais ligado ao primeiro que ao último: espaço podemos recuperar, o tempo, jamais. Napoleão Bonaparte
Norma de Procedimento
PREFEITURA DE VITÓRIA Controladoria Geral do Município Assessoria de Planejamento Organizacional Norma de Procedimento Código SCS-NP 01 Assunto: DIVULGAÇÃO DE CAMPANHAS INSTITUCIONAIS Versão: Data da elaboração:
LINHAS MESTRAS; FASES; DISCIPLINAS; PRINCÍPIOS E MELHORES PRÁTICAS.
INTRODUÇÃO O processo de engenharia de software define quem faz o quê, quando e como para atingir um determinado objetivo. Neste trabalho, iremos dissertar sobre o Rational Unified Process, ou RUP, que
Contabilometria. Análise Discriminante
Contabilometria Análise Discriminante Fonte: Corrar, L. J.; Theóphilo, C. R. Pesquisa Operacional para Decisão em Contabilidade e Administração, Editora Atlas, São Paulo, 010 Cap. 3 Análise Discriminante
Capítulo VI Circuitos Aritméticos
Capítulo VI Circuitos Aritméticos Introdução No capítulo anterior estudamos a soma e subtração de números binários. Neste capítulo estudaremos como as operações aritméticas de soma e subtração entre números
Desenvolvimento Organizacional
Desenvolvimento Organizacional O desenvolvimento Organizacional nasceu na década de 1960 devido as mudanças no mundo das organizações e em função das estruturas convencionais serem inadequadas a essas
Engenharia Econômica
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO UFPE CENTRO ACADÊMICO DO AGRESTE NÚCLEO DE TECNOLOGIA ENGENHARIA CIVIL Engenharia Econômica Aula I Professora Jocilene Otilia da Costa, Dra Conteúdo Juros Simples Juros
ANÁLISE DE AMBIENTE e Ferramentas administrativas. Profª Gislaine Rossetti Madureira Ferreira
ANÁLISE DE AMBIENTE e Ferramentas administrativas Por que para analisar o ambiente? Identificar as necessidades e desejos dos clientes que contribuem para planejamento estratégico e futuras tomadas de
Ferramentas para a Qualidade
Diagrama de processo: seu objetivo é a listagem de todas as fases do processo de forma simples e de rápida visualização e entendimento. Quando há decisões envolvidas pode-se representar o diagrama de processo
5. Avaliação de Fatores Influenciadores na Escolha de um Negócio
5. Avaliação de Fatores Influenciadores na Escolha de um Negócio Conteúdo 1. Conceito de oportunidade 2. Visão geral do Processo de Avaliação dos Fatores Influenciadores 1. Identificando oportunidades
Metodologias de Programação
Metodologias de Programação Bloco 1 José Paulo 1 Formador José António Paulo E-mail: [email protected] Telemóvel: 96 347 80 25 Objectivos Iniciar o desenvolvimento de raciocínios algorítmicos Linguagem
13/09/2011. Atividades. Aula 5: REDE PERT/CPM PRINCÍPIOS DO PERT-CPM
Tecnologia em Logística e Transportes Métodos Quantitativos de Gestão PRINCÍPIOS DO PERT-CPM Prof. Msc. João Gilberto Mendes dos Reis Aula 5: REDE PERT/CPM Segundo Monks (1985), o método do caminho crítico
Monitorização e Controle de Projeto
Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Monitorização e Controle de Projeto Ricardo Pereira e Silva, D.Sc. www.inf.ufsc.br/ricardo Disponível em www.inf.ufsc.br/~ricardo/download/projetonpd Treinamento
Treinamento e Desenvolvimento
Aula 8 Treinamento e Desenvolvimento Agenda 1 Seminário 2 Treinamento e Desenvolvimento 3 Desenvolvimento de Lideranças 1 Seminário 3 The Young and the Clueless Bunker, K. A.; Kram, K. E.; Ting, S. HBR,
Figura 1. Tela ilustrando o slide que seria anotado com a caneta.
Para as próximas questões, considere o seguinte cenário ilustrado: Marta estava preparando uma apresentação no Powerpoint 2007, e resolveu incrementar seu slide com desenhos feitos à mão, com a caneta
NBR 10126/87 CORTE TOTAL LONGITUDINAL E TRANSVERSAL
NBR 10126/87 CORTE TOTAL LONGITUDINAL E TRANSVERSAL Podemos definir corte como sendo a representação gráfica no desenho da característica do elemento, através de linhas, símbolos, notas e valor numérico
Curso e- Learning MASP aplicado a Ações Corretivas
Curso e- Learning MASP aplicado a Ações Corretivas Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa do autor. Objetivos
MANUAL DO SISTEMA. Versão 6.00
MANUAL DO SISTEMA Versão 6.00 Utilizando I.S.C (Índice de Satisfação do Cliente)....2 Configurações...2 Grupo I.S.C....2 Perguntas I.S.C....4 Saudação/Finalização I.S.C....7 Pesquisa I.S.C....8 Visualizando
GESTÃO DA MANUTENÇÃO
Classificação Nível de Criticidade para Equipamentos S Q W Itens para avaliação Segurança cliente interno cliente externo meio-ambiente Qualidade Condição de trabalho Status Equipamento A B D P M Perdas
Universidade Federal de Itajubá. Instituto de Engenharia de Produção e Gestão. Pesquisa Operacional. Dualidade
Universidade Federal de Itajubá Instituto de Engenharia de Produção e Gestão Pesquisa Operacional Dualidade Prof. Dr. José Arnaldo Barra Montevechi Dualidade 2 1 Dualidade Em determinadas situações, a
Avaliação Baseada em Modelos Conceituais I - Engenharia Cognitiva
1 Avaliação Baseada em Modelos Conceituais I - Engenharia Cognitiva Aula 5 19/03/2012 2 O que são modelos? São moldes previamente estabelecidos que utilizamos para descrever, interpretar, construir objetos
Beneficiamento de Cristais: Aplicação do Ciclo PDCA
1 Beneficiamento de Cristais: Aplicação do Ciclo PDCA Hildegardo Lopes dos Santos (FEAMIG) [email protected] June Marques Fernandes (FEAMIG) [email protected] Welfani Balduino da Silva (FEAMIG)
CONTROLE ESTATÍSTICO E FERRAMENTAS DA QUALIDADE COMO SUPORTE À MELHORIA DO PROCESSO DE PRODUÇÃO - ESTUDO DE CASO NA INDÚSTRIA TÊXTIL
XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Maturidade e desafios da Engenharia de Produção: competitividade das empresas, condições de trabalho, meio ambiente. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de outubro
AULA 5 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E INSTRUMENTOS ORGANIZACIONAIS
1 SISTEMAS INFORMAÇÃO E INSTRUMENTOS ORGANIZACIONAIS A BARTMANN et. al. Administração na saúde e na Enfermagem. Rio de Janeiro: SENAC Nacional, 008. KURCGANT, Paulina. Administração em Enfermagem. Editora
APLICAÇÃO DA METODOLOGIA SLP NA MELHORIA DO LAYOUT DE UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE CHUVEIROS
APLICAÇÃO DA METODOLOGIA SLP NA MELHORIA DO LAYOUT DE UMA LINHA DE PRODUÇÃO DE CHUVEIROS Gabriella Lopes de Britto (UFS) [email protected] INGRED FERNANDA GUIMARAES MELO (UFS) [email protected]
Ferramentas da Qualidade
Divisão de Normas e Qualidade - DAOQ Outubro/2014 Pesquisa e Organização dos Conceitos: Jéssica Vieira (DAOQ) 1 Sumário Conteúdo 1. FERRAMENTAS DA QUALIDADE... 3 1.2 As ferramentas básicas... 3 1.2.1 Histograma...
Ferramentas da Qualidade. Roteiro
Ferramentas da Qualidade Roteiro 1. Estratificação 2. Folha de Verificação 3. Gráfico de Pareto 4. Gráfico Seqüencial 5. Diagrama de Causa-e-efeito 6. Fluxograma 7. Gráfico de Controle 8. Referências Ferramentas
A Organização da Rotina de Trabalho de. Escritório de Advocacia e Departamentos Jurídicos. através do Redesenho de. Processos Jurídico-Operacionais
A Organização da Rotina de Trabalho de Escritório de Advocacia e Departamentos Jurídicos através do Redesenho de Processos Jurídico-Operacionais 10 junho 2015 Porto Alegre Advocacia e Gestão No RS temos
Abc BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( BSI ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL
Abc BANCO STANDARD DE INVESTIMENTOS S.A. ( ) ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ÚLTIMA REVISÃO Abril 2013 APROVAÇÃO Conselho de Administração Gestão de Risco Operacional Pág. 1 de 8 ÍNDICE
FESP Faculdade de Engenharia São Paulo. CE2 Estabilidade das Construções II Prof. Douglas Pereira Agnelo Duração: 85 minutos
FESP Faculdade de Engenharia São Paulo Avaliação: S1 Data: 16/jun/ 2014 CE2 Estabilidade das Construções II Prof. Douglas Pereira Agnelo Duração: 85 minutos Nome: Matrícula ORIENTAÇÕES PARA PROVA a b c
A Tipificação e o Protocolo de Gestão Integrada
A Tipificação e o Protocolo de Gestão Integrada As mudanças com a TIPIFICAÇÃO E O PROTOCOLO DE GESTÃO INTEGRADA nos serviços de Garantia de Direitos Quais as mudanças percebidas na garantia de direitos
PLANEJAMENTO SIMPLIFICADO DE PROJETOS
PLANEJAMENTO SIMPLIFICADO DE PROJETOS Nestor Nogueira de Albuquerque, MsC. Gestão e Desenvolvimento Regional V Encontro de Pós-GraduaP Graduação UNITAU 2005 Necessidade de um processo de Gestão de Projetos
O CICLO PDCA COMO FERRAMENTA DA QUALIDADE TOTAL RESUMO
O CICLO PDCA COMO FERRAMENTA DA QUALIDADE TOTAL Leider Simões, Unisalesiano de Lins e-mail: [email protected] Profª M. Sc. Máris de Cássia Ribeiro, Unisalesiano Lins e-mail: [email protected]
1. Noção de algoritmo
1. Noção de algoritmo Em português, a palavra algoritmo quer dizer operação ou processo de cálculo, entre outras definições possíveis (Dicionário Brasileiro de Língua Portuguesa, Mirador Internacional,
Guia para Modelagem de Casos de Uso Metodologia CELEPAR
Guia para Modelagem de Casos de Uso Metodologia CELEPAR Agosto 2009 Sumário de Informações do Documento Documento: guiamodelagemcasosuso.odt Número de páginas: 14 Versão Data Mudanças Autor 1.0 25/04/07
Programa de Matemática 2º ano
Programa de Matemática 2º ano Introdução: A Matemática é uma das ciências mais antigas e é igualmente das mais antigas disciplinas escolares, tendo sempre ocupado, ao longo dos tempos, um lugar de relevo
Proporcionar a modelagem de sistemas utilizando todos os conceitos da orientação a objeto;
Módulo 7 UML Na disciplina de Estrutura de Sistemas de Informação, fizemos uma rápida passagem sobre a UML onde falamos da sua importância na modelagem dos sistemas de informação. Neste capítulo, nos aprofundaremos
Gestão Ambiental Trabalho Prático Prof. Daniel Luis Garrido Monaro [email protected] 2S - 2015
Engenharia de Produção Gestão Ambiental Trabalho Prático Prof. Daniel Luis Garrido Monaro [email protected] 2S - 2015 Formatação Relatório Tamanho: o trabalho completo deve ter entre 10 e 20 páginas;
de rede são comumente utilizadas nos dias de hoje. Um dos grandes desafios para a tecnologia de redes sem fio no momento é o handoff vertical, onde
15 1 Introdução A utilização e a popularidade dos dispositivos móveis crescem a cada dia. Mobilidade, flexibilidade, facilidade de comunicação e entretenimento proporcionado por dispositivos, como laptops,
Lição 5 Medidas Descritivas Medidas de Dispersão
99 Lição 5 Medidas Descritivas Medidas de Dispersão Após concluir o estudo desta lição, esperamos que você possa: identifi car o objetivo das medidas de dispersão; identifi car o conceito de variância;
Ferramentas. da qualidade AS SETE FERRAMENTAS DA QUALIDADE
Ferramentas da qualidade Nas empresas, as decisões devem ser tomadas com base na análise de fatos e dados. Para aproveitar melhor estas informações, algumas técnicas e ferramentas podem ser aproveitadas.
Representação de rugosidade
Representação de rugosidade A UU L AL A Existem vários tipos de superfície de peças. Qual o melhor meio para identificar rapidamente cada um desses tipos e o estado das superfícies? Essa questão foi resolvida
Plano de Ensino Ano: 2010 Semestre 2 Disciplina: NAD7 Desenho Técnico e Metodologia do Projeto. Carga horária. Teórica 40 h, Prática 32 h.
Plano de Ensino Ano: 2010 Semestre 2 Disciplina: NAD7 Desenho Técnico e Metodologia do Projeto Professor: Carga horária Teórica 40 h, Prática 32 h. Total 72 Semanal 4 Departamento: DAAP Pré-requisitos:
DIAGNÓSTICO OPERACIONAL DE UM SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA, PARA IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE QUALIDADE DA OPERAÇÃO BASEADO NO TQC JAPONÊS
DIAGNÓSTICO OPERACIONAL DE UM SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA, PARA IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE QUALIDADE DA OPERAÇÃO BASEADO NO TQC JAPONÊS Sara de Souza Maciel Nogueira (1) Arquitetura e Urbanismo
Capítulo 6 ESCALAS E DIMENSIONAMENTO
Capítulo 6 ESCALAS E DIMENSIONAMENTO Introdução Ainda que o principal objetivo deste livro seja preparar para a leitura e interpretação de desenho técnico, é necessário abordar os princípios básicos de
e ao Introdução ao BPM Guia BPM CBOK Instrutor: Eduardo Oliveira Slide XII Semana de Administração Orçamentária, Financeira e de Contratações Públicas
Introdução ao BPM e ao Guia BPM CBOK Instrutor: Eduardo Oliveira 1. Conceitos básicos 1.1. Processos É um fluxo coordenado e padronizado de atividades executadas por pessoas ou máquinas, as quais podem
Aula 2 Projetos Mecatrônicos Visão Geral. Prof a. Michelle Mendes Santos
Aula 2 Projetos Mecatrônicos Visão Geral Prof a. Michelle Mendes Santos A mecatrônica é uma filosofia de projeto integrada; É o ambiente ideal para a sinergia entre diferentes disciplinas; Torna o produto
01 de Agosto Inicio das Aulas. 10 a 26 Setembro - Avaliação Oficial do 1 Bimestre (data no calendário oficial)
ATELIÊ DE PROJETO DE ARQUITETURA 1 01 de Agosto Inicio das Aulas. 10 a 26 Setembro - Avaliação Oficial do 1 Bimestre (data no calendário oficial) 6 aulas até 19 de Setembro data da entrega dos trabalhos
TIME DE QUALIDADE PARA MELHORIA DO PROCESSO DE ROÇADA MECÂNICA, COM CEIFADEIRAS COSTAIS NA GERÊNCIA DE LIMPEZA BARRA DA TIJUCA (LG-24B)
TIME DE QUALIDADE PARA MELHORIA DO PROCESSO DE ROÇADA MECÂNICA, COM CEIFADEIRAS COSTAIS NA GERÊNCIA DE LIMPEZA BARRA DA TIJUCA (LG-24B) Sebastião Alves Neto Engenheiro Civil pela Escola de Engenharia FINAM.
UNESP DESENHO TÉCNICO: Fundamentos Teóricos e Introdução ao CAD. Parte 6/5: Prof. Víctor O. Gamarra Rosado
UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE ENGENHARIA CAMPUS DE GUARATINGUETÁ DESENHO TÉCNICO: Fundamentos Teóricos e Introdução ao CAD Parte 6/5: 14. Perspectivas Prof. Víctor O. Gamarra Rosado
Acurácia de Estoque GESTÃO DE ESTOQUE, MOVIMENTAÇÃO & GESTÃO DE ESTOQUE, & ARMAZENAGEM ARMAZENAGEM. Acuracidade de Estoque 3. NPC. Prof.
MOVIMENTAÇÃO & 2009 3. NPC Acuracidade de Estoque 1 Importante!!! s A falta de confiabilidade nas informações afeta todos os setores da empresa, desde o nível gerencial até o operacional; Uma informação
Gerenciamento de projetos (Project Management).
Gerenciamento de projetos (Project Management). A gestão de projetos é uma das áreas fundamentais de qualquer departamento de sistemas de informação, estando hoje em dia amplamente difundido dentro das
Documento de Processo
Documento de Processo versão 1.0 Desenvolvimento do Sistema de Gestão de Documentos Doc Manager Cliente: São José Agroindustrial Representante do cliente: Paulo José de Souza 2 Histórico de Alterações
Motivação Este trabalho apresenta o desenvolvimento do controle da interatividade num sistema para a área de computação gráfica, mais especificamente
Viabilização da Análise de Interação em um Software Colaborativo para Modelagem de Objetos 3D Eduardo Barrére, Ana Luiza Dias e Claudio Esperança Motivação Este trabalho apresenta o desenvolvimento do
Agenda. O que é Testar? Por que testar? Quando testar? Processo de teste Níveis de teste Tipos de teste Classificação dos testes.
Agenda O que é Testar? Conceitos Por que testar? Quando testar? Custo do defeito Processo de teste Níveis de teste Tipos de teste Classificação dos testes Entendendo o que é TESTAR Testar é analisar um
Modelos Matemáticose Classificaçãode Robôs
Modelos Matemáticose Classificaçãode Robôs Curso Engenharia de Controle e Automação Alex Vidigal Bastos www.decom.ufop.br/alex/unipac.html [email protected] 1 Agenda Introdução Modelos Matemáticos de Robôs
Manual de Software. CAPÍTULO 4 da coleta SECRETARIA DA ADMINISTRAÇÃO - SAEB DIRETORIA DE PATRIMÔNIO - DPA COORDENAÇÃO DE BENS MÓVEIS - CBM
SECRETARIA DA ADMINISTRAÇÃO - SAEB DIRETORIA DE PATRIMÔNIO - DPA COORDENAÇÃO DE BENS MÓVEIS - CBM Manual de Software CAPÍTULO 4 da coleta CPXSIAP: Software de Inventário Patrimonial V 1.1.0 Elaboração:
COMO VALIDAR O HACCP Um Exemplo na Indústria de Carnes e Derivados
COMO VALIDAR O HACCP Um Exemplo na Indústria de Carnes e Derivados Este material pertence a Sadia S.A Gerência de Planejamento e Auditoria de Higiene e Segurança de Alimentos VALIDAÇÃO - HACCP INTRODUÇÃO
ADIÇÃO, SUBTRAÇÃO E SIGNIFICADOS
ADIÇÃO, SUBTRAÇÃO E SIGNIFICADOS CÉLIA MARIA CAROLINO PIRES Introdução: Fazendo uma breve retrospectiva O ensino das chamadas quatro operações sempre teve grande destaque no trabalho desenvolvido nas séries
validade, acuracidade, ou exatidao viés ou vicio (Bolfarine e Bussab, 2005) 1.1 Palavras-chave
(Bolfarine e Bussab, 2005) 1.1 Palavras-chave 1 amostra 2 amostragem por quotas 3 amostra probabilística 4 amostra representativa 5 amostragem 6 7 amostragem probabilistica característica de interesse
Assunto: Estruturação Organizacional
Assunto: Estruturação Organizacional Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA Especialista em Gestão Empresarial pela UEFS Graduada em Administração pela UEFS Contatos: E-mail: [email protected]
Aula 5 Projetos elétricos
Aula 5 Projetos elétricos Um projeto elétrico é um conjunto de símbolos desenhados sobre uma planta baixa interligados de tal forma para mostrar com deve ser executada a obra. Todo projeto elétrico residencial,
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPTO. DE ENG. DE PRODUÇÃO E SISTEMAS 1 REDES PERT-CPM
1 REDES PERT-CPM UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPTO. DE ENG. DE PRODUÇÃO E SISTEMAS Durante a Revolução Industrial do século passado, um considerável aumento
Gerenciamento de Integração. Prof. Anderson Valadares
Gerenciamento de Integração Prof. Anderson Valadares 1. Conceito A área de conhecimento em gerenciamento de integração do projeto inclui processos e as atividades necessárias para identificar, definir,
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS:
FUNÇÃO DESENVOLVER PESSOAS: Treinamento É o conjunto de métodos usados para transmitir aos funcionários novos e antigos as habilidades necessárias para o desempenho do trabalho. Treinamento Custo ou investimento?
7. Defina encapsulamento. R.: Encapsular é ocultar. Criar uma cápsula ao redor da classe, para proteger o que está dentro dela.
1. O que são classes? Dê exemplos. R.: Classe é um tipo abstrato de dados. Encapsula estrutura e comportamento. Ou seja: uma descrição de um conjunto de objetos que compartilham a mesma estrutura, os mesmos
Plano de Ensino PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA APLICADA À ENGENHARIA - CCE0292
Plano de Ensino PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA APLICADA À ENGENHARIA - CCE0292 Título PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA APLICADA À ENGENHARIA Código da disciplina SIA CCE0292 16 Número de semanas de aula 4 Número
Trata-se do processo de gestão, organização e orientação da equipe do projeto;
Aula 19 1 2 Trata-se do processo de gestão, organização e orientação da equipe do projeto; A equipe do projeto refere-se às pessoas com papéis e responsabilidades para completar o projeto; É importante
Recursos Humanos 2007. Recursos Humanos 2007
Recursos Humanos 2007 Descritivo completo Optimize a selecção e recrutamento, proceda à correcta descrição de funções, execute as avaliações de desempenho e avalie as acções de formação. Tenha uma gestão
PROCEDIMENTO GERAL Melhoria contínua
Página 1 de 6 I ÂMBITO Aplicável em toda a estrutura funcional da ESEP. II OBJETIVOS Definir a metodologia, as responsabilidades e a documentação necessárias à implementação do controlo de não conformidades
