GÊNEROS TEXTUAIS: O CARTEIRO CHEGOU
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- Jónatas Fontes Beppler
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1 PRODUÇÃO b DE TEXTOS E GÊNEROS TEXTUAIS: O CARTEIRO CHEGOU Profª. Ms. Rafaela C. Beleboni Coordenação Pedagógica da Formação Continuada NAME
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3 ROTEIRO DAS AULAS Gêneros textuais: conceitos e relevância Produção de texto a partir de gêneros Livros: O carteiro chegou e O natal do carteiro Critérios de correção de produção textual Aprimoramento da escrita e gramática textual
4 VAMOS ASSISTIR AO VÍDEO? GÊNEROS TEXTUAIS Créditos: Programa Escrevendo o Futuro- Itaú 04 22
5 GÊNEROS TEXTUAIS Como a palavra gênero significa família, grupo, podemos dizer que gêneros textuais são famílias ou grupos de textos, orais e escritos, que têm origens próximas e são ligados entre si por pertencerem a uma mesmaáreadeconhecimentoeocorrerem em situações de comunicação semelhantes;
6 GÊNEROS TEXTUAIS Um exemplo disso é o jornal, que é uma área de divulgação de informações. Todos os gêneros que são produzidos nesse veículo são chamados de gêneros jornalísticos (notícias, editoriais, reportagens, por exemplo) e têm muitos aspectos em comum, determinados pela maneira como o conhecimento jornalístico é produzido e organizado;
7 GÊNEROS TEXTUAIS Assim, gêneros textuais são as formas de linguagem produzidas em toda e qualquer situação de comunicação, que podem ser reconhecidas e utilizadas pelas pessoas que estão se comunicando por terem formas conhecidas; Por terem marcas reconhecidas pelas pessoas que se comunicam, os gêneros são instrumentos que possibilitam o entendimento entre as pessoas;
8 POR QUE TRABALHAR COM GÊNEROS TEXTUAIS? Como as situações de comunicação mudam constantemente, uma mesma pessoa usa vários gêneros num só dia, porque muda de lugar social nas diferentes situações de produção de linguagem; Como nos comunicamos por meio de gêneros textuais, quanto mais gêneros dominarmos, maior será nossa capacidade de comunicação, nosso desenvolvimento pessoal e nossa capacidade de exercer a cidadania;
9 POR QUE TRABALHAR COM GÊNEROS TEXTUAIS? Muitos gêneros são aprendidos informalmente nas relações sociais mais próximas. Outros, porém, exigem ensino sistematizado para serem aprendidos. A escola é responsável pelo ensino sistematizado de gêneros mais formais.
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12 GÊNEROS TEXTUAIS: CONSIDERAÇÕES FUNÇÃO SOCIAL ESTRUTURA SUPORTES TEXTUAIS
13 CURRÍCULO NAME PORTUGUÊS- 2º ANO 3º BIMESTRE
14 CURRÍCULO NAME PORTUGUÊS- 2º ANO 3º BIMESTRE
15 CURRÍCULO NAME PORTUGUÊS- 2º ANO 3º BIMESTRE
16 CURRÍCULO NAME PORTUGUÊS- 2º ANO 3º BIMESTRE
17 CURRÍCULO NAME PORTUGUÊS- 2º ANO 3º BIMESTRE
18 CURRÍCULO NAME PORTUGUÊS- 2º ANO 3º BIMESTRE
19 VAMOS ASSISTIR AO VÍDEO? PRODUÇÃO DE TEXTO CRÉDITOS: Revista Nova Escola 02 55
20 PROJETO DIDÁTICO: O CARTEIRO CHEGOU
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24 Scanear a carta jurídica
25 PROJETO DIDÁTICO: O NATAL DO CARTEIRO
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30 INTERATIVIDADE 5 MINUTOS Qual tipo de atividade pode ser realizada a partir desse livro?
31 PRODUÇÃO TEXTUAL: SUGESTÕES DIDÁTICAS Fundamental: prazer de ler Escolha de um gênero para a classe toda Divisão de gêneros por grupos Produção de um livro nos mesmos moldes
32 SARESP 2011 PRODUÇÃO DE TEXTO 5º ANO Situações de produção de textos: Produzir um relato de experiência pessoal vivida com base em proposta que estabelece tema, gênero, linguagem, finalidade e interlocutor do texto.
33 SARESP 2011 PRODUÇÃO DE TEXTO Competência I Tema Desenvolver o texto de acordo com as determinações temáticas e situacionais da proposta de redação.
34 SARESP 2011 PRODUÇÃO DE TEXTO Competência II Gênero Mobilizar, no texto produzido, os conhecimentos relativos aos elementos organizacionais do gênero.
35 SARESP 2011 PRODUÇÃO DE TEXTO Competência III - Coesão/Coerência Organizar o texto de forma lógica e produtiva, demonstrando conhecimento dos mecanismos linguísticos e textuais necessários para sua construção.
36 SARESP 2011 PRODUÇÃO DE TEXTO Competência IV Registro Aplicar as convenções e normas do sistema da escrita.
37 CRITÉRIOS DE CORREÇÃO COMPETÊNCIAS MUITO BOM 2,5 BOM 2,0 REGULAR 1,5 INSUFICIENTE 1,0 I. TEMA II. GÊNERO III.COESÃO/ COERÊNCIA IV. REGISTRO
38 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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